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OFICINAS - Improvavelmente definitivas Dinamização Horas

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A Par - Associação Aprender em Parceria | 6 horas

Título Oficina

Contar histórias com arte (s)

Profissionais ligados à educação de infância

Benita Prieto | 6 Horas

Cristina Paiva | 6 Horas

Contar histórias: um exercício para muitas vozes.

A Leitura em voz Alta

Sinopse Reflexão em torno da arte de contar histórias e do seu significado para quem as ouve e para quem as conta. Discussão sobre a escolha, sobre a forma e sobre as condições para contar bem uma história. Apresentação e exploração interactiva de diferentes formas de dinamizar histórias para crianças pequenas utilizando diferentes recursos educativos. Construção de livros em ziz-zag. A oficina sobre a arte de contar histórias pretende desenvolver estratégias para que os participantes possam utilizar essa tecnologia nos seus locais de trabalho. Utilizaremos a palavra como peça fundamental, além dos gestos, memória, voz e outros recursos que compõem o acervo pessoal de cada um. Este atelier destina-se a mediadores de leitura e pretende abordar as técnicas da leitura em voz alta: trabalho de corpo e voz (postura, respiração, colocação de voz, dicção); abordagens ao texto; trabalho sobre a exposição que a leitura em voz alta exige; apresentação de uma leitura encenada. Trata-se aqui de dar algumas “ferramentas” para tornar a leitura de um texto, num momento de prazer para quem lê e para quem ouve. O atelier divide-se em 2 partes: 1. Trabalho de corpo e de voz e Técnicas de leitura em voz alta; 2. Construção e apresentação de uma leitura encenada.

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David Silva | 6 Horas

Eugénio Roda| Gémeo Luís

Betadine é fogo que arde sem se ver Oficina de reescrita e leitura expressiva

Escrita | ilustração

| 6 horas

Gisela Cañamero | 6 horas

Na floresta das memórias, o corpo da palavra| Prática 1 performativa grupal *

Com esta oficina prática pretende-se estimular a imaginação e desenvolver ferramentas de reescrita para desbloquear vícios. Combater a censura para adquirir autonomia e confiança na expressão escrita e aplicar técnicas para reescrever textos, atribuindo-lhes novas identidades. Praticar abordagens e técnicas que permitam novas respirações e a provocação para a leitura em voz alta. Experimentar técnicas de oralidade, trabalhar a respiração, a dicção e a projecção de voz, desenvolver a fluidez e o aperfeiçoamento do discurso através de vários tipos de leitura. Fomentar a autocrítica e o distanciamento do trabalho realizado, melhorar o ritmo, a capacidade interpretativa e desenvolver a expressividade na voz falada. Minha mãe é o livro mais recente da dupla Gémeo Luís / Eugénio Roda. Tendo os filhos como ponto de partida e as mães como ponto de chegada, os autores propõem uma viagem à ida das palavras e à volta das imagens. Este é um workshop de introdução a estratégias de produção de uma performance grupal para espaços públicos. Na particular temática que abordaremos, consciencializaremos que o silêncio tem um espaço próprio, não é apenas a ausência da fala. Estranha temática inserida num evento que celebra a palavra dita como eixo de comunicação. Mas a palavra todas as palavras que conhecemos - estão inscritas no nosso território corporal. É na cabeça que elas se sobressaltam, se esquivam, se agarram, se desfazem - e tudo o que teremos de fazer será empurrá-las através do vazio, para o desnudamento da pele. Apresentação pública da performance


Dinamização Horas

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José António Portillo

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|3 horas 1de Setembro

Título Oficina Otras Narrativas ( a confirmar)

Sinopse - Del objeto (" una bola de papel") a la palabra: ARTILUGIOS. - De la palabra al libro: ARTEFACTES. - Del libro al documental. Proyecto: ARCHIVO DE GESTOS EMOCIONALES. - Del documental al objeto: MUSEO DEL TIEMPO / ¿QUÉ PIENSA MI SOMBRA? O teatro invisível é uma das técnicas do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal no Brasil durante a ditadura militar, onde eram estritamente proibidas todas as representações que promovessem a critica social e política.

