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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAFRA ESCOLA BÁSICA DE MAFRA BIBLIOTECA 2012-2013


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma janela, que estava numa das casas mais pobres. Mas ninguém gostava dela porque era muito velha, porque não tinha aspeto nenhum e nem vidro. Mas havia uma criança que não tinha amigos nem pais e, quando a viu, a janela que não tinha aspeto nenhum nem vidro pensou para si: - Já tenho um amigo. - suspirou a janela de alegria. A criança olhou para a janela e disse: - Quem me dera ter uma casa para ter lá esta janela. A criança viu um homem que era muito rico, essa pessoa teve muita pena e acolheu-a na sua casa. Lá deu-lhe um quarto para dormir mas a criança disse: -Eu quero aquela janela. -Que janela?-perguntou o homem rico. Quando a criança e o homem rico chegaram a casa a criança disse-lhe: -Quero ver o meu quarto para pôr lá a janela que eu vi na rua. O homem começou a rir e pensou: -Tenho que ir buscar aquela janela para a colocar no quarto da criança. E assim foi feito foram buscar a janela e o homem rico colocou-a no quarto da criança. A criança ficou muito feliz e viveu feliz para sempre mais o homem muito rico.

Trabalho realizado por: Maria de Fátima Domingos Fialho -11anos (antoniofialhoamareleja@hotmail.com) Teresa Alves Rosa Mendes -10 anos

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma peúga que se chamava Flopi (peúga direita), era violeta com risquinhas brancas. Ela era muito triste, porque há muitos anos atrás tinha perdido o seu irmão, Flupi (peúga esquerda). O sonho dela era ser calçada num par com o seu irmão. Numa noite, eles encontraram-se num estendal, reparam que eram iguais e pensaram logo que eram irmãos. A Flopi pensou logo numa maneira de se encontrarem para se reverem já que eram irmãos. No dia seguinte a dona das peúgas descobriu que afinal não tinha perdido o par de peúgas que tanto desejava, por isso calçou-as. Felizes de se encontrarem, suaram muito, porque é isso que as peúgas fazem quando contentes.

Trabalho realizado por : Rodrigo Ramos Marques - 11 anos (rodrigoramosmarques8@yahoo.com) Débora Barreiros Dias - 12 anos (debora-barreiros-dias@hotmail.com)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez janela que ficava giríssima, se chamava Wallas e cheirava a um perfume chamado ”LODZENZO” . Certo dia encontrou uma janela fêmea e ao primeiro olhar apaixonaram-se. Ao amanhecer encontrou-a de novo, não perdeu mais tempo e deu-lhe um beijo e ela deu-lhe um estalo. Passadas doze horas, o Wallas foi a casa da amada perguntar se gostava dele e ela respondeu: — Eu já tenho namorado, mas fica sabendo que és um “gato janela”. Ele ficou corado e com esperanças de encontrar outra janela. No dia seguinte encontrou outra janela no facebook e pediu-a em casamento e, ao contrário da outra, aceitou.´ Tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.

Trabalho realizado por: Bernardo Gaspar Fontes -10 anos (bbecas2002gmail.com) Duarte Noronha Sousa Rodrigues – 10 anos (duarterodrigues@gmail.com)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma bebé peúga chamada Peuguinha. Ela admirava muito a sua mãe porque era a única pessoa que a Peuguinha conhecia, pois a mãe não a deixava sair de casa pois gozavam com ela por ser uma peúga. Isto porque na lenda da cidade dela (Livrolândia) dizia que o odor era malcheiroso. Um dia ela sentiu-se mal por não ter amigos para brincar e irmãos para se divertir e encontrou uma peúga transtornada pela mesma razão. A Peuguinha foi logo ter com ela e tentou conhecê-la. E lá se foram tornando amigas brincavam, rebolavam na relva de papel e o odor não era problema pois nenhuma sentia o cheiro porque eram as duas iguais. Quando chegou a noite a mãe foi ao quarto da Peuguinha ver se ela estava sentada no seu sítio habitual mas a mãe apanhou uma surpresa ela já não estava lá. A Peuguinha quando estava a ir andando para casa ouviu a voz da mãe a gritar socorro pela filha e a mãe saiu de casa à procura da filha e a Peuguinha tentava esconder-se da mãe, aflita, e a Peuguinha foi a correr para casa. Quando a mãe chegou a casa, foi outra vez ver se a filha estava lá e lá estava ela. Então a Peuguinha contou a verdade e também contou que conheceu outra peúga e a mãe ficou muito feliz e desta vez a mãe lá a desculpou. Foi sempre brincar com a nova amiga e viveram felizes para sempre! Fim!!!!!

Trabalho realizado por: Ana Raquel Charraz Passarinho - 10 anos (anaraquelpassarinho@hotmail.com) Fábio Nuno Barbosa Sousa - 10 anos

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma janela que se chamava Joaquina, ela era azul, preta e estava coberta por diamantes dourados e prateados. A janela Joaquina tinha um grande defeito, ela não se fechava… A Joaquina não tinha amigas nem amigos, porque ela não se fechava e as outras janelas costumavam de jogar ao “Abre e fecha” e coitadinha da Joaquina não podia brincar. Certo dia apareceu, por magia, no sótão, um ursinho de peluche. Fez logo amizade com a Joaquina, falaram o resto do dia e aí a nossa amiga janela soube quase tudo sobre esse ursinho. Uma das coisas que a mais surpreenderam foi que ele também não tinha amigos, porque era velho, estava todo rasgado e já nem tinha um olho, pobre ursinho. O ursinho de peluche chamava-se “Chubby ” e tinha noventa e seis anos, por isso era muito, muito sábio. Todos os dias o ursinho “Chubby” ensinava umas coisinhas à sua amiga Joaquina. Certo dia o avô morreu e as coleções foram todas doadas a vizinhos e amigos do velho avô. Nesse dia “Chubby” e Joaquina estavam com medo de se separarem e então Joaquina teve uma das suas maravilhosas ideias: — Tive uma ideia, tu ficas sentando no meu parapeito e assim podemos ficar juntos, para sempre. — Boa ideia, só espero que resulte.- disse o ursinho de peluche. O “Chubby” era muito velho mas continuava a ser divertido, na verdade Joaquina achava-o fofinho e adorava-o também era o seu único amigo.Estavam os dois a conversar quando sentem alguém a pegar na janela e então “Chubby” agarrou-se muito bem à nossa amiguinha janelinha. Meteram-nos numa caixa e em seguida começaram a sentir o carro a andar. Chegaram à primeira casa e deixaram os papéis e as peúgas. Na segunda casa os nossos dois amigos saíram e ficaram guardados na sala de estar e todos os dias o menino daquela casa brincava com eles.

Trabalho realizado por: Diana Caracol Dinis - 10 anos (ddinis.2002@gmail.com) Raquel Arsénio Batalha -11 anos

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma pedra colorida, que se chamava Petra. A Petra era uma pedra verde, de uma coleção do avô do rapaz que aprendeu a voar. Um dia a Petra perdeu-se e foi parar a uma terra desconhecida onde havia muitas pedras coloridas e foi perguntar a uma pedra roxa onde estava: — Onde estou? — perguntou ela. — Estás em Pedrania. — disse a pedra roxa. A Petra ficou surpreendida por os habitantes serem iguais a ela. Certa altura apareceu uma pedra vermelha que lhe disse: — Como te chamas? — disse a pedra vermelha. — Petra e tu? — disse ela. — Pedroso. Queres ir visitar a rainha das pedras? — Disse ele. — Sim! — disse ela. E lá foram eles ver rainha; no caminho viram as Torres Petronas, a Ponte Pedregulho e a cascata das pedras. Quando entraram no palácio da rainha a rainha perguntou: — Quem é essa pedra Pedroso? – disse ela. — É a Petra, ela pode ficar cá? – disse ele. — Claro! — Desde aí, Petra e seus descendentes moraram sempre em Pedrania.

Trabalho realizado por: Carolina Almeida Cintra - 10 anos (cintrinha.carol@gmail.com) Guilherme Filipe Coutinho Vilela Braz - 10 anos (rogerio.paulo.braz@gmail.com)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma peúga muito simpática que tinha quatro-olhos, uma perna e um braço. Essa peúga estava sempre muito contente, mas ninguém se diverte sem amigos, então resolveu convidar a pedra colorida, o papel enrugado e a janela ao contrário e resolveu fazer uma festa. Essa festa era especial porque só podiam ler livros de coleções do avô que participava no livro: «O rapaz que aprendeu a voar». Como por exemplo: A coleção de janelas, a coleção de papel enrugado, a coleção de pedras coloridas e a coleção de peúgas. Estas são umas das muitas coleções do avô. Na festa dos especiais objetos que estão vivos em carne e osso, houve um pequeno problema, os amigos objetos arrancaram as folhas dos livros que se iam ler e por causa disso estiveram a festa toda a juntar as folhas e assim fizeram novos livros bem engraçados, como por exemplo: «A flor mágica». E assim ficaram feitos grandes e felizes livros.

Trabalho realizado por: João Afonso de Azevedo Pires - 11 anos (Minisuga98@hotmail.com) Rodrigo Baptista Henriques Sirgado - 10 anos (Imperia5505@hotmail.com)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Maria Albertina, a peúga mal-cheirosa Era uma vez uma peúga que se chamava Maria Albertina, cheirava tão mal, tão mal, tão mal, que ninguém gostava dela. Na escola era posta de parte porque os amigos vaidosos odiavam-na. Certo dia, uma das peúgas, chamada Vaidosometra, que a odiava, estava prestes a cair para um poço muito fundo. Maria Albertina agarrou-lhe na parte da sua “cabeça” e puxou-a para cima, salvando-lhe a vida. Quando poisou as suas botas de salto alto que tinha comprado em saldos na loja mais cara de Londres, Vaidosometra virou costas e seguiu em frente. Maria Albertina olhou-a com uns olhos de “o quê? Eu salvei-lhe a vida e ela vira costas e nem me agradece!?”. Maria Albertina foi dizer ao seu namorado o que tinha sucedido dizendo: — A Vaidosometra não me agradeceu!! E o namorado foi ao pé da Vaidosometra e diz: — Olha, podes não agradecer a toda a gente menos à minha namorada estás a ouvir?? E a Vaidosometra respondeu: — Eu não lhe agradeci porque ela cheira mal!! A Maria Albertina tomou banho e encheu-se de perfume, chegou ao pé da Vaidosometra e disse: — Agora já não cheiro mal! Se fazes favor agora agradeces-me! Podias ter morrido sabias? E a Vaidosometra agradeceu e afirmou que só não era amiga dela porque ela cheirava mal. Por isso ficaram amigas e nunca mais se vão separar!

Trabalho realizado por: Inês Galrão Gregório – 10 anos (ines02@sapo.pt) Marta Filipa Pereira dos Santos – 11 anos (martafps@sapo.pt)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O postal de ouro Era uma vez um postal chamado Bartolomeu, mas não era um postal qualquer porque era coberto em ouro. Ninguém gostava dele porque tinham todos inveja dele, pois tudo o que ele fazia era perfeito. Certo dia, um menino chamado Daniel encontrou o postal perdido na rua, e disse: — Que postal tão bonito, vou levá-lo para a minha coleção! — Porque tu me queres levar?-perguntou o postal. — Porque és banhado de ouro. -disse o Daniel. — Ninguém gosta verdadeiramente de mim, apenas gostam do que vêm por fora. – disse o postal. — Não interessa! Assim aproveito e vendo-te a um amigo muito conhecido. –afirmou o menino. O Daniel pegou no postal à força e levou-o para casa. De seguida, telefonou ao amigo e fez-lhe uma oferta: — Queres um postal de ouro? — Claro que sim! – exclamou o amigo. Daniel levou o postal a casa do seu amigo. Quando o amigo viu o postal, ficou admirado. O postal, pouco a pouco, foi perdendo o seu doirado. Mas o amigo do Daniel não se importou muito com isso, porque não gostava apenas da parte exterior do postal, mas também gostava da parte interior. O postal quando ficou a saber disso ficou super, híper, mega contente e fez um pedido ao menino: — Podes encontrar mais postais? — Sim, claro! Desde de que te conheci vi, que os postais são especiais….— disse o amigo. O amigo foi em busca de mais postais, para fazer uma coleção. E assim fez a sua primeira coleção. Todos ficaram alegres!

Trabalho realizado por: Maryana de Oliveira - 11 anos (maryana.08@hotmail.com) Érica Filipa Lourenço Pereira - 10 anos (ericafilipalp@hotmail.com)

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Peúga Custódia Era uma vez uma peúga chamada Custódia. Num dia a Custódia foi calçada, para ir para a escola. Ela aprendeu a ler, escrever, as consoantes e as vogais. No último dia de aulas. Quando foi contar às suas amigas, ela disse: — “Peúgem-se” de inveja, eu sei ler e escrever e vocês não! — E depois, aposto a minha vida de peúga que isso é mentira! — disse a Ambrósia, a peúga rival, com ar de convencida. Logo de seguida Custódia mostrou o que tinha feito e as peúgas, todas admiradas, começaram a “peúgarem-se” de inveja com tanta sabedoria e tanto estilo que Custódia tinha. No dia seguinte, quando Custódia ia saindo de casa, olhou para a sua peúga “direita” e viu um “PEÚGÃO”, ficou logo apaixonada por tanta beleza. A partir desse dia não conseguia concentrar-se com tanta distração só de o ver, nem conseguia comer o chulé direito. Passado uma semana, por mais que tenha tentado concentrar-se, não conseguia esquecê-lo e tentando descobrir o seu nome. Nesse mesmo dia lembrou-se que a maneira mais simples de saber o nome era perguntar-lhe e então perguntou-lhe: — Olá eu sou a Custódia, como te chamas? — Eu chamo-me Alfredo, e venho da Suécia. E tu de onde vens? — perguntou ele. E ela respondeu: — Eu venho do armário das meias do menino que nos está a calçar. Passados alguns dias, eles já se conheciam bem e começaram a namorar e viveram felizes para sempre e tiveram muitas peuguinhas fofas.

