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AS MODIFICAÇÕES NO TEMPO E NO ESPAÇO DE UM SÍTIO ARQUEOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE IRANDUBA-AM: O CASO DO SÍTIO DONA STELLA1

Douglas de Franco Guedes2

RESUMO Os resultados da pesquisa realizada, colocou em evidencias as modificações ao longo do tempo e no espaço do sítio arqueológico Dona Stella, município de Iranduba, Estado do Amazonas. Apresenta uma análise dos impactos ocasionados ao longo dos anos no município que contribuíram e podem estar contribuindo para a modificação do espaço geográfico neste sítio arqueológico, identificando com isso, as causas e consequências dessas modificações neste espaço. Além disso discorre sobre o panorama dos sítios arqueológicos em Iranduba destacando a importância do Dona Stella como sítio pré-ceramista na região da Amazônia Central no aspecto histórico arqueológico do Estado. Palavras-chave: Iranduba. Dona Stella. Sítio Arqueológico.

1 INTRODUÇÃO O município de Iranduba abrange uma área territorial de 2.204 km2, e limita-se com os seguintes municípios: Manaus ao Norte; Careiro, ao Leste; Manacapuru, ao Sudeste; Manaquiri, ao Sul; e Novo Airão, ao Noroeste. Porém a localização do município é atípica em relação aos demais municípios do Amazonas, pois as terras que formam seu território estão limitadas na confluência dos dois maiores caudais do 1

Texto originalmente apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso à Universidade do Estado do Amazonas, pré-requisito para obtenção do título de Bacharel em Arqueologia, orientado por Willer Hermeto Almeida Pinto, Geógrafo Mestre em Geociências e doutorado do curso de Geografia Física da Universidade de São Paulo – USP. E-mail: Willer.hermeto@usp.br 2 Arqueólogo, E-mail: arq_dfg@hotmail.com


mundo, o Solimões/Amazonas e o rio Negro. Por estar encravado entre esses rios, este município apresenta dois ambientes bem distintos, a várzea e a terra firme. No ambiente de várzea, planície fluvial, predominam os solos aluviais, Gleissolos e Neossolos Flúvicos, e na terra firme predominam os Latossolos Amarelos e os Plintossolos (TEIXEIRA et al., 2007, p. 33). O município tem uma população estimada em 40.781 habitantes, conforme o último censo do IBGE (2010). Segundo Brito (2007, p. 8), o município de Iranduba é um dos maiores polos oleiros do estado do Amazonas, responsável pela fabricação de tijolos e telhas de barro para a construção civil local, de Manaus, entre outras. A formação geológica do município de Iranduba corresponde a Formação Alter do Chão, que tem como característica principal a sedimentação que se deu em ambiente continental, fluvial e lacustrino, sendo do período do Cretáceo Superior (MAIA, 2007, p.22). A geomorfologia do município apresenta área de planície de inundação com cotas de até 20m, terraços fluviais e Platô dissecado com altitude não ultrapassando a cota de 90m. Segundo Soares (2006, p. 17, a 19), os tipos de florestas da área de estudo são: Floresta de Terra Firme Ombrófila densa e floresta de várzea, com igapó e chavascal. O município dispõe de um imenso patrimônio arqueológico, que passou a ser pesquisado na região desde a metade da década de 1990, “[...] pelos pesquisadores Eduardo Góes Neves, James Petersen e Michael Heckenberg que juntos fundaram o Projeto Amazônia Central – PAC”, (GUIMARÃES, 2012, p. 121), “alguns dos sítios descobertos pelo PAC foram o sítio Dona Stella” (COSTA, 2009, p. 11), Hatahara (PyDaniel, 2009, p. 3), entre outros, demostrando com isso a importância dos estudos arqueológicos na confluência dos rios Negro e Solimões/Amazonas. Apesar dos inúmeros sítios arqueológicos descobertos na região de Iranduba, muitos já foram completamente destruídos, ou mesmo vem sendo completamente modificados pela ação antrópica. Desta forma, este artigo tenta mostrar as modificações ocorridas ao longo do tempo e no espaço do sítio arqueológico Dona Stella. O que conforme (COSTA, 2009, p. 160) é justamente neste sítio que a ocupação humana se iniciou entre 9460 e 7500 AP na Amazônia Central, sendo considerada a evidência mais antiga encontrada, demostrando com isso sua importância para a história da arqueologia na Amazônia.


