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Novíssimos é um salão de arte organizado pelo Centro Cultural do Instituto Brasil-Estados Unidos – Ibeu, cuja primeira edição ocorreu em 1962. De lá pra cá, muita coisa mudou não só no Brasil, como no mundo. Em 2010 o Ibeu completa setenta e três anos de existência, sua galeria cinquenta anos de intensa e ininterrupta atividade, e este ano realiza a 40ª edição de Novíssimos. Vivemos, assim, um momento de celebração, mas também de reformulações institucionais e físicas, com as renovações da Comissão Cultural e do espaço expositivo da Galeria de Arte Ibeu. Se nos anos 1960, quando se realizou a primeira edição de Novíssimos, o conceito de novo ainda possuía uma grande importância e designava a produção que estabelecia uma nítida diferenciação em relação ao passado, em 2010 é preciso problematizar o conceito de novidade, e sua pertinência para designar a recente produção brasileira de arte contemporânea. O novo surgira com a Modernidade artística, na virada do século XIX para o XX e abrangia a produção que se contrapunha ao velho e ao antigo, buscando fazer tábula rasa desse passado, para propor algo original. A categoria de novidade, assim, implicaria em ruptura, surpresa e mesmo em choque. Mas será essa a pretensão do salão que visa dar espaço à produção brasileira emergente em 2010?

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O objetivo de Novíssimos é reconhecer e estimular a produção de “novos”

artistas e, assim, apresentar um recorte do que vem sendo produzido na arte contemporânea brasileira. Mas “novos” não designa nem a novidade modernista, nem uma faixa etária específica, não significando nem uma pretensão vanguardista de estar à frente do tempo – propondo algo original –, nem se confundindo com uma idade necessariamente jovem. Nesse sentido, nos referimos aos “novos artistas” utilizando aspas, uma vez que o termo diz respeito ao tempo de trabalho, ao estágio da carreira. Desse modo, os critérios que nortearam as escolhas da Comissão Cultural que selecionou vinte e dois artistas, dentro de um universo de mais de cento e cinquenta inscritos, foram os seguintes: produções e carreiras que tenham despontado recentemente, mas que indiquem linguagens e um corpo de questões mais ou menos coerente, currículos e projetos de trabalho que apresentem consistência formal e conceitual. Dependendo da escala dos trabalhos, foram selecionados um, dois ou três, sem que um suporte ou meio fosse privilegiado, de forma a indicar a pluralidade que caracteriza a produção contemporânea em artes. O desafio de dividir a curadoria com os outros membros da Comissão Cultural e de escrever o presente texto para o catálogo, assim, requer uma tomada de posição. É possível estabelecer diálogos entre os trabalhos num universo de

tão grande diversidade? Como fazê-lo sem que caiamos numa pasteurização? Afinal, trata-se de um salão de arte que visa dar conta da pluralidade de possibilidades produtivas na contemporaneidade. Nesse sentido, não é nossa intenção dar uma cara homogênea à exposição em si, nem ao texto. A ideia é priorizar as conversas, mas também as fricções, de forma a permitir que as obras comuniquem no conjunto e individualmente, o que é fundamental para “novos” artistas. Alexandre Paes, por exemplo, utiliza procedimentos pictóricos, tais como: gesto, textura e pincelada para corporificar objetos tridimensionais, de uso cotidiano. Em 1 litro de pintura, o artista cria uma mancha de tinta preta a partir da utilização de um litro de tinta acrílica; em Pêra presentifica a fruta também a partir do acúmulo de tinta e, em All star, disponibiliza um par de tênis, também produzido com tinta acrílica, para que o público utilize-o, tornando presente uma questão recorrente da arte contemporânea, que é a da posição não contemplativa do espectador perante o trabalho artístico. Bet Katona está representada por uma paisagem sem título, que evidencia a sua busca pela economia e limpeza formais e de execução. Bet não deixa visível qualquer vestígio de pincelada, nos apresentando uma paisagem azul

planar, chapada, repleta de solidão e desapego, como são as suas pinturas. Essa paisagem exterior configura-se como um corte, tanto no plano pictórico quanto na cena e condensa um instante, funcionando como uma espécie de still de um road-movie, do qual desconhecemos o antes e o depois. A paulistana Carla Chaim apresenta os vídeos Conversation with ego e Cartografia corporal: o primeiro, uma homenagem a Joseph Beuys e o segundo, o registro de um desenho que a artista realiza com o corpo. No primeiro, Carla aparece se movimentando em uma sala onde, além dela, apenas uma cadeira aparece, ora envolta em uma manta de feltro com o rosto e o corpo cobertos, ora com corpo e rosto aparentes, de forma que a câmera capta os movimentos que a artista desempenha no espaço, enquadrado fixamente. Já no segundo, a artista relaciona corpo e espaço, ação e seu resultado final, realizando desenhos com todo o corpo, não com as mãos. Claudia Tavares apresenta uma série que referencia o céu e sua ideia de imensidão, através do voo de pássaros e a noção de liberdade que esse sugere. Em Caligrafia, a artista fotografa bandos de aves em movimento, captando e fixando os desenhos e palavras que são inscritos no céu a partir de seus voos, gerando agrupamentos e dispersões efêmeros.

