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ESTEIO GALERIA DE ARTE


ÍNDICE / CALENDÁRIO

9 a 29 de maio Construção da Esteio Galeria de Arte / p. 4 e 5

2 de junho a 7 de setembro [estruturas fixas] Memorial Esteio / p. 9 - 11 Esculturas, Ramiro Bernabó / p. 12 Se oriente, S. da Bôa Morte / p. 12 Gambiarra, Maxim Malhado / p. 13

2 de junho a 9 de julho Em fio, Tecco Ribeiro Abertura com licor e a sanfona de Zé de Rocha / p.14

2 de junho a 15 de julho Um curta doce, Tuti Minervino Abertura com licor e a sanfona de Zé de Rocha / p. 15

11 de julho Jardim Suspenso, instalação de Maxim Malhado para o encontro com Ana Fraga e Rogéria Maciel com licor e pipoca / p. 16 e 17

15 de julho a 3 de agosto Chão para a Esteio, Johanna Gaschler Abertura com picolé da Capelinha e apresentação musical com intervenções poéticas da Banda de Pífanos dos alunos da Casa da Música da Lagoa do Abaeté / p. 18

18 de julho Fora do eixo ou dentro da ordem? Encontro com Paulo Bruscky com quebra-queixo de Seu Abade / p. 19


21 de julho a 10 de agosto Liberdade desbandeirada, Zuarte Junior Abertura com avoador e os violinos de Uibitu e Yuri Smetak / p. 20 e 21

7 de agosto a 7 de setembro Relicários do Paraíso, Luiz Ramos Abertura com paçoca, nego bom, marmelada e performance de Luiz Ramos e Stella do Monte Almeida / p. 22 e 23

9 de agosto Cozinha Relacional e lançamento do cordel de Bule-Bule com mingau, mungunzá, bolo e repente de Bule-Bule e Seu Queiroz / p. 24

12 de agosto Parede-e-meia, vizinho e dejunto, encontro com Maria Ferreira Cataventos, performance de Maxim Malhado (performers Agamenon de Abreu e Gilmar Feitosa) / p. 24 e 25

15 de agosto a 7 de setembro Pratos para serem lidos, Ediane do Monte Abertura com beiju, cafezinho e performance de Ediane do Monte, Ramiro Bernabó e Luiz Ramos / p. 26

19 de agosto Pequeno guia afetivo da comida de rua de Salvador, Poro / p. 27

4 de setembro Lançamento do catálogo da Esteio Galeria de Arte com Samba de Roda de Massarandupió


o erro é uma coisa o detalhe é outra e a beleza não é nada diferente

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O pátio é a concentração do cansaço do telhado, e a contemplação do vento na tentativa de surpreender a si próprio.

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Na verdade, o desejo mesmo é de trazê-lo pra perto, debruçar sobre as coincidências e acasos, construir gestos novos, onde temporariamente esses gestos possam ser chamados de Ramiros, Bôa Morte, Poros, falando em poros, têm fios de cabelo do meu braço que crescem desde menino, e nesse gesto podíamos inclusive construir caminhos de roça, para assim andarmos no meio do mato com apenas uma lanterna, feita com vela e lata de leite e ter um a companhia do outro e nesse caminho concentrar apenas coisas essenciais de ligação ao lugar, como por exemplo uma “PONTE”, que certa vez ouviu-se como resposta de uma cidade, a respeito do seu desejo e do seu sonho, que era não mais ser banhada por um rio e sim cortada ao meio pelo mesmo rio, feito cerca que separa espaços, mas, por outro lado, também os une. E nesse lugar, então, um pouco mais adiante, um pouco mais pra frente, no futuro, quem sabe? Construir cisternas bem profundas em busca de água doce e num determinado dia se prostrar diante delas, daquele vazio e daquela ausência, cheia de dúvidas, como galinhas diante do retorno ao ninho, que o contemplam durante “tempos” equilibrando seu peso em um único pé, por fim, o pátio, o terreiro, a praça, contrariando toda beleza infinita da praça do Giacometti, a praça na ESTEIO, busca o dejunto, o vizinho, o parede e meia, dentro do eixo ou fora da ordem, busca não mais privilegiar o objeto, apenas como chegadas, e sim um lugar a ser criado sempre, o lugar observado, na verdade, que está entre um e o outro. A outra moça, depois de ter visto tudo, tapou os olhos com tanta força com uma das mãos e com a outra segurou ainda mais forte a de sua mãe, empacou dizendo que só abriria os olhos novamente depois que atravessasse a rua inteira. Maxim Malhado