Trabalho realizado por: Filipa Bryant-Jorge de Miranda – 11 anos Maria Constança Fernandes Mina Antunes Farinha – 12 anos

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5.º A


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A gravata favorita do avô

Esta gravata era a favorita do avô, porque era vermelha, verde, azul e amarela, as cores favoritas dele. Esta gravata tem cem anos e veio do México e foi usada pelo Eusébio, em 1975. O Eusébio era o jogador favorito e grande amigo do avô, o avô também jogava no SL Benfica. O Eusébio ofereceu-lhe esta gravata e esta ficou na sua casa em coleção. E o avô começou a fazer uma nova coleção, a coleção das gravatas.

Trabalho realizado por: Francisco Ventura Mendes - 11 anos (ciscovmendes@gmail.com) João Vidigal Filipe Coelho - 11 anos (joao.vidigal.02@hotmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A coleção das gravatas Era uma vez umas gravatas que ficavam todos os dias à espera de serem utilizadas. Certo dia uma delas foi utilizada. Ela era muito colorida e tinha muitas bolinhas de cores alegres. Toda a gente queria comprá-la mas ela era a última da coleção. O gerente, como era simpático, disse que ele podia fazer outras iguais só precisava que lhe dissessem as cores. E no dia seguinte o gerente já tinha as gravatas feitas. Mas as cores ficaram um bocado desfocadas e ele teve que ir fazer de novo as gravatas, porque as máquinas estavam avariadas. Então ele decidiu fazer à mão… demorou quatro dias e mais duas horas. No dia seguinte ele já tinha feito as gravatas e ele foi a todas as casas. E assim o gerente conseguiu fazer todas as suas gravatas.

Trabalho realizado por: Mariana Albuquerque F. N. Rebocho - 11 anos (mariana.rebocho@hotmail.com) Patrícia Gamboa Pires – 11 anos (tichagamboa@hotmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A coleção das gravatas

Era uma vez um avô que colecionava várias coleções e hoje vamos vos falar da coleção das gravatas. Ele tinha gravatas com baleias, com rochas coloridas, com qualquer tipo de bolas, até tinha gravatas com gravatas desenhadas! As gravatas, quando o avô ia dormir estas, saiam da sua caixa e iam brincar, saltar e desenhar outras gravatas para o avô usar. Certo dia, o avô disse ao neto: — Quando morrer as gravatas vão todas passar para ti. E assim, as gravatas, passaram de geração em geração. E esta é a história da coleção das gravatas.

Trabalho realizado por: Martim Palmeirim Veiga Fonseca – 11 anos (martimveigadafonseca@gmail.com) Diogo Germano – 11 anos (diogosanano@gmail.com)

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11 / junho /2013

5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A meia mal cheirosa do Avô Numa lavandaria, todas as meias eram lavadas na máquina, exceto uma meia que se chamava Peuguinha. Essa meia não conseguia ser lavada pois todas as vezes que ia à lavandaria, saía de lá sempre a cheirar mal e suja. Todas as meias troçavam dela porque não saía da lavandaria com aquele cheirinho de lavanda. Nesse dia, quando o avô foi buscar a sua coleção de meias, viu que a Peuguinha se sentia triste, já mais de uma vez ela tinha saído de lá mal cheirosa. — Pioguinha, o que é que se passa contigo? — interrogava, preocupado o avô. — Todas as tuas meias troçam de mim, só porque eu não saio bem cheirosa da lavandaria! — exclamava, triste a Peuguinha. Eles falaram sobre o assunto e resolveram que um dia destes as meias não iriam à lavandaria, ficando mal cheirosas como a Peuguinha. Assim foi, num sábado bonito para ir à lavandaria, as meias ficaram em casa fechadas com um odor horrível. Quando a Peuguinha chegou da lavandaria, vinha bem cheirosa, porque tinha feito um tratamento especial. — Então não gozas connosco? — disseram elas aborrecidas em coro. — Só não gozo convosco se vocês não gozarem nunca mais comigo. — respondeu a Peuguinha. E assim houve justiça entre a Peuguinha e as outras meias!

Trabalho realizado por: Tiago Gonçalves Faustino – 11 anos (tiagofaustino27@sapo.pt) Leonardo Malhoa Abreu – 11 anos (leonardomalhoaabreu@gmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As gravatas do Avô O Avô tinha muitas gravatas mas eu vou contar uma história de uma delas. Esta gravata tem uma história muito engraçada. O Avô usava a gravata todos os dias quando ia trabalhar e os seus colegas achavam muita graça porque a gravata era aos quadrados e retângulos. Um dia quando ia para o trabalho a gravata rasgou-se e o avô ficou muito triste e meteu-a no caixote das gravatas que o avô dizia que era a caixinha das gravatas. Mas o avô no dia seguinte encontrou uma gravata igual à outra mas não a comprou pois a outra tinha muita história e aquela era apenas uma gravata. E desde esse dia o avô passou a usar outra gravata.

Trabalho realizado por: Tomás Marchante Jorge – 11 anos (tomascaramelo2002@gmail.com) Ana Margarida Lopes Esteves – 11 anos (célia.santos.esteves@hotmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As gravatas do avô Num dia de outono com céu coberto de nuvens, numa casa rústica, vivia um avozinho muito engraçado e muito querido, que tem uma coleção de gravatas. Ele tem gravatas aos quadrados, aos triângulos, às bolas, com imagens, sem imagens… Certo dia, o avozinho foi convidado para um jantar muito requintado, de uma família muito sua amiga. Ele queria levar a sua gravata nova, mas não a encontrava e foi procurá-la até à hora do jantar. O avozinho finalmente encontrou-a , mas quando olhou para o seu relógio de pulso reparou que já estava atrasado. Acabou por levar a gravata com um fato de treino porque estava atrasado. Então ele teve sorte porque o jantar tinha atividades de educação física. Assim ele ficou mais descansado.

Trabalho realizado por: Samuel Roque Morais – 11 anos (samumboss@gmail.com) Diogo Alfredo Silva Simões – 11 anos

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As meias e as gravatas O avô, tinha várias coleções: coleções de meias, gravatas, ideias, pedras e muitas mais coisas. Certo dia pela manhã, uma meia muito velha já meia rota da coleção do avô levantou-se e gritou para as outras meias ouvirem: — Bom dia amigas meias, hoje vamos ter com as nossas amigas gravatas, a nossa amiga Sacha convidou-nos para irmos lanchar ao seu “cantinho”. Levaram muito tempo a arranjarem-se e já eram dezassete horas. — JÁ SÃO 17:00 HORAS TEMOS QUE IR EMBORA !!!!-Exclamou a meia mais velha da coleção, a Leila. Foram elas, as meias, em filinha indiana, uma de cada cor, de cada tamanho e de cada feitio saindo do livro de meias coloridas. — Boa tarde amigas gravatas, desculpem pelo atraso, houve aqui gente que foi um BOCADINHO lenta… — disse a Leila, apontando para as meias mais novas e entrando no livro verde de gravatas. — Não faz mal, amigas meias, agora vamos lanchar? – perguntou a gravata chefe. — Sim então vamos lá!! — exclamou umas das meias mais novas.

Trabalho realizado por: Luana Cáudia Gomes Duarte – 12 anos (luanad@live.com.pt) Ana Margarida Isidoro Crucho – 11 anos (siul0128@gmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O papel especial Num dia de primavera, um papel colorido esvoaçava até que pousou num jardim, era o jardim mais bonito da cidade, pois era bem tratado e tinha muitas flores. O Sr. José, era quem tratava o jardim, era já um senhor de idade, mas muito simpático, experiente e bastante conhecido. Quando o Sr. José chegou ao seu jardim encontrou um papel colorido e este disse-lhe «olá». O Sr. José ficou muito surpreendido por ele falar e exclamou: — Mas… mas… tu falas? Respondeu o papel: — Sou um papel especial! Esta é a história de um papel especial e de um senhor que se tornaram muito amigos pois o Sr. José, quando encontrou o papel, teve a ideia de fazer uma coleção de papéis coloridos.

Trabalho realizado por: Bruna Abrantes Soares – 11 anos (bsoares02@gmail.com) Luísa Marchante – 11 anos (luquiterio@sapo.pt)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A Pedra Era uma vez uma pedra de um avô chamada Mariana. Numa manhã de sol, o avô ia plantar as suas alfaces, mas de repente, olhou para o chão e viu uma linda pedra. O avô levou a pedra para casa, limpou-a e repousou-a em cima do lenço e ela de repente falou: — Olá! Eu sou a Mariana. Como é que te chamas? — Eu? Sou o avô Manuel. Eles continuaram na conversa durante umas horas, até que se consideraram os melhores amigos. O avô, como sabia voar, perguntou à pedra Mariana se queria aprender a voar. Ela muito feliz disse que queria aprender a voar. Depois de se equiparem, começaram os treinos, mas como ela era muito pesada era muito difícil. O avô, como era muito esperto, soube logo o que fazer. Arranjou duas asas de penas (que estavam no chão) e colocou-as na pedra Mariana. E passadas umas horas, a pedra Mariana já sabia voar e planar. O avô Manuel perguntou se queria jantar e viver lá. Ela aceitou muito contente porque já não ia dormir na rua. O avô perguntou o que é que a pedra Mariana queria comer e ela respondeu que queria comer almôndegas com esparguete. A seguir, ao jantar a pedra Mariana e o avô foram dormir e viveram felizes para sempre.

Trabalho realizado por: Alexandre José F. Alpendrinho – 11 anos (alexandre.alpendrinho@hotmail.com) Simão Filipe Costa – 11 anos (simaocosta-02@hotmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um livro Era uma vez um livro que estava numa feira à espera de um companheiro para o ler. Nesse livro falava sobre um menino que queria aprender a voar. Ninguém queria comprar o livro porque toda agente achava uma parvoíce. No dia, seguinte um senhor comprou o livro para por na sua coleção de livros. Quando chegou a casa, viu que o seu neto estava no seu gabinete. Enquanto o senhor comia, estava a ler o livro que tinha acabado de comprar. No início do livro, o senhor começou a admirar-se porque todas as coleções de que falava o livro eram as coleções que ele tinha. Ele foi ao seu gabinete lá espreitar e viu que o seu neto estava a ler um dos seus livros. Então o senhor ofereceu o seu livro ao neto e o neto ficou muito feliz.

Trabalho realizado por: Ana Sofia Heitor Bernardino – 11 anos(ashb01@live.com.pt) João Pedro Salgado Dias – 11 anos (joao_salgado_dias@hotmail.com)

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5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um Livro Era uma vez, numa casa antiga, um avô já com uma certa idade, fazia coleção de janelas. Havia vários tipos de janelas: janelas que abriam, que fechavam, que saiam, que entravam e que ficavam de pernas para o ar. Das janelas que abriam vemos montanhas, vales, um lindo lago, uma quinta cheia de animais. Das janelas que fechavam vemos a casa por dentro. As janelas que saiam iam para festas, para praias… As janelas que entravam iam, para a casa. E as que ficavam de pernas para o ar viam todo ao contrário. E o avô ficava tão feliz que até ficava sem palavras descrever a felicidade. No fim de tudo o avô ficava feliz por ter janelas mágicas.

Trabalho realizado por: Marcella Oliveira Silva – 12 anos (marcellasilveira18@hotmail.com) Mariana Olas Saraiva – 11 anos (mariana_saraiva_1@hotmail.com)

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11 / junho /2013

5.º B


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A peúga Era uma vez uma peúga chamada Beatriz. Ela era colorida às bolinhas amarelas, tinha cabelo loiro com uma fita roxa. A Beatriz vivia numa casa pequena mas aconchegada , com a sua irmã Marta que era morena e colorida como a Beatriz. Um dia elas partiram para uma descoberta à floresta da Amazónia (Brasil). Beatriz e Marta eram daquele tipo de irmãs que nunca se chateavam, então concordavam sempre com a opinião duma da outra. Quando chegaram ao Brasil encontraram uma coisa fora do normal, era um mapa de alguém que devia de estar perdido. Nisto quando passaram ao pé do rio havia uma voz aguda a dizer: - SOCORRO!! Preciso de ajuda.  Mal ouviram este pedido de ajuda Beatriz e Marta tentaram perceber onde estava a voz que as estava a chamar. Quando foram ver, era um dos seus amigos O PINÓQUIO, pois o pobre coitado também ia numa aventura idêntica à delas, mas por azar tropeçou numa pedra e acabou por cair e afogar-se. Beatriz e Marta não pensaram duas vezes e decidiram ajudar o PINÓQUIO da seguinte maneira: Marta começou por apanhar num pau para ele se apoiar e a Beatriz foi buscar o kit de primeiros socorros. Todos decidiram que deviam continuar a descoberta todos juntos. Ficaram todos amigos para sempre ☺

Trabalho realizado por: Marta Monteiro Gomes – 11 anos (marta_mg_02@sapo.pt) Beatriz Isabel Duarte – 10 anos (bea.faneco@live.com.pt)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A camisa Turbulenta e o avô Zangão Era uma vez uma camisa chamada Turbulenta. A camisa era azul da cor do mar com riscas suaves cor de um pequeno raio de sol. A Turbulenta vivia numa casa feita de um papelão fino e macio, e todos os dias ela ansiava ser escolhida para a toalete do avô. Um certo dia o avô Zangão estava a preparar a sua toalete mas estava um pouco confuso com o que iria vestir para o seu jantar em família que se realizava todos os anos, em que todos os membros da família se juntavam em sua casa. Então o avô Zangão disse: — Camisa azul com riscas amarelas ou camisa verde com riscas brancas, eis a questão? O avô Zangão estava tão indeciso que optou pela verde pois o seu amado clube era o sporting e a cor de origem era verde e branca tal como a camisa. A Turbulenta ficou na solidão de uma velha caixa amarrotada e apenas pensava quando poderia sair daquela velha caixa e mostrar a sua beleza ao mundo. Chegada a hora do jantar, o avô Zangão ao levar o vinho escorregou num pequeno ladrilho da sua cozinha e ao escorregar, o vinho tinto que já se encontrava meio aberto derramou-se na sua camisa. E o avô voltou ao sótão e rapidamente pegou na camisa azul e vestiu-a. Ao chegarem os membros da sua família o avô estava tão elegante que disse: — Foi uma decisão difícil mas valeu a pena o esforço porque até fiquei bem jeitoso! Pós de perlimpimpim a história da camisinha chegou ao fim.

