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Índice Introdução............................................................................................. 4 Fotoenvelhecimento e a radiação UV...................................................... 6 Condições climáticas do Brasil e a necessidade de um filtro solar de amplo espectro................................................................................................. 7 Recomendações para o público atingir uma adequada proteção solar (EPA, 2004)............................................................................................ 9 Fator de proteção solar (FPS) e a necessidade de um protetor solar de amplo espectro....................................................................................... 10 Nanotecnologia: o tamanho importa!..................................................... 11 Bio-Nanotecnologia aplicada à fotoproteção........................................... 13 Segurança: determinação do tamanho das nanocápsulas........................ 15 Proteja a saúde da sua pele.................................................................... 17 NANOPHOTON®.................................................................................... 18 Photoprot contém em sua formulação 2 antioxidantes naturais, o óleo de Buriti e a vitamina E................................................................................ 22 Referências Bibliográficas........................................................................ 23

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Introdução Os filtros solares são amplamente conhecidos por promover proteção da pele humana contra os efeitos adversos agudos e crônicos da radiação ultravioleta (UV), bem como a prevenção do fotoenvelhecimento e da carcinogênese fotoinduzida. O envelhecimento cutâneo pode resultar da passagem cronológica do tempo (envelhecimento intrínseco) e da exposição a fatores ambientais (envelhecimento extrínseco). A exposição crônica à radiação UV é o principal fator associado ao envelhecimento extrínseco, denominado por muitos autores como fotoenvelhecimento. O envelhecimento intrínseco é um processo lento e progressivo, que afeta principalmente as fibras elásticas. Costuma ser observado em indivíduos acima de 70 anos de idade em áreas da pele não expostas ao sol. Já o envelhecimento extrínseco se caracteriza por ser um processo prematuro de envelhecimento da pele. Este processo ocorre devido a influências do meio externo como exposição às toxinas do tabaco e à radiação UV.(1) A exposição crônica à radiação ultravioleta A (UVA) e à radiação ultravioleta B (UVB) é um fator de risco crítico no envelhecimento cutâneo prematuro da pele, e no desenvolvimento de lesões pré-cancerosas.(2) Tanto a radiação UV quanto o tabaco, bem como a associação de outros fatores de risco, podem modificar ou acelerar o fotoenvelhecimento através de seus produtos tóxicos. Este processo se dá pela ativação de metaloproteinases (MMPs). As MMPs fazem parte de uma família de enzimas, as proteinases, envolvidas em diferentes processos fisiológicos e patológicos da pele, que quando ativadas, degradam as proteínas da matriz extracelular.(3) Em pacientes idosos, a pele fotoenvelhecida expressa mais MMPs do que a pele com envelhecimento intrínseco. Além disso, a maior expressão de MMPs leva à degradação das fibras do tecido conectivo dérmico e proteínas da matriz extracelular, com conseqüentes alterações clínicas da pele, como enrugamento e perda da elasticidade.(1) Da família das MMPs, a MMP 2 e a MMP 9 são responsáveis pela degradação 4