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sítio novo é literalmente como férias no campo completamente parado, inteiramente em movimento perder tempo aqui é diferente a qualquer outro lugar pois o tempo aqui não se perde se ganha é natural e se transforma se transforma em verdadeiras imagens e poesias de grandes florestas

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sempre tive saudades de ficar mais velho

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Em todo caminho faça sempre questão de deixar rastro, contrariando o comum, mas sem perder o simples. Experimente o limite da luz e vislumbre a sombra convidando-a para dançar em passeios enladeirados. Não se preocupe com os espelhos eles nunca são novos e não contêm conservantes. Experimente trocar identidades com seus colegas à meia luz ao invés de fingir de monstro. Arrisque pegar moedas em bancos cada vez mais altos. Construa diariamente grandes laços esverdeados apenas para agarrar camaleões se encantando com a expectativa, e se um dia esquecer as marcas no chão na hora do retorno, lembre-se de que a verdade, assim como o real, é como cicatriz em forma de éle, e ainda, se um dia estiver só, apenas aproveite. Esteio Galeria de Arte

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- Aldebaran ! Aldebaran ! Gelielí ! Jaqueline ! Onássis ! Cleópatra ! Oh Cleópatra, desce daí menina, não já falei !?! Mahraní ! Mahraní ! Valmiki ! Oh Aldebaran, chama esse menino aí Aldebaran ! Onássis ! Oh Gelielí ! Jaqueline ! Mahraní, pede o dinhheiro a Flamarion e vai comprar o açúcar ! Aldebaran ! Cleópatra, vem cá menina... [Evocação, memória do artista, que ouvia quando criança a vizinha chamar por esses nomes (os pais punham nos filhos nomes de pessoas importantes, pitorescos e históricos) - Voz de Rita Assemany]

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“Nos Relicários do Paraíso, Galinhas, borboletas, cajueiros, jenipapeiros pululam entre céus, Terra e as águas de um rio que transcende histórias com começo, meio e fim. As luminárias, mandalas, que sustentam a luz da beleza da cosmologia de Luiz em Ramos de doçuras, nos carregam pelo espaço sideral como as pueris gangorras coloridas da infância que não, não se vão, não se vão. Stela, estrela refletindo nos nossos olhos, nos leva no bico de seu tucano que a aquarela de Luiz deu vida de vera! (...)” [Trecho do poema de Ângela Peroba]

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uma pessoa se deita e entrega. liga e desliga. um, dois, todo. dormir não é um ato de fé? ou desistência? nessa projeção talvez nos tornemos vizinhos de nós mesmos. o que é vizinho? vi zinho, vi fulaninho. alguém que vejo ou vi. vi pode ser bi, dois. dois zinho = dois pequeno ou maneira carinhosa ou superior de dizer dois. dizer dois. dizer dor. desertor. disjuntor. Gal Costa cantou eu sou de carne e osso e eletrônica. você é? como se liga? desliga? tem botão? é botânica, botão satânica? é coisa orgânica xamânica? chama? fogo ou voz, qual é? isto não tem tudo a ver com luz? disjuntor, aparelho técnico especializado sobre ligar, desligar, viver/estar dejunto. qual é a distância máxima considerada? é aplicada a próximo e longe físico, só? corpo e geografia? queríamos saber dessa distância, talvez para saber até onde podemos ir sem medo.