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Daniel Lannes apresenta três pinturas repletas de acidez e ironia, que caracterizam a sua pesquisa, mesclando a manufatura com a apropriação de temas e estruturas compositivas de diversas escolas pictóricas, bem como de imagens publicitárias. Em Banana Republic, Lannes ficciona e fricciona pinturas históricas, de paisagem e retratos, unindo uma pin up americana dos anos 1950 a um autorretrato fardado e um gorila numa paisagem romântica tropical. Em Guignard with lazers, o artista ambienta uma paisagem a la Alberto da Veiga Guignard, com um céu rosa choque, macacos e lasers que iluminam o céu. Através dessa mesclagem de referências, o kitsch se presentifica, o que acaba por problematizar a brasilidade e seus estereótipos. Daniela Antonelli apresenta dois desenhos frágeis, de difícil percepção, pois não comunicam franca ou diretamente. Ao contrário, negando o elogio do espetáculo que vivenciamos contemporaneamente, seus trabalhos requerem silêncio e exigem uma percepção atenciosa para que captemos a delicadeza desses pequenos universos que a artista cria com nanquim sobre papel vegetal. Cada detalhe que compõe o desenho, assim, só é notado quando se lança um olhar perspicaz e demorado sobre ele.

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Danielle Carcav apresenta a pintura Quando eu gritar, me acorde, misturando imaginação e realidade. Como O Livro dos Seres Imaginários de Jorge Luis Borges ou a Histórias de Cronópios e de Famas de Julio Cortázar, Danielle propõe a união entre a fantasia e o real. A artista relembra e recria memórias de infância e brincadeira, mas também

de silêncio e introspecção, utilizando a cor como elemento que enfatiza o aspecto onírico de sua poética. Assim, a tinta, que em certas áreas é lavada e escorrida, dentro da mesma pintura, aparece de forma brilhante, compacta e corpórea. Douglas Cortes parte do carimbo de um pássaro para construir os trabalhos que apresenta em Novíssimos 2010. O artista realiza o Livro I, com a combinação de carimbadas, assim como interfere na coluna da Galeria de Arte Ibeu. O elemento arquitetônico, que normalmente é um problema para um espaço expositivo, desse modo, é incorporado pelo artista como estrutura poética, que receberá os voos dos pássaros em espiral ascendente. Elisa Castro, em Conversa silenciosa, borda medos com fios de cobre sobre tecido branco, tornando públicos segredos confessados por telefone. Elisa capta esses medos desde 2007 e vem transformando-os em desenhos, instalações etc. O fio de cobre é o elemento condutor da eletricidade e, apesar de seu brilho e beleza, é um material rígido e bruto, cuja manipulação pode gerar cortes, atravessamentos na pele. É nisso em que Elisa Castro está interessada: gravar na sua pele e no tecido os medos ouvidos e guardados, usando o fio de cobre não como condutor, mas como aglutinador, que adensa e concentra tudo o que foi dito. Eloá Carvalho parte de uma imagem fotográfica apropriada ou capturada e pinta de forma a abstrair o ambiente e destacar a presença física que o habita, transformando esse personagem em

protagonista da cena. Mas a sua presença, assim como a da paisagem, permanece velada, pois o preto e o branco só permitem que apreendamos as suas silhuetas, normalmente aparentes de costas ou perfil. O vazio e a melancolia são sugeridos pelo anonimato e impessoalidade dos personagens e pelas zonas de luz e escuridão, que dificultam qualquer identificação mais pessoal ou expressiva. Assim como grande parte das pinturas selecionadas, as obras que a paulistana Fabiola Racy apresenta são desapegadas, desabitadas. Terraço e Ao redor são pinturas desoladas e parecem esperar pela presença humana. A artista parte de fotografias recolhidas em jornais, revistas, livros e internet e vai modificando-as até o ponto em que esses espaços se abstraem e tornamse, ou não, acolhedores. Suas telas, portanto, falam de aguardo, espera ou de um estado de suspensão. O gaúcho Jander Rama utiliza o desenho como procedimento intelectual, gravando-o em matrizes de linóleogravura, que posteriormente imprime sobre papel. Nas três gravuras apresentadas – Implante telescópico, Tênis para caminhadas em paredes e Sapato para pés frios – evidencia-se que a sua investigação visa unir arte e ciência, tanto pelo procedimento em si, como pelos temas explorados e os resultados obtidos. Nesse sentido, seu interesse não se dá pela reprodutibilidade que a gravura proporciona, mas se detém sobre os cyborgs e outras invenções: no primeiro caso na modificação do corpo humano por mecanismos, dispositivos e implantes improváveis e, no segundo, nas propriedades mirabolantes e inventivas de certos objetos.

