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Unint el passat amb el futur

Stephanny Arancibia i Elena Orts Carmen Andújar 2n de Batxillerat Curs 2011‐12 IES Manuel Vázquez Montalbán 16 de gener de 2012


Índex – Unint el passat amb el futur 1. PRESENTACIÓ....................................................................................................... p. 1 1.1. Objectius del projecte.................................................................................. p. 2 1.2. Ubicació del projecte................................................................................... p. 3

2. TREBALL DE CAMP............................................................................................... p. 4 2.1. Visita dels museus....................................................................................... p. 4 ‐

Museu Art Contemporani de Barcelona MCBA....................................... p. 4

Museu d’Història de Catalunya MHCAT.................................................. p. 5

Museu Caixa Fòrum................................................................................. p. 7

Museu Nacional d’Art de Catalunya MNAC............................................. p. 8

Museu Picasso......................................................................................... p. 11

2.2. Conclusió de la visita dels museus............................................................... p.12

3. OBTENCIÓ DELS PLANOLS ORIGINALS................................................................. p. 14 3.1. Estudi dels plànols: edifici de turbines........................................................ p. 15

4. INTRODUCCIÓ AL PROJECTE................................................................................ p.17 4.1. Museu.......................................................................................................... p. 17 4.2. Serveis.......................................................................................................... p. 18 4.3. Ludoteca...................................................................................................... p. 18 4.4. Sala d’exposicions temporals....................................................................... p. 18 4.5. Restauració: cafeteria i/o restaurant........................................................... p. 18 4.6. Biblioteca..................................................................................................... p. 18 4.7. Oficines i administració................................................................................ p. 19 4.8. Magatzems.................................................................................................. p. 19 4.9. Pàrquing....................................................................................................... p. 19 4.10. Sales polivalents....................................................................................... p. 19 4.11. Sala de conferencies................................................................................ p. 19 4.12. Aules i tallers............................................................................................ p. 20


5. PROJECTES PROPOSATS...................................................................................... p. 21 5.1. Primer projecte............................................................................................ p. 21 5.2. Segon projecte............................................................................................. p. 21 5.3. Tercer projecte............................................................................................ p. 22 5.4. Quart projecte............................................................................................. p. 22 5.5. Conclusió dels projectes: avantatges i inconvenients................................. p. 23

6. ESTUDI DE LES MESURES DEL PROJECTE DEFINITIU............................................ p. 26 6.1. Ascensors..................................................................................................... p. 26 6.2. Rampes........................................................................................................ p. 26 6.3. Escales......................................................................................................... p. 27 6.4. Escales mecàniques..................................................................................... p. 28

7. PLANOLS............................................................................................................... p. 29 7.1. Estudi dels plànols del projecte definitiu.................................................... p. 29 7.1.1. Planta ‐1............................................................................................ p. 30 7.1.2. Planta 0............................................................................................. p. 30 7.1.3. Planta 1............................................................................................. p. 31 7.1.4. Planta 2............................................................................................. p. 32 7.1.5. Planta 3............................................................................................. p. 33 7.1.6. Planta 4............................................................................................. p. 34 7.2. Plantes en general....................................................................................... p. 35 7.3. Secció........................................................................................................... p. 35 7.4. Façanes........................................................................................................ p. 35 7.5. Exterior........................................................................................................ p. 36

8. CONTINGUT DEL MUSEU..................................................................................... p. 37 8.1. Primera planta – Primers passos................................................................. p. 37 8.2. Segona planta – Industrialització................................................................. p. 43 8.3. Tercera planta – Segle XX............................................................................ p. 53 8.4. Quarta planta – Segle XXI............................................................................ p. 59


9. MAQUETA............................................................................................................. p. 65 9.1. Materials de la maqueta.............................................................................. p. 65 9.2. Dimensions de la maqueta........................................................................... p. 66 9.3. Procés de construcció.................................................................................. p. 66 9.3.1. Primer pas......................................................................................... p. 66 9.3.2. Segon pas.......................................................................................... p. 66 9.3.3. Tercer pas.......................................................................................... p. 67 9.3.4. Quart pas........................................................................................... p. 68 9.3.5. Cinquè pas......................................................................................... p. 68 9.3.6. Sisè pas.............................................................................................. p. 68 9.3.7. Setè pas............................................................................................. p. 69

10. CONCLUSIONS...................................................................................................... p. 70 10.1. Agraïments............................................................................................... p. 71

11. FONTS D’INFORMACIÓ....................................................................................... p. 72

ANNEXOS 1. Annex 1 – Plànol original 2. Annex 2 – Planta general estat actual 3. Annex 3 – Alçats i planta de l’edifici de turbines 4. Annex 4 – Primer projecte previ 5. Annex 5 – Segon projecte previ 6. Annex 6 – Tercer projecte previ 7. Annex 7 – Quart projecte previ 8. Annex 8 – Planta ‐1 Edifici turbines 9. Annex 9 – Planta 0 Edifici turbines 10. Annex 10 – Planta 1 Edifici turbines 11. Annex 11 – Planta 2 Edifici turbines 12. Annex 12 – Planta 3 Edifici turbines 13. Annex 13 – Planta 4 Edifici turbines 14. Annex 14 – Secció Edifici turbines 15. Annex 15 – Façanes Edifici turbines 16. Annex 16 – Planta general projecte 17. Annex 17 – Galeria fotogràfica “Abans i Avui” 18. Annex 18 – Fotografies maqueta


1. PRESENTACIÓ La idea del nostre projecte primerament eren idees separades que finalment es van unir. Jo, l’Elena Orts, ja tenia en ment des de fa temps l’idea de fer un treball relacionat amb arquitectura i vaig pensar en fer-lo a Sant Adrià, que és la meva ciutat, però no tenia molt clar quin seria l’ús de l’edifici que volia construir. La Stephanny Arancibia estava interessada en fer un treball sobre la història de Sant Adrià del Besòs. Va ser quan ambdues ens vam posar d’acord per portar a terme un treball sobre la construcció d’un museu d’història a Sant Adrià del Besòs. Tal i com deia la nostra tutora Carmen Andújar al principi volíem fer moltes coses, aspirar a algunes metes que eren molt difícils. A la primera reunió vam explicar la nostra intenció de realitzar un nou edifici en el mateix terrenys on es actualment la central tèrmica FECSA, ho volíem construir tot des de cero. No obstant, de seguida ella ens va fer veure que aquest projecte seria massa feina i potser sí, però m'hauria agradat poder fer-lo, encara que ja hem tingut prou feina amb el que hem realitzat. Abans d’explicar el nostre projecte hem de fer un parèntesis en l’historia de la central tèrmica FECSA de Sant Adrià de Besòs, o com és coneguda: Les tres xemeneies. La central tèrmica va ser construïda durant la dècada dels 70 del segle XX (1971-1976) per donar servei en cas d'alta demanda d'energia elèctrica. Està formada per tres mòduls de 350 MW cadascun. El projecte inicial contemplava només la construcció de dos mòduls, els més pròxims a Badalona, finalment es va afegir un altre més. Durant aquesta època, les tres xemeneies, van atorgar nombrosos llocs de treball. Malauradament, actualment es troba en canvi d’ús, ja que al 1983 Sant Adrià es declarada zona atmosfèrica contaminada pel consell de ministres. Tot i això, al 2009 amb una consulta ciutadana sobre la conservació o l’enderrocament de la central, es va votar a favor de mantenir les tres xemeneies.

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1.1. OBJECTIUS DEL PROJECTE Arribats ja a aquest punt, com s’ha citat anteriorment, actualment estan en canvi d’us. El nostre projecte, per tant, consistirà en: 1. Recuperació dels edificis existents: són molts els atributs, en relació amb el seu caràcter testimonial i documental, que fan d’aquests edificis un llegat que es necessari conservar. 2. Reutilitzar de forma coherent: aprofitant i rehabilitant la sala de turbines existent buscant la integració de l’edifici amb els existents, unint el passat amb el futur. 3. Generació d’un nou espai públic: donar nous serveis al municipi utilitzant l’entorn de l’antiga central tèrmica, i les seves pròpies cobertes i terrasses, en un espai museístic obert. 4. Donar a conèixer la història del municipi: recopilar tota la història de Sant Adrià de Besòs en el futur Museu d’Història de la pròpia ciutat. Hem triat aquest projecte per varies raons; la primera seria perquè Sant Adrià manca d’un museu únicament de la història de la pròpia ciutat; seguidament, l’oportunitat de treballar sobre grans superfícies a partir d’un mètode més professional, i per últim, la possibilitat de que aquest projecte es dugui a terme, ja que l’ajuntament admet propostes de projectes per aquesta mateixa central. A més, ens sembla un projecte pràctic i ambiciós.

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1.2. UBICACIÓ DEL PROJECTE El nostre projecte es situarà a la central tèrmica de Sant Adrià de Besòs. Aquesta està situada vora el mar a la desembocadura del riu Besòs entre els termes municipals de Sant Adrià de Besòs i Badalona. Les torres principals tenen una altitud total aproximada de 200 metres (110 metres de xemeneia i 90 metres de caldera) la qual cosa les fa visibles des de molts quilòmetres de distància. La superfície total de la indústria és de 12Ha; de les quals 8Ha pertanyen a Sant Adrià i 4Ha a Badalona. No obstant només 10,5Ha del terreny són útils.

La central tèrmica està bàsicament constituïda per la sala de turbines i les tres xemeneies.

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2. TREBALL DE CAMP

2.1. Visita dels museus

El

treball de camp ha consistit en visitar diferents museus, entre ells, el Museu d’art

Contemporani de Barcelona, el Museu d’història de Catalunya, el Caixa Fòrum, el Museu Nacional d’Art de Catalunya i el Museu Picasso. Aquests museus han estat importants per a la nostra valoració i construcció del nostre projecte.

Museu d’art contemporània de Barcelona (MACBA)

L’arquitecte que va duu a terme l’obra és Richard Meier. El museu va ser inaugurat el 28 de novembre de 1995. Està concebut com un edifici de traçat longitudinal de 120 x 35 m de base, en el qual s’hi inscriu una peça de base circular que travessa verticalment les quatre plantes, i a partir de la qual s'articulen les diferents zones d'exposició. L’edifici majoritàriament és blanc amb nombroses finestres que ocupen la major part de la façana frontal. L’estructura de l’edifici combina les línies rectes amb les línies corbes

Els espais interiors de comunicació disposen de llum exterior, que penetra a l'edifici a través de les anteriors finestres i galeries. Les sales es distribueixen a partir del passadís central en qual es troba la rampa.

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El MACBA està constituït per quatre plantes a les quals es pot accedir mitjançant una extensa rampa, ascensors o escales. Les sales d’exposicions són d’estructura quadrada o rectangular i amplies, la majoria blanques. No segueixen un recorregut estricte ja que son diferents exposicions de diversos autors. Això provoca una lleugera desorientació.

Museu d’història de Catalunya (MHCAT) El museu d’història de Catalunya està ubicat dins del Palau del Mar de la Barceloneta. Aquest eren els antics Magatzems Generals de Comerç (MGC), l'únic edifici conservat del vell port industrial de Barcelona. Es va crear l’any 1996 pel Govern de Catalunya , per tal de donar a conèixer la història de Catalunya. A l'actualitat, els MGC, acullen el Museu d'Història de Catalunya, el Departament de Benestar Social de la Generalitat de Catalunya i un seguit de negocis de restauració.

Any 1827

Any 2011

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La façana és amplia, està construïda per maons clars i l’estil de les finestres és d’arc de mig punt, com s’ha conservat des de que era un magatzem comercial. En canvi, en el vestíbul destaquen els colors forts, com el vermell de les parets. Té tres entrades de llum pel sostre en forma circular, el que permet estalviar en llum i obtenir-la de forma natural . El MHCAT està distribuït en 4 plantes a les quals es pot accedir mitjançant escales mecàniques, ascensor o una rampa que està situada a un lateral del museu.

El contingut del museu està organitzat cronològicament i resumit de forma didàctica per tal de que no et perdis informació. Cada planta segueix un recorregut en forma circular, de manera que hi ha un camí a seguir i passes per totes sales. El museu esta organitzat en 7 etapes des de el començament de la ciutat i moments històrics fins als nostres dies. A l’última planta es troba un petit auditori i un bar/restaurant amb una terrassa amb vistes espectaculars de la Barceloneta.

