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FAINOR - FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE CURSO DE FISIOTERAPIA

CAROLINA BRITO NOVAIS

FEITO DE DUAS TÉCNICAS DE ALONGAMENTO NO GANHO DE FLEXIBILIDADE DE CADEIA POSTERIOR EM MULHERES SEDENTÁRIAS

VITÓRIA DA CONQUISTA - BA DEZEMBRO DE 2017


CAROLINA BRITO NOVAIS

EFEITO DE DUAS TÉCNICAS DE ALONGAMENTO NO GANHO DE FLEXIBILIDADE DE CADEIA POSTERIOR EM MULHERES SEDENTÁRIAS

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR, para a obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia. Orientador: Prof. MSc. Kleyton Trindade Santos

VITÓRIA DA CONQUISTA - BA DEZEMBRO DE 2017


FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE – FAINOR

FEITO DE DUAS TÉCNICAS DE ALONGAMENTO NO GANHO DE FLEXIBILIDADE DE CADEIA POSTERIOR EM MULHERES SEDENTÁRIAS Carolina Brito Novais

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado em ____/____/____

____________________________________________________ Kleyton Trindade Santo Mestre em Ciências da Saúde Orientador

___________________________________________________ 1ª Examinador (a)

__________________________________________________ 2ª Examinador (a)

Vitória da Conquista – BA DEZEMBRO/2017


LISTA DE TABELAS

TABELA I: Comparação entre as médias de flexibilidade de cadeia posterior. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil,2017....................................................................................................9 TABELA II: Comparação da classificação funcional de acordo com o Banco de Wells, antes e após a intervenção, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil........................................................10


LISTA DE ABREVIATURAS OU SIGLAS ADM – Amplitude de Movimento AE – Alongamento Estático CEP – Comitê de Ética e Pesquisa FAINOR – Faculdade Independente do Nordeste GC – Grupo Controle IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística SPSS - Statistical Package for Social Sciences TCLE – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TME – Técnica de Musculo Energia


SUMÁRIO FOLHA DE ROSTO .................................................................................................................. 7 INTRODUÇÃO..........................................................................................................................8 METODOS ................................................................................................................................. 8 RESULTADO ............................................................................................................................ 9 DICUSSÃO .............................................................................................................................. 10 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................... 11 REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 11 APÊNDICE I ............................................................................................................................ 13 APÊNDICE II ........................................................................................................................... 17 ANEXO I .................................................................................................................................. 19 ANEXO II ................................................................................................................................ 20 ANEXO III ............................................................................................................................... 21 ANEXO IV ............................................................................................................................... 26


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EFEITO DE DUAS TÉCNICAS DE ALONGAMENTO NO GANHO FLEXIBILIDADE DE CADEIA POSTERIOR EM MULHERES SEDENTÁRIAS

DE

EFFECT OF TWO STRETCHING TECHNIQUES ON THE BACK CHAIN FLEXIBILITY GAIN IN SEDENTARY WOMEN Carolina Brito Novais¹; Kleyton Trindade Santos² ¹ Discente do curso de Fisioterapia, Faculdade Independente do Nordeste, Vitória da Conquista, Bahia – Brasil ² Fisioterapeuta, Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual da Bahia (UESB), Especialista em Fisioterapia Esportiva (SONAFE/COFFITO), Especialista em Osteopatia e Fisioterapia Manipulativa (EBRAFIM), Professor da Faculdade Independente do Nordeste, Vitória da Conquista, Bahia – Brasil Endereço para correspondência: Carolina Brito Novais, Telefone: (77) 9 8114-3213 Email: carolnovais21@gmail.com Kleyton Trindade Santos, Telefone: (73) 9 8813-9695 Email: kleyton_santos@hotmail.com

