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ano 6 - número 30 - distribuição gratuita em todas as marinas

Barcos

Axtor 460 Sunseeker 52 Sea Ray 450 Azimut 103S Mediterranée 50 HT

EVENTOS

Salão Náutico de São Sebastião ■ Intermarine Experience ■ Rolex Sailing Week ■

TECNOLOGIA

Infusão de Laminados Sólidos ■ Medições de desempenho ■ Cabos Estanhados ■

E MAIS: OPEN SEA – AGUZ MARINE – EXPONAUTICA – WAKEBOARD


Intermarine 540. Tudo o que você queria está aqui. Agora só falta você. Do design arrojado aos ambientes espaçosos, a Intermarine 540 é uma embarcação como nenhuma outra. Farta iluminação natural, soluções inteligentes de uso e performance invejável são apenas algumas das qualidades que a tornam excepcional. Descubra por que ela já conquistou seu lugar junto ao que o mar tem de melhor. www.intermarine.com.br

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Viva o melhor do mar


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11/23/09 1:01:29 AM


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índice

Rolex Sailing Week....................................... 16 Cranchi Mediterranée................................... 26 Sunseeker 52............................................... 32 Intermarine Experience................................. 36 IPT............................................................... 42 Barracuda.................................................... 46 Baterias e módulos...................................... 50 Cabos estanhados....................................... 54 Volvo Penta.................................................. 60 Salão Náutico São Sbastião......................... 64 Bayliner........................................................ 70 Sea Ray 450................................................ 72 Azimut 103S................................................ 82 Aguz Marine................................................. 88 Cabos.......................................................... 92 Manutenção - motores................................. 96 Axtor 460..................................................... 100 Exponáutica................................................. 106 Yachting Gala............................................... 112 Expo Boats 2010......................................... 116 Fábrica Azimut............................................. 120 BRP............................................................. 124 Legislação - pier........................................... 126 Acobar......................................................... 128 Open Sea..................................................... 132 Kawasaki Ultra 260x..................................... 136 Dicas do marinheiro...................................... 140 Bech Tower.................................................. 142 Escola de Vela.............................................. 144 Zeta.............................................................. 146 Supra........................................................... 148 Wakeboard................................................... 150 Dicas do Deninho......................................... 154

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Editor Responsável Caio Marcio Gerente de Operações Caio Ambrosio Edição de arte Júlia Melo www.juliasmelo.com Assistente de Arte Daniella Pecora Assistente de Produção Kadu Abreu D. Martins As opiniões expressas em artigos e entrevistas são de inteira responsabilidade dos articulistas ou entrevistados. É proibida a reprodução total ou parcial dos artigos e matérias sem prévia autorização. Redação e Publicidade Rua Helena, 280, Vila Olímpia CEP 04552-050, São Paulo, SP boatshopping@terra.com.br Para anunciar (11) 3846.2364 Críticas e Sugestões caio@boatshopping.com.br


a mais uma edição da Revista Boat Shopping, a 30ª de nossa história e o 6° ano da nossa jornada. Uma edição histórica e muito especial. Agradecemos a todos nossos parceiros, colaboradores e leitores por termos alcançado mares nunca antes navegados, abordando os mais diversos temas do mundo náutico. Muito obrigado! Nesta edição, trazemos para vocês, leitores, tudo o que aconteceu no inverno de águas agitadas pelo nosso litoral. Na Ilhabela, o mais tradicional evento de vela brasileiro, a Rolex Sailing Week mostrou o seu poder e glamour e muito vento e a raia estava mais linda do que nunca, muitos barcos e competições acirradas. O Gol/Touché Super, de Ernesto Breda e o Pajero, de Eduardo Souza Ramos, foram os grandes destaques do evento, conquistando os títulos da ORC Internacional 500 e S40, respectivamente. Confira a cobertura completa sobre tudo o que aconteceu ao longo da regata. Do outro lado da Ilhabela, em São Sebastião, realizamos nossa primeira feira. O 1° Salão Náutico de São Sebastião foi realmente um sucesso, tanto de público, quanto em volume de negócios realizados ao longo dos 4 dias de evento. Mais de 14 mil pessoas passaram por lá e puderam conferir de perto, uma variedade de barcos, muitos acessórios e realizar o teste-drive no local, o grande diferencial do evento. Nascendo assim um novo modelo de negócios para o segmento, com um ótimo custo benefício, tanto para os expositores, quanto para os clientes. Reinou durante a feira, um clima de amizade e cordialidade nunca visto antes em outros eventos; refletindo o espírito da Revista Boat Shopping. E temos muito mais, para mostrar, nossas matérias técnicas, como de costume, estão recheadas de informação para você aproveitar ao máximo sua embarcação. Muitos eventos também movimentaram o Sul do país. A Intermarine realizou por três finais de semanas seguidos a apresentação e test drive da nova 540, promovendo um belo evento nas marinas Astúrias e Nacionais em SP e o Yacht Clube de Porto Belo, SC. Aproveitem essa edição especial, feita com muito carinho para vocês. Boa Leitura!

Caio Ambrosio

editorial

Bem vindo,


Rolex

GOL/TOUCHÉ e PAJERO

os destaques da

Rolex Ilhabela Sailing Week 2010 Por: João Pedro Nunes / ZDL Fotos: Carlo Borlenghi

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Gol/Touché Super, do comandante Ernesto Breda, o Pajero, de Eduardo Souza Ramos, foram os grandes destaques da Rolex Ilhabela Sailing Week 2010. Eles conquistaram os títulos ORC Internacional 500 e S40, respectivamente, com um dia de antecedência, demonstrando grande superioridade sobre os adversários. Os dois barcos ganharam também o Campeonato Sul-Americano, cuja primeira etapa foi disputada no Circuito Atlântico Sul Rolex Cup, em janeiro, em Buenos Aires e Punta del Este. “Foi uma doce conquista, perseguida há alguns anos, que fecha um ciclo importante para a gente”, disse Ernesto Breda, que foi atirado pelos outros integrantes da tripulação dentro do mar, no píer do YCI. “Passei um pouco de frio, mas logo me serviram um champanhe e tudo melhorou.” Vice-campeão

da ORC Internacional 500 de 2008 e da ORC Internacional geral de 2009, Breda e a tripulação puderam comemorar finalmente o título da Rolex Ilhabela. Ele contou que a regata da sexta-feira(23) foi muito difícil e a estratégia foi correr pelo título e não pela vitória. “As decepções anteriores serviram de lição. Sabíamos que garantiríamos o título se chegasse até o quinto lugar. Tivemos calma e asseguramos a terceira colocação”, completou o comandante, que nem entrou na água no último dia do evento. Eduardo Souza Ramos também comemorou bastante o seu primeiro título da S40 - o oitavo de sua carreira na Rolex Ilhabela Sailing Week. “Foi muito suado porque passamos a regata de sexta fazendo contas. Largamos muito mal e passamos no terminal da Petrobras em último lugar. Nunca havia visto uma BOATSHOPPING

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de desempate, depois de somar 16 pontos perdidos, como San Chico 2, de Francisco Freitas, segundo colocado, e Zeus/Effect, de Inacio Vandressen, terceiro. “Foi uma competição sofrida. Ficamos sempre nas três primeiras colocações e acreditamos até o fim no título”, comentou Renato Cunha, do Iate Clube do Rio de Janeiro, que terminou em segundo lugar na última regata. “Ganhamos aqui também o Campeonato Brasileiro de Beneteau 40.7 e não poderíamos estar mais felizes.” Cunha pensa em enfrentar novos desafios. Ele pretende vender o seu barco, arrumar um patrocinador e talvez comprar um S40, já para a próxima Rolex Ilhabela Sailing Week. O vencedor da regata do sábado foi o gaúcho San Chico 2, que ficou com o vicecampeonato. “A vitória esteve muito perto e o Ventaneiro só levou porque conseguiu melhor resultado na regata Eldorado Alcatrazes por Boreste, que abriu a competição”, lembrou Xico Freitas. “Mesmo assim, estamos feliz porque foi um ótimo resultado em nossa estreia em Ilhabela.” Campeão da ORCi 600 do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina e da ORCi geral da Búzios Sailing Week, o San Chico 2 deve participar do Circuito Rio deste ano. corrente de 3,5 nós no Canal de São Sebastião. Passamos alguns veleiros na volta e, com a definição do Mitsubishi/Gol em segundo e da gente em quarto, garantimos o título.” Souza Ramos não acreditava no título antes do início da competição, pois a classe estava muito equilibrada com nove barcos de quatro países – quatro do Brasil, três da Argentina, um do Uruguai e um do Chile. “Não velejava desde novembro. Primeiro por causa de dores na coluna, que me deixaram dois meses em tratamento. Depois por causa de uma pneumonia, que me deixou 45 dias fora de combate. Além disso, tive diversos compromissos profissionais”, prosseguiu. “Por isso, falo que devo à minha tripulação magnífica este título.”

VENTANEIRO É TRI NA CLASSE MAIS DISPUTADA O veleiro Ventaneiro, comandado por Renato Cunha, ganhou o tricampeonato da ORC Internacional 600 apenas na última regata e, mesmo assim, depois de fazer várias contas. Ele foi campeão no quinto critério

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ORC CLUB TAMBÉM FOI MUITO EQUILIBRADA O veleiro argentino Matrero, de Toríbio de Achaval, conquistou o sétimo título em nove participações em Ilhabela, na ORC Club 600. Ele terminou com 12 pontos perdidos, a mesma pontuação do carioca Miragem, de Paulo Roberto Fernandes, segundo colocado. Matrero, um Frers de 50 pés, completa este ano 40 anos - 31 dos quais nas mãos de Achaval -, ganhou também o Sul-Americano da classe. “Estou muito feliz por vencer novamente. Estou com 75 anos e mantenho o prazer de velejar. A minha tripulação é muito especial e responsável por mais um título”, disse o comandante, que apesar de dores fortes no ciático faz questão de voltar velejando para Buenos Aires. Serão mil milhas, ou 1.852 quilômetros, de viagem, completadas em oito dias.” A disputa na ORC Club 670 ficou entre dois barcos de Santa Catarina, o Best Fellow/GND Construtora, de Leonardo de Boni, e o Katana/Energia, de Fábio Filippon, bicampeão da Rolex Ilhabela. Depois de muito equilíbrio em


todos os dias, o Best Fellow ficou com o título, também no critério de desempate, pois ambos veleiros somaram 11 pontos perdidos. Na ORC Club 700, a briga pelo título reuniu dois J/24 gaúchos. Angela VI, de Renato Plass, ficou com o título, com 9 pontos perdidos, 2 a menos do que o Diferencial / Semp Toshiba, da medalhista olímpica Fernanda Oliveira.

ARTEMIS FATURA HPE 25 O Artemis, comandado por Felipe Whitaker garantiu o título da Classe HPE 25. A tripulação campeã contou, na última regata, com a presença do alemão Jens Kroker, medalha de ouro nos Jogos Paraolímpicos de 2008 e prata nos Jogos-2000, na regata deste sábado. “A competição aqui é muito forte e conta com grandes velejadores. É muito importante eu participar de campeonatos assim para defender minha medalha em 2012”, contou Jens, que nasceu sem parte da mão esquerda. Felipe Whitaker, após bater na trave algumas vezes, conseguiu o título em Ilhabela. “Todos da tripulação já haviam vencido aqui, menos eu e o Jens. Então, a vitória teve um gosto especial e estou muito feliz”, afirmou Felipe, lembrando os títulos dos seus atuais

companheiros: Marcelo Cristiansen, campeão com o Frattina em 2007, e os argentinos Ignacio Gianona e Ezequiel Despotini, campeões com o Repeteco em 2009.

CATARINENSES DOMINAM BRA-RGS Os catarinenses, que formaram a terceira maior flotilha da Rolex Ilhabela Sailing Week, dominaram a classe BRA-RGS, a mais numerosa da competição com 74 embarcações. Na RGS-A, o Cinco los Niños, comandado por Osvaldo Ceccon já havia garantido o título da classe no penúltimo dia e nem disputou a regata de sábado. “Persigo este título há dez anos e estou muito feliz. Nossa tripulação foi muito bem montada e conseguimos andar melhor que nossos adversários mesmo nas regatas em que não éramos os favoritos”, declarou. O Moleque/Anasol, do comandante Marcelo Gusmão, faturou o título na RGS-B. “O título é fruto de uma série de fatores, que passa pelo nível do barco até a participação positiva da tripulação. Já participei aproximadamente 20 vezes aqui em Ilhabela e agora consegui sair campeão. Não esperava o título antecipado, ainda mais pela forte concorrência”.

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O Zephyrus/Tempo, de Tarcísio Mattos, levou a RGS-C e garantiu o bicampeonato. “O saldo da competição foi extremamente positivo. Os adversários são de alto nível, mas a nossa tripulação sempre esteve preparada.” Na RGS-Cruiser, o Cocoon, um Delta 36 de Ilhabela, ficou com a vitória, após disputa acirrada com o Apoena, que permaneceu até os últimos instantes da regata. “A regata do sábado favoreceu nosso barco. A largada foi boa e conseguimos terminar à frente do Apoena, que era nosso objetivo”, afirmou Marcos Caggiano, um dos tripulantes do barco campeão.

QUATRO TRIPULAÇÕES FEMININAS DERAM TOQUE ESPECIAL AO EVENTO Quatro tripulações participantes da 37ª edição foram formadas 100% por mulheres, garantindo um charme a mais para a competição. Um dos veleiros foi o HPE 1, que contou com a presença de Martine Grael, filha do medalhista olímpico Torben Grael. Martine teve como companheiras em Ilhabela, Fernanda Decnope, Renata Decnope e Larissa Juk, todas representantes da Marinha do Brasil. “Em um barco só com mulheres, temos mais dificuldades quando tem vento muito forte. Tirando isso, conseguimos superar os problemas”, falou a velejadora, incentivada

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pela mãe Andréa desde cedo. “Minha mãe me ensinou a velejar na Baía de Guanabara, em Niterói, e o meu pai sempre me deu dicas mais do lado profissional.” O HPE1 terminou em 13º em sua classe. O HPE25 Semp Toshiba foi mais um veleiro que contou com presença total de mulheres na tripulação. “Geralmente acabamos as regatas mais cansadas que os homens, mas conseguimos fazer tudo que eles fazem dentro da água. Não tem segredo”, afirmou Adriana Kostiw, mdalhista pan-americana na Laser Radial, que teve ajuda de Isabela Malpighi, Marina Mori Helou e Andréa Rushmann, e ficou na 14ª colocação. Outro veleiro feminino foi o Bravo Sierra / Semp Toshiba, comandado pela marinheira Juliana Senfft. “Somos femininas mesmo dentro do barco, mas sabemos quando precisamos ser um pouco mais duras para resolver alguma situação de regata. Aqui é a segunda vez que competimos todas juntas e aos poucos vamos nos conhecendo dentro do barco”, falou Juliana, 18ª colocada, ao lado de Marina Cardia, Gabriela Nicolino, Amanda Rodrigues e Luciana Kopschitz - as quatro civis dentro de outro HPE25 da Marinha. O velamar 32 pés Crystal/Doox, comandada por Andréa Rogick, foi outra embarcação


com tripulação 100% feminina. “Velejo há dez anos e já é a sexta vez que disputo a Rolex Ilhabela Sailing Week” declarou Andréa que ainda tem a companhia de Marina Drombrowsky, Letícia da Cunha, Sandra Villarinho, Maria Hackerott e Monica Matschinske, além de sua sobrinha Letícia Rogick, de apenas 9 anos, a mais jovem tripulante do evento. “Acho que o aprendizado que adquirimos no veleiro serve para toda a vida. Por exemplo, na hora de trocar um pneu. Acredito que superamos um preconceito grande, inclusive da nossa sociedade.” O Crystal/Doox terminou em 14º lugar entre 26 competidores na classe RGS-C. Além dos barcos com tripulação totalmente feminina, vários outros tiveram homens e mulheres a bordo. O Diferencial / Semp Toshiba, por exemplo, foi comandado por Fernanda de Oliveira, medalha de bronze na classe 470 na Olimpíada da China. Ana Barbachan, companheira de campanha olímpica de Fernanda para Inglaterra/2012, também está no J/24, assim como Geison Dzioubanov, Frederico Sidou e Felipe Ilha. O barco ficou com o vicecampeonato na ORC Club 700. No Beneteau 40.7 Sexta-Feira, quinto colocado na ORC Internacional 600, a proprietária é Rogéria Dotti, a única mulher no grupo composto por outros nove homens. Somando as tripulações femininas e mistas, o total de mulheres nesta edição foi de aproximadamente 60 velejadoras. A 37ª edição Rolex Ilhabela Sailing Week apostou no aumento da competitividade e reduziu o número de barcos inscritos para 158 em nove classes – a edição de 2009 teve mais de 200 veleiros. “Foi um evento excelente. Temos certeza de que acertamos na busca da qualidade, limitando o número de participantes. Tivemos muito sucesso em todas as classes,

sem distinção e a comissão de regatas foi muito feliz na realização de todas as provas”, comentou José Manuel Nolasco, diretor de Vela do Yacht Club de Ilhabela. A 38ª Rolex será realizada de 3 a 9 de julho, como sempre, no YCI. A Rolex Ilhabela Sailing Week, o principal evento náutico da América Latina, teve patrocínio titular da Rolex, assim como patrocínios ouro da Mitsubishi Motors e da Semp Toshiba e prata do Bradesco Private. O evento teve ainda os apoios da Marinha do Brasil, da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), da Classe S40, da Classe HPE25, da Classe BRA-RGS, do Yacht Club Argentino, da Prefeitura Municipal de Ilhabela, Marinha do Brasil, Stella Artois, Med Salva, Holt Nautos, Brancante, Hertz, Zeta Estaleiros e Climatempo. A organização, sede e a realização são do Yacht Club de Ilhabela. BOATSHOPPING

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Classificação da 37ª edição S40 1- Pajero (Eduardo Souza Ramos) 2- Mitsubishi (Torben Grael) 3- Negra (Uru - Nicolas Gonzalez) 4- Celfin Capital (Chi - Jorge Errázuriz Grez) 5- Cusi 5 (Arg - Jose Estevez) ORC INTERNACIONAL 500 1- Gol/Touché Super (Ernesto Breda) 2- Itaú (Chi - Cristobal Lira) 3- Loyal/Carmim (Marcelo Massa) 4- Neptunus Express (André Mirsky) 5- Oi/Sorsa (Edu Penido) ORC INTERNACIONAL 600 1- Ventaneiro (Renato Cunha) 2- San Chico 2 (Francisco Freitas) 3- Zeus-Effect (Inácio Vandressen) 4- Absoluto (Renato Gama) 5- Sexta-feira (Rogéria Dotti) ORC CLUB 600 1- Matrero (Arg - Toribio de Achaval) 2- Miragem (Paulo Roberto Freire) 3- Vizcaya (Guilherme Bungner) 4- Angela Star (Peter Siemsen) 5- Viva (Pedro Paulo Couto) ORC CLUB 670 1- Best Fellow-GND Construtora (Leonardo de Boni) 2- Katana/Energia (Fábio Filippon) 3- Kiron III (Leonardo Guillermo Cal)

