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9ºB O Património é a Nossa Memória

Ano letivo de 2019/20 1


Editorial

A turma do 9.ºB apresenta o jornal do património local e concelhio realizado na disciplina de património, onde mostramos os monumentos, a paisagem natural e os artesãos ... O património é o que recebemos daqueles que viveram antes de nós. Uma construção antiga, uma árvore centenária, uma nora, um moinho, um castelo, uma dança tradicional são exemplos de património. Vamos ver a nossa história local e concelhia!

Índice

Pág.

Editorial e índice

2

O Castelo de Pirescoxe

3

A Fortaleza de Sacavém

4

Fortificações das Linhas de Torres Vedras

5

A Fábrica de Cerâmica de Sacavém

6

A Igreja Matriz de Loures

7

O Cruzeiro de Loures

8

O Convento de Nossa Senhora dos Mártires da Conceição

9

O Aqueduto de Santo Antão do Tojal

10

A Igreja de Santo Antão do Tojal

11

Palácio e Quinta do Correio-Mor

12

Palácio da Quinta da Abelheira

13

Palácio dos Arcebispos

14

Bairros Operários

15

Rio Trancão e Rio Tejo

18

Moinho de Maré do Catujal

20

Profissões de Antigamente

21

Os Saloios

22

Passatempos

232


O Castelo de Pirescoxe

O castelo de Pirescoxe tem as suas origens no século XV, mais precisamente no ano de 1442, altura em que Nuno Vasques de Castelo Branco e sua mulher, D. Joana Zuzarte, titulares do viscondado de Castelo Branco, instituíram um morgadio neste local, então uma quinta da família. Terá sido a partir dessa data que se edificou o atual conjunto monumental, que chegou até aos nossos dias sem grandes alterações na fisionomia exterior. Ele é, assim, um típico paço senhorial da nobreza portuguesa dos finais da Idade Média e tal estatuto está bem expresso na dualidade estética e funcional entre a imagem de força e de poder que os seus promotores pretendiam que o monumento transmitisse, e a comodidade de uma residência adaptada a uma cada vez mais exigente nobreza.

3


A Fortaleza de Sacavém

O atual forte foi somente erguido na segunda metade do século XIX (no local onde fora erguida uma outra fortificação, no início desse mesmo século, construída no quadro das Linhas de Torres Vedras), na sequência da abertura da estrada militar que circundava a capital portuguesa, da ribeira de Algés até ao rio de Sacavém, passando por Monsanto, Benfica, Pontinha, Lumiar, Ameixoeira, Charneca, Camarate, Olivais, Chelas, e terminando em Sacavém.

Situado na margem direita do rio trancão, no chamado Monte Sintra donde lhe advém o nome, a escassos 800 metros da sua confluência com o rio Tejo, a sua construção remonta ao início do século XIX, no quadro das obras de fortificação de Lisboa, que formaram o Campo Entrincheirado de Lisboa, implantando-se no topo de um pequeno morro a cerca de 35 metros de altitude e assumindo assim, uma posição estratégica que envolve todo o espaço circundante.

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Fortificações das linhas de defesa de Torres Vedras O conjunto das fortificações das Linhas de Torres Vedras foi declarado património nacional, sendo assim um monumento nacional. As 152 fortificações foram construídas entre 1809 e 1812, situadas na península ibérica e foram concedidas coma intenção de impedir o exército invasor de atingir a capital do reino de Portugal.

Devido a estes fortes a segunda invasão Francesa terminou com a retirada do II corpo de exército do Marechal Nicolas Jean de Dieu Soult para a Galiza. Na terceira invasão francesa, as linhas de torres vedras impediram o exército de André Massena de chegar a Lisboa e acabaram por retirar as suas tropas.

5


A Fábrica de Cerâmica de Sacavém A fábrica situava-se na Quinta do Aranha, junto da atual linha de caminho-deferro da Azambuja, tendo chegado a ocupar, na sua época áurea, uma superfície de 70 000 m². A essa implantação não era alheia a construção do primeiro ramal de comboio em Portugal que ligava Lisboa ao Carregado, com paragem em Sacavém e que viria a ser inaugurado em 1856, permitindo assim uma mais fácil expedição das mercadorias e matériasprimas.