Trabalho realizado por: Carolina Santos Amaro – 10 anos (carolina.santos1235@hotmail.com) Inês Neves – 11 anos

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A meia e o avô Era uma vez uma meia que pertencia a uma das coleções do avô. Ela chamava-se Selina, tinha 16 anos, o seu passatempo favorito era jogar basebol. Ela adorava ir para o campo jogar com os seus amigos. Ela tinha um avô de que gostava muito mas um dia ele desapareceu e nunca mais o viu e ela aos poucos e poucos ia perdendo o interesse pelo seu desporto favorito. O avô tinha uma grande coleção de: -Meias -Cachecóis -Papeis de vários tipos -Janelas Então um dia a Selina foi a casa do avô, mas a casa estava vazia já há muito tempo… Ela tentou descobrir um vestígio para onde o avô tinha ido. No meio das coleções do avô, ela encontrou vários aviões de papel: — Como estão aqui muitos aviões de papel, se eu voar num, pode ser que eu vá parar onde o meu avô está. Então pôs-se no avião, pôs o avião na fisga e voou à procura do seu avô. Quando aterrou, estava lá o seu avô. Deram um abraço ficaram ali a viver para sempre.

Trabalho realizado por: Gonçalo Fonseca Pereira - 11anos (goncalo-pereira96@hotmail.com) Rodrigo Ricardo Brás - 11 anos

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A mesa das coleções Era uma vez uma mesa que adorava as coleções do avô, mas principalmente adorava a coleção dos livros do avô. Mas a coleção do avô não estava completa, faltava-lhe um livro, esse livro chamava-se ´´O rapaz que aprendeu a voar``. Ela queria mesmo muito esse livro para agradar ao avô, por isso resolveu ir procurá-lo na loja do cata-livros, mas disseram-lhe que o livro estava esgotado, por isso ela resolveu ir procurá-lo na arrecadação do autor do livro (Alexandre Honrado), mas como o autor era muito famoso, vendeu os seus livros todos do rapaz que aprendeu a voar. Então ela escreveu uma carta ao autor do livro a perguntar se ele poderia fazerlhe outro. Passados dois dias, ele respondeu a dizer-lhe que dentro de uma semana o livro chegaria a sua casa. Ela estava tão feliz por acabar a sua coleção de livros, que até deu uma festa.

Trabalho realizado por: Henrique Leal Santos Rosa - 11 anos (hls_r@hotmail.com ) Rodrigo Henriques Correia - 10 anos (rodrigo.h.correia@gmail.com )

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A Pedra Abandonada. Era uma vez uma pedra muito colorida que estava numa coleção. Um dia o seu dono estava a organizar o seu quarto, quando encontrou a coleção das suas pedras coloridas pegou numa pedra e disse: — Esta pedra já é velha e eu nunca gostei muito dela. — Então porque é que me apanhaste? — perguntou a pobre pedra. — Sei lá, apetecia-me e agora já não te quero — dizendo isso deitou-a no lixo. Passavam dias, semanas, meses e até anos mas ninguém a viu. Um belo dia uma rapariga chamada Raquel apanhou-a. — Pobre pedra, alguém deve ser mesmo doido para deitar fora uma pedra tão linda! — disse a Raquel, apanhando a pedra. — Estive aqui tantos anos e finalmente alguém reparou em mim. A Raquel levou a pedra para a sua casa e limpou-a com panos suaves, a pedra estava tão contente, tão contente que nem podia acreditar no que se andava a passar. Passavam anos e a pedra ainda estava ao pé da Raquel, a Raquel já estava mais velha, podemos dizer idosa, mas nunca se esqueceu da sua pedra maravilhosa. Até hoje a Raquel e a pedra estão a viver juntas.

Trabalho realizado por: Alessandra Cerys Stockdale - 11 anos (fairyseeker@btinternet.com ) Izabela Kiedrowska - 12 anos (Izabelakiedrowska9@wp.pl )

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A meia viajante

Era uma vez uma peça de coleção da coleção do avô, chamava-se Joana, a Joana era uma velha peúga. A Joana pertencia a avó do avô, era a sua meia favorita, andava todas as semanas com elas. A Joana amava a sua dona, a Joana era muito emocionada e chorona. Chegou a altura de arrumar a meia numa caixa velha e suja. Então no meio daquelas meias todas, a meia da avó era desconhecida, mas era especial na mesma Chegou a hora em que aquelas meias estavam fartas de estar na aquela caixa, então decidiram sair da caixa e explorar o mundo. Começaram pela China e conheceram as tradições Dali a oitenta dias, conheceram o mundo inteiro e as diversas tradições.

Trabalho realizado por: Samuel António S. Cristóvão – 11 anos (Samuel_cristovao_2002@hotmail.com) Tiago António Domingos Pedroso Timóteo – 11 anos

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Desafio: Coisas que falam

História de um livro Era uma vez um livro cujo titulo era “O menino solitário” e que tinha vida. Um dia o avô Manel foi à sua biblioteca e escolheu alguns livros, mas não escolheu o livro do menino solitário porque ele achou que não era interessante. Por isso deitou-o para a rua. Aí o livro ficou ofendido, mas não desistiu. Levantou-se (porque tinha vida) e bateu à porta. “PUM PUM PUM” O avô Manel abriu a porta e o livro aproveitou para entrar para dentro de casa. Quando já lá estava dentro apanhou rapidamente numa caneta e numa folha e escreveu : — Abre este livro e lê-o , se gostares dele junta-o à tua coleção de livros antigos e interessantes. Aí o avô Manel abriu o livro e leu-o com muita atenção e carinho. Quando ele acabou de ler foi juntá-lo à coleção dos livros antigos e interessantes. Ele ia-se e embora, quando ouviu um barulho. Ele virou-se e viu o livro que tinha posto na sua coleção estava em pé no chão. Aí ele perguntou-lhe como é que ele tinha ganho vida. O livro respondeu calmamente que era mágico. O senhor, como já era muito sábio, não se assustou, apenas perguntou se o livro podia contar-lhe a sua história . O livro respondeu que... CONTINUA...

Trabalho realizado por: Miguel Viveiros Albuquerque – 11 anos (miguelalbuquerque@gmail.com ) Abel Tiago Pereira – 10 anos (abeltiagopereira@live.com.pt )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O Serafim

Era uma vez, um pedaço de papel enrugado da coleção do avô. O pedaço de papel um dia decidiu dar vida a um outro objeto, uma pedra. A pedra sentia-se pesada, viva e muito feliz pela sua vida nova de pedra, ela agora podia sentir, podia falar e podia brincar ou seja a pedra neste caso era um ser vivo. O nome que o pedaço de papel deu à pedra foi Serafim. O pedaço de papel tinha muitas aventuras com a pedra, percorriam toda a casa... Só faziam asneiras como: saltar no sofá, partir a cama, partir janelas e a loiça. Eles conheciam todos os cantos da casa porque passavam lá todos os dias, eles não tinham escola ou seja a vida era muito divertida, passavam o dia a brincar. Um dia precisaram de saber uma conta de matemática mas como não tinham andado na escola não a sabiam fazer. Queriam ir às compras mas não sabiam contar o dinheiro para levar. Estavam-se sempre a lamentar por não andarem na escola mas quando tiveram hipótese não quiseram porque era uma seca e preferiram divertir-se e ficar em casa. Agora querem ir para a escola mas está a ser muito difícil entrar.

Trabalho realizado por: João Pedro Martins Silva D. Rolo – 10 anos (ricardo.coelho2002@gmail.com ) Ricardo Miguel Machado Coelho – 11 anos (joao_10_rolo@hotmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O Chapéu Forever Alone Um dia o chapéu Gervásio estava a dormir, e sonhou: Ele estava na cabeça do avô, será que era careca, será que era cabeludo? Bem na verdade ele precisava de uma limpeza, porque não era utilizado há anos. Ele acordou, foi lavar os dentes, pentear-se, vestiu-se e aperaltou-se. Pensou: — Porque é que eu não tenho amigos? — Porque não tomas banho, não achas?! – disse uma voz estranha. — Pois, isso é verdade mas agora eu tenho uma dúvida, porque sonhei com o avô? Responde! E a voz desapareceu, foi-se, PUFF. * — Posso jogar à bola com vocês? — Claro que podes! Já não cheiras mal como antes, sabes que mais? — Diz … — Falaste-me daquela voz de há bocado… Já descobriste de quem era? — Sim, era do falecido avô, ele usava-me diariamente, mas agora eu pertenço ao “Rapaz que aprendeu a voar”. — Bem eu também era de uma coleção do avô. Dos livros, eu guardo aqui muitos segredos dele. — Vais-me contar se tem alguma coisa sobre mim? — Não posso, fiz uma promessa … — Adeus! Não pude jogar mas agora falámos sobre o avô. Obrigado.

Trabalho realizado por: Luís Miguel Grejdieru - 11 anos (megapowerl_07@hotmail.com ) Pedro Miguel Jorge Maia –11 anos (pedromaia154@hotmail.com)

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O livro que aprendeu a descobrir Era uma vez um livro que queria descobrir para além do mundo. Na sua viagem descobriu pedras coloridas: azuis, rosas, vermelhas, douradas, verdes e muitas outras muito bonitas, em França. O livro foi fazer uma jarra de porcelana, na China. Na Polónia encontrou uma menina chamada Isabela que lhe mostrou as festas tradicionais da Polónia. De seguida foi para a Moldávia e conheceu um menino chamado Luís que lhe mostrou os belos campos. Passado algum tempo foi visitar o seu avô, que tinha muitas e muitas coleções. Depois de ver todas as coleções quis seguir o exemplo do avô. E reparou que tinha feito tantas viagens e que podia fazer tantas, mas tantas coleções, que se ia divertir .De seguida foi pedir ajuda ao avô. De seguida foram fazer uma coleção de jarras, muito coloridas. Quando acabaram de fazer as coleções, foram jantar! Esse dia foi espetacular pois o livro tinha aprendido grandes coisas.

Trabalho realizado por: Marta Rodrigues Pinto – 10 anos (marta09pinto@gmail.com ) Raquel Castro Osório – 10 anos (raquelosorio02@hotmail.com )

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O rapaz que aprendeu a voar

Era uma vez uma gravata que valia muito para o avô como as palavras mágicas que o animavam e às vezes o faziam chorar. A gravata era a mais preciosa que ele tinha, pois ele quando ia sair levava-a sempre e quando ia almoçar fora tirava-a sempre para não a sujar. Quando o via com a gravata, o seu neto dizia que lhe ficava muito bem e o avô agradecia-lhe por o achar dela. — Esta gravata é a minha favorita — disse ele. Ele gostava de outras gravatas, como a de riscas vermelhas e brancas. Passados alguns anos ele deu a gravata ao seu neto porque já estava a ficar velho. Para ele a gravata era como fosse todo o ouro do mundo. Porque para ele a gravata tinha muito valor sentimental, ela já era muito velha por isso guardou-a, e nunca a deitou fora. E quando o seu neto teve filhos mostrou-a e eles sempre tiveram respeito pelo seu bisavô.

Trabalho realizado por: Bernardo Filipe Gaspar – 10 anos

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5.º D


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A pedra que aprendeu a voar Era uma vez uma pedra que tinha o sonho de voar, mas não conseguia porque não tinha asas para poder voar. Um dia, a senhora pedra estava na sua casa a pensar como iria voar. Ela estava à procura de folhas para aprender a voar, mas não estava a encontra-las, porque havia um senhor que pegou fogo à floresta e assim as árvores ficaram sem folhas. Ela queria ajudar a floresta e tinha que plantar as árvores, mas as árvores demoravam muito tempo a nascer. Ela decidiu que tinha que matar um zombie porque o zombie tinha um produto que fazia crescer as plantas mais depressa. Ela matou o zombie e foi logo despejar o líquido na árvore que tinha plantado. Ela tirou duas folhas e começou a voar finalmente.

Trabalho realizado por: Alfredo Miguel Quartin Carvalho – 11 anos (alfredomqcarvalho@sapo.pt) Francisco Maria Amaral Carrilho – 11 anos (franciscomariacarrilho@gmail.com)

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5.º E


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A pedra Silly Era uma vez uma pedra colorida, que se chamava Silly. Essa pedra estava na coleção do avô. Num dia de sol, a Silly saiu da caixa da coleção do avô, abriu a janela e foi acampar para as montanhas mais altas do mundo. Falou com os donos do acampamento para saber onde ia ficar durante as férias, eles disseram que a Silly ia ficar numa casinha de madeira. Ela foi ver se gostava da casinha de madeira, durante algum tempo olhou para a casa e adorou, entrou e viu uma pedra vestida de empregada e achou que ela seria má. A Silly perguntou à empregada como é que ela se chamava, ela respondeu: — Chamo-me Didi e sou a tua empregada doméstica, vou servir-te quando precisares de mim. — Que boa amiga que tu és, eu achava que tu eras muito má. Passados alguns dias, a Silly acordou com dores de cabeça, chamou a Didi e ela deu-lhe um comprimido, para ela se sentir melhor. Ela tomou o comprimido e passado algumas horas a Silly sentiu-se melhor . A Didi e a Silly foram passear pela montanha. No fim do dia foram para casa jantar. A Silly pediu à Didi que lhe fizesse o jantar, ela disse: — Não tenho comida que chegue para as duas, então temos que ir jantar fora. Foram jantar fora e gostaram muito.