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Museu Caixa Fòrum Caixa fòrum, el centre social i cultural de l'Obra Social "la Caixa" en un dels principals edificis modernistes de Barcelona, situada en els peus de la muntanya de Montjuïc. Aquest museu que en principi tenia una funció industrial va ser construït per l'empresari Casimir Casaramona que li va encarregar a l'arquitecte Puig i Cadafalch. L'edifici és una peça única de l'arquitectura modernista industrial catalana de principis del segle XX. La façana del Museu Caixa Fòrum està constituïda per maó i consta de nombroses finestres. L’estructura de l’edifici és manté com la industria tèxtil preexistent. Per accedir al museu cal baixar unes escales.

El vestíbul és ample, majoritàriament blanc i bé il·luminat, on podem trobar informació, una petita sala d’exposicions i una botiga de regals del mateix museu. El centre explica en l'actualitat amb 12.000 m², distribuïts en tres plantes, i d'aquests, més de 2.500 estan ocupats per les quatre sales d'exposicions.

L’entrada general al museu es gratuïta. A partir del vestíbul es pot accedir a la primera planta, on comença el contingut del museu. A la primera planta s’ubica la maqueta del museu juntament amb la història d’aquest mateix.

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El Museu Caixa Fòrum es distribueix en diferents sales d’exposicions a les quals es pot accedir travessant pel pati exterior que té el museu. Les zones a l’aire lliure ten en bancs i espais de lectura per als visitants. Dins de cada sala d’exposicions hi ha un recorregut marcat amb fletxes per tal de no desorientar-se. Els temes d’aquestes exposicions són temporals. Cada sala té un taller per infants didàctic. El Caixa Fòrum consta, també, d’una cafeteria restaurant amb una petita terrassa per als consumidors.

Museu nacional d’art de Catalunya El Palau Nacional, edifici emblemàtic de l'Exposició Internacional de 1929, és la seu del Museu Nacional d'Art de Catalunya (MNAC). Està situat a la muntanya de Montjuïc. El MNAC comprèn totes les arts (escultura, pintura, arts de l'objecte, dibuixos, gravats, cartells, col·lecció de fotografia i col·lecció de numismàtica) amb l’objectiu d'explicar un discurs global de l'art català, des del romànic, fins a mitjans del segle XX. Comprèn un total de mil anys d’història sobre l’art Romànic, Barroc, Gòtic i el Modernisme. El projecte es va duu a terme per l'Eugenio Cendoya, l’Enric Catà i en Pere Domènech i Roura. Construït entre 1926 i 1929. L'obra té una superfície de 32.000 m². Té una planta rectangular amb dos cossos laterals i un de posterior quadrat, amb una gran cúpula el·líptica a la part central.

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A l’estil arquitectònic del MNAC es van fusionar elements del renaixement i del barroc a fi d'intentar combinar el més típic i recognoscible d'Espanya amb el classicisme que era norma en edificis públics en aquella època. Així, la cúpula central pot recordar a la basílica de Sant Pere del Vaticà i a la catedral de Sant Pablo de Londres, mentre que les torres laterals són gairebé calcades de la Giralda de Sevilla. La seva façana principal és simètrica, composta d’un cos central i dos laterals que sobresurten. El cos central està coronat per una cúpula d'estil romà, dominant tot el conjunt de la façana i s'acompanya de dues cúpules més petites als costats. El vestíbul del museu és ample i color clar en el qual trobem les taquilles, informació i directament els accessos a les diferents exposicions. A la planta baixa trobem dos exposicions temporals, una a cada lateral, dos exposicions d’Art pròpies del museu, i al final del vestíbul es pot accedir a la Sala Oval, sala de la cúpula central.

Entrada

Sala oval

El museu consta de quatre exposicions d’Art, dos a la primera planta i dos a la segona. A la segona planta s’ubica una sala de descans amb el sostre alt coronat per una cúpula.

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A la segona planta també trobem el restaurant i els dos últims estils, l’Art Modern , el Renaixement i el Barroc. Les sales del museu tenen els sostres alts, són de colors clars i amb molta il·luminació artificial. Tenen un recorregut senyalitzat per números. L’interior del museu és d’estil romànic ,el seus pilars són d’estil dòric i esta compost per cúpules que fan arquivoltes, i donen una imatge de grandesa al propi museu.

L’art Modern ocupa més lloc ja que l’etapa modernista a Catalunya va ser molt amplia i de màxima inspiració per els artistes d’aquella època.

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Museu Picasso El Museu Picasso de Barcelona es troba situat al carrer de Montcada, al Barri de la Ribera. Va obrir les seves portes al públic per primera vegada el 9 de març de 1963. Està declarat museu d'interès nacional per la Generalitat de Catalunya.

El museu Picasso ocupa cinc grans casals o palaus del carrer de Montcada de Barcelona, datats entre el segle XIII i XIV, ocupant un àrea total de 10.628 m². Els edificis segueixen l'estil

gòtic civil català. Cadascun dels 5 edificis està

construït seguint un patró similar, al voltant d'un pati intern proveït d'una escalinata exterior que permet l’accés a les plantes nobles. Aquests cinc palaus són: Palau Aguilar, Palau del Baró de Castellet, Palau Meca, Casa Mauri i Palau Finestres, a més, del Centre de Coneixement i Recerca. L’entrada condueix a passadissos interiors amples amb parets i sostres de maó i arc de mig punt que connecten els cinc casals. L’accés del museu és per la segona planta a l’interior dels palaus. Les exposicions es distribueixen per les nombroses sales dels palaus sense recorregut a seguir. A les sales s’utilitza molt la llum artificial. Els palaus tenen una decoració pròpia de l’època en la que es van construir. El museu finalitza en un pati interior al qual, a la planta baixa, es troba la botiga de regals i es retorna al passadís interior que connecta els cinc palaus fins a la sortida.

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Conclusió dels museus visitats A continuació detallem de forma subjectiva la conclusió a la que hem arribat després de visitar els diferents museus abans esmentats. Els següents avantatges i inconvenients estan redactats des del nostre punt de vista per tal de tenir més coneixement a l’hora de fer el projecte final. MUSEUS

AVANTATGES

INCOVENIENTS

MACBA

Estil modernista.

Provoca desorientació, no

Les zones comunes disposen de llum natural.

té recorregut a seguir.

Claredat de l’exterior i interior, predomina el color blanc. MHCAT

Contrast de l’exterior amb l’interior, d’antic Manca de llocs de descans. a modern. Recorregut a seguir i sense pèrdua. Biblioteca, auditori i cafeteria a l’última planta. Disposició de llum natural a partir de les entrades de llum pel sostre. Exposicions didàctiques.

Museu Fòrum

Caixa Contrast de la pròpia façana, d’antic a modern.

Les

exposicions

distribuïdes

pel

estan pati

Disposició de llum natural pràcticament interior, per tant, provoca durant tot el museu.

desorientació i possibilitat

Zones de decans a l’aire lliure.

de

Taller per infants.

exposició

no

veure

alguna

Són exposicions independents, no obstant, cada exposició per separat segueix un recorregut fixe. Cafeteria amb terrassa. És una industria rehabilitada.

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MUSEUS

AVANTATGES

INCOVENIENTS

MNAC

Bona conservació tant de l’exterior com de

Manca zones infantils

l’interior. Cada exposició per separat té un recorregut marcat per números a les sales. Cafeteria a l’entrada del museu i a la Sala Oval. Restaurant a la segona planta. Zona de descans a la segona planta. Correcta organització de les exposicions, tant del contingut com del recorregut. La Sala Oval s’utilitza com a sala polivalent. Sala d’exposicions temporals. Museu Picasso

Reutilització d’antics palaus.

Els

passadissos

provoquen

interiors

desorientació,

falta senyalització. Les

exposicions

no

segueixen un recorregut a seguir, necessitat d’un guia per

tal

d’entendre

el

contingut. Poca

il·luminació,

tan

natural com artificial. Manca zona de descans. OBSERVACIONS

Manca de llum natural a les exposicions, però disposició d’aquesta a les

COMUNES DELS

zones comunes.

MUSEUS

Es juga amb la il·luminació artificial a les exposicions. Zones de descans. Recorregut a seguir, ja que el nostre projecte és un museu d’història. Sales d’exposicions normalment a la planta baixa. Cafeteria i restaurant del propi museu en una zona apartada per tal d’aïllar el soroll. Tallers amb finalitat didàctica per a infants.

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3. OBTENCIÓ DELS PLANOLS ORIGINALS Per tal d’aconseguir els plànols originals de la central tèrmica primerament vam anar a l’ajuntament per demanar una sol·licitud de documents a l’arxiu municipal. Una vegada a l’arxiu, ens van facilitar vuit plànols, dels quals ens van fer fotocòpies. En els plànols obtinguts trobem: -

Planta general a escala 1:500 (veure annex 1)

-

Tres plànols amb tres vistes de la central des de diferents punts cardinals a escala 1:200

-

Dos plànols de planta a +2,00m i +17,00m d’alçada respecte al terra a escala 1:100

-

Dos plànols de secció de l’edifici a escala 1:100

Aquests plànols són de DIN-A0, és a dir, 84x119 cm. No ha estat fàcil treballar sobre plànols d’aquestes dimensions, no obstant, els hem dibuixats a una escala menor en una DIN-A3 (29.7x42cm) una superfície més còmoda per treballar. L’estat actual de la central tèrmica:

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3.1. Estudi dels plànols: edifici de turbines La sala de turbines sobre la qual es duu a terme el projecte esta composta de tres edificis. A l’edifici 1, el de major dimensions, 170m de llarg per 33m d’ample i 39m d’alçada, es poden diferenciar tres mòduls interiors. El mòduls dels extrems (1 i 3) tenen unes dimensions de 55x33x39m i el mòdul central (2 ocupa 60x33x39m. A l’interior de cada mòdul estan construïts uns pilars que aguanten tota l’estructura de l’edifici, separats entre ells aproximadament nou metres. Al sostre de l’edifici es troben unes jàsseres amb dimensions de 170m de llarg per 33m d’ample i 3m d’alçada. L’edifici de menors (2) dimensions està situat aproximadament al centre de l’edifici gran. Aquest edifici ocupa 18.5m de llarg per 22.5m d’amplada i 21.5m d’alçada. L’edifici que està situat entre dues xemeneies (3) té una amplada de 23m, una llargària de 35m i una alçada de 25m. (veure annex 2 i 3) Mòdul 1

Mòdul 2

Mòdul 3 Edifici 3

Edifici 1

-

Edifici 2

Edifici de turbines.

L’edifici de turbines té una superfície de 5610m2 repartits en 3 plantes d’alçades desiguals. Té un volum de 218.790m3. Actualment allotja els tres grups de turbina-alternador per a la producció d’energia elèctrica i dels condensadors de vapor.

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Ja que ha resultat impossible visitar les instal¡lacions per dintre, una part del treball de camp ha estat fotografiar el mÊs a prop possible la central tèrmica.

Canonades que condueixen al mar Tres xemeneies i edifici de turbines

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4. INTRODUCCIÓ AL PROJECTE S’ha volgut dotar l’edifici de diferents usos que poden utilitzar-se de manera conjunta o independent. El diferents usos són: -

Museu

-

Serveis (lavabos, consigna, taquilles, informació, botiga)

-

Ludoteca

-

Sala d’exposicions temporals

-

Restauració: cafeteria i/o restaurant

-

Biblioteca

-

Oficines i administració

-

Magatzems

-

Pàrquing

-

Sales polivalents

-

Sala de conferències

-

Zona d’aules i tallers per fins educatius

4.1. Museu La part de l’edifici destinada al museu ha de complir unes característiques que hem observat durant el treball de camp. Primerament, que tingui un recorregut sense pèrdua, és a dir, un camí a seguir d’única direcció, sales amplies i amb un caràcter interactiu, i per últim, poca il·luminació natural per poder utilitzar la llum artificial en les exposicions. Aquesta part serà la que tingui més capacitat, en metres quadrats, a l’edifici en comparació amb les altres instal·lacions o usos. 17


4.2. Serveis Els serveis com les taquilles, la consigna, informació o la botiga s’han d’ubicar en un lloc transitable i de fàcil accés, preferiblement al vestíbul.

