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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. JORGE AUGUSTO CORREIA Direção de Serviços da Região do Algarve ES/3EB Dr. Jorge Augusto Correia; EB 2,3 D. Paio Peres Correia; EB1 Horta do Carmo; EB1/JI Conceição; EB1 Cabanas

PLANO DE AÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES 2014/2017

Ana Cristina Matias Maria de Fátima Veríssimo 14/07/2014


PLANO DE AÇÃO DAS BILIOTECAS ESCOLARES

2014/2017

Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia

ÍNDICE I – INTRODUÇÃO……………………………………………………………………………………………………..

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II - CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO

1. O Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia ……………………………….

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2. Caracterização da população estudantil …………………………………..………………..

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3. Distribuição dos alunos por níveis de ensino………………………………………………

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4. Bibliotecas Escolares do Agrupamento……………………………………………….........

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III- IDENTIFICAÇÃO DOS PONTOS FORTES E DOS PONTOS FRACOS DAS BE

1. O modelo de avaliação das bibliotecas escolares………………………………….

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IV- OBJETIVOS GERAIS E METAS DO PLANO DE AÇÃO 2014/2017 ………………………..

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V- AVALIAÇÃO / REFORMULAÇÃO………………………………………………………………..

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VI – BIBLIOGRAFIA…………………………………………………………………………………………………..

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PLANO DE AÇÃO DAS BILIOTECAS ESCOLARES

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Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia

I - INTRODUÇÃO

As Bibliotecas Escolares são espaços pedagógicos nucleares de qualquer Agrupamento e os seus recursos humanos e materiais são potenciadores do enriquecimento do currículo e das práticas docentes. A sua promoção e prática do trabalho colaborativo com os docentes, a coparticipação em projetos e em atividades pedagógicas e ainda a promoção da igualdade de oportunidades no acesso ao conhecimento e ao exercício da cidadania contribuem para a melhoria dos resultados escolares dos alunos e para um melhor domínio das literacias indispensáveis para o futuro. De facto, a disponibilização gratuita do seu fundo documental e dos seus recursos diversificados é um garante da igualdade no acesso a serviços e recursos de informação e um meio de combate à exclusão e ao abandono escolar. Assim, para melhor orientar a sua ação em prol da melhoria dos níveis de educação, e alcançar maior eficácia e eficiência, as bibliotecas, em cada quadriénio, elaboram um Plano de Ação. O presente Plano de Ação, 2014-2017, para o Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia, tem como suporte de opções de intervenção na ação educativa os resultados da avaliação das bibliotecas em anos anteriores, o Programa Rede de Bibliotecas Escolares, Quadro Estratégico 2014-2020; o Modelo de avaliação da biblioteca escolar: 2014-2017, ambos publicados em novembro de 2013; e ainda Aprender com a biblioteca escolar: referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na Educação Pré-escolar e no Ensino Básico, de novembro de 2012. Após uma caracterização sumária do Agrupamento, a sua população estudantil e a sua distribuição pelas diferentes escolas, o presente Plano de Ação identifica os pontos fortes e os pontos fracos das bibliotecas escolares do Agrupamento para depois traçar os objetivos gerais e as metas a atingir até ao final do quadriénio. Termina-se especificando como decorrerá o processo avaliativo ao longo do seu período de vigência.

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Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia

II - CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO 1. O Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia O Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia é uma unidade organizacional dotada de órgãos próprios de administração e gestão que foi constituída em Maio de 2013 e, desde 26 de junho de 2014, tem como seu diretor o professor José Otílio Baía. O seu território educativo serve as populações residentes nas seis freguesias do concelho de Tavira (União das freguesias de Tavira (Santa Maria e Santiago); União das freguesias de Luz de Tavira e Santo Estêvão; Freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo, Freguesia de Santa Luzia; Freguesia de Conceição e Cabanas de Tavira; e Freguesia de Cachopo) e seus concelhos limítrofes. É constituído por cinco escolas do concelho de Tavira, do pré-escolar ao ensino secundário: •

Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia (escola sede);

Escola Básica 2,3 Dom Paio Peres Correia;

Escola Básica Horta do Carmo (1º ciclo e Jardim de Infância);

Escola Básica da Conceição de Tavira (1º ciclo e Jardim de Infância);

Escola Básica de Cabanas de Tavira.