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4- Realizado (José Luis Apud) 5- Samurai Ni (Marins Alves de Camargo Neto) ORC CLUB 700 1- Ângela VI (Renato Plass) 2- Diferencial/Semp Toshiba (Fernanda Oliveira) 3- Rajada (Márcio Finamore) 4- Saruê (Diego Zaragoza) 5- Tensacom (Ricardo Ramirez) HPE25 1- Artemis (Felipe Whitaker) 2- Max (Anderson Biason) 3- Caninana (Thiago Reis) 4- Bixiga (Rafael Valdívia) 5- Stella Artois (Fábio Bocciarelli) BRA-RGS A 1- Cinco los Niños (Osvaldo Ceccon) 2- Jazz (Valéria Ravani) 3- Jyllic II (Martim Bonato) 4- Fram (Felipe Aidar) 5- Kybyxu (Carlos Oliveira Freitas) BRA-RGS B 1- Moleque (Marcelo Gusmão) 2- Blue Too/Lalampe (Pedro Rodrigues) 3- Albatroz (Marinha do Brasil) 4- Phantom of the Opera (Renato Avelar) 5- Optimystic (Fernando Brecheret) BOATSHOPPING

BRA-RGS C 1- Zephyrus (Tarcísio Mattos) 2- Xiliqui (Renato Michel Bosso) 3- Nemo (Mauro Ribeiro) 4- Santeria (Rodrigo Martins) 5- Ariel (Luis Pimenta) BRA-RGS CRUISER 1- Coccon (Luiz Marcelo Caggiano) 2- Apoena (Marcos de Oliveira Cesar) 3- Geronimo (Mauro Diomelli) 4- Navegador (Pedro Luiz Lanzoni) 5- Chrispin (José Carlos de Souza) CAMPEÕES SUL-AMERICANOS S40 - Pajero (Eduardo Souza Ramos) - Brasil ORCi 500 - Gol/Touché Super (Ernesto Breda) - Brasil ORCi 600 - Mondo Difficile (Fernando Queirel) - Argentina ORC 600 - Matrero (Toríbio de Achaval) - Argentina ORC 670 - Banco Piano/Don Quixote (Santiago Mollard) ORC 700 - Mucho Sol IV (Alberto Mallo) - Uruguai CAMPEÕES BRASILEIROS Beneteau 40.7 - Ventaneiro (Renato Cunha) Skipper 21 - Saruê (Diego Zaragoza) Skipper 30 - Katana/Energia (Fabio Filippon)


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Cranchi

Cranchi MediterranĂŠe 50 HT

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roduzida por um estaleiro com mais de 140 anos de tradição, a Mediterranée 50 HT é um dos barcos mais luxuosos e sofisticados do estaleiro italiano Cranchi. Tendo em vista todo esse know how, o produto se destaca em todos os sentidos: desde a sua laminação feita por robôs, até no esmero do seu acabamento final que é feito à mão. A bordo da Mediterranée 50 HT você vai ver espaços elegantes, modernos, confortáveis, seguros e tecnologicamente muito avançados. Uma centenária tradição desse estaleiro centenário. Com grandes espaços a bordo, que incluem 03 camarotes e 02 banheiros, a Mediterranée 50HT proporciona uma imensa sensação de conforto e bem estar, oferecendo a possibilidade de cada passageiro se satisfazer com as próprias exigências individuais.

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A Cranchi Mediterranée 50 HT vem equipada com 02 motores Volvo Penta D 12 800 de 775 Hp cada, fazendo com que o barco navegue a uma velocidade de cruzeiro de 30 nós e chegando a uma velocidade máxima de 35 nós, tudo isto com o maior conforto e com o menor nível de ruído. Com um amplo cockpit coberto pelo hard top, este com acionamento elétrico e um excelente solarium de popa que acomoda até 3 pessoas, sendo que embaixo do mesmo pode ser guardado um bote inflável ou um Jet-ski. O painel tem instrumentação de navegação completa (GPS, plotter e radar) e o assento do piloto tem regulagem elétrica de distância e altura. Entre outros itens que equipam cockpit há um ice maker, uma grelha elétrica e uma geladeira de 80 litros. Um dos grandes destaques da Cranchi Mediterranée 50 HT é seu lay out interno, dividido em três amplas cabines, sendo duas delas com cama de casal e uma com duas camas de solteiro. A cabine máster fica posicionada na proa e tem o seu próprio banheiro, amplos armários, sistema de som independente e TV. Já a cabine de bombordo é constituída por uma cama de casal, armários, sistema de som independente, TV e há acesso ao segundo

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banheiro pela mesma, onde uma porta integra os dois ambientes fazendo da mesma uma suíte. A cabine de boreste é composta por duas camas de solteiro posicionadas uma ao lado da outra para que os convidados tenham um maior conforto, armários, sistema de som independente e TV. O salão é composto por um sofá confortável revestido em couro, uma mesa em madeira trabalhada, sistema de som, TV e DVD. A cozinha fica em frete e vem toda equipada com microondas, geladeira, fogão elétrico, pratos, copos e talheres personalizados pela Cranchi.

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FICHA TÉCNICA:

Comprimento Total: 15,30m Comprimento do Casco: 14,99m Largura Máxima: 4,33m Peso Máximo: 16.500 Kg Calado: 1,05m Capacidade: dia 14 pessoas / noite 06 pessoas Cabines: 03 Banheiros: 02 Tanque de água: 500 litros Tanque de combustível: 1.950 litros Motores: 02 Volvo Penta D12 800 – 775 Hp – cada/diesel Velocidade Cruzeiro: 30 nós Velocidade Máxima: 35 nós

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Sunseeker

Manhattan

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a 52 com corp達o de 58

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SUNSEEKER CHEGA AO BRASIL

A Sunseeker, marca conhecida pelo Alto Luxo, Sofisticação e Exclusividade, chega ao Brasil a partir desse verão. A marca vai colocar à disposição dos brasileiros toda a sua gama de produtos, mas chegará forte mesmo nas embarcação entre 50 e 80 pés. Exemplo disso é o lançamento da Manhattan 52, que chega para o Brasil já esse ano.

CONSTRUÇÃO

Para quem quer desfrutar do lazer, ter luxo e não quer nenhuma dor de cabeça ao adquirir uma embarcação, a Sunseeker está aí para fornecer esse produto. Fabricando barcos há 50 anos, a Sunseeker se especializou em embarcações de altíssimo padrão de acabamentos e de construção. Resultado disso é um acabamento impecável e uma durabilidade excepcional do produto. “Tenho um barco Sunseeker desde 2003, é uma construção naval impressionante! Estamos em 2010, e até hoje não tive problema nenhum.” Afirma Fausto Ferraz, proprietário de uma Sunseeker em Angra dos Reis. A Sunseeker verticalizou totalmente sua produção. Isso significa que além da laminação, toda a parte de marcenaria e ferragem é produzida dentro da fábrica, garantindo assim o maior nível possível em controle de qualidade. Além disso, toda a parte de montagem elétrica dos painéis é realizada separada de toda a produção, isolada do processo de montagem do casco, sendo colocada apenas no final do processo, e portanto dando todo o cuidado necessário, para essa tão delicada parte da embarcação.

EXTERIOR

Embarcação com interior sofisticado e ampla área externa. Apesar de feita na Inglaterra, região fria, a linha das embarcações Sunseeker é voltada para a utilização externa. Exemplo disso são os grandes patamares de popa, o flybriedge e o deck. BOATSHOPPING

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INTERIOR

Cabine principal de meia nau, salão com vidros amplos e boa luminosidade, dois banheiros, sala com TV retrátil, sistema de som Bose, e acabamento sem aceitação do menor dos erros, fazem do acabamento interno das embarcações Sunseeker um de seus grandes diferenciais. Na sua gama de escolhas de acabamentos, o cliente pode optar por madeiras mais escuras ou claras, colchas coloridas ou sóbrias, enfim, a personalização na decoração, faz com que o barco tenha a cara do cliente. Outro detalhe de construção, é que todo o barco, após ser desenhado e aprovado, um molde de madeira em tamanho real é construido para que os engenheiros possam entrar na embarcação e verificar que na prática a embarcação está tão boa quanto no projeto. Isso é realizado, para que os problemas não sejam sentidos apenas na embarcação pronta e portanto, sem a chance de modificações posteriores. Como exemplo, podemos citar o banco da sala da Manhattan 52, que foi projetado para ser retangular, e quando foi testado, notou-se que mal sentavam quatro pessoas, uma vez que os joelhos se encontravam embaixo da mesa. Resultado disso foi mudar para o projeto arredondado, onde agora sentam cinco pessoas confortavelmente.

A REPRESENTAÇÃO

A Sunseeker, fábrica Inglesa, entra em 2010 no mercado brasileiro com a promessa de trazer todos os seus modelos. Para essa ano, o mercado já contará com algumas unidades da Manhattan 52 e da Portofino 48, as duas grandes apostas da marca para o mercado braileiro. Representada comercialmente pela Boas Nautic, empresa que atua no mercado náutico há quarenta anos, vendendo e montando embarcações, e também como representante Volvo Penta, a Sunseeker acredita que a parceria com alguém de nowhow tanto em vendas como em pós venda, seja uma forma acertada para se iniciar um business no Brasil.

www.sunseekerbrasil.com.br

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Intermarine

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Intermarine 540

Experience

Dias de prazer e descontração

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fotos: Rodney Domingues

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omo dizem os marinheiros, em mar ruim é que se conhece barco bom, e águas agitadas não faltaram nos três fins de semana de julho em que a Intermarine recebeu 800 convidados no Guarujá (SP) e em Porto Belo (SC) para o test-drive da Intermarine 540, a mais nova embarcação da linha cabinada com flybridge da marca brasileira. Assim, clientes atuais e potenciais da Intermarine puderam testar o desempenho e a navegabilidade da lancha tanto em dias de mar tranquilo quanto em dias de mar picado. “O objetivo da Intermarine com esse evento foi permitir a um grande número de clientes, de diversos estados, a oportunidade de ver de perto todas as qualidades da embarcação e de experimentar sua performance”, explica Allysson Yamamoto, gerente de marketing da Intermarine. Na agradável atmosfera da acolhedora recepção da Intermarine nos belos cenários da Marina Astúrias, da Marina Nacionais e do Iate Clube Porto Belo, as três edições do evento foram sucesso. Tanto pelas dezenas de testdrives realizados quanto pelo clima de encantamento que se espalhou entre os que foram ao mar a bordo do novo barco. Foram 250 convidados recebidos pela Intermarine com uma paella na Marina Astúrias e mais 300 recepcionados com uma feijoada na Marina Nacionais, ambas no Guarujá. Em Porto Belo, 250 convidados saborearam um brunch entre visitas ao interior e ao exterior da Intermarine 540 e saídas para ao mar a bordo do novo barco. BOATSHOPPING

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“Mais do que um acontecimento, esses encontros nos permitem reencontrar novos e antigos clientes que acabam se tornando companheiros na paixão pelo mundo náutico”, comenta Gilberto Pini, diretor da SPMarine, uma das duas representantes exclusivas da Intermarine. Atenta às tendências do mundo náutico, a Intermarine promoveu na Astúrias também uma edição do evento para os marinheiros de potenciais compradores da Intermarine 540. Cada vez mais bem formados e atualizados, esses profissionais muitas vezes participam do processo de escolha de uma embarcação. “A intenção foi apresentar o novo barco a esse importante público e também prestigiar esses profissionais que zelam pelas embarcações dos nossos clientes atuais e futuros”, diz Yamamoto.

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UM BARCO MUITO ESPAÇOSO

Comum entre compradores potenciais e marinheiros, a admiração pelo novo modelo da Intermarine recaiu principalmente sobre o desempenho da lancha, as áreas externas e a criativa e eficaz distribuição interna de espaço nessa lancha de 54 pés. “O brasileiro gosta de aproveitar o nosso clima privilegiado, quente e ensolarado, e a Intermarine entende bem as preferências do nosso consumidor”, comenta Luiz Antonio Batagini, diretor da SPMarine. Esse conhecimento do estaleiro se traduz em farto solário na proa, na praça de popa ampla, na plataforma de popa que mais parece uma praia particular (com o espaço gourmet contendo churrasqueira, pia, porta-copos e bancada para manuseio de alimentos embutido no espelho de popa), e especialmente no flybridge.


Sempre disputadíssima, essa parte aérea do barco foi concebida de forma diferente, com solários ao lado do posto de comando e na área traseira do espaço integrados aos assentos localizados à meia-nau. Mais parece um lounge, propiciando a integração de várias pessoas ali, esteja o barco parado ou navegando. “O que os clientes de todo o Sul mais ressaltaram foi a arquitetura interna permitindo acomodar seis pessoas para pernoite, a cozinha grande e com muita claridade natural, o tamanho da praça de popa, a plafatorma de popa hidráulica, e o flybridge, que acharam fantástico”, comenta Cosimo Barretta, diretor da Interyachts, a outra das duas representantes exclusivas da Intermarine em Florianópolis. Todo mundo apreciou também a performance do

barco, que vai a 34 nós em velocidade máxima e a 28 nós em velocidade de cruzeiro, com seus dois motores Volvo Penta D12 de 800 HP cada. E a navegabilidade foi considerada bastante boa por quem viveu as emoções de navegar a bordo da Intermarine 540 em dias de mar manso e em dias de mar picado também. “Promover o Intermarine 540 Experience foi uma experiência fantástica e de excelentes resultados. Pudemos rever centenas de clientes e apresentar nossa qualidade em embarcações a potenciais clientes. É muito importante oferecer aos apaixonados por náutica de lazer a oportunidade de conhecer e experimentar novos modelos”, conclui Allysson Yamamoto.

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Quando iniciou suas operações em 1979, a Marinas Nacionais introduziu no Brasil o conceito de marina, com infra-estrutura náutica aliada ao lazer. Localizada no pedaço mais belo do Guarujá, com equipamentos e procedimentos de qualidade, a Marinas Nacionais valeu-se da sua vocação inovadora para consolidar uma tradição de excelência que sempre se renova. Ligue para agendar uma visita.

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Uma história marcada pelo pioneirismo e pela tradição em excelência.


ipt

Navegação em MEDIÇÕES DO águas rasas DESEMPENHO DE UMA

EMBARCAÇÃO Por Carlos Daher Padovezi, Engenheiro Naval, Dr., diretor do Centro de Engenharia Naval e Oceânica do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo

U

m esportista de alto nível necessita, de tempos em tempos, realizar uma avaliação técnica que indique como está o seu desempenho e se pode melhorar em alguma parte. Se, por acaso, houver claras indicações que a sua eficiência tem estado abaixo do desejável, aí se justifica mais ainda a realização de tal avaliação. Em uma embarcação de alto nível ocorre o mesmo: há necessidade de realização de testes para avaliar o desempenho e buscar indicações técnicas sobre o que pode ser melhorado. Para avaliar o desempenho de uma embarcação existente, o ideal é realizar medições dos parâmetros importantes (velocidade, potência nos eixos dos propulsores, consumo de combustível, acelerações e movimentos, etc,) em condições ambientais controladas. Nem sempre isto é possível, porque as medições com as embarcações reais são realizadas em rios, em lagos ou no mar, geralmente com a presença de correntezas, de variações de profundidades, de ondas e de ventos. Diferentemente de um laboratório como um tanque de provas para ensaios de modelos em escala

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reduzida de embarcações, onde se podem controlar tais condições externas, em escala real há a necessidade de conviver com variáveis indesejáveis, que podem tornar a análise dos resultados complexa e mais imprecisa. A fim de evitar maiores imprecisões de análise dos resultados de desempenho, o local das provas deve ser escolhido de tal forma que haja a menor velocidade de corrente possível e uma razoável uniformidade dos valores de profundidades da região, assim como largura adequada, de modo a não ocorrer interferências das margens sobre o desempenho da embarcação. As profundidades devem ser maiores que dez vezes o calado e, se houver restrições laterais do canal, as larguras devem ser maiores que vinte vezes o comprimento da embarcação. Os testes não devem ser realizados em dias e períodos que apresentem ventos e/ou ondas de média ou alta intensidade. Os efeitos da correnteza e de ventos podem ser minimizados efetuando-se corridas em uma mesma direção e em sentidos diferentes (a favor e contra a correnteza) e obtendo-se os valores médios de desempenho para uma mesma condição de operação dos motores. Para a análise experimental do desempenho propulsivo de uma embarcação em escala real, de uma forma completa, devem ser medidos os seguintes parâmetros: velocidade, rotações, torques nos eixos dos propulsores, consumo de combustível, calados dinâmicos durante cada corrida, ângulos de lemes e parâmetros físicos ambientais como velocidade de corrente, intensidade e direção de ventos, profundidade média e altura de ondas, se houver. Há uma enorme dificuldade técnica em medir-se, com precisão satisfatória, força de empuxo nos eixos dos propulsores em escala real. Assim, geralmente não são medidos diretamente os valores de forças de empuxo nos eixos dos propulsores nos ensaios em escala real, o que aumenta a importância da determinação da geometria real dos hélices da embarcação e a estimativa da potência efetiva do casco (ou da resistência ao avanço da embarcação) na condição de ensaio. A partir dos resultados das provas e considerando as curvas características dos propulsores e as formas do casco da embarcação, podem ser levantadas todas as relações importantes para a avaliação técnica do desempenho. São, assim, determinadas as curvas resultantes da integração entre casco, motores e propulsores,

as quais podem ser comparadas com aquelas esperadas no projeto da embarcação. Problemas específicos que possam ocorrer como ruídos e vibrações excessivos ou erosão de pás de propulsores ou de lemes podem ser verificados e solucionados. Ao final da avaliação, em muitos casos, é possível identificar formas de melhoria do desempenho da embarcação. Não é incomum que haja, por exemplo, recomendações de uma revisão da geometria dos propulsores ou de uma correção da posição do centro de gravidade da embarcação. A Tabela apresenta as grandezas medidas nos ensaios em escala real de uma embarcação e exemplos de equipamentos de medições que podem ser utilizados. A aquisição dos dados pode ser feita por meio de um sistema composto por condicionadores e amplificadores de sinais e um notebook com “software” especial para obtenção e análise dos dados.