do colágeno IV da membrana basal. A MMP 2 é produzida pelos fibroblastos da pele, e está envolvida em diversos processos patológicos como fotoenvelhecimento e no desenvolvimento de lesões pré-cancerosas após a exposição à radiação UV.(4) A radiação UV é uma onda eletromagnética não-ionizante composta de três faixas: UVC de 100 a 280nm, UVB de 281 a 315nm e UVA de 316 a 400nm. A radiação UVC não atinge a superfície terrestre, enquanto que a radiação UVB e a radiação UVA atingem-na abundantemente. A radiação UV que é responsável pela dose eritematosa do sol é a radiação UVB. Essa propriedade eritematosa da radiação envolve uma normatização internacional a uma unidade de comprimento de onda menor que 298nm, estando o espectro da radiação UVB nessa ordem. Essa capacidade de provocar uma resposta eritematosa na pele é clinicamente notada desde uma vermelhidão até a formação de queimadura solar e bolhas.(5) O fator principal que afeta a radiação UVB recebida na superfície terrestre é o ângulo do sol através da atmosfera. Ele é denominado ângulo solar zenital e por essa razão a máxima irradiância UVB ocorre em latitudes tropicais, onde o sol atinge diretamente à superfície terrestre.(5) Outros fatores ambientais também influenciam a radiação UVB: ela aumenta com a altitude e relaciona-se com a estação do ano. Em relação à dose eritematosa da radiação UVB há um aumento em cerca de 5 a 7% da sua irradiância por quilomêtro acrescido, em uma região sobre a mesma coluna de ozônio atmosférica da superfície terrestre.(5) No que diz respeito aos fatores atmosféricos e ambientais, a camada de ozônio é o principal agente absorvedor de radiação UVB. A partir da década de 1980, a redução da camada de ozônio trouxe o consequente aumento da incidência de radiação UVB, principalmente para as localidades situadas em médias e altas latitudes. Além disso, a radiação UVB e UVA podem ter sua incidência aumentada devido à reflexão da radiação em superfícies claras como a areia da praia, ou superfícies espelhadas como os leitos d´água.(6) 5


Fotoenvelhecimento e a radiação UV

Uma etapa fundamental para o sucesso do tratamento escolhido é o cuidado

A pele quando exposta à radiação UV de forma repetida e sem uma proteção

ção UV e, nesse caso, está indicado o uso de protetor solar de amplo espectro,

adequada, apresenta clinicamente a formação de rugas, frouxidão cutânea, anormalidades pigmentares e um risco aumentado para o desenvolvimento de neoplasias. Esse processo de envelhecimento precoce e acelerado da pele ao nível celular é caracterizado por queratinócitos displásicos, pela degradação das fibras colágenas e pelo acúmulo de fibras elásticas alteradas da derme. A textura e a pigmentação da pele também se modificam, com o respectivo espessamento e surgimento de manchas pigmentares. A frouxidão cutânea afeta: a pele das pálpebras, tendo o seu grau máximo expresso com a perda do tecido subcutâneo; o nariz, ocorrendo a ptose da ponta nasal e alargamento das glândulas sebáceas com consequente dilatação dos poros nasais; os lábios, que apresentam rugas perilabiais e queda das comissuras orais dei-

da pele após o procedimento. A pele deve ser protegida da exposição à radiaque mantenha a pele preservada da radiação UVB e UVA. Em vista disso, os protetores solares são produtos de aplicação tópica que têm a propriedade de refletir, absorver ou refratar a radiação UV, atenuando a ação prejudicial dos raios solares. Os filtros solares atuam através de compostos orgânicos que absorvem a radiação UV em determinados comprimentos de onda; refletindo a radiação através de micropigmentos inorgânicos (dióxido de titânio) e numa combinação de ambos em sistemas nanoestruturados.(8) Para os protetores solares apresentarem uma efetiva absorção da radiação UV eles precisam ter uma alta afinidade pelo estrato córneo, pois só assim o contato entre o ingrediente ativo e a pele será garantido.(7)

xando a pessoa com aspecto entristecido e o pescoço que exibe um aspecto pregueado. Vale destacar algumas manifestações clínicas produzidas pela ação cumulativa da radiação UV na pele humana: ceratose solar, melanose solar, elastose solar e queilite actínica. Em relação às neoplasias cutâneas relacionadas ao acúmulo da radiação UV na pele, há evidências que confirmam o espectro da radiação UVB como a principal radiação UV relacionada ao desenvolvimento de neoplasias cutâneas não-melanoma. Os danos cumulativos da radiação UV podem provocar o surgimento de lesões pré-cancerosas, como as lesões de ceratose solar. Para a adequada abordagem da pele fotoenvelhecida o médico pode recorrer a diversos tratamentos clínicos, estéticos e cirúrgicos. Alguns desses procedi-