Maria Ferreira

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Uma exposição dentro de uma casa de taipa dentro de uma galeria dentro de uma escola dentro de um percurso de uma bienal. Assim, como as “matrioskas” – as tradicionais bonecas russas uma dentro da outra –, decorreram as atividades na Esteio Galeria de Arte ao longo da Bienal. Conversas dentro de exposições, debates dentro de montagens, cozinha relacional dentro de instalações, música dentro de esculturas, performances dentro de aberturas. Entre junho e setembro de 2014, a cada semana, as três casas de taipa alternaram mostras em uma dinâmica peculiar que entrelaçava visitas e eventos diversos em torno do pátio da Esteio. O projeto de Maxim Malhado, inicialmente, visava resgatar a memória da extinta Esteio Galeria de Arte de Sitio Novo, uma das experiências artísticas e institucionais mais singulares do nordeste. Então, o que foi a Esteio original e o que é a Esteio da Bienal? Maxim morou muitos anos em Sítio Novo, uma pequena vila de 2 mil habitantes no interior da Bahia, onde fundou e coordenou a Esteio Galeria de Arte. Instalada em um dos espaços da residência familiar do artista, entre 1994 e 2006, a Esteio inseriu a arte no cotidiano da vila, movimentando a vida pacata do interior com vernissages, leilões, intervenções urbanas e exposições realizadas com a participação dos moradores. Com uma média de 200 pessoas por exposição, a experiência de Maxim criou um lugar que prescindia dos circuitos oficiais de legitimação artística. Amparado no fazer e na vontade coletiva, na motivação da comunidade em torno de um projeto comum, a Esteio colocava a arte em vivo e real contato com o cotidiano de um povoado que não apenas visitava o espaço, mas participava ativamente da promoção das suas atividades. 28

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Entretanto, no novo contexto espacial, temporal e de público da 3ª Bienal da Bahia, a Esteio de 2014 foi muito além de uma retomada: foi uma experiência coletiva, imersiva, contemplativa e vivencial para a qual confluíram suportes e linguagens, luz e sombra, som e silêncio, objetos e pensamentos, água, fogo, vento, terra, movimento, palavras, imagens, cheiros e paladares. Composta por três casas de taipa de sopapo na área aberta da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (EBA/UFBA), a Esteio promoveu uma programação de exposições temporárias, com obras de artistas contemporâneos, atividades diversas e documentação de seu percurso institucional. Alejandra Muñoz, curadora-adjunta Esteio Galeria de Arte

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ARTISTAS Maxim Malhado (Ibicaraí, BA | 1967) Artista visual, estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Seu trabalho reflete sua forte ligação com o interior da Bahia, especialmente com o Recôncavo Baiano. A redescoberta de espaços e a reinvenção de formas são aspectos marcantes na pesquisa visual do artista. Em sua obra, a madeira é matéria-prima recorrente e as linguagens do desenho e da pintura são constantemente empregadas. Além de ter criado a Esteio Galeria de Arte em Sitio Novo, participou de mostras coletivas nacionais e internacionais, com premiações nos Salões Regionais da FUNCEB e no VIII Salão da Bahia do MAM-BA. Também participou da 26º Bienal de São Paulo, em 2004. Vive e trabalha em Massarandupió, no litoral norte da Bahia.  Ramiro Bernabó (Argentina | 1947) Escultor, pintor e desenhista, é filho de Carybé e esteve rodeado de artistas durante a sua infância. Mudouse para a Bahia com seus pais aos quatro anos de idade. Participou da I Bienal Nacional de Artes Plásticas da Bahia (1966) e de diversas mostras nacionais e internacionais. Seu trabalho relaciona uma estética brutalista com elementos referenciais imaginários e factuais, muitas vezes dialogando com o fantástico e o surreal. Os trabalhos apresentados na Esteio são sete esculturas de animais feitas em cerâmica há vários anos. Por ficarem na área exterior de seu ateliê, com a intempérie e a passagem do tempo, as peças adquiriram uma textura especial e uma pátina que confere certa ideia ambígua de vida lúdica e de espectro ao bichos representados. S. da Bôa Morte (Alagoinhas, BA | 1967) Artista autodidata cujos trabalhos são influenciados pela música. Fez 30