O trabalho de Jimson Vilela requer recolhimento. Trata-se de uma obra difícil, tanto perceptual quanto conceitualmente e, por isso mesmo, pode proporcionar pequenas epifanias. Do lado de lá 1 traz o preto e o branco cobrindo toda a superfície da tela, deixando a sua fatura evidente. O escorrido, nesse caso, é rastro do gesto do artista, que torna perceptível essa ação a nós invisível, empreendida silenciosa e solitariamente. Jimson utiliza assertivamente poucos recursos: não se trata, entretanto, de um laconismo, mas de síntese, redução sistemática ao essencial. Sendo assim, se a rotina da pintura requer rigor, experimentação, por outro lado também pressupõe abertura para o acaso e o acidental, numa relação com a matéria e as propriedades que vão além dela, bem como um olhar poético e atento sobre o mundo e o fazer. Louise D.D. trata de questões ligadas ao consumo. Repletos de acidez, seus trabalhos têm o seu viés crítico e conceitual dissolvido em humor e ironia. Big Mac é uma escultura em sabão do sanduíche que é símbolo da sociedade de consumo pós-moderna. Rivotril é uma escultura de um dos ansiolíticos mais populares do país, amplamente receitado. Já Dentes mais brancos é uma pintura que se baseia na escala de brancura presente nas embalagens de cremes dentais. A Pop, nesses casos, é mais do que uma referência, é o ponto de partida. As questões de escultura e pintura que a artista se propõe a enfrentar são de ordem conceitual. Trata-se de apropriações, e não de discussões sobre o fazer ou a artesania.

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Luana Aguiar performatiza Bem me quer, mal me quer, que coloca questões não apenas sobre a aceitação de performances e ações em salões de arte, como contundentes indagações sobre os padrões de beleza, a feminilidade etc. Retirando toda uma sobrancelha, Luana provoca o público com perguntas sobre os limites do corpo e da representação da mulher na contemporaneidade, através do confronto com a imagem da artista. A performance, realizada e filmada durante a inauguração, ficará disponível em vídeo ao longo da mostra. Manoel Novello apresenta em suas pinturas diferentes planos vazados. Sendo arquiteto, prevalece em seus trabalhos a junção de vários pontos de vista. No caso de Constable, à vista superior de uma avenida, com seu asfalto e faixas de trânsito, são somadas nuvens – como numa imagem captada por satélite – e uma trama geométrica, regular e esquemática. Nesse sentido, não temos uma paisagem semelhante às realizadas pelo romântico John Constable: se o inglês olhava para o céu, tentando apreender a atmosfera, o carioca olha para o chão. Já em Lugar urbano, o artista mescla a sensação de um local urbano específico e a esquematização gráfica da trama que enquadra, demarca e mapeia esse espaço.

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Maria Mattos apresenta o vídeo Suíte para um quarto escuro, versão de uma memória de infância, com a delicadeza e o silêncio que apenas um quarto escuro pode proporcionar. Esse espaço desabitado é, então, preenchido pelo som e pela saudade de um tempo, de

uma pessoa, do próprio lugar, de forma que a nostalgia e as lembranças de cavalinhos de pau, carrinhos e dinossauros invadem plenamente a escuridão e o vazio do quarto. O enquadramento do vídeo, todo realizado no chão, aponta para a versão da história que a artista quer narrar, uma visada sobre o que se mantêm escondido embaixo da cama, detalhes de algo a um só tempo corriqueiro e prosaico e, por isso mesmo, único, secreto. Nelson Ricardo apresenta o vídeo Projeto IO/IÔ, partindo de imagens de instituições artísticas do Rio de Janeiro, obtidas através do Google Maps. Fotografias tiradas via satélite do Galpão da Pós-graduação da EBA-UFRJ, do Parque Lage e do Instituto de Artes da UERJ são ora aproximadas, ora afastadas, de maneira que essa sucessão do ir e vir da vídeo-animação gera sensação de vertigem, de falta de referência, que coloca o espectador num espaço intermediário. Pamela Reis é capixaba e apresenta três desenhos de nanquim sobre papel vegetal da série Não Lugares. A artista realiza recortes de interiores de coletivos ou paradas de ônibus e a partir da observação do comportamento incômodo e pouco à vontade do ser humano nesses espaços públicos específicos, sobrepõe fragmentos, lidando com a transparência do papel vegetal. Pamela Reis, assim, enfatiza vultos e a impessoalidade desses personagens anônimos, sua habitação e deslocamento momentâneos em veículos e estações de transporte.

Patrizia D’Angello apresenta Auto retrato como Olympia, uma pintura que – tal qual a indagação que Cindy Sherman faz da persona do artista em fotos e vídeos – traz perguntas não apenas sobre o papel do artista, mas também sobre a sua relação com a história da arte, os clichês da representação feminina etc. A diferença é que Patrizia leva tal operação às últimas consequências, enfatizando cores e aspectos não-formais que colocam a sua pintura na zona limítrofe com o kitsch e o patético. Sua versão da Olympia de Manet, ousada e bem-humorada, assim, aponta para a utilização que a artista faz de temas da pintura. Chamando atenção para o quanto de construção existe nessas imagens, Patrizia nos lembra que, afinal, “maquillage c’est camouflage”1, e que não foi à toa que Baudelaire, ainda no século XIX, fizera um elogio da maquiagem e do artifício. Rafael Adorján expõe Urbelux, fotografias que instauram paisagens artificiais e temporárias: são flagrantes captados pelo artista, quando os backlights que costumam veicular propaganda, encontram-se propagando uma mensagem visual de outra ordem, através da luz. Os sugestivos títulos da série, como Canal, Portal e Templo apontam para a constituição de outras dimensões e realidades, numa abertura a espaços desconhecidos e efêmeros. O mineiro Rafael Perpétuo apresenta Now I will do nothing but listen, uma referência à Trilha sonora, de José Damasceno: ambos partem do “martelo”

