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FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE – FAINOR CURSO DE FISIOTERAPIA

GABRIELA FERNANDES LEMOS

FATORES ASSOCIADOS A QUEDAS EM IDOSOS DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

VITÓRIA DA CONQUISTA - BA NOVEMBRO/ 2017


GABRIELA FERNANDES LEMOS

FATORES ASSOCIADOS A QUEDAS EM IDOSOS DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

Artigo científico apresentado à Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR, para a obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia. Professor orientadora: Profª MSc. Karla Cavalcante Silva de Morais.

VITÓRIA DA CONQUISTA - BA 2017


L557f

Lemos, Gabriela Fernandes . Fatores Associados a quedas em idosos de uma unidade básica de saúde./.Gabriela Fernandes Lemos._ _Vitória da Conquista – Bahia, 2017. 49f. Monografia (Graduação em Fisioterapia) Faculdade Independente do Nordeste FAINOR Orientador (a): Prof.ª. Karla Cavalcante de Morais 1. Acidentes por quedas. 2. Idosos. 3. Prevenção. 4. Unidade de saúde. I. Título. CDD 615


Dedico o meu trabalho ao meu avó Salviano José Fernandes (in memorian) que digninamente me ensinou a importância para o caminho da honestidade, persistência, e me inspirou com seu exemplo de luta.


AGRADECIMENTOS

A Deus por me dar saúde e muita força para superar todas as dificuldades. A esta faculdade e todo seu corpo docente, além da direção e administração que me proporcionaram as condições necessárias para que eu alcançasse meus objetivos. Ao projeto “Quedas e Fatores associados em Idosos” pela oportunidade de fazer parte da pesquisa e me proporcionar uma experiência única no campo científico da saúde pública. A minha orientadora Karla Cavalcante, o meu reconhecimento pela oportunidade de realizar esse trabalho ao lado de alguém que transpira sabedoria. A minha família, Gilson R. Lemos, Eunice A. Fernandes, Ana Isabel Fernandes e Cássia Fernandes, por todo o amor que me deram, além da educação, ensinamentos e apoio nos momentos mais difíceis. E enfim, a todos que contribuíram para a realização deste trabalho, seja de forma direta ou indireta, em especial aos amigos: Oziel Aguiar e Adma Viana, os precursores de tudo que exemplificam a ética e competência profissionais, a dedicação e o aprimoramento contínuos pelo incentivo e oportunidade do convívio, deixo registrado aqui, o meu muito obrigado.


“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso!

Não

se

apavore,

nem

se

desanime, pois o Senhor seu Deus estará com você por onde você andar”. (Josué 1:9)


RESUMO Quedas definem-se como contato em superfície de apoio resultante mudança em nível inferior à sua posição inicial. O estudo teve por objetivo geral: identificar os fatores de risco associados a quedas em idosos de uma Unidade Básica de Saúde. Utilizou-se metodologia analítica, exploratória e quantitativa com 50 idosos que obtiveram estado cognitivo preservado que apresentaram risco de quedas. Foi aplicado questionários sociodemográficos: Mini Exame do Estado Mental, Índice de Barthel, Índice de Lawton, Avaliação Antropométrica, Time up and Go, Escalas de Depressão e Risco de Quedas. Destacou-se o fator quedas nessa população de idosos no valor (p-valor) de < (0,001), onde as causas mais relevantes foram: as associadas a quedas anteriores p-valor (0,004), uso de medicações p-valor de (0,013) e déficit sensório com p-valor de (0,016). Estes resultados contribuem estrategicamente para educação em saúde com foco em atividades preventivas, educacionais e reabilitação a minimizar surgimento de quedas. Descritores: Acidentes por Quedas; Idosos; Prevenção; Unidade de Saúde.


LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Frequência e análises sociodemográficas dos idosos da amostra. (Vitória da Conquista - Ba, 2017) .....................................................................................................14 Tabela 2 - Comparação de médias da Escala de Barthel em relação ao risco de quedas a idosos. (Vitória da Conquista - Ba, 2017)....................................................................15 Tabela 3 - Comparação de médias da Escala de Lawton quanto ao risco de quedas em idosos. (Vitória da Conquista - Ba, 2017) ......................................................................16 Tabela 4 - Comparação de médias do questionário de Risco de Quedas (Falls of Risk) (Vitória da Conquista - Ba, 2017)...................................................................................17 Tabela 5 - Comparação de médias quanto a chance de risco de quedas segundo ao sociodemográfico, MEEM, GDS, TUG e IMC dos idosos. (Vitória da Conquista - Ba, 2017) ...............................................................................................................................18 .


LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

AVE

Acidente Vascular Encefálico

BA

Bahia

CAAE

Certificado de Apresentação para Apreciação Ética

CEP

Comitê de Ética de Pesquisa

DF

Distrito Federal

EBMSP

Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

ENSP

Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca

FAINOR

Faculdade Independente do Nordeste

FTC

Faculdade de Tecnologia e Ciências

GDS

Escala de Depressão Geriátrica

IMC

Índice de Massa Corporal

MEEN

Mini Exame do Estado Mental

TCLE

Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

TUG

Escala de Mobilidade e Flexibilidade

UESB

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

UFRN

Universidade Federal do Rio Grande do Norte


SUMÁRIO

FOLHA DE ROSTO ............................................................................................................... 11 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 12 2 METODOLOGIA ............................................................................................................... 13 3 RESULTADOS .................................................................................................................... 14 4 DISCUSSÃO ....................................................................................................................... 19 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................. 24 REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 25 APÊNDICES ........................................................................................................................... 29 ANEXOS ................................................................................................................................. 35


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FATORES ASSOCIADOS A QUEDAS EM IDOSOS DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE Gabriela Fernandes Lemos¹, Juliana Barros Ferreira2, Kleyton Trindade Santos3, Luciana Araújo dos Reis4, Karla Cavalcante Silva de Morais5 ¹ Discente de Fisioterapia da Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR. E-mail: gabrielaflemos@gmail.com. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. 2

Fisioterapeuta. Mestranda em Tecnologias em Saúde pela EBMSP/BA. Docente da

Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR e Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC Campus Vitória da Conquista- BA. E-mail: julibarros78@hotmail.com. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. 3

Fisioterapeuta. Mestre em Ciências da Saúde pela UESB. Docente da Faculdade

Independente do Nordeste – FAINOR. E-mail: kleyton_santos@hotmail.com. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. 4

Fisioterapeuta. Doutora em Ciências da Saúde pela UFRN. Docente da Universidade

Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB e da Faculdade Independente do Nordeste FAINOR. E-mail: lucianareisfainor@gmail.com. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. 5

