Sebenta - Caderno de Memórias

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Michael Harvey

Paulo Pires

Michael Harvey vive em Gales e é um dos mais conceituados contadores de histórias do Reino Unido. Participa nos maiores festivais internacionais europeus e da América do Norte em que conta histórias dos países celtas, com entusiamo e humor. Desenvolve trabalhos na televisão e rádio e também com o público mais jovem nas escolas, onde vai contar histórias e fazer workshops dedicados a professores e alunos.

Paulo Pires nasceu em Faro em 1977. A sua formação superior é na área das Línguas e Literaturas Modernas e especializou-se em Estudos Musicais e Artísticos. Dedicou-se durante vários anos ao estudo da história contemporânea e da etnomusicologia algarvias. Nos últimos anos tem trabalhado no campo da biblioteconomia e tem vindo a dinamizar/coordenar vários projetos de promoção da leitura com público escolar, com população sénior e também com associações culturais e juntas de freguesia, nomeadamente no concelho de Silves.

Miguel Horta

Prodidáctico

Miguel Horta é um Pintor que se dedica à partilha e comunicação com o Outro, daí que a sua intervenção se estenda à mediação cultural, promovendo o diálogo e a descoberta interior. Eixo fundamental da sua intervenção é a criação de oficinas pedagógicas em museus e bibliotecas a par de intervenções urbanas em diferentes contextos. Pintor contemporâneo representado em diversas coleções de arte particulares e institucionais em Portugal e no resto da Europa. É ainda autor/ilustrador de literatura infanto-juvenil.

Prodidáctico é uma empresa de representação editorial que permite ao leitor conhecer um maravilhoso planeta habitado por livros coloridos e alegres. Estes livros estão à espera de serem explorados e que neles as pessoas descubram algo que as cative e que as faça sorrir.

Museu da Luz

O museu localiza-se na aldeia da Luz, no concelho de Mourão, emblemático território de Alqueva. Por razão da submersão, aquando da construção da barragem de Alqueva, foi construída uma nova aldeia com a estrutura funcional da original, numa lógica de reposição de “casa por casa, terra por terra”. Neste aldeamento recriado foi construído o Museu da Luz. Encara-se como um espaço que reativa memórias e evidencia identidades, tendo em vista a reconstrução do lugar. O Gato Leitor

Projeto Cancioneiro Infanto- Juvenil para a Língua Portuguesa

O Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa é um projeto do Instituto Piaget. Realiza-se desde 1989, de três em três anos, com o objetivo de reintroduzir em Portugal e nos países de língua oficial portuguesa a cultura literária e a dimensão poética na formação dos leitores mais jovens.

Projeto Proximus

Paulo Condessa

Projeto Yara- Iara

Paulo Condessa nasceu em Lisboa em 1961. Andou perdido muito tempo mas anda a encontrar-se para poder voltar a perder-se. Escritor: leitor, professor: aluno, performer: espectador. Ex-publicitário, atual escritor poeta e tal. Futuro exadolescente, futuro ex-criança. Maduro (mais ou menos). Formado em Ciências da Comunicação, deformado por uma mente demasiado vivaz e re-formado por autorecriação, percorreu cursos, pós-graduações, workshops e palestras e pessoas relativas às mais diversas áreas.

Mais de meio milénio depois do primeiro encontro entre Brasil e Portugal, 2012/2013 será o ano do Brasil em Portugal e de Portugal no Brasil. O projeto Yara-Iara, desenvolvido por Margarida Botelho, insere-se dentro destes reencontros. Da aldeia indígena para a cidade e do rio para o asfalto, Yara-Iara é um projeto intercultural artístico-educativo que cruza literatura.

Paulo Lima

Nasceu em Sines em 1966. Frequentou Antropologia e tem vindo a dedicar-se ao estudo da cultura popular do Alentejo e criação de identidades. Os seus trabalhos têm–se centrado na memória, em particular na memória versificada (memorialista e improvisada) olhando-a como nódulo da história oral. Tem trabalhos publicados sobre a décima, o canto a vozes, o improviso, a história oral e a história do fado.

Quico Cadaval

Ator, diretor e adaptador teatral, foi o impulsor do movimento de contadores de contos que surgiu na Galiza na década de noventa do séc. XX. Começou a fazer teatro no fim dos anos setenta no Centro Dramático Galego e acabou por fundar a sua própria companhia “O Moucho Clerc”. Trabalhou em diferentes produções da televisão galega, assim como em curtas e longasmetragens. Continua a trabalhar como ator e como guionista. Foi professor de interpretação de "Operação Triunfo" em Portugal. Roberto Perez

Roberto Perez é natural de Buenos Aires. É licenciado em Direção de Orquestras e Doutor em Música e Musicologia. Trabalhou com Orquestras da República Argentina, Brasil, Portugal, Espanha, Itália e República Checa. Foi professor em Universidades no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha, desde 1985. É professor na Escola Superior de Música de Lisboa, Universidade de Évora, e Conservatório Regional do Baixo Alentejo. Como compositor tem obras estreadas na Argentina, Portugal e Itália. Tem publicado livros, artigos, partituras e gravado 4 CDs como maestro e como compositor. Está radicado em Portugal desde 1988.