4.3. Ludoteca La ludoteca és un espai destinat a activitats relacionades amb infants on els familiars podran deixar-los i gaudir de les activitats per si sols.

4.4. Sala exposicions temporals La sala d’exposicions temporals és una galeria destinada a acollir les exposicions dels autors durant un temps predeterminat. Aquesta sala es troba normalment a la primera planta i està separada del museu en si mateix.

4.5. Restauració La zona de restauració està formada per la cafeteria i/o el restaurant de l’edifici. Aquesta zona ha d’estar ben comunicada i en una zona transitable. Actuaria de forma independent del museu, és a dir, mentre que el museu romangui tancat la zona de restauració continuï oberta al públic. Aquesta zona si es situa a la planta baixa té la possibilitat d’instal·lar una terrassa amb vistes al mar o al parc del litoral.

4.6. Biblioteca La biblioteca és un espai en el qual seria favorable una quantitat de llum natural alta i una bona comunicació. A més, que es mantingui allunyada dels espais que puguin resultat sorollosos. Aquest espai també funcionaria de forma independent.

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4.7. Oficines i administració Aquest ús de l’edifici requereix un espai poc transitable, per tant, el més allunyat possible de la entrada del museu o la zona de restauració, que són zones d’alta accessibilitat.

4.8. Magatzems Els magatzems necessiten un gran espai i una zona de comunicació i, seria favorable l’accessibilitat des del pàrquing per tal de facilitar l’entrada de subministrament a partir de vehicles.

4.9. Pàrquing El pàrquing ocuparia tota la planta baixa, transformada en la planta menys 1. Cada cotxe necessita, entre carrils, espais, aparcament, etc., uns 25m2.

4.10.

Sales polivalents

Les sales polivalents són espais versàtils en els quals es portaran a terme diverses activitats tan públiques- per part de l’ajuntament o el propi museu- com privades -entitats privades que lloguin aquestes sales.

4.11.

Sala de conferències

La sala de conferències és un espai que ocuparà dues plantes, ja que té una inclinació a la zona de les butaques com els cinemes o teatres. La millor planta per col·locar aquesta sala seria la planta baixa, ja que l’accessibilitat de persones seria més fàcil sense la necessitat de pujar i baixar escales, però s’ hauria d utilitzar una part del pàrquing per fer la inclinació. Constarà, també, d’una certa pendent, amb el mateix sentit que la inclinació del terra, al sostre, que tindrà l’espai necessari per guardar instal·lacions, com focus, teló o una pantalla (fals sostre), sobre l’escenari. A més aquesta inclinació del sostre suposarà una millora per al so.

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L’idea principal es que la part de l’escenari sigui la zona més alta de tota la sala i que aquest sigui visible des de tots els punts i angles pels espectadors. Hi haurà també un escenari o tarima aproximadament d’uns deu metres de fons. Per fer-se una idea, la instal·lació que més s’assemblaria seria un cinema o teatre.

4.12.

Zona d’aules i tallers per a fins educatius

Aquesta zona està destinada als estudiants, per tant, no cal que sigui una zona molt transitable. Es portaran a terme diferents activitats educatives relacionades amb el museu.

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5. PROJECTES PROPOSATS A continuació es mostren descripcions breus dels quatre projectes, previs al projecte final, proposats. Aquest apartat té l’objectiu de comparar aquest projectes per tal d’escollir el que es durà a terme.

5.1.

Primer projecte

L’entrada al museu serà pel lateral dret creant un gran vestíbul a tota alçada. Des d’aquest vestíbul es podrà accedir a un espai central amb funció de pati que relaciona la resta de plantes i usos de l’edifici, principalment els serveis, el museu, i a l’última planta, les oficines. El lateral esquerra de l’edifici quedarà destinat a les instal·lacions no relacionades amb el museu; biblioteca, aules i tallers, sala d’exposicions temporals i sala de conferències. Per tant, l’edifici queda aparentment separat en tres parts ben definides, vestíbul, museu i els restants usos. A l’edifici annex es situen les sales polivalents. (veure annex 4)

5.2.

Segon projecte

Tot l’edifici s’intentarà organitzar des d’un gran espai central que servirà de vestíbul i organitzador de tots els usos de l’edifici. Per tant, l’edifici queda aparentment dividit en dues parts separades pel vestíbul. A la zona dreta estaran situades la sala de conferències, la ludoteca, les sales polivalents, la zona d’aules i tallers per fins universitaris i altres serveis, com lavabos. Mentre que a la zona esquerra estaran situats el museu, la sala d’exposicions, taquilles, informació, la botiga, la biblioteca, la cafeteria i administració. A l’edifici annex es situen la biblioteca, la cafeteria i el restaurant. (veure annex 5)

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5.3.

Tercer projecte

A l’edifici s’accedeix directament a un espai interior amb funció de claustre des d’on s’organitzarà tot l’edifici il·luminat per una gran claraboia. Aquest espai central serveix per comunicació del diferents espais, per interrelacionar els diferents usos i per poder apreciar totes les plantes existents. Aquest claustre es trenca en diferents plantes per remarcar alguns usos. A la planta baixa romandran els serveis i la sala d’exposicions temporals. El museu ocupa part de la primera i segona planta i tota la tercera. La sala de conferències esta situada entre la primera i la segona planta i a la quarta planta s’ubica les sales polivalents, les oficines, la biblioteca i les aules. A l’edifici annex es situen la cafeteria, el restaurant i la ludoteca. (veure annex 6)

5.4.

Quart projecte

Es manté la idea d’espai central del segon projecte, però jugant amb diferents mides i alineacions per trencar l’idea de pati interior, transformant aquest eix central en un carrer on s’aboquen tots els usos creant la il·lusió de diferents balcons. Estarà, com el tercer projecte, il·luminat per una gran claraboia. La comunicació entre les plantes del museu serà mitjançant rampes que creuaran aquest espai central. La distribució del museu, a diferència de les altres versions, es va intercalant en les diferents plantes per aconseguir un recorregut clar. A la planta baixa es troben la sala d’exposicions, la sala de conferències i serveis. El museu ocupa parcialment la primera, segona, tercera i quarta planta. A la segona planta s’ubiquen les aules i tallers. La biblioteca està a la tercera planta i les sales polivalents a la quarta. A l’edifici annex es situen la cafeteria, el restaurant i la ludoteca. (veure annex 7)

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5.5.

Conclusió dels projectes: avantatges i inconvenients

PROJECTES

AVANTATGES

INCOVENIENTS

Projecte 1

La sala de conferències es situa a la Com l’entrada es localitza a un lateral planta baixa, el que permet un accés del museu hi ha massa espai per de persones sense pujar ni baixar caminar des del vestíbul a la zona escales.

oposada de l’edifici.

Els tallers i les oficines es situen a La sala de conferències abasta una part l’ultima

planta,

una

zona

poc

del pàrquing el que provoca que hagi

transitable i adequada per aquests menys places d’aparcament, en compte usos.

de 225 places haurà 165.

Recorregut del museu fàcil de El museu comparteix accés amb altres construir; sense pèrdua i direcció usos, el que pot provocar massa gent

Projecte 2

única.

transitant pel museu.

El museu queda separat de la resta

L’entrada a la sala de conferències es

d’usos.

troba a la segona planta, això pot

La biblioteca rep llum natural al tenir provocar una gran quantitat de gent tres façanes per aprofitar la llum circulant pel museu. exterior.

Difícil accés a la sala d’exposicions ja

La biblioteca pot funcionar de forma que cal travessar els serveis. independent fàcilment.

Difícil accés a la biblioteca des de dins

Els tallers i les oficines es situen a de l’edifici. l’ultima

planta,

una

zona

poc

Per tal de que el recorregut del museu

transitable i adequada per aquests sigui sense pèrdua i d’única direcció cal usos.

construir parets interiors per marcar el camí a seguir, per tant, més obres.

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PROJECTES

AVANTATGES

Projecte 3

L’accés

del

INCOVENIENTS museu es

localitza El museu, a la primera i segona planta,

directament al pati interior el que coincideix amb la sala de conferències el permet una fàcil comunicació a totes que pot provocar gent circulant pel les plantes.

museu o un soroll innecessari.

Llum natural a tot el museu ja que

Més hores d’elaboració ja que

s’instal·larà

una

claraboia

cal

que enderrocar parets i sostres.

permetrà l’entrada de llum al pati Més material necessari per la cúpula de interior.

vidre d’algunes plantes.

La sala d’exposicions temporals es Pressupost més elevat. localitza a la primera planta com a la majoria dels museus visitats durant el treball de camp. Recorregut del museu de fàcil execució ja que les plantes del museu amb forma de claustre ajuden a marcar el camí a seguir minimitzant les obres interiors a fer. La biblioteca es troba a l’última planta lluny de zones sorolloses i disposarà de llum natural, ja que part del sostre de la biblioteca serà de vidre. Els tallers i les oficines es situen a l’ultima

planta,

una

zona

poc

transitable i adequada per aquests usos.

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PROJECTE

AVANTATGES

Projecte 4

L’entrada

INCONVENIENTS

directament

al

espai Més cost de construcció i més hores

interior que té les plantes desiguals d’elaboració, ja que cal enderrocar dóna un efecte molt impactant.

parets i sostres.

El museu queda separat de la resta

Més material necessari per la cúpula,

d’usos.

rampes i algunes plantes amb vidre.

El recorregut del museu serà més El pressupost s’eleva més. senzill a l’hora de la construcció, ja que les plantes del museu al estar connectades mitjançant rampes i amb una distribució més separada permet fer menys obres interiors. El camí a seguir està indirectament marcat per la pròpia construcció. Els tallers i les oficines es situen a l’ultima

planta,

una

zona

poc

transitable i adequada per aquests usos. Llum natural a tot el museu ja que s’instal·larà permetrà

una l’entrada

claraboia de

llum

que al

vestíbul central. La sala d’exposicions temporals es localitza a la primera planta com a la majoria dels museus visitats durant el treball de camp.

Com a conclusió, hem escollit el projecte número 4. Hem analitzat el projecte i ens sembla el més funcional i estètic, això no vol dir que els altres projectes no compleixin aquestes condicions, però és el més innovador i impactant des del nostre punt de vista, per tant, el projecte que volem portar a terme.

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6.

ESTUDI DE LES MESURES DEL PROJECTE DEFINITIU

Al projecte, el qual es durà a terme, s’instal·laran diverses formes d’accés a les plantes de l’edifici. A continuació s’esmenta el coneixement necessari per tal d’instal·lar les funcions de forma correcta.

6.1.

Ascensors

Al museu s’instal·laran quatre ascensors panoràmics, dos a l’ala oest i dos a l’ala est. Per tal d’instal·lar els ascensors s’ha de tenir en compte una sèrie de requisits. -

Requisits

1. Capacitat de l’ascensor 2. Velocitat de l’ascensor 3. Volum que ocupa l’ascensor

Els ascensors a instal·lar tindran una capacitat d’unes catorze persones, per tant, 1.350kg, ja que es tracta d’un espai públic i una velocitat entre 0.63 i 1.00 m/s. Seguint aquests requisits, ocuparan un volum de 3.00x2.00m. Aquesta informació s’ha extret de la pàgina oficial d’OTIS, marca reconeguda d’ascensors.

6.2.

Rampes

El recorregut del museu estarà enllaçat per rampes que uniran una planta amb una altra. Aquestes rampes han de seguir una sèrie de requisits. -

Requisits

1. Segons la normativa per que una rampa sigui viable per a persones minusvàlides aquesta ha de tenir entre el 6%-8% de pendent. El percentatge de pendent indica que per a cada metre d’altura la rampa ha de tenir entre 6-8 metres en planta. Normalment, és un 8% en interiors i un 6% en exteriors.

Al museu hi haurà tres rampes i totes aquestes amb un 8% de pendent màxim. Les rampes tindran una amplada de 3m.

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6.3.

Escales

Al museu s’instal·laran dues escales, una a l’ala oest i l’altra a l’ala est de l’edifici. Per tal d’instal·lar-les de forma correcta s’ha de tenir en compte: -

Requisits

1. Per raons ergonòmiques i de seguretat, en les escales fixes, els valors de C i H, expressats en centímetres, han de complir la següent relació:

2alçada (altura del peldaño) + 1estesa (huella) = 64 cm

2. Una escala no pot superar 16 graons en cada tram. L'ample de l’estesa ha de ser major de 80 cm per persona i un metre en les d'urgències. Els esglaons sempre seran iguals en el mateix tram d'escala, per evitar entrebancar-se.