1. Música do duo belga Vive La Fête.

e sua relação com a música (mais especificamente, o piano). Mas Rafael substitui os martelos de ferro e madeira, utilizados pelo artista carioca, por versões frágeis, confeccionadas com resina de poliéster. Nesse sentido, muito mais do que criar um ritmo, ou uma notação musical na parede, o acúmulo de seus martelos proporciona uma fricção, visual e conceitualmente interessante, uma vez que esse utensílio forte, duro e resistente, normalmente utilizado para consertar coisas quebradas, tem sua força dissolvida na fragilidade da resina. Após essa breve apresentação individual dos trabalhos, percebemos alguns traços e características comuns que, inclusive, direcionaram a montagem. Essas aproximações, entretanto, não visam reduzir ou enquadrar as poéticas, mas possibilitar diálogos, que não se estabeleceram como critérios a priori, mas foram constatadas após a seleção. Nesse sentido, há trabalhos que, de diferentes maneiras, acionam questões ligadas à fantasia, infância, memória e imaginação, como os de Danielle Carcav, Elisa Castro, Eloá Carvalho e Maria Mattos, e que lançam olhares poéticos sobre o mundo, as coisas e as pessoas, como os de Alexandre Paes, Claudia Tavares e Douglas Cortes. Há outros em que a construção e a geometria prevalecem em termos compositivos e que podem ser aproximados, mesmo tratando-se de suportes diversos, como é o caso da fotografia de Rafael Adorján e das pinturas de Bet Katona e Manoel Novello. Parece haver, ainda, opções por formas simplificadas, frágeis e/ou silenciosas, como nos apontam os trabalhos de Daniela Antonelli, Jimson Vilela

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e Pamela Reis. E também interesses por operações conceituais e investigativas, através da utilização de diferentes meios e suportes, como são os casos de Daniel Lannes, Jander Rama, Louise D.D. e Rafael Perpétuo. Também não poderíamos deixar de comentar novamente sobre os vídeos de Carla Chaim e suas investigações sobre o próprio meio ou sobre temáticas relacionadas ao espaço e ao corpo. Nem deixar de aproximar a performance de Luana Aguiar e a pintura de Patrizia D’Angello, com seus interesses pela representação da mulher. Muito menos de relacionar o estado intermediário, de suspensão proposto pela pintura de Fabiola Racy e pelo vídeo de Nelson Ricardo. Para finalizar, é importante salientar como vários dos trabalhos ou artistas de Novíssimos 2010 poderiam estar em

diversas dessas “categorias” e leituras aqui propostas e que, em alguns casos, apesar de partirem do mesmo material ou suporte, realizam proposições distintas e chegam a resultados específicos, senão diametralmente opostos. O que nos aponta, portanto, que são inúmeras as possibilidades de produção em Artes atualmente. Afinal, como aponta o filósofo Arthur Danto, o contemporâneo seria “um período de impecável liberdade estética”2, no qual aparentemente “tudo é permitido”3. Fernanda Pequeno, Julho de 2010.

2. DANTO, Arthur. Após o fim da arte. São Paulo: Odysseus, 2006. Pg. 15. 3. Op. Cit. Pg. 15. All Star 2010

tinta acrílica modelada tamanho 43

FORMAÇÃO | 2008 Bacharelado e

Licenciatura em Artes com habilitação em Artes Plásticas, – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, RJ 2007 Arte Pública e Intervenção Urbana, com Felipe Barbosa, Sesc Tijuca, RJ 2004/07 Pintura, com João Magalhães e Walter Goldfarb, EAV, Parque Lage, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010

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Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Parede – II Festival de Pôster Arte do Rio de Janeiro, CCJF – Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro, RJ 2009 Arte Institucional, Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo), Rio de Janeiro, RJ 2007 Amostra Grátis/ Projeto Geringonça, Sesc Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

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Conversations with ego 2010

vídeo-arte 2min28seg

S/ título 2009

acrílica s/ tela 125 x 200cm

FORMAÇÃO | 2007/2010 Pintura II, com João Magalhães, EAV, Parque Lage, RJ 2008 Arte Contemporânea, com Pedro França, EAV, Parque Lage, RJ 1994 Gravura, com João Atanásio, EAV, Parque Lage, RJ 1993 Teoria e Prática – Cor e suas Questões, com José Maria Dias da Cruz, EAV, Parque Lage, RJ / Curso de Desenho Modelo Vivo, com Gianguido Bonfante, EAV, Parque Lage, RJ 1992 História da Arte Contemporânea, com Reynaldo Roels Jr., EAV, Parque Lage, RJ

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EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2010

Memórias e Lugares, Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro, RJ 2009 Ocupação, Galeria de Arte da Casa Cor, Jockey Club, Rio de Janeiro, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Novas Aquisições 2007/2010 – Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM, Rio de Janeiro, RJ 2009 Arte ao Cubo, Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro, RJ / Zona Oculta, Centro Cultural CEDIM e SESC Nova Iguaçu, RJ