Fisioterapeuta. Mestre em Saúde Pública pela ENSP/FIOCRUZ . Docente da

Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR e Maurício de Nassau Campus Vitória da Conquista-BA. E-mail: karlinhakau@hotmail.com. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Gabriela Fernandes Lemos. Avenida Recife 861, Brasil - Vitória da Conquista-BA; CEP: 45051-040. gabrielaflemos@gmail.com. Tel: (77) 98824-2968. Resumo: Quedas definem-se como contato em superfície de apoio resultante mudança em nível inferior à sua posição inicial. O estudo teve por objetivo geral: identificar os fatores de risco associados a quedas em idosos de uma Unidade Básica de Saúde. Utilizou-se metodologia analítica, exploratória e quantitativa com 50 idosos que obtiveram estado cognitivo preservado que apresentaram risco de quedas. Foi aplicado questionários sociodemográficos: Mini Exame do Estado Mental, Índice de Barthel, Índice de Lawton, Avaliação Antropométrica, Time up and Go, Escalas de Depressão e Risco de Quedas. Destacou-se o fator quedas nessa população de idosos no valor (pvalor) de < (0,001), onde as causas mais relevantes foram: as associadas a quedas anteriores p-valor (0,004), uso de medicações p-valor de (0,013) e déficit sensório com p-valor de (0,016). Estes resultados contribuem estrategicamente para educação em


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saúde com foco em atividades preventivas, educacionais e reabilitação a minimizar surgimento de quedas. Descritores: Acidentes por Quedas; Idosos; Prevenção; Unidade de Saúde.

INTRODUÇÃO A ocorrência de quedas é potencializada em relação ao número de casos evidenciados quanto a incidência e prevalência em que são registrados no Brasil. Conforme sua natureza multifatorial, a freqüência e os resultados recorrentes nesta relação

tem-se

uma

das

grandes

síndromes

geriátricas

na

Saúde

Pública

(FALSARELLA, 2012). A morbidade e mortalidade com o avanço da idade acentuam-se gradualmente em meios a outros fatores tais como a restrição da morbilidade, fraturas, depressão, incapacidade funcional, perda da independência, autonomia, institucionalização e o declínio da qualidade de vida. As condições psicológicas, socioeconômicas podem resultar em sobrecarga também no sistema de saúde público e em sua deficiência na atenção básica, a falha eficaz no atendimento pode resultar na perda de autonomia e qualidade de vida dos idosos, afetando também familiares e cuidadores, que devem adapta-se aos cuidados especiais necessários, adaptando a rotina em função da recuperação ou adaptação do idoso pós-queda (GASPAROTTO, 2012; COIMBRA, 2012). Cair é um risco inerente a qualquer pessoa, porém ao avanço da idade, intensidade e o agravamento podem resultar em conseqüências de maior impacto aos que necessitam de maiores cuidados e atenção. Idosos possuem características especiais que carecem de atenção primordial, e o descuido pode ocasionar acidentes em situações as quais não haveriam, ou causariam queda. Tais fatores de risco situam-se também depreendidas as questões fisiológicas do envelhecimento, psicossociais, visão, audição, aparelho vestibular, propriocepção, equilíbrio, fraqueza muscular, tato e outros (PAULA, 2015). Santos (2017), relata sobre isso quanto ao ambiente familiar, social e a fatores fora do cotidiano social regular para a ocorrência de quedas, e que sua importância observa-se na prevenção a fatores como iluminação adequada, piso não-escorregadio, mobília e objetos, disposição dos tapetes, atenção ao banho e o uso de anteparo para assento, piso apropriado, barras de apoio em escadas, degraus, banheiro, corredores e demais locais de circulação.


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Portanto, devido a população mundial estar envelhecendo em intensidade e proporções crescentes, é significativa a realização de estudos nestes parâmetros aqui estudados a identificar os fatores de risco associado a quedas em idosos, avaliando e identificando a prevalência a que estes indivíduos estão expostos, e assim fundamentar meios para a adoção de estudos e ações a prevenção dos riscos e agravos provendo melhor qualidade de vida. Esta pesquisa teve como objetivo geral: Identificar os fatores associados a quedas em idosos de uma Unidade Básica de Saúde. E como objetivos específicos: Verificar o perfil socioeconômico e demográfico dos idosos; Comparar entre os valores médios das características antropométricas, testes motores e demais variáveis segundo o risco de quedas.

METODOLOGIA

Essa pesquisa foi classificada como analítica exploratória e abordagem quantitativa. Gil (2017) considera pesquisa quantitativa, aquela qual expressa as variáveis em dados numéricos, utilizando-se de recursos técnicos estatísticos em sua análise como porcentagem, média, desvio padrão e coeficiente de correlação regressiva. Mais indicada devida sua precisão e confiança para planejamento de ações coletivas, seus resultados são passives a generalização em relação as amostras retratarem fielmente a população evidenciada. Os dados foram coletados em uma Unidade Básica de Saúde, situada no município de Vitória da Conquista na região do Sudoeste da Bahia. A população estudada consistiu em 120 idosos, identificados e cadastrados em uma Unidade Básica de Saúde pesquisada. Entretanto, a amostra representativa do estudo foi composta por 50 idosos selecionados aleatoriamente ao usarem os serviços da Unidade, e que se enquadraram aos critérios de seleção da pesquisa. Como critério de inclusão: Idosos que apresentavam risco a quedas e que apresentaram estado cognitivo preservado testado a partir da aplicação prévia do Mini Exame do Estado Mental (MEEM) (FOLSTEIN; FOLSTEIN; MCHUGH, 1975). Foram excluídos do estudo os idosos com incapacidade de compreensão das perguntas, mesmo apresentando estado cognitivo adequado de acordo com o MEEM. Para a coleta de dados foi utilizada a aplicação de um questionário abrangente, composto por variáveis sociodemográficas e econômicas, e aplicação de escalas validadas: Mini Exame do Estado Mental (MEEM), o Índice de Barthel, o Índice de Lawton, Avaliação Antropométrica, Escala de Mobilidade e Flexibilidade (TUG),


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Escala de Depressão Geriátrica (GDS) e a Escala de Risco de Quedas o Falls Risk Score de Dowton. Os dados foram coletados, transportados e analisados na descritiva das variáveis de estudo e medidas de tendência central (média, mediana, moda) e dispersão (desvio-padrão e amplitude). Estatisticamente as proporções foram avaliadas usando testes de qui-quadrado de Pearson, e significância de 5% (p<0,05). Para as análises, utilizou-se os testes estatísticos: Teste t pareado; Teste Kolmogorov-Smirnov; Teste t de Studant e Teste de Mann-Whitney. O estudo faz parte de um projeto mãe, cujo título: Quedas e Fatores Associados em

Idosos,

foi

aprovado

pelo

Comitê

de

Ética

em

pesquisa

(CAAE:

62170516.40000.5578), conforme rege a resolução 466/12. Todos os idosos foram esclarecidos acerca do objetivo do projeto e somente participaram aqueles que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

RESULTADOS

Para análise é necessário conhecer a população de idosos estudada e seus aspectos

sociodemográficos.