Les escales del museu seran de sis trams per tal de no superar els esglaons reglamentaris per tram i facilitar la pujada. L’estesa de cada esglaó serà 0.3m i l’altura 0.17m, complint la regla de pas i l’amplada de l’estesa serà de 1.20m.

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6.4.

Escales mecàniques

Al museu s’instal·laran dues escales mecàniques que permetran la pujada al primer pis des del espai central. Per tal d’instal·lar-les de forma correcta s’ha de tenir en compte: -

Requisits

1. Les escales mecàniques han de tenir com a màxim 30º o 35º d’inclinació. 2. L’amplada de les escales es proporcional a la capacitat de persones per esglaó

Cada escala mecànica té una alçada diferent. Per pujar a la sala de conferències la alçada és de 3,5m i per pujar a la primera planta de museu la alçada és de 5m. Ambdues escales tindran una amplada de 1,25m per tal de que càpiguen dues persones amb facilitat i amb una inclinació de 30º. Utilitzant una formula que permet calcular la longitud que ocuparan les escales a partir del seu angle d’inclinació, sabem que les dues escales mesuraran: Escala oest: Pendent de 30º: 1,732x5 = 8,66m Escata est: Pendent de 30º: 1,732x3,5 = 6,062m

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7.

PLANOLS

Per tal de fer els plànols amb un programa professional de dibuix, en aquest cas l’Autocad, he estat mirant blocs per Internet i vídeos “tutorials” per Youtube. Els avantatges de treballar amb ordinador és que els objectes es poden copiar i esborrar fàcilment per obtenir un resultat net i polit. En canvi, un desavantatge és que abans has d’aprendre a utilitzar el programa d’una manera ràpida, ja que l’Autocad té moltíssimes opcions, tant en dues com en tres dimensions. Una vegada ja saps les opcions bàsiques, com retallar, copiar, fer simetries, etc., trigues menys temps en fer qualsevol dibuix. No obstant, per fer cada plànol trigues entre 2 i 10 hores. Els plànols que s’han fet amb Autocad són: 1. 3D bàsic de l’edifici actualment. 2. Planta general de tot el terreny actualment. 3. Planta general de tot el terreny proposta de projecte 4. Alçats i plantes de l’edifici actualment. 5. Alçats i plantes de l’edifici del projecte. 6. Planta de les sis plantes del projecte. 7. Secció de l’edifici del projecte.

7.1.

Estudi dels plànols del projecte definitiu

Aquest futur projecte constarà de sis plantes a l’edifici de major dimensions i quatre plantes al petit edifici annex. La part més destacada del projecte són les rampes que uneixen les diferents plantes i travessen pràcticament tot l’edifici, la sensació de trencament que es causada per la desigualtat de les plantes i la claraboia en forma de piràmide a traves de la qual l’edifici obtindrà llum natural. No obstant això, el projecte esta pensat de forma funcional i cobrirà totes les necessitats i objectius esmentats anteriorment. A continuació s’explica tant l’interior com l’exterior de l’edifici i l’edifici annex, es recomana que s’examinin alhora els annexos dels plànols.

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7.1.1. Planta -1 A la planta menys u o soterrani s’ubicarà el pàrquing i els magatzems del museu. El pàrquing té un aforament de 238 cotxes en els quals trobem 10 places per a minusvàlids. L’entrada al pàrquing serà pel nord-est de l’edifici, on trobem una sala de control del pàrquing i als costats de l’entrada unes petites habitacions pel control i seguretat de l’edifici. El pàrquing consta de dos lavabos i dos accessos a la planta superior. El magatzem de l’edifici és troba en el petit edifici annex. Aquest té una entrada de vehicles des del pàrquing per tal de facilitar l’entrada de materials. El magatzem té un ascensor i escales pròpies que comuniquen la cafeteria, el restaurant i la ludoteca. (veure annex 8)

7.1.2. Planta 0 A la planta 0 o planta baixa es trobaran els principals serveis del museu juntament amb la sala d’exposicions temporals. La sala d’exposicions temporals es troba a l’ala est del museu amb una superfície aproximadament de 33x56m. Aquesta sala disposarà d’un mirador de vidre que ocuparà pràcticament tota l’amplada de l’edifici, és a dir, aproximadament uns 30m. Al centre del vestíbul o espai interior trobem la recepció de forma circular. A l’ala oest de l’edifici s’ubicarà la consigna, seguidament la botiga del museu i finalment els lavabos. L’espai que no s’utilitza de l’ala oest està destinat a la sala de conferències, ja que aquesta necessita una certa inclinació. A l’edifici annex es trobarà la cafeteria amb la possibilitat d’instal·lar una terrassa amb vistes al mar. Per tal d’accedir a la planta de dalt s’utilitzaran les dues escales mecàniques, una per accedir al museu i l’altra per accedir a la sala de conferències, o bé els ascensors o les escales. (veure annex 9)

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7.1.3. Planta 1 A la primera planta es localitzarà la primera part del museu i la sala de conferències. Per tal de crear una sala de conferències cal saber que les butaques en llocs públics destinats a l’espectacle ocupen 0.5x1.00m i cal deixar 0.45m entre butaca i butaca per comoditat al passar. Cal fer passadissos cada cert nombre de files de butaques per tal de poder accedir a aquestes amb més comoditat. La sala de conferències també disposarà d’un escenari, on a sobre d’aquest, s’ubicarà una sala de control per tal de poder maniobrar fàcilment totes les accions que es desenvolupin en aquesta sala. Als costats de l’escenari hi haurà unes petites sales per a material i en una s’ubicarà una escala per pujar a la sala de control que es troba a sobre de l’escenari. Per tant, la sala de conferències està constituïda per la zona de butaques i l’escenari. Les butaques es repartiran en sis blocs, tres davanters i tres posteriors. Els blocs estan compostos de catorze butaques en catorze files. Els blocs de butaques estan separat per passadissos de 2 metres. L’escenari té una superfície de 10x33m. La separació entre els blocs i l’escenari és de quatre metres. A l’edifici annex es trobarà el restaurant, amb una petita terrassa amb vistes al mar. La barana d’aquesta terrassa per normativa ha de mesurar 1,10m. (veure annex 10) Per accedir a la planta superior es faran servir els ascensors, escales o rampes.

Escales

Escenari

Butaques

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7.1.4. Planta 2 A la segona planta es trobaran a l’ala est les sales polivalents i a l’ala oest la següent part del museu, a la qual s’accedeix mitjançant les rampes. Les sales polivalents consten de 5 sales de diferents mides, controlades per una petita recepció a l’entrada. Algunes d’aquestes sales tenen la possibilitat d’instal·lar falses parets per tal d’obtenir més quantitat de sales, però més petites. A l’edifici annex es trobarà la ludoteca amb una petita terrassa. La barana d’aquesta terrassa per normativa ha de mesurar 1,10m. (veure annex 11) Per accedir a la planta superior es faran servir els ascensors, escales o rampes. Aquesta es una imatge de la ludoteca, en la que trobem:

Sala pels infants de menor edat

Sala per material o cotxets

Sala pels infants de major edat

Terrassa

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7.1.5.

Planta 3

A la tercera planta s’ubicarà la biblioteca a l’ala oest i la tercera part del museu a l’ala est. La biblioteca constarà de una recepció, una zona de taules amb ordinadors, una zona de taules per estudiants, una zona de lectura, una zona amb totes les estanteries i, finalment, una zona que sobresurt del edifici on s’ubicarà la zona de jocs dels infants. (veure annex 12) Per accedir a la planta superior es faran servir els ascensors, escales o rampes.

Espai per infants

Zona de lectura

Taules per estudiants

Estanteries

Zona d’ordinadors

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7.1.6. Planta 4 A la quarta planta s’ubicarà la última part del museu a l’ala oest i les aules i tallers juntament amb les oficines i administració a l’ala est. L’ala oest esta repartida entre les oficines i les aules. Constarà de quatre aules, una petita, dues mitjanes i una més gran. Les oficines constaran d’un despatx per al director, una zona per al subdirector, una zona per a la secretaria, dues sales de reunions (una per al personal i una altra per al president), varies zones per als especialistes, una zona d’esbarjo o per dinar varies zones de treballadors. (veure annex 13) Per accedir a les plantes inferior es podran utilitzar els ascensor, escales o rampes.

Despatx director

Zona subdirector i secretaria

Sala reunions

Zona especialistes

Zona esbarjo

Sala reunions per al personal

Aules

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7.2.

Plantes en general

Les parets exteriors dels dos edificis tenen un gruix de 0.3m i les interiors de 0.2m. Els sostres tenen un gruix de 0.5m. A l’edifici de major dimensions totes les plantes tenen dues zones de lavabos, dues zones d’ascensors i dues escales en cas d’emergència. L’edifici annex té el seu propi ascensor per al personal que comunica amb el magatzem. Aquest també costa d’uns lavabos, ascensor pels clients i unes escales en cas d’emergència a cada planta.

7.3.

Secció

Per tal de donar a conèixer l’alçada de les plantes i fer-se una idea més gràfica del conjunt interior de l’edifici s’ha elaborat una secció. On la majoria de plantes tenen una alçada de 6,5m, exceptuant la sala de conferències, el pàrquing i la sala d’exposicions temporals. (veure annex 14)

7.4.

Façanes

A les façanes de l’edifici s’ha respectat que les plantes de museu manquin de llum natural. En canvi, la biblioteca, les aules, oficines i sales polivalents disposen de grans finestres que permeten l’entrada de llum de l’exterior. També s’han instal·lat finestres al pàrquing per tal de fer possible la ventilació. (veure annex 15)

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7.5.

Exterior

La nostra actuació sobre el terreny de la central tèrmica està concentrat bàsicament a l’edifici de les turbines, no obstant això, hem decidit construir una petita passarel·la al mar, una pendent del terreny, una carretera, uns camins i algunes modificacions més: (veure annex 16) 1. La passarel·la al mar es farà aprofitant una de les canonades existents que condueixen des de la central fins al mar. 2. Com no disposàvem de cap plànol topogràfic de la zona, hem creat una pendent que s’ajusti a les nostres necessitats, és a dir, que el pàrquing del museu quedés sota terra. Així mateix la pendent del terreny serà gradual des del nivell del mar fins a 5m per sobre d’aquest. Per tant, a l’Avinguda d’Eduard Maristany hi haurà un nivell de 5m per sobre del mar. 3. S’ha decidit fer un passeig per als vianants al costat del mar per tal d’unir el passeig marítim de Sant Adrià de Besòs amb el de Badalona. 4. Es crearà una carretera que comunicarà l’Avinguda d’Eduard Maristany amb l’entrada el pàrquing de l’edifici. A més, es construiran dos carrers pels vianants, ambdós des de la Av. Eduard Maristany fins al mar. La diferència és que un dels camins creua el museu i es comunica amb la passarel·la al mar. 5. Entre la passarel·la al mar i un dels camins pels vianants s’afegiran una sèrie de grades d’una altura de 0,5m i una amplada de 2m per tal de comunicar el desnivell dels 5m.

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8.

CONTINGUT DEL MUSEU

El nostre projecte tracta sobre la construcció d’un museu d’història de Sant Adrià de Besòs. Per aquest motiu s’ha cercat la màxima informació de la pròpia ciutat de forma resumida i acompanyada de imatges que ajuden a il·lustrar les explicacions. El museu queda dividit en quatre espais diferents repartits en quatre plantes de l’edifici, per tant, s’ha redactat la informació de manera cronològica per tal de que es pugui dividir en aquestes quatre plantes. Durant la història del municipi, es dóna importància a Les tres xemeneies, ja que el projecte de tot l’edifici s’ubica en aquest complex.

8.1.