H

Luís Cruz |6 horas

Teatro do Invisível

O teatro invisível é um género de representação em que o público é levado a assistir aos acontecimentos sem contudo se aperceber que se trata de uma encenação teatral, sendo estimulado a interagir com os actores como se estivesse envolvido numa situação real. Nestas Oficinas procurar-se-á conceber e preparar uma série de situações através da prática de diferentes técnicas de improvisação teatral, de forma a intervir no decorrer das Palavras Andarilhas. Os participantes serão envolvidos em situações inusitadas partindo da abordagem de temas polémicos, escolhidos pelos próprios intervenientes, sendo posteriormente representadas no contexto real das restantes actividades desenvolvidas.

I J

Margarida Fonseca Santos |6 horas

Michael Harvey |6 horas

"Improvável, mas escrito"

“Your Secret Storytelling Skills”

Oficina sobre os escritos torcidos que se transformam em contos sentidos. Irá incluir vários exercícios de reescrever para descobrir o texto para lá do texto.

In this workshop the group will work on the social skills of storytelling we all possess. They are an often overlooked gift and when fully appreciated and embodied promote a unique personal style, authenticity and spontaneity. The work will be held in a constructive and supportive environment and there will be time for whole group, paired and individual work.

K e L - Anuladas

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Dinamização Horas

M

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Paulo Pires | projeto Experiment’arte |6 horas

Título Oficina

A microficção como “nova” experiência de escrita e leitura/narração

Sinopse O tempo atual vive muito da fragmentação, do formato portátil, do subentendido, da brevidade/concisão, da elipse, da hibridez e contaminação, da velocidade, da primazia da internet e da escrita digital… é esse o terreno (plural) por excelência da microficção, feita deste melting pot: experimentação, polissemia, transgressão da convenção, reescrita, reciclagem, ironia, nonsense, humor, paródia, jogo linguístico, ambiguidade semântica, lógica desviante/incomum, diálogo intertextual e metaficção. Uma das soluções para o problema da iliteracia pode passar precisamente pela microficção, pois as pessoas podem ler facilmente duas ou três histórias nos transportes públicos e/ou difundi-las por telemóvel, através de sms’s, ou pela internet, através de e-mails, blogues ou redes sociais. Breve curso livre sobre a escrita microficional, suas características essenciais, autores e textos mais marcantes, principais tipologias, técnicas de construção e estratégias discursivas, benefícios e ainda aplicações práticas ao nível da promoção e mediação da leitura com os públicos jovem e adulto.

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Rodolfo Castro |6 horas

Caminhos para contar

Caminhos para contar: a leitura, a memória, a improvisação, o jogo. Um atelier prático para gente que quer contar: Algo com o corpo: Aquecer, respirar, ocupar o espaço, criar com o corpo. Algo com os textos: ler, pensar, escolher, transformar. Algo com a voz: Experimentar, pesquisar, brincar, falar e contar. A história de uma história é uma outra história. Podemos enrolá-la num novelo e depois desdobrar e ir tecendo por aí, atando ao fio pequenos nadas. Somos todos narradores de uma memória nossa. A escrita e a leitura são a nossa permanência contra o tempo. Em tempos difíceis, como nos outros, ninguém sabe o que vai acontecer a seguir. A seguir é sempre o momento de pôr um pé à frente do outro. A seguir é olhar para o presente e para o passado em busca do que levar para o futuro.