RESUMO Introdução: A perda da flexibilidade da cadeia posterior resulta em diversas disfunções biomecânicas, o alongamento apresenta-se como recurso para restauração desse déficit. Objetivo: Verificar o efeito e comparar a eficácia do alongamento estático e da técnica de energia muscular para ganho de flexibilidade de cadeia posterior. Métodos: Estudo de intervenção com grupo controle, que avaliou 27 mulheres, que apresentavam encurtamento de cadeia posterior, divididas em 3 grupos: alongamento estático, técnica de energia muscular e grupo controle. Ao final do período de intervenção as mulheres foram reavaliadas através do banco de wells. A comparação das médias, antes e após a realização das técnicas foi avaliada através do Teste T de student. Já para verificação da classificação das mulheres de acordo com o banco de wells, foi utilizado o teste de Wilcoxon. Resultados: Houve aumento significativo em relação as médias após o alongamento estático (aumento de 35%, p=0,001) e da técnica de energia muscular (aumento de 72%, p= 0,001), enquanto que o grupo controle manteve inalterado. Também foi verificado que após a intervenção, as mulheres tiveram melhores classificações de acordo com o banco de wells. Conclusão: Ambas as técnicas foram positivas, entretanto a técnica de energia muscular mostrou mais eficaz. Palavras-chave: Alongamento Muscular; Fisioterapia; Músculos Isquiotibiais

ABSTRACT Introduction: the loss of flexibility of the posterior chain results in several biomechanical dysfunctions, the use of stretching presents itself as a resource to restore this deficit. Objective: verify the effect and compare the effectiveness of static stretching and muscle energy technique for gain of posterior chain flexibility. Methods: intervention study with a control group, which evaluated 27 sedentary women, who presented posterior chain


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shortening, divided into 3 groups: static stretching, muscular energy technique, and the control group. At the end of the intervention period women were revaluated through the Wells Database. The comparison of means, before and after the performance of the techniques was evaluated through Student's T-Test. The Wilcoxon test was used to verify the classification of women according to the Wells Database. Results: There was a significant increase in the means after static stretching (35% increase, p = 0.001) and muscle energy technique (72% increase, p = 0.001), while the control group remained unchanged. It was also verified that after the intervention, the women had better ratings according to the wells bank. Conclusion: Both techniques were positive in obtaining hamstring flexibility. However, the muscle energy technique was more effective when compared to static stretching. Keywords: Muscle Stretching; Physiotherapy; Muscles, Hamstrings

INTRODUÇÃO A flexibilidade refere-se à extensibilidade dos tecidos moles das articulações e tem uma importância direta para que a mesma possa realizar sua máxima amplitude de movimento (ADM), sendo que a falta ou diminuição dessa flexibilidade poderá ter relação com o encurtamento de músculo isolado ou cadeias musculares, como é o caso da cadeia posterior que ao encurta-se gera diversas consequências na biomecânica do indivíduo podendo resultar em lesões. [1,2,3] Para a obtenção, recuperação e manutenção de flexibilidade a fisioterapia juntamente com a terapia manual, traz um leque de técnicas que cada vez mais vem crescendo e se aprimorando. O alongamento muscular é um dos recursos mais utilizados na prática clínica pois consiste em técnicas empregadas para aumentar a extensibilidade musculotendínea e do tecido conjuntivo periarticular, promovendo assim um ganho de flexibilidade. [1,4,5] Dentre as diversas formas de alongamento, podemos destacar o alongamento estático (AE) e a técnica de Músculo Energia (TME), sendo que o primeiro consiste em sustentar o músculo na posição de alongamento máximo por 1’ tendo como principal característica gerar deformações nas fibras de colágeno e de elastina na musculatura, para que assim se possa melhorar a condição de flexibilidade, enquanto o segundo parte de princípios como relaxamento pós-isométrico e a inibição recíproca após contrações isométricas e isotônicas.[6,7] Desta forma a utilização das técnicas de alongamento mostra-se como estratégia importante, podendo ser utilizada na prática clínica e nos pesquisa científicas, visto que na literatura estudada percebesse a escassez sobre o tema abordado. Diante do exposto esse estudo objetivo verificar o efeito e comparar a eficácia do AE e da TME para ganho de flexibilidades de cadeia posterior. METODOLOGIA Estudo analítico e descritivo, randomizado com grupo controle, que ocorreu com acadêmicas de uma Faculdade, no Município de Vitória da Conquista, Bahia. A cidade de Vitória da Conquista, está localizada no sudoeste da Bahia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sua população é de 346.069 habitantes, colocando assim ela como a terceira maior cidade do estado da Bahia. Está localizada a 509km da capital, Salvador. [8] A pesquisa foi conduzida entre setembro e outubro de 2017, e contou com a aprovação