Rodolfo Castro

Nasceu em Lisboa, em 1973. Licenciou-se em Direito, mas cedo deixou a vida de jurista, rumo a Londres, onde realizou um mestrado em Sociologia da Comunicação. Foi também aí que se aproximou do mundo da literatura infantil. Em 2002, regressa a Portugal e escreve o primeiro livro “A História da Pequena Estrela”, o qual, em 2003, é recomendado para publicação pelo Prémio Branquinho da Fonseca (Expresso/Gulbenkian), iniciando assim o seu percurso como autora infantil.

Jardim Público - Entrada Livre 21h30 – Noite dos Artesãos do Efémero | Noite dos Andarilhos: … tragam um livro que amem! Ponto de Encontro: Portão principal do Jardim Público. Participação especial do Grupo do Auto de Natal da Freguesia da Trindade |Mariana Lopes. Contadores Andarilhos.

30 de agosto - quinta- feira

10h00 - INSTALA-TE! Abertura do secretariado – Casa do Lago – Jardim Público Entrega dos Passaportes Andarilhos | Acertos | Viagens exploratórias | Exposições | Mercado do Livro | Mercadinho Andarilho

Sílvia Alves

Sílvia Alves nasceu em Trás-os-Montes. É autora da “Bruxinha”, suplemento do Semanário Região de Leiria, da qual foi coordenadora editorial de 1999 a 2011. Cronista do Região de Leiria de 2004 a 2011. Escreveu sobre livros para crianças para a revistas “LER” e “Fada Morgana” (Galiza). Desde 2004 faz sessões de histórias e mediação de leitura na Pediatria do Hospital de Santo André, em escolas e bibliotecas. Publicou o primeiro livro em 2006 “Coisas de Mãe” com ilustrações de João Caetano. É escritora em algumas luas e mãe todos os dias.

11h30 - Auditório 1 Abertura. Anúncio do prémio: “Numa cidade acordada, uma biblioteca sem sono” - Prémio Leitura Pública Joaquim Figueira Mestre - indicação dos nomeados da 1ª Edição. Juramento Andarilho.

Teolinda Gersão

FESTIVAL DE NARRAÇÃO ORAL 14h30 - Histórias de Boca a Orelha – sessões | espetáculos (Bilhetes comprados 30 min. antes, no local de cada sessão | Consulte folheto)

Teolinda Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanística e Anglística, foi docente na Faculdade de Letras de Lisboa e posteriormente na Universidade Nova de Lisboa. Desde 1995 que se dedica exclusivamente à literatura. Foi ainda escritora residente na Universidade de Berkeley em 2004. Hoje é dona de uma escrita contemporânea, na qual imprime temas como a problemática das relações humanas, a dificuldade de comunicar, o amor e a morte, opressão e liberdade, identidade, resistência, criatividade.

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16h00 - Auditório 1 Ler o Mundo - Affonso Romano de Sant'Anna (BR)

Thomas Bakk

17h00 - Auditório 1 “Continentes Poéticos Esquecidos” - Violante Magalhães (PT) Painel: Projetos Improváveis | A Par (PT) | Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa (PT)

Actor, contador, dramaturgo, Thomas Bakk é um prodigioso contador brasileiro. Licenciado em Arte Dramática, tem peças encenadas em Portugal, Brasil e Alemanha e obras publicadas por várias editoras. Dedica-se principalmente à recolha e narração oral de contos de Tradição Oral e da sua autoria. Sobre o contar histórias diz: “Contamos histórias desde quando nascemos, ao momento em que morremos; desde o instante em que acordamos, até à hora de dormir. E quando sonhamos, continuamos a contar a nós próprios as histórias que queremos ouvir.”

Auditório 2 O Papel Social da Leitura - Constantino Piçarra ( PT) Painel: Projetos Improváveis | Luís Rosas Associação Cardin (FR) | Projeto Yara-Iara (PT)

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Ficha técnica Edição: Câmara Municipal de Beja, Associação de defesa do património cultural de Beja Design gráfico e paginação: Susa Monteiro Ilustrações: Susa Monteiro Impressão: Palma, Artes Gráficas, Lda Tiragem: 500 exemplares Contactos CMB - Biblioteca Municipal de Beja / José Saramago Rua Luis de Camões, s/n 7800 Beja Tel. +351 284311900 Email. bibliotecamunicipaldebeja@cm-beja.pt Para mais detalhes sobre as Palavras Andarilhas em http://www.palavrasandarilhas.org/

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00h00 - Ceia Partilhada e cantorias.