2. Caracterização da população estudantil Os alunos são provenientes do concelho de Tavira que ocupa uma área de 611 km² e uma população residente de 26 167 habitantes (Censos 2011), mas também acolhe alunos das suas áreas limítrofes. É uma população escolar proveniente de estratos sociais bastante heterogéneos, provinda do interior da serra algarvia até ao meio litoral, incluindo os meios urbano, rural e piscatório. A esta heterogeneidade da população escolar, tanto pela origem como pelos contextos socioculturais, acrescem os grupos desenraizados social e culturalmente, formados por filhos de emigrantes e residentes estrangeiros, muitos de origem africana. Há grandes carências a nível económico, social e afetivo, em algumas camadas da população escolar, e o número de alunos ao abrigo do Ensino Especial, com necessidades educativas especiais ou com programas educativos individuais está em crescendo. Deste modo, a comunidade escolar é diversa e multifacetada, exigindo resposta para necessidades e problemas específicos, o que tem influência, de forma direta, no sucesso educativo.

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3. Distribuição dos alunos por níveis de ensino Níveis de educação/ensino Pré-escolar

Nº de alunos 61

1º Ciclo

360

2º Ciclo

187

3º Ciclo

230

Ensino Secundário

607

Cursos Profissionais

202

Outros cursos (ensino básico)

63

Outros cursos (ensino secundário)

52

TOTAL

1762

4. Bibliotecas Escolares do Agrupamento

NOME

Ano da Integração da biblioteca na Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)

Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia

2002

Escola EB 2/3 Dom Paio Peres Correia

2002

Escola EB Horta do Carmo (1º ciclo e Jardim de Infância)

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III- IDENTIFICAÇÃO DOS PONTOS FORTES E DOS PONTOS FRACOS DAS BE 1. O modelo de avaliação das bibliotecas escolares De acordo com o modelo de avaliação concebido pelo Programa RBE, a intervenção das bibliotecas escolares desenvolve-se em quatro domínios. São eles: o domínio A “Currículo, literacias e aprendizagens”, domínio B- “Leitura e literacia”, domínio C - “Projetos e parcerias” e Domínio D - “Gestão da biblioteca escolar”. Cada domínio contém indicadores e elementos de medição que permitem fundamentar uma apreciação sobre a qualidade da biblioteca, expressa numa escala de 1 a 4. “O domínio A realça o trabalho e o contributo da biblioteca na vertente pedagógica e curricular, através do enriquecimento e diversificação de práticas, da exploração de ambientes, recursos e estratégias de ensino variados e da integração nas atividades escolares das literacias digitais, dos média e da informação. O trabalho colaborativo e articulado com os docentes e a vivência da biblioteca como lugar de aprendizagem e de inclusão são enfatizados, constituindo fatores chave para a melhoria dos resultados, o sucesso educativo e o combate à exclusão. O domínio B destaca o trabalho e a influência da biblioteca no desenvolvimento das competências leitoras e na promoção do gosto e dos hábitos de leitura. A leitura orientada e recreativa é considerada uma área de intervenção de particular importância, dada a sua natureza estruturante no percurso formativo dos alunos. É valorizada a criação de uma cultura de leitura transversal, envolvendo a comunidade educativa e aberta à dinamização de novos modos de ler e de comunicar. O domínio C incide no trabalho e na projeção da biblioteca para lá dos muros da escola, através do estabelecimento de parcerias e redes de cooperação com outras escolas, bibliotecas e entidades e da interação com os pais, encarregados de educação (pais/ EE) e famílias. A melhoria da qualidade e da sustentabilidade dos serviços através do trabalho em rede, o alargamento das experiências formativas dos alunos e o reconhecimento do valor social e cultural da biblioteca escolar integram as dimensões enunciadas neste domínio. O domínio D é dedicado às atividades de gestão dos serviços e recursos da biblioteca escolar, no sentido de assegurar um bom funcionamento e dar resposta às necessidades da escola e dos utilizadores. A existência de condições materiais, humanas e financeiras adequadas, a ligação ao planeamento da escola, a articulação com outras estruturas pedagógicas, a adaptação da gestão da coleção às mudanças geradas pela revolução digital, a montagem de serviços inovadores de apoio e informação, bem como a implementação de práticas de avaliação e melhoria contínuas são aspetos a considerar na avaliação deste domínio.” (PORTUGAL, 2013: 11-12)

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2. Pontos fortes e pontos fracos PONTOS FORTES

PONTOS FRACOS

DOMÍNIO A – CURRÍCULO, LITERACIAS E APRENDIZAGEM

• Apoio, de forma continuada, ao desenvolvimento dos currículos. • Dinamização de atividades de formação de utilizadores.

• Divulgação e integração curricular do referencial Aprender com a biblioteca escolar.