Tais

dados

fundamentam

a

interpretação

representações sociais e associações a longevidade e ao risco de quedas. Tabela 1: Frequência e análises sociodemográficas dos idosos da amostra. Vitória da Conquista/BA, 2017. Variável

Classe

N

(%)

Idade

< 70

30

(60,00)

>= 70

20

(40,00)

Masculino

19

(38,00)

Feminino

31

(62,00)

Solteiro

9

(18,00)

Casado

25

(50,00)

Divorciado

4

(8,00)

Viúvo

12

(24,00)

Branco

29

(58,00)

Pardo

16

(32,00)

Negro

5

(10,00)

Branco

29

(58,00)

Sexo

Estado civil

Raça

das


15

Profissão

Escolaridade

Não branco

21

(42,00)

Aposentado

16

(32,65)

Dona de casa

14

(28,57)

Professor

2

(4,08)

Servente de pedreiro

1

(2,04)

Lavrador

7

(14,29)

Doméstica

2

(4,08)

Agente comunitário

2

(4,08)

Carpinteiro

2

(4,08)

Auxiliar de enfermagem

2

(4,08)

Representante comercial

1

(2,04)

Outro

33

(67,35)

Analfabeto

15

(30,00)

Fundamental

19

(38,00)

Médio incompleto

4

(8,00)

Médio completo

8

(16,00)

Superior

4

(8,00)

Médio completo ou superior

12

(24,00)

Até médio incompleto

38

(76,00)

Fonte: Dados da pesquisa. Em relação ao perfil sociodemográfico (Tabela 1), pode-se inferir que há uma predominância de idosos com idade menor de 70 anos (62,0%), sexo feminino (66,0%) e raça branca (58,0%). Ao estado civil, metade dos idosos eram casados (50,0%) e (32,65%) deles eram aposentados. Em relação a realização da atividade da laboral, (67,35%) as realizavam, sendo a atividade que apareceu com maior frequência, era a condição de dona de casa (28,57%). Quanto a escolaridade verificou-se que (30,0%) não eram alfabetizados; (38,0%) apresentavam ensino fundamental; (8,0%) ensino médio incompleto; (16,0%) ensino médio completo; (24,0%) ensino superior completo e (76,0%) ensino superior incompleto. Tabela 2: Comparação de médias da Escala de Barthel em relação ao risco de quedas a idosos. Vitória da Conquista/BA, 2017. RISCO_QUEDA Baixo

Alto

Variáveis

Média

Média

Alimentação

10,00

9,83

p-valor 0,39


16 Banho

5,00

5,00

1,00

Atividades

5,00

5,00

1,00

Vestir

10,00

9,66

0,22

Intestino

9,52

9,31

0,80

Urinário

9,29

9,48

0,68

Toillet

10,00

10,00

1,00

Transferência

14,76

14,31

0,30

Mobilidade

14,76

14,66

0,76

Escadas

9,76

9,66

0,76

Total

98,10

96,90

0,29

Fonte: Dados da pesquisa.

A tabela 2 acima, trás a comparação das médias da escala de Barthel, e podemos observar que não houve estatística se comparada ao escores de cada domínio relacionado ao risco de quedas e ao valor (p-valor) maior que (0,05). O que nos mostra que em relação a aplicação desta escala, há uma grande dependência e riscos de incapacidade funcional entre os idosos estudados. Tabela 3: Comparação de médias da Escala de Lawton quanto ao risco de quedas em idosos. Vitória da Conquista/BA, 2017.

RISCO_QUEDA Baixo

Alto

Média

Média

p-valor

Telefone

2,86

2,86

0,70

Transporte

2,95

2,86

0,30

Compras

2,95

2,86

0,47

Refeições

3,00

2,83

0,13

Arrumar a casa

2,95

2,79

0,28

Trabalhos manuais

2,86

2,93

0,70

Lavar e passar

2,86

2,86

0,94

Tomar remédios

2,90

2,93

0,74

Finanças

2,90

2,62

0,10

Total

26,24

25,48

0,24

Variáveis

Fonte: Dados da pesquisa.


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A avaliação da capacidade funcional foi realizada através da aplicação da escala de Lawnton (Tabela 3). Perante as variáveis, nenhum idoso da amostra estudada apresentou grau de dependência total. O (p-valor) foi maior do que (0,05), o que indica que não houve diferença estatística em relação ao risco de quedas. Tabela 4: Comparação de médias do questionário de Risco de Quedas (Falls of Risk). Vitória da Conquista/BA, 2017. RISCO_QUEDA Baixo Variáveis

Média

Alto Média

p-valor

Quedas anteriores

0,62

1,07

0,004

Medicações

0,67

1,28

0,013

Déficit sensório

0,52

0,90

0,016

Estado mental

1,74

1,55

0,275

Marcha

0,43

0,14

0,498

Total

1,38

3,41

< 0,001

Fonte: Dados da pesquisa.

A tabela 4, retrata a comparação das médias do questionário sobre Risco de Quedas (Falls Risk Score) por Dowton. Em relação as variáveis relacionadas a quedas anteriores (Média alta), a média encontrada foi de (1,07). Se comparada a (Média baixa) de (0,62), pode-se inferir que houve prevalência ao risco de quedas a idosos, pois já ocorreu um evento pós-queda. O medo de cair pode provocar então o ciclo vicioso podendo influenciar na redução da capacidade funcional e a maior suscetibilidade a sofrer novas quedas. Quanto uso de medicações, ocorreu um aumento estatístico nas médias de (1,28) com relação ao alto risco de quedas e (0,62) em relação ao baixo risco de quedas. Nas médias do déficit sensorial com alto risco de quedas encontrou-se a média de (0,90), e idosos que apresentam baixo risco de quedas (0,52). Foi realizada a divisão das classes entre baixo e alto risco de quedas e comparado aos escores de cada variável com valor (p-valor) < (0,05), para quedas anteriores a (0,004), com uso de medicações antihipertensivas (0,013), e com déficit sensório (0,016). Nota-se pontuação total de < (0,001), indicando médias estatísticas diferenciadas entre os indivíduos de baixo e alto risco de quedas. Constata-se assim fator relevante ao risco de quedas nos idosos no que se refere ao uso de medicações e déficit sensório.


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Tabela 5: Comparação de médias quanto a chance de risco de quedas segundo ao sociodemográfico, MEEM, GDS, TUG e IMC dos idosos. Vitória da Conquista/BA, 2017.

Risco de queda Baixo Variável

Classe

Idade

< 70

13

(61,90) 17 (58,62)

>= 70

8

(38,10) 12 (41,38)

Sexo

Cor

Profissão

Escolaridade

Feminino

10

(47,62) 21 (72,41)

Branco

10

(47,62) 19 (65,52)

Não branco

11

(52,38) 10 (34,48)

Outro

14

(70,00) 19 (65,52)

Aposentado

6

(30,00) 10 (34,48)

Médio completo/sup.