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do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR), através do número de CAAE: 70470617.9.0000.5578, e parecer de aprovação de número: 2.234.721. Inicialmente foi realizado um rastreamento voluntário da flexibilidade de cadeia posterior entre as acadêmicas do curso de fisioterapia, utilizando como instrumento o banco de Wells, e seguindo sua padronização e classificação quanto ao nível funcional de flexibilidade. [9] Destaca-se que para a presente pesquisa foi adotado como critério de exclusão indivíduo que apresentassem lesão ou patologia diagnosticada e estivesse realizando qualquer tipo de atividade física. Após essa primeira etapa, 42 mulheres apresentaram encurtamento, porém 15 não quiseram e/ou não tiveram disponibilidade de participar do estudo, restando 27 pessoas, que foram as que constituíram a amostra final. Após assinarem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e responderem o questionário sociodemográfico, as alunas foram dividias em 3 grupos com 9 pessoas cada através de um sorteio, sendo eles: Grupo A foi realizado o AE, onde o alongamento se manteve sustentado por 1’ sendo realizando 3 repetições em cada membro. Grupo B onde foi aplicada a TME com duração de 1’ sendo, 15’’ de contração muscular e 5’’ de relaxamento durante 3 repetições em cada membro. Grupo C o grupo Controle (GC) onde não foram aplicadas nenhuma das técnicas. As aplicações das técnicas foram realizadas durante 1 mês, 2 vezes por semana. Ao final da intervenção realizou-se uma nova avaliação da flexibilidade desses indivíduos, através do banco de Wells, para mensurar se houve ou não aumento na flexibilidade de cadeia na população estudada. A apreciação estatística desta pesquisa foi realizada pelo pacote estatístico SPSS (Statistical Package for Social Sciences) versão 22.0. Foram calculadas as frequências relativas e absolutas de todas as variáveis de interesse. A comparação as médias da flexibilidade de cadeia posterior, antes e após a realização das técnicas foi avaliada através do Teste T de student. Já para verificação da classificação das mulheres de acordo com o enquadramento funcional do banco de wells, antes e após a realização das técnicas, foi utilizado o teste de Wilcoxon. O nível de significância adotado em todas as análises foi de 5% (α= 0,05). RESULTADOS A idade das participantes variou de 18 a 35 anos, com idade média de 23,4 anos. Através dos resultados encontrados foi possível verificar através da Tabela 1 que os grupos que realizaram a TME ou o AE, tiveram aumento nas suas médias, demonstrando que esses tipos de alongamento interferem e estão associados ao ganho de flexibilidade de cadeia posterior. É possível observar também que a TME foi o que obteve melhor ganho nos indivíduos, podendo ser considerado o melhor tipo de alongamento no presente estudo. Tabela I. Comparação entre as médias de flexibilidade de cadeia posterior. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil,2017. Diferença entre % em Grupos Mi¹ ± DP² Md³ ± DP² as médias ganho p* TME 17,1 ± 9,30 29,44 ± 9,46 12,33 72 0,001 AE 25,77 ± 6,55 34,77 ± 4,96 9 35 0,001 GC 19,88 ± 5,75 18,88 ± 6,60 -1 -5 0,114 * Teste t-Student; ¹ Média antes do procedimento; ² Média depois do procedimento; ³Desvio-Padrão; Fonte: dados da pesquisa.


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Ao proceder com as comparações entre a classificação funcional da flexibilidade de acordo com o Banco de Wells, notou-se que através da utilização da TME e do AE houve mudança prevalências e associação positiva, dos indivíduos que eram considerados encurtados (abaixo da média e ruim), ficando ambos os grupos com predominância de indivíduos não encurtados. O grupo controle continuou inalterado (Tabela 2). Tabela II. Comparação da classificação funcional de acordo com o Banco de Wells, antes e após a intervenção, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Técnica de Antes n % Depois n % p* alongamento Ruim 8 88,9 Ruim 3 33,3 Abaixo da Média 1 11,1 Abaixo da Média 1 11,1 0,024 TME 4 44,4 − − − Média 1 11,1 − − − Excelente