Trabalho realizado por: Inês Alexandra Mota Parente - 11 anos (inesparente8@hotmail.com) Laura Alexandra Rodrigues Teotónio - 11 anos (laualexteo@gmail.com)

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5.º E


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As pantufas mágicas do Avô

Um dia o menino foi a uma loja e comprou umas pantufas para o Avô com todas as cores do arco-íris. O que o menino não sabia era que as pantufas ganhavam vida, à noite. Nessa altura, as pantufas saíram do quarto do Avô e foram ver onde é que estavam as suas outras coleções, para as conhecer e para se juntar e criar uma nova coleção, de pantufas. Quando o Avô se levantou para ir ao sótão ver as suas coleções, reparou que as pantufas já não estavam como dantes, em cima da carpete (no quarto). Entretanto, o Avô ouviu um barulho, vindo do sótão, de um objeto a cair e a partir-se. O Avô subiu as escadas e foi ver o que era. Abriu a porta e reparou que as pantufas lá estavam, no sótão, e tinham vida. Desde aí era a única pessoa a percebê-las e a tê-las e deram-se sempre muito bem.

Trabalho realizado por: José Pedro Silva Santos Mendes Dias - 10 anos (josepedro15dias@gmail.com ) João Rafael Paulino Santos Cardoso - 10 anos (jrafael52@gmail.com )

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5.º E


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Desafio: Coisas que falam

Dois postais com vida Era uma vez um postal com vida que achava que ser único era giro pois assim dava nas vistas até que um dia tentou falar com um menino que o via andar. Mas por mais que tentasse não conseguia até que começou a pensar: — Será que fala outra língua, ou não gosta de falar ou será que é mudo? Não sei. Mas se não consigo falar com ele e os outros conseguem, vou procurar um postal e vou dar-lhe vida e ensinar-lhe a falar. Depois olhou para o lado e corréu até uma caixa de correio e entrou lá para dentro e completou o seu objetivo

Trabalho realizado por: Alexandre Manuel Miranda Caldeira – 11 anos (alexandre.tete@sapo.pt)

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5.º E


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A gravata que ganhou vida Era uma vez um mago que vivia num castelo e que tinha muitas gravatas. Ele estava a lançar um feitiço para dar vida a um objeto inanimado. Quando ia lançar o feitiço, o seu corvo atacou-o e o feitiço virou-se contra uma gravata. Essa gravata ganhou vida. Começou a andar e a falar.

Trabalho realizado por: Rafael Ramos Moreiras – 11 anos (rafael-moreiras@hotmail.com ) Diogo Miguel Ferreira Fonseca Carapeto – 12 anos (fisga200@hotmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez um papel enrugado Era uma vez um papel enrugado que vivia num castelo assombrado. O papel enrugado ouviu um barulho porque a certa altura chegaram uns turistas por volta dos dezasseis anos. O papel ficou tão possesso que decidiu ir ao armário das poções. — Sim, sim, sim, não, não, não, talvez, talvez, talvez… ele não conseguia decidir-se pela poção. Mas por fim ele decidiu em transformá-los em formigas. Então ele decidiu ir atrás deles mas encontrou o seu avô o verdadeiro.

Trabalho realizado por: Guilherme Filipe Crespo Lopes – 10 anos (ermehliug@gmail.com) Simão Alexandre A. Duarte Ferreira Freire – 11 anos (simao-freire@hotmail.fr)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A gravata A gravata da coleção do avô que era verde e com riscas brancas tinha muitas amigas. A gravata ganhou vida, ela era a representante das gravatinhas e era a mais gira. A gravata verde com riscas brancas também tinha amigas das outras coleções. Os amigos da gravata eram os livros, as janelas, pedras e papéis. A gravata era a mais importante porque o avô usava-a mais. As outras gravatas tinham inveja da gravata porque ela era meiga, gira, feliz, amiga, simpática… Mas as outras gravatas eram amigas das gravatas. O avô disse: — Eu gosto muito destas gravatas, mas gosto mais da verde com riscas brancas. O avô teve ideia de dar nomes às gravatas, à verde com riscas brancas, deu Sporting, à de azul e branco deu Porto, à de vermelho deu Benfica e à de vermelho e branco deu Braga.

Trabalho realizado por: Francisco Dantas da Nova - 11 anos (franciscodanova@gmail.com) Guilherme Batista Valente -11 anos (guilhermevalente01@hotmail.com)

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5.º E


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Uma vida de uma pedra colorida — A minha vida é muito chata, porque estou sempre quieta não saio do mesmo sítio. — disse uma pedra colorida. Um dia essa pedra foi levada por um menino chamado Gonçalo, a pedra ficou o resto da vida dela fechada no quarto do menino, porque ela era uma pedra muito rara, não havia mais nenhuma na cidade. Mas um dia, decidiu fugir porque já estava farta de estar fechada no quarto do menino. Quando estava a tentar fugir, ela foi pisada pelo irmão do Gonçalo que tinha sete anos , o irmão decidiu atirá-la pela janela fora, o Gonçalo ficou muito chateado quando soube disso. Ao tentar fugir outra vez, a pedra foi apanhada pelo Gonçalo, e ela disse-lhe: — Larga-me isto é uma prisão para mim, não faço nada estou farta de estar quieta. O Gonçalo ficou tão espantado que disse: — Tu és uma pedra colorida falante? — Sim sou muito falante gosto de falar com as pessoas, e agora já me podes deixar sair daqui!? — Sim podes mas nunca me esqueças. — Sim claro, nunca te esquecerei. Passado um mês, o Gonçalo encontrou a pedra sem dono no chão, apanhou-a e levou-a para sua casa e ela disse: — Obrigado por me teres apanhado na rua estava sozinha e já sentia a tua falta. O Gonçalo sentia a falta da pedra e a pedra também sentia a sua falta. E a partir desse dia ficaram os melhores amigos de sempre. O Gonçalo brincava com ela todos os dias até que decidiu levá-la para a escola. Os seus amigos gostaram muito dela e ela também gostou deles. A pedra gostou muito do mundo das pessoas.

Trabalho realizado por: Jorge Filipe Ramos Marques - 11 anos (Jorgefilipe2002@gmail.com) Miguel António Leitão Costa - 11 anos (micas_4ms@hotmail.com)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A peúga com vida A peúga amarela, Pivetona, a mal cheirosa do costume, sempre muito arrebitada, dava pulos de alegria por poder ter vida. Saltou da sua caixa e, de repente o ar ficou impuro, que já o estava no dia do desaparecimento do avô. Para ela a vida já não tinha importância, pois já não tinha com quem falar. De repente, ouviu uns suspiros e risinhos de um canto escuro e triste. A Pivetona lançava gritos e saltinhos de pavor. E gritava pavorosamente: — Como é que o canto mais triste deste quarto se tornou numa risalhada? Sem o avô isto tudo se tornou diferente, maluco, sem sentido… O avô faz muita falta. De repente uma janela saltou da cama. Uma brisa suave tocou na cara da peúga. — Finalmente cheira bem nesta casa! — exclamou, aliviada do seu nariz, a Janela Janelona. A Janela Janelona era grande e formosa, muito bem-educada. Tinha exatamente as cores do arco-íris. A Pivetona largou um pivete pelo tamanho da sua alegria. Logo correu e deu pulinhos de alegria, à volta dela. Passado um ano já tinham espalhado vida a todo o quarto, pois sonharam com o avô.

Trabalho realizado por: Sofia Margarida Gomes Leitão - 10 anos (sofiamgleitao@gmail.com) Mariana Duarte Rodrigues - 10 anos

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5.º E


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Desafio: Coisas que falam

As gravatas do Avô Era uma vez um avô que tinha uma coleção de gravatas. Um dia decidiu vestir uma, depois deu uma ao seu netinho. O seu neto gostou muito da gravata e agradeceu ao avô a gravata que lhe tinha dado. O neto foi bem educado e deu-lhe um abraço. A gravata era muito colorida e aos quadradinhos. O avô gostou de dar aquela gravata ao seu netinho porque era muito especial para ele, porque toda a sua família a usou. Se algum dia o neto deitasse aquela gravata fora, o avô e a sua família iam ficar destroçados. Então o neto, para não deixar o avô triste, vestiu sempre a gravata nas festas de família.

Trabalho realizado por: Bruno Alexandre Jubilado Guilherme – 11 anos (brunojubilado42@hotmail.com) André Almeida Pereira Ferreira – 11 anos (andref23@live.com)

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5.º E


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Desafio: Coisas que falam

As peúgas malcheirosas O avô tinha uma coleção de peúgas (meias), vermelhas, às bolinhas, amarelas, azuis… Numa manhã, quando entrou no supermercado, não sabia o motivo de tanta risota, depois reparou que se tinha enganado nas peúgas, uma amarela e a outra às bolinhas. Já farto de tanta risota, saiu a correr do supermercado. Quando chegou a casa, foi trocar de peúgas. Saltaram duas peúgas da gaveta, de diferentes cores, essas por sua vez, estavam muito chateadas pois nunca tinham sido utilizadas. O avô, mal as viu no chão, como eram as que estavam mais a mão, calçouas. As peúgas sentiram-se úteis, mas por outro lado preferiam estar na gaveta, pois lá não cheirava mal.

Trabalho realizado por: Beatriz Ramada Duarte Gervásio - 11 anos (beatriz.gervasio424@gmail.com) Catarina Lopes Gonçalves - 11 anos

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5.º E


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O livro do avô Quando o avô desapareceu o neto foi ver as coleções que ele tinha guardado. Depois pensou: — Quero voar! E o livro respondeu: — Eu também. — Mas quem é que falou? – Perguntou o rapaz. — Fui eu, o livro que estavas a ler. O rapaz ficou muito assustado porque nunca tinha ouvido um livro a falar. O livro disse: — Não te assustes, eu sei onde o teu avô está. Eu digo-te se me levares contigo a voar. — Então eu levo-te a voar até ao meu avô – respondeu o rapaz. Quando chegaram ao avô, ele ficou feliz.

Trabalho realizado por: Isis Rafaela Campos Rodrigues – 11 anos Cláudia Sofia Macedo Correia – 11 anos.

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5.º E


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Desafio: Coisas que falam

O Livro que tem Vida

Era uma vez, há muito tempo, um livro sem vida. Estava numa antiga prateleira numa velha casa. Há muitos anos que não era usado, porque a velha que lá vivia tinha morrido, ficando assim sem uso, acumulando uma grande camada de pó por cima. Um paupérrimo bibliotecário sem casa, estava à procura de coisas que lhe interessassem e encontrou uma casa sem dono. Entrou na casa e dirigiu-se à antiga prateleira porque ao longe tinha-se visto um brilho familiar. Aproximouse e era um maravilhoso, antigo e brilhante livro. Pegou nele e retirou a grossíssima camada de pó que estava a cobri-lo. Começou a lê-lo e reparou que tinha algo em especial. Passado algum tempo de leitura, o livro acordou depois de uma longa sesta. Na capa, os olhos abriram-se como o sol a nascer e a casa começou a ganhar cores alegres, as palavras esvoaçavam como as borboletas ficando assim com vida. O bibliotecário guardou-o ficando assim o livro mais feliz do mundo!

Trabalho realizado por: Duarte Afonso de Almeida - 11 anos (duarteafonsoalmeida@sapo.pt) David Ndrio de Carvalho - 11 anos (david@ilidh.org )

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5.º E


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Desafio: Coisas que falam

Uma pedra colorida Era uma vez, uma pequena pedra colorida que passava o dia sempre muito triste porque ninguém a colecionava. Um dia a pedra colorida estava a passear pela rua quando viu que uma outra pedra, que era azul, estava triste, então ela decidiu ir falar com a pedra azul. E perguntou-lhe: — Olá, também não tens amigos? — Não… então podemos ser amigas não achas? — Perguntou a pedra azul. — Sim, mas podes-me ajudar a fazer com que uma pessoa me colecione? — Sim. – disse a pedra azul. E as duas passaram a noite numa gruta. Ao amanhecer, a pedra colorida reparou numa coisa muito estranha, que a pedra azul não estava na gruta. De repente a pedra colorida ouviu uns ruídos da pedra azul a gritar pela pedra colorida. Então a pedra colorida reparou lá em baixo que era a pedra azul a dizer que estava um menino a querer colecionar coisas.