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uma única exposição fotográfica no início dos anos 1990, mas conviveu permanentemente com artistas locais como Marepe, Maxim Malhado e Baldomiro. Vive e trabalha na Suíça desde 2006. A obra Se Oriente, instalada na Esteio durante toda a Bienal, é uma rosa dos ventos que procura instigar as pessoas a refletir sobre o presente, o lugar, a origem, o próximo destino, as novas ordens e desordens mundiais, os ventos a favor e ou contra. Tuti Minervino (Salvador, BA | 1982)  Performer e poeta visual baiano, trabalha principalmente com ações conceituais linguísticas bem humoradas, que buscam o inusitado e absurdo dos fatos, relações, comportamento e objetos do cotidiano. Realizou a residência De Tuti um Pouco, na Galeria dos Arcos do MAMBA, através do Prêmio Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais de 2010. Vive e trabalha em Salvador. Na Esteio, apresentou o curtametragem Um curta doce, filmado em preto e branco Super-8 no Recôncavo Baiano. A história fala de poesia e de tempo, de espera e de perda. Segundo o artista, “é doce e é amargo, é Santo e é Amaro, tem Cachoeira e tem São Félix. É feliz e é triste, é estar nesse estado (que se encontra) chamado Bahia. É tudo Nordeste”. Tecco Ribeiro (Sítio Novo, BA | 1976) Escultor autodidata. Ainda adolescente, começou a esculpir obras em barro sem queimar ou ocar; depois, continuou experimentando técnicas de cerâmica e tinta quente, pedra, cimento e papel. Expôs na Galeria Esteio entre os anos de 1995 e 1999. Foi premiado nos Salões Regionais da FUNCEB em 2001 e 2007. Atualmente cursa Artes Visuais na Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), em Cachoeira. Em 2014 reapresentou Barro na parede, o retorno de sua primeira individual realizada na Galeria Esteio. As peças em barro cru sobre o tema homofetividade exprimem uma ternura


inquietante, contrapondo à força do tema a fragilidade do barro cru, sem acabamento, onde a rusticidade das digitais, dos riscos espontâneos e a desproporção são traços expressivos intencionais. Zuarte Júnior (Morro do Chapéu, BA | 1961) Graduado em artes plásticas pela Escola de Belas Artes da Ufba, trabalha também como cenógrafo e figurinista de artes cênicas. Participou da Bienal Internacional de Gravura, em Cabo Frio (RJ, 1983/84), dentre outras exposições coletivas, e realizou duas individuais. Explora diversas técnicas em estruturas tridimensionais, de objetos a instalações, que transitam da realidade rural a temáticas psicológicas e sociais, onde a palavra também participa como elemento plástico-poético. A instalação com bicicletas aladas apresentada na Esteio se desdobra do projeto Liberdade Desbandeirada, que, segundo o artista, “louva a liberdade, instaura o espaço da psique, a alma livre, a transcendência. O que está preso ao solo sai, voa e se eleva do duro”.  Johanna Gaschler (Jundiaí, SP | 1985) Estudou artes na Escola de Belas Artes da UFBA e na Université Paris VIII. Fez sua primeira exposição individual em 2009 e participou de outras duas coletivas. Investiga a ocupação do espaço, seja pelo homem ou pela natureza, promovendo instalações compostas ora por objetos encontrados/ descartados, ora por métodos de impressão em série. Vive e trabalha em Salvador. Seu projeto na Esteio foi um piso de ladrilhos hidráulicos que buscou se relacionar com a história da Esteio, como continuidade de sua construção, que proporcionasse um novo espaço dentro do espaço e com alguns dos aspectos do processo da Bienal da Bahia. Ediane do Monte (Maceió, AL | 1954)  Formada em pedagogia, é artista autodidata desde 1975. Fez diversas

oficinas e cursos livres locais (EBA/ UFBA e MAM-BA) e no exterior (Alemanha), com artistas como Almandrade, Udo Knof e Ramiro Bernabó e com mestres oleiros de Maragogipinho. Participou de várias exposições coletivas no Brasil e na Alemanha. Trabalha com diferentes técnicas e linguagens. Sua instalação na Esteio foi composta por cerâmica utilitária (pratos) e poesia popular, tão presentes nas formas cotidianas de vida do Nordeste. Para a artista, sua obra era composta de pratos que ofereciam como alimento palavras. Luiz Ramos (Alagoinhas, BA | 1959) Artista autodidata. Começou sua trajetória criando cenários para espetáculos e murais. Foi aluno das oficinas do MAM-BA e estudou Decoração de Interiores na EBADE (Escola Bahiana de Arte e Decoração), expondo desenhos e pinturas em diversas mostras coletivas e individuais. Seu foco de interesse é o ser humano, seu habitat e suas interrelações. Na Esteio, apresentou a instalação Relicários do Paraíso, instalação composta por lanternas feitas de tecido aquarelado bordado com paisagens do vale do rio Inhambupe. O trabalho foi realizado em colaboração com bordadeiras da região. PORO (Belo Horizonte, MG | 2002) Dupla de artistas formada em 2002 por Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada, que atua desde 2002 realizando ações poéticas, irônicas e/ ou de cunho político. Com várias participações em mostras e publicações individuais e coletivas, premiações e reconhecimentos no Brasil e no exterior, o Poro procura levantar questões sobre os problemas das cidades e busca uma ocupação poética dos espaços através da realização de intervenções urbanas e ações efêmeras. Na Esteio, os artistas apresentaram o Pequeno guia afetivo da comida de rua de Salvador, que conjuga a paixão pelos meios de comunicação popular, a presença do gráfico na cidade e o universo da comida de rua.  Esteio Galeria de Arte