3

(14,29)

Incapaz

Depressão Sem depressão Incapacitado Capacitado

Confiante para teste Sim

Catarata

IMC

(%)

(52,38)

Capaz

MOB_FLEX

N

11

incompleto

GDS

(%)

Masculino

Até médio

Mini_Mental

N

Alto

8 (27,59)

9 (31,03)

18

(85,71) 20 (68,97)

6

(31,58) 13 (44,83)

13

(68,42) 16 (55,17)

4 17 0

(19,05)

5 (17,24)

p-valor

OR

IC

0,53 1,15 0,36 3,62

0,07 2,89 0,89 9,41

0,17 0,48 0,15 1,51

0,49 1,23 0,36 4,18

0,15 0,37 0,09 1,59

0,27 0,57 0,17 1,91

0,58 1,13 0,26 4,84

(80,95) 24 (82,76) (0,00)

2

(6,90)

0,33 1,78 1,39 2,28

21 (100,00) 27 (93,10) 21 (100,00) 27 (93,10)

Não

0

(0,00)

2

Sim

1

(4,76)

4 (13,79)

Não

20

(95,24) 25 (86,21)

< 25

6

(37,50) 13 (48,15)

>= 25

10

(62,50) 14 (51,85)

0,33 0,56 0,44 0,72

(6,90) 0,29 0,31 0,03 3,02

0,36 0,65 0,18 2,28

Fonte: Dados da pesquisa. Em relação a Tabela 5, verificam-se duas análises importantes: o teste de associação e a chance de risco (odds ratio). O teste de associação tem como resultado o (p-valor) na tabela. Para esse, (p-valor) menor do que (0,05), significa associação entre as variáveis linha x coluna. Já relacionado as análises de chance de risco (do inglês odss ratio - OR), os resultados são do próprio OR e do seu intervalo de confiança (IC). Foi


19

realizado também o teste exato de Fisher (que tem o mesmo significado do teste de quiquadrado). Estes testes de associação avaliam de certa forma a relação entre as variáveis qualitativas, onde em nenhuma delas houveram associações quanto ao risco de quedas. Realizada a diferenciação entre a proporção das freqüências e comparada as médias relacionadas ao sociodemográfico; tem-se entre o baixo e o alto risco de quedas nas variáveis: Idade: < 70 anos (61,90%) e (58,62%). Sexo feminino (47,62%) e (72,41%); Cor: Branca (47,62%) e (72,41%). Profissão: Outro (70,00%) e (65,52%). Escolaridade: Ensino médio incompleto (85,71%) e (68,97%). O Mini Mental: Capazes (68,42%) e (55,17%). Escala de depressão (GDS): Sem depressão (80,95%) e (82,96%). Mobilidade e flexibilidade: Capacitado (100,00%); e o IMC: >= 25 (62,50%) e (51,85%). Entre os idosos não foram encontradas diferenças estatísticas nas classificações entre baixo e alto risco de quedas. Observando todas as variáveis da tabela 5, com relação ao teste que foi realizado para verificar a chance do risco de quedas, em nenhuma delas o (p-valor) foi menor que (0,05). Pelos resultados das variáveis não foi possível mostrar fator significante para o risco de quedas, o que traduz a coerência das tabelas anteriores, estando evidenciado que os idosos estudados são capazes e independentes para realizar a qualquer tarefa diária, não apresentando relevância em relação ao risco de quedas, exceto relacionado ao questionário Risco de Quedas (Falls Risk Downton), onde destacou quedas nessa população de idosos no valor (p-valor) de < (0,001) tendo como as causas mais relevantes foram: as associadas a quedas anteriores, uso de medicações e déficit sensório.

DISCUSSÃO Quanto ao perfil sociodemográfico e econômico foi visto que (62,0%) representaram os idosos do sexo feminino, corroborando ao estudo realizado por Nascimento e Tavares (2016) em Uberaba-MG, que destacou a ocorrência de quedas ao sexo feminino. Tal relação pode se justificar pela constatação quanto a presença predominante (em número) de idosos do sexo feminino em atendimento nas unidades básicas de saúde e comprovado pela amostra de idosos entre feminino e masculino nesta pesquisa. Entre os idosos participantes deste estudo, (60,0%) tem menos de 70 anos de idade, o que corrobora com o estudo de Siqueira et al. (2007), tendo (38,5%) entre 65 e


20

70 anos. Tal fato denota que quanto maior a idade, maior é a probabilidade em apresentar níveis de incapacidade aos quais associados a fatores tais como depressão, uso de medicamentos, fatores fisiológicos, declínio cognitivo, perda do equilíbrio, fraqueza muscular e distúrbios da marcha entre outros fatores associados que intensificam a relevante importância ao estudo sobre o tema. Ao estado civil, (50,0%) casados, divergindo do estudo desenvolvido por Rosa et al. (2015) onde, em relação perfil epidemiológico dos que sofreram algum tipo de queda eram viúvos. Tal distinção justificada pela baixa incidência de divórcio nesta população. Quanto a raça, foi evidenciado que (58,0%) brancos, discordando do estudo realizado por Freitas et al. (2015) onde, feito inquérito dos serviços de Urgência do Sistema Único de Saúde com idosos vítimas de quedas e acidentes de trânsito haviam mais negros que brancos. O Brasil é um país que possui grande confluência de pessoas de diversas origens porém o acesso básico regular ainda não se evidencia de forma igualitária, e causa diferenças comparáveis entre as unidades de saúde de atendimento básico a urgência e emergência. Constatou-se

que

(38,0%)

possuíam

ensino

fundamental

completo,

confrontando com Neto et al. (2017), em que (35,6%) eram analfabetos. Visto que pessoas com baixa escolaridade podem apresentar maior déficit cognitivo, problemas psicológicos e/ou outros distúrbios que pode influenciar nas quedas; na amostra estudada os idosos apresentaram regular nível de formação, o que evidencia em sua condição vida social. Reiterando a variável “mora com quantas pessoas” os idosos residiam com (3,22) pessoas em média, corroborando ao o estudo de Cruz et al. (2012), em que (90,0%) dos idosos pesquisados residiam com outras pessoas. A julgar que esse público necessita de cuidados especiais, um responsável faz-se necessário ao auxílio das as atividades da vida diária, ainda que entre os pesquisados atendidos foi constatada a presença de familiar e/ou cuidador. No presente estudo, por meio dos dados encontrados através da Escala de Lawton, (68,0%) dos idosos eram independentes.; discordando de Gomercindo e Garcez (2012), onde (100,0%) eram dependentes. Identificou-se maior relevância a dependência nos escores: Banho, vestuário, higiene e as transferências segundo AIVDS. De acordo com a Escala de Lawton essa dependência se deu significativamente entre os