Trabalho realizado por: Sara Raquel Batista Silva – 13 anos (sara_rb_silva@sapo.pt) Mariana Raquel da Costa Salgado Melim – 11 anos (marianarqm@gmail.com)

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Desafio: Coisas que falam

A imaginação Certo dia, quando o neto foi ao sótão, pegou em duas das coleções do seu avô: na das gravatas e na das peúgas. Aconteceu algo extraordinário! — Como é possível elas ganharem vida! Foi logo contar ao avô. O avô não acreditou nisso e decidiu ir ver. Quando chegou ao sótão disse ao neto que estava maluco. O avô não via nada e decidiu abandonar o sótão deixando o neto sozinho, triste e a achar que estava a ficar maluco. Mas de repente as peúgas e as gravatas foram ter com ele para o consolar. — Não fiques triste, nós somos tuas amigas! — Mas o avô acha que estou maluco – disse um pouco aborrecido. — Não ligues ao que os outros dizem, o avô só vê o que os olhos alcançam, mas tu vês o que a imaginação te diz. — Mas vocês não falam? — Não, só somos produtos da tua imaginação. — Mas ainda podemos ser amigos? — Claro que sim – responderam as peúgas e as gravatas. Passaram a tarde toda a conversar, a rir e brincar. — Porque será que ouço tanto barulho a vir lá de cima?! Já devo estar como o meu neto. Moral: a imaginação não tem limites! Trabalho realizado por: Mariana Monteiro Alves – 11 anos (2002mariana.alves@gmail.com) João Pedro Costa Inácio - 10 anos (joaoinacio2002@gmail.com )

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Desafio: Coisas que falam

A janela viajante Era uma vez uma janela, que sonhava viajar pelo mundo. Certo dia, uma coruja muito sábia entrou pela janela, e perguntou-lhe: — Olá amiga janela como vais? — Olha, por falares nisso, nem me sinto muito bem. — disse a janela. — Então o que se passa?-perguntou a coruja. — Ando muito triste, sinto-me muito sozinha e tenho falta de liberdade. — respondeu a janela. — Porquê, amiga janela? — perguntou a coruja. — Eu todas as noites imagino como seria se pudesse voar como tu. Desde que me tiraram das coleções do avô e me pregaram nesta parede nunca mais tive liberdade. — disse a janela. — Talvez eu te possa ajudar! – exclamou a coruja. — Como, amiga coruja?-interrogou a janela. — Vou buscar uns amigos, para te tirarem daí e depois vens connosco para Londres, viverás lá connosco. Ok? – disse a coruja. — Ok, vamos lá então vai buscar os teus amigos, que eu já estou pronta para ir. Conseguiu então a janela concretizar o seu maior sonho que era ter a liberdade de voar e de viajar. Isto prova que quando temos vontade de alcançar ou conseguir alguma coisa conseguimo-las sempre, desde que tenhamos força de vontade.

Trabalho realizado por: Mariana Zeferino Reis - 11 anos (marianazr@iol.pt ) Carolina Fiúza Filipe Portela Miranda -10 anos

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Emprego difícil em Portugal Certo dia, um menino que não sabia o que devia fazer. Não tinha ideias. Pensava, pensava. Até que teve uma ideia: — Tenho que ganhar dinheiro para fazer uma viagem ao Brasil. Ele procurava um emprego, mas não conseguia. Foi perguntar ao tio se lhe arranjava algum emprego. Passado algum tempo o tio marcou-lhe uma entrevista. Foi à entrevista. Nos dias seguintes, não o chamaram, então ele decidiu ir à madrinha perguntar-lhe se tinha um emprego. A avó que não sabia de nada. Então ele foi procurar à net aos jornais a tudo, e por fim arranjou um trabalho. Passaram-se vários anos e ele foi para o Brasil e levou a família e arranjou um trabalho.

Trabalho realizado por: Rui Miguel Mendes Cússio - 10 anos

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O avô que cheira mal dos pés Certo dia, o avô foi à gaveta e não encontrou as suas peúgas favoritas. As peúgas desapareceram! O avô ficou triste. Então de repente ouviu um barulho! Eram as peúgas a fugir pela janela do quarto do neto. Foi à procura delas. Não as encontrou. Mas o neto sim. Quando as encontrou voltaram a fugir e disse o avô: — Ora bolas! — Também acho! — disse o neto. De repente encontrou-as com um grupo de extraterrestres. Eles estavam a usá-las nos pés. Elas explicaram por que é que fugiram e o avô não gostou. Querem saber a razão para as peúgas fugiram?-ELE CHEIRAVA MAL DOS PÉS!!!!!!!!!!!!!!!!! — Agora eu lavo os pés-reclamou o avô.

Trabalho realizado por: Bruno Tiago Simões Martins- 10 anos Rafael António Gonçalves Campos - 11 anos (rafaelangras@gmail.com)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O livro falante Era uma vez um livro falante que era mais conhecido por a ‘’A menina que aprendeu a voar’’. O livro vivia numa biblioteca em Mafra, em que todas as semanas se lia um livro diferente. Um dia chegou a sua vez de ser lido pelas crianças. Lá, o livro conhecia vários amigos, uns sobre a terra, outros sobre animais, outros para aprender. Enfim eram muitos amigos, todos diferentes. Mas o seu amigo favorito era o que falava tal como ela, pois ela falava, era um livro falante. O seu amigo chamava-se ‘’Uma aventura no Palácio da Pena’’, era um livro muito irrequieto, porque todas as crianças gostavam de o ler. E assim a história do livro começou: Certo dia o António acordou e a sua mãe não estava lá. Ela estava sempre a dizer que queria andar pelas nuvens. Ela punha-se à janela a pensar onde iria se voasse. Ela adoraria ir a França, a Holanda, a África, visitar os meninos doentes e ajudá-los, mas onde ela queria mesmo ir era visitar a sua mãe em Marte, pois ela já tinha falecido. Sonhava, sonhava e sonhava, até um dia ela ter muita vontade de voar. E conseguiu. Depois de muito desenvolvimento a história acabou. (Já fora da história do livro) No dia seguinte, quando a biblioteca abriu, um menino requisitou a história ‘’Um aventura no Palácio da Pena’’ e a história ‘’A menina que aprendeu a voar’’ ficou muito triste, pois já não tinha nenhum amigo para brincar. Passado uma semana chegou uma nova história a ‘’Um aventura na Serra da Estrela’’ e desenvolveu-se uma nova amizade e ficaram amigos para sempre. VITÓRIA VITÓRIA ACABOU-SE A HISTÓRIA Trabalho realizado por: Bruna Alexandra Mendes Filipe - 11 anos (brunafilipe_2012@hotmail.com) Lara Soares Vitor - 11 anos (lara-vitor1@hotmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O livro viajante

Esta é a história de um livro que morava numa das caixas da coleção do avô. Este livro gostava muito de viajar. Um dia ele chegou ao quarto, estava a andar e tropeçou numa caixa. Bum!!! Ah! Disse ele. Lá dentro estava um mini avião. Ele mal tocou no avião e começou a voar. Ele passou por muitas aventuras. A melhor é a que vamos contar. Ele estava a voar quando de repente o avião ficou sem fôlego. O avião caiu logo numa escola. Uma menina apanhou-o e levou-o para casa. A menina quando chegou a casa começou logo a ler. Ele estava desesperado, o que a menina iria fazer com ele? No dia seguinte o livro tentou sair de lá. Ele já estava ao pé da janela pronto para saltar quando de repente ouviu a menina a chorar a dizer: — Mãe estou sem imaginação! O livro ao ouvir aquelas palavras foi a correr ter com ela. Ao olhar para o livro ficou cheia de imaginação.

Trabalho realizado por: Diogo Rodrigues Pirrow - 10 anos (diogo.pirrow@gmail.com) António José Monteiro Alcarva - 10 anos (antonioalcarva@gmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O papel enrugado Era uma vez um papel enrugado com que gozavam na escola pois ele era diferente dos outros papéis. Com tanta vergonha de ser diferente, saiu da escola e desde então não falava com ninguém. Quando queria comprar gomas não tinha dinheiro, quando queria comprar comida, não tinha dinheiro e para comprar roupa não tinha dinheiro. Certo dia teve uma ideia: — Eu vou jogar no euro-milhões! Então foi pedir dinheiro ao primo pois estava falido. O primo emprestoulhe o dinheiro e ele foi jogar. No dia seguinte, quando acordou, foi ver o sorteio e então ficou cheio de felicidade. Tinha ganho cem milhões de euros. Então lembrou-se qual o motivo por que tinha saído da escola. Foi ao médico e pediu para fazerem-lhe uma operação de alisamento. No dia seguinte, voltou a ir à escola. Quando lá chegou, viu que todos eram enrugados como ele era dantes: — O que se passa? Antes eu era assim e gozavam comigo. Agora sou mais bonito. — Desculpa, mas quando saíste da escola o Cristiano Folhaldo caiu na relva durante um jogo e ficou enrugado. Agora é moda e os mais bonitos são assim. — Ora bolas! E assim o papel enrugado aprendeu que deve ser como é e não como os outros querem que ele seja.

Trabalho realizado por: Vicente Silva Viscata Lourenço - 10 anos (vicente.lourenco@sapo.pt) Alexandre S. M. Ferraz Domingos - 10 anos

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Desafio: Coisas que falam

Os sentimentos dos objetos Todos os objetos têm sentimentos. Esta é a história de um livro que estava sozinho numa estante, esse livro chamava-se O menino que aprendeu a voar e estava sempre triste. Para se entreter, o livro estudava, chorava e pensava como era bom ter amigos. Ter amigos era o seu maior sonho. Um dia a bibliotecária arrumou um livro ao pé da sua estante, o livro ficou radiante por finalmente ter um amigo, que foi sempre o seu grande sonho. Todas as noites quando a biblioteca fechava, os dois livros começavam a falar. Até que um dia que se separaram e o livro ficou muito triste porque perdeu o seu único amigo. A sua vida miserável chegara de novo. No dia seguinte, um menino veio buscá-lo, era o neto do avô da história, o menino levou o livro para casa e quando ele lá chegou viu muitos livros. E viu o seu antigo amigo. E finalmente concretizou o seu sonho.

Trabalho realizado por: Ana Catarina Bernardino Cunha - 10 anos (a.catarinacunha@hotmail.com ) Catarina Costa Sousa Pinto 10 anos – (catarinasousapinto@hotmail.com )

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Desafio: Coisas que falam

Um sonho — Eu quero uma vida feliz – Protestava Riscas, a peúga. Riscas tinha sido comprada numa venda de garagem, por uma menina chamada Alice. Ela não era nada feliz, estava fechada num armário há anos. No dia seguinte, sentiu-se a ser empurrada, caiu e a caixa abriu-se. Viu que estava no pátio com muitas pessoas. Nessas pessoas todas, estava uma menina loira, pequenina, com olhos azuis, via-se muita ternura nos seus olhos. Estava lá perdida à procura de alguma coisa, mas o quê? Riscas decidiu ir ao pé da Alice, esta olhou para ele com os seus olhos ternurentos e disse : — O que andas aqui a fazer perdida? – Disse a menina. — Eu ando à procura de um dono, ele esqueceu-me! – Protestava Riscas. — Eu posso levar-te para minha casa! – Exclamou a menina. — Obrigada! – Sorriu. No caminho Riscas só pensava no quanto a sua vida ia ser feliz com aquela menina, fazia planos, criava brincadeiras… A menina só se ria. Finalmente tinham chegado, o seu quarto era um mundo colorido! Riscas nunca se tinha sentido tão feliz. — Então Riscas o que vamos fazer? – perguntou ela. — Pelo caminho pensei em muitas brincadeiras! Mas que tal irmos ler um livro? — Boa ideia! Mas Riscas tinha tido apenas um sonho e vivia feliz com o seu avô!

Trabalho realizado por: Teresa Sousa Baptista – 11 anos (te.sousa.baptista@hotmail.com) Catarina A.Veríssimo Fontinha – 11 anos (catarina.fontinha@hotmail.com)

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Desafio: Coisas que falam

O postal do avô O avô tem muitos postais. Postais azuis, vermelhos, amarelos, verdes… muitos postais. Postais grandes, pequenos, médios… muitos postais. Mas de todos os postais do avô, ele tinha um postal especial. Era o postal que a avó lhe trouxe numa das suas viagens, porque a avó gostava muito de viajar. Era um postal vindo de Londres. Era azul, vermelho e branco. Era muito bonito. Mas esse postal era especial porque tinha vida própria. Como a avó não tinha dinheiro suficiente para mandar o postal, ele ganhou asas e foi a voar até a casa do avô. Quando a avó foi arrumar a sua mala para ir embora, reparou que já lá não estava o postal para o avô. Ela ficou muito preocupada, mas como não podia perder o avião, teve de se ir embora sem saber onde estava o postal. Quando a avó chegou a casa do avô, disse-lhe que lhe tinha comprado um postal, só que o tinha perdido. O avô perguntou-lhe como era o postal. Ela disse que era azul, vermelho e branco. O avô ficou pasmado, pois tinha recebido um postal exatamente igual e foi buscá-lo. Quando a avó viu o postal também ela ficou pasmada. Eles não sabiam como é que o postal tinha lá ido parar. Será que o postal foi a voar? A verdade é essa. O postal foi mesmo a voar. E o avô nunca soube explicar como é que o postal foi ali parar. É por isso que o postal é tão especial.

Trabalho realizado por: Marisa Sinogas Nunes - 11 anos (marisanunes16@gmail.com) Inês Barros Luis – 11 anos (ines.barros.luis.2006@gmail.com)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A coleção de livros do avô O avô tem muitos livros. Uns sobre uma coisa, outros sobre outra coisa mas todos são bonitos e divertidos como são. O avô gostava muito de poder voar e um dia conseguiu fazê-lo com os seus livros de voar. O seu neto também queria aprender a voar e quando conseguiu tentou procurar o avô e pelo caminho encontrou um lago e estava lá um peixe, meteu lá vários livros mas disse que faltava uma coisa. Essa coisa era o avô do rapaz, o rapaz recebeu beijos de nuvens doces e deliciosos e também aplausos de águias e viu uma vista fabulosa de onde ele estava. Ele estava no céu com as suas novas amigas e amigos. Quando ele chegou a casa ouviu a gargalhada do avô mas era ele a imaginar e por isso ficou triste.