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CONCEPÇÃO Maxim Malhado CURADORIA Alejandra Muñoz ASSISTENTE DE CURADORIA Daniel Sabóia PRODUÇÃO Fernanda Félix Laís Araújo PRODUÇÃO DE MONTAGEM Marta Luna MONTAGEM Agnaldo Santos Alexandre Machado Edy Firenzza Elcian Gabriel Garlei Souza Jairo Morais Leno Sacramento Sergio Laurentino

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CONSTRUÇÃO DAS CASAS Mestre Pedro Machado de Almeida (Seu Pedro) Ajudantes: Edilberto dos Santos, Givaldo dias de Almeida, Iago Pereira de Araújo, Iveson Supriano, José Roque Ferreira de Santana, Robério Souza de Santana, Rogério Gomes da Conceição, Veronildo Conceição de Jesus Filho MARCENEIROS Marcos Antônio da Silva Reinaldo Pereira da Silva ILUMINAÇÃO José de Assis Alecrim MEMORIAL ESTEIO Caetano Dias, Eduardo Sena Boa Ventura, Floriano dos Santos, Iuri Sarmento, Justino Marinho, Luiz Ramos, Marcelo Reis, Maxim Malhado, Ramiro Bernabó, Rogéria Maciel, Seu Davi, Seu Pedro COLABORADORES Ramiro Bernabó, S. da Bôa Morte, Tecco Ribeiro, Johanna Gaschler, Luiz Ramos, Tuti Minervino, Zuarte Junior, Ediane do Monte, Marcelo TerçaNada!, Brígida Campbell, Bule-Bule, Seu Queiroz, Agamenon de Abreu, Gilmar Feitosa, Samba de Roda de Massarandupió, Seu Carlos dos Cataventos, Stella do Monte Almeida, Seu Abade do Quebra-Queixo, Cristina Martins, José de Jesus Bisbo, Uibitu Smetak, Yuri Smetak, Artur Esdras, Alexandre Carvalho, Camila Antero, José Diego, Marcos Lopes, Vitória Shanti, Gilberto Tourinho, Marco Antonio Lima, Ademir França, Reinaldo Costa, Beto de Massarandupió, George, Cris Ananda, Nathana Cavalcanti, Val Cavalcanti, Nanci Novais e comunidade da Escola de Belas Artes da UFBA

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PUBLICAÇÃO COORDENAÇÃO EDITORIAL Daniel Sabóia DIREÇÃO DE ARTE Dinha Ferrero TRATAMENTO DE IMAGEM Dinha Ferrero REVISÃO Andréa Lemos, Daniel Sabóia e Hanna Nolasco FOTOGRAFIAS Alfredo Mascarenhas, Gillian Villa, Leonardo Pastor, Rafael Martins e Lara Carvalho DESENHOS Maxim Malhado TEXTOS NÃO ASSINADOS Maxim Malhado

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a meu pai (Jorge Malhado)

Dedico esse trabalho a todas as pessoas que conheço, às que tive oportunidade e grande felicidade de conhecer um dia e principalmente e infinitamente agradeço às que não conheci, por elas terem construído esse lugar (Sítio Novo). De alguma forma, elas estão sempre presentes e deixam um rastro enorme. E hoje, agradeço em especial a D. Marilene e a Seu Milton, por terem transformado a dureza da vida em geladinhos deliciosos.

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CO-REALIZAÇÃO

PRODUÇÕES

Prefeitura Municipal de Vera Cruz


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Profile for Bienal da Bahia

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