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Boletim Informativo do Sistema de Bibliotecas da UFMG | Ano 1 - N° 2 | Junho/Julho de 2012

Informação científica online Responsável pela disponibilização online da produção científica dos Programas de Pós-Graduação da UFMG, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações figura em 5° lugar no ranking nacional das Bibliotecas Digitais Brasileiras. Páginas 4 e 5

Primeiras publicações impressas no Brasil Página 3 Coleção reúne a história de Belo Horizonte Página 7

Consulta online ao acervo do Cememor Página 6 Nova base disponibiliza imagens tridimensionais do corpo humano Página 8


Editorial A disponibilização online da produção científica amplia as possibilidades de acesso, além de ser uma forma de democratização do resultado das atividades acadêmicas. Esse é exatamente o objetivo da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). Destaque desta edição, a Biblioteca Digital, há dez anos, disponibiliza a produção científica dos Programas de Pós-Graduação da Universidade na web para livre acesso. Com esse mesmo intuito de facilitar o acesso à informação, os livros, periódicos e teses do Centro de Memória da Faculdade de Medicina (Cememor) serão incluídos no catálogo online do Sistema de Bibliotecas. O acervo é composto por cerca de 25 mil volu-

mes que retratam a história da Medicina e também da Faculdade de Medicina. Na seção Ferramenta de Pesquisa, é possível aprofundar no estudo da anatomia humana. Uma nova base de dados, a Primal Pictures, permite ao pesquisador explorar o corpo humano por meio de imagens tridimensionais e de vídeos de tratamentos e procedimentos cirúrgicos. Confira também as primeiras publicações oficiais impressas no Brasil Colônia. São jornais, livros e decretos que, além da relevância histórica por serem os primeiros documentos impressos pela Impressão Régia, nos contam mais sobre a história do Brasil. Boa Leitura!

Dica do Acervo Dica: Sistema de recuperação de informação visual em desenhos técnicos de engenharia e arquitetura: modelo conceitual, esquema de classificação e protótipo.

Disponível: www.bibliotecadigital.ufmg.br Referência: PORTO, Renata Maria Abrantes Baracho. Sistema de recuperação de informação visual em desenhos técnicos de engenharia e arquitetura: modelo conceitual, esquema de classificação e protótipo. 2007. 273 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciência da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2007.

A motivação para o estudo apresentado nesta tese de doutorado foi a dificuldade para a localização e recuperação de informação contida em desenhos técnicos de engenharia e arquitetura, bem como a necessidade de se obter maior eficiência no processo de busca de informação visual em grandes conjuntos de documentos. Nas empresas de engenharia e em outras instituições, grandes arquivos podem conter milhares de projetos e desenhos, os quais são necessários para tomada de decisão de várias naturezas. Os sistemas hoje existentes para recuperação de informação em desenhos técnicos de engenharia se baseiam em dados textuais para a sua indexação e recuperação e geralmente não consideram dados de imagem. Frequentemente, a recuperação de informação depende de alguém que tenha participado do projeto. Assim, fica comprometida quando essa pessoa não está disponível. A tese desenvolveu o protótipo de um sistema para organização e recuperação eficaz de desenhos técnicos de engenharia cuja base é um modelo conceitual e um esquema de classificação que foram pilares para a viabilidade e eficiência do sistema. O usuário recupera a informação pela definição das categorias e da seleção de uma imagem-chave, por

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exemplo, um ícone referente a um extintor de incêndio. O sistema localiza todos os desenhos que contêm essa imagem-chave e, através da interface, os apresenta, destacando as ocorrências encontradas. O sistema desenvolvido pode ser aplicado e adaptado para a recuperação de desenhos técnicos de qualquer ramo da engenharia, bastando que os parâmetros, as tabelas de metadados visuais, as categorias e a base de dados de símbolos visuais sejam definidas e adaptadas para os casos específicos. De forma ampla, o sistema proposto pode ser útil na tomada de decisão e em serviços em áreas como energia, transporte, saneamento, segurança, entre outras. Um exemplo de questão a que o sistema responderia é: quantos extintores de incêndio existem em uma determinada região e onde estão localizados para acesso imediato em emergências? O sistema proporcionaria uma resposta imediata a essa pergunta, localizando rapidamente os dados entre milhares de desenhos o que permitiria uma ação mais eficiente pelas equipes do corpo de bombeiros.

