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Professora ValĂŠria Paiva

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Professora Valéria Paiva

A prevenção da gestação não planeada é fundamental, principalmente para adolescentes e adultos jovens sexualmente activos, que devem ser orientados precocemente, uma vez que a idade para início das relações sexuais está diminuindo cada vez mais, enquanto estão aumentando o número de adolescentes grávidas. Os métodos contraceptivos podem ser divididos didacticamente em: comportamentais, de barreira, dispositivo intra-uterino (DIU), métodos hormonais e cirúrgicos. 2


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A escolha do método contraceptivo deve ser sempre personalizada levando-se em conta factores como idade, números de filhos, compreensão e tolerância ao método, desejo de procriação futura e a presença de doenças crónicas que possam agravar-se com o uso de determinado método. Como todos os métodos têm suas limitações, é importante que saibamos quais são elas, para que eventualmente possamos optar por um dos métodos. Todavia, na orientação sobre os métodos anticoncepcionais deve ser destacada a necessidade da dupla protecção (contracepção e prevenção as DST e SIDA), mostrando a importância dos métodos de barreira, como os preservativos masculinos ou femininos. 3


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Método Rítmico ou Ogino-Knaus (calendário): • procura calcular o início e o fim do período fértil (já explicado anteriormente no ciclo menstrual) e somente é adequado para mulheres com ciclo menstrual regular. • A mulher deve ser orientada, inicialmente, a marcar no calendário os últimos 6 a 12 ciclos menstruais com data do primeiro dia e duração, calculando então o seu período fértil e abstendo-se de relações sexuais com contacto genital neste período. • É pouco eficaz se não for combinado com outros métodos, como preservativos ou espermicidas, pois depende da abstenção voluntária nos períodos férteis da mulher, onde a libido (desejo sexual) se encontra em alta. 5


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Temperatura basal: • método oriundo na observação das alterações fisiológicas da temperatura corporal ao longo do ciclo menstrual. Após a ovulação, a temperatura basal aumenta entre 0,3 e 0,8o C (acção da progesterona). • A paciente deve medir a temperatura oral, durante 5 minutos, pela manhã (após repouso de no mínimo 5 horas) antes de comer ou fazer qualquer esforço, e anotar os resultados durante dois ou mais ciclos menstruais. Esse procedimento deve ser realizado desde o primeiro dia da menstruação até o dia em que a temperatura se elevar por 3 dias consecutivos. • Depois de estabelecer qual é a sua variação normal, e o padrão de aumento, poderá usar a informação, evitando relações sexuais no período fértil. • Uma grande desvantagem do método da temperatura é que se a mulher tiver alguma doença, como um simples resfriado ou virose, todo o esquema se altera, tornando impossível retomar a linha basal, ou saber se o aumento de temperatura é devido à ovulação ou a febre. 6


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Método do Muco Cervical (Billing): • baseia-se na identificação do período fértil pelas modificações cíclicas do muco cervical, observado no auto-exame e pela sensação por ele provocada na vagina e vulva. • A observação da ausência ou presença do fluxo mucoso deve ser diária. • O muco cervical aparece cerca de 2 a 3 dias depois da menstruação, e inicialmente é pouco consistente e espesso. • Logo antes da ovulação, ele atinge o chamado "ápice", em que fica bem grudento. • Testa-se colocando o muco entre o indicador e o polegar e tentando-se separar os dedos. • É necessária a interrupção da actividade sexual nesta fase, permanecendo em abstinência por no mínimo 4 dias a partir do pico de produção, período em que se inicia o período infértil novamente. • Esse método também exige observação sistemática e responsabilidade por parte da mulher durante vários meses, até conhecer bem o seu ciclo e o muco. • No entanto, qualquer alteração provocada por doença, ou quando a mulher 7 tem pouco ou muito muco, o método se torna pouco confiável.