2 MÉTODOS E TÉCNICAS Para a realização deste trabalho foram analisadas as informações extraídas a partir de técnicas visuais de interpretação de imagens, onde são consideradas, a forma, a tonalidade e a textura, além do trabalho de campo para verificação das informações das imagens com o ambiente real, utilizando também registros fotográficos e pontos de coordenadas geográficas registrada por meio de GPS. A metodologia para o levantamento e das modificações no sítio Dona Stella, passou pelas seguintes etapas: • delimitação da área de interesse; • dados bibliográficos e cartográficos da área de estudo; • interpretação visual preliminar das imagens; • trabalho de campo, para estabelecer uma associação entre o que foi identificado na imagem, com as correspondentes unidades existentes no terreno; • elaboração do mapa temático; e • resultados alcançados. 3 SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS EM IRANDUBA Apesar da Amazônia ser um território de grade potencialidade no estudo da arqueologia, o que se tem de pesquisas realizadas na área ainda é pouco, isso devido os estudos terem começado recentemente e pelas dimensões continentais desta região. Segundo Moraes (2006, p. 9), as investigações arqueológicas foram intensificadas na região no ano de 1965 através do Programa Nacional de Pesquisas Arqueológica PRONAPA (SIMÕES e ARAÚJO-COSTA, p 7). A palavra arqueologia vem do grego Archaios = Antigo e Logos = Estudo, significa etmologicamente o estudo do que é antigo. Ciência que estuda os restos materiais deixados sobre o solo. Arqueologia buscar e construir o passado humano a partir dos seus traços materiais, artefatos, estruturas, construções, obras de arte, alterações do meio ambiente, comércio, dados somáticos e biológicos. Embora, mas empregada aos tempos pré-históricos, quando registros escritos não estavam disponíveis, a arqueologia estuda também o período histórico (MENDONÇA, 1997, p. 19).


Segundo Lima; Neves e Costa (2007, p.30) a história da ocupação pré-colonial na Amazônia é contada através da análise e interpretação dos registros materiais deixados pelos povos que a habitaram no passado. Através das pesquisas realizadas na Amazônia sabe-se que a ocupação humana se iniciou há pelo menos 11.000 anos, porém é possível que seja ainda mais antiga Neves (2006, p. 22). De acordo com Neves (2006, p.8) em meados do século XVI ao inicio do XVII, quando ocorreram as primeiras visitas dos europeus a Amazônia, era comum a referencia a presença de grandes aldeias, algumas ocupadas por milhares de pessoas, integradas em amplas redes regionais de comércio e em federação políticas regionais. Durante o século XVIII, Neves (2006, p. 8), sugere que os relatos de grande densidade populacional desaparecem dos registros Históricos, o que está diretamente ligada com a conquista europeia da Amazônia, consequência da transmissão de doenças, da guerra e da escravidão. Após as investigações do Programa Nacional de Pesquisas Arqueológica e de seu sucedâneo (1976), o Programa Nacional de Pesquisa Arqueológica na Bacia Amazônica PRONAPABA (SIMÕES e ARAÚJO-COSTA, 1978, p. 8) houve uma diminuição de pesquisas na região. Somente nos meados da década de 1990 e início da de 2000 os estudos arqueológicos foram retomados de forma intensiva, na região, com o Projeto Amazônia Central (PAC). Projeto criado em 1995 pela iniciativa dos arqueólogos: Dr. Eduardo Góes Neves (Universidade de São Paulo), e dos Drs. Michael J. Heckenberger da Universidade da Florida, James B. Petersen da Universidade de Vermont. A partir daí, PAC desenvolveu pesquisas no município de Iranduba, em uma área com o formato triangular de aproximadamente de 900 km², delimitado ao Sul pelo rio Solimões, a Oeste pelo rio Ariaú e a nordeste pelo rio NEGRO, no Estado do Amazonas (MORAES, 2006, p. 14). De acordo com Moraes (2006, p. 14) no decorrer dos trabalhos realizados foram identificados mais de 100 sítios arqueológicos, dentre eles estão os sítios: Hatahara, Laguinho, Antônio Galo e o Dona Stella, objeto de estudo deste artigo.


4 O SÍTIO DONA STELLA O sítio arqueológico Dona Stella está localizado nas proximidades do quilômetro 12 da Rodovia AM 070, numa distância aproximada de 900m da estrada (Figura 1). Segundo Costa (2009, p.11), este sítio arqueológico foi descoberto em outubro de 2001, através de prospecções promovidas pelo Projeto Amazônia Central. Dona Stella está próximo de um pequeno curso d’água com presença de vegetação de campinarana e com afloramento de rochas do arenito-silicificado da formação Alter do Chão. Além disso, é do contexto do Dona Stella que advém as únicas pontas de projétil bifacial lascada dessa região, uma inteira e outra fragmentada. Evidência permitiu atestatória do refinamento da indústria tecnológica de grupos caçador-coletores da região na Amazônia Central.

