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São Francisco, Sagrada Face, Santa Luzia, Santa Rita, São Benedito, São José, Mãe BOLETIM DA PARÓQUIA N. SRA. DA CONCEIÇÃO APARECIDA

VEM AÍ...

APARECIDA-SP

EDIÇÃO MENSAL

J

esus estava sentado no Templo e observa va aos que colocavam moedas no cofre de ofertas. Muitos ricos depositavam muito di nheiro, então chegou uma viúva pobre e de positou alguns centavos no cofre.

Quando conversamos com cristãos para nos ajudar no dia a dia de nossa paróquia, recebemos na maioria das vezes a resposta de que não temos nenhum dom a oferecer, não "sabemos fazer nada". Que engano! Todos nós temos dons que recebemos de Deus e deixamos adormecidos dentro de nós. Temos tanta coisa para oferecer, mesmo que sejam as moedinhas que a viúva ofereceu com tanto amor. Aliás, amor é a palavra-chave. Se tudo o que fizermos for com amor, tenho certeza de que faremos bem.

NESTA EDIÇÃO Palavra do Pároco ...................................... 02 O que é ser Pároco Questões de Fé ......................................... 02 E os casais em segunda união? A palavra é sua ........................................... 02 Dom Damasceno, presidente da CNBB Pingos e Respingos .................................. 02 Novos tempos litúrgicos Atividades na Paróquia .............................. 03 Pirilampo .................................................... 03 Gente Fiel ................................................... 03 Grupos de Oração Reciclar Sempre ....................................... 03 Aconteceu .................................................. 04 Posse do Padre Belo Festa de Santa Rita Novos Reis de São Benedito

NÚMERO 96

Aproveitando esta oportunidade, gostaria de lançar a campanha do "Dízimo do Tempo". Nós, cristãos dizimistas, oferecemos todos os meses o dízimo em espécie (dinheiro). Ele é a experiência que fazemos da nossa solidariedade. Sem essa ideia de amor e solidariedade, o dízimo vira um ato de rotina e obrigação. Portanto, se ofertar mos o dízimo em espécie (dinheiro), por que não iremos também ofertar com amor e solidariedade o "Dízimo do Tempo"?

CURTAS & BOAS Início das inscrições para crisma de jovens para o ano de 2012: de 01 a 30 de junho. Festa do Dízimo na Comunidade de São Benedito: durante todo o mês de junho. Missa e 1ºTerço de São Benedito 2012: será dia 14 de junho, às 19 horas e logo após terço na casa dos reis: Lissinho e Eliana. Corpus Christi: dia 23, Celebração Eucarística, às 17 horas, em frente a Santa Casa. mos oferecer nosso "Dízimo do Tempo", vamos ajudar nossos irmãos, vamos ajudar nossa Igreja. Estamos esperando todos de braços abertos! Lembrem-se, ninguém é tão "importante", que não possa doar um pouco de seu tempo. Nem é tão "humilde", que não saiba fazer nada. Boaventura dos Santos - PASCOM

http://pacolacueva.blogspot.com

A animação da festa ficará por conta da Renovação Carismática Católica e a organização, a cargo das pastorais Andrea Moroni e movimentos da arquidiocese.

ANO 6

DÍZIMO DO TEMPO

Jesus chamou os discípulos e disse: "Essa viúva depositou mais do que todos os outros, por que depositou tudo o que tinha enquanto os ricos depositaram o que estava sobrando".

O tema da Festa deste ano será "Em Cristo, Palavra Viva, somos todos irmãos e filhos de Deus". Na programação está prevista palestra sobre o tema "Cristo, Palavra Encarnada, para que Nele todos tenham vida" e o palestrante será o reitor do Santuário Nacional, Padre Darci Nicioli.