31 de Agosto - Sexta– feira Jardim Público

09h30 - Auditório 1 Contos para cuidar da fantasia Marina Colassanti (BR) e Teolinda Gersão (PT) 11h00 - O leitor imaginado - Tertúlia entre escritores (PT) Auditório 1 - Afonso Cruz | Isabel Minhós Martins | Eugénio Roda – moderação por Sílvia Alves Auditório 2 - Margarida Fonseca Santos |Vergílio Alberto Vieira | David Machado – moderação por Rosário Alçada Araújo

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16h30 - Auditório 1 Contos por pontos – Maria Teresa Meireles (PT) Contos: Património | Ferramenta | Performance

Benita Prieto (BR)| Luís Carmelo (PT)| Cláudia Fonseca (PT)| Paulo Lima (PT) 17h30 - Atividades Paralelas- Entrada livre(Consulte folheto) 18h30 - Auditório 1 Palavra : Narrativa, memória e identidade Claúdio Torres (PT)| Affonso Romano de Sant'Anna (BR) 21h30 - Festival de Narração “ Eu Conto para que tu sonhes “. (Consulte folheto) (Entrada Livre)

18h00 – Jardim Público – Início das Atividades Paralelas – (Consulte folheto)

2 de Setembro domingo

Jardim Público 21h30 – Festival de Narração Oral - “Eu conto para que tu sonhes” - (Consulte folheto) (Entrada Livre)

1 8h00 - Início das Atividades Paralelas – (Consulte folheto).

00h00 - Pela noite fora no Mercadinho Andarilho.

1 8h30 - Auditório 1 “De volta ao continente poético esquecido “ de

1 de Setembro - Sábado

Maria José Costa. Editora Piaget. Apresentação do livro por Maria Teresa Meireles. "Memórias de um Caminho" - Testemunhos.

FESTIVAL DE NARRAÇÃO 15h00 - Histórias de Boca a Orelha – sessões | espetáculos (Bilhetes comprados 30 min antes, no local de cada sessão |Consulte folheto)

14h30 – 17h30 - Oficinas – Escola Secundária Diogo Gouveia. (Consulte o programa específico. Confirme a sua escolha.)

FESTIVAL DE NARRAÇÃO 18h00 - Histórias de Boca a Orelha – sessões | espetáculos (Bilhetes comprados 30 min. antes, no local de cada sessão | Consulte folheto)

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Vergílio Alberto Vieira

Violante F. Magalhães é doutorada em Literatura Portuguesa e membro do Centro de Estudos Comparatistas da mesma Faculdade. Faz parte dos órgãos sociais da Associação Portuguesa de Críticos Literários. Autora dos volumes “A literatura para crianças e jovens em Irene Lisboa” e de “Sobressalto e espanto: narrativas literárias sobre e para a infância, no neorealismo português”, tem publicação dispersa em revistas e obras coletivas, sobre Literatura Portuguesa e sobre Literatura Infanto-Juvenil.

“Antão não Vaz ao Vidigueira de Honra? “

PROGRAMA Jardim Público

Rosário Alçada Araújo

Violante F. Magalhães

São bibliotecas sem sono em cidades acordadas

ENCONTRO DE APRENDIZES DO CONTAR

Natural de Buenos Aires, Rodolfo Castro, reside atualmente em Lisboa, e dedica-se a tempo inteiro a escrever, a contar contos, e a dar formação na área da leitura e da narração oral. Utiliza elementos do teatro, da música e do comic para construir os seus espetáculos. Faz pesquisa de contos antigos e modernos e faz versões próprias que rompem com moldes pré-estabelecidos. Publicou já várias obras.

Vergílio Alberto Vieira nasceu em Amares, em 1950. É Licenciado em Letras pela Universidade do Porto. É autor de meia centena de livros de poesia, ensaio, teatro, ficção e infanto-juvenil. Está representado em antologias, editadas em 12 países e nove línguas. Em 2011 faz 40 anos de vida literária.

bibliotecas de caixas de fósforos bibliotecas de brinquedos de madeira ou latão bibliotecas de papel. Existem bibliotecas de livros do tamanho de um bago de milho que pulsam na palma de uma mão Existem bibliotecas improváveis: as que se reinventam sem parar as que ardem as que crepitam mesmo nos dias mais frios. Existem bibliotecas cheias de ar, vazias, outras, cheias de risos, palmas. Almas Ora casa, ora abrigo, porto de chegada e de partida dos seus únicos senhorios: os leitores e os não leitores. Algumas bibliotecas acreditam. Viveram tantas histórias que estão condenadas a acreditar. São de todas as mais raras. Teimam em iluminar rumos sinalizar o chão firme da cultura da palavra, da boa palavra Como a saída para a construção do Homem Novo. Por acreditarem tanto que um dia vai ser possível abraçar todos os que habitam esse lugar improvável, reerguem-se permanentemente: a cada ausência, a cada encantamento, a cada riso de menino, a cada aplauso, a cada poema lido ou cantado a cada memória, a cada conto …

É um projeto desenvolvido pela equipa Gulbenkian/Casa da Leitura que utiliza a internet para aproximar os jovens leitores de um conjunto de títulos essenciais da literatura para infância e juventude, com destaque para a produção nacional, assentando no carácter lúdico e interactivo das narrativas e desafios propostos.