• Desenvolvimento de atividades de formação para as literacias. • Impacto da BE na melhoria dos níveis de literacia digital, dos média e da informação dos alunos. • Reconhecimento pelos alunos e professores do contributo da biblioteca para a melhoria dos resultados escolares. DOMÍNIO B – LEITURA E LITERACIAS

• Apoio e animação de atividades de leitura, no espaço BE, na sala de aula ou noutros espaços de estudo ou de lazer, com a maioria ou totalidade das turmas das escolas. • Incentivo do empréstimo dos recursos da BE e da leitura presencial. • Difusão e participação em atividades e projetos do Plano Nacional de Leitura. • Uso das BE pelos alunos em atividades de leitura. • Reconhecimento por docentes e alunos do impacto da BE no desenvolvimento do gosto e do prazer da leitura. • Jornais escolares que incluem apreciações de leitura.

• Inexistência de voluntários de leitura para a realização de atividades e/ ou acompanhamento de alunos na prática da leitura. • Diminuta integração de pais e famílias nas atividades de incentivo à leitura. • Baixa atualidade das obras de leitura para recreação. • Menor disponibilidade dos professores dos departamentos de ciências e expressões para atividades de promoção da competência leitora e dos hábitos de leitura. • Impacto do trabalho da BE nas capacidades de leitura dos alunos e seus reflexos nos níveis de sucesso educativo.

• Blogues e páginas no Facebook que divulgam novas aquisições para o fundo documental e publicam produções de leitura e escrita dos alunos.

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DOMÍNIO C – PROJETOS E PARCERIAS

• Existência de um Grupo de Trabalho da Rede de Bibliotecas de Tavira formado por todos os professores bibliotecários do concelho, coordenadora interconcelhia, membro da divisão de educação da Câmara Municipal de Tavira e diretora de serviços da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos . • Apoio fornecido pelo Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) e pela coordenadora interconcelhia (CIBE) nomeada pela RBE. • Parceria com a Biblioteca Municipal e a Câmara Municipal de Tavira, e através destas com entidades e associações de caráter cultural do concelho ( Museu Municipal, Arquivo Municipal, Cineteatro António Pinheiro, Centro Ciência Viva, Associação Internacional de Paremiologia, entre outros.) • Cooperação com a UALG, nomeadamente através das atividades disponibilizadas pela Equipa UALG. • Envolvimento da BE em projetos das Escolas. • Exploração das redes sociais no contacto e comunicação com as famílias. • Contributo da BE para o enriquecimento do papel formativo da escola e para a visibilidade de atividades da BE e do Agrupamento junto da comunidade.

• Reduzido desenvolvimento de atividades continuadas com os pais, EE e famílias no domínio da promoção da leitura e das literacias. • Reduzido/ Inexistente programa de ações de formação dirigidas aos pais, EE e famílias

• Reduzida participação dos pais, EE e famílias nos projetos das Escolas

DOMÍNIO D – GESTÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

• Professoras bibliotecárias com formação em bibliotecas e regular inscrição anual em ações de formação nesta área de intervenção.

• Inexistência de formação contínua, na área da BE, para os docentes das equipas das BE.

• Professoras bibliotecárias com liderança ativa e gestão efetiva, sempre em consonância com a direção, mobilizando a equipa, a escola e a comunidade para o valor e para o trabalho com a BE.

• Fraca continuidade dos professores integrantes das equipas da BE em anos letivos consecutivos.

• Boas condições de espaço, equipamento e funcionamento (Biblioteca da Escola Secundária e da Escola EB Dom Paio Peres Correia.

• Inexistência de um Gabinete de Trabalho para coordenação da equipa BE.

• Horário contínuo que possibilita o acesso dos utilizadores em horas muito variadas para atividades escolares ou de lazer.

• A proporção entre a coleção impressa e a digital não corresponde aos indicadores aconselháveis.

• Boa integração na escola.

• Reduzido fundo documental para os alunos do

• Boa cooperação com a generalidade das estruturas e serviços de gestão pedagógica.

• Localização da Biblioteca da Escola Básica Horta do Carmo junto ao refeitório.

Pré-escolar.

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• Coleção em suporte impresso extensa.

Verba anual para a atualização regular da documentação/ informação não especificada pela Direção, embora até agora as solicitações das BE tenham sido atendidas.

Reduzida rendibilização, por parte dos docentes, de alguns recursos impressos ou materiais pedagógicos disponibilizados pela BE

• Elevado uso da coleção pelos utilizadores do Préescolar e ensino básico. • Trabalho com os serviços de apoio especializado e educativo (Equipa do Ensino Especial e SPO), contribuindo para a execução e maior sucesso dos planos de aprendizagem dos alunos. • Cooperação com os serviços no apoio à aprendizagem, quer na modalidade de reforço de aprendizagens, quer na modalidade de recuperação e integração de alunos alvo de medidas corretivas ou disciplinares. • Aplicação de uma política documental formalizada.