INSTRUMENTAÇÃO QUE PODE SER UTILIZADA EM MEDIÇÕES EM ESCALA REAL

MEDIDAS

INTRUMENTOS

TORQUES NOS EIXOS

Torquímetros (com Strain-Gages colados no eixo)

ROTAÇÕES DOS EIXOS

Tacômetros óticos

ÂNGULOS DOS LEMES

Potenciômetros elétricos

PROFUNDIDADE

Ecobatímetro

VELOCIDADE ANGULAR

“Rate Gyro”

RUMO

Giroscópio

VELOCIDADE E DIREÇÃO DO VENTO

Anemômetro

POSIÇÕES INSTANTÂNEAS DA EMBARCAÇÃO / VELOCIDADES

DGPS

CALADOS DINÂMICOS DURANTE AS PROVAS

Inclinômetros e sensores capacitivos

VIBRAÇÕES

Acelerômetros

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL

Tanques auxiliares com medição de massa de combustível utilizado

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Barracuda

Infusão de LAMINADOS SÓLIDOS Por Jorge Nasseh

S

e infundir um laminado sandwich com qualidade é muito difícil, infundir um laminado sólido é mais difícil ainda, primeiramente pela redução da permeabilidade dos filamentos e em segundo pela compressibilidade das fibras. Queiram ou não os construtores de barcos, todo o tipo de fibra tem um grau de compressibilidade e ele definitivamente não é baixo. Quando se está acostumado a laminar peças pelo método manual, a compressibilidade não é um problema, aliás ninguém nem pensa nisto. Laminar em condições normais de temperatura e pressão é alguma coisa parecida com a tecnologia que se usava há 50 anos atrás. Não existe surpresa, não existem problemas

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novos com uma tecnologia antiga e comprovada, assim como não vai existir surpresa também com o peso elevado dos componentes. Todo laminado ou reforço de fibra de vidro seco irá diminuir de espessura de uma maneira não linear quando submetido à pressão. Um laminado fabricado manualmente pode ter um teor de fibras de aproximadamente 40%, mas se for aplicada pressão sobre o mesmo, e seu teor de fibras passar para 65%, a quantidade de espaços vazios que permite a adesão da resina sobre as fibras vai ser bem menor. Em geral a fórmula que rege a compressibilidade das fibras depende da raiz quadrada da pressão BOATSHOPPING

aplicada sobre o laminado. Aumentando a pressão de laminação manual para 1 atm o construtor vai ter uma redução de 40% nos espaços dentro do laminado, e se a pressão for de 2 atm a redução dos espaços vazios vai chegar a 75% devido à compressibilidade das fibras. Comprimindo as fibras é possível aumentar o teor de fibras e a resistência do laminado, mas por outro lado também diminui a porosidade e a permeabilidade. A compressibilidade das fibras sempre vai modificar o padrão e fluxo de infusão, principalmente em laminados sólidos onde a única cavidade existente para permitir a permeabilidade da resina são os espaços entre os


filamentos. Aumentando a pressão, os espaços vazios são drasticamente reduzidos. Todo construtor deve saber que a espessura de um laminado depende basicamente da quantidade de resina que existe dentro dele e em última instância, o que determina a espessura de um composto é a resina, em seguida a pressão a que ele é submetido. Como regra geral, uma maior quantidade de resina produz um laminado menos resistente. Embora seja muito difícil não é impossível infundir laminados sólidos, mas neste caso o número de linhas e a vazão de resina devem ser multiplicados para absorver a baixa permeabilidade do laminado. Não é somente a dificuldade de passar a resina por dentro das fibras, mas outro ponto negativo deste tipo de construção é que é a espessura final do laminado fica muito reduzida e sua densidade muito mais alta. Enquanto uma laminação manual de um tecido de 600 g/m2, e com um teor de fibras de 40% produz uma espessura de 0.7mm, este mesmo laminado, sujeito a 1 atm de pressão, vai ter somente 0.4mm. Isto significa uma redução dramática de quase 40% na espessura total do laminado, e isto pode comprometer completamente o projeto estrutural produzindo um barco muito flexível e com chances de ter problemas estruturais de trincas e delaminações. Caso não haja escolha, ou se a escolha técnica for construir um laminado sólido, o construtor deve fazer os testes de permeabilidade de modo a determinar a quantidade e o espaçamento de linhas de resina. Para a infusão de laminados sólidos as linhas devem ser instaladas em paralelo e devem ser abertas em seqüência. As linhas devem ter diâmetro suficiente e possuir uma grande

Ao lado, vista do processo de infusão. Acima, detalhe

quantidade de entradas de resina. Enquanto um laminado sandwich pode mover a resina por quase 2 metros de distancia, um laminado sólido somente deixa a resina permear por apenas alguns centímetros. Por último o construtor deve tomar enorme cuidado com a possibilidade da resina ter chegado ao final do caminho pela parte superior do laminado mas muitas das camadas da parte de baixo podem ficarem

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secas o que somente vai ser descoberto quando o barco for começar a navegar e se iniciar um grande problema estrutural. Na dúvida, teste antes o sistema com o número de camadas finais que vão ser infundidas e garanta que os freios da infusão estejam na posição certa para que a resina impregne todas as camadas do laminado.

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elétrica

Baterias e módulos por Helio Luppino - Membro da Comissão de Assuntos Técnicos da ABRAPENTA - Associação Brasileira dos Distribuidores Volvo Penta

Comandante,

Recentemente li uma matéria assinada pelo Alexandre Akashi editor da revista oficina Brasil . A matéria trata do funcionamento e dos cuidados que devemos ter com o sistema computadorizado que gerencia os modernos motores eletrônicos. Com permissão do Alexandre, reproduzo aqui boa parte dessa matéria com algumas adaptações que tomei a liberdade de fazer e dizem respeito aos motores com os quais lidamos no nosso diaa-dia: os motores marítimos.

Vamos lá:

Como escreveu o autor da matéria: “pode parecer extremamente primário” o que vamos explicar, porém muitos reparadores e proprietários de veículos equipados com motores mais avançados, sejam eles de automóveis ou de embarcações, passam por algumas dificuldades ao lidarem com o sistema eletrônico por não atentarem a pequenos detalhes. Antes de mais nada, é preciso entender que no funcionamento dos motores mais modernos, as baterias exercem um novo papel e que a qualidade e o bom estado dessas baterias é condição fundamental para isso. Com o advento da injeção eletrônica, no início da década de 1990, praticamente todos os motores concebidos pelos principais fabricantes deixaram de ser controlados mecanicamente para dar lugar aos sistemas computadorizados de gerenciamento. Assim como nos computadores que temos em casa, os módulos eletrônicos (conhecidos por ECUs) também funcionam à base de eletricidade e são alimentados pela tensão das baterias. A quantidade de ECUs que atende um veículo aumentou na mesma proporção do crescente desenvolvimento tecnológico. Em alguns modelos atuais de automóveis

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eles chegam a ser mais de 70 controladores, para gerenciar não somente a injeção eletrônica, mas também sistemas como os de estabilidade (ESP), freios ABS, acelerador eletrônico, airbags, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, chaves, bancos, limpadores de pára-brisas, equipamentos de áudio e vídeo e mais, muito mais. Nos barcos, além das funções similares às dos automóveis, os módulos ECU têm como atribuição fundamental gerenciar o funcionamento do motor dentro das especificações determinadas pela fábrica. Nos motores Volvo Penta, por exemplo, isso é feito por meio de softwares previamente programados pela fábrica. Nesses motores os módulos ECU são também programados para transformar sinais analógicos para sinais “Can” e vice versa, para controlar o engate de marchas, e para controlar a aceleração dos motores. No caso dos motores com propulsão IPS, também da Volvo Penta, os ECUs controlam o sistema de direção;

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todo o funcionamento dos instrumentos padrão (conta-giros; pressão de óleo, temperatura da água; etc.); monitora o consumo de combustível em tempo real e a quantidade de milhas que podem ser percorridas com o combustível do tanque; e ainda fornece dados do GPS para que o piloto automático siga a rota traçada pela carta náutica. Ensina o Alexandre que para interligar todos estes módulos, foram criadas as redes de comunicação automotivas, que basicamente fazem com que os sensores troquem informações entre si, simultaneamente, durante o tempo inteiro, com o objetivo de acionar ou não um dispositivo específico caso o resultado das leituras seja diferente do estipulado na programação definida como normal. Logo, a partir do momento que apertamos o botão do controle remoto e abrimos a porta do carro, o sistema de alimentação de energia está acionado. O veículo está consumindo energia. Quando inserimos a chave no contato e a ligamos e as luzes acendem no painel, realiza-se automaticamente uma verificação de todos os sistemas, para saber se estão todos funcionando. Nos barcos a coisa funciona do mesmo jeito. É como uma chamada de início de aula. O professor pega o diário de turma e começa a perguntar: número um, número dois... ou Alberto, Anderson, assim por diante. Na medida em que os alunos vão se identificando, a presença é anotada. Nos modernos motores que equipam nossos barcos, no entanto, esta chamada é feita constantemente e não uma única vez ao energizar o sistema, ou seja, enquanto o motor estiver funcionando essa checagem é feita de tempos em tempos. Mais adiante você vai ler que, mesmo com o motor desligado na chave, a checagem continua. Assim, com a bateria em perfeito estado de funcionamento, os módulos vão respondendo à medida que são consultados e, mesmo depois que se desliga a chave do contato, as ECUs ainda estão funcionando, realizando um check-up nos sistemas, antes de entrar em estado de standby (espera). Se neste momento acaba a energia e a alimentação é cortada (a bateria é desconectada ou, como é comum nas embarcações, a chave geral é desligada), o módulo que

estava trabalhando freneticamente, questionando os sistemas para saber se está tudo bem, para depois poder ‘repousar’, desliga no meio da tarefa e acontece algo muito similar a quando você está digitando um texto no computador e a energia acaba. Você perde tudo o que escreveu e quando religa o computador ele entra em modo de segurança ou, como em alguns casos, ele nem religa. Isso acontece porque se interrompeu uma tarefa repentinamente. A ECU precisa de um tempo para se recompor e não perder as referências pré-programadas. Imagine que você está andando na rua, preocupado com suas atividades diárias e de repente alguém chega por trás e te dá uma pancada na cabeça. Você desmaia e perde os sentidos e pode até perder a memória. Com a ECU ocorre algo muito similar. Toda esta história é para dar um recado muito simples: em se tratando dos modernos motores eletrônicos, nunca, jamais, em hipótese alguma, desligue a bateria e/ ou desligue a chave geral do barco, sem critério nenhum. Desligar a bateria ou a chave geral fora do tempo que é necessário significa dar uma pancada na cabeça da ECU. Quando ela voltar, não saberá onde está, o que estava fazendo e vai se embaralhar toda. Os módulos podem não funcionar direito, a injeção pode perder parâmetros e o motor funcionar quadrado ou até mesmo não funcionar.

O que fazer, então? Quais são os critérios?

Depende. Cada motor tem um sistema diferente, mas uma receita básica é a seguinte: antes de desconectar os pólos da bateria ou desligar a chave geral do barco deixe o motor imóvel e intocado por pelo menos duas horas. Neste período, todos os sistemas serão checados e liberados para repouso. Não esqueça: desligar a chave geral no barco é o mesmo que desconectar os pólos das baterias, portanto o prazo deve ser também de duas horas para desligar a chave geral, após o desligamento do motor pela chave de contato. Bons mares! BOATSHOPPING

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Várias marcas e modelos

DESCRIÇÃO Cimitarra 500 Parelha de Volvo D6 - 370 HP Cimitarra 270 com 1 motor Volvo D3 - 190 HP Diesel Completíssima Tecnoboats 30.5 com 1 motor Mercruiser MAG-350 Gas Muito Nova Cimitarra 270 com 1 motor Sprinter 220 HP Diesel Excelente Barco Cimitarra 270 com 1 motor Volvo 4.3 - 225 HP Gas Completa Cimitarra 290 com 1 Volvo 5.7 - 320 HP Gas Apenas 30 Horas Fishing 230 HP com 2 motores Evinrude 115 HP Gas C

M

Magnum 290 com 2 motores Mercury 150 HP EFI Gas

Y

CM

MY

CY

CMY

K

Cimitarra 270 com 1 motor Mercruiser 4.3 - 225 HP Gas Completa Cimitarra 340 com 2 motores Mercruiser 4.3 - 225 HP Gas Completíssima Runner 380 com 2 motores Mercruiser 4.2 - 220 HP Gas Bem Equipada Caprice 270 com 1 motor Volvo 5.7 - 320 HP Gas Cobra Link com 1 motor Mercruiser 6.2 - 320 HP Gas Completíssima Ventura 230 com 1 motor Yamaha 4.3 - 225 HP Gas Completíssima Cimitarra 310 com 1 motor Volvo D6 - 350 HP Diesel 20 Horas Cimitarra 340 com 2 motores Volvo D3 - 190 HP Diesel Completíssima Diamar Tycoon 230 com 1 motor Volvo 170 HP Gas Barco Impecável Real 220-C com 1 motor Mercury 150 HP Optmax Gas Barco Impecável Angra 22 com 1 motor Johnson 225 HP Gas Completíssima Focker 215 com 1 motor Mercruiser 4.3 - 220 HP Gas

ANO

VALOR

2008

R$ 1.000.000,00

2006

R$ 170.000,00

2008

R$ 200.000,00

2003

R$ 110.000,00

2008

R$ 150.000,00

2009

R$ 240.000,00

2008

R$ 110.000,00

1999

R$ 47.400,00

2005

R$ 120.000,00

2008

R$ 380.000,00

2008

R$ 270.000,00

2007

R$ 95.000,00

2007

R$ 140.000,00

2002

R$ 50.000,00

2010

R$ 350.000,00

2009

R$ 420.000,00

1989

R$ 35.000,00

2002

R$ 40.000,00

1989

R$ 30.000,00

2008

R$ 75.000,00

CONDIÇÃO DE PAGAMENTO R$ 60.000,00 + 18x de R$ 6.111,00 sem juros R$ 80.000,00 + 18x de R$ 6.667,00 sem juros R$ 80.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 sem juros R$ 80.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 sem juros R$ 70.000,00 + 18x de R$ 9.444,00 sem juros R$ 40.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 sem juros R$ 10.500,00 + 18x de R$ 2.050,00 sem juros R$ 35.000,00 + 18x de R$ 3.542,00 sem juros R$ 190.000,00 + 18x de R$ 10.556,00 sem juros R$ 150.000,00 + 15x de R$ 8.000,00 sem juros R$ 30.000,00 + 24x de R$ 2.708,00 sem juros R$ 45.000,00 + 24x de R$ 3.958,00 sem juros R$ 50.000,00 + 24x de R$ 1.458,00 sem juros R$ 140.000,00 + 18x de R$ 11.667,00 sem juros R$ 220.000,00 + 12x de R$ 16.667,00 sem juros R$ 10.000,00 + 5x de R$ 5.000,00 sem juros R$ 15.000,00 + 15x de R$ 1.667,00 sem juros R$ 10.000,00 + 4x de R$ 5.000,00 sem juros Preço Especial à vista

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ESTANHADOS O

estanho (do latim stagnun) é um dos metais mais antigos conhecido, tendo sido usado como um dos componentes do bronze desde a antiguidade. Devido a sua capacidade de endurecer o cobre, a liga de estanho-cobre (bronze) foi utilizado para produzir armas e utensílios desde 3500 a.c. É um metal branco prateado, maleável, pouco dúctil, de baixo ponto de fusão e altamente cristalino. Além de ser um dos metais mais antigos conhecido, esta commodity é largamente utilizada para a produção de diversas ligas metálicas com o principal propósito de protegê-las da corrosão. Esse metal tem uma grande importância no cenário internacional, sendo utilizada em centenas de processos industriais: embalagens de alimentos, acessórios culinários, te-

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lecomunicação e equipamentos eletrônicos, revestimento anti-corrosão (quando em liga com o zinco misturados ao aço) e soldas. Mergulhando as folhas de ferro em estanho, forma-se na sua superfície uma liga de ferro e estanho. Obtém-se, assim, a folha-de-flandres, popularmente chamada lata, usadas extensivamente na indústria alimentícia para acondicionar todo tipo de alimentos e bebidas, tais como massa de tomate, pessego em calda e uma infinidade de outros produtos alimentícios e as de bebidas e cervejas, para a conservação e evitar a corrosão, mantendo o produto inalteravel. No ambiente marítimo, os cabos/fios tipo automotivos sofrem enorme perda de condutividade, causada pela falta de contato originada pela   corrosão e vibração de terminais, após alguns meses de BOATSHOPPING

uso. A corrosão ocorre quando os conectores e o material isolante são compromissados pela infiltração, que rapidamente corroem/oxidam o condutor de cobre. Há inúmeras ocorrências de embarcações que naufragaram porque julgaram que a bomba de água não funcionou. A maioria das vezes não foi causada pela falha mecânica do equipamento e sim pela energização. Os automáticos das bombas de porão e a própria bomba, equipamentos esses tão indispensáveis nas embarcações, estão constantemente em contato com a água do mar, pelo lugar necessário de atuação, e são submetidos a uma condição extrema da maresia pelo contato direto com a água do mar, bem como os cabos que levam a corrente elétrica necessária para o perfeito funcionamento. Dessa for-

foto: sxc.hu

cabos estanhados

Cabos


CORES RECOMENDADAS PARA CIRCUITO ELÉTRICO DE BARCOS COR DO CABO

ITEM

APLICAÇÃO

Vermelho

D.C. Condutor positivo

* Polo principal positivo

Preto ou Amarelo

D.C. Condutor negativo

* Polo principal negativo

D.C. Condutor terra

* Circuitos impressos * Fiação dos circuitos impressos (se isolados)

Azul claro

Pressão de oleo

* Sensor da pressão de oleo

Azul escuro

Luzes dos instrumentos e da cabine

* Fusível ou interruptor de luz

Cinza

Luzes de navegação Conta giros

* Amperímetro ao alternador ou saída do gerador e acessórios * Fusível ou interruptores * Distribuição do painel para interrup. dos acessórios

Rosa

Marcador de combustível

* Sensor do marcador de combustível

Bege

Temperatura da água

* Sensor da temperatura da água

Circuito da partida

* Interrup.Partida p/ motor de arranque/ solenoide

Induzido do gerador Luz da carga do alternador Bombas

* Induzido do gerador/alternador ao regulador * Gerador/ terminal/alternador fusível ou interrup. das bombas

Exaustores (blowers) de porão

* Fusível ou interrup. dos exaustores (blowers)

Ignição Alimentação dos instrumentos

* Interruptor da ignição a bobina e instrumentos * Distribuição no painel para instrumentos

Verde ou Verde c/list. Amarela

Amarelo c/ list. Marrom Marrom Marrom c/list. Amarelas Violeta

ma, primariamente todo esse sistema somente será seguro se esses cabos possuírem qualidade técnica e forem impermeáveis para atuar nesse ambiente banhado e úmido, e somente os cabos estanhados foram projetados para tal. Além do uso de cabos estanhados em toda energização, as conexões devem ser soldadas ao invés de utilizar um simples conector. Todo sistema de partida dos motores quando solicitados, mesmo por alguns segundos, “puxam” uma amperagem extrema da bateria através dos seus cabos. Se esses cabos não forem bem dimensionados - ou até superdimensionados - para a tensão

necessária ou estiverem oxidados, com certeza não irão suportar a simples operação de ligar o motor podendo derreter e colocar em risco a segurança da embarcação. Nas embarcações todos os circuitos elétricos devem ser construídos exclusivamente com cabos estanhados. Se considerarmos que cada vez mais, não somente os equipamentos de navegação, tais como GPSs, Sondas, Radares e etc, mas também os de informação e orientação como Conta-Giros, amperímetros, voltímetros, marcadores de pressão de óleo, luzes de navegação, circuitos impressos de acessórios e etc, são construíBOATSHOPPING

OS DOIS TIPOS BÁSICOS DE CABOS ESTANHADOS CABOS DE UMA VIA São os compostos de um único condutor. São formados por fios de cobre  estanhados eletroliticamente, têmpera mole, encordoamento classe 5 (extraflexivel), isolado com cloreto de polivinila (PVC), tipo PVC/ EB  105 0 graus C.; O fio elementar inicia com o diâmetro de 0,20 mm podendo chegar a 0,32mm, dependendo do cabo que vai formar (de 0,50 à 95 mm²); CABOS CHAMADOS PP São cabos que possuem vários condutores internamente. A sigla “PP” quer dizer PVC+PVC. Os condutores também são formados por fios de cobre estanhados eletroliticamente. A isolação de cada condutor é a mesma utilizada no tipo uma via sendo que este cabo depedendo da sua utilização poderá ter 2 , 3 ,4 e ate mesmo mais condutores que após reunidos recebem um outro revestimento externo de PVC extra flexivel. dos com alta tecnologia e somente podem operar satisfatoriamente e fielmente quando são energizados com a correta voltagem, na máxima potência requerida e principalmente com a continua voltagem e somente os cabos estanhados podem se manter nessa performance ao longo dos anos. O guincho elétrico de âncora é um equipamento que solicita muita amperagem, quando em funciona-

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mento. É instalado na proa do barco e a alimentação (energização), vem das baterias, que normalmente estão na popa da embarcação. Portanto, estamos falando de um equipamento que opera num extremo oposto da fonte de energia onde os cabos tem que ser muito bem dimensionados senão podem provocar superaquecimento e não conduzirem corrente necessária ao motor do guincho.