JUN/11

O tempo, para nós, é muito importante; faz parte de nossa vida. Deus nos deu a vida, portanto, Ele nos deu o "tempo". Nosso tempo é muito precioso para nós e para Deus. Pense bem. Vamos usar um pequeno espaço deste nosso tempo para Deus. Ele nos dá tanto e pede tão pouco e, ainda assim, negamos esse pouco para Ele. Está lançada a campanha, va-

"A respeito do amor fraterno não é preciso que vos escrevamos, porque vós mesmos aprendestes de Deus a vos amar uns aos outros". (1Ts 4,9)


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BOA NOTÍCIA - jun/2011

A palavra é sua

Palavra do Pároco

O que é ser Pároco O que é ser pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida e o que espera dos paroquianos? Em primeiro lugar quero me apresentar aos paroquianos e aos nossos leitores que nos acompanham à distância. Sou Pe. José Manoel Belo de Oliveira, Missionário Redentorista há 28 anos de vida consagrada e 23 de sacerdócio. Aqui cheguei vindo de Miracatu/ SP, Paróquia N. Sra. das Dores. Lá trabalhei 2 anos, 3 meses, 8 dias e 3 horas. Depois de trabalhar 15 anos como vigário paroquial em duas Dioceses, havia iniciado em Miracatu minha primeira experiência como pároco. Cheguei em Aparecida no dia 28 de abril com a missão de ser pároco. Como entendo e como encarei esse novo trabalho pedido pela Província de São Paulo, na pessoa de Pe Luiz Rodrigues? Sinto ser um grande desafio. Trata-se de uma paróquia com muitos anos de caminhada, com mais de 31 pastorais, movimentos e associações, e com toda uma tradição desses anos acumulados.

No meu entender, ser pároco é alguém que procura congregar forças, que busca ouvir o clamor do povo, e sabe perceber e apontar os rumos a seguir, tendo Cristo como guia. Pretendo, juntamente com o Pe. José Marques, dar continuidade ao trabalho iniciado pelos confrades que nos antecederam. As mudanças virão com o tempo e de acordo com as necessidades e o empenho de cada um dos envolvidos nessa grande empreitada. Um fato que me anima e dá coragem é saber que não estamos sozinhos nessa grande missão. Percebo que, nessa paróquia, existe um grande número de Discípulos e Missionários empenhados e dedicados na pastoral. Um verdadeiro exército de evangelizadores! Esperamos trilhar nosso caminho apoiados em quatro dimensões: Acolher, Testemunhar, Dialogar e Anunciar. Sobre elas pretendemos realizar nossa caminhada paroquial. Tendo Cristo como Mestre e Nossa Senhora como Mãe do Perpétuo Socorro de Aparecida. Do irmão em Cristo, Pe. José Belo, CSSR

Questões de fé Carmem, comunidade São Benedito - Aparecida - SP, pergunta:

"Casais em segunda união são proibidos pela nossa Igreja de comungar, mesmo levando uma vida reta. Já casais de primeira união são "orientados" a não comungar se estão em pecado. Esses casais de segunda união comprovadamente de vida cristã e que erraram no primeiro casamento, não poderiam ter uma segunda chance? Cancelar um casamento é muito difícil e caro". Pe. José Oscar Brandão, missionário redentorista responde

A sua pergunta, Carmem, é uma questão delicada e complexa. Vou tentar responder. Por um lado, a Igreja não pode transigir com o pecado. Doutro lado, a Igreja é mãe e não quer e não pode ser insensível ao sofrimento de seus filhos... Ninguém pode obrigar um filho ou uma filha a casar só porque ele ou ela errou, ou só porque ela está grávida. O casamento mal feito pode ser um erro ou uma desgraça maior ainda. Os noivos são livres. Entretanto, depois que se casaram religiosamente, não pode haver divórcio, separação. Você conhece a Palavra de Jesus Cristo: "O que Deus uniu, o homem não separe". A Igreja é fiel à Palavra de Deus, à doutrina de Jesus e, por isso, sempre defende a indissolubilidade do matrimônio. Carmem, não se esqueça contudo que a Igreja é mãe. Ela não deixa de tratar