A Associação para Planeamento da Família - APF Alentejo- está a desenvolver o Projeto Proximus, com o objetivo principal de assegurar o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva. Deste modo, o Projeto Proximus desenvolve um conjunto de atividades, como o aconselhamento individual e/ou em casal em saúde e direitos sexuais e reprodutivos, realização de testes de deteção do VIH/SIDA e distribuição de materiais de informação e prevenção.

Nasceu em Almada. Actor profissional, trabalhou em várias companhias de teatro. Actuou de uma ponta a outra de Portugal numa permanente itinerância que o levou também a Espanha, França, Alemanha, Holanda e Brasil. Actor, encenador, dramaturgo, professor, produtor e cenógrafo.

Existem bibliotecas improváveis:

Projeto Cata Livros

O Gato Leitor é um projeto da autoria de Ana Tenente que nos conduz ao universo infantil das histórias e dos bichos que encantam miúdos e graúdos. Trata-se do casamento de duas grandes paixões, a Leitura e os Gatos. É, assim, um instrumento de interação e de contacto com o mundo das crianças e dos adultos pelos caminhos da leitura. Este Gato, como gosta muito de Ler propõese a convidar outros gatos e todos os humanos a descobrir a Leitura.

Paulo Duarte

A história da génese deste projeto está marcada pelo trabalho continuado de promoção da leitura feito na Biblioteca Municipal de Beja, pela experimentação de muitas formas de acordar uma cidade e de a conduzir à relação com o livro, com a leitura, com a informação, e pelo empenho de uma pequena equipa que desejava celebrar a palavra de forma pouco usual para a altura. O facto de nascer numa biblioteca e a necessidade de reflectir sobre as muitas e diversas estratégias de promoção da leitura levou a que, aos poucos, para além da narração e da literatura de tradição oral, as Palavras Andarilhas abraçassem também a leitura, a literatura para a infância: o texto, a ilustração - e a partilha de experiências que em todos estes campos é urgente fazer. Palavras Andarilhas são hoje, um encontro de reflexão em torno da narração oral e da promoção da leitura, promovido pela Câmara Municipal de Beja através da sua Biblioteca Municipal e pela Associação para a Defesa do Património da Região de Beja.

Jardim Público

10h00 - 13h00 - Oficinas – Escola Secundária Diogo Gouveia. (Consulte o programa específico. Confirme a sua escolha.)

Jardim Público 09h30 - “ Luisa na Terra dos Abraços” - Como celebrar 40 anos de escrita. Luísa Ducla Soares à conversa com António Torrado e Maria Teresa Meireles. 10h30 - Sessões de contos e leitura em voz alta, de textos de Luísa Ducla Soares , pelos narradores e mediadores de leitura presentes no encontro. Local: Canteiros e recantos do jardim.

OFICINAS DO ENCONTRO DE APRENDIZES DO CONTAR

A A Par - Associação Aprender em Parceria - Contar histórias com arte (s) dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 B Benita Prieto - Contar histórias: um exercício para muitas vozes. dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 C Cristina Paiva - A Leitura em voz alta dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 D David Silva - Betadine é fogo que arde sem se ver - Oficina de reescrita e leitura expressiva dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 E Eugénio Roda e Gémeo Luís - Escrita | Ilustração dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 F Gisela Cañamero - apresentação de performance | Na floresta das memórias, o corpo da palavra | Prática performativa grupal 1* dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00 G José António Portillo - Otras Narrativas dia 1 das 10h00 às 13h00 H Luís Cruz - Teatro do Invisível dia 31 das 14h30 às 17h30 e dia 1 das 10h00 às 13h00

I Margarida Fonseca Santos - "Improvável, mas escrito" dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 J Michael Harvey - “Your Secret Storytelling Skills” dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 K e L - ANULADAS M Paulo Pires | projeto Experiment’arte - A microficção como “nova” experiência de escrita e leitura/narração dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 N Rodolfo Castro - Caminhos para contar dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 O Sílvia Alves - Respigadores de livros - guardadores de memórias e de sonhos dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 P Maria Teresa Meireles - 7 Mulheres, 7 livros, 7 países dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 Q Violante Magalhães - Novas Metas Curriculares de Português 1 º/2º e 3º ciclo dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 R Mafalda Milhões - Oficina teórico/prática Ovos de Fiar - Para quem se atreve a nascer outra vez. dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 e dia 1 das 1 0h00 às 1 3h00 S Miguel Horta - Catar no Cata Livros: como bem aproveitar um sítio com vista para o livro dia 31 das 1 4h30 às 1 7h30 1 * - Inclui apresentação pública da performance produzida.