Nos anos em que esteve à frente da fábrica, Manuel Joaquim Afonso teve que fazer face a diversos problemas financeiros, pelo que entre 1861 e 1863 a fábrica acabou por ser vendida a um inglês, John Stott Howorth, que introduziu novas técnicas de produção oriundas do Reino Unido.

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A Igreja Matriz de Loures Depois da Reconquista de Lisboa, D. Afonso Henriques distribuiu pelos Templários que o acompanhavam algumas terras nas regiões de Sintra e Loures, pelo que a fundação primitiva da igreja matriz de Loures é atribuída à Ordem dos Cavaleiros do Templo. Desta igreja românica nada resta, exceto algumas lápides sepulcrais com a Cruz do Templo gravada, que atualmente estão colocadas no chão da matriz.

No entanto, a partir do século XVI a igreja viria a sofrer transformações profundas, derivadas de diversas campanhas de obras realizadas ao longo dos séculos XVI e XVII. Em meados do século XVI o templo foi reedificado, alterando-se a sua estrutura e possivelmente as dimensões da planta, passando a apresentar uma estrutura maneirista de tipologia chã.

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O Cruzeiro de Loures Trata-se

de uma obra com alguns rasgos de monumentalidade e de eruditismo, com características visíveis, sobretudo, no perfil octogonal dos três degraus do soco e do reconstruído fuste da coluna, a que se deve juntar a decoração da base e do capitel. Aquela é de forma oitavada, "com plinto e escócia facetada com anéis" (NOÉ, 1991 e MARQUES, 2001, DGEMN on-line), características do período

manuelino; este é em forma de cesto e encontra-se totalmente relevado por abundante folhagem de tradição tardo-gótica.

O cruzeiro manuelino de Loures, localizado diante da igreja matriz da cidade, formando um eixo axial com o seu portal principal, é uma das mais importantes peças de arquitetura religiosa do atual concelho e, simultaneamente, uma das mais antigas. A sua cronologia, ainda que desconhecido o ano exato de construção, inscreve-se no que se convencionou chamar ciclo manuelino, datando, por isso, das primeiras décadas do século XVI.

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O Convento de Nossa Senhora dos Mártires da Conceição O Convento pertencia à Ordem dos Frades Menores (Ordem de São Francisco), estava situado na freguesia de Nossa Senhora da Purificação de Sacavém, concelho dos Olivais. Foi fundado por D. Brites da Costa, viúva de Miguel de Moura, por testamento de 15 de Novembro de 1607, deixando também bens à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Os efeitos danosos causados pelas centenas de anos de vida deste exemplar do nosso património, aliados aos danos provocados pelo abandono a que esteve sujeito, conduziram-no a um estado de destruição que por diversas vezes a ADAL tem vindo a denunciar, através de Posições Públicas.

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O Aqueduto de Santo Antão do Tojal O Aqueduto de Santo Antão do Tojal fica situado na freguesia de Santo Antão do Tojal, no concelho de Loures. O aqueduto, com uma arcaria de cerca de dois quilómetros de comprimento, foi construído por Canevari, em 1728, portanto, antes do Aqueduto das Águas Livres. O aqueduto, com origem em Pitéus, abastecia de água a Quinta e Palácio da Mitra, propriedade do patriarcado de Lisboa. O Aqueduto alimentava duas fontes: o chafariz público, ao cimo da povoação, junto à estrada para São Julião do Tojale o chafariz monumental, disposto ao cimo de uma escadaria de gosto italiano, constituído pela pia, tanque e bicas.