como filhos aqueles que, por diversos motivos (culpáveis ou não), viram seu casamento destruído. Eles não podem ser considerados separados da Igreja misericordiosa. A Igreja, cheia de fé e de esperança, reza pelos casais que, separados, depois se uniram a outras pessoas, tentando reconstruir sua vida em um outro casamento. Os casais que se "casaram de novo" não devem ser discriminados, mas integrados à Igreja. E mesmo que eles não possam receber a Sagrada Comunhão, a Igreja pede que eles não desesperem, não abandonem suas práticas religiosas, mas rezem, participem da Comunidade, da missa e façam obras de caridade, lutem pela Justiça. Que eles façam a Comunhão Espiritual, implorando dia a dia as graças de Deus! Eles devem também conversar e procurar orientação com o sacerdote de sua comunidade.

Dom Damasceno é eleito presidente da CNBB Aparecida sediou, de 4 a 13 de junho, a 49ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (CNBB), que reuniu mais de 300 bispos no Centro de Eventos do Santuário Nacional. Durante dez dias, os bispos discutiram vários temas e elegeram a nova Presidência da CNBB, além dos presidentes de 12 Comissões Pastorais. Os bispos também aprovaram as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DAGE), tema central da Assembleia. O documento, que se renova a cada quatro anos, apresenta diretrizes que devem nortear as dioceses, paróquias e comunidades na elaboração de seus planos pastorais. O texto, com 130 parágrafos, é dividido em cinco partes, além de uma introdução e uma conclusão. As eleições foram outro tema central da Assembleia. Foram eleitos o presidente, o Cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis; o vice-presidente (Dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luís-MA), e o secretário geral (Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo prelado de São Felix-MT). A nova Presidência, que tomou posse na última sessão da Assembleia, na manhã de sexta-feira, 13, dirigirá a CNBB por quatro anos. Foram eleitos ainda os presidentes das 12 Comissões Episcopais Pastorais da CNBB, que, juntamente com os três membros da Presidência, formam o Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep). A última eleição foi para o delegado da CNBB, junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), com seu respectivo suplente. Os eleitos foram Dom Geraldo Lyrio Rocha (delegado), que

deixa a Presidência da CNBB, e Dom Demétrio Valentini (suplente), bispo de Jales (SP). Documentos A Assembleia aprovou outros importantes documentos, notas e mensagens, como as Diretrizes para a Formação do Diaconato Permanente. Este documento deverá receber, agora, a aprovação da Santa Sé para posterior publicação. Ele é, na verdade, uma revisão do Documento 74 da CNBB. Os bispos divulgaram: uma mensagem pela beatificação da Irmã Dulce, que aconteceu no dia 22 de maio, em Salvador; uma nota de solidariedade aos povos indígenas; uma nota sobre a decisão do STF, que reconhece a união estável entre pessoas de mesmo sexo, uma moção à Frente Parlamentar Mista contra o aborto. Outra decisão importante da Assembleia foi a de realizar a 5ª Semana Social Brasileira (SSB) e a criação de duas novas Comissões Pastorais - para a Juventude e a Comunicação, elevando para 12 o número de Comissões. Andrea Moroni

Ping os e R esping os Pingos Resping espingos

Art. nº 84 História da Liturgia

ção da Igreja.Liturgia Pelos anos de 900 aRo1.000, Formação da houve uma grande degeneração na vida da de Roma, o que influi na Igreja e na mana dacidade Idade Média liturgia. Roma chegara a seu pior estado. O