FORMAÇÃO | 2005/2007 Pósgraduação em História da Arte, FAAP, SP 2000/2004 Bacharelado em Artes Plásticas, FAAP, SP / Cursos: Ateliê Fidalga, Acompanhamento de Projetos, com Sandra Cinto e Albano Afonso, SP / Leitura e Discussão Teórica sobre Arte e Estética, com Carlos Fajardo, SP / Procedência e Propriedade, workshop de desenho e conceitualização, com Charles Watson, RJ / Processo Criativo, com Charles Watson, Instituto Tomie Ohtake, SP EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2010 Projeto Trajetórias, Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE 2008 I Mostra do Programa de Exposições, Centro Cultural São Paulo, SP

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / About Change, Banco Mundial, Washington, EUA / 12º Salão Nacional de Arte de Itajaí, SC / 8ª Edição Programa de Exposições MARP, Ribeirão Preto, SP / Fidalga no Paço, Paço das Artes, São Paulo, SP 2009 Entre Tempos, Carpe Diem, Lisboa, Portugal / Prêmio Energias na Arte, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP – prêmio de primeira colocação – residência artística – The Banff Centre for the Arts, Canadá

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FORMAÇÃO | 2003/2005 Mestrado em

Linguagens Visuais, Escola de Belas Artes, UFRJ, RJ 2005 Grupo de estudo com Mara Martins 2002 Grupo de estudo com Paula Trope 2000/2001 Mestrado em Imagem e Comunicação, Goldsmiths College, Londres 1987/1992 Bacharel em Comunicação Social, Faculdade Hélio Alonso, RJ 1986/1987 Oficinas de Vídeo e Fotografia, EAV, Parque Lage, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2007 Entre

Nuvem e Vento, Galeria do Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro, RJ 2001 Lightboxes, 291 Gallery, Londres EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010

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Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2009 Convite Cordial, Plataforma Revólver, Lisboa, Portugal / Nano Exposição, Studio 44, Estocolmo, Suécia 2008 ArtBo, Feira de Arte de Bogotá, Colômbia

Caligrafia 2007

fotografia (série de 9) 15 x 21cm

Banana Republic 2009

FORMAÇÃO | 2010 Mestrando em

óleo s/ tela 150 x 200cm

Linguagens Visuais, UFRJ, RJ 2007 Dynamic Encounters, Bienal de Veneza e Documenta de Kassel 2003/2008 EAV, Parque Lage, RJ 2002/2006 Comunicação Social, PUC, RJ 2004/2005 State University of New York/Fine Arts, EUA 1999/2001 Escola de Belas Artes, UFRJ, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2008 Galeria

Choque Cultural, São Paulo, SP 2007 Programa anual de exposições, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, SP EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2009 Nouvelle Vague, Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro, RJ 2008 Arquivo Geral, Centro Cultural da Justiça Eleitoral, Rio de Janeiro / Painting’s Edge, Riverside Museum of Art, California, EUA 13


FORMAÇÃO | 2010 Arte e Crítica de

arte: anos 70 e 80, com Ivair Reinaldim; Módulo Avançado de Pintura, com Ivair Reinaldim e Daniel Senise, EAV, Parque Lage, RJ 2009 Pintura Contemporânea, com João Magalhães e Walter Goldfarb; Arte Contemporânea, com Pedro França; Módulo Avançado de Pintura, com Suzana Queiroga; Serigrafia, com Evany Cardoso, EAV, Parque Lage, RJ

Quando eu gritar, me acorde 2010

acrílica s/ tela 116 x 149cm

FORMAÇÃO | Estudou Artes Visuais na École de Condé Paris, França em 2003 e se graduou em Design Gráfico pela Univercidade – RJ em 2007. Desenvolveu seus estudos na EAV – Parque Lage cursando as aulas “Desenvolvimento da produção contemporânea” com Iole de Freitas, “Dynamic Encounters” com Charles Watson e “Arte hoje” com Marcio Botner e Bob N”. No ano de 2009 concluiu o curso de extensão na PUCRJ “Arte em Campo Ampliado” com a Dra. Noeli Ramme.

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EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Com Afeto, Rio, Galeria Oscar Cruz, São Paulo, SP / Liberdade é Pouco, Rio de Janeiro, RJ 2009 Símbolos, Largo das Artes, Rio de Janeiro, RJ

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Além do Horizonte e Retrospectiva, Amarelonegro Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ / 19º Encontro de Artes Plásticas de Atibaia, Centro de Convenções Victor Brecheret, Atibaia, SP / 38º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Santo André, SP / 9º Salão Elke Hering de Artes Visuais, Blumenau, SC 2009 Só Você e os Outros Passam, Largo das Artes e EAV Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ / 9º Salão de Artes Visuais de Guarulhos, Adamastor Centro, SP / 16º Salão de Artes Plásticas de Teresina, Casa da Cultura, Teresina, PI / XV Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Galeria de Arte Graça Landeira, Belém, PA