O Cabo estanhado, é dimensionado para operar em ambiente que contém óleo, umidade e principalmente a maresia, pois além do estanho que reveste os filamentos de cobre pelo processo de eletrólise, são isolados com cloreto de polivilina (PVC) 105º graus C, superior até ao determinado na norma NM-247 que é de 70º graus C. As vibrações  estão sempre presentes numa embarcação, porém o Cabo Estanhado com o seu filamen-

to de cobre eletrolítico na tempera mole, torcido de acordo com a classe 5,  proporciona enorme flexibilidade e resistência a fadiga do material. Esses cabos são dimensionados para suportarem tensões nominais de até 750 Volts. Por todas estas razões, Cabos estanhados eletroliticamente, têm a capacidade de conduzir maior corrente e continuamente além do que são a prova de corrosão e possuem enorme resistência.

10% DE QUEDA DE VOLTAGEM, REDE 12V DC *Para outros circuitos que não sejam luzes de navegação, eletronicos e alimentação do painel 300 280

Corrente em Amperes

260

mm 1.5 2.5 4 6 10 16 25 35 40 50

240 220 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20

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2. Depois, localize a carga da corrente no eixo vertical da coluna da tabela; 3. Encontre o comprimento do circuito no eixo horizontal na coluna da tabela. Observe que o comprimento se refere ao tamanho completo, ou seja, da distância do painel ou bateria até o equipamento e seu retorno; 4. O cruzamento dessas duas medidas determina, no gráfico, a cor da bitola do fio a utilizar

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1. Selecionar o quadro de 10% ou 3% de queda de voltagem, num dos quadros ao lado, baseado no tipo de carga que você planeja;

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Comprimento do Circuito (Ida/Volta) em mts

3% DE QUEDA DE VOLTAGEM, REDE 12V DC *Para circuitos de luzes de navegação, eletronicos e alimentação do painel 150 140

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CABO CORRENTE MAX KGS/METRO AWG amperes 14 35 0,01910 12 45 0,03080 10 60 0,04410 8 80 0,06270 6 120 0,10600 4 160 0,15900 1 245 0,34000 350 0,48200

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MOTORES

eles pensam e falam... Por Eng. Luis Felipe B. Mello

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os últimos 15 anos, temos vivenciado uma verdadeira revolução no funcionamento e reparação dos motores a gasolina e a diesel. Desde que os sistemas de gerenciamento eletrônicos foram introduzidos nesses motores, muito do que se sabia em técnicas de diagnóstico e reparação destes equipamentos mudou substancialmente. Tudo começou com os motores a gasolina, que tiveram seus carburadores substituídos por sistemas de injeção eletrônica. Basicamente, uma unidade central de processamento recebe informações relativas à temperatura do motor, rotação, posição do acelerador, carga relativa, etc., e com base nesses dados decide o ajuste do ponto de ignição e também o momento e duração dos pulsos dos bicos injetores. Em seguida, os motores diesel começaram a passar por processo semelhante: novamente um módulo eletrônico recebia dados relativos ao funcionamento do motor, e decidia como o atuador eletromecânico da bomba injetora deveria atuar, modificando a quantidade de óleo diesel injetada. É importante mencionar que a razão mais importante para os fabricantes investirem nesta mudança de tecnologia foi a criação de leis de emissão de poluentes cada vez mais rigorosas. Um motor a diesel fabricado atualmente emite dez vezes menos poluentes do que há dez anos; e daqui a dez anos os novos produtos deverão ser dez vezes menos poluidores do que hoje. Sem dispositivos que permitam um controle exato da quantidade de combustível injetada não se poderia cogitar de alcançar estes índices. Ainda nos motores diesel, há poucos anos tivemos outra revolução: a tradicional bomba injetora, depois de quase um século de serviços, foi substituída por sistemas de altíssima pressão, seja do tipo “commom-rail” (conceitualmente bastante semelhante à injeção eletrônica de gasolina), seja do tipo unidades injetoras integradas. Além de permitir um controle muito mais rápido e preciso comparado com as bombas injetoras controladas eletronicamente, a pressão de injeção tornou-se cerca de seis vezes maior do que antes, ajudando muito a baixar os níveis de emissões. Hoje, outra revolução está ocorrendo: as redes CAN (Computer Area Network), onde, além do módulo de controle do funcionamento do motor, outros módulos são ins-

talados em diversos locais da embarcação (para controlar o funcionamento da transmissão, da direção, dos instrumentos e controles do painel, a operação de acessórios, etc.), e todos “conversam” entre si. Esta integração tem permitido adição de novos recursos às embarcações (como o Joystick para o sistema IPS, por exemplo) com a menor quantidade de chicotes elétricos possível. Do ponto de vista de diagnóstico e reparação, todas essas tecnologias levaram à necessidade de ferramentas eletrônicas que sejam conectadas aos novos sistemas e “conversem” com esses módulos. Já foi o tempo em que o técnico podia visualizar o defeito que ocorria no equipamento, seja diretamente ou desmontando alguns componentes. Hoje, ao conectar a ferramenta eletrônica (“scanner”) ao motor, os módulos retornam dados quanto à performance do equipamento e eventuais códigos de falha armazenados. Tudo isso se converte em informações muito úteis para o diagnóstico de problemas nos motores e transmissões. Sem essa ferramenta para iniciar o diagnóstico, pouco o técnico pode fazer para investigar o problema, já que devido à integração entre os vários módulos, uma falha pode ter várias causas diferentes; e todas precisam ser investigadas. E com a evolução constante e cada vez mais rápida destas tecnologias, o treinamento dos técnicos que trabalham com estes equipamentos precisam ser renovados continuamente. Fica cada vez mais evidente que nos motores marítimos atuais, qualquer que seja o fabricante, os cuidados de manutenção preventiva e corretiva devem ser deixados a cargo de sua Rede Autorizada, pois esta sempre tem acesso aos equipamentos de diagnóstico mais atualizados para os produtos envolvidos.

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salão náutico

Salão Náutico de São Sebastião

é sucesso de público e negocios em sua primeira edição

Realizado pela Revista Boat Shopping com apoio da Fundação Mar e da Prefeitura do Município, a feira movimentou mais de R$ 20 milhões durante quatro dias Por: Juliana Oliveira

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uperando as expectativas, o I Salão Náutico de São Sebastião agitou o litoral norte paulista entre os dias 22 e 25 de julho, na Rua da Praia. Organizada pela Revista Boat Shopping com apoio operacional da Fundação Mar e institucional da Prefeitura do Município, a feira recebeu 14 mil pessoas e movimentou durante os quatro dias mais de R$ 15 milhões em vendas, além dos R$ 23 milhões de negócios futuros que serão finalizados nos próximos meses.

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Instalado em um espaço de 3 mil metros quadrados cobertos e dois mil de área livre, já no primeiro ano o evento contou com 36 expositores (estaleiros e empresas de acessórios náuticos e serviços), que colocaram à disposição 56 modelos de barcos, lanchas, motores, jets e equipamentos de diversas marcas e modelos. Caio Marcio, Editor da Revista Boat Shopping e responsável pelo desenvolvimento do projeto e comercialização dos estandes, con-


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ta que a feira nasceu com o objetivo de ser uma novo modelo de negócios ao setor. “O litoral norte precisava abrigar um evento desse porte até pela qualidade das pessoas que frequentam a região. A prova disso é o sucesso de público e de empresas interessadas em participar desta primeira edição”, afirma. Caio espera que o Salão Náutico de São Sebastião faça parte do calendário de eventos do Município nos próximos anos nos meses de julho. “Esta data foi perfeita, pois coincidiu com a última semana das férias escolares e o encerramento da Semana de Vela de Ilhabela - o que possibilitou movimentar negócios além da feira”. A feira abriu 200 empregos diretos e indiretos em seu período e, de acordo com a Associação Comercial e Empresarial de São Sebastião, os hotéis atingiram entre 90% e 100% dos quartos ocupados. O comércio, principalmente restaurantes e bares, contabilizou um aumento de 80% de clientes. Silvio De Angelis, Diretor da Fundação Mar, afirmou que praticamente todos os expositores deste primeiro ano já garantiram presença na próxima edição. Ele lembrou também que cerca de dez dias antes da realização do Salão Náutico, todos os estandes já haviam sido comercializados e que, por conta disso, “pelo

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menos dez grandes estaleiros que estavam interessados deixaram de participar do evento”. A expectativa dos organizadores é dobrar a ocupação do galpão no próximo ano. Com uma estrutura coberta e confortável, os expositores e visitantes apontaram ainda outras vantagens, como fácil acesso, ampla área de estacionamento, proximidade com diversos restaurantes, lanchonetes e hotéis e, principalmente, a possibilidade de test-drive das lanchas no canal de São Sebastião, sendo o grande diferencial do Salão. Quase todas as empresas colocam suas embarcações na água para serem testadas pelos potenciais clientes. Desenhado seguindo os modelos das feiras de Miami (EUA) voltadas ao setor, o Salão Náutico de São Sebastião impressionou até aqueles acostumados a participar de eventos semelhantes em várias partes do Brasil e do mundo, e teve como estrelas principais os barcos. Puderam participar expositores de pequeno a grande portes de várias partes do Brasil: santa Catarina, Paraná, Rio de janeiro, São Paulo,Rio Grande do sul e Minas Gerais. “Com isso, tivemos a informação de que muitos empresários comercializaram na feira o mesmo volume que é gerado em grandes eventos que acontecem em São Paulo e no Rio de Janeiro”, afirma o Editor da Boat Shopping. BOATSHOPPING

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veja quem passou por lรก

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Bayliner

BAYLINER CRUISER 350 BR A

chega ao Brasil

Bayliner Boats Brasil está apresentando oficialmente a Bayliner Cruiser 350 BR. Desde que a Bayliner estabeleceu sua reputação de entregar barcos com a mais alta qualidade e design inovador, nada poderia ser diferente na modelo Cruiser 350 BR. Fabricada nos Estados Unidos, com todo o luxo e requinte americano que prioriza o interior da embarcação e uma lista completa de itens de série, tais como, gerador, plataforma de popa com quase 1,50m, arcondicionado e mais uma infinidade de itens, ela possui o cockpit como o brasileiro gosta, com muito espaço. O barco estará em exposição durante o Festival Náutico da Marina Tedesco, no mês de Setembro e a Bayliner Boats Brasil convida a todos para conhecer este barco e agendar um test-drive, que com certeza irá agradar principalmente os mais exigentes consumidores.

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Revista

Agradecemos a todos os expositores e participantes pelo sucesso do 1˚Salão Náutico de São Sebastião. Obrigado! Ano que vem tem mais!

1˚ Salão Náutico de São Sebastião

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Sea Ray 450

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Sundancer Fluidez e conforto são as características marcantes da nova Sea Ray, a embarcação ideal para passar agradáveis momentos enquanto navega

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steticamente, a nova 450 DA possui o design de ponta criado na última geração da linha Sundancer e incorpora também todas as características chave que levaram as embarcações da marca a um nível tão alto. Este modelo pode ser equipado tanto com motores de centro rabeta a gasolina (com ou sem o revolucionário sistema de manobras “Axius”) quanto com motores diesel acoplados aos “pods” do moderno sistema “Zeus”. Painéis de instrumentação proporcionam amplo espaço para até dois equipamentos opcionais com telas de 12 polegadas (radar, chartplotter, etc) bem como para os instrumentos de diagnóstico SmartCraft e o Vessel View display, junto com botões de acionamento iluminados. A capota rígida contém um teto corredico central acionado eletricamente, o que permite ótima ventilação. Além disso, as duas janelas elétricas dianteiras também podem ser abertas ao simples toque de um botão e permitem um ótimo fluxo de ar na cabine quando o barco está navegando. O banco do piloto possui excelente ergonomia, pois pessoas de qualquer tamanho encontram uma posição de pilotagem perfeita tanto de pé quanto sentado. Um belo sistema de ar-condicionado (opcional) no cockpit pode aumentar ainda mais o conforto. Outros destaques do cockpit incluem sua própria cozinha e bar, extremamente completos, com pia, caixa de gelo, refrigerador em aço inoxidável, um grill e até uma TV para os momentos de entretenimento. Na praça de popa, um grande lounge para banho de sol em formato de U com os dois encostos rebatíveis que permitem transformá-lo em solário. No lado oposto fica um módulo bar completo com máquina de fazer gelo e um grill para churrasco (opcional).

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A ampla cozinha na cabine interna do barco tem tudo que um chef precisa para fazer refeições rápidas e eficientes a bordo, incluindo uma larga pia, fogão de duas bocas embutido na pia, microondas, refrigerador e freezer em aço inoxidável, além de excepcional espaço para armazenamento. Em frente à cozinha o salão oferece um sofá que pode ser facilmente convertido em uma cama de casal. No teto, a opção de ter uma TV de tela plana de 26 polegadas, embutida no teto, com acionamento eletrico. O suave exterior da 450 Sundancer esconde um espaço interno tão fluido que faz o barco parecer muito maior do que suas reais dimensões e eleva seu poder com um salão de mídia exclusivo. A sala de mídia oferece armários, sistema de áudio home theater e um sistema de entretenimento com TV de tela plana de 40 polegadas com direito à iluminação semelhante à de cinema. O confortável sofá se converte em uma cama de casal, basta remover as almofadas laterais. Em frente, dois as-

sentos funcionais possuem topo removível que podem se transformar em mesinhas de coquetel, e ainda vêm com espaço de armazenamento interno. A ampla suíte máster o espera ao anoitecer. Ela conta com acesso privativo ao toilete, espaçosos closets, e muita luz natural. Um controle remoto permite ajustar o ângulo da cama para assistir com mais conforto à TV de tela plana de 19 polegadas. Os pisos são em madeira e os chuveiros ficam em compartimentos separados do sanitário, o que permite que duas pessoas usem as facilidades dos toiletes ao mesmo tempo. O posto de comando é totalmente fechado propiciando conforto independente do clima. O barco possui amplo cockpit e uma plataforma para mergulho estendida que pode, ou não, ter um mecanismo hidráulico que a permite submergir para receber um bote de apoio e depois subir ao toque de um botão, com capacidade de ate 365 kg de carga. Esta plataforma também termina sendo muito utilizada como uma pequena “praia particular”.

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O “joystick” que controla o sistema de propulsão “Zeus” torna as manobras muito mais fáceis. Este sistema permite que virtualmente qualquer pessoa, por mais inexperiente que seja, possa manobrar o barco com segurança e precisão, efetuando todas as manobras necessárias através do uso do “joystick”. Com 1.106 litros de combustível a 450 Sundancer alcança a velocidade máxima de 36.5 mph com motores de 380 HP ou 42.0 mph com motores de 480HP, o que torna esta Sportcruiser a embarcação mais veloz e ao mesmo tempo econômica da categoria, com uma autonomia superior a 270 milhas. O acesso ao motor é facilitado por uma grande tampa no piso acionada eletronicamente. A Sea Ray 450 Sundancer é ideal para levar a família em um cruzeiro de uma semana, mas ao mesmo tempo é perfeita para passar apenas um agradável dia, com direito a todo o conforto e entretenimento.

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FICHA TÉCNICA:

Comprimento total com plataforma de mergulho estendida: 13.84 m Boca: 4.01 m Calado mínimo: 81 cm Calado máximo: 97 cm Calado máximo com propulsao Zeus: 46” - 117 cm Peso com propulsão Zeus: 12.340 kg Capacidade do tanque de gasolina: 1.106 L Capacidade do tanque de água: 265 L Capacidade do tanque de esgoto: 159 L Ângulo de V do casco: 19*

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Azimut

103S ELEGÂNCIA, ESTILO E SOFISTICAÇÃO EM ALTA PERFORMANCE

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oi em 2003 que a Azimut Yachts apresentou o primeiro modelo em sua linha S. Uma linha que buscava reunir luxo, conforto e desempenho com um toque de esportividade. Pioneira em excelência, a Azimut agora determina novos padrões importantes no design desta linha, com a 103S. Aqui, a aplicação de um novo critério de estrutura e o uso da mais alta tecnologia uniram-se para simplificar a vida a bordo e elevar o conforto e o estilo a níveis jamais vistos. O 103S possui todos os aspectos distintos que têm sido desenvolvidos para outros modelos na linha S da Azimut. Esforços especiais têm sido feitos no uso da tecnologia mais recente e características de design para combinar a complexidade técnica de um iate de alta velocidade com a criação de áreas exclusivas que garantam ao proprietário e seus convidados privacidade total. Criada a partir da inovação e pesquisa tecnológica, foi desenhada de acordo com as Regulações Internacionais de classificação e high speed craft (HSC Code), que determina os padrões para materiais de construção re-

queridos para a potência dos motores. A impressionante velocidade de 34 nós atingida por esta embarcação de 105 toneladas é promovida por dois motores MTU de 2.434 HP, além de cada um ser acoplado a um RollsRoyce KAMEWA Hidrojato, uma combinação que garante performance tranquila, sofisticada e máxima confiança. Com uma constante preocupação com a total privacidade, os projetistas da 103S elaboram algumas soluções como: acesso externo da tripulação para a sua cabine; acesso da tripulação ao deck superior por uma escada separada do cockpit, permitindo que a tripulação tenha uma rota alternativa para o posto de comando, e assim a navegação pode continuar sem interferir nos momentos relaxantes dos convidados e do proprietário a bordo; duas cozinhas, uma delas com acesso fácil para uso da tripulação localizada no deck inferior e outra no deck intermediário entre o principal e o inferior. Esse conceito único é desenhado primeiramente para o uso do proprietário e é uma área onde ele pode desfrutar de sua privacidade graças a uma entrada separada longe da sala da tripulação. BOATSHOPPING

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A 103S, como todas as outras embarcações da linha S, possui um teto no salão principal em cristal fumê, que se abre com acionamento elétrico, possibilitando assim uma interação com o ambiente externo e um ambiente bastante arejado. Por ter dimensões expressivas, foi possível a elaboração de um flybridge amplo, espaçoso e com apoio de um módulo de cozinha equipada com geladeiras, pia, fogão e grill, assim possibilita um ambiente independente e aconchegante além de possibilitar manobras de atracação e de navegação em seu segundo posto de comando. Mas o mais atraente em todo este projeto está na integração entre o salão principal e a praça de popa, unidas por um único piso, elas oferecem a todos um enorme espaço de conforto e sofisticação. Na popa encontra-se um amplo sofá em forma de U envolvendo uma mesa e anexo temos um amplo solário, dispõe também neste ambiente de um módulo de bar, que juntos formam um verdadeiro lounge.