• Indexação do fundo documental não abrange a totalidade das obras registadas, catalogadas e classificadas.

• Coleção bem organizada ao nível do registo, catalogação e classificação, com recurso a um sistema de gestão bibliográfico automatizado (Bibliobase).

• Falta de formação em indexação dirigidas aos PB e aos Assistentes Operacionais afetos às BE.

• Coleção de acesso livre aos seus utilizadores. • Acesso eletrónico a recursos digitais ou digitalizados. • Disponibilização dos catálogos online através do portal da RBE, página web do Agrupamento, Blogues das BE e catálogo coletivo concelhio. • Gestão de meios variados de comunicação e difusão de informação (Blogues, jornais, Boletim eletrónico, página no Facebook, Twitter e exposições).

• Tratamento técnico de documentos disponibilizados em linha (online) ainda numa fase inicial. • Ausência de serviços de empréstimo em linha. • Ausência de BE nas Escolas Básicas de Conceição e Cabanas. • Distância geográfica entre essas Escolas e a Biblioteca da Escola Básica da Horta do Carmo, Escola Dom Paio Peres Correia e a escola sede. • Ausência de integração da Biblioteca da Escola Básica Horta do Carmo na RBE.

• Prática de empréstimo interbibliotecas. • Prática de uma política de qualidade e um sistema de avaliação contínuo, aplicando o Modelo de Avaliação da RBE. • Divulgação dos resultados de avaliação das BE e elaboração de Planos de Melhoria relativamente aos pontos menos fortes. • A avaliação interna e externa das Escolas/ Agrupamento integram a avaliação das BE. 9


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IV- OBJETIVOS GERAIS E METAS DO PLANO DE AÇÃO 2014/2017

DOMÍNIO A – Currículo, literacias e aprendizagem

OBJETIVOS GERAIS

METAS

• Proporcionar oportunidades e recursos • facilitadores da utilização da informação que possibilitem a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de competências e capacidades diversificadas, indispensáveis à • cidadania efetiva e responsável e à aprendizagem ao longo da vida. • Apoiar a comunidade educativa na aprendizagem e na prática de literacias, incluindo a literacia da informação, visando o saber selecionar, utilizar e comunicar informação, por via oral e/ou escrita, com recurso a ferramentas digitais, multimédia e em linha. • Promover o trabalho colaborativo na consecução dos currículos e na aprendizagem transversal da língua portuguesa e manejo das novas tecnologias digitais e da Internet.

A utilização da BE regista uma taxa de 75% ou mais das turmas de cada Escola em apoio ao currículo e/ou na formação para as literacias. A utilização da BE regista uma taxa de 75% ou mais dos alunos de cada Escola em atividades de uso da informação, dos média e das tecnologias digitais.

A integração curricular do referencial Aprender com a biblioteca escolar é uma realidade em 75% das turmas da Educação pré-escolar e do Ensino Básico.

A satisfação dos docentes e dos alunos com o contributo da BE para a progressão dos alunos nas aprendizagens acusa uma taxa de, no mínimo, 75%.

A satisfação dos docentes e dos alunos com o contributo do trabalho da BE para a melhoria dos níveis de literacia digital, dos média e da informação dos alunos regista uma taxa de, no mínimo, 75%.

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DOMÍNIO B - Leitura e Literacia

OBJETIVOS GERAIS

Criar e ou manter nos alunos, e na comunidade educativa, o hábito e o prazer da leitura, da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida.

Apoiar atividades e projetos que potenciem a competência leitora e as literacias, visando a formação de leitores autónomos e críticos.

Desenvolver hábitos culturais promotores de um contínuo enriquecimento cultural.

METAS •

O envolvimento das turmas de cada Escola em atividades de leitura dirigidas a um currículo específico ou numa perspetiva transversal ao mesmo regista uma taxa de 75% ou superior.

A utilização da BE regista uma taxa de 75% ou superior em práticas de leitura para obtenção de informação, para estudo ou para recreação.

O recrutamento de voluntários de leitura para a Educação Pré-escolar e Ensino Básico eleva-se, no mínimo, de zero para cinco até ao final do quadriénio.

A participação e integração de pais, EE e famílias acusa, pelo menos, uma ocorrência anual em atividades de incentivo à leitura.

A renovação anual do coleção da BE iguala ou supera a taxa de 1%.

O reconhecimento, por alunos e professores, do impacto da BE no desenvolvimento do gosto e do prazer da leitura acusa uma taxa de, no mínimo, 75%.