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Coito interrompido: • baseia-se na capacidade do homem em pressentir a iminência da ejaculação e neste momento retirar o pénis da vagina. • Tem baixa efectividade, levando à disfunção sexual do casal, e deve ser desencorajado

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• Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao útero, sendo fundamentais na prevenção das DST e AIDS. • Junto com a pílula anticoncepcional e o coito interrompido, são os métodos não definitivos mais utilizados. 9


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Preservativo ou Camisinha : • quase todas as pessoas podem usar; • protege contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS; • previne doenças do colo uterino; não faz mal a saúde; é de fácil acesso. • O preservativo masculino é um envoltório de látex que recobre o pénis, retendo o esperma no acto sexual, impedido o contacto deste e de outros microrganismos com a vagina e o pénis ou vice-versa.

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• Uso masculino: • desenrolar a camisinha no pénis erecto, antes de qualquer contado com a vagina, ânus ou boca. • Deve ser retirada do pénis imediatamente após a ejaculação, segurando as bordas da camisinha para impedir que os espermatozóides escapem para a vagina. • A camisinha possui lado certo para desenrolar, para saber qual é o correto, basta tentar desenrolar se não der ou for muito complicado vire a pontinha para o outro lado. • Depois de retirá-la da embalagem, deve-se apertar a pontinha (dando uma leve torcidinha) para evitar que fique com ar porque, se ficar com ar, ela pode estourar com mais facilidade. Lembre-se que o pénis deve estar erecto (duro). • Segurando a ponta apertada ir desenrolando a camisinha sobre o pénis até chegar à base. Depois de desenrolar até a base evite ficar passando a mão, pois pode retirar o lubrificante e fazer com que a camisinha estoure com mais facilidade. Agora está tudo pronto para se ter uma relação sexual protegida. • A camisinha deve ficar desta forma no pénis. Quais as chances de que a camisinha masculina falhe? • A taxa de falha varia de 3 a 14 mulheres em 100 podem ficar grávidas em um ano de uso.

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• O preservativo feminino constitui-se em um tubo de poliuretano com uma extremidade fechada e a outra aberta acoplado a dois anéis flexíveis também de poliuretano na cérvice uterina, paredes vaginais e vulva. • O produto já vem lubrificado devendo ser utilizado uma única vez, destacando-se que o poliuretano por ser mais resistente que o látex pode ser utilizado com vários tipos de lubrificantes.

• Uso feminino: retirar da embalagem somente na hora do uso. Flexionar o anel de modo que possa ser introduzido na vagina. Com os dedos indicador e médio, empurrar o máximo que puder, de modo que fique sobrando um pouco para fora, o que deve permanecer assim durante a relação. Retirar logo após a ejaculação, rosqueando o anel para que não escorra o líquido seminal para dentro da vagina. • Se usada correctamente, sua eficácia é alta, varia de 82 a 97%.

• Efeitos colaterais: alergia ou irritação, que pode ser reduzida trocando a marca e tipo e com uso de lubrificantes à base de água. • Veja também: www.adolescencia.org.br

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Diafragma: • é um anel flexível, coberto por uma membrana de borracha fina, que a mulher deve colocar na vagina, para cobrir o colo do útero. • Como uma barreira, ele impede a entrada dos espermatozóides, devendo ser utilizado junto com um espermicida, no máximo 6 horas antes da relação sexual. A adesão da paciente depende da utilização correta do dispositivo. • A higienização e o armazenamento correctos do diafragma são factores importantes na prevenção de infecções genitais e no prolongamento da vida útil do dispositivo. • Por apresentar vários tamanhos (de acordo com o tamanho do colo uterino), deve ser indicado por um médico para uma adequação perfeita ao colo uterino. Deve ser usado com espermicida. • Recomenda-se introduzir na vagina de 15 a 30 minutos antes da relação sexual e só retirar 6 a 8 horas após a última relação sexual de penetração. • Saiba mais sobre diafragma: www.semina.com.br/medicos.asp?opt=0&item=02 13


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Esponjas e Espermicidas: • as esponjas são feitas de poliuretano, são adaptadas ao colo uterino com alça para sua remoção e são descartáveis (ao contrário do diafragma), estão associadas a espermicidas que são substâncias químicas que imobilizam e destroem os espermatozóides, podendo ser utilizados combinadamente também com o diafragma ou preservativos. • Existem em várias apresentações de espermicidas: cremes, geleias, supositórios, tabletes e espumas.