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Sob esta área encontra-se um enorme depósito com acesso pela plataforma de popa equipado com turcos que possibilitam a estocagem de bote com motor, jet ski, pequenas motos e bicicletas, para deslocamento em terra e o que mais se necessitar. No salão principal os móveis e sofás são soltos como os de residência oferecendo assim maior conforto com muito requinte. O piso é de madeira nobre e as janelas proporcionam muita luminosidade e seu design é a marca registrada da Azimut. Possui quatro cabines sendo a máster localizada na meia-nau, uma também para casal na proa e outras duas, sendo uma a bombordo e outra a boreste, permitindo assim um pernoite para oito pessoas. A suíte máster, com sofisticada decoração e espaço fantástico, é um detalhe à parte. Com generosas janelas no costado permitem aos ocupantes acordar e olhar para fora como se estivessem em um quarto com uma varanda sobre o mar. Os banheiros são amplos e com extremo bom gosto em seus metais, louças e acabamentos. A 103S é uma obra-prima entre arquitetura e engenharia, suas linhas externas são um culto ao bom gosto e seu desempenho uma desafiante aventura. Ter o privilégio de ser proprietário de uma embarcação como esta é um prazer que apenas os mais audaciosos se permitem.

FICHA TÉCNICA:

Comprimento total: 30,91m Comprimento do casco: 30.93 m. Largura máxima (boca): 7,10 m Peso máximo (deslocamento): 105 T Calado: 1,34 m Capacidade: dia: 18 pessoas / noite: 8 pessoas Cabines : 4 Banheiros: 4 + (2 para tripulação) Motores: 2 x 2.434 HP, MTU V16 2000 M93 Velocidade de cruzeiro: 30 nós Velocidade máxima: 34 nós Tanque de combustível: 12.350 l Tanque de água: 2.500 l

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Sterling Legend 28

Classe e elegância agora navegam lado a lado com performance e conforto.

Se você já gostou do design da nova Sterling Legend 28 não deixe de conhecer o que ela ainda tem de melhor: sua performance. Inspirada nos clássicos americanos e italianos do início do século XX, a SL28 é fabricada com as mais modernas técnicas de construção naval, que vão desde o uso de avançadas resinas, tecidos de fibra de vidro multiaxiais, reforços com fibra de carbono, até a estrutura tipo sanduíche de seu convés. Além disso, a Sterling Yachts cumpre e supera todas as normas de construção aplicáveis às embarcações que fabrica. Especial atenção é dada também ao seu acabamento de qualidade superior e ao uso de equipamentos e matérias primas de primeiríssima linha, vindas de fornecedores de renome internacional. O resultado desse cuidado todo se traduz em um conjunto confortável, eficiente e preciso, que permite ao seu condutor uma pilotagem muito mais esportiva. Venha sentir a emoção e o prazer de possuir a mais sofisticada e exclusiva lancha do mercado.

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Rua Almirante Pereira Guimarães, 220 - Pacaembu - São Paulo - SP - Tel: 11 3726-3905 A Sterling Yachts se reserva o direito de modificar materiais, especificações de equipamentos e/ou modelos sem aviso prévio. As fotos/ilustrações podem conter equipamentos opcionais. Todas as medidas são aproximadas. O equipamento Standard pode variar, dependendo da região para qual é vendido o produto. Os dados sobre performance são estimados e podem variar em função de carga, manutenção e das condições metereológicas (vento e ondulação).

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Aguz Marine

Estaleiro

Aguz Marine O mais puro sangue italiano Por Amilton Gutierrez

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ntre as diversas qualidades da Itália e dos italianos, é de longe sabido que o país é o berço do design. Em relação aos barcos, não poderia ser diferente. As embarcações italianas dão um show em arquitetura e modernidade. Por esses fatores, o estaleiro Aguz Marine foi lá buscar a parceria para o lançamento de sua marca. Aproveitando o excelente e promissor momento da indústria náutica brasileira, graças aos investimentos diretos feitos por estaleiros de renome mundial e ao lançamento de novos projetos nacionais, o estaleiro foi buscar algo diferente e que agradasse aos brasileiros com conforto sem esquecer o desempenho e a versatilidade. De parcerias italianas nasceu a “Aguz open line”. A nova linha dará ao cliente a liberdade de escolher entre três ou quatro tipos de layouts externos e internos que serão desenvolvidos em conjunto com os projetistas na Itália. Para o Brasil, foram encomendados quatro novos modelos exclusivos: 26’, 36’, 42’ e 50’ pés. As primeiras unidades da 26’ e da 36’ já estão em inicio de fabricação e estarão na água no inicio de 2011. A 42’ e a 50’ estão em fase de finalização do projeto e deverão ter inicio no começo do próximo ano. Todas as embarcações serão construídas seguindo as normas da Comunidade Europeia (CE). Toda linha foi projetada pelo estúdio italiano “Ferragni e Tollini Yacht Design”. Uma das grandes preocupações da Aguz Marine foi construir embarcações bem “nascidas” em seus projetos. Esta parceria sólida irá trazer ao Brasil o que ha de melhor e inovador na indústria náutica, já que a FTYD projeta para grandes estaleiros da Itália e do mundo como, por exemplo, a Baia Yacht. O estaleiro AGUZ conta com uma experiência de mais de 25 anos em projetar e construir embarcações de alto padrão de acabamento e tecnologia em compostos. Em seu portifólio consta a linha Yacht catamarans, luxo, de 55 a 90 pés. Para esse segmento existe a parceria com o Scott Jutson, projetista australiano considerado uns dos melhores designers do mundo em catamarans. Além disso, a AGUZ mantém parcerias estratégicas com as maiores empresas do mercado no que diz respeito à matéria prima e tecnologia em compostos, como a Barracuda tec e a Ashland.

FICHA TÉCNICA

AGUZ OPEN LINE 36’ Comprimento total: 11,15 m Boca: 3,40 m Calado: 0,65 m Pernoite: 04 pessoas Tripulação Máxima: 10 pessoas Peso: 6.500 Kg Combustivel: 650 l Água: 240 l Motores: 2 x 250 – 350 HP Altura interna da cabine: 1,92 m Construcao: Aguz Marine Projeto: Ferragni e Tollini Yacht Design

COMPROMISSO DO ESTALEIRO Construir embarcações inovadoras como que há de melhor no mundo de materiais compostos de vidros e resinas especiais pelo sistema de infusão. Respeitar as mais rigorosas normas certificadoras, empregando alta tecnologia primando pelo acabamento e design. Está também entre o compromisso da ARGUZ oferecer o máximo de conforto - aliado a navegabilidade e auxiliar cada embarcação, em qualquer lugar que esteja, para que o cliente ARGUZ MARINE tenha satisfação e confiança em nossos produtos e serviços.

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www.aguzmarine.com.br

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cabos

Para não dar cabo dos cabos Saiba como escolher os cabos para o seu barco

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s cabos são usados em praticamente todas as embarcações, sejam elas veleiros ou barcos a motor. Por isso, um cabo empregado de maneira inadequada pode não funcionar bem e, consequentemente, durar menos do que deveria. E (acredite!) até deixálo na mão em determinadas situações. Mas antes de seguir adiante, saiba que chamar cabo de corda é uma das maiores gafes que você pode cometer no meio náutico. Na hora de comprar um cabo, vale a pena levar em conta algumas informações. O material do qual é feito é um dos itens a ser considerado. Os outros são o tamanho do barco, o

diâmetro, o peso e a forma de confecção. O fato de ser torcido ou trançado vai determinar a elasticidade, importante na hora das atracações e nos reboques. Cabos menos elásticos podem gerar trancos fortes e até quebrar os amarradores. Fibras vegetais, como o sisal e o algodão, são passado. Hoje em dia os cabos são fabricados com fibras sintéticas, mais resistentes à tração e à abrasão – e consequentemente ao sol, ao sal e à água. Entre os mais usadas estão o náilon, o poliéster, o polipropileno, o polietileno e a spectra, preferida dos veleiros de competição.

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Dez dicas de compra e uso: 1. Prefira os que flutuam para usar em bóias, salva-vidas e reboques para esqui

2. Cabos pesados são usados em âncoras e poitas 3. Fique atento à carga informada pelo fabricante. Dependendo do uso, o cabo perde muito da sua resistência inicial

4. Mantenha os cabos longe de combustíveis, graxa e

solventes; lave-os com água doce sempre que usá-los no mar. O sal pode endurecer as fibras com o tempo.

5. Guarde-os pendurados e à sombra 6. Cabos jamais devem ser arrastados pelo chão e os

pontos de atrito devem ser protegidos com uma borracha

7. Se o cabo for torcido, as roldanas de desvio (de 180

graus) devem ter diâmetro pelo menos 10 vezes maior. Se for trançado, 8 vezes

8. Os cabos torcidos esticam mais, absorvendo melhor os impactos. Por isso, são usados em amarras, espias e reboques, situações em que os trancos são mais freqüentes. Com eles também é mais fácil fazer alças 9. Cabos trançados são indicados para fazer nós. Por

serem menos elásticos, torcem pouco e emaranham menos

10. Para o cabo não desmanchar, proteja as pontas queimando-as levemente

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SAIBA O PORQUÊ DA PERIODICIDADE DAS REVISÕES EM

motores náuticos

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eguramente algum proprietário de motor Náutico já deve ter se feito à pergunta do porque da necessidade das Revisões de caráter Preventivo recomendadas pelo fabricante, ter uma periodicidade de 50 em 50 horas, excluindo-se a primeira obrigatória de 20hrs. Normalmente exigida pelos fabricantes, sob risco de perda da Garantia. Atualmente o único fabricante a dispensar qualquer tipo de Revisão até 300hrs. é a BRP (Bombardier Recreational Porducts) em sua linha de Motores de Popa EVINRUDE E-TEC Em um comparativo com a linha Automotiva, é mister que os Automóveis devem ser revisados em uma periodicidade de 10 mil Km. Sendo assim porque não nossos motores Náuticos, também a cada 10 mil Km? A resposta poderia ser: ah.... mas eu não ando 10 mil Km com minha lancha nem em 10 anos! Engano de quem pensa assim, quer ver por que? Então veja o demonstrativo a seguir; É sabido que um motor utilizado para fins náuticos sofre 4 vezes mais esforço do que um similar usado na linha Automotiva. Os motivos são diversos: 1º- Uma embarcação não tem rodas, portanto o arrasto é muito maior. 2º- Tem que deslocar e no caso de Lanchas atingir o planeio, um peso normalmente 10 vezes superior ao dele próprio. 3º- Não tem caixa de marchas. 4º- Pelos três motivos anteriores, trabalha normalmente entre 75 e 85% do regime máximo. Então vamos aos finalmente: Supondo-se que a velocidade média de um automóvel fosse de 50Km por hora o que em Milhas Náuticas seria aprox. 30 MN teríamos : 10.000 Km : 50Km/H = 200hrs correto ? Então considerando o acima exposto teremos 200hrs : 4 = 50hrs. ou seja a cada 50hrs nosso motor náutico sofrerá o mesmo desgaste que seu similar automotivo percorrendo 10 mil km. Daí a importância de se observar as periodicidade das Revisões de 50 em 50 h. Se o carro merece, porque não o motor da lancha?

Este mesmo demonstrativo em tese pode ser usado para o consumo, ou seja, um motor usado para fins náuticos, igualmente pode consumir 4 vezes mais do que se usado na linha automotiva. Ex. A distância do ponto A ao B é de 50 Km a esta velocidade um automóvel categoria médio (equipado com um motor de 115HP) leva 1 hora e gasta digamos, 5 Lts. de gasolina. Considerando-se as 4 vezes de mais esforço (consumo) de um Motor Náutico teríamos um consumo de 20Lts. Para este mesmo percurso. Assim sendo poderemos concluir que uma lancha utilizando um Motor de 115HP, ciclo 2 t de segunda geração com tecnologia DI (Injeção Direta) ou um 4T , a uma velocidade de 30MN (50Km/Hr) que consome em média 18lts. hr. é tão quanto econômico, ao da linha automotiva. Portanto hoje com as modernas tecnologias empregadas nos motores de Popa ciclo 2T/DI , graças a eletrônica embarcada nestas máquinas maravilhosas, podemos afirmar que o consumo hoje não é mais o grande vilão nos motores Náuticos ciclo 2T/DI . Lembro que os demonstrativos acima são meramente comparativos, podendo variar conforme o tipo e ou modelos da embarcação, bem como motorização utilizada. Quando você sair a próxima vez com sua lancha, pense na regra das 4 x , tanto quanto ao consumo, quanto para as Revisões.

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o longo de 10 anos de atividade a AXTOR consagrou-se como o fabricante da embarcação mais cobiçada e admirada entre experts e conhecedores do assunto. Suas embarcações, possuem estilo aliado a alta performance e muito conforto para desfrutar dos melhores momentos com a família ou os amigos. A AXTOR 460 é uma embarcação de grande estilo que partiu de um conceito único de construção, gerando uma história de sucesso e conquistando uma legião de admiradores desta verdadeira máquina de navegar. Projetada para satisfazer também o público feminino, a AXTOR 460 foi desenvolvida considerando opiniões de um seleto grupo de mulheres que navegam com muito estilo e conforto. Com padrões de construções inigualáveis a AXTOR 460 utiliza, conceitos aeronáuticos para obter seus sucessivos recordes mundiais de desempenho. Esse verdadeiro performance boats agrada em cheio os homens do mar que gostam de velocidade e esportividade, enquanto as mulheres são seduzidas pelo luxo e conforto de sua navegação. Os barcos offshore são conhecidos pelo seu excelente desempenho, mas com a ausência do conforto que os barcos do mesmo tamanho proporcionam. Na AXTOR, este conceito foi totalmente reavaliado unindo o melhor dos dois mundo. O conceito da AXTOR é para pessoas exigentes e de muito bom gosto, que já fazem parte do mundo náutico e querem desfrutar seu perfil esportivo. Mesmo com toda a potência e

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velocidade empregadas neste barco, ela atende também, os marinheiros de primeira viagem, que buscam, em seu primeiro barco esportivo, toda a facilidade e tranqüilidade para pilotar essa “máquina” cruzadora, em qualquer tipo de mar. Para os que conhecem , a AXTOR 460, é o melhor cascos do mercado, prova disso foi o Recorde Mundial, comprovado pela Volvo Penta,Com os fantástico D6 370 hp, que levaram esta embarcação a outro patamar de velocidade, tempo de planeio e consumo.Sua velocidade final fica acima de 54mph mantendo-se estável e segura nestas condições,seu tempo planeio foi de 0 a 20 mph em 8 segundos e o consumo de combustível em velocidade de cruzeiro econômico foi de aproximadamente 60 litros horas a 35 mph. Marca exelente para uma embarcação deste porte Sendo a única embarcação no mundo a conseguir planar e atingir aproximadamente 30 mph de velocidade com apenas um de seus motores acionado. Com o objetivo de atender aqueles que não fazem questão de tanta velocidade porem gostam de viajar de lancha pelo nosso maravilhoso litoral e sem abrir mão de uma navegação precisa e segura A Axtor foi ainda mais longe, e acaba de lançar a Axtor 460 com 2 motores D3-com apenas 220hp e atingiu a incrível marca de 42 mph, com 12 pessoas a bordo e com os tanques de água e diesel cheios. Cruzou a 30

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mph, , planou em apenas 10 segundos e navegou tão bem, que surpreendeu toda a equipe de engenheiros da volvo e outros avaliadores presentes durante o teste, obtendo novamente seu 3 recorde consecutivos de desempenho. Em suma, uma luxuosa embarcação de 46 pés devoradora de mar, com custo de manutenção e consumo de combustível de uma barquinho de 30 pés. Incrível, não? A AXTOR agrada logo a primeira vista, com suas linhas esportivas, chama muito a atenção por onde passa. Nota-se logo de cara o amplo solário de popa, que através de pistões hidráulicos, abre e tem um espaço para guardar o bote e o acesso aos motores. À meia nau encontramos um sofá em U, que possui uma mesa que pode ser convertida em cama de casal para pernoite . Na murada de bombordo, logo em frente ao sofá, estão a pia e fogão, formando um copa num módulo escamoteável com puxadores de inox, o que garante maior espaço no cockpit. O posto de comando é muito bem aproveitado e possui espaço generoso para todos os relógios do motor, mais os eletrônicos, conta

com o banco do piloto duplo, piloto e co-piloto, com 1,50 de largura, possui assento rebatível, apoio lombar e 3 posições de pilotagem, gerando uma ergonometria perfeita. Saindo do cockpit, adentramos a cabine, logo a bombordo, esta a cozinha, com uma geladeira embutida, forno de microondas, pia em aço inox e alguns armários para guardar os utensílios domésticos. Ao lado dela esta o módulo da TV/DVD e o som do barco, que fica bem posicionado, atendendo tanto quem esta nos sofás, como quem esta deitado na cama. A boreste da entrada fica o banheiro, possui pia com misturador de água quente e fria, sanitário elétrico e chuveiro, além do espelho e dois armários. A sala conta com dois amplos sofás que podem ser convertidos em cama, a meia nau e a cama de casal fica na proa do barco. E todo seu interior possui linhas arredondadas e uma profusão de formas esculturais que agradam pelo seu extremo bom gosto. Vale a pena olhar mais de perto esta linda embarcação.

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Comprimento Total: 14,10 m Boca Máxima: 3,30 m Calado: 0,80 Pé Direito no interior: 1,84 m Pé Direito no Cockpit: 2,20 m Combustível: 1000 L Água: 260L Passageiros: 12+1 Pernoite: 4

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EXPONAUTICA 2010

fecha com o dobro de negócios da primeira edição Com a meta superada, a Exponautica fecha sua segunda edição com um volume de negócios na casa dos R$ 25 milhões. Cerca de 20 mil pessoas passaram pelo evento no último final de semana.