S/ título 2010

nanquin sobre 3 camadas de papel vegetal 65 x 120cm

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Conversa Silenciosa 2010

bordado (fios de cobre e tecido de linho) 11 bordados (20 x 30cm cada)

FORMAÇÃO | 2010 Curso de

Fundamentação, EAV, Parque Lage, RJ 2009 Bacharel em Artes Visuais, Instituto de Artes, UERJ, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2008 Olhe para trás e outras zonas de observação, Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ

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EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Formação 09, Centro Cultural da UERJ, RJ 2008 Preserve sua natureza – Curadoria: Cristina Pape, Revista Arte Institucional nº 5 / Entre Outros Corpos, Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, Rio de Janeiro, RJ

Livro I 2010

FORMAÇÃO | 2008 Arte Hoje, com Bob

objeto 16 x 23cm

N e Marcio Botner, EAV, Parque Lage, RJ 2007 Desenvolvimento de Projetos, com Franz Manata, EAV, Parque Lage, RJ 2005 Escultura e Objetos, com João Goldberg, EAV, Parque Lage, RJ 2003 Pintura II, com João Magalhães, EAV, Parque Lage, RJ 2001 Graduação em Educação Artística/Artes Plásticas, UERJ, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2003 As

Meninas, Galeria Gustavo Schnoor, UERJ, Rio de Janeiro, RJ

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Experimentações, Galeria Progetti, Rio de Janeiro, RJ 2009 VI Bienal Internacional de Arte SIART, La Paz, Bolívia / 7ª Bienal do Mercosul: Grito e Escuta, Porto Alegre, RS / Ateliê Vila Longuinhos, Museu Murillo La Greca, Recife, PE / Linha Líquida, Galeria Marta Traba (Memorial da América Latina), São Paulo, SP / Arquivos do Presente, Museu da Maré – Prêmio ”Interações Urbanas em Pontos de Cultura”, Rio de Janeiro, RJ / Abre Alas, Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, RJ 2008 Toque, Museu Bispo do Rosário, Rio de Janeiro, RJ 17


La notte 2010

óleo s/ tela 40 x 100cm

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Formação 2009/10 | Pintura e Espaços

Ao redor 2009

FORMAÇÃO | 2004/10 Pintura e

da Pintura, com Suzana Queiroga, EAV, Parque Lage, RJ 2007 Cursos teóricos com Fernando Cocchiarale, Ricardo Basbaum e Ana Bella Geiger, Fundação Eva Klabin, RJ 2004 Gradução em Pintura, Escola de Belas Artes, UFRJ, RJ

acrílica s/ tela 120 x 90cm

Reflexão, com Paulo Pasta, Instituto Tomie Ohtake, SP 2009 Leitura de Portfólio, com Agnaldo Farias e Dudi Maia Rosa, Instituto Tomie Ohtake, SP / História da Arte Contemporânea, com Agnaldo Farias, Instituto Tomie Ohtake, SP / História da Arte, com Rodrigo Naves, SP

Exposições coletivas 2010 | Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Das coisas que vimos pelo caminho, Galeria Paschoal Carlos Magno, Niterói, RJ / Traços miúdos em cenas fugidias, Coletivo de Arte Kreatori, RJ 2009 Traços miúdos em cenas fugidias, Fundação de Arte de Niterói, Niterói, RJ / CRU, Coletivo de Arte Kreatori, RJ

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2009 DesOcupação, Casa Contemporânea, São Paulo, SP / Ocupação, Casa Contemporânea, São Paulo, SP / Temporada de Projetos na Temporada de Projetos, Paço das Artes, São Paulo, SP

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FORMAÇÃO | 2010 Curso de

Tênis para caminhadas em paredes 2009

Aprofundamento, EAV, Parque Lage, RJ 2008/10 Cursos Livres, EAV, Parque Lage, RJ 2006/10 Bacharelado em Artes Visuais, UERJ, RJ

linóleogravura 40 x 60cm

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2010

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FORMAÇÃO | 2009/10 Licenciatura em

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2010

Do lado de lá 1 2009

Artes Visuais, UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS 2005/09 Bacharelado em Artes Visuais, UFRGS, RS 2008 Desenho: Representação, Limites e Criação, Atelier Livre de Porto Alegre, RS / A Aventura da Modernidade, Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, RS / Seminário La Machinerie de L’Art, Fundação Iberê Camargo, RS / Extensão Universitária em História da Arte do Rio Grande do Sul, UFRGS, RS

(im)prováveis, Usina do Gasômetro, Porto Alegre, RS

acrílica s/ tela 175 x 156cm

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / 9º Salão Nacional de Artes de Jataí, MAC de Jataí, GO 2009 4º Salão dos Novos Cidade de Itajaí, Galeria Municipal de Arte da FCI, SC / 6º Salão de Arte de Tapes, CIM Prof. Alvinho, RS / Salão de Artes de Novo Hamburgo, Espaço Cultural Albano Hartz, RS

Imagens Recessivas, Galeria Lourdes Saraiva Queiroz, Uberlândia, MG 2008 UniversidArte convida: Jimson Vilela, Espaço Anita Malfatti, Rio de Janeiro, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / 12º Salão Nacional de Arte de Itajaí, SC / Experimentações, Galeria Progetti, Rio de Janeiro, RJ 2009 VI Bienal Internacional de Arte SIART, La Paz, Bolívia / 5ª Bienal VentoSul – Mostra VentoSul: Vídeos de Artista, Cinemateca de Curitiba, PR