AE

Ruim Abaixo da média −

3 6 −

33,3 Abaixo da Média 66,7 Média − Acima da Média

2 22,2 3 33,3 4 44,4

0,006

Controle

Ruim Abaixo da Média

7 2

77,8 Ruim 22,2 Abaixo da Média

7 77,8 2 22,2

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* Teste Wilcoxon

DISCUSSÃO Compreender a utilização das técnicas e ter a comprovação através de evidências científicas da sua aplicabilidade é de extrema importância para o profissional da área de saúde, por servir de base para uma melhor abordagem funcional frente ao seu cliente/paciente. Através da presente pesquisa é possível verificar que tanto o AE, quanto a TME melhoraram a flexibilidade de Isquiotibiais, uma vez que entre os grupos que realizaram uma ou outra técnica, os valores da média do banco de Wells foram significativamente maiores após a intervenção, enquanto que no GC se manteve sem mudanças nos valores. Esses resultados corroboram com diversas literaturas que afirmam o ganho agudo de flexibilidade em cadeia posterior, após a aplicação contínua de alongamento. Andrade et al. (2014) demonstrou-se que o AE foi capaz de aumentar de forma significativa a amplitude de movimento (ADM) da cadeia posterior de forma imediata, enquanto que Costa et al (2009) apresentaram em seu estudo que a aplicação da TME foi eficaz na obtenção de flexibilidade dos isquiotibiais, com ganho médio, em graus, de 18,150 (± 8,647) em Membro Inferior Esquerdo (MIE) e de 20,000 (± 10,005) em Membro Inferior Direito (MID). [10,11] Para Souza (2015) Exercícios de alongamento utilizados de forma aguda ou crônica são eficazes para alterar propriedades musculares uma vez que, gera um aumento da temperatura muscular, que por consequência aumenta a vasodilatação, promovendo uma redução da rigidez muscular proporcionando aumento e manutenção da amplitude articular, pois alteram as características visco-elásticas da musculatura, gerando assim uma maior flexibilidade de uma articulação. [12]


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Também foi observado na presente pesquisa que embora ambos alongamentos melhorassem o ganho de flexibilidade posterior, a TME apresentou melhores benefícios se comparado ao AE, aumentando 72% em média de flexibilidade, enquanto o AE aumentou 35%. Esses resultados assemelham-se ao achado de Morcelli (2013) que evidenciaram que a TME é mais eficaz do que o alongamento estático no ganho de flexibilidade e justifica o maior ganho de flexibilidade através da TME com base em propriedades neurofisiológicas que promovem a inibição recíproca. Ou seja, enquanto um grupo muscular é ativado, o seu antagonista é inibido possibilitando melhor capacidade de alongamento muscular. [13] Ao proceder com a verificação de mudanças na flexibilidade e o enquadramento na classificação funcional conforme classificação do Banco de Wells, após a realização das técnicas, observou-se que tanto com a realização do AE, quanto a TME, fez com que as mulheres mudassem para classificações melhores, de maneira significativa (p=0,006 e p=0,024, respectivamente). Uma hipótese para que o aumento da flexibilidade após as técnicas de alongamento venha a proporcionar os maiores valores de acordo com a classificação do banco de Wells, seria recorrente de um aumento na viscoelasticidade dos músculos utilizados, proporcionando assim um aumento na amplitude articular, consequentemente um score final maior no teste. [14]

O estudo apresentou como principal limitação à amostra reduzida, devido a adesão das acadêmicas a pesquisa. Entretanto, através da seleção do tipo de estudo de intervenção com grupo controle, e seu delineamento de seleção aleatória, acrescentado a força estatística apresentada, é possível que seus resultados sejam expandidos e sirvam de base tanto para atuação prática, quanto para base de pesquisas futuras. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base nos resultados apresentados pelo presente estudo é possível concluir que ambas as técnicas foram positivas na obtenção de flexibilidade nos isquiotibiais, entretanto a TME se mostrou mais eficaz se comparada com o AE. Dito isso, os resultados encontrados tornam-se subsídio para a realização de novos estudos que analisem a diferença entre os tipos de alongamento, aspectos fisiológicos da população estudada, bem como a permanência dos efeitos após aplicação da técnica.