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idosos por conta da idade avançada e a associação a sequelas a alguma patologia, exemplo o AVE (Acidente Vascular Encefálico). Estudo realizado por França et al. (2011) sobre as atividades da vida diária entre os idosos adscritos às Unidades Básicas de Saúde, área urbana de Campina Grande-PB; investigou a condição de saúde e estimou a incapacidade funcional leve com (34,0%) e grave (8,0%). Idosos entre 69 e 70 anos (14,0%), e os demais com idade avançada e baixa escolaridade. Este resultado contrasta com o resultado obtido, não havendo relação significante a incapacidade funcional a ser considerado fator de quedas, podendo ser compreendida quando associada a idade, que neste estudo que foi de (60,0%), menor que 70 anos e o nível escolar satisfatório. Além das questões sociodemográficas e do Índice de Barthel, foram avaliados aspectos precedentes por meio de outros instrumentos como a Antropometria, verificando que a prevalência de quedas nos últimos 12 meses foi de (15,8 %), destacando-se em idosos do sexo feminino; corroborando com o que foi encontrado no estudo de Silva et al. (2013), Teresina/PI, onde correlacionou o risco de quedas a autonomia funcional dos idosos, e a maior parte dos idosos eram do sexo feminino, e cursaram com maior prevalência a quedas. Em saúde mental, a diferença entre os sexos foi evidenciada quanto ao declínio cognitivo, onde, idosos do sexo feminino apresentaram perda cognitiva maior em relação ao masculino; desta forma, atestando ao estudo sobre o perfil cognitivo de mulheres institucionalizadas de Machado et al. (2011) em Brasília-DF; sendo também as mulheres as que apresentaram declínio cognitivo. Este aspecto pode ser justificado relacionado ao nível de escolaridade, situação familiar e conjugal atribuída pela condição cultural e histórica da população brasileira. Nos resultados encontrados no TUG relacionados à mobilidade e flexibilidade, foi constatada a capacitação para tal função; concordando ao estudo realizado por Ruzene e Navega (2014), onde mostrou resultados sobre a mobilidade e flexibilidade em idosos praticantes e não praticantes de exercício físico, sendo os que praticam exercício físico, seja ele aeróbio ou resistido, apresentam melhor mobilidade e melhor flexibilidade em relação ao que não praticam. Observado ainda em relação ao TUG, no que verifica a relação de confiança do idoso para realizar o teste, os idosos apresentaram-se aptos; corroborando como estudo de Martinez et al. (2016) onde menos de um terço tiveram dificuldade apenas na terceira mensuração. Os idosos avaliados em ambos os estudos apresentaram mobilidade e flexibilidade satisfatória, sendo então


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possível realizar o teste até a sua capacidade e da mesma forma comparada aos idosos da amostra. Neste mesmo instrumento de coleta foram avaliados os idosos submetidos a cirurgia de correção da catarata, ao qual a considerar que quanto menor o campo de visão, maior é a necessidade de atenção a locomoção, podendo em sua falta ocorrer o aumento do risco de quedas. No instrumento para avaliação do risco de quedas, idosos relataram não terem caído anteriormente; contrariando o estudo de Campos et al. (2017) onde (85,0%) dos idosos possuem conhecimentos sobre queda através da própria experiência de vida. O uso de medicações e/ou automedicação no público pesquisado não foi fator relevante, a considerar que este público possui acompanhamento, o que também não evidencia o uso de psicoativos. O resultado foi diferente a exemplo de Araújo e Galato (2012) onde amostras com 135 idosos (70,8%) faziam uso de medicamentos, diferenciando-se assim quanto a quedas, cuja maioria que faz uso dos benzodiazepínicos relataram quedas anteriores e redução da cognição. A maioria dos idosos pesquisados não possuem catarata (95,2%), considerando também os submetidos a correção. A área de visão é um parâmetro importante na avaliação quanto ao risco de quedas e depressão. Sua deficiência a atividades corriqueiras no próprio domicílio sem adaptações adequadas são agravantes ao risco. Quanto ao déficit sensorial, majoritariamente, os participantes apresentavam visão prejudicada em sua condição de longevidade; discordando do estudo realizado por Smith et al. (2017), pois os idosos de sua pesquisa não apresentavam alterações visuais. Estas relações podem ser explicadas considerando-se que em regiões com clima frio e seco existam preponderância a problemas de visão tais como glaucoma e catarata, podendo comprometer a qualidade de vida, além do aumentar ao risco de quedas e outros acidentes. Em relação ao estado mental, os idosos apresentaram estado cognitivo preservado, se distanciando ao estudo realizado por Machado et al., (2011), no qual o índice de idosos com declínio cognitivo foi alto. Para esta variável que depende de fatores como escolaridade e estilo de vida, quanto mais ativo for o idoso potencialmente poderá ser seu declínio físico, entretanto fatores extrínsecos podem contribuir parar tal estado mental como o uso de medicamentos por tempo prolongado. A marcha dos participantes na sua maioria, apresentou-se normal, discordando do estudo de Gomes et al. (2016), onde os idosos apresentaram alterações nos parâmetros espaço-temporais da


23

marcha, como velocidade, comprimento da passada, cadência e tempos de fases da marcha durante o desempenho de dupla tarefa. Por meio do questionário de risco de quedas evidenciou-se alto risco. O indivíduo passa por diversas fases as quais estão expostos às alterações fisiológicas, o aparecimento de doenças que contribuem para sua debilidade, e os idosos são mais acometidos por estas alterações que geram fraqueza muscular, declínio cognitivo e deficiência nutricional influenciando gradativamente ao risco de quedas. Esta evidência corrobora com o estudo de Pinho et al. (2012) avaliou também o risco de quedas dos idosos em Unidade Básica de Saúde, e o que diferencia sua pesquisa deste presente estudo, foi apenas a amostra, constituída de 150 idosos pesquisados. Ao índice de depressão, o estudo revelou que (80,95%) dos idosos não apresentaram nenhum tipo de depressão, seja ela leve, moderada ou grave. Resultado que exerce uma importante função na redução do risco de quedas. Essa patologia gera fadiga, perda de massa muscular e redução da cognição aumentando o risco de quedas, o que não se aplica aos idosos do presente estudo. Sobre mobilidade e flexibilidade, foi satisfatório o item locomoção e equilíbrio, o que indica redução significativa a quedas. Um estudo realizado por Soares et al. (2013), observou que (41,0%) apresentaram algum tipo depressão em idosos assistidos nas Unidades Básicas de Saúde pesquisadas. No estudo realizado por Silva et al., (2012), dos idosos (64,3%) exprimiam quadro depressivo e (58,1%) eram do sexo feminino. Neste estudo não houve significância em relação aos estudos citados, tanto em relação a quantidade e/ou gênero; embora a mulher em idade avançada tende ser mais ansiosa e predisposta a frustrações, que sem acompanhamento pode desencadear outros problemas funcionais. Em relação ao IMC, a maioria dos idosos apresentaram o Índice de Massa Corpórea (≥ 25), indicando um sobrepeso e tornando um fator de risco alto para quedas, uma vez que também desencadeia outras alterações e favorece o desenvolvimento de patologias. A dificuldade a locomoção foi visto que na classificação para alto risco de quedas a única variável que apresentou média acima do geral foi 51,85%, para idosos com sobrepeso. Estes valores associados e utilizados com o padrão de referência a idade e gênero dos idosos e relacionado as diferenças entre tamanho e estrutura muscular, corroboram então com o estudo de Silva et al. (2015), que foi semelhante a este presente estudo e verificou a prevalência de sobrepeso com 43,50% dos idosos atendidos em ambulatório de nutrição em Niterói-RJ.