Beatriz Valadares Cendón Professora da Escola de Ciência da Informação

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Obras raras

Acervo da Divisão de Obras Raras/UFMG

Impressos no Brasil Divisão de Obras Raras possui os primeiros livros, decretos e jornais impressos no Brasil Colônia A vinda da Família Real para o Brasil impôs a necessidade de organização da estrutura administrativa do governo na Colônia. Como resultado a essa demanda, foi criada a Impressão Régia, em 1808, responsável pelas primeiras publicações oficiais impressas no país. Alguns dessas publicações estão disponíveis para consulta na Divisão de Obras Raras e Especiais, no quarto andar da Biblioteca Central, no campus Pampulha. “Para a estruturação do Governo, era preciso publicar atos oficiais como decretos referentes à mineração, ao comércio, à agricultura, à fauna e à flora, além da necessidade de estruturar a marinha, o exército e dar instrução aos médicos”, explica a coordenadora da Divisão de Obras Raras e Especiais da UFMG, Diná Marques. Entre os decretos que compõem o acervo, Diná destaca o publicado em 19 de agosto de 1817. Nele, Dom João VI realiza dois atos: primeiro, anuncia o casamento de Dom Pedro com a Arquiduquesa Carolina Josefa Leopoldina. Em seguida, concede perdão a todos os desertores, de acordo com o decreto, “querendo por tão plauzível (sic) motivo fazer Graça aos Militares, que tiveram a infelicidade de desertar suas bandeiras.” Nas publicações, é possível identificar ainda as ações tomadas pelo Rei visando coibir o desvio do ouro das Minas Gerais por meio do controle da moeda, do funcionamento das Casas de Fundição e da proibição da circulação do ouro em pó no Brasil. Essas ações estão registradas no decreto publicado, em 1808, que visava, de acordo com o conteúdo documento, “precaver os males, que desgraçadamente a cobiça humana possa causar com a introducção (sic) de moeda falsa.” Desenvolvimento local Após a instalação da Impressão Régia, foi autorizado o funcionamento de tipografias nas capitais de Minas Gerais e Bahia. Em Salvador, a Tipografia Silva Serva teve início sob a responsabilidade do português Manoel Antônio da Silva Serva, em 1811, e foi a primeira tipografia particular instalada no Brasil, além

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Decreto publicado em 1817 com o anúncio do casamento de Dom Pedro e o perdão aos desertores.

de ser a responsável pela impressão do primeiro periódico de circulação regular no país produzido pela iniciativa privada: o Idade D'Ouro do Brasil. Embora as tipografias tivessem permissão Real para o funcionamento, toda e qualquer publicação deveria ser aprovada antes de impressa. “Por esse motivo, é possível conferir em todas as obras os seguintes dizeres que demonstram a autorização do Rei para a impressão: Com as licenças necessárias e Por ordem de Sua Majestade,” explica Diná. Raridade pelo formato O valor das obras, além do conteúdo, também está relacionado ao contexto histórico de sua produção. “As publicações impressas pela Tipografia Torres foram completamente produzidas no país. Os tipos foram produzidos no Brasil, assim como a composição gráfica que, embora importe valores europeus, foi feita aqui,” ressalta a coordenadora. Alguns dos primeiros livros impressos no Brasil e que estão no acervo da Divisão de Obras Raras receberam tratamento estético diferenciado. É o caso dos livros do bibliófilo Luiz Camillo, que foram confeccionados nos moldes da encadernação tradicional francesa do século XIX – são encadernações de luxo, em couro, com dourações e impressas em papel confeccionado com polpa de algodão.

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Digital

Acesso online à produção científica Cerca de 8 mil teses e dissertações dos Programas de Pós-Graduação já estão disponíveis na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações

A disseminação da informação científica de forma online, imediata, sem barreiras, para ser acessada de qualquer lugar e a qualquer horário representa um importante ato pela democratização dos resultados das atividades acadêmicas e investigações científicas. Uma iniciativa realizada com esse objetivo é a disponibilização das pesquisas desenvolvidas pelos Programas de Pós-Graduação da UFMG na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). A Biblioteca Digital é resultado de um projeto piloto iniciado, em 2002, com dois Programas de Pós-Graduação. Nessa entrevista ao CONEXÃO BIBLIOTECA, a vice-diretora do Sistema de Bibliotecas e participante do projeto desde a sua criação, Belkiz Inez Rezende Costa, apresenta os avanços alcançados nos últimos 10 anos, reflete sobre as barreiras vencidas, os entraves para ampliação do acervo e os novos desafios. Como a Biblioteca Digital auxilia no acesso livre ao conhecimento científico? A Biblioteca Digital amplia as possibilidades de acesso à informação ao disponibilizar na internet o conteúdo das pesquisas em um canal aberto para a consulta por toda a sociedade e com grande facilidade, pois não há necessidade de se deslocar, seguir horários de funcionamento ou até mesmo aguardar a devolução da obra. Basta estar conectado de qualquer lugar e a qualquer horário. Não há custos e os documentos podem ser acessados por várias pessoas ao mesmo tempo. Esse amplo acesso é importante, pois a disponibilização das pesquisas acadêmicas é também uma forma de prestação de contas para a sociedade. Há uma consciência cada vez maior da necessidade de difusão do conhecimento científico. Como teve início a divulgação da produção científica na Biblioteca Digital? Em 2002, foi criado um projeto piloto com os Programas de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e em Ciência da Informação. Nessa época, tínhamos duas grandes barreiras: a não obrigatoriedade da entrega das teses e dissertações em formato digital e

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Mayara Caldeira

Belkiz Inez Rezende Costa: “a disponibilização das pesquisas acadêmicas é também uma forma de prestação de contas para a sociedade.”

a não obrigatoriedade da disponibilização na internet. Embora alguns Programas de Pós-Graduação, ao receber trabalhos em via digital, disponibilizassem na internet, essa era uma atitude isolada. Além disso, essa disponibilização gerava a duplicação do serviço, pois era realizada a inserção em dois sistemas: o da Biblioteca Digital e o do Programa de Pós-Graduação. Então, de forma geral, nessa época, as produções não tinham a visibilidade e a facilidade de acesso que a internet proporciona. Cada trabalho não poderia ser, como acontece hoje, acessado simultaneamente por diversas pessoas ao mesmo tempo. Como essas barreiras foram vencidas? A partir da criação de duas resoluções que foram vitais para o crescimento da Biblioteca Digital. A primeira foi publicada pela Capes, em 2006, e determinou

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a obrigatoriedade da publicação em meio eletrônico das teses e dissertações. Essa norma representou um grande avanço, pois a disponibilização online deixou de ser uma atividade isolada de alguns Programas para se tornar uma ação obrigatória a ser realizada por todos. Nesse momento, para dar suporte aos Programas, foram estabelecidos pela Biblioteca Universitária grupos de trabalho que realizaram visitas aos Programas de Pós-Graduação, com o intuito de esclarecer dúvidas e promover treinamentos sobre a alimentação dos bancos de dados da Biblioteca Digital. No entanto, ainda havia a publicação em diferentes sites, o que dividia os esforços. Em 2009, essa questão foi resolvida por uma resolução publicada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da UFMG. Ela estabeleceu, como obrigatória para a expedição do diploma de especialista, mestre ou doutor, a entrega pelo aluno de sua monografia, tese ou dissertação em via digital acompanhada do formulário de autorização de disponibilização do texto, no todo ou em parte, pela Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG. Essas duas normas possibilitaram um grande impulso para a ampliação do acervo: a primeira por tornar obrigatória a disponibilização online; e a segunda por tornar obrigatória a disponibilização na Biblioteca Digital. Quais trabalhos já estão disponíveis? Cerca de 8 mil teses e dissertações já estão disponíveis para consulta, o que nos coloca em quinto lugar no ranking da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, composto por 97 universidades e unidades de pesquisa do país. Grande parte dessa coleção é composta por trabalhos apresentados no período de 2006 a 2012. Apenas nesse intervalo, 6.552 teses e dissertações já estão online. Alguns Progra-

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Setor da Biblioteca Digital está localizado no terceiro andar da Biblioteca Central, no campus Pampulha.

mas de Pós-Graduação já têm inserido praticamente a totalidade de trabalhos defendidos nesse intervalo. Qual a perspectiva para crescimento do acervo? Nosso objetivo é concluir, em primeiro lugar, a inserção dos trabalhos apresentados no período de 2006 a 2012. Em seguida, queremos disponibilizar todos os trabalhos apresentados no período de 2000 a 2006. Para alcançarmos essa meta, desejamos estabelecer parcerias para disponibilizarmos esse material o mais breve possível. Cada Programa interessado poderá enviar à Biblioteca Digital as teses e as dissertações em formato digital acompanhadas do formulário de autorização para que a própria Biblioteca Digital realize a inserção. Após a inclusão desse conteúdo, queremos digitalizar as pesquisas que não estão disponíveis em formato digital, por isso entraremos em contato com autores e orientadores para obter autorização para a publicação.