REFERÊNCIAS 1. Agostinho A, cordeiro A, Leiria D, Brandão D, Tiago J, Pedro L. Vacuoterapia: influência no aumento da flexibilidade muscular dos isquiotibiais. Saúde & Tecnologia 2016; 16, 38-43. 2. Cardoso FA, Ferreira APB, Santana DVAG. Análise da eficácia da mobilização neural na flexibilidade dos músculos isquiostibiais. Revista de Trabalhos Acadêmicos Universo Recife 2014; 1(1):13. 3. Oliveira LP, Silva GRA. A interferência do levantamento STIFF na flexibilidade dos músculos da cadeia posterior de coxa. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício 2017; 11(65): 173-179.


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4. Gomes AVM, Lopes DC, Veloso EMC, Costa RCTS. A influência do método de reeducação postural global sobre a flexibilidade dos músculos da cadeia posterior. Fisioterapia Brasil 2014; 15(3): 200-206. 5. Moraes MA, Spinoso DH, Navega MT. Efetividade da realização de alongamento dos músculos isquiotibiais aplicado por meio de orientação fisioterapêutica. ConScientiae Saúde 2015; 14(2): 298-305. 6. Júnior AA. Métodos da flexibilidade. In: ACHOUR JÚNIOR, A. Mobilização e alongamento na função musculoarticular. 1ª ed. Barueri: Manole, 2017. P. 99-114 7. Paupério A, Campelo N. Efeito imediato da técnica músculo energia do esternocleidomastóideo com ponto gatilho latente na sensibilidade dolorosa à pressão e nas amplitudes cervicais. [Dissertação de Mestrado]. Porto (Portugal). Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto, 2013. 8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2016. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/. [Acesso dia 15 outubro, 2017] 9. Silva GX, Brandão DC. Analysis of level of flexibility of practitioners of resistive training center of the city of physical activity Crato, CE. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires 2013; 18(181) 10. Andrade AR, Grano BK, Sena IB, Corrêa PC, Carvalho AR, Bertolini GRF. Comparação do ganho imediato da extensibilidade dos músculos isquiotibiais após a aplicação do alongamento estático ativo e excêntrico ativo: ensaio clínico cruzado. Neurobiologia, 2014; 77, 1-2. 11. Costa MAM, Ferreira JIA, Almeida A, Mendonça R, Fortes R, Escobar R. Análise comparativa da eficácia do alongamento manual entre a técnica de energia muscular e o alongamento estático. Fisioterapia Brasil. 2009; 10(5): 328-332 12. SOUZA RM, Kirchner B, Rodacki ALF. Efeito agudo do alongamento na marcha de idosas em terreno inclinado. Fisioterapia em Movimento 2017; 28(2): 383- 94. 13. Morcelli, MH, Oliveira JMCA, Navega MT. Comparison of static, ballistic and contractrelax stretching in hamstring muscle. Fisioterapia e Pesquisa 2013; 20(3): 244-249. 14. Bezerra ES, Martins SL, Leite TB, Paladino KDVP, Rossato M, Simão R. Influence of the modified Sit-and-Reach Test in flexibility of different age groups. Motricidade 2015; 11(3): 3-10.


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APÊNDICE I


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Apêndice II Questionário Sociodemografico

Nome: ___________________________________CPF:__________________ Curso: ____________________ Registro Acadêmico: __________________ Turno: ( ) Matutino; ( ) Vespertino; ( ) Noturno

Semestre:_____________

Endereço: ______________________________________________________ Telefone: ____________________ E-mail: ___________________________ Sexo: ( ) Feminino; ( ) Masculino

Idade:__________

1- Onde você nasceu? ( ) Vitoria da Conquista - BA ( ) Cidade do Interior da Bahia, qual?_______________________ ( ) Na capital ( ) Cidade de outro Estado / Pais, qual? _____________________

2- Em que cidade você reside atualmente? ( ) Vitoria da Conquista - BA ( ) Cidade do Interior da Bahia, qual?_____________________ ( ) Zona Rural

3- Qual o tipo de moradia atual? ( ) Casa ( ) Apartamento ( ) Republica

4- Você reside próximo a Faculdade? ( ) Sim ( ) Não


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5- Qual o tipo de transporte você utiliza para chegar na Faculdade? ( ) Carro ( ) Bicicleta ( ) Transporte Coletivo ( ) Nenhum