Neste tempo, os imperadores germânicos fizeram da Igreja um grande apoio do império. Com isso lhe davam apoio. Davamlhe muitas possibilidades e até levaram para Roma a liturgia restaurada romano-franco-germânica. Roma e o poder civil estavam unidos. Aquela liturgia que foi de Roma para o centro do império foi modificada e enriquecida. Não é mais a liturgia pura romana. Surgem conflitos com estes imperadores e aparece o fenômeno das cruzadas. É também uma época de grandes santos, como veremos. Além dos imperadores, quem contribuiu muito para a vida da Igreja foram os monges, de longa data, desde S. Bento. A cada 5 km havia um mosteiro. Eram centros de formação do povo e de formação e celebração da fé. A partir do ano 1.000 foi feita uma grande reforma da vida monástica que influenciou na beleza, magnificência e solenidade da liturgia na suntuosidade das Igrejas. Esta reforma se espalhou pela Europa. Por outro lado, monges mais austeros, deixavam mais austera e simples a liturgia, como S. Bruno e S. Romoaldo. Oferecem uma liturgia com uma piedade nova, terna, afetuosa, mais subjetiva, com bom gosto e grandeza. Há diferenças nas diversas ordens religiosas. Procura-se a interioridade da liturgia. Estão em andamento as devoções do Mistério do Nascimento de Cristo, de sua Humanidade, suas Chagas e o amor a Nossa Senhora. Os Papas, a partir do século IX-X até o século XIII com Inocêncio III, deram um grande avanço nas reformas e na organiza-

Papado e a vida social estavam em péssimo estado. Com a intervenção dos imperadores se reabilitou a vida da Igreja. Os bispos que vieram com os imperadores trouxeram sua liturgia bonita, festiva. Em Roma faltavam até os livros para a celebração. Mas não era mais a liturgia dos séculos VIII, no modo romano. O Papa Gregório VII e Inocêncio III protestam contra a destruição da velha liturgia romana, como fora adaptada no Império Germânico. Por falta de conhecimento da real tradição antiga, a liturgia permanece influenciada pelos usos e costumes dos franco-germânicos. Entramos então numa fase da construção de uma liturgia que atravessará até 1.500, com sucessivas reformas. Infelizmente, o Papa Gregório suprimiu a liturgia da Espanha e outras mais frágeis que havia pelos países. Para isso usa até a força. O Rito Hispânico, praticado em Toledo, foi restaurado após o Vaticano II. Por sinal um professor meu foi quem trabalhou nesta reforma de restauração do Rito Hispânico, também chamado de Visigótico, Mozarábico ou Toledano. Lembro a felicidade com que disse, em aula, que tinha encerrado seu trabalho. Reformas sempre existiram na Igreja. Por isso, não há como se abater por uma liturgia estática que está mais para museu que para celebração do povo de Deus.

Pe. Luís Carlos de Oliveira, C.Ss.R


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jun/2011 - BOA NOTÍCIA

Atividades na Paróquia PREPARAÇÃO PARA O BATISMO: 14 e 15 de JUNHO Centro Paroquial: Praça Nossa Senhora Aparecida, 313 - Centro Tel./Fax: 3105-1502 Horário de atendimento: das 8h às 12h e das 13h às 17h30 horas Secretaria: Eliane, Marilse e Maria de Jesus e-mail: nsaparecida@redemptor.com.br Plantão dos padres 2ª feira: De manhã (Pe. Belo) À tarde (Pe. José Marques) 3ª feira: De manhã (Pe. José Marques) À tarde (Pe. Belo) 4ª feira: Dia livre 5ª feira: De manhã (Pe. Belo) À tarde (Pe. Belo) 6ª feira: De manhã (Pe. José Marques) À tarde (Pe. Belo)

LEGIÃO DE MARIA Dia 23/05/2011, na Basílica Matriz de Nossa Senhora Aparecida, realizou-se a Festa da Acies de 2011 da Legião de Maria de Aparecida. Em celebração presidida pelo Padre José Marques as legionárias renovaram seu compromisso de fidelidade à sua Legião. A Acies é uma obrigação legionária, é a renovação do compromisso de fidelidade a Virgem Maria e a sua Legião, é a principal solenidade da Legião.