O reconhecimento por parte dos alunos e dos professores do contributo do trabalho da BE para a melhoria das capacidades de leitura dos alunos regista uma taxa de, no mínimo, 75%.

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OBJETIVOS GERAIS

C - Projetos e parcerias

Desenvolver um trabalho colaborativo com outras escolas, bibliotecas, entidades e instituições vocacionadas para a promoção de atividades culturais ou de caráter lúdico com uma componente formativa.

METAS

• O programa de ações de formação do Agrupamento inclui, anualmente, pelo menos uma ação dirigida aos pais, EE e famílias. • A BE é envolvida em 51% ou mais dos projetos de cada Escola.

Participar em projetos de âmbito regional, nacional ou internacional com entidades exteriores ao Agrupamento.

• A participação dos pais, EE e famílias nos projetos das Escolas acusa uma evolução de 2% ou mais no fim do quadriénio.

Apoiar parcerias com outras entidades.

Mobilizar e envolver os pais, EE e famílias no processo educativo.

• O reconhecimento do contributo da BE para o enriquecimento do papel formativo da escola e para a sua visibilidade e integração na comunidade regista uma taxa de 75% ou superior.

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D - Gestão da Biblioteca Escolar

OBJETIVOS GERAIS

METAS

Articular os serviços e a ação prestada pela BE com o Projeto Educativo do Agrupamento.

• A BE coopera com todas as estruturas e serviços de gestão pedagógica do Agrupamento, contribuindo para a superação dos pontos fracos das BE e das Escolas/Agrupamento.

Disponibilizar recursos humanos, materiais e financeiros adequados às necessidades de gestão, funcionamento e dinamização das bibliotecas do Agrupamento. Desenvolver e gerir a coleção/informação da BE de acordo com as normas técnicas normalizadas e como recurso gerador de conhecimento e saber indispensável à consecução dos currículos.

Difundir e estimular o uso da coleção das BE do Agrupamento.

Monitorizar e avaliar a ação das BE.

• Todas as BE estão integradas no Programa da RBE. • A articulação dos docentes com as bibliotecas do Agrupamento regista uma taxa de 75% ou superior. • A satisfação do público-alvo de cada biblioteca do Agrupamento acusa uma taxa de 75% ou mais. • A coleção impressa, digital e em linha disponibilidade por cada BE satisfaz as necessidades de75% ou mais do seu público-alvo. • A coleção impressa, digital e em linha é usada, em média, por 75% dos seus utilizadores nas suas atividades pessoais e escolares. • A proporção entre a coleção impressa e digital ou em linha acusa um decréscimo de 25%. • A indexação do fundo documental abrange 80% dos recursos registados, catalogados e classificados. • O plano de formação contínua do Agrupamento oferece uma ação de 25 horas de formação em Bibliotecas escolares para os Assistentes Operacionais afetos às BE ou outros interessados neste serviço, para os membros da equipa da BE ou outros professores interessados nesta área e para as PB, incluindo formação em indexação. • O tratamento técnico de documentos disponibilizados em linha alcança ou supera os 75%.

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V- AVALIAÇÃO / REFORMULAÇÃO O processo de avaliação ao longo do quadriénio desenrola-se em quatro etapas:

ANO 1

2013/2014

Plano de Melhoria

Relatório de execução do plano de melhoria

ANO 2

2014/2015

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Relatório intermédio de avaliação

ANO 3

2015/2016

Plano de Melhoria

Relatório de execução do plano de melhoria

ANO 4

2016/2017

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Relatório final de avaliação

Este Plano de Ação deverá constituir-se como um instrumento orientador, flexível e passível de ser reestruturado em qualquer momento do quadriénio, em função da evolução realizada pelas Escolas e as eventuais alterações nas características da sua população escolar, bem como das alterações de Programas e Metas Curriculares a definir pelo Ministério da Educação e Cultura para o ensino secundário. Os resultados da avaliação das BE do Agrupamento deverão fazer parte integrante da avaliação interna e externa das Escolas\Agrupamento.

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VI – BIBLIOGRAFIA

PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 20-112012. [Consult. 14-01-2014] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/referencial .html>

PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Modelo de avaliação da biblioteca escolar: 2014-2017 [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 15-11-2013. [Consult. 14-01-2014] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/mabe .html>

PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020 [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 06-11-2013. [Consult. 14-01-2014] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/qe .html>

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Plano de Ação das Bibliotecas Escolares 2014 2017  

Plano elaborado pelas professoras bibliotecárias Ana Cristina Matias e Fátima Veríssimo para as bibliotecas escolares do Agrupamento de Esco...

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