Figura 1- Localização da área de estudo - Imagem Google Earth Segundo Costa (2009, p. 52), durante o primeiro contato com o sítio Dona Stella no ano de 2001, observou-se que o sítio havia tido boa parte destruída (cerca de 70% da sua área original). Tal destruição se deu devido à extração de areia para a construção civil, além de também ter-se identificado que o local também já havia sido usado como ponto de descarte de carcaça de frango. No ano seguinte em 2002 foi


realizada a primeira etapa de escavação, no decorrer da segunda ida ao sítio. Contudo, devido ao desmoronamento da unidade os trabalhos tiveram que ser paralisados (COSTA, 2009, p.80). Em 2003, realizou-se a terceira ida ao sítio que corresponde a segunda etapa de trabalho no sítio Dona Stella. Nesta foi realizada à coleta de areia em diferentes pontos do sítio. No ano de 2004, já na quarta ida ao sítio que corresponde a terceira etapa de trabalho foram abertas novas escavações, com unidade de 2 m2 e foram retificados, mas dois perfis, de 2 m cada. Em 2005 na quinta ida ao campo e quarta etapa de trabalho efetivo em campo o objetivo foi a de escavar uma superfície ampla em uma área que não tivesse sofrido nenhum tipo de intervenção que seja, mas preservada. Segundo Costa (2009, p. 88) a sexta ida ao sítio, os trabalhos foram mais intensos e e longos, pois foram escavados 14m², sendo que 10m² foram abertos na área intacta do sítio, chegando a atingir 210 cm de profundidade. Também foram feitas coletas de superfície e a ratificação de 3 m de parede da cava. Segundo Costa (2009, p. 100) a última etapa de campo foi realizada no período de novembro a dezembro de 2007, período este de maior pluviosidade, essa foi a primeira vez em que os trabalhos de campo foram executados no período de chuva já que os trabalhos de campo anteriores sempre foram realizados durante o verão. Durante as etapas de campo foram realizadas coleta de superfície, que ocorreu nos locais impactados do sítio, numa área de 120 m2, visando os artefatos mais relevantes. Um total de 236 artefatos foi coletado entre lascas, fragmentos retocados, núcleos, percutores etc. (Costa, 2009, p. 89). Dentre os artefatos coletados está a ponta de projétil inteira encontrada por James Pertesen durante os trabalhos de campo realizados em 2002, a única ponta em toda a bacia amazônica em contexto arqueológico bem definido, associada a datas, mas recentes, entre 9460 e 7500 AP (COSTA, 2009, p. 160). De acordo com Neves (2006, p. 28), a ponta encontrada é de uma raridade na bacia amazônica, feita de sílex que é incomum na região, sabe-se que o afloramento desta matéria prima, mas próximo de onde foi encontrada a ponta fica a 200 km de distância. Assim como o sítio Dona Stella esta sendo destruído, o restante do patrimônio arqueológico também esta sujeito ao mesmo destino, de acordo com GUIMARÃES (2012, p. 2) De acorda com esta pesquisadora, o turismo seria uma alternativa para a proteção dos sítios arqueológicos e, ao mesmo tempo, para a geração de renda e


melhorias sociais para as comunidades nas quais estes sítios se encontram. Nesse sentido, a preservação do patrimônio arqueológico pode e deve, pelo menos na maioria dos casos, ser vista pela sociedade como um investimento, já que o patrimônio preservado e acessível à visitação transforma-se em um atrativo turístico do município, que, ao promovê-lo, gerará divisas para si e para o país (GUIMARÃES, 2012, p. 2). 5 AS MODIFICAÇÕES OCORRIDAS NO TEMPO E NO ESPAÇO DO SÍTIOO município de Iranduba é um dos que vem sofrendo a cada ano uma série de impactos ambientais. Tudo isto, tem ocasionado um impacto ambiental muito grande no município. Segundo Moreira et al. (2009, p. 749), o processo de desflorestamento ao longo da estrada AM 070, conhecida como Manoel Urbano, no período de 1978, 1989 e 2005 foi em torno de 60%. Este trabalho demostrou a alta concentração da retirada da cobertura vegetal no município de Iranduba principalmente nas margens da rodovia,

onde podemos aventar as modificações na área do sítio Dona Stella (Figura2).