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Exponautica 2010 com um volume de negócios em torno dos R$ 25 milhões - entre negociações já fechados e excelentes prospecções. A segunda edição da feira que acontece na Marina Pier 33, em Biguaçu, estabeleceu o evento como o terceiro maior encontro de negócios do setor náutico no Brasil. Os mais de 50 expositores apresentaram novidades em equipamentos náuticos e barcos para todos os gostos e bolsos. “Com a visibilidade que a Exponautica tem ganhado entre os empresários deste segmento, acreditamos que na próxima edição os expositores presentes deverão vir de outras regiões,   ultrapassando  o sul do país”, diz Ivan Gogolevsky, organizador da feira que teve estandes com estaleiros do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Para o presidente da  Associação Catarinense de Marinas, Garagens Náuticas e Afins  (Acatmar), Luiz Lunardelli, o evento fomenta consideravelmente o setor de construção naval de  lazer. “Depois da primeira Exponautica, dois novos estaleiros já se instalaram na cidade. Em breve teremos outros”, afirmou. Estiveram na feira representantes do governo federal e estadual que, diante do sucesso do evento, expressaram o apoio político que a Exponautica conquista a cada edição.   Altemir Gregorin, ministro da Pesca e Aquicultura, se disse surpreendido pelo tamanho e consistência da feira e que o crescimento

do mercado náutico em Santa Catarina não se dará somente na linha de lazer náutico, ele prevê que embarcações de pesca também devam fazer parte da produção naval do estado. O senador Raimundo Colombo destacou a importância da feira e de grandes empreendimentos para beneficiar não apenas os moradores da cidade, mas quem vive em toda a região. “Este é um momento desafiador para Biguaçu, pois estamos diante de grandes  oportunidades. E, participando de um evento como este, vejo a união  das pessoas em favor do desenvolvimento e da melhoria da vida de  todos”. Já o Governador do estado, Leonel Pavan, acredita que desde a primeira edição da Exponautica a feira já demarcou sua importância para o crescimento do setor náutico em Santa Catarina. Segundo ele “é um mercado promissor que movimenta um nicho da economia substancial para o estado e a tendência da feira é de expansão considerável a cada uma das edições futuras”. O prefeito de Biguaçu, José Castelo Deschamps, destacou que a volta de 90% dos expositores para esta segunda edição da feira é um sinal do sucesso de evento.  “Vejo aqui os expositores que apostaram na primeira edição da feira, no ano passado. Eles não se arrependeram, pois fizeram bons negócios. Neste ano também terão um saldo positivo para levar para suas e assim nossa feira crescerá cada vez mais”, afirmou. BOATSHOPPING

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Negócios à beira rio

A marina Pier 33 tornou-se, durante a Exponautica, um dos melhores balcões de negócios do setor no sul do Brasil. A Schaefer Yachts, que até o final do ano espera atingir a liderança do mercado nacional como o maior estaleiro do Brasil, esboçou surpresa e satisfação com sua participação na Exponautica. “O publico da feira é bastante qualificado com pessoas realmente interessadas em fechar negócios”, diz Pedro Odilio Phelippe, diretor do estaleiro que produz as lanchas Phantom. Pedro ainda enfatizou que muitos negócios devem ser fechados pós-evento e que este aquecimento de deve principalmente ao fato de o governo estadual incentivar a redução de ICMS do setor, intensificando o mercado e colocando Santa Catarina em melhor situação na concorrência nacional. Já o iniciante estaleiro Singular Boats que apresentou na Exponautica seu único modelo de embarcação, uma lancha de 28 pés, também teve o que comemorar. “Estamos há mais de um ano no mercado e o que nos faltava era uma oportunidade como essa, devemos vender depois da Exponautica cinco vezes mais do que vendemos neste um ano de estaleiro”, disse Mari Comim, proprietária do estaleiro que fica em Palhoça.  A Gamper Nautica de São Francisco do Sul também saiu

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satisfeita de sua primeira grande feira náutica, Gustavo Azevedo afirma que pelo menos 10 embarcações deverão ser entregues após a feira. “A feira foi excelente e conseguimos atingir um público próprio para os nossos barcos”, afirma Gustavo. Com mais de 200 peças e equipamentos náuticos distribuídos em três estandes, Marcio Lima, proprietário da Equinautic, trouxe de Porto Alegre, sede da empresa, três funcionários para atender a demanda da Exponautica. “A feira está ótima, super organizada, fechamos ótimos negócios e conseguimos o que mais queríamos que é iniciar um processo de abertura de mercado em Santa Catarina, uma praça que está se sobressaindo no país neste setor”, concluiu Marcio que tem na bagagem o parâmetro da participação nas maiores feiras náuticas do Brasil. Ainda na linha de inovações e tecnologia naval, a Marina Xpress apresentou o estabilizador de embarcações, que dá fim ao desagradável balanço do barco mesmo com a embarcação parada, e a GSM Acessórios Náuticos trouxe pela segunda vez para feira sua inovadora teka sintética Flexteek, uma espécie de tapete que imita o piso utilizado nas embarcações que no geral é feito de madeira. Concebida com o objetivo de popularizar o emergente setor náutico, a Exponautica 2010 recebeu cerca de 20 mil pessoas em três dias de evento aberto ao público. Com uma área 30% maior que a edição 2009, a feira conseguiu atrair num mesmo espaço estaleiros, moda, tecnologia e até empreendimentos imobiliários com o tema náutico evidenciado. O Marina Beach Towers , prédio em Balneário Camboriu que vai oferecer além de quatro vagas na garagem, duas vagas para barco em uma marina particular é uma prova do quanto o mercado prevê o aquecimento deste setor . “Estiveram em nosso estande pessoas com interesse e ca-


pacidade real de aquisição do nosso empreendimento, ou seja, proprietários ou futuros proprietários de embarcações”, disse Eduardo Crizel, diretor comercial da Mendes Sibara – empresa responsável pelo empreendimento que terá duas torres e 33 andares na Barra Sul, em Balneário Camboriu. Já o empreendimento Mirador da Barra, da Eco Invest, empresa de Biguaçu, vai oferecer apartamentos de até quatro quartos com vista para a Foz do Rio Biguaçu, palco da Exponautica, onde um pólo náutico está se consolidando.

Um mar de atrações

As atrações da feira foram além da oferta de embarcações e equipamentos. O I Festival Exponautica de Canoagem Havaiana foi um dos destaques do evento que também contou com ousadias e novidades de cientistas do mar. O publico pode conhecer projetos como o AutoBoat, uma embarcação que lembra um submarino que tem autonomia, funciona sem presença humana, e serve  para monitoramento e coletas de dados ambientais, levantamento de  topografia subaquática e demais levantamento no ambiente aquático, assinada apelo engenheiro Roberto Boell Vaz e o Barco Solar, um projeto pioneiro em Santa Catarina assinado pelo  Laboratório de Combustão e Engenharia para Sistemas Térmicos da  Universidade Federal de Santa Catarina. Outra atração da Exponautica teve cunho social e recebeu muitas visitas. O projeto Navegando com Deus,  que há cerca de quatro anos leva assistência social, saúde bucal e  lazer a comunidades ribeirinhas do litoral brasileiro atracou com seu catamarã no Rio Biguaçu visitando Santa Catarina pela primeira vez. O esportista catarinense, campeão brasileiro de vela e 6º no ranking  mundial, Bruno Fontes também esteve na Exponautica lançando o projeto social em parceria com a Eletrosul.

Entre estandes de negócios e institucionais todo foram mais de 50 expositores na Exponautica 2010 com destaque para Schaefer Yachts, Armada Yachts, Top Line, Ocean Life, Xexeu Mar, SENAI, Gamper Náutica, EVW Estaleiros e Pisare, Lanchas Bayline Bombardier, Citimarra Universo Náutico,  Equinautic, Estaleiros Mac Gerald, Eco Invest, Aymore  Financiamentos, Eletrosul, Chrysler – DVA Automoveis, Evolve Boats,  Fibrafort  - Mega Jet, Find Me, Flexiteek by GMS, Teka Sintetica,  Fs Boats,  Gamper Nautica, GS Rotomoldagem, GSP Loteamentos, Hila  Cosmeticos, Jeep, Lanchas Millenium – Estaleiro  All Fibras, Marina Beach Tower, Marine Express, Marinha do Brasil,  Mercedes Benz, Mogadicho, Navis, Armada Yachts,  Acatmar – Associação Catarinense de Marinas , Garagens Náuticas e  Afins, Beco Castello, Dodge , Navis, Racon  Consórcios Náuticos, Singular Boats, Spindola Construtora,  Sunglass,  dentre outras importantes  marcas vêm agregar valor à maior feira náutica do Sul do Brasil e  terceira feira nacional do setor.

EXPONAUTICA 2011 JÁ TEM DATA PREVISTA

Com um sucesso crescente e inegável, a terceira edição da Exponautica já tem data prevista para acontecer. “Ano que vem devemos realizar a feira no feriado de Corpus Christi, para que o evento possa ter mais dias inteiros de feira aberta ao público”, explica Luiz Roberto Feubak Junior, diretor da Marina Pier 33 e um dos organizadores do evento.  

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Yachting Gala

Yachting Gala 2010

O MAIS PRESTIGIADO E EXCLUSIVO BOAT SHOW

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Grupo Azimut-Benetti realizou, em Cannes, no fim de junho, a quarta edição do Yachting Gala, um dos eventos mais esperados da empresa italiana. 25 barcos das três marcas do grupo (Azimut Yachts, Atlantis e Benetti) estavam disponíveis para mais de mil convidados de todas as partes do mundo, tanto para realização de test drives como para um passeio exclusivo às Ilhas Lérins. Destes convidados, mais de 100 eram brasileiros que foram acompanhados pela YachtBrasil. Depois de Varazze e Viareggio, o grupo Azimut-Benetti escolheu o charme internacional de Cote d’Azur para a quarta edição do evento que atrai mais de mil visitantes de todo o mundo. Eles são atraídos pela excepcional oportunidade de fazer parte de um verdadeiro boat show exclusivo. São dois dias de surpresas e experiências incríveis a bordo dos barcos do renomado estaleiro. Este ano, a programação do evento foi inspirada pela atmosfera de Porto Canto, um dos mais exclusivos iates clubes da costa azul: barcos do sonhos na rota para ilhas navegando em águas cristalinas e um elegante brunch servido à beira da praia. Adicionalmente uma noite de gala com jantar no famoso hotel Martinez e um um show de Gloria Gaynor a beira da praia. E foi neste maravilhoso contexto que a empresa escolheu apresentar seu último lançamento: a nova Azimut 64, um yacht de mais de 20 metros de comprimento, o sucessor natural da Azimut 62, um modelo que foi sucesso de vendas sem precedentes, com 200 unidade vendidas em todo o mundo. A Azimut 64, pro-

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vavelmente a mais completa embarcação flybridge em sua categoria, é única por sua inovação estilística, excepcional níveis de segurança e excelente qualidade de navegação. “O Yachting Gala é o melhor testemunho de nosso desejo de sempre levar o cliente para coração de nossos programas”disse Paolo Vitelli, presidente do grupo Azimut- Benetti . “Nosso sucesso nos últimos 40 anos está estritamente ligado à satisfação e lealdade de nosso clientes. Assim como oferecer produtos que são ícones em termos de design e tecnologia, e um elevado padrão de serviço. Nós queremos continuar a surpreender nossos clientes propiciando cada vez mais eventos exclusivos, como é esperado de um líder de mercado”, revela Vitelli. Em Porto Canto, o convidado do Yachting Gala, viu uma quantidade impressionante de visitantes do Brasil, convidados pela YachtBrasil. Foram mais de 120 brasileiros que desfrutaram de momentos agradáveis e conheceram de perto o estilo Azimut de seduzir o mercado. O agradável trajeto até as Ilhas Lérins a bordo de um dos modelos do grupo Azimut Benetti deixou o passeio ainda mais charmoso. Lá os convidados puderam desfrutar um delicioso brunch além de ter tido a oportunidade de conhecer o famoso Monastério Cistercian de Notre Dame de Lérins. Além de ter tido a oportunidade de participar de todos estas atrações em um final de semana, os clientes YachtBrasil, nos dias anteriores ao evento, também realizaram visitas às fábricas da Azimut em Viareggio, Avigliana e Piacenza. BOATSHOPPING

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EXPO BOATS 4ª edição da feira de seminovos mais expressiva do país conquista mais um ano de sucesso de vendas e negócios

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YachtBrasil realizou a Expo Boats, maior feira de barcos seminovos do país. Foram diversas embarcações expostas — de pesca, passeio, abertas, cabinadas, esportivas — todas com qualidade e procedência garantidas pela YachtBrasil, nos mais relevantes pontos náuticos, entre marinas e iate clubes, desde o Paraná até a Bahia passando por São Paulo e Rio de Janeiro. O evento, que aconteceu no final de julho, teve durações diferenciadas em cada região. No Rio de Janeiro os barcos estiveram expos-

tos entre os dias 23 de julho e 1 de agosto, em São Paulo entre os dias 23 e 25 de julho, enquanto no Paraná e na Bahia foram dois fins de semana de evento. A quarta edição da Expo Boats confirmou o sucesso dos eventos organizados pela YachtBrasil, que a cada ano se consolida no calendário do segmento náutico brasileiro. Além de conhecer as novidades do mercado náutico, os clientes ainda tiveram acesso ao sistema integrado on-line da empresa, que conta com mais de 300 barcos cadastrados.

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Apesar de iniciar com tempo chuvoso na maioria dos estados, o sol deu o ar da graça no decorrer do evento, esquentando o clima e também a participação dos clientes e amigos, o que também aumentou a projeção de novos negócios. No Rio — em Portobello e Paraty — a participação foi surpreendente. Com aproximadamente 30 barcos em exposição, os convidados puderam visitar as embarcações e desfrutar de uma deliciosa feijoada tradicional e de frutos do mar, acompanhada pelo agradável som da cantora Deni-

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se de Leon, que interpretou sucessos nacionais e internacionais. Em Caiobá, aproximadamente 280 convidados estiveram presentes durante os dois finais de semana. O evento expôs 14 barcos. Apesar do evento ser de seminovos, a Azimut 47, sucesso de vendas na Europa, que vem conquistando o mercado nacional, também estava exposta. Para animar a festa, em cada dia do evento a YachtBrasil ofereceu um almoço diferente para os clientes no restaurante do Iate Clube de Caiobá. Em São Paulo, onde a feira terminou no dia 25 de julho, o evento aconteceu simultaneamente à Rolex

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Ilhabela Sailing Week, o que atraiu um número ainda mais expressivo de visitantes que aproveitaram para conhecer os barcos em exposição. Lá, a Expo Boats foi bem diferente e agradou quem visitou. Para conhecer os barcos seminovos, os clientes acessavam o sistema em nosso escritório e o destaque ficou pela exposição das embarcações Azimut 47 e Azimut 70. Com muito sucesso contabilizado, a edição 2010 da Expo Boats foi encerrada no dia 1 de agosto sem deixar de lado o tradicional futebol em Portobello.

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Azimut confirma fábrica no Brasil Depois de diversos boatos, a Azimut vem a público, confirmar a instalação de uma fábrica no Brasil. Por Martha Toledo

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os últimos meses, o mercado náutico internacional e, principalmente brasileiro, ouviu todo o tipo de especulação referente ao destino da marca e da produção dos barcos Azimut no Brasil. O conceituado estaleiro italiano, líder do mercado náutico mundial, esteve presente no país, nos últimos quinze anos, através de uma licença concedida a um estaleiro brasileiro que produzia suas embarcações. No ano passado, no entanto, a YachtBrasil, maior empresa de representação e comercialização de embarcações no Brasil, foi nomeada dealer oficial e exclusiva da Azimut. Toda a nova linha do estaleiro italiano passou a ser importada e o sucesso de vendas foi imediato.

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O resultado surpreendente, com dezenas de embarcações vendidas e entregues, mesmo em um período de crise, fez com que a Azimut confirmasse o potencial de mercado brasileiro e a grande aceitação de sua marca no país. Aliado a este cenário de vendas apresenta-se também o excelente desempenho econômico brasileiro diante de outras economias, como a americana e européia, que enfrentam um significativo processo recessivo. O posicionamento geográfico é outro fator de grande relevância, no qual a proximidade com os EUA, países da América do Sul e Caribe, tornam o Brasil ainda mais interessante e uma escolha inevitável para a instalação de mais uma fábrica da Azimut.


“Hoje, os as empresas internacionais têm muito mais confiança em investir no Brasil, por sua estabilidade política econômica. E este é o mercado perfeito para um produto Azimut, considerando também o aumento do público com alto poder aquisitivo”, declara Luca Morando, CEO da Azimut no Brasil. O único obstáculo enfrentado e superado pela Azimut foi o processo burocrático brasileiro para estabelecimento de empresas estrangeiras em território nacional. Segundo levantamento divulgado pelo Banco Mundial no início de julho deste ano, o Brasil é o quarto país mais difícil para um estrangeiro abrir uma empresa. De acordo com estudo Investing Across Borders 2010 sobre investimentos estrangeiros realizado em 87 países, no Brasil é necessário aguardar 166 dias e cumprir 17 procedimentos para abrir uma empresa. “Olhando superficialmente é um mercado fantástico, mesmo com todas as complicações da legislação para empresas multinacionais. No entanto, cumpridos os processo, a Azimut entende que haverá um grande mercado e acredita poder retribuir com produtos maravilhosos para surpreender o público consumidor brasileiro”, declara Morando.

BEM PERTO DO MAR

Para a escolha do local de implementação da fábrica da Azimut no Brasil, aspectos como logística, mão de obra, fornecedores, segurança e sistema de incentivo econômico e fiscal, foram analisados intensivamente, neste último ano, por profissionais qualificados da Azimut. Ao final, Itajaí, em Santa Catarina, foi a cidade escolhida para receber este projeto audacioso. “O que nos impressionou muito foi a rapidez do governo em dar resposta, modo de trabalho, a cultura muito européia e a mão de obra, que mostra grande capacidade de treinamento”, revela.

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DA FÁBRICA

O projeto da fábrica da Azimut no Brasil vai acontecer em duas etapas: primeiro, começará a operar provisoriamente em um galpão de 10.000m² ,sendo 3.000m² cobertos, onde a produção de embarcações Azimut terá início no dia primeiro de agosto. Para a

Paolo Vitelli, presidente da Azimut-Benetti

segunda etapa, a Azimut já adquiriu uma área de 200.000m², onde será instalada, definitivamente, a maior estrutura náutica do Brasil. O objetivo a curto e médio prazo é de produzir quatro modelos de embarcações abaixo de 80’ e mais dois modelos, acima de 80’. A previsão de transição do galpão provisório para a instalação definitiva acontecerá no primeiro semestre de 2011. A implantação de uma fábrica como esta não é novidade para a equipe da Azimut que acabou de construir uma fábrica na Turquia que já está produzindo embarcações acima de 38 pés.