Condições climáticas do Brasil e a necessidade de um filtro solar de amplo espectro Em 1994, o National Weather Service (NWS) e U. S. Environmental Protection Agency (EPA) desenvolveram o Índice UV ou também denominado Índice UVB, que é uma medida dos riscos dos efeitos danosos inflamatórios sobre a pele exposta à radiação UV. Essas reações inflamatórias da pele decorrentes da exposição excessiva à radiação UV variam de um leve eritema à formação de queimadura solar e bolhas.

mentos seriam: a quimioesfoliação (peeling), que pode ser superficial, média

O objetivo da criação do Índice UV foi de alertar a população sobre a excessiva

ou profunda; a eletrocirurgia; a criocirurgia, a laserterapia, a terapia fotodinâ-

exposição à radiação UV e ensiná-la a se proteger desta radiação em caso de

mica, o preenchimento cutâneo e a aplicação da toxina botulínica.

realizar atividades ao ar livre.

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Os valores do Índice UV variam de 0 a 16. Em Maio de 2004 a EPA e o NWS adotaram o Índice de Radiação Solar UV Global (Global Solar UV INDEX) usan-

As principais medidas preventivas fornecidas ao público a partir da aferição do Índice UV podem ser sintetizadas no quadro abaixo.

do uma escala simplificada de 1 até 11 para a sua classificação.(9) Assim, o risco varia proporcionalmente à mudança do índice. O Índice de Radiação Solar UV Global é representado em cores de acordo com a intensidade da radiação, conforme a tabela abaixo.

Recomendações para o público atingir uma adequada proteção solar (EPA, 2004)

O Índice UV é uma ferramenta útil para ajudar o público a adotar medidas preventivas que visem à redução da fotoexposição. Ele sofre uma alternância diária e sazonal, sendo os maiores valores ao meio dia e nos meses do verão. Por exemplo, no Brasil a previsão para o Índice UV no dia dois de novembro de 2009 é de Índice UV extremo (acima de 11) em todas as cidades, com valores estimados de 12,7 no Rio de janeiro; 13,2 em São Paulo; 13,5 em Belo Horizontes e 13,0 em Salvador (para maiores informações visite o site www.photoprot.com.br). 8

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Fator de proteção solar (FPS) e a necessidade de um protetor solar de amplo espectro O fator de proteção solar (FPS) é o método standard para acessar a proteção de um protetor solar à radiação UVB. O grau de proteção oferecido pelo protetor solar é indicado pelo FPS e se baseia no grau de eritema, conseguido após o fototeste in vivo. Nesse fototeste, internacionalmente padronizado, foi escolhida uma quantidade de produto que tivesse uma espessura aplicada de 2 mg/cm² na área a ser protegida.(10) É importante estabelecer que o nível de proteção dada por um filtro solar depende não só do fator de proteção solar (FPS), mas também do seu potencial de absorção de radiação UVA.

O espectro de proteção de um protetor solar é fornecido na embalagem do produto, mas sabe-se que o produto precisa ser fotoestável para cumprir as suas especificações. Para que se tenha um protetor solar fotoestável, deve-se evitar ou minimizar a sua degradação frente à radiação UV e garantir que sua estabilidade se mantenha durante o período de utilização do produto.

Nanotecnologia: o tamanho importa! O termo nanotecnologia faz referência a uma sofisticada habilidade de controlar, utilizar e visualizar uma determinada matéria prima em uma escala nanométrica.(13) Para se ter uma idéia, numa escala métrica, um nanômetro corresponde a um bilionésimo do metro. Um fio de cabelo humano tem 80.000nm de largura e uma célula vermelha tem 7.000nm.(14)