Saiba quem é quem nas XII Palavras Andarilhas Notas biográficas de A a Z Affonso Romano de Sant'Anna

Affonso Romano de Sant'Anna é uma figura incontornável da brasileira contemporânea. Desempenhou funções na área das públicas brasileiras, onde teve um papel fundamental e produziu que partilhou no seu último livro “Ler o Mundo”. Foi professor em universidades brasileiras. Affonso é um poeta, um homem de letras e literatura.

literatura políticas reflexões inúmeras

Afonso Cruz

Além de escrever, Afonso Cruz é ilustrador, realizador de filmes de animação e compõe para a banda de blues/roots “The Soaked Lamb” (onde canta, toca guitarra, harmónica e banjo). Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e haveria, anos mais tarde, de viajar por mais de sessenta países. Ana Santos

Esta educadora de infância, rendeu-se há muito tempo aos contos e à promoção da leitura, assumindo-os no dia-a-dia da biblioteca escolar onde trabalha com uma qualidade e rigor exemplares. Sobre a sua relação com os contos diz: “Eles representam hoje, o desejo de viajar pelo tempo, de ir ao encontro das vozes da infância, de continuar descobertas e o acto de contar é um momento fabuloso de partilha, de transmitir a quem nos ouve, o que de mais sensível, profundo, encantador e divertido, pode haver dentro de nós”. Ana Sofia Paiva

Atriz, aprendiz e outras coisas. Desenvolve projetos que unem teatro, narração oral, música, máscaras e marionetas. Dedica-se a fazer recolhas e transcrições de contos tradicionais portugueses e reconta-os sempre que pode. Está prestes a terminar um Mestrado em Promoção e Mediação de Leitura. Andante Associação Artística

A Andante é uma companhia de teatro que tem como objetivo principal a promoção da leitura e a sedução de leitores. Transforma livros de poesia, romances e contos, em espetáculos de teatro. Os textos que usam são representados e não declamados. Aos livros retiram as palavras, misturam tudo e servem sob a forma de espetáculo teatral. António Fontinha

António Fontinha nasceu em Lisboa e viveu em Angola até 1975. Começou a contar histórias em 1992 e vive dessa brincadeira desde 1995. Tem andarilhado por várias terras e convivido com muita gente, contando especialmente temas do património da tradição oral portuguesa que, por esse país adentro, tem tido a oportunidade de escutar. José Antonio Portillo

Professor de meninos pequenos/escritor/escultor de artefactos, que afirma, com humor, que é um domador de pulgas e que quem dá aulas é o seu irmão gémeo.

Bruaá Editora

A Bruaá é uma editora que se diz disponível para desatar “os nós que nos trazem e de apertar outros ainda mais, em especial os da qualidade, criatividade e amizade”. Desde 2008 que apertam e desapertam nós a quatro mãos, num projecto independente e ambicioso, ao qual se têm vindo a juntar diversos colaboradores num crescente bruaá de cumplicidade. Bruno Batista

Há mais de 10 anos iniciou o seu percurso pela terra do faz-de-conta. Abraçou a aventura de contar e viajou pelo continente e ilhas. Pelo caminho foi construindo um repertório de contos de autor, tradicionais e pessoais que leva aos ouvidos de todas as idades. É visita frequente em alguns hospitais como colaborador da Fundação do Gil onde também dá formação aos voluntários. Carlos Marques

Ator e contador, nasceu em Montemor-o-Novo e é licenciado em Estudos Teatrais. Começou a contar histórias em 2006 depois de ouvir alguns mestres destas andanças. Trabalha regularmente em teatro e como contador atravessa todo o país de cabo a rabo, ouvindo, contando e cantando. É programador dos "Contos Doutra Hora" e do festival de narração Oral "Festa dos Contos" que acontece em Montemor-o-Novo. Carlos Pinheiro

Licenciado em História, professor bibliotecário e formador na área das TIC e das bibliotecas. Professor de TIC e Educação no mestrado em Bibliotecas Escolares e Literacias do Século XXI da Universidade Lusófona. Autor do blogue Ler Ebooks – http://lerebooks.wordpress.com. Casa da Achada- Centro Mário Dionísio

O Centro Mário Dionísio nasceu da vontade de tornar público o espólio literário e artístico de Mário Dionísio tal como o seu arquivo pessoal e de Maria Letícia Clemente da Silva, professora, que com ele casou em 1940. Partindo de um arquivo que se quer vivo, a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio é um polo cultural da cidade de Lisboa, que começou por se integrar na vida da Mouraria, o bairro de Lisboa onde se encontra, e que está a ser objeto de recuperação. Cláudia Fonseca

Nasceu em 1965 no Rio de Janeiro, mas vive em Portugal desde 1992. É licenciada em Economia (por engano) e Psicologia (por vocação), reparte o tempo entre a clínica e a narração. Começou a contar histórias há cerca de cinco anos. Junto com outros contadores criou a Contabandistas de Estórias - Associação Cultural. Desde então desenvolve atividades diversas no âmbito da narração oral e mediação de leitura, em locais e contextos muito diversos. Claudio Hochman