PADRÃO DE QUALIDADE E EMPREGABILIDADE

Todos os barcos produzidos nesta fábrica terão o mesmo padrão de qualidade de um produto produzido na Azimut da Itália. Os profissionais envolvidos no processo produtivo receberão treinamento, no Brasil ou na Itália, para aprenderem o modo de produção do maior estaleiro do mundo. “Vamos trazer o know how de um grupo que tem 40 anos de história e que tem, indiscutivelmente, o BOATSHOPPING

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melhor produto de setor em termos de design e padrão de qualidade”, garante o empresário. O galpão provisório terá 150 funcionários e quando houver a transição serão mais de 1000 empregos diretos.

PÓLO NÁUTICO

Com relação aos implementos utilizados para produção das embarcações, no início, serão quase que em sua totalidade importados para garantir a qualidade do produto final. Mas a longo prazo, o projeto da Azimut é a de formar um grande pólo náutico com fornecedores nacionais. “Temos o objetivo de, em três anos, comprar aqui até 80% do material utilizado na construção barco. E por isso a Azimut se empenhará muito para o desenvolvimento deste pólo náutico como o que já foi feito em Livorno e Viareggio, na Itália, e na Turquia”.

Luca Morando, CEO da Azimut no Brasil Conferência

BENEFÍCIOS PARA O CLIENTE

Para o cliente final a chegada da fábrica da Azimut traz vários benefícios. O principal, sem dúvida, é que a vinda de um estaleiro como este, com padrões de produção e qualidade tão exigentes, crie um novo referencial na produção de barcos no país. Outra vantagem é a proximidade que o cliente terá com a fábrica e facilidade para acompanhar a produção de sua embarcação. “Estar com a fábrica no Brasil permitirá que o cliente acompanhe bem de perto a fabricação de seu sonho”, finaliza Morando.

Diretoria Azimut e YachtBrasil

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SOBRE A AZIMUT YACHTS Líder mundial do mercado de megaiates, a Azimut Yachts possui operações em mais de 40 países. Desde a fundação, em 1969, a empresa vem constantemente aprimorando seu conhecimento no mercado naval, e suas embarcações se caracterizam por design arrojado, alta performance e requinte no acabamento. Em 1985, com a aquisição do estaleiro italiano Benetti, líder na fabricação de iates acima de 40 metros, a Azimut Yachts constituiu o grupo Azimut-Benetti, o mais importante conglomerado industrial náutico de lazer, oferecendo a mais completa linha do mercado mundial. Além das marcas Azimut e Benetti, produz também as esportivas Atlantis.


BRP

BRP RECEBE PRÊMIO DE DESIGN NA ALEMANHA CEO da BRP visita o Brasil

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sport boat da canadense BRP - Sea-Doo 210 challenger SE – foi eleito o melhor design de produto do mundo. O selo de qualidade foi entregue pela instituição Red Dot Award, uma das principais premiações mundiais do setor, em 14 de julho, na Alemanha. Reconhecido internacionalmente como um selo de qualidade e excelência em desenho, o prêmio avalia os produtos segundo critérios, como nível de inovação, funcionalidade, ergonomia, durabilidade, compatibilidade ecológica e manuseamento intuitivo. O Challenger 210 se destacou na premiação por seu desenho compacto, seguro e multifuncional. A lancha de 21 pés (6,4 metros), mas com espaço interno semelhante a 23 pés, está disponível em duas versões de motor: Rotax 4-TEC 310 hp e 430 hp. O modelo se destaca pelos sistemas de controle de aceleração inteligente (ITC) e de propulsão a jato de acionamento direto, concentra o fluxo da água e impulsiona e direcio-

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na o barco. Com essas tecnologias, a BRP afirma que o sport boat sofre o mínimo de elevação da proa. Concebido para ter um espaço amplo na popa, que serve como área para banho ou lugar para dispor cadeiras, o desenho é sem saliências. Esta é a quinta vez que a BRP recebe a premiação desde 2005. Nesta edição, concorreram mais de 1.600 empresas de 57 países e no total de 4.252 produtos, sendo a maioria na área automobilística. Além de Design de Produto, que premiou a BRP, outras categorias contempladas pelo prêmio são Design de Comunicação e Conceito de Design.

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José Boisjoli, CEO e Presidente da fabricante BRP e responsável pelas operações globais da companhia, esteve no Brasil, no final do mês de julho. Durante sua viagem ao país, Boisjoli visitou a cidade de Manaus (AM), pólo industrial, e não descartou a possibilidade de a BRP - baseada no Canadá - construir uma fábrica no Brasil. O CEO também sobrevoou os municípios de Angra dos Reis e Parati, ambos localizados no Rio do Janeiro, e admitiu ter ficado impressionado com as belezas da região. Boisjoli está há 21 anos na BRP, sendo que em 2003 assumiu o posto de CEO e Presidente, tornando-se responsável pelas divisões: Sea-Doo, Can-Am, Evinrude, Rotax, Ski-Doo e Lynx.


legislação

Construções em deck, píer e rampa, sem a prévia autorização da secretaria do patrimônio da união – autuação e notificação

Por Hélio Ricardo Xavier Ferreira, membro do escritório Sérgio Eduardo & Associados - Advocacia, especializado em Direito Ambiental e Empresarial.

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m 1997, o Patrimônio da União iniciou trabalho de fiscalização nos imóveis atingidos por faixa de marinha, abrangendo as áreas continentais e ilhas, cujo objeto restringiu-se aos aterros, oportunizando ao proprietário a faculdade de regularização e o conseqüente pedido de compra do domínio útil. No entanto, tal regularização estava vinculada ao recolhimento de multa, desde que comprovado o acrescido até 15/02/1997. Naquela ocasião, foram excluídos da fiscalização os decks, píers e rampas, uma vez que não havia normatização específica. Tal entendimento, se baseava exclusivamente no direito de o autuado regularizar o acrescido e, por conseguinte, receber o aforamento, possibilitando o registro no cartório de registro de imóveis da Comarca de localização da área, podendo, de forma limitada, edificar neste patrimônio; pois, nascia ali um direito real. Atualmente, o Patrimônio da União vem notificando e autuando os proprietários de imóveis de marinha, que ostentam construções de deck, píer ou rampa, bem como os acrescidos não contemplados naquela ocasião. Nessa nova investida, os técnicos do Patrimônio da União, utilizam-se do mesmo formulário para notificação e autuação, confundindo os autuados em como proceder a regularização dos acrescidos de marinha, decks, píers e rampas, por tratar-se de dois procedimentos distintos: alienação (acrescidos de marinha) e cessão de uso (deck, rampa, etc.).

A notificação e o auto de infração geram dúvidas, no autuado, tais como: › Devo pagar a multa e remover o aterro? › Há possibilidade de regularização? › Cabe impugnação ao ato administrativo ou devo postular em juízo? › A cessão de uso seguirá a mesma regra do aterro e deverá ser comprovada sua construção até 1997?

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Assim, a fim de melhor elucidar a questão, a orientação que temos para aqueles que receberam notificação ou foram autuados por estarem enquadrados em ambas as situações, é que os mesmos deverão recolher a multa imposta, para cessar as penalidades, bem como solicitar a regularização e a compra do domínio útil nos casos de aterro e pedido da cessão de uso, observando-se no primeiro o requisito fundamental do acrescido ser anterior ao ano de 1997. A regra para o acrescido de marinha é clara, transparente e de fácil compreensão, ao contrário da cessão de uso das construções sob espelho d’água, que não apresentam em seu conceito entendimento especifico, pois na orientação do órgão autuador, após o pagamento da multa, será firmado contrato de arrendamento ou aluguel.

Enquanto não houver uma regra clara e específica quanto ao assunto comentado, recomendamos ao autuado: 1. Pagar a multa dentro do prazo de 30 dias do recebimento do Auto de Infração; 2. Noticiar ao Patrimônio da União do recolhimento do DARF com código “1607”; 3. Caso queira adiantar o processo administrativo, juntar planta, memorial descritivo, foto, titulo de propriedade, não se esquecendo de solicitar a regularização do acrescido e cessão de uso. 4. Em caso contrário, basta o pagamento da multa e a remoção do aterro ou equipamento, informando tempestivamente ao Patrimônio da União. Esperamos ter propiciado aos leitores da Boatshopping os esclarecimentos necessários, para compreenderem e se posicionarem diante de eventual notificação ou autuação originada da Secretaria de Patrimônio da União, em decorrência de construções irregulares, especificamente deck, píer e rampa.

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(Parte II) Por Jorge Nasseh

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e você tem 10 milhões e quer comprar um barco de 80 pés, construído sob medida e pode contratar um projetista, um construtor profissional, vistoriador, sociedade classificadora, seguro de desempenho e performance e o contrato de compra e fornecimento do barco vai incluir cláusulas em que o estaleiro siga todas as normas internacionais de construção e segurança, então esta matéria não é para você ler. Se ao contrario você não é um afortunado destes, como eu também não sou, e vai acabar procurando um barco entre 30 e 50 pés, construído por um bom estaleiro, mas que o valor da compra caiba dentro do seu bolso, então este texto foi feito exatamente para você. Como comparar a construção de dois

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ou três modelos diferentes se você não tem condição de ficar 24 horas olhando a construção do seu barco ou se, pior ainda, ele já estiver semi-pronto, ou for um barco usado? Quem vai te garantir que os requisitos mínimos de segurança foram atendidos? E que você vai poder usar o barco sem incorrer em amargar horas de manutenção e garantia? Fora algumas exceções, existem poucos estaleiros no mundo que eu possa confiar cegamente. Lembro-me que há algum tempo atrás fui visitar um estaleiro na Florida que constrói barcos do tipo sportfisherman entre 50 e 70 pés, que o preço é pelo menos 3 vezes mais caro do que um barco de linha de qualquer outro conceituado fabricante, e o estaleiro tinha uma fila de 2 anos se você quisesse comprar um barco novo deles. O dono do estaleiro acabou então me mostrando um dos modelos de 60 pés que eu fiquei olhando todos os detalhes de construção, interiores, equipamentos, instalação e praça de máquinas e tudo quanto fosse detalhe escondido atrás de um paineiro ou armário. Depois de ficar maravilhado com o barco que estava no cais do estaleiro ele me disse que aquele mesmo barco tinha quatro anos de uso, isto mesmo, quatro anos, e tinha voltado para o estaleiro somente para colocar um novo modelo de eletrônico no painel de comando. Eu não acreditei, mas foi quando ele


me disse que era este o motivo do barco dele ser tão bem construído e confiável depois de tantos anos. Eu durante toda a minha vida de construtor vi poucos barcos que fossem fabricados desta maneira. Quando a ACOBAR decidiu lançar o selo de conformidade com a norma de construção da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, ela estava visando oferecer uma referência sobre os padrões mínimos de construção e segurança que um barco deve ter. Este mesmo procedimento existe em outros países e se tornou muito eficiente para oferecer pelo menos alguma informação ao comprador na hora de escolher um novo modelo ou mesmo comprar um barco usado. O selo, que deve ser colocado no painel do barco, mostra que aquele modelo foi construído utilizando os padrões da norma brasileira de construção de barcos. Esta norma, de uso voluntário pelo estaleiro, informa os detalhes construtivos sobre uma série de sistemas que podem colocar em risco a segurança ou mesmo gerar manutenção desnecessária ao longo do tempo. Itens como instalação elétrica, fiação, disjuntores, quadros elétricos, baterias, luzes de bordo, instalação de geradores e ar condicionado, são itens que o comprador de um barco não consegue verificar no ato da compra e mesmo durante um test-drive.

Outros pontos importantes que a norma cuida são as instalações e construção dos tanques de combustível e água e como a sua rede de abastecimento e distribuição devem ser construídas e com que tipo de mangueiras, registros e conexões elas devem ser fabricadas, de modo que você tenha esses sistemas funcionado perfeitamente. Em um barco certificado todos os tanques devem ser testados à pressão de trabalho e os materiais de construção do tanque devem ter a qualificação e a espessura determinada pela norma. Alem disto, os tanques devem ter uma placa de identificação com a data de fabricação e a pressão a que foram testados. Para o dono de um barco, ter este tipo de informação é, com certeza, uma maneira de evitar problemas futuros com manutenção, reparos e mesmo falhas dos sistemas de bordo que demandam tempo para serem reparados. No próximo texto vamos falar sobre o manual do proprietário, que é um item obrigatório nas normas da ABNT e que devem listar e mostrar todas as informações para operação segura da embarcação e também deve ser um item imprescindível na hora da compra de um barco.

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Open Sea

2010

Pilotos nacionais e internacionais agitam o mar do Guarujá e testam a resistência dos jets em 60 km de percurso durante duas horas e meia Por: Juliana Oliveira

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rinta e um pilotos latino-americanos disputaram a terceira edição do Open Sea 2010, campeonato de jets que aconteceu no dia 25 de julho, na praia de Enseada, no Guarujá, litoral Sul de São Paulo. Organizada pela Casarini com patrocínio exclusivo da BRP (Bombardier Recreational Products) e apoio da Associação Nacional de Esportes e Moto Aquática (Anema), a competição faz parte do calendário de provas do Campeonato Brasileiro Endurance e testa os limites de resistência tanto dos jets como dos pilotos durante duas horas e meia de prova percorrida em 60km (Enseada, Ilha da Moela e Ilha das Cabras).

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A competição inicial aconteceu com os atletas da categoria geral (GP Turbo). A largada, no estilo Le Mans (pilotos na areia e jets na água), seguiu os modelos das principais provas nacionais e internacionais de jet. Em uma disputa acirrada na primeira volta, os pilotos: Deninho Casarini, Danilo Andric, Celio Vinicius e Giuliano Casarini estavam praticamente na mesma situação. Apenas na segunda parte do percurso é que Deninho Casarini, um dos principais da equipe Sea-Doo, conseguiu tirar vantagem mantendo-se quatro minutos à frente dos demais. O tricampeão mundial levantou o troféu da prova depois de 53m47s.


CONHEÇA OS VENCEDORES DAS QUATRO CATEGORIAS: GERAL: 1. Deninho Casarini 2. Danilo Andric 3. Celio Vinícius FEMININO: 1. Brunna Luz 2. Elisabeth Bechara 3. Claudia Betancourt SÊNIOR: 1. Reinaldo Cangueiro 2. Emilio Padron 3. Bruno Casa ASPIRADO: 1. Antônio Claros 2. Ricardo Dias 3. Hugo Ribeiro Castelhano

A segunda posição foi disputada até os últimos segundos. Por um milésimo de segundo o piloto Danilo Andric levou a melhor no tempo de 57m02, seguido de Celio Vinícius com 57m03s. Deninho Casarini disse que este ano se sentiu mais preparado. “Nas edições passadas, mesmo liderando o tempo todo, em uma das provas o jet não aguentou e na outra eu sofri um acidente em alto mar”. Na categoria Feminina, a piloto brasileira Brunna Luz teve o melhor tempo de 1h03m, vencendo Elisabeth Bechara e Claudia Betancourt, segunda e terceira colocadas, respectivamente. As demais categorias: GP Aspirado e Sênior Livre foram vencidas pelo boliviano Antonio Claros e pelo brasileiro Reinaldo Cangueiro, respectivamente. BOATSHOPPING

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para suportar altas temperaturas e proporcionar confiabilidade ao motor. Para transmitir toda essa potência para a água o Jet Ski Kawasaki Ultra 260 é equipado com uma turbina de água de 15,5 cm de diâmetro. A fim de facilitar as manobras , o Ultra 260x está equipado com marcha à ré acionada por uma pequena alavanca do lado esquerdo do guidão. Um detalhe importante são as duas chaves de ignição codificadas do Ultra 260x, uma das chaves aciona o modo SLO (de Slow – lento) de pilotagem. A outra chave libera o modo Full Power de operação, equipamento importante para usuários iniciantes não cometerem erros em um Jet Ski tão potente. Para ajustar a melhor posição de pilotagem, o Jet ski ultra 260x conta com guidão ajustável de 5 posições, proporcionando boa posição tanto sentado quanto em pé. Outro ponto importante é seu paiol de proa que além do seu bom acabamento é o maior da categoria .

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om mais de 20 anos de experiência no mar, Clodonei Alirio da Silveira, 38 anos, mais conhecido como Ney Broker, é um grande entendedor de assuntos náuticos. Para transmitir seu conhecimento sobre a atividade que exerce, ele se prepara para lançar o livro Profissão Marinheiro Particular. A publicação trará informações para quem quer seguir na atividade de marinharia ou para aqueles que procuram um bom profissional. Nesta entrevista, Ney Broker expõe sobre as características essenciais para um condutor de uma embarcação e dá dicas para fazer uma boa escolha.

Como o proprietário de um barco pode encontrar um bom marinheiro profissional? O mercado de marinheiros ainda é muito pequeno e carente de cursos profissionalizantes. Por isso, para contratar um bom marinheiro, o proprietário do barco precisará de paciência. Ele pode ligar para marinas ou fazer uma consulta no “boca a boca”. Entretanto, não pode se basear só nas indicações. É importante entrevistar pessoalmente cada candidato. Jamais repasse essa tarefa para administradores. O dono da embarcação usará o barco e conviverá diretamente com o marinheiro e só ele poderá perceber se o profissional tem o perfil procurado. Quais são as principais funções de um marinheiro particular? Em ordem de prioridade: zelar pela segurança na navegação, saber manobrar um barco, navegar em

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qualquer área e entender bem dos equipamentos e ascessorios; ter responsabilidade pelas pessoas a bordo, orientando sobre localização dos equipamentos de salvamento, comportamento em emergências e sobre o que se deve ou não fazer em um barco; manter o barco com a manutenção em dia e estar atento a qualquer anormalidade a bordo; garantir a higiene e a limpeza da embarcação; ter educação e um bom vocabulário.

O que o contratante deve observar no currículo do profissional? O tempo de mar e a quantidade de milhas navegadas são, sem dúvida, as primeiras observações que os proprietários de barcos devem verificar em um currículo. Outro item é o tempo que o profissional trabalhou nas últimas embarcações. Marinheiro que muda muito de barco deve ter algum tipo de problema. É aconselhável que o marinheiro particular entenda de mecânica e da parte elétrica? Todo marinheiro deve conhecer pelo menos o básico de tudo a bordo. Porém, não é necessário que ele seja técnico de elétrica, hidráulica ou mecânico. Saber trocar um fusível, conhecer o sistema elétrico do barco, o funcionamento de um motor e do gerador é essencial para “quebrar galhos” em alto mar ou em passeios de fim de semana. Mas o proprietário não pode exigir, por exemplo, que seu marinheiro desmonte e conserte um motor ou gerador. Isso é serviço para profissional especializado. BOATSHOPPING

Como garantir uma boa relação entre patrão e marinheiro? Nessa profissão é normal que o proprietário e seus parentes fiquem íntimos do marinheiro e o tratem como se fosse da família. Mas o marinheiro deve se colocar na função de empregado para não perder a noção de profissionalismo. Para Futuramente, um mal entendido não acabar com a boa relação entre patrão e empregado. Estar disponível sempre que for solicitado é a melhor maneira de ganhar a confiança do chefe. No entanto, o proprietário não pode abusar da mão-de-obra e mandar o marinheiro fazer tarefas como manutenção do barco, dirigir seu carro particular para levar e trazer convidados, fazer churrasco na casa de praia, etc. Essa é a melhor maneira para o proprietario não ter problemas com o marinheiro e com as leis trabalhistas.