Atualmente, estão sendo estudados os mecanismos de como os protetores solares preservam a pele contra a resposta imune induzida pela radiação UV. A imunossupressão induzida pela radiação UV é um importante evento na carcinogênese cutânea. Em iguais intensidades, a radiação UVB e a radiação UVA induzem a imunossupressão. Sendo assim, a radiação UVA isolada produz um efeito deletério no sistema imune e diferentemente da radiação UVB, a radiação UVA pouco contribui para a formação do eritema. Demonstrou-se que os protetores solares que possuem uma ampla proteção UVA propiciam maior proteção do sistema imune aos efeitos danosos da radiação UV.(11) Em um estudo desenvolvido por Moyal foi comprovado que quanto maior a proteção UVA de um protetor solar, maior a proteção contra a alteração da resposta imune tipo IV, uma das vias da resposta imune na dermatite de contato por sensibilização e outras enfermidades. Por isso, é fundamental informar à população que busque um fotoprotetor de amplo espectro, ou seja, que cubra na totalidade a radiação UVA e UVB.(11) Assim, o sistema imune estará com uma maior proteção frente às ações deletérias da radiação UV.(12) 10

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Uma nanopartícula tem uma maior superfície de área por unidade de massa em comparação a uma partícula maior, o que leva a uma maior distribuição das partículas em seu sítio de ação. Portanto, diminuindo o tamanho da partícula em um sistema nanométrico promove-se uma maior dispersão e liberação do princípio ativo. Atualmente, a nanotecnologia está sendo utilizada na cosmecêutica através de nanopartículas poliméricas biodegradáveis, que apresentam diâmetros menores que 1000nm (1µm) . O uso desses materiais poliméricos biodegradéveis para encapsular drogas ou outras substâncias ativas é uma importante abordagem para facilitar a penetração de alguns ativos na pele e dependendo de sua composição as nanopartículas podem ser denominadas de nanocápsulas ou nanoesferas. As nanocápsulas são um sistema de transporte de substâncias ativas na epiderme, ou seja, um sistema de entrega de drogas (drug delivery system), criado com o objetivo de controlar a liberação do princípio ativo (17) e aumen-

BIO-NANOTECNOLOGIA APLICADA À FOTOPROTEÇÃO

tar sua penetração no estrato córneo. (8) As nanocápsulas estão envolvidas por uma parede composta por um polímero 100% biodegradável, ou seja, capaz de ser eliminado pelo organismo humano. Nesse polímero é disperso o conteúdo lipídico formado pelas substâncias ativas como filtros solares. A sua parede polimérica é composta pela policaprolactona (PCL), tendo sido esta empregada devido à sua biodegradabilidade.15) A PCL apresenta uma excelente biocompatibilidade e os produtos de sua decomposição são eliminados por vias metabólicas. (16)

A Biolab lança, através da Cosmiatric sua linha cosmecêutica, o primeiro produto para a fotoproteção utilizando um sistema nanométrico 100% biodegradável.

Além disso, as nanocápsulas promovem maior tolerância cutânea e maior estabilidade de ativos, como ácidos graxos não saturados, vitaminas e antioxidantes.(18)

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A nanotecnologia permite a formação de um sistema nanoestruturado levan-

o sistema nanoestruturado especialmente útil para o uso em formulações de

do a uma alta afinidade entre os filtros absorventes da radiação UV e o estrato

protetores solares.

córneo, resultando numa fotoproteção mais duradoura, segura e eficaz.

Outro ponto a ser destacado é que para um filtro solar ser efetivo é necessário que ele forme um filme protetor na superfície cutânea(20,21), pois o filme formado permite que se mantenha o acúmulo de ativos no local onde se dá a fotoproteção. Provou-se que com esse acúmulo de fotoprotetores no estrato córneo, ocorre um aumento substancial da fotoproteção, tornando-se esta também mais duradoura, já que é mantido um sistema sustentado de liberação do ativo, com o protetor solar permanecendo por mais tempo na superfície cutânea.(21) Por fim, esse sistema nanoestruturado permite uma maior fotoestabilidade dos protetores solares quando expostos à radiação UV, porque aumenta a estabilidade química de substâncias ativas, reduzindo a sua fotodegradação e garantindo a sua estabilidade e eficácia durante o uso.(35)