Ranking do Ibict

Crescimento da Biblioteca Digital

Trabalhos disponibilizados

Composto por 97 universidades e unidades de pesquisa do país

Ano

8.006

2007

15° lugar

6.870

2012

4.696

5° lugar

2.244 1.664 1.084 17

2006

2007

2008

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2009

2010

2011 2012

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG Email: bu-bibdigital@ufmg.br Site: www.bibliotecadigital.ufmg.br Telefone: 3409-4625

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Catálogo online

Acervo do Cememor integra catálogo online do Sistema de Bibliotecas Utilização da ferramenta trará benefícios como a busca por título, autor, assunto, além de menor tempo na pesquisa Bruna Carvalho

Consultar o acervo que integra o Centro de Memória da Faculdade de Medicina (Cememor) será mais fácil e rápido. Como resultado da parceria estabelecida entre a Biblioteca Universitária e o Cememor, os livros, periódicos e as teses serão incluídos no catálogo online do Sistema de Bibliotecas. Segundo a historiadora do Cememor, Ethel Mizrahy, a inclusão no catálogo tem a importância de dar mais visibilidade a documentos que possuem grande importância histórica e acadêmica. “Nosso intuito é divulgar o acervo e incentivar a realização de consultas, pesquisas e trabalhos,” ressalta Ethel. A estimativa é que o Cememor possua um acervo composto por cerca de 25 mil volumes dos séculos XIX e XX. A inserção das obras teve início, no mês passado, pelas obras raras devido à relevância desses documentos. “Antes da inclusão de cada exemplar, são realizadas buscas nos catálogos de instituições do país e exterior. Em muitos casos, verificamos que as obras pertencentes ao Cememor não estão disponíveis em outros acervos, o que torna até o momento alguns exemplares únicos,” explica a bibliotecária responsável pela catalogação, Simone Aparecida dos Santos. Entre os documentos raros já identificados estão o Erário Mineral (1735), Aforismo de Hipócrates (1683), Tratado de anatomia escrito em latim (1788) e um Atlas de doenças dermatológicas feito a mão. Além das obras raras, também serão incluídos no catálogo online teses e periódicos que contêm uma vasta produção científica do final do século XIX até meados do século XX.

A historiadora do Cememor, Ethel Mizrahy, a bibliotecária, Simone Aparecida dos Santos e a Vice-Diretora do Sistema de Bibliotecas, Belkiz Inez Rezende Costa

composto por obras publicadas até 1959 que retratam a história da Medicina e da Faculdade de Medicina,” explica a bibliotecária responsável pela realização do inventário, Elza Helena de Almeida. Após a seleção dos documentos, na segunda etapa, os documentos foram separados por tipos e também pelas grandes áreas e mais significativas da Medicina. Filtro No catálogo online do Sistema de Bibliotecas, é possível realizar buscas apenas no acervo do Cememor. Basta selecionar, no filtro “Biblioteca”, a opção Centro de Memória da Faculdade de Medicina.

Histórico do Cememor Criado em 1977, o Cememor recebeu, ao longo dos anos, doações de instituições, ex-alunos, ex-professores, profissionais aposentados e suas famílias. O acervo, inicialmente, era composto por um grande volume de documentos de diversas áreas como matemática, física, direito, poesia, literatura, entre outras. “Essa variedade fez com que fosse necessário definir o perfil do Cememor. Hoje o acervo é

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Tome Nota Biblioteca do Coltec é ampliada Mayara Caldeira

Mais espaço, laboratório de informática e ambientes para estudo em grupo e individual são algumas das melhorias realizadas na Biblioteca do Coltec. Com a duração de quatro meses, a reforma, além da ampliação, resultou em uma nova organização do espaço. Segundo a chefe da biblioteca, Cláudia Grossi, a reforma foi necessária para dar mais conforto e também para ampliar os espaços destinados ao estudo e à pesquisa. “Fizemos questão da participação dos alunos para que eles pudessem dar sugestões e apresentar suas demandas,” ressalta Cláudia.