6- Você possui algum vínculo empregatício? ( ) Não ( ) Sim. Qual? _______________________

7- Como você passa a maior parte do dia? ( ) Em pé ( ) Sentado (a)

8- Você pratica algum tipo de exercício físico? ( ) Não ( ) Sim. Qual? __________________________

9- Você possui alguma lesão musculoarticula ( ) Não ( ) Sim. Qual? _________________________

10- Você possui alguma patologia? ( ) Não ( ) Sim. Qual? _________________________

11- Você possui alguma deficiência? ( ) Não ( ) Sim. Qual? ( ) Deficiência Física; ( ) Deficiência Visual; ( ) Deficiência Auditiva; ( ) Deficiência Mental; ( )Outro, especificar________________


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ANEXO I


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ANEXO II


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ANEXO III Normas de Publicação - Fisioterapia Brasil Revista Indexada na LILACS - Literatura Latinoamericana e do Caribe em Ciências da Saúde, CINAHL, LATINDEX Abreviação para citação: Fisioter Bras A revista Fisioterapia Brasil é uma publicação com periodicidade bimestral e está aberta para a publicação e divulgação de artigos científicos das várias áreas relacionadas à Fisioterapia. Os artigos publicados em Fisioterapia Brasil poderão também ser publicados na versão eletrônica da revista (Internet) assim como em outros meios eletrônicos (CD-ROM) ou outros que surjam no futuro. Ao autorizar a publicação de seus artigos na revista, os autores concordam com estas condições. A revista Fisioterapia Brasil assume o “estilo Vancouver” preconizado pelo Comitê Internacional de Diretores de Revistas Médicas, com as especificações que são detalhadas a seguir. Ver o texto completo em inglês das Recommendations for the Conduct, Reporting, Editing, and Publication of Scholarly Work in Medical Journals no site do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), www.icmje.org, na versão atualizada de dezembro de 2013. Submissões devem ser enviadas por e-mail para o editor executivo (artigos@atlanticaeditora.com.br). A publicação dos artigos é uma decisão dos editores. Todas as contribuições que suscitarem interesse editorial serão submetidas à revisão por pares anônimos. Segundo o Conselho Nacional de Saúde, resolução 196/96, para estudos em seres humanos, é obrigatório o envio da carta de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, independente do desenho de estudo adotado (observacionais, experimentais ou relatos de caso). Deve-se incluir o número do Parecer da aprovação da mesma pela Comissão de Ética em Pesquisa do Hospital ou Universidade, a qual seja devidamente registrada no Conselho Nacional de Saúde. 1. Editorial O Editorial que abre cada número da Fisioterapia Brasil comenta acontecimentos recentes, inovações tecnológicas, ou destaca artigos importantes publicados na própria revista. É realizada a pedido dos Editores, que podem publicar uma ou várias Opiniões de especialistas sobre temas de atualidade. 2. Artigos originais São trabalhos resultantes de pesquisa científica apresentando dados originais com relação a aspectos experimentais ou observacionais, em estudos com animais ou humanos. Formato: O texto dos Artigos originais é dividido em Resumo (inglês e português), Introdução, Material e métodos, Resultados, Discussão, Conclusão,