Segurança: determinação do tamanho das nanocápsulas O principal aspecto relativo à segurança no uso da nanotecnologia é o tamanho da nanocápsula. Sabemos que para uma nanocápsula atuar como um sisO esquema descrito mostra as vantagens diferenciais do sistema nanoestru-

tema de liberação de drogas(17) e permear o estrato córneo ela precisa atingir o

turado, que permite uma melhor administração tópica de substâncias ativas.

tamanho entre 200 a 400nm. As nanocápsulas apresentadas no produto pos-

Os ativos, uma vez nanoencapsulados, apresentam uma maior interação com

suem um diâmetro de 240nm, estando contidas na faixa estabelecida como

a pele. (8)

segura para administração tópica de substâncias ativas. Tal faixa de segurança

Além disso, o sistema nanoestruturado modula a penetração de drogas atra-

estabelece que para que não haja absorção sistêmica, as nanocápsulas devem

vés do estrato córneo e controla a sua liberação atuando como um micro

apresentar dimensões superiores a 100nm.

reservatório dentro da camada córnea.

(19)

Essa propriedade de atuar como um sistema de liberação de drogas 14

Vale lembrar que as nanocápsulas com o potencial de penetrar no folículo (17)

torna

piloso apresentam diâmetros menores que 100nm.(22,23) 15


É interessante esclarecer que as nanocápsulas contidas no Photoprot® tem a capacidade de permear o estrato córneo, estando numa faixa de 200 a 400nm e assim, tornam uma trama polimérica capaz de absorver e refletir a radiação UV.

Proteja a saúde da sua pele O selo de nanotecnologia permite ao consumidor identificar produtos que contenham nanopartículas. Em alguns produtos cosméticos ocorre a presença de matérias inorgânicas em escala nanométrica, o que tem trazido um

Além disso, para um protetor solar ser considerado ótimo, ele deve exibir um

questionamento quanto aos riscos inerentes dessas substâncias no corpo

alto acúmulo de filtros absorventes de radiação UV na pele, sem permeação

humano.

para absorção sistêmica.(24,25) A nanocápsula apresenta um sistema de liberação de drogas seguro, com aumento do acúmulo dos ativos (filtros orgânicos) no estrato córneo, sem o concomitante aumento da sua penetração transdérmica.(21) A característica estrutural das nanocápsulas nos traz a certeza da não absorção sistêmica dos filtros solares nanoencapsulados, pois ocorre o acúmulo das nanocápsulas no estrato córneo, não havendo penetração dos ativos nas demais camadas da epiderme.

Tais substâncias inorgânicas em tamanho nano, por não serem metabolizadas pelo organismo, trazem a preocupação quanto ao seu potencial de penetração através da pele e consequente absorção sistêmica.(26) Por isso, é fundamental que se esclareça à população a composição e o tamanho das nanopartículas presentes em formulações de produtos cosmecêuticos. O Photoprot é um protetor solar desenvolvido com filtros solares orgânicos nanoencapsulados em um polímero 100% biodegradável. As suas nanocápsulas apresentam o tamanho de 240nm, superior àquele internacionalmente estabelecido como passível de absorção sistêmica. O Photoprot é resultado da combinação dos mais modernos filtros solares anti-UVA e anti-UVB, sendo nanoencapsulados: o filtro solar orgânico antiUVA, Avobenzona, o filtro solar orgânico anti-UVB, Octocrileno e óleo de Buriti. Esta combinação confere ao produto maior fotoestabilidade, tolerância cutânea e eficácia. O Photoprot aperfeiçoa a eficácia do protetor solar sem colocar em risco a saúde da pele.

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NANOPHOTON®

O Nanophoton® permite que se atinja na fotoproteção:

O sistema de nanoencapsulação de filtros químicos orgânicos, Avobenzona e Octocrileno, permite a formação de um filtro solar híbrido que ao mesmo tempo absorve e reflete a luz solar. A possibilidade de refletir a luz solar é dado pela estrutura polimérica que se forma, funcionando como uma trama que tem a capacidade de refletir a radiação UV.