The Santo Antão do Tojal Aqueduct is located in the parish of Santo Antão do Tojal, in the municipality of Loures. The aqueduct, with an arcade about two kilometers long, was built by Canevari in 1728, therefore, before the Aqueduct of Águas Livres. The aqueduct, originating in Pitéus, supplied water to Quinta and Palácio da Mitra, owned by the patriarchate of Lisbon. The Aqueduct fed two sources: the public fountain, at the top of the village, next to the road to São Julião do Tojal, and the monumental fountain, arranged at the top of a staircase of Italian taste, consisting of the sink, tank and spouts

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A Igreja de Santo Antão do Tojal A primeira referência que se tem de Santo Antão do Tojal data de 1291, quando o arcebispo D. Fernando de Vasconcelos e Meneses compra a quinta a Pêro Viegas, reconstruindo a igreja e construindo um palácio com jardins para a sua residência de Verão. Na traça medieval a igreja era composta por três naves, com colunas a separá-la. No séc. XVI a igreja já se encontrava em ruínas, sendo reedificada em 1554, pelo arcebispo D. Fernando de Meneses Coutinho de Vasconcelos. J No séc. XVIII, em 1730/31, D. Tomás de Almeida manda reconstruir a igreja ao arquiteto italiano António Canevari que constrói uma nova fachada de inspiração barroca, e amplia a igreja, enriquecendo-a.

No interior, forrado a azulejo e mármores, o patriarca D. Tomás de Almeida mandou retirar as sepulturas do pavimento. Nos tetos de talha dourada encontram-se pintadas as armas patriarcais. Aparece pela primeira vez nesta igreja o púlpito, lugar de retórica importante para cativar a atenção dos crentes. Pode ainda ver-se uma porta que se abre para a sacristia, e o coroalto triunfal, com enquadramento de cantaria ladeada com duas peanhas suportando imagens. A capela-mor com lambril de azulejos mostra um nicho com Cristo na Cruz e possui abóbada de berço.

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Palácio e Quinta do Correio-Mor

O Palácio do Correio-Mor deve o seu nome a Luís Gomes da Matta, nomeado Correio-Mor no tempo de Filipe II. Este cargo é desempenhado cerca de 200 anos pela mesma família. O Palácio foi concebido pelo arquiteto italiano António Canevari no séc. XVIII, e é uma das mais notáveis quintas dos arredores de Lisboa pela sua elegante decoração. Em 1967 foi classificado como Património de Interesse Público.

Fonte da Boa Samaritana

A história deste edifício começa graças às “boas ações” praticadas pelo rei Felipe II, que deram nome a este palácio. No piso térreo estão as cocheiras, a cavalariça, a adega, o lagar e a velha cozinha. Na parte superior da fachada pode se observar a imagem da nossa senhora da Oliveira. Após a subida da escadaria central encontramos a Fonte da Boa Samaritana.

Estes azulejos pertencem à oficina de Bartolomeu Antunes, que retratava cenas da vida quotidiana do seu proprietário. 12


Palácio da Quinta da Abelheira

A quinta da Abelheira pertencia, no séc. XVIII, a Inês de Castelo Branco e o seu marido João Guedes de Vilhegas (que se encontram sepultados na capela que pertence ao palácio). O edifício foi sendo alvo de muitas intervenções arquitetónicas e decorativas

O palácio mantém o seu traçado setecentista, com a composição dos alçados, com vãos simétricos e regulares cuja diferenciação é acentuada com um friso que percorre a casa. No alçado Sul, dois lanços de escadas convergem no andar nobre, numa varanda alpendrada. O que não cumpre o traçado antigo é a planta quadrada aberta por um pátio

No espaço exterior encontramos a Mata Mediterrânica, as cascatas, os jardins de buxo pontuados com pequenas esculturas e o grande tanque. 13


Palácio dos Arcebispos O Palácio dos Arcebispos ou da Mitra foi a antiga residência de veraneio dos arcebispos, e, depois, dos Patriarcas de Lisboa, situando-se na freguesia de Santo Antão do Tojal.