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Dispositivo Intra-Uterino (DIU): • os DIUs são artefactos de polietileno, aos quais podem ser adicionados cobre ou hormonas, que são inseridos na cavidade uterina exercendo sua função contraceptiva. • Actuam impedindo a fecundação, tornando difícil a passagem do espermatozóide pelo trato reprodutivo feminino. • Os problemas mais frequentes durante o uso do DIU são a expulsão do dispositivo, dor pélvica, dismenorreia (sangramentos irregulares nos meses iniciais) e aumento do risco de infecção (infecção aguda sem melhora ou infecções persistentes implicam na remoção do DIU). • Deve ser colocado pelo médico e é necessário um controle semestral e sempre que aparecerem leucorreias (corrimentos vaginais anormais). 15


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• Mulheres que têm hemorragias muito abundantes ou cólicas fortes na menstruação, ou que tenham alguma anomalia intrauterina, como miomas ou câncer ginecológico, infecções nas trompas, sangramentos vaginais ou alergia ao cobre não podem usar o DIU. • Não é aconselhado para nulíparas (mulheres que nunca engravidaram). • A gravidez raramente ocorre (eficácia alta, variando de 95 a 99,7%) com risco de abortamento no 1º e 2º trimestres. • A retirada do DIU pode ser feita após avaliação ultrasonográfica, considerando os riscos para o embrião. • e a retirada não for possível por riscos de abortamento, a paciente deve ser acompanhada a intervalos curtos de tempo e orientada em relação a sangramentos vaginais e leucorreias.

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• Lançado recentemente no Brasil, o Mirena é um novo método endoceptivo, como o DIU. Trata-se de um dispositivo de plástico ou de metal colocado dentro do útero. É um DIU combinado com hormonass. Tem forma de T, com um reservatório que contém 52 mg de um hormona chamado levonogestrel que age na supressão dos receptores de estriol endometrial, provocando a atrofia do endométrio e inibição da passagem do espermatozóide através da cavidade uterina. • O Mirena atua liberando uma pequena quantidade de hormona directamente da parede interna do útero, continuamente por cinco anos. Ele também torna o muco do cérvix (colo do útero) mais espesso, prevenindo a entrada do esperma. • A dosagem é equivalente a tomar duas a três mini-pílulas por semana. A diferença do Mirena em relação aos outros dispositivos intra-uterinos é que ele evita muitos efeitos colaterais.

• Vantagens: • A menstruação pode desaparecer completamente em algumas mulheres após poucos meses. • Tem duração de cinco anos. • Método seguro (1 a cada 1000 mulheres poderão engravidar). • Risco de gravidez ectópica reduzido (cerca de 2 a cada 10.000 mulheres ao ano). • Reduz dores menstruais. • As desvantagens são semelhantes às do DIU. 17 • Índice de falha: 0.1%


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Anticoncepcional Hormonal Combinado Oral (AHCO): • o AHCO consiste na utilização de estrogénio associado ao progesterona, impedindo a concepção por inibir a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Também modifica o muco cervical tornando-o hostil ao espermatozóide, altera as condições endometriais, modifica a contractilidade das tubas, interferindo no transporte ovular. • Existem diversos tipos de pílulas. As mais comummente receitadas são: • pílulas monofásicas: toma-se uma pílula por dia, e todas têm a mesma dosagem de hormonas (estrogénio e progesterona). Começa-se a tomar no quinto dia da menstruação até a cartela acabar. Fica-se sete dias sem tomar, durante os quais sobrevém a menstruação.