Primera planta – Primers passos

Introducció al inici de Sant Adrià de Besòs L'origen de Sant Adrià de Besòs prové de la construcció de l'església parroquial de Sant Adrià, de la qual es comencen a trobar dades en el 1012. El nucli de població que existia abans en l'Edat Mitjana, va ser destruït per les incursions dels musulmans (any 1114) i posteriorment, pels francesos. En les guerres napoleòniques, Sant Adrià torna a ser destruït encara que al llarg del segle XIX i a principis del segle, comença a recuperar-se. A partir de la dècada de 1920, la ciutat sofrirà un gran canvi, a causa del desenvolupament industrial i a la gradual desaparició dels cultius agrícoles. La propietat del poble la posseïa en el aquell temps, a l’any 1012, un Bisbe anomenat El baró de Sant Adrià. Sant Adrià no era pròpiament rica en la seva terra ja que la major part d’aquestes no eren aptes pel cultiu i això dificultava l’evolució del poble. A la vora del riu hi havia un bon territori de caça , si més no, també s’ha de parlar sobre els saquejos que va sofrir Sant Adrià al llarg del temps, com la intenció dels musulmans de prendre Barcelona.

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A principis del segle XVlll la dessecació dels aiguamolls va permetre l’increment de la superfície agrícola. En la segona meitat del segle XVIII es donà a Barcelona un fort creixement de la producció d’indianes que rebien aquest nom pels estampats que procedien de l’Índia. Els indianaires foren autoritzats a estendre les seves peces en els prats de les planes litorals del marge dret del Besòs i així l’any 1773 està documentada la petició d’un fabricant d’indianes barceloní per instal·lar “un prado para blanquear las indianes y telerias de su fábrica i demás fines y usos que le convengan” per això es van utilitzar les aigües procedents del riu Besòs mitjançant un canal ja existent. Durant els anys 1920 i 1930 Sant Adrià va conèixer una immigració massiva, amb formació de barris de murcians, andalusos i gallecs, triplicant la població i formant nous barris. La Catalana, amb la central elèctrica que donaria el nom al barri, és un d'aquests exemples. La fabrica de cartró, a la zona alta de Sant Adrià o indústries com Can Baurier, al Barri de Sant Joan Baptista, van propiciar aquest augment de població i de la implantació de la indústria per la proximitat al riu i a Barcelona ciutat. Durant 1950-1959 es va desfermar un veritable creixement demogràfic, amb l'arribada de centenars d'immigrants de la resta de l'Estat. El que va propiciar la creació de barris dormitoris en la línia de la resta de ciutats del cinturó de Barcelona: urbanització forçada, destrucció d'antigues masies, ordenació irregular, nul·la planificació, etc.

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Els nostres escuts.

Aquest escuts van ser creats pel Baró de Sant Adrià, amb el pas del temps va ser modificar però molts del ciutadans volien que retornés i es va modificar fent-lo més modern i més apta pels certificats importants.

Escut de Sant Adrià de Besòs: Escut caironat: de porpra, una enclusa d'or acompanyada a la punta d'una faixa ondada d'argent. Per timbre, una corona de baró i acoblat darrera l'escut un bàcul de bisbe d'or.

Bandera de Sant Adrià de Besòs.

Per què Sant Adrià no té cementiri? Antigament, Sant Adrià tenia cementiri, però per esdeveniments que van succeir al llarg del temps aquest va desaparèixer. A continuació s’esmenta el seu origen. Al voltant de la nostra església abans hi havia un cementiri que custodiava el bisbe a prop dels anys 1592. El cuidava i el rentava, però molt cops es trencava per la seva entrada. La manca de despreocupació va fer d’aquest cementiri un racó per als bestiars on a més es va fer un camí pel propi cementiri que facilitava el camí per arribar a Santa Coloma. 39


Amb el pas del temps el cementiri va quedar en desús. L’any 1775 el rei Carles lll va prohibir els cementiris, volia que aquests espais fossin parcs amb arbres fruiters. No obstant, això no es va poder aconseguir ja que les guerres civils, el bandolerisme i el bandidatge, a més de les guerres napoleòniques ho van fer impossible. Mes tard, a l’any 1884 el nou bisbe volia que retornés el cementiri, però més lluny. Es va sol·licitar territori a Santa Coloma però aquesta no reunia las condicions. Van provar a Badalona i aquesta reunia totes les condicions. L’any 1915 es va figurar el que seria el nou cementiri de Sant Adrià, però al cap d’un temps Badalona es va oposar declarant que perdien territoris i que no era just. Sant Adrià va rebre com a compensació la llibertat de poder enterrar els seus morts a Badalona o Santa coloma sense haver de pagar res no com abans que havien de pagar.

Què identifica a Sant Adrià? El major símbol que identifica Sant Adrià és un arc de pedra clarament d’estil gòtic situat a l’entrada del pont. L’arc prové de l’antic del convent dels trinitaris calçat de Barcelona en el segle Xlll, va ser comprada per la marquesa de Maraques, propietària de Can Serra l’any 1873. Durant molt de temps va estar a Can Tonda fins que l’any 1991 per la construcció de la ronda litoral es va traslladar i va quedar en el seu emplaçament actual donat la benvinguda a tot el que passa.

Primera comunicació el tren passa per Sant Adrià En l’any 1848 va inaugurar-se la línia de ferrocarril Barcelona-Mataró que va significar un gran avanç per Badalona i Barcelona. Però no va ser fins el 1933 que es va instal·lar un baixador a Sant Adrià de Besòs. Ara amb les noves construccions Sant Adrià esta molt més comunicada i els trens s’aturen sempre no com abans.

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Primer Pont de Ferro L’any 1888 es va construir el primer pont de ferro a Sant Adrià que va facilitar el pas del tramvia.

Morfologia urbana En el decenni 1920-30 es produí la primera onada immigratòria subsidiària en part de Barcelona, atreta per les obres del Ferrocarril Metropolità, de l'Exposició Internacional del 1929 i del desenvolupament industrial del municipi. Sorgiren llavors els nous barris, com l'allargassat i paral·lel al riu de la urbanització Font i Vinyals (1922), que per l'advocació de la parròquia, creada el 1935, s'anomenà de Sant Joan Baptista, i l'Eixample del nucli antic de població, entre la carretera i el barri esmentat. El conjunt era unit per l'eix ara conegut per avinguda de Catalunya i carrer de la Platja. El creixement que va tenir Sant Adrià va impulsar a la creació de nous barris com la Mina ,Via Trajana i el Besòs. Un sector de la Mina és l'anomenat Camp de la Bota, encaixat entre la via del ferrocarril i la mar, i el de la Mina pròpiament dita, entre la via, els barris del Besòs i la Catalana i el terme de Barcelona. De fet, el Camp de la Bota (nom provinent del francès butte, que li donaren els francesos acampats ací en la guerra contra Napoleó) comprèn una part del terme de Barcelona, dita la platja de Pequín, i una part de Sant Adrià, dita el Parapeto en record d'uns murs construïts per a pràctiques de tir. Els diferents barris de Sant Adrià, apareguts gairebé sempre a conseqüència de la creació d'indústries, han configurat un municipi desintegrat, de barris desconnectats, fet agreujat pel pas de grans vies de comunicació. Tot plegat ha dificultat enormement l'existència d'una consciència de poble i el desenvolupament de moviments associatius.

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La Guerra Civil a Sant Adrià de Besòs Durant la Guerra Civil Espanyola 1936-1939, la ciutat de

Barcelona

i

altres,

van

sofrir

diferents

bombardejos per part de l'aviació franquista, sobretot per l'aviació Legionària que, des de la illa de Mallorca, van sembrar el pànic i el caos . Una d'aquestes poblacions va ser Sant Adrià de Besòs.

En el nostre territori s’agrupaven les diferents centrals tèrmiques que proveïen d'electricitat a la gran població i que també acollia diferents fàbriques i indústries, així com també travessaven el municipi la carretera nacional II i la línia de ferrocarril, tot un conjunt de punts estratègics molt benvolguts per l'aviació franquista. Ara bé l'aviació franquista tenia poques manies a l'hora de bombardejar i poc li importava que les bombes anessin a parar sobre les cases dels barris obrers, que envoltaven les zones industrials, era la guerra total i per tant per doblegar a l'enemic tot era valgut.

El castell dit de les Quatre Torres i els camps del voltant foren utilitzats pels militars fins abans del 1936, i al començament de la Guerra Civil fou lloc d'afusellaments. A la postguerra, abandonades les instal·lacions militars, tant Pequín com el Parapeto foren uns dels principals nuclis del barraquisme .

L’octubre de 1937, en plena guerra, una crescuda del Besòs va enfonsar el pont. La guerra i les dificultats econòmiques durant els primers anys van deixar a Sant Adrià incomunicada. En juny l’any 1944 es va inaugurar el pont d’acer a Sant Adrià , va ser un gran esdeveniment pels ciutadans que veien contents aquesta obra pública que fins avui en dia persisteix.

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Tour de França per Sant Adrià L’any 1957 Barcelona va rebre a l'escamot francès procedent de Perpinyà. Va ser una etapa doble, en línia al matí i una cronometrada d'ascens a Montjuïc a la tarda. El públic català va acomiadar a la caravana que es dirigia a Aix-els-Thermes.

L'any 1957, el Tour de França va tenir una etapa molt especial, ja que la carrera va entrar en territori espanyol i va arribar fins a Barcelona. Va ser el divendres 12 de juliol, i el recorregut de l'etapa va ser Perpinyà -Barcelona. En Miquel Tuneu va fer un reportatge fotogràfic de l'esdeveniment, que va ser d'aquells que queden durant molt de temps en la memòria col·lectiva d'una ciutat. Es va aturar la circulació a la carretera i els tramvies van quedar-se a la parada de Sant Adrià mentre passava la carrera amb tot el seu seguici, format pels cotxes dels equips, premsa i organització.

8.2.

Segona planta – Industrialització

Sant Adrià va desenvolupar un gran creixement demogràfic i urbanístic al llarg del segle XX, lligat en gran mesura al desenvolupament industrial que va patir el litoral comprès entre el port de Barcelona i Badalona, l’històric paper que el municipi va desenvolupar en la producció elèctrica al llarg del procés industrial.

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L’any 1910 , amb l’aparició abans de la Revolució Industrial, Sant Adrià va donar un pas més enllà i va començar a tenir petites fàbriques en el poble. La primera de totes va ser Widman una empresa de productes químics, la qual el poble l’anomenava la fàbrica de la pudor. Més tard, van arribar grans industries com DASA i CELO, i el creixement del poble va ser imparable.

Indústries La industrialització va causar una gran contaminació a Sant Adrià per part de les indústries i per l’arribada del tramvia, que al poc temps va quedar en desús, i la implantació de diverses línies de autobús.

La Baurier de Salou (Masies de Roda) El gran impuls que tingué la indústria va portar germans Baurier a traslladar la fàbrica al municipi de les Masies de Roda, a l’antiga propietat de Salou (S'Alou o l’Alou). El trasllat de Roda a les Masies de Roda, on era la nova fàbrica, va provocar una queixa general dels treballadors, però el problema es resolgué amb la construcció d’una palanca o petit pont penjant que comunicava riba i riba del Ter. Al voltant de la fàbrica de Salou es va construir la colònia amb habitatge per als treballadors, la mansió dels senyors i fins i tot una església.

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Van haver-hi tres factors que ajudaren a explicar la construcció de la nova fàbrica Baurier a Sant Adrià: 

la utilització de l’energia elèctrica a la fàbrica de Salou els assegura i confirma la no dependència de l’energia hidràulica com a font principal d’energia,

la proximitat al consumidor (Barcelona) i als mitjans de transport,

l’especialització de les fàbriques: la de Roda es dedicarà a les filatures i la de Sant Adrià al tissatge.

Així doncs, l’11 de juny de 1910 els Baurier presenten a l’ajuntament de Sant Adrià els plànols d’un edifici-fàbrica i de sis cases iguals per a treballadors, a construir en terrenys de la seva propietat. En els plànols de la fàbrica presentats a l’ajuntament es preveia la instal·lació de una gran nau per a teixits, una altra nau per a blanqueig i aprest, dos tallers, un mecànic i un altre de fusteria, despatx, lavabos guarda-robes i d’altres petites edificacions per acollir els generadors, economitzadors, porteria, cambres de ventilació i calefacció. . . i una gran xemeneia.

No obstant, l’onze de setembre de l’any 1958 l’arquitecte municipal es va presentar a la fàbrica i va ordenar al director la demolició de les obres que s’havien fet sense autorització municipal, ja que s’estava edificant sobre terreny afectat pels vials principals d’accés a Barcelona (perllongació de la Gran Via).