Era uma quinta rural chamada Santo António do Tojal, que fora de Pedro Viegas, adquirida pelo bispo de Lisboa, Domingos Anes Jardo. Já o palácio primitivo, conhecido foi mandado construir pelo arcebispo D. Fernando de Vasconcelos em cerca de 1554. No século XVIII, o primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida, mandou reconstruí-lo em estilo barroco, ao gosto da época. O arquiteto responsável pela atual traça foi o italiano Canevari que nele trabalhou até 1732. O edifício apresenta-se em forma de U; na fachada, de estilo italiano, encontram-se três mármores de Carrara representando as estátuas de São Bruno de Colónia (o fundador da Cartuxa), a Rainha Santa Isabel e a Imaculada Conceição. No interior, a típica azulejaria portuguesa do século XVIII, em azul e branco, caracteriza-se pela riqueza temática e grande qualidade pictórica (representações das estações do ano, cenas campestres, venatórias ou de pesca, figuras mitológicas; nas cozinhas surgem representados temas culinários). Alguns dos azulejos foram mais tarde trasladados para o Paço Patriarcal de São Vicente de Fora e encontram-se hoje no Museu Nacional de Arte Antiga.

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Bairro Manuel Dinis Manuel e Albano Diniz, acompanhando a velha tradição paternalista da indústria de há um século, começaram a construir o bairro para os seus operários muito antes de estrearem a fábrica. Os dois irmãos vinham de uma família de pequenos proprietários rurais que sobreviviam da lavoura e do ganho obtido com confeções feitas pelas mulheres em teares manuais e vendidas nas feiras. Em 1919, com apenas 26 anos . Manuel Diniz comprou a fábrica têxtil onde trabalhava e começou a trabalhar com o irmão. Manuel ainda foi em 1930, por três anos, presidente da Câmara de Castanheira de Pera.

Nas poucas imagens que foram guardadas do bairro Manuel Dinis tal como era antigamente, podemos ver que este bairro era um dos únicos da altura. Manuel e Albano construíram este bairro para os seus operários ,muito antes de estrearem a fábrica.

15


Bairro da Olaio Em 16 de setembro de 1886,José Olaio abre uma oficina de marcenaria na rua da Atalaya, em Lisboa que, mais tarde, em 2 de Março de 1893, se transforma também num armazém e loja de móveis novos e usados. Era o principio da “ Móveis Olaio”.

Em 1918, José Olaio criou uma nova empresa, juntamente com o seu filho Tomaz Olaio. Nesse ano abriram várias fábricas de mercenária no bairro alto. Durante a década dos anos 30 do século XX, a casa Olaio começa a emprestar móveis a filmes, universidades, hospitais, escolas

16


Bairro da Sacor Até aos anos 30 do século XX, Portugal era abastecido de produtos petrolíferos por empresas estrangeiras, então a Sacor escolheu Cabo Ruivo, a zona industrial de Lisboa, para instalar a sua refinaria, inaugurada a 11 de novembro de 1940. Infelizmente, a nova refinaria não conseguiu o seu potencial de produção, devido à Segunda Guerra Mundial e às limitações de exportações e transportes marítimos. .

A Sacor foi a primeira empresa petrolífera portuguesa a dominar todo o processo, da importação, transporte, refinação e distribuição dos produtos petrolíferos. Foi fundada a 28 de julho de 1937 por romenos que se instalaram em Portugal.

As empresas petrolíferas e o Estado iriam, em 13 de Junho de 1947, constituir a Soponta. Para ultrapassar essas dificuldades, a SACOR detinha metade do capital da nova empresa. Em 1953 foi criada a ANGOL, seguida da MOÇACOR em 1957, para a distribuição dos seus produtos, respetivamente, em Angola e Moçambique.

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Rio Trancão e Rio Tejo O Trancão é um pequeno rio português do distrito de Lisboa. Pode ser também designado por Ribeira de Sacavém ou Vala de Sacavém.

O rio Tejo é o mais extenso da Península Ibérica. Em Lisboa, o estuário do Tejo é atravessado por duas pontes. A mais antiga é a Ponte de 25 de Abril.

Nesta gravura, conseguimos ver o percurso do rio trancão. Após o violento Terramoto de 1755, que assolou a capital. A partir desse momento iniciou-se um lento processo de assoreamento do rio, que tem desde então impedido a sua navegabilidade.