• pílulas multifásicas: toma-se uma pílula por dia, mas existem pílulas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo. Por isso, podem ter dosagens mais baixas, e causam menos efeitos colaterais. São tomadas como as pílulas monofásicas, mas têm cores diferentes, de acordo com a dosagem e a fase do ciclo: não podem ser tomadas fora da ordem. • pílulas de baixa dosagem ou minipílulas: têm uma dosagem mais baixa e contém apenas uma hormona (geralmente progesterona); causando menos efeitos colaterais. São indicadas durante a amamentação, como uma garantia extra para a mulher. Devem ser tomadas todos os dias, sem interrupção, inclusive na menstruação. • Idealmente, a pílula só deve ser tomada depois de se fazer um exame médico completo em um ginecologista, que receitará a mais adequada para cada caso. 18


Desvantagens:

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• Pode causar efeitos colaterais em algumas mulheres, como náusea, sensibilidade dos seios, ganho de peso ou retenção de água, alterações no humor, manchas na pele, dor de cabeça, aumento na pressão sanguínea. • Em algumas mulheres podem causar riscos à saúde. Desta forma, mulheres fumantes, com problemas cardíacos, com doenças do fígado e do coração, hipertensão, suspeita de gravidez, flebite ou varizes, glaucoma, enxaqueca, derrame, ou obesidade não devem usar pílulas. • É menos efectiva quando tomada com algumas drogas. Certas medicações, especificamente antibióticos interferem na acção das pílulas, tornando o controle menos efectivo. • Uma falha no esquema de tomar a pílula pode cancelar ou diminuir sua efectividade. • Tomada por muito tempo, pode aumentar o risco de câncer de mama. • Não é recomendada para mulheres com menos de 16 ou mais de 40 anos. • Pílula pós-coito ou pílula do dia seguinte: a anticoncepção de emergência é um uso alternativo de contracepção hormonal oral (tomado antes de 72 horas após o coito) evitando-se a gestação após uma relação sexual desprotegida. Este método só deve ser usado nos casos de emergência, ou seja, nos casos em que os outros métodos anticoncepcionais não tenham sido adoptados ou tenham falhado de alguma forma, como esquecimento, ruptura da camisinha, desalojamento do diafragma, falha na tabelinha ou no coito interrompido, esquecimento da tomada da pílula por dois ou mais dias em um ciclo ou em caso de estupro. Este contraceptivo contém o levonorgestrel, que é um tipo de progesterona. O levonorgestrel previne a gravidez inibindo a ovulação, fertilização e implantação do blastocisto. 19


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É importante esclarecer que essas não são pílulas de aborto e não causam aborto, e elas não ajudarão se a mulher já estiver grávida. Ela pode ajudar somente a prevenir a gravidez. Esta medida tem causado vários efeitos colaterais e não deve ser usada regularmente. • Uma tablete original contém dois comprimidos. O primeiro comprimido deve ser tomado no máximo 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual desprotegida (nunca após esse prazo). O segundo deve ser tomado 12 horas após o primeiro. Se ocorrer vómito, a dose deve ser repetida. • Nem sempre surte resultados e pode ter efeitos colaterais intensos. Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, fadiga, dor de cabeça, distúrbio no ciclo menstrual, tontura, fragilidade dos seios, e, em casos menos comuns, diarreia, vómito e acnes. • Com efeito semelhante, podem ser utilizados quaisquer anticonceptivos hormonais orais contendo apenas progesterona ou combinados, contendo 0,25 mg de levonorgestrel e 0,05 mg de estinilestradiol (Evanor, Neovlar) ou contendo 0,15 mg de levonorgestrel e 0,03 mg de etinilestradiol (Microvlar, Nordette). • Índice de falha: • Se usada até 24 horas da relação - 5 %. • Entre 25 e 48 horas - 15 %. 20 • Entre 49 e 72 horas - 42 %.