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Sílvia Alves |6 horas

Respigadores de livros - guardadores de memórias e de sonhos

Os livros lidos, escolhidos entre o acaso e a intencionalidade, são fios de uma teia. Labirintos. Cada livro é dono de uma narrativa de geografia e afecto, parte da história de cada um. Quantos livros lemos? Mudamos muito ao fim de muitos livros? Ou mudamos com alguns livros? Valem mais aqueles de que realmente nos lembramos, são esses que moldam o nosso pensamento, a nossa construção como pessoas, ancoram o nosso passado. Há livros que sempre nos acompanham, outros que, em mudanças várias, deixamos pelo caminho. Um livro lido é mais que um objecto, é parte de quem o leu. A releitura é uma nova história, um recomeço de vida à luz da experiência. Guardamos os livros para que tenham novas vidas. Vamos deambular pelas bibliotecas, a de Beja e as nossas, com tempo, nostalgia e paixão, em busca de memórias, de sonhos, e da Aventura do futuro.

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Dinamização | Horas

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Maria Teresa Meireles |6 horas

Violante Magalhães

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|3 horas 31 de Agosto

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Mafalda Milhões |6 horas

Título Oficina

7 Mulheres, 7 livros, 7 países

Novas Metas Curriculares de Português 1º/2º e 3º ciclo

Oficina teórico/prática Ovos de Fiar Para quem se atreve a nascer outra vez.

Sinopse A Literatura é, muitas vezes, um mundo de homens, mas poucos saberão que, no séc. X, no Japão, já se escrevia (no feminino) belíssimos diários, que da Nova Zelândia veio uma das maiores contistas de sempre, que Mrs Dalloway continua a inspirar escritores e cineastas dentro e fora do Reino Unido, que da Ucrânia para o Brasil emigrou uma das mais notáveis escritoras de todos os tempos, que da Bélgica não nos chegam apenas chocolates e o Tintin, que nos EUA se escreve alguma das mais impressionante (micro-) ficção actual e que, em Portugal, os diários podem ser cintilantes e servir-nos de guarda-chuva. Esta será uma viagem no tempo e no espaço através das palavras e do imaginário de 7 mulheres escritoras. Aceita este convite? Nesta Oficina, destinada preferencialmente a Professores do 1.º Ciclo e a Professores de Português do 2.º e 3.º Ciclos, serão explorados os cruzamentos, a fazer em sala de aula, entre obras e textos de Literatura Portuguesa para a infância e juventude e o consignado nos Programas oficiais de Português e nas novas Metas Curriculares de Português. A fim de levar a bom porto objetivos relacionados com a Educação Literária no Ensino Básico e de concretizar os respetivos descritores de desempenho, serão elencados e apresentados sumariamente textos de Literatura Infanto-Juvenil que melhor o propiciam.

Tendo por base a nossa língua, Fernando Pessoa, José Saramago, Aquilino Ribeiro, Natércia Rocha, Matilde Rosa Araújo, Gonçalo M. Tavares e outros autores portugueses são chamados à mesa das artes de contar. O Contador de Histórias é uma PESSOA. A Escrita e a Leitura fazem parceria num encontro onde a Língua Portuguesa se dá a provar ora pela melodia ora pela rigidez com que as palavras se impõem diante de nós. Tal como Fernando Pessoa dizia: "Dizem que finjo ou minto Tudo o que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto Com a imaginação…" Uma oficina para contadores que desafiam a memória e não temem os seus heterónimos.

Miguel Horta

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|3 horas

Uma oficina para descobrir o sítio Cata Livros explorando a sua potencialidade na promoção da leitura: como aplicar na prática todas as suas funcionalidades? Simulação de desafios a partir de livros apresentados Catar no Cata Livros: como bem aproveitar um (Janela de papel), dinamização de jogos, promoção de atividades a partir da informação sobre os autores apresentada no sítio e tantas outras sítio com vista para o situações de mediação. Ao longo de 3 horas propomos que venha conhecer livro este recurso promovido pela equipa do projeto Gulbenkian/Casa da Leitura, onde já entraram 100 000 visitantes.

As Oficinas a azul são apenas de três horas. Como tal serão desenvolvidas em dias diferentes, com os mesmos participantes, de forma a prefazer o total de 6horas de oficinas. *1 Oficinas que resultarão numa performance

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Oficinas  

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