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biografias cinthia marcelle participou de exposições individuais na América do Sul e na Europa e recentemente foi comissionada pelo Projects 105 para apresentar Educação pela pedra (2016), novo site-specific para a Duplex Gallery do MoMA PS1, em Nova York. Participou também da 11ª Bienal de Sharjah (2015) com At the Risk of the Real, da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, com Viajante engolido pelo espaço (2013), da 29ª Bienal de São Paulo – Há sempre um como de mar para um homem navegar, com Sobre este mesmo mundo (2009) e apresentou sua instalação Dust Never Sleeps na Secession, em Viena (2014). Em 2006, recebeu o International Prize for Performance por seu trabalho Gray Demonstration e em 2010 foi agraciada na primeira edição do Future Generation Art Prize. jochen volz foi curador da 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva (2016) e trabalhou anteriormente como Diretor de Programação da Serpentine Galleries, em Londres; como curador e diretor artístico do Instituto Inhotim, em Minas Gerais; e curador da Portikus, em Frankfurt. Foi organizador artístico de Fare Mondi, a 53. Esposizione Internazionale d'Arte – la Biennale di Venezia (2009); cocurador da 1ª Aichi Triennial em Nagoya (2010) e curador convidado na 27ª Bienal de São Paulo – Como viver junto (2006). Volz foi recentemente designado Diretor Geral da Pinacoteca do Estado de São Paulo, cargo que assumirá em maio de 2017. Vive em São Paulo. gabi ngcobo é artista, curadora independente e professora da faculdade de artes da Wits University, Joanesburgo. Em 2010, foi cofundadora do Center for Historical Reenactments [Centro de Reencenações Históricas] (2010 - 2014), projeto independente que funcionou com sede em Joanesburgo, onde foi curadora das exposições PASSS-AGES: references & footnotes e Xenoglossia, the Exhibition, entre outras. Foi uma das fundadoras e é diretora de um espaço de arte, o NGO-Nothing Gets Organized, projeto baseado em Joanesburgo. Foi cocuradora da 32a Bienal de São Paulo – Incerteza viva e foi recentemente designada curadora da 10a Bienal de Arte Contemporânea de Berlim, que ocorrerá em 2018. Vive em Joanesburgo, África do Sul. júlia rebouças é curadora, pesquisadora e crítica de arte. Em 2016 foi cocuradora da 32a Bienal de São Paulo – Incerteza viva. Foi curadora do Instituto Inhotim (2007 - 2015) e integrou a comissão curatorial do 18º e do 19º Festival Internacional Sesc_Videobrasil (2012 - 2015). Em 2013, foi curadora adjunta da 9ª Bienal do Mercosul – Porto Alegre. É mestra e doutoranda pelo programa de pós-graduação em artes visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (ufmg). Vive em Belo Horizonte.

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57ª Bienal de Veneza - Catálogo  

Catálogo da 57ª Bienal de Veneza

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