24

Durante o processo de coleta dos dados, houveram casos em foi necessário o auxílio do familiar que estava presente no momento, para complementar as respostas ao idoso que apresentou dificuldade a assimilação das questões propostas. O número quantitativo da amostra dos idosos pesquisados relaciona-se aos critérios de inclusão, estando para tal, os resultados significativos para a população descrita. Tais dados concedem associações sem causas inferenciais. Considera-se ainda, a falta de estudos e pesquisas recentes relacionadas ao público idoso.

CONDERAÇÕES FINAIS Os idosos evidenciam fatores intrínsecos a sua condição de vida e se relacionam

a

parâmetros

sociodemográficos,

antropométricos,

econômicos

e

psicossociais. Suas influências condizem a cerca da idade relacionada ao risco de quedas, longevidade e qualidade de vida. Estas relações foram estudadas e descrevem idosos em condição de atendimento regular na Atenção Primária à Saúde. Os idosos apresentaram em média idade inferior a 70 anos com predominância do sexo feminino. Todos aposentados e renda compatível a sua condição social. Em parte casados, possuem filhos e realizam atividade laboral profissional e doméstica. Poucos não alfabetizados e proeminência a idosos com nível superior incompleto. O risco de quedas referenciado foi atribuído a quedas anteriores, uso de medicações e déficit sensório e o uso de medicações foi fator relevante e representativo, mesmo sem constar automedicação declarada. Mediante os resultados encontrados, as quedas entre os idosos nestas condições expostas estão assim identificadas e relacionadas ao uso de medicamentos, quedas anteriores, cognição, flexibilidade e mobilidade. Os idosos estudados apresentaram no geral, resultados satisfatórios, sendo capazes, independentes e com aptidão a realização de tarefas comuns a idade. Desta forma constata-se que o aprimoramento, acompanhamento e constantes estudos sobre idosos são necessários, frente a demanda constante em atendimento humanizado e especializado, e que respondam as características distintas desta população em suas nuances relacionadas a longevidade e as atuais condições de vida.


25

REFERÊNCIAS ARAÚJO, P. L.; GALATA, D. Risco de Fragilização e Uso De Medicamentos em Idosos Residentes em Uma Localidade do Sul de Santa Catarina. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rio de Janeiro; 15(1):119-126, 2012.

CAMPOS, K. Capacitação de idosos na prevenção de quedas domiciliares utilizando tecnologias da informação e comunicação. Revista de Atenção à Saúde RAS, 2017.

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FALSARELLA, G. R.; GASPAROTTO, L. P. R.; COIMBRA, A. M. V. Quedas: conceitos, frequências e aplicações à assistência ao idoso. Revisão da literatura. Rev. bras. geriatr. gerontol. Vol.17, n.4, pp.897-910, 2014.

FRANÇA, I. S. X. et al. Condições Referidas de Saúde e Grau de Incapacidade Funcional em Idosos. Revista Rene; abr/jun; 12(2):333-41, 2011.

FREITAS, M. G. et al. Idosos Atendidos em Serviços de Urgência no Brasil: Um Estudo para Vítimas de Quedas e de Acidentes de Trânsito. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 20(3):701-712, 2015.

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26

GOMES, G. C. et al. Desempenho de Idosos na Marcha com Dupla Tarefa: Uma Revisão dos Instrumentos e Parâmetros Cinemáticos Utilizados Para Análise. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rio de Janeiro; 19(1):165-182, 2016.

MACHADO, J. C. et al. Declínio Cognitivo de Idosos e Sua Associação Com Fatores Epidemiológicos em Viçosa, Minas Gerais. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia; Rio de Janeiro; 14(1):109-121, 2011.

MARTINEZ, B. P. et al. Segurança e Reprodutibilidade do Teste Timed Up And Go em Idosos Hospitalizados. Revista Brasileira de Medicina do Esporte – Vol. 22, No 5 – Set/Out, 2016.

NASCIMENTO, J. S.; TAVARES, D.M.S. Prevalência e Fatores Associados a Quedas em Idosos. Texto Contexto Enfermagem; 25(2):e0360015, 2016.

NETO, A. H. A. et al. Quedas em Idosos Institucionalizados: Riscos, Consequências e Antecedentes. Revista Brasileira de Enfermagem; jul-ago;70(4):752-8, 2017.

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SANTOS, T. D. O ambiente do cuidado e a segurança do paciente hospitalizado: contribuições para a enfermagem. Dissertação ( Programa de Pós-Graduação em


27

Ciências do Cuidado em Saúde Curso de Mestrado em Ciências do Cuidado em Saúde), Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, UFF, Niterói, 2017.

SILVA, E. R. et al. Prevalência e fatores associados à depressão entre idosos institucionalizados: subsídio ao cuidado de enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP; 46(6):1387-93, 2012.

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SIQUEIRA, F.V. et al. Prevalência de Quedas em Idosos e Fatores Associados. Revista de Saúde Pública; 41(5):749-56, 2007.

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SOARES, P. F. C. et al. Depressão em Idosos Assistidos nas Unidades Básicas de Saúde. Revista de Enfermagem UFEP on line, Recife; 7(9):5453-9, 2013. RUZENE, J. R. S.; NAVEGA, M. T. Avaliação do equilíbrio, mobilidade e flexibilidade em idosas ativas e sedentárias. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2014.


28

APÊNDICE A

INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS Fatores Associados a Quedas em Idosos de uma Unidade Básica de Saúde Pesquisadora: Gabriela Fernandes Lemos; Fone: +7798824-2968; correio eletrônico: gabrielaflemos@gmail.com Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR Trabalho de Conclusão do Curso para obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia. 1. Nome

2. Idade

1.

3. Sexo

1.

Feminino

2.

Masculino

4. Estado Civil

1.

Solteiro

2.

Casado

3.

Divorciado

4.

Viúvo

4. Raça

1.

Branca


29 2.

Amarela

3.

Parda

4.

Negro

5. Número de filhos

6. Número de pessoas residentes no domicílio

7. Profissão

1.

Dona de casa

2.

Professora

3.

Motorista

4.

Secretária/Recepcionista

5.

Aposentado (a)

6.

Pensionista

7..

Pedreiro

8.

Outros

8. Escolaridade

1.

Analfabeta

2.

Ensino fundamental incompleto

3.

Ensino fundamental completo

4.

Primeiro grau completo

5.

Segundo grau completo


30 6.

Ensino médio completo

7.

Terceiro grau completo

8.

Terceiro grau incompleto

Renda familiar

1.

Até 01 salário mínimo

2.

De 02 - 03 salários mínimos

3.

De 03 – 05 salários mínimos

4.

Outra.