Trabalho realizado por: Rafael Cordeiro Abegão – 11 anos (rafael.cordeiro.abegao@gmail.com) Miguel Antunes Fiuza – 11 anos (m.fiuza373@gmail.com)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A janela do avô Era uma vez uma janela com muitos anos, que foi guardada para recordação por uma pessoa muito aventureira e sonhadora. E essa pessoa, já com uma certa idade, era o avô de um menino que queria ser igual a ele. Voltando à minha história, era uma janela muito bonita que foi construída em 1979. E então o avô do menino comprou-a em Itália e desde aí que ele a guarda.

Trabalho realizado por: Rodrigo Rafael Santos Candeias Costa Filipe - 10 anos (rodiprf@gmail.com) Ruben Tiago Dias Mota – 10 anos (rubentiagomota@gmail.com)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As janelas O avô tinha uma coleção muito grande de janelas, de todos os tipos tamanhos e formas… Havia janelas que nunca se podiam fechar, janelas sempre fechadas e outras semiabertas. Sempre que via janelas por aí, o netinho apanhava-as, limpava-as e por fim arrumava na caixinha das coleções de janelas. Ele adorava as coleções do avô, mas a de que mais gostava era a de janelas. Num dia de muito vento, uma das janelas favoritas do netinho e do desaparecido avô…Voou! O menino não podia acreditar que a janela mais bonita daquela coleção desapareceu pelo vento fora! Já lhe tinha desaparecido o avô e agora a janela mais bonita daquela coleção?! Ficou muito desiludido e com todas as suas forças tentou voar para a apanhar. O menino era muito sonhador e com a força de vontade que tinha… conseguiu voar e apanhar a sua querida janela. Depois de apanhar a janela pensou em vender todas as coleções do avô, para conseguir ter dinheiro para comprar a coleção que lhe faltava. Mas depois percebeu que não podia contrariar as decisões do seu avô. Então decidiu deixar tudo como estava, e ser feliz assim, pois ele adorava o seu melhor amigo, o seu avô!

Trabalho realizado por: Carolina Antunes Neves - 11 anos (carolantunesneves@gmail.com ) Joana Cunha Antunes - 11 anos (joanablana@gmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Livro das lembranças Certo dia o avô foi ao sótão ler as suas cartas, leu todas e emocionou-se, mas viu que faltava uma que contava sobre seu grande amor. O avô procurava, procurava mas não achava, o avô de tanto procurar acabou por encontrar no seu quarto. O livro tinha ficado muito tempo por isso tinha ficado cheio de pó, o avô, cheio de carinho, limpou-o. O seu neto como estava na cozinha a preparar um lanche. Mas deu-lhe vontade de ir aonde o avô estava. Quando, à porta do sótão, viu o avo abraçar o livro e perguntou: — Avô, porque que está o abraçar esse livro?

Trabalho realizado por: Soraia Daniela Cirino Duarte – 11 anos Thalita Silva Soares – 12 anos

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Desafio: Coisas que falam

Livros que voaram pela janela fora! Numa manhã de primavera, com um sol muito quente, os livros estavam a desesperados para saírem e voarem. O problema era que não sabiam voar e como o rapaz conseguiu aprender a voar, eles achavam que também podiam voar com os seus ensinamentos. Os livros foram ao pé do rapaz e perguntaram: — Como é que se voa? Vai ser difícil? É uma boa sensação? — Para voar é preciso acreditar! Também não é difícil? E é uma ótima sensação! Os livros pensaram naquela palavra “acreditar”. Passado algum tempo, os livros acreditaram, olharam para a janela e disseram: — É hoje! Vamos voar pela janela fora! Os livros prepararam-se para voar, construíram alguns aviões de papel sentaram-se no avião e… Estavam a voar! Acreditaram tanto que finalmente conseguiram voar!

Trabalho realizado por: Miguel Francisco de Matos - 11 anos (mi.matos@live.com.pt) Tomás de Sousa Candeias - 11 anos (parvosousa@gmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O cachecol da coleção Era uma vez um cachecol, muito bonito, às riscas coloridas. Era feito de seda fina e muito macia. Esse cachecol vivia sozinho numa só coleção, pois era o único às riscas na coleção e por isso todos o punham de parte e gozavam com ele porque tinham inveja da sua seda tão linda e tão macia. Um certo dia, o cachecol às riscas coloridas fugiu da sua coleção pois já estava farto de gozarem com ele, ele queria uma companheira para brincarem os dois e afastar o frio dos seus rostos. E assim esse sonho do cachecol realizou-se, enquanto se lamentava no parapeito da janela, apareceu à porta uma linda cachecol, cor-de-rosa com uma seda muito fina e lisa. Foi por ele agarrar com unhas e dentes esta oportunidade e ter força de vontade que conseguiu realizar esse sonho.

Trabalho realizado por: Mariana Mendes Enes Luís – 11 anos (marianamendesenesluis@gmail.com ) Joana Conde Pedro Garcia - 11 anos (garciacjoana@hotmail.com )

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Desafio: Coisas que falam

Os livros do avô Uma boa recordação do avô eram os livros porque fizeram com que o menino tivesse muita imaginação. Os livros fizeram-no voar. O menino arranjou muitas recordações do avô e conseguiu ouvir a gargalhada dele. Os livros fizeram-no ter muita imaginação e ele teve coragem de voar mas para isso teve de ter muita coragem e confiar nos livros. O menino foi para cima da cama e saltou dela e finalmente conseguiu realizar o sonho de voar. Este sonho realizou-se muito dificilmente mas ele consegui realizá-lo graças aos livros do avô. O avô tinha uma grande coleção de várias coisas, mas a coleção dele não tinha pantufas. O menino afeiçoou-se aos livros do avô e conseguiu voar, tal e qual, como o avô. Viveu uma grande aventura e viu imagens de variadas coisas nos livros.

Trabalho realizado por: Clara Pinheiro Alves - 10 anos (clara9alves@gmail.com ) Inês Reis dos Santos - 10 anos (ines.santos1@live.com.pt )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um par de meias Era uma vez um par de meias muito bonito, que tinha uma cor azul escura. Esse par de meias tinha um buraco em cada uma das meias, ele tinha riscas com uma mancha vermelha. Um dia cheio de sol o par zangou-se com um outro par mais bonito porque ambos queriam ir para a rua nos pés do dono. Então começaram a “lutar”. Até que o dono apareceu e mandou ambos os pares pela janela e eles aprenderam a não serem egoístas. Depois, passados uns anos, voltaram a encontrar-se, mas desta vez não discutiram para não serem empurrados de novo para fora de casa.

Trabalho realizado por: Miguel Filipe de Matos Ferreira – 11 anos (miguelfmferreira@me.com) Guilherme Cardoso Nunes – 11 anos (gcnunes@sapo.pt )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Uma pedra colorida Era uma vez uma pedra colorida que era muito pequenina e muito especial. Ela era especial porque tinha vida e era capaz de dar vida às outras peças de coleção do avô. Um dia a pedrinha escapou-se das outras pedras coloridas e começou a dar vida aos outros objetos de coleção. Então todos os objetos de coleção do avô começaram a enlouquecer, porque nunca tinham ganhado vida. Os objetos de coleção do avô começaram a correr pelas salas, a fazer coisas que não tinham mínimo sentido como abanar o “capacete”. E todos os objetos de coleção ficaram muito gratos a essa pedra colorida

Trabalho realizado por: Francisco Humberto Frutuoso - 11 anos (cenourinha.santos@iol.pt ) João Manuel da Cruz Garcia - 11 anos (joaogarcia1@iol.pt )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Como todas as histórias COMEÇAM: “Era uma vez”. Um dia de manhã, um rapaz queria ser como o avô. Então foi vasculhar nas coleções do avô, e encontrou uma coleção de pedras coloridas de cores e feitios diferentes uma grande mas bem grande variedade de pedras. Este menino chama-se Rocky, ele via as histórias do avô porque queria voar como o avô…

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O menino e o avô Era uma vez um menino que vivia com o seu avô. Ele queria aprender a voar e um dia, quando o seu avô aprendeu a voar, decidiu ir dar uma volta e deixou o neto sozinho. E ele decidiu ir ver as caixas e as coleções que o avô tinha no sótão. Ele viu e disse: — Tantos papéis! Ainda por cima enrugados e alguns até coloridos E montes de livros também! E depois o menino ouviu: — O que estas a fazer? — Disse o avô que tinha voltado da sua viagem. E o menino deu um grande pulo que quase caiu para trás, mas também estava muito contente por o avô ter voltado. E deu um grande salto para o colo do avô. Depois o avô foi mostrar as suas coleções e segredos da avó ao seu neto, até que o neto adormeceu e o avô foi pô-lo na cama. No dia seguinte, o menino quis aprender a voar. Então, no dia seguinte, assim foi, pois o menino pôs-se em cima da cama e saltou: sentiu-se muito leve e estava a voar. E o avô estava muito admirado por ver o seu neto a voar! Quando chegaram a casa, o menino perguntou ao seu avô: — porque é que não tens coleções de pantufas? E o avô respondeu: — Porque a tua avô não gostava que eu usasse pantufas.

Trabalho realizado por: Beatriz Gaspar – 10 anos (bacgaspar@gmail.com ) Catarina Dias – 11 anos (shdflora@gmail.com )

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um Livro Não Colecionado Era uma vez um livro numa casa feita de cartão. O seu dono colecionava montes de coisas: Janelas, Ideias, Livros, mas a única coisa que ele não colecionava era pantufas, porque ele não precisava de usar pantufas. Um dia ele recebeu muitos livros. Entre eles estava um livro muito especial para o Nathan, que era como se chamava o dono que colecionava janelas livros… Esse dono tinha um filho que se chamava Bernardo que ajudava o pai a colecionar só as janelas. Um dia, o Nathan estava a colocar os livros na prateleira quando de repente não conseguiu encontrar um livro muito especial para ele, o livro de recordações do filho. O Nathan não podia contar ao filho, pois ele ficaria destroçado. Por outro lado, se não o contasse e ele descobrisse, ele nunca ia perdoar o pai por não lhe ter contado mais cedo. — Filho, temos de conversar! — disse o Nathan com alguma tristeza. — O que foi pai?-disse o Bernardo. — Eu não queria dizer-te isto mas, eu perdi o teu livro de recordações. — disse o Nathan. — Não pai, eu estive a ler enquanto tu estavas a arrumar os livros. — disse o filho mostrando o livro.

Trabalho realizado por: Duarte Faria Santos - 11 anos (duarte0777@sapo.pt ) Rui Manuel Cordeiro Rodrigues - 11 anos (filipe.viga@gmail.com )

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Desafio: Coisas que falam

A Coleção de Papéis Pintados e Enrugados Era uma vez uma coleção de papéis enrugados do avô que nunca foi usada na sua vida, mas certo dia um pequeno homem, que se chamava Tito, queria comprar a coleção de todo o jeito. Mas o avô não queria vender. O avô não gostava de vender as suas coleções por nada deste mundo de livros; tinha um grande apego por todas as suas coleções. E então Tito decidiu roubar a coleção, mas o neto Samuel que tinha uma inteligência rara, tinha tudo sob controlo então fez uma emboscada para o homem pequeno. Tito era pequeno, gordo e desajeitado mas tudo o que fazia tinha êxito. Mas a emboscada do Samuel era pedir ao avô para deixar as coleções por sua conta para quando o Tito viesse fazer livros e mais livros cairem sobre a sua cabeça.

Trabalho realizado por: Samuel Pedro Vicente – 11 anos (samuel.vicente@email.com) Laura Gabriely Silva Ribeiro – 11 anos (lauragabriely123soufixe@hotmail.com)

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Desafio: Coisas que falam

A Peúga dançante Era uma vez uma peúga muito especial, essa peúga tinha um sonho. Ela sonhava ser dançarina! Essa peúga era colorida, vaidosa e tinha um talento, que era dançar. Ela passava dias a dançar e a imaginar-se num palco. Um dia, quando estava no chão espalhada, ouviu o seu “dono” a falar ao telemóvel que iria assistir a um concurso de dança . Entusiasmada a peúga logo se meteu dentro da mala do seu “dono”. Assim que chegou ao concurso de dança nem queria acreditar no que estava a ver. — Isto é melhor do que eu pensava, tanta gente à espera de ver o grande espetáculo!-pensou ela. A peúga saltou da mala e foi a saltar para os bastidores. Vestiu um tutu cor-de-rosa clarinho. Foi para o palco e assim que começou a dançar todos os espetadores ficaram boquiabertos. E foi assim que começou o sucesso da peúga…

Trabalho realizado por: Marta Teixeira Cabeça – 10 anos Camila Pires Martins Francisco Torres – 10 anos (camila-8@live.com.pt )

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Desafio: Coisas que falam

A peúga fedorenta Esta é a história de uma peúga fedorenta que ninguém queria colecionar por cheirar tão mal. Ela queria fazer parte de uma coleção mas nem sequer ela acreditava que isso pudesse acontecer. Todas as suas amigas faziam parte de uma coleção. Certo dia as amigas disseram-lhe: — Devias lavar-te! Assim já poderias ser colecionada. Assim, por esta razão, a peúga decidiu lavar-se. Ela tentou tomar um duche, mas o cheiro não saiu. Depois tentou infiltrar-se na máquina de lavar, mas o cheiro não saiu. Logo de seguida saltou para dentro de um alguidar de água ensaboada, mas o cheiro não saiu. As outras peúgas gritavam: — AINDA CHEIRAS MAL!!!!!!!! A peúga desesperada pensou: — Tenho de fazer alguma coisa. A peúga decidiu ignorar as outras peúgas. Nesse momento, esqueceu o seu desejo de cheirar bem. Logo a seguir, um rapaz apanhou-a do chão e pô-la na coleção de peúgas raras e as outras invejaram-na.