Nasceu em Buenos Aires, em 1958. É autor e encenador. Com os seus espetáculos participou em festivais da ex-Jugoslávia, Espanha, Uruguai, Costa Rica, Venezuela, México, Colômbia, Portugal, Holanda, Hungria, França, E.U.A., Peru, Bolívia, Jordânia e Brasil e ganhou diversos prémios. Publicou o livro Saudade (um conto para sete dias). Cláudio Torres

Arqueólogo e islamista, é o responsável pelo desenvolvimento do Campo Arqueológico de Mértola e pela notável investigação que tem trazido à luz a importância daquela vila durante o período de ocupação islâmica. Essa investigação já lhe valeu o reconhecimento nacional e internacional com a atribuição do "Prémio Pessoa" (1991), "Prémio Rómulo de Carvalho" (2001), sendo ainda o Representante de Portugal no Comité do Património Mundial da UNESCO.

Editorial Piaget

Gisela Cañamero

António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Dedicou-se à escrita desde muito novo. A sua atividade profissional é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. É um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos.

Abraçando o desafio de conceber uma escola para um homem multidimensional simultaneamente biológico, psíquico, social, afetivo e racional – e a preocupação com a disponibilização em língua portuguesa do que de melhor se escreve na Europa, foram estas as ideias que nortearam a criação da Divisão Editorial do Instituto Piaget, por António Oliveira Cruz. A Editorial Piaget pretende levar ao mundo da Língua Portuguesa o que de melhor se pensa e escreve nas mais diversas áreas do saber.

Encenadora, dramaturga e performer, amante das infindas dádivas da Natureza, ancorada na plasmação literária, musical e pictórica de tantos outros criadores, revela-se diária e portuguesmente no solene e esforçado exercício da fé – cuja crença assenta no potencial criativo de cada pessoa e nas suas extraordinárias possibilidades de transfiguração. De resto, assegura que “O outro lado que não tenho/é o que já sendo/eu sou.”

Arte Pública

Elsa Serra

Uma equipa sediada em Beja, promotora de múltiplas colaborações criativas, fortemente vocacionada para a dramaturgia, a criação e a experimentação nas artes do espetáculo, que se empenha na intervenção da linguagem musical na construção dramática, na experimentação, no cruzamento e multidisciplinaridade das linguagens cénicas e na divulgação de autores de língua portuguesa.

Elsa Serra é contadora (narradora) de histórias desde 1999. É membro da Rede Internacional de Contadores de Histórias. Ganhou o Prémio Especial, Cuento con mención especial del III Concurso Internacional Cuento en Corto: “A História da Velha” concurso organizado por Red Internacional de CuentaCuentos. Publicou o seu terceiro livro, intitulado “Ungali”, pela Porto Editora, em Janeiro de 2012.

A PAR – Associação Aprender em Parceria

Escrita(s) em dia

António Torrado

A associação A PAR teve início em 2006. É um projeto de capacitação familiar e de intervenção comunitária ao nível da família, trabalhando com os pais/cuidadores em conjunto com as suas crianças (desde o nascimento até aos seis anos de idade). Associação Cardan

Livros à procura de ilustrador, chás aromáticos com histórias de amor, chupachupas com histórias para comer e chorar por mais, doces com histórias e receitas, histórias que se servem ao café, óleos perfumados com histórias à flor da pele… Tudo isto e muito mais na tendinha da Escrita(s)em dia, onde a leitura se faz com todos os sentidos e onde o chá com histórias lhe mostra um arte diferente de ler as folhas do chá…

A associação Cardan foi fundada em 1978. É uma associação que se dirige às pessoas com dificuldades sociais e económicas. A constatação que levou à criação desta associação foi, além do resto, que o acesso ao saber não é igualitário. A associação Cardan trabalha para tornar o saber efetivamente acessível àqueles que são excluídos dele, através da leitura nas ruas dos bairros de cidades de uma região de França, a Somme. Trabalha também na aprendizagem ou a reaprendizagem da leitura e da escrita com adultos.

Eugénio Roda

Benita Prieto

Francisco Vaz da Silva

Eugénio Roda é pseudónimo de Emílio Remelhe, artista plástico, nascido em 1965. Escreve para a infância de todas as idades. Os seus textos têm sido ilustrados principalmente por Cristina Valadas e Gémeo Luís, mantendo com este ilustrador uma parceria assídua na publicação do álbum para a infância nas Edições Eterogémeas. Nomeado pela Sociedade Portuguesa de Autores para o prémio Autores 2010 com o livro Azul Blue Bleu (Eterogémeas 2009).

Benita Prieto é Contadora de Histórias, Escritora e Produtora Cultural. Estudou Engenharia Eletrónica, Teatro e fez especializações em Literatura Infantil e Juvenil e em Leitura. Como Produtora Cultural criou feiras de livros, visitas guiadas a espaços culturais, espetáculos de narração de histórias, eventos de literatura, podendo destacar o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, que em 2011 completou 10 edições consecutivas.