Alunos participaram da reforma com sugestões para a nova organização da biblioteca

Manual para catalogação de obras raras está disponível para download O Manual para entrada de dados bibliográficos em formato MARC 21: ênfase em obras raras e especiais está disponível para consulta e download no site do Sistema de Bibliotecas (www.bu.ufmg.br). O Manual é o único conteúdo em português publicado no Brasil sobre o tema e foi escrito pela bibliotecária do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) Maria Angélica Ferraz Messina-Ramos, com a colaboração de Marlene de Fátima Vieira e a revisão de Maria Helena Santos, ambas bibliotecárias da UFMG. A primeira edição do Manual foi publicada no ano passado pela Editora UFMG e distribuída gratuitamente para bibliotecas com acervos raros. Essa iniciativa faz parte do projeto aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que contempla, além da publicação do manual, a higienização, o acondicionamento e a catalogação de parte do acervo de obras raras da UFMG.

Acervo Especial

Coleção Belo Horizonte Biblioteca da Escola de Arquitetura Acervo da Biblioteca da Escola de Arquitetura

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A história de Belo Horizonte desde os estudos para a construção da nova capital, realizados pelo engenheiro civil Aarão Reis, até os documentos sobre a cidade nos dias atuais é descrita na Coleção Belo Horizonte. Disponível para consulta na Biblioteca da Escola de Arquitetura, a Coleção é formada por livros, cd’s, dissertações, monografias e periódicos que retratam a cidade em seus diversos aspectos: sua história, bairros, praças, ruas, construções, transportes, comércio, patrimônio histórico e planejamento urbano.

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Ferramenta de pesquisa

Corpo Humano em 3D Base de dados disponibiliza imagens tridimensionais de anatomia humana

Base Primal Pictures

Uma nova base de dados foi incluída no Portal de Periódicos da Capes: a Primal Pictures possibilita ao pesquisador explorar detalhes do corpo humano em um acervo composto por cerca de 400 mil imagens tridimensionais. Além das imagens tridimensionais, a Primal é composta por vídeos de tratamentos e procedimentos cirúrgicos, imagens de ressonância magnética sob vários ângulos, questionários e simuladores de provas. Segundo os editores da base, todas as imagens foram produzidas a partir de digitalizações reais do corpo humano e de dados de dissecação interpretadas por anatomistas, o que possibilitou a reconstrução computadorizada de um cadáver humano. A coordenadora do Setor de Apoio ao Portal de Periódicos da Capes na UFMG, Maria Clarice Lima Batista, explica que as buscas na base podem ser realizadas pela seleção de partes do corpo, áreas de interesse e por palavra-chave. Acesso A Primal Pictures pode ser acessada exclusivamente por meio dos computadores da UFMG, pois não é liberado o acesso remoto. Para localizar a base, na página inicial do Portal Capes, basta digitar no campo Buscar Base, Pri-

mal Pictures e, em seguida, clicar no link apresentado. A base está disponível em inglês, espanhol, francês e alemão. Possibilidades da base Separar os modelos anatômicos em diversas camadas, rotacioná-los 360º e reconstruir as camadas novamente à sua estrutura original. Demonstrar as funções musculares em 3D com animações interativas que ilustram a interação de músculos, ossos e ligamentos. Usufruir de um guia de estudo, questionários e testes. Ilustrar a relevância clínica de anatomias com descrições textuais e com slides de patologias e dissecações. Consultar vídeos clínicos. Exportar imagens, textos, filmes e animações.

Online

Para conferir tutorial online, acesse: www.bu.ufmg.br/portalcapes

Mais informações Telefone: 3409-4627 ou setorperiodicoscapes@bu.ufmg.br

Expediente

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IMPRESSO

Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais – Biblioteca Universitária - Diretora: Maria Elizabeth de Oliveira da Costa – Vice-Diretora: Belkiz Inez Rezende Costa – Editora: Mayara Caldeira (Reg. Prof. 11633/JP) – Bolsista: Daniel Henrique da Silva. Projeto Gráfico e Diagramação: Mayara Caldeira - Impressão: Imprensa Universitária – Imagem da capa: ©Depositphotos viperagp - Tiragem: 5.000 exemplares – Circulação bimestral – Endereço: Biblioteca Universitária - Assessoria de Comunicação Social: Av. Antônio Carlos,6.627 / sala 206 - 2° andar, campus Pampulha, CEP 31.270-901, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Telefone: (31) 3409-5521 – Internet: www.bu.ufmg.br e comunicacao@bu.ufmg. br. É permitida a reprodução de textos, desde que seja citada a fonte.

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