Trabalho realizado por: Eneko Tellechea Irigoyen - 11 anos Rodrigo André Albuquerque Gomes - 10 anos (rodrigomes2002@hotmail.com)

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A peúga saltitona Certa vez, o avô foi ao sótão ver uma caixa antiga que tinha uma peúga branca com quatro riscas vermelhas. Saltitona, a peúga, saltou para a cara do avô, o que o transformou numa peúga saltitona misteriosa gigante que queria comer a cidade de cartão. Mas apareceu o neto que o lembrou de quem era e o avô lutou contra a peúga. Depois de muita luta o avô pôs a peúga a lavar e ela deixou de ser malvada. Lavem bem as peúgas!!!

Trabalho realizado por: Miguel Martins Lourenço – 10 anos (mml18112001@hotmail.com) Tiago Santos Loureiro – 10 anos (tiagoloureiropimenta.2001@gmail.com)

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Desafio: Coisas que falam

Era uma vez um livro de saber que um dia ficou molhado. Ele molhou-se porque um rapaz chamado Salvador o atirou para o mar, ficando sem saber onde estavam os outros livros de saber… Ele andava a nadar quando encontrou uma sereia e entrou em pânico. A seguir, ela levou-o para uma gruta guardada pelo um povo gigante que não o deixava sair. O pequeno livro perguntou à sereia: — Onde estamos? Eu quero sair daqui! Mas a sereia depressa respondeu: — Estamos no mar mas nunca irás sair daqui. Mas depois pela escuridão apareceram duas vozes que disseram: — Tu não és o único a estar preso pela malvada sereia. Nós também estamos! O pequeno livro respondeu rapidamente: — Como se chamam? — Eu chamo-me João e o meu amigo chama-se Tiago. E nós estamos aqui há cinco anos. Nesse mesmo instante apareceu um rapaz pequeno, desajeitado e um bocado gordo chamado Natanael que estava solto porque não havia corrente do seu tamanho. Depois as correntes partiram-se e eles soltaram-se e fugiram para sempre.

Trabalho realizado por: João Carlos Carvalho Cortez – 10 anos (joaocrlos2001@hotmail.com) Tiago Miguel Rocha Mateus – 10 anos (cajo_51@hotmail.com)

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Desafio: Coisas que falam

Uma viagem fantástica Eu sou a Rita, tratam-me por Ritinha. Sou uma máquina fotográfica, e eu viajo muito pelo mundo! Já explorei muitos países, França, Alemanha, Inglaterra, Espanha, África e muitos outros. Os amigos que me acompanharam nesta aventura foram o Rui (o mapa), a Rosalina (o livro dos monumentos) e o Becas (o diário). A meio de uma das minhas viagens, chegamos à conclusão que o avião estava a ter muita turbulência até que fui falar com o piloto: — Que se passa? — Está a perder gasóleo e estamos a cair! De repente aterramos numa ilha deserta. E a Rosalina perguntou: — Onde estamos Rui?- perguntou ela. — E eu é que sei? – respondeu o Rui — Sim tu é que és o Mapa, não sou eu! — retorquiu ela. — Ah, pois é… Espera um pouco que vou ver. Após uns minutos, disse o Rui: — Estamos numa ilha deserta, e temos de ter muito cuidado pois existem muitos animais perigosos! — E se tentássemos arranjar o avião? – perguntou o Becas Passada uma semana, já tínhamos o avião arranjado e voltamos para casa, todos contentes e com uma ventura para contar a toda a gente!

Trabalho realizado por: Inês Duarte Marques - 10 anos, (inesdmarques@gmail.com ) Ana Maria Silva - 11 anos (anamariasarranheira@hotmail.com )

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Desafio: Coisas que falam

A peúga voadora Era uma vez uma família de peúgas. A família tinha seis membros, o bebé peúga, o irmão peúga, o pai peúga, a mãe peúga, o avô peúga e a bisavó peúga. A bisavó peúga tinha muito cotão agarrado e fazia parte de uma coleção de peúgas, pantufas, gravatas, sapatos e outros que tais. Certo dia, a peúga bebé encontrou uma carta que o avô tinha escrito à avó onde dizia que o universo era muito bonito e que a sensação de voar era muito agradável. Quando todos viram a carta, olharam para o avô e este, com ar de caso, não abriu a boca que, aliás, era um buraco que ele tinha no sítio do dedo maior. O avô não aguentou a pressão e declarou que sabia como voar. Todos quiseram aprender a voar mas o avô não se lembrava da técnica por isso foi buscar um livro que dizia como voar. Depois de todos lerem o livro, foram tentar fazer o que o livro dizia e apenas a bisavó conseguiu, a bisavó voou tão alto que encontrou a avó. A avó estava numa terra muito distante e reconheceu a sua mãe, a bisavó da história, e voltou com ela para casa. Todos quiseram saber como é que ela tinha ido ali parar e ela respondeu que nas cartas do avô vinha uma lição de como voar. Os avós voltaram a juntarse e a família passou a ter sete membros. Vitória, vitória acabou a história.

Trabalho realizado por: Rui Pedro Alves Cruz – 10 anos (ruipedrocruz@hotmail.com) Rafael Alexandre Pina Pereira de Oliveira – 10 anos (rafalex.pina@hotmail.com)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez uma menina que tinha uma pedra preciosa. A menina chamava-se Ana. Numa manhã a Ana estava a brincar com a pedra e a sua avó foi ao quarto da menina dizer que estava na hora do almoço e que tinha de ir almoçar. A Ana foi almoçar e quando ia para a mesa ela viu que havia um sótão e foi lá dentro. Quando entrou no sótão havia lá muitas coisas, mas principalmente havia um par de asas e, ao lado, uns livros. A Ana foi ver os livros e esses livros tinham muitas coisas a dizer como voar. Antes dela sair do sótão o avô chegou e perguntou pela Ana e a avó disse que ela estava no sótão. O avô foi ao sótão e viu a Ana com os livros na mão. A Ana perguntou se o avô já chegou a voar e o avô disse que sim. O avô foi almoçar e a Ana também. Quando a Ana acabou de almoçar foi de novo para o sótão e disse que ia tentar voar. Quando ela começou a preparar-se disse que ia começar e começou a voar. Ela só parou quando estava cansada. No dia seguinte, ela contou ao avô que tinha ido voar e o avô gostou. A partir daí para a frente ela começou sempre a voar.

Trabalho realizado por: Vera Filipa Sadio Silva – 10 anos (editesilva43@hotmail.com)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Era uma vez um avô que gostava de colecionar objetos. O que o avô gostava mesmo era de colecionar pedras coloridas, mas a única coisa que ele não tinha era pantufas. Nos seus tempos livres o avô gostava de voar e o seu neto, o rapaz, queria ser como ele.

Trabalho realizado por: Tatiana Freire Cadete - 11 anos (tatianakadete10@hotmail.com) Sofia Alexandra Martins Cunha – 11 anos (sofiacunha20@hotmail.com)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A peúga do avô Era uma vez um avô que tinha uma peúga azul que falava. Um dia o avô morreu e a peúga ficou sozinha e muito triste porque já não tinha ninguém que a alimentasse e a aconchegasse. Desde que o seu melhor amigo tinha morrido não conseguia dormir e não conseguia rir nem brincar muito menos comer. Até que chegou o neto e tentou animá-la com as recordações importantes, ela começou a lembrar-se dos momentos entre ela e o seu amigo avô. Por fim, a peúga lembrou-se que o avô lhe tinha dito para continuar a ser amiga e seguir a vida sem ele, ela assim o fez; tratou das suas coleções para se habituar a viver e tratar das suas próprias coisas.

Trabalho realizado por: Francisco Chéu - 10 anos (cincaraverdadeiro@hotmail.com ) António Ratão Gaspar - 10anos (antonio.ratao.gaspar@sapo.pt )

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O livro viajante Era uma vez um livro, mas não era um livro qualquer, era um livro com vida. Numa tarde, o livro perdeu um grande amigo. O livro estava bastante preocupado com ele por isso foi procurar o seu amigo por todo o mundo. Primeiro procurou em Tóquio, mas nada, apenas encontrou o primo do seu amigo. O seu primo disse-lhe que tinha ido para Nova Iorque. Lá também não o encontrou. No entanto viu uma reportagem sobre ele no jornal a dizer que ele era um fotógrafo e ia a África tirar uma foto a um dinossauro que sobreviveu à extinção. E finalmente, quando o livro chegou a África, encontrou o seu amigo e ao tirarem a foto a um dinossauro, ficaram multibilionários.

Trabalho realizado por: Timóteo Neto Pinto – 10 anos (timoteoetia@gmail.com) Guilherme Nunes Dias – 10 anos

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Gravata voadora Era uma vez, uma gravata chamada Madre Gravata, que era cor-de-rosa às bolinhas cor-de-laranja, que tinha um avô chamado Gravatesco, que era preto com riscas azul-marinho, e que um dia disse: — Hoje vou voar! E desapareceu no meio das nuvens. O Gravatesco tinha muitas coleções, a Madre Gravata foi vasculhar nelas e eram: -Pedras coloridas; -Livros com segredos da avó; -Calhaus muitos macios; -Livros que sabem tudo sobre voar; -Tudo menos pantufas porque, nunca as teve. A Madre Gravata pegou na coleção dos livros que sabem tudo sobre voar e pôsse a estudar. Passado pouco tempo, estava a voar, e exclamou: -I believe I can fly! A meio da viagem decidiu fazer uma coleção para ele e foi recolhendo coisas de todos os tamanhos e feitios, mas reparou que não tinha piada voar sem ninguém a observar. Foi para casa, e pôs-se no quarto e fez uma coleção de lágrimas, por não ter o avô por perto. Ouviu-se uma gargalhada do seu avô Gravatesco, e foi ter com ele.

Trabalho realizado por: Tiago Miguel Biléu Nobre – 11 anos (tiago.bileu@sapo.pt) Fábio Miguel Rodrigues Oliveira – 10 anos (fabio.miguel2002@hotmail.com)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O objeto mágico Era uma vez um menino que tinha um avô que gostava muito de colecionar coisas diferentes. Colecionava todo o tipo de coisas e géneros. Havia uma coleção que adorava, eram as suas pedras preciosas. Nessas pedras havia um poder que o fazia voar e desaparecer. O menino adorava o avô, era o seu super-herói. Ele achava que o avô tinha superpoderes que o faziam ficar forte e poderoso como o Hulk. Um dia, o avô morreu, os anos passaram e o neto tinha ido a casa do avô para tirar as caixas de cartão onde tinha guardado as suas coisas. Quando chegou a casa da avó tinha reparado que havia uma caixa que brilhava. O rapaz teve receio, mas depois foi ver aquela coisa brilhante e poderosa que brilhava tão intensamente. Quando se aproximou, viu que não passavam de umas estúpidas pedras. E disse: — Mas que pedras são estas? Porque o meu avô as guardou? De repente a avó apareceu na sala e disse-lhe: — Não deites fora estas pedras, essas pedras têm uns poderes mágicos que te fazem voar. — Mas porque o avô não me disse nada? Eu era o melhor amigo dele! — Isso meu neto não te posso dizer só te poderia dizer o teu avô. O rapaz ficou muito inquieto com isto. E então pensou: — Se estas pedras me fazem voar eu poderei ir ao céu ter com o meu avô. E assim o fez. Preparou-se e passada uma semana estava pronto para partir. Despediuse dos familiares e partiu. Nunca mais voltou esteve sempre lá com o seu herói.

Trabalho realizado por: Cláudia Alexandra R. Correia Mendes - 11 anos (beatrizrhapereira@gmail.com) Beatriz Reis Hilário Alves Pereira – 11 anos (saraivazitacarol@live.com.pt)

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O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O Rapaz Milagre Era uma vez um rapaz que não conseguia sonhar até que um dia decidiu ir ver a coleção do avô. Foi ver o livro do tesouro que o avô tinha, para saber onde estava o livro encantado. Quando acabou de ler o livro compreendeu que faltava uma página, estava perdida. Logo soube que o que havia a fazer era ir procurar a página perdida do livro, para saber como se sonhava. Depois de dormir a sesta ele foi ao sótão e encontrou lá uma caixa onde estava escondida a página do livro do tesouro. Foi colar a página do livro do tesouro para saber onde estava o livro encantado. Depois de ler o livro do tesouro sobe que o livro encantado estava escondido no quintal dele. Na manhã seguinte, foi ao quintal desenterrar o livro encantado. Depois de ler o livro soube logo que não havia magia o que interessava era o que ele pensava, se era mau ou bom.

Trabalho realizado por: André Batalha Quintas – 11 anos João Alexandre Ferreira Vieira – 10 anos (joaoavieira@live.com.pt)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O sonho da peúga

Era uma vez, uma peúga que tinha um sonho, ser calçada. Um dia o seu sonho foi concretizado por uma menina chamada Inês. A peúga um dia foi arranjar amigos, para a ajudar. Um dia, os amigos disseram-lhe que o avô da menina Inês tinha uma coleção de pedras coloridas, camisolas, postais e janelas. E acrescentaram: — O avô da Inês, como já morreu não te pode calçar, mas a sua neta pode!

Trabalho realizado por: Maria Eduarda Gaiba Lourenço – 10 anos Érica Carlos – 10 anos (erica_carlos_palhas@hotmail.com)

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um cachecol que queria ser famoso Era uma vez um cachecol, que se chamava Toy. Um dia pensou ser famoso, mas não sabia como, por isso foi procurar nas coleções do avô onde havia vários objetos como por exemplo tesouras, cartazes, fotografias do avô, livros … tudo, menos pantufas. Foi à procura de alguma coisa que o pudesse ajudar. Foi que então encontrou um livro onde explicava como ter fama. Então rapidamente começou a ler o livro e passo a passo leu a frase que lhe interessava para realizar o seu sonho. Daí adiante tentou, tentou mas não conseguiu. O avô disse-lhe : — Meu caro neto, posso ajudar-te mas para isso tens de ter muita VONTADE. Tentou e finalmente conseguiu o que queria e ficou conhecido como o famoso mister Toy. Mas esqueceu-se de uma pessoa (o avô) que tanto o ajudou, então voltou para trás. Da sua janela viu a cabeça do avô e soltou uma grande felicidade.