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Rivotril 2 2010

isopor, massa acrílica e PVA 7,5 x 25 x 25cm

FORMAÇÃO | 2009/11 Mestrado em Linguagens Visuais, PPGAV/EBA, UFRJ, RJ 2004/08 Bacharelado em Pintura, Escola de Belas Artes, UFRJ, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2009 Anestésicos, Galeria de Arte SESC Nova Friburgo, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2009 Estranho Cotidiano, Galeria Movimento Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ / Arte Pará 2009, Museu Histórico do Estado do Pará, Belém, PA 2008 1º Salão de Artes Plásticas de Petrópolis, Centro Cultural Raul de Leoni, Petrópolis, RJ / 14º Salão Unama de Pequenos Formatos, Galeria de Arte Graça Landeira, Belém, PA

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Bem me quer, mal me quer 2010

performance

FORMAÇÃO | 2007/11 Graduação em Artes Visuais, UERJ, RJ 2009 Performance, com Alexandre Sá e Daniela Mattos, EAV, Parque Lage, RJ / Arte: Reflexão e Atitude, com Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale, EAV, Parque Lage, RJ 2008/09 Pintura, com João Magalhães, EAV, Parque Lage, RJ / Pintura, com Chico Cunha, EAV, Parque Lage, RJ 2007 Graduação Tecnológica em Design Gráfico, Universidade Estácio de Sá, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Viradão carioca, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro, RJ / Confluências, Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, RJ 2009 16º Salão de Artes Plásticas de Teresina, Teresina, PI / Poéticas do corpo como suporte, EAV, Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ

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FORMAÇÃO | Graduação em

Arquitetura, UFRJ, RJ / A Prática da Pintura, com Chico Cunha, EAV, Parque Lage, RJ / Arte & Filosofia, com Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale, EAV, Parque Lage, RJ/ Desenvolvimento de Projetos, com Franz Manata, EAV, Parque Lage, RJ / Imagens de Superfície, com Luiz Ernesto, EAV, Parque Lage, RJ / Linguagens Artísticas, com Maria do Carmo Secco, EAV, Parque Lage, RJ / Grupo de Estudos Semanal, Ateliê Charles Watson, RJ

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Olheiro da Arte, Centro Cultural Justiça Eleitoral, Rio de Janeiro, RJ 2008 NÀU, Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, Rio de Janeiro, RJ / SARP – Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, SP / Salão de Artes Plásticas de Petrópolis, RJ / Pintura (no Parque), Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro, RJ 2006 O Livro do Artista, EAV, Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ

Constable 2010

acrílica s/ tela 134 x 134cm

Suíte para um quarto escuro 2009

vídeo 3min48seg

FORMAÇÃO | 2010 Curso com Daniela

Labra, RJ 2007/2009 Cursos na EAV, Parque Lage, RJ 2005/2007 Atelier de pintura do Museu do Ingá, Niterói, RJ / Grupo de Estudos e de Vídeos, com Charles Watson, RJ EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2009 E se a gente subir na laje?, Sala José Cândido de Carvalho, Niterói, RJ

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EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Zona Oculta, Centro Cultural CEDIM e SESC Nova Iguaçu, RJ / Olheiro da Arte, Centro Cultural Justiça Eleitoral, Rio de Janeiro, RJ 2008 NÀU, Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, Rio de Janeiro, RJ 2007 Quadros, Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro, RJ

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Projeto io/iô 2010

vídeo 40s

FORMAÇÃO | Doutorando em

Linguagens Visuais, EBA, UFRJ, RJ / Mestrado em Processos Artísticos Contemporâneos, Instituto de Artes, UERJ, RJ / Especialista em Teoria da Arte, Instituto de Artes, UERJ, RJ / Bloqueios Criativos, com Charles Watson, EAV, Parque Lage, RJ / Expansão do Campo de Atuação da Arte Contemporânea, com Glória Ferreira, Universidade Estácio de Sá, RJ

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EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2008 Espaço Intermediário, Galeria do SESC Petrópolis, RJ 2007 hiper-link, Galeria do Centro Cultural UERJ, Rio de Janeiro, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010

Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2008/09 Man with a Movie Camera – Vertov Global Remake (Perry Bard: http://dziga.perrybard.net) 2008 Estamos juntos separados, EAV, Parque Lage – Núcleo de Arte e Tecnologia, RJ / Manifestação, Galpão da Pósgraduação, EBA, UFRJ, RJ

Não Lugares I e III 2010

FORMAÇÃO | 2010 Graduanda em

desenho 20 x 15cm cada

Licen­ciatura em Artes Visuais, Univer­sidade Federal do Espírito Santo – UFES, ES EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2010 Não Lugares, Galeria Homero Massena, Vitória, ES EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ 2009 V Salão de Artes Plásticas de Suzano (Menção Honrosa), Suzano, SP / 2º Salão Fundarte/SESC de Arte 10x10, Montenegro, RS / 2º Salão de Artes Plásticas de São José do Rio Preto, SP