Este complexo denominado Nanophoton® é uma exclusividade da linha Photoprot, desenvolvido a partir da nanotecnologia.

radição UV.

MICROSCOPIA ELETRÔNICA

O sistema nanoestruturado de Photoprot promove:

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• Eficiente espalhamento desempenhado pelas nanocápsulas em contato com o estrato córneo.

• Aumento da dispersão dos filtros solares no estrato córneo.

• Ampla proteção solar UVA, UVB e inativação de radicais livres com

(200.000x)

• Aumento da fotoestabilidade de filtros solares com redução da sua degradação frente à radiação UV.

NANOPHOTON®

• Filtro solar híbrido que ao mesmo tempo reflete e absorve a

inibição da peroxidação lipídica.

(40.000x)

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Photoprot contém em sua formulação 2 antioxidantes naturais, o óleo de Buriti e a vitamina E

Referências Bibliográficas

O tocoferol é uma das móleculas constituintes da vitamina E. Previne o

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A vitamina E é um purificador de radicais livres e pode reduzir o dano ao DNA

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expressão da colagenase, responsável pela degradação do colágeno.(28) A vitamina E, sendo um potente inibidor da peroxidação lipídica, também protege o sistema imune, pois a oxidação lipídica está envolvida na imunossu-

MMPs are differently modulated by environmental stressors in old and young mice. Toxicology Letters. 2007; 173: 73-79.

pressão UV induzida.(12)

5. McKENZIE R L, BJORN L O, BAIS A, ILYASD M. Changes in biologically active

Para se atingir uma potência aumentada no combate aos radicais livres o óleo

2003; 2: 5-15.

de Buriti (Mauritia flexuosa)(29) promove um sinergismo com a vitamina E.

6. SILVA A A. Medidas de radiação solar ultravioleta em Belo Horizonte e saú-

O óleo de Buriti é extraído de uma fruta que cresce em determinadas palmeiras, na América Latina, e é um fruto regional típico do norte do Brasil. O caroteno é encontrado em frações oleaginosas localizadas no interior das partículas sólidas do fruto do Buriti

, apresentando potente ação antioxi-

(31)

dante e possuindo a propriedade de eliminar radicais livres de oxigênio

(32)

e

inibir a peroxidação lipídica da camada cutânea, evitando assim a formação de radicais livres

ultraviolet radiation reaching the earth´s surface. Photochem. Photobiol. Sci.

. O principal carotenóide presente no óleo de Buriti é o

(29,33)

beta caroteno.(34)

de pública. Revista Brasileira de Geofísica. 2008; 26(4): 417-425. 7. BENECH-KIEFFER F, WEGRICH P, SCHWARZENBACH R, KLECAK G, WEBER T, LECLAIRE J, SCHAEFER H. Percutaneous absorption of sunscreens in vitro: Interspecies comparison, skin models and reproducibility aspects. Skin Pharmacol Appl Skin Physiol. 2000; 13: 324-335. 8.OLVERA-MARTINEZ B I, CAZARES-DELGADILLO J, CALDERILLA-FAJARDO S B, VILLALOBOS-GARCIA R, GANEM-QUINTANAR A, QUINTANAR-GUERRERO D. Preparation of polymeric nanocapsules containing octyl methoxycinnamate

Em adição, o óleo de buriti aumenta a hidratação do estrato córneo e diminui

by the emulsification-diffusion technique: penetration across the stratum cor-

a aspereza cutânea, sendo as suas emulsões não irritantes a pele.

neum. Journal of Pharmaceutical sciences. 2005; 94(7): 1552-1559.

Assim, minimiza o dano celular oxidativo e apresenta um benefício adicional,

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por conter beta caroteno, um potente antioxidante natural.

the UV Index. 2004.

(32)

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D_PHOTOPROT MONOG 09/09 30UN - 963524

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Monografia Photoprot  

Monografia do produto Photoprot (Biolab)

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