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Agradecimentos (optativo) e Referências. Texto: A totalidade do texto, incluindo as referências e as legendas das figuras, não deve ultrapassar 30.000 caracteres (espaços incluídos), e não deve ser superior a 12 páginas A4, em espaço simples, fonte Times New Roman tamanho 12, com todas as formatações de texto, tais como negrito, itálico, sobre escrito, etc. Tabelas: Recomenda-se usar no máximo seis tabelas, no formato Excel ou Word. Figuras: Máximo de 8 figuras, em formato .tif ou .gif, com resolução de 300 dpi. Literatura citada: Máximo de 50 referências. 3. Revisão São trabalhos que expõem criticamente o estado atual do conhecimento em alguma das áreas relacionadas à Fisioterapia. Revisões consistem necessariamente em análise, síntese, e avaliação de artigos originais já publicados em revistas científicas. Será dada preferência a revisões sistemáticas e, quando realizadas, deve-se justificar o motivo pela escolha da metodologia empregada. Formato: Embora tenham cunho histórico, Revisões não expõem necessariamente toda a história do seu tema, exceto quando a própria história da área for o objeto do artigo. O artigo deve conter resumo, introdução, metodologia, resultados (que podem ser subdivididos em tópicos), discussão, conclusão e referências. Texto: A totalidade do texto, incluindo a literatura citada e as legendas das figuras, não deve ultrapassar 30.000 caracteres, incluindo espaços. Figuras e Tabelas: mesmas limitações dos Artigos originais. Literatura citada: Máximo de 50 referências. 4. Relato de caso São artigos que apresentam dados descritivos de um ou mais casos clínicos ou terapêuticos com características semelhantes. Só serão aceitos relatos de casos não usuais, ou seja, doenças raras ou evoluções não esperadas. Formato: O texto deve ser subdividido em Introdução, Apresentação do caso, Discussão, Conclusões e Referências. Texto: A totalidade do texto, incluindo a literatura citada e as legendas das figuras, não deve ultrapassar 10.000 caracteres, incluindo espaços. Figuras e Tabelas: máximo de duas tabelas e duas figuras. Literatura citada: Máximo de 20 referências. 5. Opinião


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Esta seção publica artigos curtos, que expressam a opinião pessoal dos autores: avanços recentes, política de saúde, novas ideias científicas e hipóteses, críticas à interpretação de estudos originais e propostas de interpretações alternativas, por exemplo. A publicação está condicionada a avaliação dos editores quanto à pertinência do tema abordado. Formato: O texto de artigos de Opinião tem formato livre, e não traz um resumo destacado. Texto: Não deve ultrapassar 5.000 caracteres, incluindo espaços. Figuras e Tabelas: Máximo de uma tabela ou figura. Literatura citada: Máximo de 20 referências. 6. Cartas Esta seção publica correspondência recebida, necessariamente relacionada aos artigos publicados na Fisioterapia Brasil ou à linha editorial da revista. Demais contribuições devem ser endereçadas à seção Opinião. Os autores de artigos eventualmente citados em Cartas serão informados e terão direito de resposta, que será publicada simultaneamente. Cartas devem ser breves e, se forem publicadas, poderão ser editadas para atender a limites de espaço. A publicação está condicionada a avaliação dos editores quanto à pertinência do tema abordado.

Preparação do original Os artigos enviados deverão estar digitados em processador de texto (Word), em página A4, formatados da seguinte maneira: fonte Times New Roman tamanho 12, com todas as formatações de texto, tais como negrito, itálico, sobrescrito, etc. Tabelas devem ser numeradas com algarismos romanos, e Figuras com algarismos arábicos. Legendas para Tabelas e Figuras devem constar à parte, isoladas das ilustrações e do corpo do texto. As imagens devem estar em preto e branco ou tons de cinza, e com resolução de qualidade gráfica (300 dpi). Fotos e desenhos devem estar digitalizados e nos formatos .tif ou .gif. Imagens coloridas serão aceitas excepcionalmente, quando forem indispensáveis à compreensão dos resultados (histologia, neuroimagem, etc). Página de apresentação A primeira página do artigo traz as seguintes informações: - Título do trabalho em português e inglês; - Nome completo dos autores e titulação principal; - Local de trabalho dos autores; Autor correspondente, com o respectivo endereço, telefone e E-mail; Resumo e palavraschave A segunda página de todas as contribuições, exceto Opiniões, deverá conter resumos do trabalho em português e em inglês e cada versão não pode ultrapassar 200 palavras. Deve conter introdução, objetivo, metodologia, resultados e conclusão. Abaixo do resumo, os autores deverão indicar 3 a 5 palavras-chave em português e em inglês para indexação do artigo. Recomenda-se empregar termos utilizados na lista dos DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) da Biblioteca Virtual da