Pirilampo

Gente Fiel Como o Grupo de Oração ajuda na evangelização da comunidade? A Renovação Carismática Católica no Brasil surgiu na década de 1970. É uma expressão da Igreja, que tem como identidade Evangelizar com ardor missionário a partir da experiência do Batismo no Espírito Santo, que se manifestou na Igreja Primitiva e se renova hoje. Sua vocação é promover na Igreja, para Igreja, o Fruto de Pentecostes e a prática dos carismas em suas ações (afirma Papa João Paulo II). Ela nasceu na Igreja, é para Igreja e atua com a Igreja, onde seus membros têm como fundamento a Palavra de Deus, a Oração e a Vivência dos Sacramentos. A vida de Oração leva a ação, pois conduzidos pelo Espírito Santo somos levados a estar em comunhão com o Pároco e o Vigário Paroquial, evangelizar com Ardor missionário, formando em Santidade e Serviço o povo de Deus a partir da Efusão do Espírito Santo. A RCC procura despertar no povo de Deus uma vida de Oração, Adoração ao Santíssimo Sacramento e, principalmente, uma vivência da Palavra de Deus - para que, cada um, ao descobrir seus dons, coloque-se a ser-

viço com profundo sentimento de responsabilidade em seus variados ministérios. Acreditamos que a Santidade de vida alimenta e orienta uma verdadeira Promoção Humana. Seus membros atuam: Pastoral Litúrgica, Catequese, Missionários nos Setores, diretoria de comunidade, Pastoral da Saúde, Projeto de Evangelização (Atuação nos Conselhos Municipais), Aconselhamento, Atendimento de Oração, Ministério extraordinário da Sagrada Comunhão, Ministério da Palavra (Leitores), Ministério da Música. RCC na Paróquia N. S. C. Aparecida, reza e faz "Oração" Regina RCC


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Aconteceu

BOA NOTÍCIA - jun/2011

Entrega da imagem de São Benedito para os novos reis: Lissinho e Eliana - Dia 03/05/2011

Homenagem dos Coordenadores de comunidades, pastorais e movimentos para Pe. Croon - Dia 31/05/2011

Festa de Santa Rita – 29/05/2011

Festa de São José – 15/05/2011

POSSE PADRE BELO COMO PÁROCO

Posse do novo pároco, Pe. Belo – Dia 05/05/2011 – Comunidade São José

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Dia 05/05/2011, na Igreja São José, em celebração presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida Dom Raimundo e concelebrada por Dom José Luiz Bertanha, bispo da Diocese de Registro, SP, do Provincial Pe. Luís Rodrigues Batista, Pe. Victor Hugo S. Lapenta, Pe. Geraldo de Paula, Pe. Adenilto B. de Godoi, Pe. Ferdinando Mancílio, Pe. José Marques Dias, Pe. Jalmir C. Herédia, Pároco da Paróquia Santo Afonso e Ir. Mauro Maciel, o Padre José Manoel Belo de Oliveira tomou posse como pároco de nossa Paróquia. Padre Belo é natural da cidade de Nossa Senhora dos Remédios em Minas Gerais, nasceu no dia 19 de abril de 1955 e é filho de José Neves de Oliveira e Maria Antonieta Belo de Oliveira.

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Informativo mensal da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida Pároco: Pe. José Belo, CSsR Diretor espiritual: Pe. José Marques Dias, CSsR Jornalistas responsáveis: Marco Antônio Santos Reis, MTB58336 e Deize Renó Coordenação: Boaventura Colaboradores: Maurílio Reis, Deize Renó, Boaventura, Maíra (Santa Luzia), Maria Rita (São Benedito), Andresa Custódio (Santa Rita), Valdir (São Benedito), Maria de Jesus (Santa Rita), Eliane. Impressão: EDITORA SANTUÁRIO - Tiragem: 1500 exemplares


Edição 96 - Boa Notícia