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Com ja hem dit la fàbrica de Sant Adrià s’especialitzà en el tissatge mentre que la de Salou ho feia en filatures. La fàbrica de Sant Adrià va començar fabricant teixit tradicional que s’elaborava fent passar un fil continu, la trama, per una sèrie de fils paral·lels entre si, l’ordit. Els primers teixits es feien utilitzant un teler vertical, però amb els avenços tecnològics que els telers sofrien no es va trigar en utilitzar el teler horitzontal.

Així doncs, amb continues millores tecnològiques en la maquinaria, la fàbrica de Sant Adrià va passar de tenir en marxa 85 telers mecànics jacquard i 40 telers mecànics senzills el 1912, a tenir-ne 85 i 212, respectivament, l’any 1917. El 1964 hi havia uns 240 telers, del quals uns 25 eren jacquard.

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Un nou tipus d’immigrants: els primers treballadors de la Baurier a Sant Adrià La nova fàbrica de Sant Adrià s’especialitzava en el tissatge i la de Masies de Roda es quedava amb les filatures, això significava que els que treballaven amb els teixits es quedaven sense feina o bé havien de marxar a Sant Adrià. Per altra banda l’empresa necessitava que aquests treballadors i treballadores, ja experts en l’ofici, seguissin desenvolupant les seves activitats a la nova fàbrica. Començar-la de zero no era econòmicament rendible, així doncs la Baurier va facilitar el desplaçament i naus habitatges a tots els treballadors i famílies que volguessin començar una nova vida a Sant Adrià. És així que a Sant Adrià es va donar un nou tipus d’immigrants: els que ja venien amb la seva pròpia feina.

Central Tèrmica la Catalana. Aquesta indústria es va construir entre el 1915-1918 molt a prop del riu Besòs. Era una indústria que subministrava corrent elèctrica a la ciutat. L’arribada de molts treballadors a la indústria va formar un nou barri: la Catalana, ubicat al marge dret del riu. Com moltes de les fàbriques, va utilitzar carbó com combustible però amb el pas del temps i les noves tecnologies es van utilitzar altres combustibles menys contaminats per tal d’estalviar energia i obtenir més rendiment.

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CELO Fàbrica CELO (companyia espanyola per la fabricació mecànica del vidre S.A.) va ser creada en 1923, per Miguel Alejandre, però no es va posar en marxa fins a 1925.El seu fundador va ser el primer en utilitzar el sistema de vidre pla inventat per Libbey i Owens. La fàbrica CELO es va construir en aquest punt de Sant Adrià pels avantatges que li oferien la proximitat amb la línia fèrria que li permetia tant l’arribada de matèries primeres com la distribució dels seus productes a qualsevol lloc de la Península o d’Europa, així com la proximitat a les centrals tèrmiques fonamentals per la provisió de l’energia necessària. La CELO va arribar a tenir uns 300 treballadors, aquest nombre va anant reduint poc a poc per la incorporació de màquines. En aquell moment la CELO posseïa els medis més moderns i perfectes per la producció del vidre pla existent a tota Espanya. L’any 1955 va esclatar la caldera de la central, que va produir greus danys materials i pèrdua de vides humanes. Més endavant CELO va reconstruir les instal·lacions i va continuar funcionant amb normalitat, fins que l'any 1987 data en que va comprar la fàbrica una marca xinesa. La fàbrica va tancar per que perdia terreny sobre les altres tecnologies més una crisis de la construcció als anys 70 i el fort augment del petroli que era molt important ja que la vella màquina funcionava amb aquest carburant. Va tancar al 1985. A pesar de deixar un gran nombre de empleats a l’atur no va ser un tancament gaire conflictiu. Xina va comprar la fàbrica CELO per 200.000.000 de pessetes. La fàbrica es va instal·lar inicialment a Yi’an (Heilongiang) on van treballar set espanyols. L'any 1988, en mig del boom de les grans superfícies, la fàbrica va ser enderrocada i s'hi va construir el PRYCA.

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El PRYCA Amb el tancament de la Industria CELO es va instaurar en centre comercial PRYCA La zona industrial de Sant Joan Baptista. El solar on actualment hi ha l'Alcampo (antic PRYCA), poc abans de la seva construcció Cartell informatiu de la construcció del PRYCA, l'any 1987. La construcció del centre comercial i la nova urbanització de l'avinguda de la Platja va significar un canvi total en la imatge del barri de Sant Joan Baptista, que fins aleshores era només una zona industrial poc habitable.

Biscúter Es va implantar la industria Biscúter que va tenir molt d’èxit a Sant Adrià , però amb el pas del temps Seat la va fer desaparèixer. La mostra anirà acompanyada de dues activitats complementàries entre elles un recorregut de Biscúters per la ciutat

Originari de França, l’automòbil Biscúter es va fabricar i comercialitzar a la factoria Autonacional, SA, de Sant Adrià de Besòs, després de la seva presentació a la Fira de Mostres de Barcelona l’any 1953. Amb la fabricació de les cinc versions d’aquest micro-cotxe, l’empresa adrianenca va produir més de 10.000 unitats, amb el que això va significar pel rellançament de la indústria automobilística de Catalunya. Malgrat es va veure desplaçat del mercat pel SEAT 600, més versàtil i atractiu, el Biscúter fou el primer utilitari amb el qual s’iniciaren els desplaçaments de cap de setmana. Per això es convertí en tot un símbol de la societat dels anys cinquanta.

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Cada cert temps es fan homenatges a aquest vehicles on tornen al seu lloc de naixement a Sant Adrià de Besòs. Al llarg del temps la Industria de Sant Adrià va començar a recular i això va comportar el tancament de industries molt importants com la CELO , BÚFALO, BAURIER, però només les centrals tèrmiques van continuar en funcionament.

LES TRES XEMENEIES Com moltes altres ciutats, Sant Adrià també té molts símbols, a més de l’arc que dona la benvinguda en tenim un altre potser més important: Les tres xemeneies de la central tèrmica. Les tres xemeneies són uns dels pocs elements que queden del passat industrial al municipi de Sant Adrià del Besòs. Formen part de la historia de la implantació i desenvolupament del ús d'energia elèctrica a Catalunya durant el S.XX L'actual central tèrmica del Besòs es situa al costat de les instal·lacions que ocupava una antiga central tèrmica de cicle convencional, construïda entre el 1970 i el 1976. Les tres xemeneies que constitueixen la part més visible de la central tèrmica són el resultat de la remodelació que a partir del 1972 es va fer a l’antiga central, construïda l’any 1912 sobre el mateix emplaçament que l’actual, propietat en aquells temps de l’empresa Energia Eléctrica de Catalunya.

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La nova planta de cicle combinat està formada per tres grups de 350 MW. Cadascú podien ser alimentats amb gas natural i, en circumstàncies especials, per fuel-oli. A l’any 1976, en un principi es projectà la construcció de dos mòduls, els més propers a Badalona. No obstant, va ser a l’any 1974 quan es va fer una ampliació amb una xemeneia més, la que està més a prop del municipi de Sant Adrià. El pressupost de l’ampliació va ser de 3.150.000.000 de pessetes. Les xemeneies, de 90 metres, es trobaven just a sobre de les calderes, també de 90 metres, i per tant assoleixen una alçada total d'uns 180 metres. Els últims 20 metres de xemeneia, fins a un total de 200 metres d'alçada, van ser afegits posteriorment a la seva construcció. Aquests 20m són clarament diferenciables de la resta per la seva construcció metàl·lica. Aquest augment de 180 a 200 metres va ser necessari degut a que la capa d'inversió tèrmica al voltant dels 170-190 metres en la zona de l'àrea metropolitana de Barcelona. Un obrer va morir per un tret de la policia en les protestes que hi va haver durant la seva construcció. En la central hi arribaren a treballar 900 persones, mentre que l'any 2010 només hi treballaven 90 persones. El sistema de refrigeració de la central enviava aigua calenta al mar, fet que atreia peixos i convertia el lloc en un bon indret per pescar. Les pluges negres originades per la central embrutaren durant dècades la roba estesa i els cotxes de Sant Adrià i Badalona. Al 1983 Sant Adrià es declarada zona atmosfèrica contaminada en el consell de ministres al novembre. Però amb ajudes oficials s’esperava frenar la degradació. El 10 d’agost de 1986 Sant Adrià va reorganitzar el futur a partir de la suspensió de la barrera industrial, ja que volien convertir la central tèrmica de la FECSA en un restaurant o hotel, per tenir més espai en la platja. Fecsa-Endesa, va acordar el trasllat de la central, i el març de 2008 va rebre autorització per instal·lar una nova planta, el Grup 5 de 800 MW, que substituirà els actuals Grups 1 i 3 de la Central. L'Ajuntament de Sant Adrià de Besòs va organitzar un referèndum l'any 2008 per consultar als ciutadans si les tres xemeneies havien de seguir en peu, fet que fou recolzat amb un 82%. Amb aquest resultat, l'Ajuntament es va comprometre a que l'edifici seria conservat i convertit en un equipament, però el seu futur és actualment incert. 51


Per tant, actualment la central es troba immersa dins un procés de canvi d’ús. Se’n preveia el tancament per a l’any 2010, quan ja es trobés en funcionament la central de cicle combinat que Fecsa-Endesa que s’estava construint al marge dret del riu Besòs. Abans de construir les tres xemeneies, el terreny era un descampat que es feia servir per deixar el carbó que les altres fàbriques de Badalona necessitaven, és a dir era una mena d'abocador.

Incineradora d’escombraries TERSA La

planta

incineradora

Tersa

està

situada

a

desembocadura del riu Besòs, dins el terme municipal de Sant Adrià de Besòs. Va entrar en funcionament l’any 1975. Des de febrer de l‘any 1982 es gestionada per Tersa (Tractament i Eliminació de Residus, S.A), empresa mixta en la qual participen l’Ajuntament de Barcelona, la Corporació Metropolitana de Barcelona i les societats concessionàries de la primera etapa. La seva funció és el tractament de les diferents fraccions de la brossa amb processos especialment adaptats a les seves característiques. En els seus inicis l'emissió de fums contaminats i olors desagradables eren molt alts. La inversió tecnològica a través del temps ha aconseguit que TERSA sigui una de les empreses punteres a Europa aconseguint un nivell mínim d'emissions contaminants per sota de les lleis de la CEE en matèria de contaminació atmosfèrica.

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8.3.

Tercera planta – Segle XX

El Riu Besòs El riu Besòs és un dels rius més curts del món. Les seves aigües eren la font de vida de Sant Adrià, donaven vida a l’horta del Besòs i preveien d’aigua a les industries. Però a més de ser una font de vida, va ser a la llarga, una font de destrucció amb les seves inundacions; com l’any 1962, que va omplir de dol el Vallès i Sant Adrià.

Amb tot l’abocament de químics que s’abocaven al riu aquest va quedat enverinat, es va convertir en el més contaminat de la Mediterrània. No obstant, per tal de netejar el riu es van implantar depuradores. Es van crear murs alts de formigó a la vora del riu que van donar seguretat al adrianencs i a l’hora, els va allunyar del riu.

Sant Adrià es situa a prop del riu però durant molts anys va viure d’esquenes a ell per la seva contaminació. Per això Sant Adrià no va tenir gairebé pescadors, en canvi es van instal·lar camps de conreu després de la baixada dels aiguamolls. On al cap del temps es van implantar les indústries. 53


La riuada del 62 El 24 de setembre de 1962, les fortes pluges a tota la conca del Besòs van provocar el desbordament del riu, que aleshores no estava canalitzat, provocant grans desastres i moltes víctimes al Vallés i a Sant Adrià. La Catalana va ser el barri més afectat. També van quedar malmeses les instal·lacions esportives de Sant Joan Baptista. Pocs dies després, el general Franco va visitar les poblacions més afectades per la riada, entre elles Sant Adrià.

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Preocupació per Sant Adrià La revista ¿Por qué?, especialitzada en successos i tota mena de noticies de sang i fetge, va publicar el 10 d'octubre un reportatge sobre les tràgiques inundacions del Besòs. El reportatge tenia alguns tons pintorescos com el protagonisme que es donava a una noia alemanya que, segons els cronista, va col·laborar en les tasques d'ajut als damnificats i va fer de voluntària de la Creu Roja. Alguns aspectes del reportatge són realment increïbles o, si més no, difícils de creure, com l'afirmació que una dona va infantar un nen dintre del Wolkswagen de la morena alemanya, que es deia Ursula Niedenzu.