Figura 2- Mapa da área alterada ao longo da rodovia AM 070 e AM352 Fundação Vitória Amazônia Segundo Hummel (1997, p.4), os polos oleiros no município de Iranduba é um dos maiores consumidores industrial de lenha do Estado do Amazonas, sendo responsável pelo atendimento quase que total da demanda, por tijolos e telhas, da construção civil da cidade de Manaus. Segundo levantamento do ex Instituto Brasileiro de Defesa Florestal, em 1987, o município de Iranduba já apresentava um índice de desmatamento de 13,39% do seu território, um dos mais elevados do Estado do Amazonas. Pinto (2001, p. 30) realizou uma análise temporal do desmatamento no município de Iranduba através de técnicas de geoprocessamento e constatou um avanço no período de 1995 a 2001 da retirada da cobertura vegetal. Também no município Soares et al. (2007, p. 167) em um estudo sobre a APA (Área de Proteção Ambiental) Encontro das Águas, comprovou, por meio de uma classificação das imagens de 1995 e 2003 que as áreas cobertas pela vegetação original denominada somente por Floresta, que em 1995 abrangia cerca de 53.200 ha, ou seja, aproximadamente 50% da área total da APA havia área em 2003, sido reduzida para 38.492 ha. Em apenas oito anos a vegetação nativa reduziu sua área em cerca de 14.708 ha, o que corresponde a uma diminuição de 27,60% em relação à área existente em 1995. Outra modificação significativa no ambiente natural em Iranduba foi à instalação do Gasoduto Coari-Manaus, Menezes (2012, p. 68) informa que o impacto foi maior na implantação, o qual demandou desmatamento para as instalações da tubulação muito embora após a conclusão da obra a tendência seja evitar o desmatamento, utilizando as clareiras abertas para a colocação das tubulações e reparos, impedindo a ocupação desordenada (invasão) e desmate (MENEZES, 2012, p.68). O município de Iranduba vive um momento de intensas transformações, com crescimento da construção civil, e consequente expansão imobiliária e do comércio. A qual o advento da construção do Campus Universitário da Universidade do Estado do Amazonas – UEA foi grandemente potencializada. O principal fator responsável por esse crescimento foi à construção da Ponte rio Negro, inaugurada em 24 de outubro de 2011. Antes mesmo da construção da ponte rio Negro, somente com a especulação imobiliária, o interesse de pessoas de fora do munícipio já era visível, na aquisição de terras, com o aumento desse interesse houve um grande crescimento no município de


áreas loteadas, e com isso a construção civil também cresceu, ocasionando desta forma, uma maior procura por produtos minerais como areia, seixo, tijolos, telhas dentre outros. O que de certa forma pode estar contribuindo para a destruição dos sítios arqueológicos em geral e dos pré-cerâmicos, como é o caso do sítio Dona Stella. Além do crescimento dos loteamentos houve também maior procura por áreas de lazer, principalmente pelos balneários, por parte da população oriunda de Manaus. No trabalho de Costa (2009, p. 50) ele já afirmava que a destruição dos sítios em campinaranas é consequência do interesse pela areia, especialmente em regiões do Amazonas onde o crescimento urbano se encontra em franca expansão. Em Manaus, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo o assédio a esse recurso mineral é muito grande, já que a areia é um importante insumo da construção civil. Sendo que, quando um areal é suprimido para a construção civil no município de Iranduba, muito provavelmente um sítio arqueológico também desaparece, levando consigo informações inéditas. As modificações ao longo do tempo e no espaço do Sítio Dona Stella foram bastante significativas, conforme relatado por Costa (2009, p.52), a retirada da areia praticamente modificou totalmente o ambiente e, com o barramento do igarapé para construção de uma área de lazer, o sítio foi totalmente descaracterizado como mostra a Figura 4.


Figura 4- Mapa com as modificações no sítio Dona Stella com barracas ao redor da barragem do igarapé.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Pelo objetivo proposto neste trabalho o de verificar as modificações ocorridas no decorrer do tempo e no espaço do sítio arqueológico Dona Stella, município de Iranduba, foi possível constatar que as modificações ocorridas com os impactos do desmatamento, a retirada da areia para a construção civil, bem como o uso da argila para a indústria oleira são as principais responsáveis pelas modificações ocorridas no município do Iranduba. Pelas observações de campo verificou-se que às modificações no sítio Dona Stella foram decorrentes dos impactos causados pela retirada da areia e implantação de um balneário, como área de lazer aquele espaço os quais totalmente descaracterizaram. Portanto, apesar de todas as modificações ocasionadas no sítio arqueológico Dona Stella durante esses anos, pode-se constatar que ainda há presença de vestígios arqueológicos dispersos na superfície como fragmentos de líticos (ocupação préceramista) e de fragmentos cerâmicos pré-colonial, oriundos de uma ocupação posterior de agricultores de subsistência, que sucedeu a ocupação de caçadores coletores.


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As modificações no tempo e no espaço de um sítio arqueológico no municipio de Iranduba/AM  

Autor: Douglas de Franco Guedes