Trabalho realizado por: Adriana Francisco Barroca - 10 anos (adrianabarroca@sapo.pt) Sara Mendes - 10anos (pitex.mendes.patricia@gmail.com)

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12 / junho /2013

5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Uma ideia especial Num dia de sol, Eduardo estava em casa dos seu avô António a ver televisão, sentado no sofá. O seu avô disse-lhe que tinha de ir ao mercado comprar fruta, legumes, iogurtes, leite… Eduardo esperou, esperou que o avô chegasse a casa, mas ele nunca mais aparecia. Foi ao sótão ver se havia alguma coisa para se entreter. Descobriu que o seu avô tinha um monte de livros guardados numa estante. Esses livros forneciam-lhe informações sobre como aprender a voar. Ele leu o livro durante muitas, muitas horas… Durante o livro que leu apercebeu-se de que o avô ainda não tinha chegado a casa e começou a ficar preocupado. Saiu de casa, foi procurar por todas as redondezas e arredores o seu querido avô, mas nada. Lembrou-se de que o livro que tinha lido o podia ajudar para poder encontrar o seu avô. Voltou para casa e foi buscar o livro. Andou, andou até encontrar um lugar onde se sentou ao pé de uma rocha a ler a parte do livro que lhe interessava para encontrar o avô.

Trabalho realizado por: Inês Alexandra Gomes Castanho – 10 anos (inesalexandragomes@gmail.com) Daniela Filipa Roque Galrão – 10 anos

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5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Uma janela Era uma vez uma janela com vista para o mar; via tudo, a praia, as pessoas os barcos, as algas, as gaivotas, tudo o que tu podes imaginar. Tinha o sonho de aprender a nadar e a mergulhar para poder refrescar-se na água. A casa onde vivia estava abandonada e não tinha com quem conversar, apenas os insetos que por ali passavam Tão velha que estava, que um dia caiu na estrada e um velhote que ali passava e gostava de colecionar velharias pagou na janela e reconstruiu-a Ficou bonita e elegante a brilhar como nova mas ficou fechada num barracão Num dia de primavera o senhor foi reconstruir um vaso e quando se foi embora deixou a porta aberta e foi quando a janela se pôs a andar e foi até à praia Pôs-se em cima de uma rocha a observar a paisagem!

Trabalho realizado por: Miguel Bruno Gomes Duarte – 11 anos (miguelpipocas@hotmail.com) Leonardo Rafael Duarte Simões – 11 anos

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12 / junho /2013

5.º I


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As recordações do avô Numa bela manhã o avô estava no seu quarto a recordar todas as suas memórias até que descobriu as duas mais belas. A primeira que ele descobriu, dentro da sua caixa de recordações, foram as gravatas pois gostava muito delas porque lhe faziam lembrar quando era adolescente e andava na escola. A segunda, que era a mais desejada, eram os livros de: Rir, Chorar, Sonhar, Saber, Voar e desaparecer.

Trabalho realizado por: David Martins Silva – 10 anos (LLDD@sapo.pt) Beatriz Anaísa Vilar Duarte (beatriz.anaisa@hotmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

A coleção do avô Uma das coleções do avô eram as calças. As calças eram azuis, pretas e cor de laranja. Tinham bolinhas, riscas e eram curtas. Também tinha outras coleções como as camisas, as peúgas, os casacos, as janelas e papeis metalizados. O avô nunca tirava as calças, porque gostava tanto delas. Aquelas calças eram especiais, porque davam sorte ao avô.

Trabalho realizado por: Afonso Caetano Puna – 10 anos Mafalda Jesus Henriques Vaz – 10 anos (vaz.mafalda6@gmail.com)

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11 / junho /2013

5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Alguns dos segredos do avô Era uma vez um avô que tinha muitos segredos e recordações como papéis enrugados, amachucados, segredos de aves, papéis pintados, cartão, livros, etc… mas ele não tinha pantufas. Apesar de guardar segredos de aves também guardava os seus próprios segredos e tinha mais alguns papeis desenhados, escritos e também tinha quadros ao contrário, pintados e enfeitados.

Trabalho realizado por: Nelson Filipe Oliveira Pacheco – 10 anos

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As coleções de camisas Era uma vez um avô que tinha um sótão cheio de camisas de várias cores amarelas; laranjas; azuis; castanhas; pretas… Adorava vesti-las de vários tamanhos, guardou-as desde que começou a vesti-las, com um ano, até morrer. Ele tinha um neto chamado Bruno, que adorava as camisas do seu avô. E antes do avô morrer o Bruno perguntou: — Avô quando morreres podes dar-me as tuas camisas? — Sim, Bruno mas tens de ter muito cuidado com elas são muito valiosas para a nossa família desde que o meu pai nasceu. — Ok, avô, eu prometo cuidar muito bem delas e quando morrer digo aos meus filhos para cuidarem delas muito bem — disse o Bruno. — Espero bem que sim e que seja verdade o que estás a dizer.— Disse o avô.

Trabalho realizado por: Leonor Cunha Morais Quaresma – 11 anos (leonorquarema@sapo.pt) Carolina Filipa Cunha Acúrcio – 11 anos (carolinaacurcio@gmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

As recordações do avô Era uma vez uma janela tão bonita mas tão bonita que estava instalada numa casa assombrada Os primeiros habitantes que lá estiveram instalados eram zombies. Passado um ano descobriram que na cave habitavam múmias. Um dia os zombies encontraram-se com as múmias.

Trabalho realizado por: Flávio Duarte Brás – 10 anos João Pedro Viegas Correia Santos – 11 anos (jpsantos9@live.com.pt)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O cachecol Era uma vez um cachecol, que viva num armário muito, muito antigo na casa de uma idosa chamada Madalena. Madalena tinha muitos cachecóis, porém este cachecol era o preferido dela, porque já tinha vivido muitos momentos importantes com ela, mas também porque tinha sido oferecido pelo seu falecido pai que ela amava do fundo do seu coração. Certo dia Madalena, quando tinha 25 anos, foi passear ao parque e levou o seu cachecol preferido, mas de repente escorregou numa poça de água, quando observou o seu cachecol, viu que ele tinha um enorme rasgão. Felizmente a sua tia-avó Alberta morava ali perto e coseu o cachecol em menos de dez minutos. Outra das histórias deste cachecol especial foi quando Madalena tinha 40 anos e foi levar o seu filho mais velho à escola quando um menino sem querer entornou o seu sumo em cima do pobre cachecol. Madalena foi a correr para a lavandaria sem dizer nada a ninguém e lá trataram muito bem do seu cachecol. Estas foram apenas duas das aventuras do cachecol e já dá para perceber que é um cachecol muito divertido.

Trabalho realizado por: Jéssica Duarte Carrasqueira – 10 anos (jecarrasqueira@gmail.com) João Francisco Henriques Teotónio – 10 anos (teotonio.joao@hotmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O amor sem fim Era uma vez a rua das Gravatas, onde todas as gravatas eram felizes. Um dia, um livro para rir, que estava a passear, passou por aquela bela rua. Emigrou para encontrar trabalho. Passados alguns meses ele já trabalhava. Quando estava de folga, foi dar uma volta pela rua das Gravatas, para a conhecer melhor. — Que linda rua! Fiz bem em vir morar para aqui. — disse ele. Passou por uma pequena casinha muito simpática, cheia de flores a decorá-la. À janela estava uma gravata muito bonita (era a mais bonita da rua). Quando eles olharam um para o outro, ficaram logo apaixonados. A gravata convidou-o para tomar um chá. Quando ele começou a beber o chá, deu um grande espirro e partiu o bule da gravata. Foi uma grande confusão porque o bule tinha sido oferecido pela sua mãe. Mas a gravata perdoou-o. E viveram felizes para sempre.

Trabalho realizado por: Ana Margarida Louro Henriques – 10 anos (ana.mlh@sapo.pt) Luna Coelho Esteves Canoilas Nunes – 10 anos (lunanagiadouarada@gmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O avô colecionava: O avô colecionava, muitas coisas como papel metalizado, gravatas, livros para rir, livros para chorar, livros para sonhar, livros para voar, segredos da avó, papéis amachucados, papeis coloridos, cachecóis, casacos e muitas outras coisas. O avô queria voar até que um dia saiu a voar. O neto como também queria voar, pôs-se a ler os livros do avô até que aprendeu a voar e começou a fazer a sua própria coleção e guardou-a num lago. Ele num dia de Outono ouviu a gargalhada do avô e foi ter com o avô.

Trabalho realizado por: Rui Pedro Couto Guindeira – 10 anos (rui.coutoguindeira2002@hotmail.com) Jaime Heitor Oliveira Neto – 10 anos (jaimehneto@gmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

O segredo do avô Uma das coleções favoritas do avô era as camisas. As camisas eram muito coloridas, algumas tinham histórias, outras recordações; eram muito especiais para ele. O neto do avô adorava as suas camisas e uma vez o avô desapareceu, e o neto quis ficar com elas, mas as camisas ficavam-lhe muito grandes, ficavam-lhe a boiar. Ele ficou muito triste por as camisas não lhe serviam porque ele adorava-as. Então um dia decidiu vestir a mais espetacular camisa do avô, pegou nela e vestiu-a. Foi logo ver-se ao espelho, para ver se ficava bem com ela. Passado de um tempo o avô voltou e o neto perguntou-lhe: — Avô posso ficar com esta camisa? — Mas ela é muito larga para ti, e além disso ela é a camisa mais importante para mim. — Eu sei, e eu prometo-te que a vou guardar muito bem sem nenhum arranhão. — Eu sei, meu filho mas é que eu tenho algum medo… — Mas eu prometo-te! — Pronto então está bem, mas guarda-a bem. — Ok avô está prometido. Então o menino, todo contente, decidiu ir arrumar a camisa, bem guardada no seu armário e foi ler um livro do avô e enquanto leu ele voou.

Trabalho realizado por: Joana Covas – 11 anos (joana22002@live.com.pt) Joana Margarida Camarão Grilo – 11 anos (joana_grilo_22@hotmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Os segredos da avó Era uma vez um menino, que lá no meio do sótão, tinha encontrado as coleções do avô. Dentro de um baú, viu os segredos da avó escritos em papéis decorados com brilhantes e flores. Ao ler todos os papéis houve um que se destacou… foi quando a sua avó e o seu avô se conheceram! E com uma letra perfeita (com corações nos i) a avó escreveu: «Num belo dia de sol brilhante, eu estava com as minhas amigas ao pé da fonte a brincar ao “Rei Manda” e quando me virei vi um belo rapaz que tinha vindo para a minha turma. Ele chamava-se Francisco mas toda a turma o tratava por Chico. Ele era alto com cabelo curto e olhos verdes. E o Chico veio logo ter comigo e demo-nos logo muito bem. Sempre que falava comigo ficava sempre corada e toda envergonhada. Sempre em todos os intervalos estávamos juntos, riamo-nos, brincávamos e andávamos sempre aos papelinhos e foi assim que nos conhecemos.» Eu (o menino) achei muita piada à forma como eles se conheceram e foi por isso que esta história se destacou.

Trabalho realizado por: Nicole Lopes Nunes – 10 anos (nicolenonio@gmail.com) Leonor A. Magalhães Mundel Calado – 10 anos (leonor.calado@hotmail.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Papel metalizado Era uma vez o homem medieval chamado Zébok que vivia no século XIII. Ele era cientista e fez pela primeira vez um tipo de papel muito duro e chamou-lhe papel metalizado. Este papel servia para muitas coisas, como: espadas, casas, flechas, martelos, machados, maços, shurikanns e muitas mais coisas. Nessa época havia muitas guerras e o Zébok lutava nelas. Era imortal. No final da guerra a sua terra Franknens Town foi destruída e o papel metalizado foi roubado e vendido por todo o mundo e o Zébok foi levado pelo inimigo para fazer mais.

Trabalho realizado por: Daniel Duarte Rocha – 10 anos (rochadaniel2002@gmail.com) Samuel Santos Braz – 10 anos (brazsantossamuel@gmai.com)

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5.º J


O rapaz que aprendeu a voar

Desafio: Coisas que falam

Um dos segredos da avó Certo dia, estava o avô a limpar a sala, quando de repente encontrou debaixo do sofá um dos papéis com os segredos da avó, mas este papel era diferente porque o avô nunca o tinha visto na vida. O que dizia no papel era uma coisa muito extraordinária: existia um tesouro debaixo do quintal que foi enterrado pela sua tetravó. Dentro desse baú estavam guardadas: Joias, diamantes peças da família… desde há muitos séculos atrás. O avô ficou de boca aberta, espantado e também muito irritado por a avó nunca lhe ter contado que no quintal estava um tesouro raríssimo. De seguida, foi buscar a pá e a enxada e lá começou a procurar o tal tesouro. Quando o avô deu início à sua escavação o seu neto começou a ouvir uns ruídos vindos do seu quintal, foi ver o que se passava e encontrou o seu avô a escavar. Ficou confuso e perguntou ao seu avô porque estava a fazer essa escavação, o avô contou-lhe e o menino decidiu ajudar o avô. Passadas algumas hora de muito esforço, eles encontraram o baú…e era mesmo tudo verdade!

Trabalho realizado por: Margarida Batalha Cardoso – 10 anos (margarida.cardoso@hotmail.com) Catarina Jorge Vaz – 10 anos (nicha.vaz@hotmail.com)

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11 / junho /2013

5.º J


Desafio o rapaz que aprendeu a voar  

Resposta ao desafio do site Cata-livros.

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