Després del reportatge general, la mateixa revista dedica una pàgina sencera a explicar com va afectar la riada al circ de la família Raluy, que vivia a la Catalana.

La riada del 71 El setembre de 1971, una nova riada va afectar Sant Adrià . En aquesta ocasió, però, els danys van ser molt menors que en la del 62. La part més perjudicada van ser les instal·lacions esportives del carrer Olímpic (Club de tennis Sant Adrià ) i l'adjunt camp de futbol. En aquest reportatge es poden apreciar els danys causats en aquestes instal·lacions esportives.

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Obres al riu Obres realitzades en el solar adjunt al riu (terrenys del senyor Llansí), entre les instal·lacions esportives del carrer Olímpic i el pont del tren. Sembla que s'aplanava el terreny, potser com a prevenció de possibles riades.

Sant Adrià ha tingut cinema El cinema Avenida, al barri del Besòs, va ser el blanc d'una lluita veïnal durant els anys setanta. L'edifici estava encaixonat entre els blocs, i això no agradava al veïnat, que reivindicava l'espai com a plaça pública. Finalment el cinema va tancar i l'edifici es va enderrocar. El lloc es va convertir en plaça pública, la plaça Josep Tarradellas. Uns anys després, arran dels fets de la "intifada" del Besòs, quan els independents del Besòs van arribar al poder municipal en coalició amb altres partits, es va canviar el nom de la plaça, que es va anomenar "25 d'octubre", data de començament dels fets recordats amb el nom d'intifada del Besòs.

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La platja als anys 60 Entre els anys 60 la platja de Sant Adrià es va convertir en una activitat de masses, però l’índex tan alt de contaminació feia impossible el bany i cada cop la gent s’allunyava més de la platja. A partir de l’any 1979 el sanejament de les platges i la seva descontaminació va ser la prioritat de l’administració municipal de Sant Adrià. Camp de la Bota Escola del Camp de la Bota, dirigida per escolapis, 1964. En aquell any la població escolar del barri era de 620 nens, dels quals 405 assistien a l'escola. Anteriorment el Camp de la Bota era un camp d’afusellament.

Autopista A l’any 1968 van començar les obres

de

l’autopista

de

Mataró amb límit a Badalona. Actualment encara existeix aquesta autopista però ha estat allargada. Abans

Actualment

El metro arriba a Sant Adrià A finals dels anys 70 i primers anys 80 es van fer les obres del metro, que van tenir durant força mesos la carretera tallada i en l'estat que es veu a la fotografia

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La cultura i el folklore El municipi ha tingut i té diversos equipaments culturals, com l'Ateneu Adrianenc (entitat recreativa creada el 1929), el Casal de Cultura (1985), el Casal de la Joventut (Polidor), el Casal de la Dona, el Centre Cívic de la Mina, el Centre de Serveis Socials de Via Trajana, etc. Pel que fa a les biblioteques, n'hi ha una de la diputació. Dins dels recursos culturals de la ciutat cal destacar el Museu d'Història de la Immigració de Catalunya situat a l'antiga masia de Can Serra (2004). Sant Adrià fou popular des de mitjan segle XIX com a lloc d'esbarjo dels barcelonins, en totes les festes tradicionals, que venien a passar el dia a les vernedes i salzedes de les vores del riu, al voltant de Can Manel, la Mina o el Molinet, típics llocs de menjar. Hi hagué també a la vora del riu reunions de dirigents obrers en les primeres vagues i locauts. Durant el segle XIX, coincidint amb la festa major, moltes famílies venien a proveir-se de porc fresc a Can Terra i Can Vasulles (a Barcelona no hi havia matança de porc fins a Santa Teresa). Actualment la festa major se celebra al voltant del 8 de setembre, per Sant Adrià. Inicis del Pompeu Fabra L'ensenyament de les primeres lletres a Sant Adrià comença el 1834 en una petita escola situada al primer pis de l'antic hostal que hi havia a la cantonada del carrer Major amb Pi i Margall, enfront de la masia de can Rigalt. Per el baix nombre d'habitants, els primers mestres varen ser els rectors de la parròquia.

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8.4.

Quarta planta – Segle XXI

El cor dels Adrianencs La plaça de la Vila és relativament recent ja que es va construir al voltant dels anys 20 i cap als anys seixanta encara hi havia cultius de blat de moro al seu voltant. No va ser fins a l’any 1973 quan es va declarar la plaça major de Sant Adrià de Besòs.

Record commemoratiu : Un dels actes més significatius que es va fer en la plaça la vil·la va ser el 22 de setembre de 2000 en record de l’assassinat del regidor Josep Lluís Ruiz Casado en mans de ETA. En memòria d’ell es van posar al voltant de la font espelmes a les dotze de la nit i es va fer un minut de silenci. El pas del temps a la Plaça de la Vila:

Els gegants de Sant Adrià. Des de molts anys Sant Adrià ha viscut sense gegants. No es sap a ciència certa per què, però si es sap com es va impulsar l’idea. Molts pobles tenien gegants per que feia representació dels seus orígens i dels seus costums. Sant Adrià també va voler, i va crear al seu rei i a la seva reina. Al segle XIX, no era tan habitual traure els gegants per les festes. A l’any 1945, el bisbe que portava els gegants al convent va sofrir un accident i els gegants van quedar destrossats i des de llavors no se’n van fer més.

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No va ser fins l’any 2002 quan es van recrear novament. No obstant, ara amb la mentalitat de fer-los pensant en les tradicions del poble van decidir crear Els Passadors. El ser passador era un ofici singular. Aquest menestrals tenien cura del manteniment de les passeres de fusta que permetien, als vianants el pas del riu, i de vegades els passaven a collibè també ajudaven als carros i les diligencies encallats en el difícil pas. En homenatge a aquest homes el gegant adrianenc porta una nena a collibè.

Fòrum de les Cultures La celebració del Fòrum de les Cultures va ser l'excusa ideal per a la remodelació urbanística de tota aquesta zona, amb una extensió de gairebé 170 hectàrees, la major part de les quals es destinen a espais públics i a la construcció d'un gran nombre d'equipaments i serveis, hotels, centres comercials, un reduït nombre d'habitatges i aquest nou port esportiu. No obstant això, tècnicament el port no es troba al territori de la capital catalana, si més no en la veïna població de Sant Adrià de Besòs. Amb el pas del temps es va decidir la construcció del Fòrum Universal de les Cultures l’any 2004. L’arribada del Fòrum va unir a Sant Adrià de Besòs i a Barcelona, es va convertir en un lloc molt turístic. La placa fotovoltaica del fòrum simbolitza l'esforç per potenciar les energies renovables a Barcelona. Aquestes plaques estan preparades per produir la electricitat equivalent al consum de mil habitatges. La central té 2.668 panels de captació d’energia solar i ocupa una superfície total de 3.600m², equivalent a un camp de futbol. Els científics han subratllat que amb la central fotovoltaica s’estalvien 340 tones de diòxid de carboni que s’haurien dipositat al medi ambient. Es van començar a construir l'any 2001-2002 aproximadament i la seva posada en marxa va coincidir amb el Fòrum de les cultures 2004.

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El 1989 es va aprovar el remodelatge urbanístic del barri de la Mina segons un conveni entre l'ajuntament, el MOPU i la Generalitat. Fins el 1970, que es construí el polígon d'habitatges, la Mina era poblada solament per unes cases de pagès: Can Caselles, Can Caietano, Can Llima, Can Nofre, Can Nomen, Can Petroli, Can Sabater i Cal Viudet, envoltades de productives terres de regadiu. El conveni per a la construcció del polígon fou signat per l'Ajuntament de Barcelona i el Instituto Nacional de la Vivienda amb la finalitat que absorbís una gran part de les famílies dels barris de barraques i comportà la creació de 2 719 habitatges que ocupen gairebé tota la Mina (llevat del Parapeto) en grans blocs de 10 i 5 plantes d'alçada que representen una massificació i despersonalització del veïnat. Al barri de la Mina continuen residint un elevat nombre de veïns amb situació i condicions de marginalitat.

Retorn del tramvia Després de 40 anys el tramvia va quedar totalment en desús però ara ha tornat a Sant Adrià amb un nou recorregut, actualment ja el podem utilitzar, es va inaugurar de fet per la renovació del litoral Barcelonès. El seu Aquest nou tramvia és sostenible i de capacitat intermèdia. Té un traçat de 14km repartits entre línies bidireccional que comunica Sant Adrià i Badalona amb Barcelona. Actualment té 29 estacions i que manté la unió amb altres transports públics. El seu servei data des de l’any 2004.

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Refugi de Sant Adrià L'ajuntament va decidir començar la construcció de diferents refugis antiaeris dins del terme municipal com: la plaça de l'església, l'escola i seu de refugiats del Polidor, el mercat municipal, els carrers de Lleida, de Barcelona, de les Corts, i la placeta Macià.

Al llarg del temps Sant Adrià a progressat cap a millor les seves estructures no son tan velles com abans s’ha modernitzat , queden restes o petits monuments del nostre passat com per exemple les centrals tèrmiques a la bora del mar , l’arc de triomf , el museu d’Immigració de Catalunya, el nostre propi riu Besòs.

Recuperació del tram final del riu Besòs Des de l’any 2002 el pont del molinet fins a la desembocadura del riu Besòs, s’ha reconstruït per tal de donar un lloc verd de 7 hectàrees on es pot gaudir de les diferent utilitats, com per exemple anar pel carril de bici, que es va crear pels vianants a banda i a banda del riu que connecta amb la trama urbana, mitjançant unes rampes. A més es va ampliar el cabal del riu on es van posar diferent presses inflades al llarg del canal per purificar l’aigua.

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Col·legis segle XXI CEIP Catalunya : És un col·legi públic que consta d’una educació Primària que està dividida en tres cicles de dos cursos cadascun, durant els quals es van desenvolupant els objectius determinats al Projecte Curricular de Centre de cada àrea.

CEIP Pompeu Fabra : El CEIP Pompeu Fabra és una escola pública laica que comprèn Educació Infantil i Primària. És una escola arrelada al poble i oberta, per tant, als canvis que la societat genera.

Sagrat cor : Centre concertat que comprèn educació infantil i primària , ESO i opció a Batxillerat. És un centre Catòlic. Aquest centre ha estat constant en gran part de la historia de Sant Adrià, com s’ha esmentat anteriorment.

Amor de Déu : L'Escola Amor de Déu és un centre concertat, Catòlic , comprèn Educació infantil , Primària i ESO.

IES Manuel Vázquez Montalbán : va canviar d’IES Sant Adrià a IES Manuel Vázquez Montalbán. Les raons del canvi van ser perquè aquest autor ha estat sempre lligat a l’evolució social i política del nostre país i a més de la seva gran trajectòria literària ha fet que aquest centre es commemorés amb aquest nom. En aquest centre es cursa l’E.S.O., batxillerat i cicles formatius de primer i segon grau.

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IES FORUM : L'IES Fòrum 2004 té els seus orígens a l'any 1968, al Camp de la Bota, en els locals del que es va anomenar Escola d' Artesania i Iniciació Professional va néixer del projecte il·lusionat d'un equip format per professors i alumnes de les escoles de Belles Arts de Barcelona. Amb la implantació de la reforma educativa (LOGSE), l’institut va passar a anomenar-se IES “La Mina”, fins al 2004, any en què preveient la construcció de l'institut nou, s’ubica prop dels terrenys del Fòrum de les Cultures, se li va canviar el nom per l' actual i definitiu, IES Fòrum 2004. L’IES Forum 2004 és un centre públic amb titularitat del Departament d'Educació de la Generalitat de Catalunya que actualment té concedides 3 línies d'ESO, 1 de Batxillerat i 1 de CFGM d'Electromecànica de Vehicles.

TÚRBULA: El Centre Educatiu Túrbula va començar les seves activitats acadèmiques l’any 1960, fundada pel senyor Rafael Garcia Villanueva als locals de la Gran Via de les Corts Catalanes núms. 4 i 6 de Sant Adrià. Fa, doncs, gairebé 50 anys que ens dediquem a l’ensenyament. En aquest centre actualment es cursa primària, ESO, batxillerat i cicles.