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FORMAÇÃO | 2009/10 Teorias da Arte,

com Fernando Cocchiarale, EAV, Parque Lage, RJ / Grupo de estudos com Charles Watson, Ateliê Novo Mundo, RJ / Dynamic Encounters, com Charles Watson, EAV, Parque Lage, RJ 2008/10 Pintura, com João Magalhães e Walter Goldfarb, EAV, Parque Lage, RJ 2009 O Processo Criativo, com Charles Watson, EAV, Parque Lage, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Formatos, Espaço Crânio, Rio de Janeiro, RJ

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Auto Retrato como Olympia 2010

óleo s/ tela 130 x 190cm

Templo 2009

FORMAÇÃO | 2008/10 Assistente do

fotografia 45 x 60cm

fotógrafo Vicente de Mello 2005 Licenciatura em Educação Artística – Habilitação em História da Arte, UERJ, RJ 2003/04 Oficinas de processos fotográficos experimentais e introdução à linguagem cinematográfica, COART, UERJ, RJ EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Abre Alas, Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, RJ / Sentido Niterói, SESC Niterói, RJ 2009 3 atos, 3 artistas, Galeria Eduardo Fernandes, São Paulo, SP / Arte Pará, Museu Histórico do Estado do Pará, Belém, PA / VI Bienal Internacional de Arte SIART – Circulo de La Unión, La Paz, Bolívia / Amplificadores das Artes Visuais – Vida Longa ao Vila Longuinhos, Museu Murillo La Greca, Recife, PE

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Debates

18 de agosto de 2010, às 19h Por que Salão? Rio de Janeiro e seus salões de arte Com Anna Bella Geiger e Angela Ancora da Luz 25 de agosto de 2010, às 19h Salão e jovem produção: perspectivas futuras Com Guilherme Bueno, Franz Manata e participação do artista premiado

Now I will do nothing but listen 2009

escultura Dimensões variáveis

FORMAÇÃO | 2009 Bacharelado em Artes Plásticas (Habilitação em Litografia e Escultura), Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG 2008/10 Bolsa APBIC/FAPEMIG – Projeto “Deslizamentos – o deslocamento e a ruína daquilo que chamamos de lugar”, com orientação de Sebastião Miguel / Workshops, com Marilá Dardot, Laura Belém, Jorge Menna Barreto, Élida Tessler, Carlito Carvalhosa

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EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS | 2008 Orientações, Galeria Genesco Murta, Palácio das Artes, Belo Horizonte, MG 2007 A Twist in the Myth – pinturas, Galeria Paulo Campos Guimarães, Belo Horizonte, MG

EXPOSIÇÕES COLETIVAS | 2010 Novíssimos, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro, RJ / Jogos de Guerra, Memorial da América Latina, São Paulo, SP 2009 Projeto Pedregulho (Edital Arte & Patrimônio – IPHAN) – residência artística com o coletivo Kaza Vazia, Rio de Janeiro, RJ / PERPENDICULARMUSEU, Museu Inimá de Paula, Belo Horizonte, MG / [NENTÍTULO], Quina Galeria, Belo Horizonte, MG 2008 Urban Jealousy, Bienal de Teerã, Teerã, Irã 2006 Eu não te amo mais, Galeria de Arte Sesiminas, Belo Horizonte, MG / draw-drawning-2 (coletiva de desenhos realizada na Bienal de Londres), Londres, Inglaterra


Diretoria

Presidente Italo Mazzoni da Silva 1º Vice-Presidente Arlindo Vianna Filho 2º Vice-Presidente Gilson Freitas de Souza 1º Tesoureiro Rubens Branco da Silva 2º Tesoueiro José Luiz Silveira Miranda Diretores Carlos Antonio B. Bueno / Cezar

Antonio Elias / João Carlos de R. Martins / Sergio de Moraes Dias / Toyoko Lepesqueur Comissão Cultural

Cezar Antonio Elias / Fernanda Pequeno / Humberto Farias / Ivair Reinaldim / Marcos Nogueira / Toyoko Lepesqueur Gerente Cultural

Renata Pinheiro Machado Texto

Fernanda Pequeno Iluminação

Antonio Mendel Montagem

Ana Paula Alves / Rebeca Rasel Projeto Gráfico

Aline Carrer e Ana Mannarino Impressão

Walprint Fotografias

Rebeca Rasel (p.9, 24), Jaime Acioli (p.10), Daniel Lannes (p.13), Gabi Carrera (p.14), Danielle Carcav (p.15), Caroline Marques (p.16), Elisa Castro (p.17), Eloá Carvalho (p.18), Fabiola Racy (p.19), Jander Rama (p.20), Adriano Facuri (p.21, 23), Louise D.D. (p.22), Pamela Reis (p.27), Mario Grisolli (p.28), Rafael Perpétuo (p.30). galeria de arte ibeu

Av. N. Sra. de Copacabana 690 2º andar Rio de Janeiro RJ 22050-001 T. [21] 3816 9473 galeria@ibeu.org.br http://ibeugaleria.blogspot.com


Novíssimos 2010  

Seleção anual feita pela Galeria do Ibeu, no Rio de Janeiro, de jovens artistas de todo o país.

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