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O conselheiro do CNJ, Ney José de Freitas, relator do Procedimento de Controle Administrativo que analisava a acusação de que o desembargador Ari Moutinho "privilegiou contratações temporárias no Tribunal de Justiça do Amazonas em detrimento à regra do concurso público”, determinou o arquivamento dos autos.</p>