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Saúde, que se encontra em http://decs.bvs.br. Agradecimentos Agradecimentos a colaboradores, agências de fomento e técnicos devem ser inseridos no final do artigo, antes das Referências, em uma seção à parte. Referências As referências bibliográficas devem seguir o estilo Vancouver. As referências bibliográficas devem ser numeradas com algarismos arábicos, mencionadas no texto pelo número entre colchetes [ ], e relacionadas nas Referências na ordem em que aparecem no texto, seguindo as normas do ICMJE. Os títulos das revistas são abreviados de acordo com a List of Journals Indexed in Index Medicus ou com a lista das revistas nacionais e latinoamericanas, disponível no site da Biblioteca Virtual de Saúde (www.bireme.br). Devem ser citados todos os autores até 6 autores. Quando mais de 6, colocar a abreviação latina et al. Exemplos: 1. Phillips SJ, Hypertension and Stroke. In: Laragh JH, editor. Hypertension: pathophysiology, diagnosis and management. 2nd ed. New-York: Raven Press; 1995.p.465-78. Yamamoto M, Sawaya R, Mohanam S. Expression and localization of urokinasetype plasminogen activator receptor in human gliomas. Cancer Res 1994;54:501620. Envio dos trabalhos A avaliação dos trabalhos, incluindo o envio de cartas de aceite, de listas de correções, de exemplares justificativos aos autores e de uma versão pdf do artigo publicado, exige o pagamento de uma taxa de R$ 250,00 para a submissão do artigo, e R$ 250,00, para a publicação do artigo, a ser depositada na conta da Atlântica Multimídia Comunicações Ltda., Caixa Econômica Federal: Agência :0249 , C/C: 2667-0 , OPERAÇÃO – 003 ,titular: Atlântica Multimídia Comunicações Ltda. Os assinantes da revista são dispensados do pagamento, somente da taxa de publicação (Informar por e-mail com o envio do artigo). Todas as contribuições devem ser enviadas por e-mail para o editor executivo, Jean-Louis Peytavin, através do e-mail artigos@atlanticaeditora.com.br , com cópia para: rose@atlanticaeditora.com.br . O corpo do e-mail deve ser uma carta do autor correspondente à Editora, e deve conter: - Resumo de não mais que duas frases do conteúdo da contribuição; - Uma frase garantindo que o conteúdo é original e não foi publicado em outros meios além de anais de congresso; - Uma frase em que o autor correspondente assume a responsabilidade pelo conteúdo do artigo e garante que todos os outros autores estão cientes e de acordo com o envio do trabalho; - Uma frase garantindo, quando aplicável, que todos os procedimentos e experimentos com humanos ou outros animais estão de acordo com as normas vigentes na Instituição e/ou Comitê de Ética responsável; - Telefones de contato do autor correspondente.


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- A área de conhecimento: ( ) Cardiovascular / pulmonar ( ) Saúde funcional do idoso ( ) Diagnóstico cinético-funcional ( ) Terapia manual ( ) Eletrotermofototerapia ( ) Orteses, próteses e equipamento ( ) Músculo-esquelético ( ) Neuromuscular ( ) Saúde funcional do trabalhador ( ) Controle da dor ( ) Pesquisa experimental /básica ( ) Saúde funcional da criança ( ) Metodologia da pesquisa ( ) Saúde funcional do homem ( ) Prática política, legislativa e educacional ( ) Saúde funcional da mulher ( ) Saúde pública ( ) Outros Observação: o artigo que não estiver de acordo com as normas de publicação da Revista Fisioterapia Brasil será devolvido ao autor correspondente para sua adequada formatação. Atlantica Editora www.atlanticaeditora.com.br artigos@atlanticaeditora.com.br


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ANEXO IV

Atlantica Editora Rua Dr. Braulio Gomes, 25/909 Centro 01047-020 São Paulo SP www.portalatlanticaeditora.com .br tel: (11) 3361 5595

Carolina Brito Novais 23 de novembro de 2017

Prezada Carolina, Recebemos seu artigo: Efeito de duas técnicas de alongamento no ganho de flexibilidade de cadeia posterior em mulheres sedentárias Autores: Carolina Brito Novais, Kleyton Trindade Santos

que será publicado em uma próxima edição de Fisioterapia Brasil. Atenciosamente,

Jean-Louis Peytavin, editor

Novais,CarolinaBrito Novais  

Monografia FAINOR

Novais,CarolinaBrito Novais  

Monografia FAINOR

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