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LUXO, EXCLUSIVIDADE E ESPORTES NAUTICOS EM UM SÓ LUGAR. Construtora lança primeiro condomínio residencial vertical com marina privativa da América do Sul em Balneário Camboriú.

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alneário Camboriú será palco em setembro, do lançamento de empreendimento inédito na América do Sul, o Marina Beach Towers, condomínio residencial vertical de altíssimo padrão que irá oferecer a primeira marina privativa da América. Um projeto arrojado, contendo 103 apartamentos, e mais quatro coberturas altamente requintadas e luxuosas com vista panorâmica. São 3.500 m2 de marina, com 16 vagas molhadas e um pátio de manobras de 2.000 m2. Um dos maiores diferenciais da Marina Beach Towers é o serviço completo de marina, que abrigarão lanchas de 30 a 70 pés, como colocação e retirada de embarcação no mar, limpeza, manutenção em geral, acompanhamento do estado do motor, com acionamento periódico no inverno, polimento de lanchas, e verificação do nível de carga da bateria. Além disso, este empreendimento conta com um magnífico pavimento térreo que contempla toda a estrutura de lazer com 4.300 m2. Neste pavimento você encontrará diversos tipos de entretenimento como o espaço gourmet equipado e decorado, piscinas com borda infinita, sala de cinema, sala de jogos, academia, mini golfe, bar, sauna, playground e ainda um deck integrado com as áreas de lazer de 1500 metros com vista para o rio e para a marina. Esta arquitetura contemporânea e charmosa vai oferecer ainda amplo salão de festas com lounge panorâmico, localizado no décimo sétimo andar do edifício. O empreendimento localiza-se na rua 3.700 à beira do rio Camboriú, que está em processo de revitalização, segundo a Semasa e secretaria do meio ambiente da cidade. O lançamento irá acontecer em setembro e a entrega da obra em 2014.

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Escola de Vela da Marinas Nacionais está com as inscrições aberta para novos alunos. As aulas começarão na segunda quinzena de setembro e podem se inscrever crianças de 7 a 12 anos que saibam nadar. O instrutor é Thomas Buckup, velejador das classes Pingüim, Snipe, FD, Lightning, J24, Oceano. Será a terceira turma de velejadores mirins. “As crianças chegam aqui sem nenhuma noção e durante o curso têm a oportunidade de velejar com ventos de 12 a 13 nós”, destaca Thomas Buckup. A parte teórica abordará conhecimentos básicos como: ventos, ondas, correntezas, pontos cardeais, estrelas, nós, meteorologia, consciência ecológica, direitos básicos de passagem, sinalizações básicas, tipos de barcos e filmes sobre vela. A parte prática abordará o controle de leme e vela, assim

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como a otimização da velocidade e outras atividades físicas e lúdicas, além de competições entre os alunos. Os alunos formados nas turmas anteriores podem participar da turma de veteranos. “O objetivo é realizar um trabalho consistente na formação de novos velejadores”, conta o administrador da Marinas Nacionais, Alejandro Rodriguez Comas. As turmas terão o limite de participação de, no máximo, 15 alunos. Para o curso todo estão previstas cerca de 10 aulas de 3 horas de duração, das 9 às 12h, aos finais de semana ou feriados.

fotos: Rodney Domingues

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Mais informações:

(13) 3305-1421 com Saulo, ou pelo email: atendimento@marinasnacionais.com.br

Observação: em caso de número insuficiente de inscrições, a Marinas Nacionais reserva-se ao direito de cancelar o início do curso, devolvendo as respectivas taxas que porventura tenham sido pagas.

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om a experiência de anos de navegação esportiva no litoral do Rio de Janeiro, o empresário Orlando Pinto da Silva juntamente com seu sócio Kiyoshi Kubo fundaram o Zeta Estaleiro no inicio de 2010. O modelo escolhido foi o Zeta 260, desenvolvido pela Squadra Naval de Santa Catarina. O objetivo inicial foi de lançar uma lancha aberta com comando central, com amplo espaço de cockpit e com grande versatilidade de utilização, como pesca, mergulho, apoio, fiscalização, etc. Aliado a isto um casco preparado para enfrentar condições de mar mais adversas. Devido ao seu cockpit auto-drenável e alta bordalivre, possibilita que seja enquadrada como navegação costeira, atendendo às exigências da marinha. Possuindo um tanque de combustível de 300 litros, garante uma autonomia de aproximadamente 200 milhas náuticas. Há também a possibilidade de que o casco venha com flutuabilidade positiva. O casco possui um grande “flare” na proa que, aliado a sua alta borda livre, garante uma navegação seca no cockpit. Devido a amplitude do cockpit , há a possibilidade de instalação de diferentes arranjos de assentos, inclusive para a utilização no serviço de transporte de passageiros, no qual a capacidade pode ser aumentada para 10 passageiros + 2 tripulantes.

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A proa é arredondada, facilitando manobras de embarque e desembarque pela proa. Existem duas portas de embarque pela popa, facilitando o pessoal que gosta de puxar peixes mais pesados para dentro do barco. Disponível em diferentes cores de costado, o modelo Zeta 260, vem também na versão centro-rabeta, onde possui uma ampla plataforma de popa e nome muda para Zeta 280 CR.

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Supra

Supra 22V

A mais completa da série. por: Marcelo Giardi “Marreco”

A

Supra é o barco oficial do Campeonato Mundial de wakeboard, ou seja, é ótima para qualquer nível, do iniciante ao profissional. É uma lancha perfeita para a família, pois é muito confortável para passear e a marola é perfeita para a prática do esporte. A Supra é uma lancha para navegar em águas abrigadas, como represas, rios, lagos e locais com poucas ondas como Angra dos Reis, Parati entre outros. Para quem viu a reportagem sobre a Moomba na edição passada, podemos dizer que a Supra é a versão chique dela, com seu paínel digital você pode programar todo o setup do seu jeito, como o enchimento do lastro, posição do wake plate (flap que ajuda no arranque e na formação da marola), altura do som, velocidade e RPM. Ao mesmo tempo você tem na mesma tela, voltímetro, medidor de temperatura, temperatura da água, marcador de combustível e muito mais! Ao contrario da Moomba, que você pode comprar um barco básico, a Supra já vem de série com vários opcionais: Wake plate, sistema de lastro gravitt III com capacidade para 750 litros, painel digital, cunhos retráteis, luzes de atracação, mastro de esqui retrátil, racks rebatíveis para prancha, perfect pass zerp off, esse é o melhor controlador de velocidade do mundo, com o seu sistema ligado por GPS ele não deixa a velocidade variar nem um pouco, com certeza o problema de ser puxado pela mulher ou namorada vão acabar, é só manter a lancha reta e pronto. A motorização vai de 325 HP, que é o de série, mas você pode dar um upgrade pro motor de 340 e de 409 HP, todos da Indmar. O espaço interno é muito bom, cabendo até 14 pessoas sentadas e com conforto, sendo que tem o banco atrás do piloto, que cabem 2 pessoas olhando para trás, vendo quem esta andando de wake.

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Você ainda pode colocar alguns opcionais, como a Progressive Tower, que é uma torre diferencia e dá um design ainda mais arrojado para o barco, capota zcargo, nessa capota você pode prender em cima dela, pranchas de wakeboard, wakesurf, bóias e wakeskates, aumentando ainda mais o espaço interno. O acabamento do barco é impecável, com um estofamento bem grosso e resistente, sistema de duas baterias, uma somente para o motor e outra para os acessórios, carpete impermeável, banco do motorista com regulagem de altura e distancia. Além disso o motor pode vim com sistema fechado de água (funciona como um radiador), aumentando assim a durabilidade para quem quer navegar em água salgada, não precisando adoçar depois de cada vez que a lancha vai pra água. Sem dúvida um barco perfeito para quem quer luxo, conforto e uma marola gigante!

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wakeboard

Jaguariúna a nova capital do

wakeboard por Eduardo “Jovem” Martins fotos: Igor B8

A

cidade de Jaguariúna já vem sendo o foco do wakeboard nacional desde a inauguração do Naga Cable Park a um pouco mais de um ano, que vem tendo muito sucesso sendo freqüentado por vários praticantes do esporte e por muitos outros novos praticantes. Mas faltava uma coisa, todos que tinham o primeiro contato com o esporte no cable, sempre perguntavam e se interessavam pela pratica do wakeboard no barco, que é a modalidade mais conhecida aqui no Brasil, e a represa mais próxima da cidade de Jaguariúna fica a 100km, tornando um pouco difícil o acesso as duas modalidades (cable e marola) para os visitantes do cable. No começo desse ano um empresário da cidade, Valdomiro Poliselli Junior, que esta construindo um condomínio de veraneio, o Lago da Barra, que fica a apenas 3 km do Naga Cable Park, com estrutura para a pratica de vários esportes como futebol, tênis, hipismo, golfe, atletismo entre outros esportes, convidou a MWS para participar desse projeto, como o lago é pequeno e só seria possível uma

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Naga Cable Park visão geral

Sistema de duas torres para iniciantes

Rampas do Naga Cable Park – simulam a marola do barco auxiliando muito o aprendizado dos alunos

embarcação por vez para se ter uma boa condição de pratica, a solução foi que apenas o barco da MWS vai poder usar o lago, podendo atender a todos os visitantes e os futuros condôminos que vão ter opção de mais um esporte no seu final de semana. Quem já acreditava que Jaguariúna ia se tornar a capital do wake nacional, agora já pode ter certeza, a cidade vem sendo o lugar mais procurado do país para se praticar o wakeboard. A boa estrutura de hotéis, ótimos restaurantes e o fácil acesso, tanto pra quem vem da capital como quem vem do interior, são outros fatores que contribuem para esse sucesso! A ultima novidade na cidade foi a realização da primeira Clinica MWS de Wakeboard. A MWS já organiza clínicas de wakeboard ha alguns anos, mas sempre em represas isoladas onde o aluno tem somente a opção de andar de barco e ficava hospedado em uma pousada na beira da represa, um esquema bem legal, mas um pouco limitado, já no novo formato marola e cable, o aluno tem a opção de andar na marola e no cable no mesmo dia, não tem quem não goste! Segundo Marcelo

“Marreco” campeão panamericano, esse é o melhor sistema de treinamento possível para os praticantes aqui no Brasil, “ Finalmente vamos ter a mesma estrutura que os gringos.” Essa primeira clinica em Jaguariúna foi realizada no ultimo mês de julho e recebeu alunos de todo o Brasil como, Manaus, Brasilia, Belo Horizonte, Foz do Iguaçu, Vitoria, Londrina, São Gabriel e muita gente da grande São Paulo. Os atletas são de todos os níveis, mas principalmente iniciantes que ja andaram algumas vezes e querem realamente entender o esporte, foi um sucesso total.

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Família se divertindo no Naga

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Cilindros Cilindradas

3.3 M

1

5M

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1

15 M

2

74.6 102 262

PARTIDA

PESO

Manual

13 Kg

Manual

20 Kg

Manual

34 Kg

15 M Super

2

294

25 M Sea Pro

2

430

Manual

51 Kg

50 ELPTO

3

966

Elétrica

93 Kg

60 ELPTO

3

75 ELPTO

3

90 ELPTO

3

966 1386 1386

Manual

Elétrica Elétrica Elétrica

41 Kg

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Cilindros Cilindradas

150 L EFI

6

200 L EFI

MY

6

2507

PARTIDA Elétrica

PESO 193 Kg

2507

Elétrica

193 Kg

200 XL EFI

6

2507

Elétrica

193 Kg

225 L EFI

6

3032

Elétrica

214 Kg

225 XL EFI

6

3032

Elétrica

214 Kg

225 CXL EFI

6

3032

Elétrica

216 Kg

250 XL EFI

6

3032

Elétrica

214 Kg

250 CLX EFI

6

3032

Elétrica

216 Kg

Cilindros Cilindradas

40 ELPT EFI

2 2 3 4 4

323 523 747 955 955

PARTIDA Elétrica Elétrica Elétrica Elétrica Elétrica

PESO 51 Kg 71 Kg 112 Kg 112 Kg 112 Kg

4.3 L MPI

Cilindros L4 V6 V8

Litros 3.0 L 4.3 L

Potência

260 HP

5.7 L

300 HP

6.2 L

320 HP

Elétrica

175 Kg

Elétrica

175 Kg

496 MAG

V8

8.1 L

375 HP

1741

Elétrica

175 Kg

496 MAG HO

V8

8.1 L

425 HP

MX 6.2 MPI

VERADO 135 L

4

1732

Elétrica

VERADO 150 L

4

1732

Elétrica

231 Kg

>VERADO 150 XL

4

1732

Elétrica

239 Kg

Modelo

MOTORES CUMMINS MERCRUISER DIESEL Cilindros

Litros

Potência

3

1526

Elétrica

163 Kg

VERADO 150 CXL

4

1732

Elétrica

239 Kg

1526

Elétrica

163 Kg

1.7 MS 120

L4

1.7 L

116 HP

VERADO 175 L

4

1732

Elétrica

231 Kg

2.8 ES 170

L4

2.8 L

162 HP

239 Kg

4.2 MS 200

L6

4.2 L

239 Kg

4.2 MS 230

L6

4.2 L

135 L OPT

3 6

155 L OPT

6 6 6

175 L OPT 175 XL OPT 200 L OPT 200 XL OPT

6 6 6 6

1526 2507

Elétrica Elétrica

2507

Elétrica

2507

Elétrica

2507

Elétrica

2507 2507 3032 3032

Elétrica Elétrica Elétrica Elétrica

170 Kg 195 Kg 195 Kg 195 Kg

VERADO 175 XL VERADO 175 CXL VERADO 200 L VERADO 200 XL

4 4 6 6

1732 1732 2598 2598

Elétrica Elétrica Elétrica Elétrica

288 Kg 294 Kg

5.9 L

370 HP

294 Kg

QSB 380

L6

5.9 L

380 HP

288 Kg

450C

L6

8.3 L

450 HP

480C

L6

8.3 L

480 HP

QSC 540

L6

8.3 L

540 HP

Elétrica

234 Kg

225 Kg

VERADO 250 XL

6

2598

Elétrica

294 Kg

225 Kg

VERADO 250 CXL

6

2598

Elétrica

294 Kg 288 Kg

Elétrica

225 Kg

VERADO 275 L

6

2598

Elétrica

4.2 L

259 HP

4.2 L

306 HP

5.9 L

330 HP

225 CXL OPT

6

3032

Elétrica

225 Kg

QSM 11

L6

10.8 L

VERADO 275 XL

6

2598

Elétrica

294 Kg

250 XS OPT

6

3032

Elétrica

229 Kg

QSM 11

L6

10.8 L

635 HP

VERADO 275 CXL

6

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294 Kg

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660 HP

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239 HP

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370B

2598 2598

6 6 6

3032 3032 3032

4.2 L

L6

330B

6 6

VERADO 200 CXL VERADO 225 L VERADO 225 XL

6 6 6

L6 L6

288 Kg 298 Kg

VERADO 225 CXL VERADO 250 L

195 Kg 195 Kg

200 CXL OPT 225 L OPT 225 XL OPT

4.2 MS 250 4.2 MS 270 4.2 MS 320

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225 Kg 225 Kg

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231 Kg

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135 HP 220 HP

5.0 L

V8 V8

1596 1596

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DICAS DO DENINHO Parte II:

Manutenção

Por: Juliana Oliveira

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a edição passada, abordamos o tema segurança como sendo o primeiro de uma série de dicas que serão passadas aos leitores da Boat Shopping. Nesta segunda parte, o assunto é a manutenção do jet. Nos meses frios é importante saber conservar a moto-aquática. Ações básicas como adoçar, lavar e guardar corretamente o veículo podem evitar o transtorno de precisar repor alguma peça por conta da oxidação do motor ou componentes eletrônicos.

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As dicas abaixo foram pensadas àqueles que pilotam em águas salgadas:

1.

Adoçar o jet (lavá-lo com água doce) após o uso evita que o sal enferruje o motor, o carburador e o hidrojato. Caso não seja possível molhar a moto assim que retirá-la do mar, deixe o jet ligado, na areia, por aproximadamente 10 segundos e dê 3 ou 4 aceleradas leves para expulsar a água salgada das galerias internas do motor e do escapamento.

2.

Antes de molhar os compartimentos internos, espere em média 30 minutos para o motor esfriar. Derrame água doce de cima para baixo e ao redor para que escorra por toda a peça.

3.

Verifique se os bujões do casco estão abertos e tente manter a proa um pouco mais alta do que a popa, deixando escorrer a água salgada interna e evitando o surgimento de oxidações no motor

4.

Em seguida, lave o centro do hidrojato (onde fica a hélice e o eixo) e os componentes internos.

A lavagem externa não requer segredos, mas deve ser feita com produtos próprios para embarcações ou xampu neutro de limpeza de automóveis. Ensaboe a moto com uma esponja macia para não riscar e esfregue, suavemente, o guidão, o banco, o casco e o painel de controle. Secar com um pano macio. Lubrifique o motor e o hidrojato com silicone em spray ou vaselina líquida. Não economize, isso é fundamental para evitar a oxidação das peças. Novamente, coloque o jet para funcionar e acelere 3 vezes para expelir o restante de água que pode ficar internamente.   Por fim, guarde o jet em um lugar arejado. A marina é sempre a melhor opção. Ao escolher a capa protetora, prefira aquelas com algumas partes vazadas e espaço para deixar o banco aberto.

8.

5.

A técnica ideal para adoçar o jet é levá-lo a uma represa ou tanque cheio de água doce. Veja como é realizado o tratamento na marina da Casarini no Guarujá, eleita a melhor do Brasil.

6.

7.

9.

Outra maneira é adoçar o jet com uma mangueira, de pelo menos meia polegada. Ligue o motor e em seguida insira a mangueira no local pré-determinado pela fabrica  mantendo a moto em funcionamento por 1 minuto e acelerando levemente a cada 10 segundos. Após esse tempo, corte a água e deixe o jet ligado em torno de 10 segundos dando 3 a 4 aceleradas leves e desligue.

Os procedimentos acima devem ser feitos toda vez que o jet for utilizado em água salgada . Para manter o bom funcionamento da moto, é preciso ligá-la uma vez por semana nem que seja por alguns segundos. Esta ação libera a troca da gasolina nos injetores e carburadores. Lembre-se sempre de deixar todos os compartimentos abertos, evitando que o mofo tome conta de seu equipamento Agora é só por em prática e curtir sua moto aquática.

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