*S’ha afegit un annex en el qual es poden observar diverses zones de Sant Adrià amb el pas del temps. Aquest annex és bàsicament una galeria fotogràfica titulada “Abans i Avui”, annex número 17.

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9.

MAQUETA

9.1.

Materials de la maqueta

Per tal de trobar els materials adients per a la construcció de la maqueta vam anar a dues botigues: una especialitzada en suro i un servei d’estació, ambdues de Barcelona. En aquestes botigues vam comprar: MATERIAL

UTILITAT

10 planxes de suro d’1mm de grossor

Crear el pendent

5 lamines de fusta de balsa d’1,5mm de grossor

Parets interiors de l’edifici

5 lamines de fusta de balsa de 2mm de grossor

Parets exteriors i sostres de l’edifici

4 llistons de 2x4mm i 1m de longitud

Pilars de l’edifici

6 llistons de 2x3mm i 1m de longitud

Jàsseres de l’edifici

1 lamina de plàstic transparent de 50x40 i 2mm de grossor

Vidres de l’edifici

50 cotxes a escala 1:500

Decoració

1 tauler d’1x0.5m amb un grossor de 0.5cm

Tauler on s’ubicarà la maqueta

Sorra de la platja

Efecte platja a la maqueta

Cola blanca

Unió de peces

Vidre blavós

Mar

Boles de suro i escuradents

Arbres

Cercles de suro de 5cm de diàmetre

Crear la base de les xemeneies

Pinces

Eines per a la construcció de la maqueta

Cúter Llimes petites Planxa de protecció de taules

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9.2.

Dimensions maqueta

Primerament havíem decidit fer dues maquetes, una de l’edifici més gran a escala 1:250 i una altra de tot l’exterior a 1:1000. No obstant, al imprimir els plànols de l’edifici en planta a escala 1:250 ens vam adonar de que era massa gran, unes dimensions aproximades de 70x12cm, i tenint en compte que el nostre projecte no afecta gaire a l’exterior, vam decidir fer només una maqueta a escala 1:500, de l’edifici i de l’exterior.

9.3.

Procés de construcció

A continuació explicarem resumidament els passos que hem seguit per tal de construir la maqueta.

9.3.1. Pas 1 El primer pas és imprimir el plànol general del projecte a escala 1:500 i calcular les dimensions aproximades que ocupa aquest plànols per comprar el tauler, on es trobarà tota la maqueta.

9.3.2. Pas 2 El següent pas és crear el pendent del terreny. Aquest pendent hem decidit crear-lo a partir de planxes de suro d’un mil·límetre de grossor, que a escala 1:500 equival a mig metre. Per tal de fer el pendent cal marcar al plànol general les línies que marquen el desnivell. Aquest plànol amb les línies marcades s’enganxa, amb pinces o pegament molt suau en forma d’esprai, al suro i amb un cúter especial per a marqueteria es comencen a tallar les línies de menys nivell, en aquest cas 0.5m. Està clar, que alhora que tallem el suro tallem el paper, però com ho fem des del nivell més baix, és a dir, el que tindrà més superfície, fins al nivell més alt, de menys superfície, podem tallar totes les planxes de suro amb el mateix plànol.

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9.3.3. Pas 3 Abans d’enganxar el suro hem fet l’edifici de turbines i l’annex. Per fer l’edifici hem començat fent el terra del soterrani, que a escala 1:500 són 34x6.6cm de superfície. Quan comences a fer una maqueta has de tenir molt en compte el grossor dels materials, ja que si les parets exteriors mesuren 2mm de grossor i les interiors 1,5mm hauràs de fer els càlculs adients per tal de que totes les peces encaixin. Una vegada teníem la base, que és el terra del subterrani, vam anar dibuixant, tallant i enganxant les parets perpendicularment al terra. Així successivament fins arribar a tenir totes les plantes.

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9.3.4. Pas 4 Quan tenim ja totes les plantes del edifici afegim les jàsseres, nosaltres hem utilitzat uns llistons de 2x6mm ja que les jàsseres són 3m a la realitat. També hem afegit tots els pilars del edifici utilitzant uns llistons de 2x4mm, en total hi ha 39 pilars, però com les parets exteriors de l’edifici ja són de 2mm de grossor hem posat 35 llistons.

9.3.5. Pas 5 Una vegada tenim tota l’estructura de l’edifici cal fer les façanes, es recomanable fer-les totes i després enganxar-les per tal de que quadrin.

9.3.6. Pas 6 Nosaltres hem decidit enganxar l’edifici ja amb les planxes de suro al tauler, i després afegir el petit annex i la resta de detalls. La construcció de l’edifici annex l’hem fet seguint els passos de l’1 al 5

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9.3.7. Pas 7 Arriba l’hora de fer els detalls; les xemeneies, els camins, les carreteres, les grades, els arbres, la platja i el mar. 1. Les tres xemeneies, potser, han estat les més difícils de reproduir ja que consten de formes còniques i mitges circumferències. Per tal de construir-les hem tallat per la meitat un tub de cartró de 5,5cm de diàmetre. Seguidament hem col·locat una caixa de fusta de balsa on hem posat la xemeneia, feta amb un tub de fusta i una decoració de metall a la punta d’aquesta. 2. Per fer el mar vam anar a tallar un vidre blavós a una vitralleria i el vam enganxar al tauler. 3. Per fer la platja vam posar cola blanca on es situaria aquesta i vam afegir sorra de la platja per donar un efecte el més real possible. 4. Els camins i carreteres els hem fet aprofitant la fusta de balsa que ha sobrat, per que es diferenciés del color del suro, fent-l’hi tires. Aquestes tires les hem enganxades a la maqueta. 5. Els arbres els hem fet amb unes boles de suro i escuradents.

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10. CONCLUSIONS Arribarem al final del nostre treball amb els objectius inicials complits: rehabilitar i convertir l’edifici de turbines en un espai funcional on s’ubicarà el museu d’història de Sant Adrià de Besòs. A més, creiem que el títol del treball, “Unint el passat amb el futur”, ha estat present durant tot el projecte ja que hem rehabilitat un edifici del passat per donar-li una funcionalitat futura i hem recopilat de forma resumida la història de Sant Adrià per tal de que arribi, en un futur, als adrianencs. Durant el projecte hem tingut la oportunitat de treballar amb un programa professional de dibuix com és l’Autocad i ens hem apropat a la història de la nostra ciutat, molta d’aquesta, fins fa poc desconeguda per a nosaltres, utilitzant el servei de l’arxiu municipal. El nostre treball ha tingut varies limitacions o dificultats: 1. La central FECSA no admet visites i no hem pogut accedir a l’interior. 2. No disposar de plànols actuals de la central. 3. Per al nostre treball hagués estat d’ajuda una persona més al grup. 4. El cost del nostre treball, que ha superat fàcilment els 100€, bàsicament pel material de la maqueta. 5. La dificultat de la maqueta tenint en compte que un error no es pot esborrar i la de vegades que es pot arribar a repetir la mateixa peça. Tanmateix, hem tingut una bona planificació del temps i hem pogut acabar el treball amb tranquil·litat. Vam començar el treball de camp a finals del mes d’agost i durant la setmana del pont a principis de desembre ja teníem pràcticament tot el cos del treball. Des del nostre punt de vista valorem més la ciutat de Sant Adrià, ens hem adonat de que en pocs anys una ciutat pot canviar molt i que seguirà canviant. Recomanaríem a molts ciutadans que s’interessessin per la seva ciutat i descobririen moltíssimes anècdotes. D’altra banda, ens hem posat en el lloc d’un arquitecte i valorem tota la feina que ha de fer per portar a terme un projecte, tot i això que nosaltres no hem aprofundit tècnicament en el projecte.

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A més, pensem que si el projecte es portés a terme influiria de forma positiva a Sant Adrià en aquests aspectes: 1. Aspecte econòmic: crearia llocs de treball de forma directa i indirecta, i sorgiria l’efecte multiplicador, és a dir, altres comerços s’instal·laran a la ciutat pel museu. 2. Aspecte publicitari: l’edifici que hem dissenyat es innovador i seria un espai turístic més del Barcelonès. 3. Aspecte cultural: fomentaria l’art comarcal i regional al disposar d’una sala d’exposicions temporals i aules i tallers.

10.1.

Agraïments

Agraïm la col·laboració de l’arxiu municipal ja que ens van aportar tots el plànols i gran informació de la història de Sant Adrià, a més, va ser un servei gratuït. Donem les gracies a un dels treballadors de l’arxiu que ens va facilitar tot el material necessari amb eficiència. També agraïm el seguiment continu de la nostra tutora, Carmen Andújar, i el seu aportament de material – un llibre i un DVD – sobre arquitectura. Sense oblidar-nos de la gent sense la qual no podríem haver conclòs el treball; el despatx d’arquitectes que ens ha fet possible la impressió dels plànols i l’Artur Albiol, per l’aportació dels seus coneixements tècnics, les dues hores dedicades a ensenyar-nos a utilitzar l’Autocad i els consells per portar a terme la maqueta.

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11. FONTS D'INFORMACIÓ Llibres: 1. RAFAEL ALSINA, Josep i PIULACHS, Mayte. Sant Adrià de Besòs, història d’un canvi, El punt. Sant Adrià de Besòs, novembre de l’any 2002. 2. DE CUSA, Juan. Cómo interpretar un Plano, Ceac. Espanya, 1999. 3. HUGHES, Philip. Diseño de exposiciones. Barcelona, 201 4. NEUFERT, Ernst. Arte de Proyectar en Arquitectura, Gustavo Gili. Alemanya, 1992 5. CORBALÁN GIL, Joan. Justícia, no venganza. Los ejecutados del franquismo en Barcelona (1939-1952), Silente Ediciones. Barcelona, 2008. 6. MÁRQUEZ BERROCAL, Manuel. Historia Social de San Adrián de Besós. Volum III. La transformación del territorio: La producción del espacio urbano en San Adrián de Besós, 1910 al 1940, Ajuntament de Sant Adrià de Besòs. Barcelona, 2001. 7. CASAS SORIANO, Just i MÁRQUEZ BERROCAL, Manuel. Historia Social de San Adrián de Besós. Volum I. La población: siglos XVIII-XX, Ayuntamiento de San Adrián de Besós, Editorial Hacer. Barcelona, 1996 8. MARÍN, Martí. Memòries del viatge 1940-1975], MHIC – Ajuntament de Sant Adrià. Sant Adrià de Besòs, 2009.

DVD’s: 1. MARTIN de BLAS, Juan Manuel. Elogio de la luz, RTVE (televisió espanyola). Espanya, 2003. 2. COMPAIN, Frédéric. Arquitecturas, Editrama. França, 2005.

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Pàgines webs: 1. Galería de fotos – Áreas temáticas, Ajuntament de Sant Adrià. http://www.sant-adria.net/cas/contenido.php?ctn=galeria_fotos 2. HOYOS, Roger. 3 xemeneies de Sant Adrià de Besòs. http://www.3xemeneies.blogspot.com/ 3. Empresa OTIS, marca reconeguda d’ascensors. http://www.otis.com/site/esesl/OT_DL_Documents/OT_DL_DocumentLibrary/Cat%C3%A1logo%20de%20panor%C 3%A1micos/Panor%C3%A1micos.pdf 4. DELGADO, Jonathan; ORTS, Elena i ARANCIBIA, Stephanny. La CELO a sant Adrià de Besòs. Any 2010. http://trcelo.blogspot.com 5. GOMÉZ, Dani; CANO, Brian i SUCH, Sandra. TERSA-INCINERADORA DE SANT ADRIÀ. Any 2010. http://sandradanibrian.blogspot.com 6. MORENTE, Sandra; GARCIA, Eric i MERA, Dani. PLACA SOLAR FOTOVOLTAICA DEL FÓRUM. Any 2010. http://projectoderecerca.blogspot.com 7. PEREA, Anna; ARTEAGA, Míriam; MARTÍNEZ, Ismael i ABBAS, Ali. Les tres xemeneies de Sant Adrià. Any 2010. http://lestresxemeneies.blogspot.com/ 8. MARINA MUÑOZ, Marina. Memoria histórica visual, El Periódico. Dia 13 de setembre de 2011. http://www.elperiodico.com/es/noticias/barcelona/memoria-historica-visual-1148181

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Unint el passat amb el futur  

Treball de recerca de Elena Orts i Stephanny Arancibia. Institut MVM. Curs 2011-12