Francisco Vaz da Silva é professor no Instituto Universitário de Lisboa e investigador no Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade Nova de Lisboa. Faz parte do comité redatorial da revista especializada “Marvels & Tales” (EUA) e lecionou cursos sobre contos maravilhosos em várias latitudes, nomeadamente na Universidade da Califórnia em Berkeley e na Universidade da Islândia. Os sete volumes de “Contos Maravilhosos Europeus” espelham trinta anos de trabalho e explorações neste domínio.

Boca

GATAfunho

Editora de audiolivros que nasceu com o objetivo de publicar obras de todos os géneros literários em CD e MP3, associando-os, sempre que possível, ao livro em papel e ao vídeo, procurando acolher todos os suportes em que se expressa a arte literária (erudita e tradicional) e pôr em diálogo as várias linguagens e registos da criação/fruição literária. Book House

A Book House pretende afirmar-se como livraria de referência no panorama nacional através da criação de espaços (físicos e virtuais) que se pautem sobretudo pela diferença em relação à oferta já existente. O nosso projeto aposta numa escolha criteriosa de fundos de catálogo, bem como numa seleção de novidades passível de retratar a diversidade das tendências literárias atuais. Embora atribuamos especial relevo à produção editorial brasileira, iremos – sempre – disponibilizar, com independência e qualidade, obras que documentem, critiquem, aprofundem e cruzem diferentes perspetivas das mais variadas áreas do saber.

Constantino Piçarra

Constantino Piçarra nasceu em Vila de Frades em 1958. É Licenciado em História e fez uma Especialização em Ciências Documentais - Opção Documentação e Biblioteca. Mestre em História do Século XX pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigador do Instituto de História Contemporânea desta Universidade. Para além do trabalho de investigador, é professor do Ensino Secundário. Contabandistas

São um grupo de cinco contadores de origens e nacionalidades diferentes. Contam juntos porque com todas as suas diferenças encontraram afinidades e convergências várias que têm a ver com o mundo das histórias e da narração. Podem encontrá-los a contar em bibliotecas, escolas, associações, festivais, maratonas, encontros e até há quem diga que em lagares, moinhos e lareiras de aldeias escondidas, mas isso são histórias que correm por aí… Cristina Malaquias

Nasceu em Queluz, em 1955. Iniciou em 1977 a atividade como ilustradora de livros infantis, juvenis e escolares. Ilustrou livros para vários autores, entre os quais, António Torrado, Matilde Rosa Araújo, Maria Alberta Meneres, Luísa Ducla Soares, Garcia Barreto e Natércia Rocha. Para além da ilustração para livros infantis e juvenis, produz ainda trabalhos para publicidade. Cristina Paiva

Cristina Paiva é natural de Setúbal. Atriz desde 1984,iniciou a sua atividade no teatro de amadores. A profissionalização surge após a conclusão do Curso de Formação de Atores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1987 foi-lhe atribuído o “Prémio Atriz Revelação pela Associação de Críticos Teatrais Portugueses”. Juntamente com Fernando Ladeira, em 1999, dá início ao projeto da Associação Andante que tem como objetivo principal a partilha do prazer da leitura, tendo vindo a desenvolver trabalho essencialmente em bibliotecas. David Machado

David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É autor do romance “O Fabuloso Teatro do Gigante” e do livro de contos “Histórias Possíveis”. Em 2005, o seu conto infantil “A Noite dos Animais Inventados” recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, e desde então publicou mais três contos para crianças. Tem livros publicados em Itália e Marrocos e contos presentes em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia e Marrocos. David Silva

É encenador, professor de Interpretação e monitor de Escrita Criativa. Frequenta o Mestrado em Teatro, especialização em encenação, no qual está a realizar um estágio com João Mota, diretor do Teatro Nacional D. Maria II. É diretor artístico da Homlet / Seara - Companhia de Teatro de Beja. Tem contribuído para a formação de atores e autores em Beja, onde tem procurado uma linguagem própria, defendendo a formação como princípio pedagógico. Tem várias formações em Portugal, Inglaterra, Hungria e na Rússia. Jorge Serafim

Foi técnico do Sector infanto-juvenil da Biblioteca Municipal de Beja, onde desenvolveu actividade regular na área da promoção do livro e da leitura. Como contador de histórias, tem percorrido o país de norte a sul. Tem participado em encontros de narração oral, nomeadamente em Espanha, Argentina e Canadá. É também autor de vários livros: “A.Ventura”, “A Sul de ti”, “Estórias do Serafim” e “Sonhar ao longe”.

GATAfunho, loja de livros, é um espaço para todos, para todas as idades, para todos os que se deixam apaixonar por livros: livros com e sem texto; livros de muitas cores, de duas cores, de uma cor… muito pequenos, pequenos, grandes, muito grandes; livros que nos falam em muitas línguas… livros “sem rótulos”! Nas Andarilhas, para quem já conhece a nossa loja de livros, será mais um abraço, para quem nunca nos visitou no Chiado, em Lisboa, que sítio melhor para se deixar apaixonar pelo nosso projecto? Gémeo Luís

Nasceu no bulício dos anos sessenta do séc. XX. Tem desenvolvido uma atividade intensa e diversificada na ilustração, usando diferentes materiais, realizando em escalas variadas, abordando bi e tridimensionalmente a forma. No contexto editorial da infância, os seus desenhos são realizadas na técnica peculiar do recorte com bisturi.