31

APÊNDICE B

FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE - FAINOR Credenciada pela Portaria MEC n.o 1.393, de 04 de julho de 2001 Publicado no DOU de 09 de julho de 2001 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO – TCLE Prezada Senhora, sou Karla Cavalcante Silva de Morais e estou realizando juntamente com Kleyton Trindade Santos, o estudo sobre Quedas e Fatores associados em Idosos. O Sr. (a) está sendo convidado (a) a participar, como voluntário (a), desta pesquisa. Para participar deste estudo o Sr (a) não terá nenhum custo, também não receberá qualquer vantagem financeira. Suas dúvidas referentes a esta Pesquisa serão esclarecidas e estará livre para participar ou recusar-se a participar. Poderá retirar seu consentimento ou interromper a participação a qualquer momento. A sua participação é voluntária e a recusa em participar não acarretará qualquer penalidade ou modificação na forma em que é atendido pelos pesquisadores, que tratarão a sua identidade com padrões profissionais de sigilo. Os resultados da pesquisa estarão à sua disposição quando finalizada. Seu nome ou o material que indique sua participação não serão liberados sem a sua permissão. Se houver necessidade, as despesas para a sua participação serão assumidas ou ressarcidas pelos pesquisadores. Este termo de consentimento encontra-se impresso em duas vias originais de mesmo teor, sendo que uma será arquivada pelos pesquisadores responsáveis, e a outra será fornecida ao senhor. Os dados e instrumentos utilizados na pesquisa ficarão arquivados com o pesquisador responsável por um período de 5 (cinco) anos, e após esse tempo serão destruídos. Os pesquisadores tratarão a sua identidade com padrões profissionais de sigilo, atendendo a Resolução Nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, utilizando as informações somente para os fins acadêmicos e científicos.


32

A Pesquisa tem por objetivo: Analisar a ocorrência de quedas e os fatores associados em idosos, assim como Determinar a prevalência de quedas em idosos; Verificar as variáveis sócio-demográficas em idosos; Identificar a influência da imagem corporal no risco de quedas em idosos; Entender a manifestação de cada um dos fatores associados a queda em idosos. Será utilizado um questionário semiestruturado (ANEXOS), que inclui várias escalas validadas. Este instrumento será aplicado, num ambiente tranquilo, numa sala disponível nas UBS escolhidas para a pesquisa. Considerando que toda pesquisa oferecer RISCOS e BENEFÍCIOS, nesta pesquisa os mesmo pode ser avaliado como: RISCOS: Toda a pesquisa envolvendo seres humanos envolve riscos (Resolução CNS 466/2012), porém os riscos serão mínimos. Como riscos presentes nessa pesquisa destacam-se o constrangimento, desconforto, incômodo ou sensação de incapacidade, durante a aplicação do questionário e dos teste motores. Entretanto para amenizar esses riscos, as perguntas realizadas serão feitas de maneira direta e clara, e os testes utilizados serão baseado em modelos já testados e validados tanto em caráter mundial, quanto para a população brasileira. Além disso será esclarecido ao indivíduo que será submetido a perguntas, que todos os dados obtidos serão mantidos em sigilo absoluto e armazenados em uma pasta que somente o pesquisador possui acesso. Os dados pessoais da pesquisa serão apagados após cinco anos para que os riscos sejam minimizados. Estamos à disposição para esclarecer qualquer dúvida. O (a) senhor (a) pode sair da pesquisa a qualquer momento, sendo sua privacidade preservada e nenhum dano irá acontecer por isso. BENEFÍCIOS: Como benefício, uma vez identificado os fatores associados que levam os idosos às quedas, medidas preventivas poderão ser desenvolvidas de forma mais especifica para os mesmos, melhorando assim sua qualidade de vida. Esta pesquisa também possibilitará a formulação projetos em ações de educação em saúde por parte dos profissionais da Unidade Básica. CONSENTIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMO SUJEITO (A)


33

Eu,

__________________________________________________,

abaixo

assinado, concordo em participar do estudo intitulado Quedas e Fatores associados em Idosos, e fui devidamente informada e esclarecida pela pesquisadora Karla Cavalcante Silva de Morais sobre a pesquisa, os procedimentos nela envolvidos, assim como os possíveis riscos e benefícios decorrentes de minha participação e que a pesquisa é orientado pela professora Luciana Araújo dos Reis, a quem poderei consultar a qualquer momento que julgar necessário. Afirmo que fui informado (a) dos objetivos estritamente acadêmicos deste estudo e que compreendo ser o sujeito da referida pesquisa, que irei participar da mesma por minha própria vontade, sem receber qualquer incentivo financeiro ou ter qualquer ônus em troca, e com a finalidade exclusiva de colaborar para as conclusões acadêmicas e científicas da mesma. Fui informado (a) dos objetivos estritamente acadêmicos. Minha colaboração se fará de forma anônima, por meio de um questionário.

O

acesso e a análise dos dados coletados se farão apenas pelo (a) pesquisador (a) e/ou orientador(a). Os resultados gerais obtidos nesta pesquisa serão utilizados apenas para alcançar os objetivos propostos, incluída sua publicação em congresso, em revista cientifica especializada. Por este meio, AUTORIZO o uso dos meus dados neste Projeto de Pesquisa.

CONSENTIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMO VOLUNTÁRIO (A) Eu, ______________________________________________, abaixo assinado, após a leitura (ou a escuta da leitura) deste documento e de ter tido a oportunidade de conversar e ter esclarecido as minhas dúvidas com o pesquisador responsável, concordo em participar deste estudo como voluntário (a). Fui devidamente informado (a) e esclarecido (a) pelo (a) pesquisador (a) sobre a pesquisa, os procedimentos nela envolvidos, assim como os possíveis riscos e benefícios decorrentes de minha participação. Foi-me garantido que


34

posso retirar o meu consentimento a qualquer momento, sem que isto leve a qualquer

penalidade

(ou

interrupção

de

meu

acompanhamento/

assistência/tratamento) e que se houver necessidade, as despesas para a minha participação serão assumidas ou ressarcidas pelos pesquisadores.

Impressão Datiloscópica __________________________________ Assinatura do Participante

_____________________________ Karla Cavalcante Silva de Morais Pesquisador Responsável Tel: (77) 988015530 e-mail: karlinhakau@hotmail.com

____________________________ Kleiton Trindade Santos Pesquisador assistente Tel: (73) 988139695 email:kleyton_santos@hotmail.com

_____________________________ Gabriela Fernandes Lemos Pesquisadora assistente

____________________________ Fabiana Ferreira Oliveira Lima Pesquisadora assistente

_____________________________ Rubiele Almeida Prado Pesquisadora assistente

____________________________ Keilini da Paz Lemos Pesquisadora assistente

______________________________ Lucinelia Matias Santos Pesquisadora assistente ENDEREÇO INSTITUCIONAL DOS ENDEREÇO DO COMITÊ DE ÉTICA: PESQUISADORES: Faculdade Av. São Luiz, n° 31 – Núcleo de PósIndependente do Nordeste – FAINOR. Graduação, Pesquisa Extensão 2º Av. Luis Eduardo Magalhães, 1035 Andar. Vitória da Conquista - BA Candeias - Vitória da Conquista - BA CEP: 45055-080 CEP: 45000 - 000 Telefone: (77) 3161-1071 Telefone: (77) 3161 - 1000 E-mail: cep@fainor.com.br


35

ANEXO A

Mini Exame do Estado Mental (MEEM) Descrição É o teste mais utilizado para avaliar a função cognitiva por ser rápido (em torno de 10 minutos), de fácil aplicação, não requerendo material específico. Deve ser utilizado como instrumento de rastreamento não substituindo uma avaliação mais detalhada, pois, apesar de avaliar vários domínios (orientação espacial, temporal, memória imediata e de evocação, cálculo, linguagem-nomeação, repetição, compreensão, escrita e cópia de desenho), não serve como teste diagnóstico, mas sim pra indicar funções que precisam ser investigadas. É um dos poucos testes validados e adaptados para a população brasileira.