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Injectáveis: • os anticoncepcionais hormonais injectáveis são anticoncepcionais hormonais que contém progesterona ou associação de estrogénios, para administração parental (intramuscular ou IM), com doses hormonais de longa duração. • Consiste na administração de progesterona isolada, via parental (IM), com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de 1 ou 3 meses, ou de uma associação de estrogénio e progesterona para uso parental (IM), mensal.

• Quais as chances de que a injecção falhe? • A taxa de falha na injecção mensal varia de 0.1% a 0.6% ou seja, de cada mil mulheres que usam durante um ano, de uma a seis engravidam. A taxa de falha da injecção trimestral é de 0,3% ou seja, de cada mil mulheres que usam durante um ano, apenas três engravidam. • A injecção pode fazer mal para a saúde? • Alterações do ciclo menstrual: pequeno sangramento nos intervalos entre as menstruações, sangramento prolongado, e amenorreia (ausência de menstruação) • Ganho de peso • Dor de cabeça leve • Vertigens 21


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IMPLANON (implante hormonal): • microbastão de hormona sintético similar à progesterona, que é implantado no antebraço (com anestesia local) e inibe a ovulação. • Dura três anos.

• Imagens: www.implanon.de/patient/ tx_faq_answ.htm • Filmes: www.villarsgyn.ch/ implanon.htm Clique nas figuras para ver o filme

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Nuvaring®: • é um anel vaginal contendo Etonogestrel e Etinilestradiol que é colocado na vagina no 5º dia da menstruação, permanecendo nesta posição durante três semanas. • A maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem esquecerá. • Outra vantagem é que as hormonas serão absorvidos directamente pela circulação evitando alguns efeitos colaterais desagradáveis da pílula oral. • NuvaRing® pode ser colocado com a mulher deitada, agachada, ou em pé.

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• O anel após ser retirado da embalagem deve ser flexionado conforme visto na figura.

• A mulher deve introduzi-lo na vagina empurrando-o com o dedo até não senti-lo mais.

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NuvaRing® após colocado não é sentido pela paciente. A colocação é no 5º dia da menstruação e deve permanecer no local por 21 dias. Para retirar o Nuvaring® basta inserir o dedo na vagina e puxar o anel. Deverá ser feita uma pausa de 7 dias e NOVO anel deve ser utilizado por mais 21 dias.

• Veja www.gineco.com.br/nuvaring.htm.

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Evra® (adesivo anticoncepcional): • Foi lançado no Brasil em Março de 2003 o Evra®. O Evra é um adesivo anticoncepcional que deve ser colado na pele, em diversos locais do corpo, permanecendo na posição durante uma semana. • A maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem esquecerá. Outra vantagem é que as hormonas serão absorvidos directamente pela circulação evitando alguns efeitos colaterais desagradáveis da pílula oral. • Veja onde pode ser colocado o Evra:

• A maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem esquecerá. Outra vantagem é que as hormonas serão absorvidas directamente pela circulação evitando alguns efeitos colaterais. • Veja www.gineco.com.br/evra1.htm. 26


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Laqueação tubária e Vasectomia: • a esterilização (laqueação tubária e vasectomia) um método contraceptivo cirúrgico e definitivo, realizado na mulher através da ligadura ou corte das trompas impedindo, o encontro dos gametas masculino e feminino e no homem, pela ligadura ou corte dos canais deferentes (vasectomia), o que impede a presença dos espermatozóides no líquido ejaculado. • Quando houver indicação de contracepção cirúrgica masculina e, principalmente, a feminina deve ser baseada em critérios rígidos, observando-se a legislação vigente. • Saiba mais sobre os métodos anticoncepcionais: • www.adolescencia.org.br • www.gineco.com.br

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Métodos Anticoncepcionais  

Apresentação sobre contraceptivos