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Rio Trancão e Rio Tejo Fauna e Flora

Peixes: sável ; lampreia ; enguias. Aves : águia , caçadeira ; coruja do nabal, flamingos. Répteis: lagartixa do mato ; sardão ; cobra rateira. Mamíferos: raposa; coelho bravo; morcego. Anfíbios: salamandra de pintas amarelas , rã verde e sapo.

Flores: malmequer da praia; limónio; salgueiro.

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Moinho de Maré do Catujal O Moinho da Catujal é um moinho de vento do tipo mediterrânico que utiliza a energia do vento para a tradicional moagem dos cereais.

O mesmo foi recuperado em 1998 e em 2006. Contudo, no verão de 2017, na sequência de um incêndio, todo o sistema de varas que suporta as velas ficou destruído e o moinho inoperacional. Recentemente, no dia 27 de Outubro de 2018, o Executivo da Junta de Freguesia de Camarate, Unhos e Apelação, liderado pelo Presidente Renato Joaquim Alves, inaugurou o renovado moinho da Apelação, que se encontra, actualmente, em pleno funcionamento.

Mais do que preservar memórias e manter viva esta tradição, o objectivo da "Casa do Pão" será o de implementar as técnicas tradicionais de produção.

No dia em que foi inaugurado o renovado Moinho da Apelação, a Junta de Freguesia apresentou também o Estudo de Viabilidade para a concretização da "Casa do Pão". 20


Profissões de Antigamente Os tempos mudam e as mudanças são inevitáveis. São sinais dos tempos, da tecnologia e da evolução.

Ardina Ardina era quem vendia os jornais

Lavadeira A lavadeira era quem lavava a roupa caseira

Aguadeiro Os aguadeiros eram aqueles que distribuíam água pelas casas

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Os Saloios Designa-se como saloio o habitante natural das zonas rurais de Lisboa. Chamam-se assim, pois, quando D. Afonso Henriques conquistou Lisboa aos Mouros, poupou a vida a alguns e deixou que mantivessem as suas casas e os seus bens. Mas, obviamente, impôs-lhes condições: os Mouros teriam de contribuir com pão cozido para a capital. Esta contribuição era conhecida como Çalayo.

No vestuário os Barretes identificam o homem saloio bem assim como as faixas na cintura e o varapau. Nas mulheres o uso do lenço e o seu tipo, é muito semelhante, por vezes igual, ao da maior parte das regiões do país. Mas, na indumentária feminina encontramos algo que, ao que pudemos observar até agora, se pode revelar como único, a carapuça saloia.

Até ao final do século XX os seus habitantes viviam da agricultura e do comércio de produtos agrícolas em mercados e na cidade de Lisboa. Com produtos agrícolas de excelência esta zona desenvolveu também uma gastronomia bastante variada e rica. 22


Assinale a resposta correta

1– Em que ano foi fundado Convento de Nossa Senhora dos Mártires? A

1969

B

1607

C

1283

2– Em que século a Igreja do Santo Antão do Tojal estava em ruínas?

A

XVI

B

XV

C

XX

A

Barroco

B

Gótico

C

Manuelino

A

1728

B

1509

C

1861

3-Qual é o estilo do Cruzeiro de Loures?

4- Em que ano foi construído o Aqueduto por Canevari?

23


PASSATEMPO Sopa de Letras C D F E R N A N D O R K A V L O R

S

J O A O P A E

N A U S F O R T

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I W Q H E G U A

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E H O M E A A R D M R U D A

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T M B A A D U N K A

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1--Convento

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S M E N O R E

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A D O T O

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2-Frades Menores 3-Igreja do Tojal 4-Cruzeiro de Loures 5-Patrimรณnio

I

K C A G O V V R Z

J K B O L A S

G R E

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L

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S O S

6-Igreja Matriz 7-Manuelino 8-D.Fernando 9-Aqueduto 10-Rio Trancรฃo 24

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O património é a nossa memória - 9ºB  

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