Uso Teste de rastreamento e avaliação rápida da função cognitiva

Apresentação do Exame 1.

Orientação espacial (0-5 pontos): Em que dia estamos?

o

Ano

o

Semestre

o

Mês

o

Dia

o

Dia da Semana

2.

Orientação espacial (0-5 pontos): Onde Estamos?

o

Estado

o

Cidade

o

Bairro

o

Rua

o

Local

3.

Repita as palavras (0-3 pontos):

o

Caneca

o

Tijolo


36

o 4.

Tapete Cálculo (0-5 pontos): O senhor faz cálculos? Sim (vá para a pergunta 4a) Não (vá para a pergunta 4b)

4a.Se de 100 fossem tirados 7 quanto restaria? E se tirarmos mais 7? 93 86 79 72 65 4b.Soletre a palavra MUNDO de trás pra frente O D N U M 5.

Memorização (0-3 pontos): Peça para o entrevistado repetir as palavras ditas há pouco. Caneca Tijolo Tapete

6.

Linguagem (0-2 pontos): Mostre um relógio e uma caneta e peça para o entrevistado para nomeá-los. Relógio Caneta

7.

Linguagem (1 ponto): Solicite ao entrevistado que repita a frase: NEM AQUI, NEM ALI, NEM LÁ.

8.

Linguagem (0-3 pontos): Siga uma ordem de 3 estágios: Pegue esse papel com a mão direita.


37

Dobre-o no meio. Coloque-o no chão. 9.

Linguagem (1 ponto): Escreva em um papel: "FECHE OS OLHOS". Peça para o entrevistado ler a ordem e executá-la.

10. Linguagem (1 ponto): Peça para o entrevistado escrever uma frase completa. A frase deve ter um sujeito e um objeto e deve ter sentido. Ignore a ortografia. 11. Linguagem (1 ponto): Peça ao entrevistado para copiar o seguinte desenho. Verifique se todos os lados estão preservados e se os lados da intersecção formam um quadrilátero. Tremor e rotação podem ser ignorados.

Resultado: 0

Observação para a montagem da calculadora Soma de todas as caselas, cada uma vale 1 ponto.

Avaliação dos resultados Normal: acima de 27 pontos Demência: menor ou igual a 24 pontos; em caso de menos de 4 anos de escolaridade, o ponto de corte passa para 17, em vez de 24.

Escore médios para depressão Depressão não-complicada: 25,1 pontos Prejuízo cognitivo por depressão: 19 pontos

Público-alvo Médicos

Área Saúde do adulto e do idoso


38

ANEXO B

ÍNDICE DE BARTHEL


39

ANEXO C


40

ANEXO D ANTROPOMETRIA ALTURA _____________

CIRCUNFERÊNCIA DO BRAÇO _______________

CINTURA________________

PESO___________

CIRCUNFERÊNCIA DE PANTURRILHA____________

DINAMÔMETRO MEMBRO SUPERIOR_______________


41

ANEXO E MOBILIDADE E FLEXIBILIDADE (TUG)

Serão excluídos desta seção: usuários de próteses, muletas/órteses, pessoas com dificuldade de entendimento dos testes e com dificuldade de equilíbrio.

FILTRO: Incapacitado para realizar qualquer teste de flexibilidade e mobilidade. (1) Sim ,não realize os testes

(2) Não

O(a) Sr.(a) se sente confiante para tentar levantar-se rapidamente da cadeira, cinco vezes seguidas? (1) Sim

(2) Não, Vá para L.8

Agora, quero que o(a) Sr(a) tente levantar e sentar de uma cadeira, cinco vezes seguidas. (95) tentou, mas não conseguiu (96) não tentou, por achar arriscado

Vá para L.8

(98) recusou-se a tentar (

) realizou o teste em: segundos |_____|_____|

O(a) Sr.(a) se sente confiante para tentar levantar-se da cadeira, com os braços cruzados cinco vezes seguidas? (1) Sim

(2) Não Vá para L.8

Agora, mantendo os braços cruzados sobre o peito, quero que o(a) Sr(a) se levante da cadeira, o mais rapidamente possível, cinco vezes sem fazer nenhuma pausa. Cada vez que o(a) Sr(a) conseguir ficar em pé, sente-se de novo e, levante-se novamente (60 segundos). (95) tentou, mas não conseguiu (96) não tentou, por achar arriscado (98) recusou-se a tentar


42

(

) realizou o teste em: segundos |_____|_____|

Nas últimas seis semanas, o(a) Sr(a) sofreu uma cirurgia de catarata ou uma intervenção na retina? (1)

Sim,

) Não

(8) NS

não

realize

o

teste (2

(9) NR

Para este próximo teste, o(a) Sr(a) terá que se agachar e apanhar um lápis do chão. Este é um movimento que vai fazer somente se NÃO sofreu uma cirurgia de catarata nas últimas seis semanas. Começando, fique em pé, agache-se, apanhe este lápis, e fique novamente em pé. (Coloque o lápis no chão, na frente do entrevistado e avise-o quando começar. Se o entrevistado não conseguir em menos de 30 segundos, não o deixe continuar). (95) tentou, mas não conseguiu (96) não tentou, por achar arriscado (98) recusou-se a tentar (

) realizou o teste em: segundos |_____|_____|

Este é o trajeto da caminhada, gostaria que o(a) Sr(a) andasse de um ponto a outro deste percurso em sua velocidade normal, como estivesse caminhando na rua. (95) tentou e não conseguiu (96) não tentou, por achar arriscado (98) recusou-se a tentar (

) realizou o teste em: segundos |_____|_____|

Repetir o teste: (95) tentou e não conseguiu (96) não tentou, por achar arriscado (98) recusou-se a tentar (

) realizou o teste em: segundos |_____|_____|


43

Anotar aqui o menor tempo entre as duas tentativas_____________

Para realizar a caminhada o idoso precisou de algum dispositivo de ajuda?

(1) sim

especifique____________________

(2) nĂŁo

(8) NS

(9) NR


44

ANEXO F


45

ANEXO G RISCOS DE QUEDAS


46

ANEXO H

Normas da Id on Line REVISTA MULTIDISCIPLINAR E DE PSICOLOGIA


47


48


49

ANEXO I - CARTA DE ACEITE DA REVISTA

Gabriela Fernandes Lemos  

Monografia FAINOR

Gabriela Fernandes Lemos  

Monografia FAINOR

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