José Craveiro

Nasceu em Tentúgal em 1954. Mestre de saberes e de sabores da sua terra, não só é um fiel depositário do património daquele vale onde corre o Mondego como um agente na sua preservação e atualização. Dos cantares aos trajes, das orações aos licores, dos contos às ervas medicinais, das procissões aos manjares tradicionais, tudo parece habitar as palavras e os gestos deste “contador de histórias” na aceção mais enraizada e abrangente do termo. O seu repertório inclui temas da tradição oral ouvidos e vividos em primeira mão. José Francisco

Desde criança que desenha. Os seus "brinquedos" eram preferencialmente o papel, lápis e borracha. Licenciado em Artes Plásticas, confessa uma paixão por tudo o quem tem uma manifestação artística. No seu percurso artístico conta com a realização de exposições individuais e com a participação regular em exposições coletivas de pintura, bem como a publicação de alguns trabalhos nas áreas da Ilustração e Banda Desenhada.

Grupo do Auto de Natal da Trindade | Mariana Lopes

A D. Mariana Lopes será a voz de um grupo de cidadãos que todos os anos faz o auto de Natal da Trindade. Uma conversadora de mão cheia que guarda na memória o tempo em que o Auto era feito na rua de roda do lume. A sua vida cruza-se com um misterioso livro que conhece de cor. Herdou-o do pai. Sem ela , sem eles , O LIVRO é letra morta. Histórias com Bicho - Livraria

Numa antiga escola primária em Óbidos mora O Bichinho de Conto - um projeto literário pensado para acolher leitores dos 0 aos 200 anos. Nesta casa afagada pelo tempo, cuidada pela memória, habita a Livraria Histórias com Bicho, que desde o início se converteu numa livraria Andarilha, levando a Beja uma selecção cuidada de obras, organizada de forma a dar apoio ao encontro. Horácio Santos

Horácio Santos nasceu em Cabo Verde entre o som das mornas e coladeiras, o ritmo frenético das mulheres do batuque e as “stórias” contadas no crioulo que sempre o embala. Inicia-se no teatro e descobre a paixão pelas questões etnográficas e culturais. Grande divulgador da oralidade cabo-verdiana, escreve e encena “Kontador di Stória” e produz na Rádio Nacional de Cabo Verde o programa “Kau-Berdi Di Nos Para Tudu”. Isabel Minhós Martins

Nasceu em Lisboa em 1974. É formada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes. Juntamente com três amigos fundou a Planeta Tangerina. Escreve livros infantis que estão publicados em Espanha, França, Inglaterra, Itália, Brasil, Noruega e Coreia. Os seus livros já ganharam prémios nacionais e internacionais, nomeadamente a obra “O mundo num segundo” que foi distinguido pelo Banco del Libro como Melhor Livro infantil 2010. João Vaz de Carvalho

Autodidata, João Vaz de Carvalho começou a trabalhar em desenho, pintura e cerâmica no atelier de Vasco Berardo, em Coimbra, no início dos anos oitenta. Em 1987, decidiu mudar-se para Lisboa e dedicar-se em exclusivo à pintura e, depois, à ilustração. Em 2005, ganhou o primeiro prémio da Ilustrarte – Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, em 2009, o The Golden Pen of Belgrade Award (Sérvia) e, em 2011, uma menção honrosa no Eurofruitcartoonale (Bélgica) e o primeiro prémio no World Press Cartoon (Portugal). Jorge Pereira

Jorge Pereira nasceu em Moçambique em 1974. Em 1998, conclui o Curso Superior de Escultura na ARCA, em Coimbra. Desde então, desenvolve trabalhos cénicos com vários grupos de Teatro e Dança. Participa em diversas exposições individuais e coletivas, com trabalhos de instalação e pintura. Atualmente, é artista residente do LAC – Laboratório de Atividades Criativas e pertence à Direção desta Associação.

Mafalda Milhões

Mafalda Milhões é uma mulher do norte e não sabemos se não terá sido essa costela transmontana que a dotou do raro poder de acreditar nos projetos mais difíceis. Integra o grupo de dinamizadores do programa de itinerâncias da DGLB. Conta histórias, é editora, livreira e também autora e ilustradora. Margarida Fonseca Santos

Foi professora de Pedagogia e de Formação Musical no ensino especializado da Música, tendo começado a escrever em 1993. Tem vários livros publicados, na maioria para crianças e jovens, e escreve com regularidade para teatro. Orienta regularmente ateliers de escrita criativa, tendo publicado, em co-autoria com Elsa Serra o manual “Quero ser escritor!”. Ganhou vários prémios de onde se destacam o Prémio Revelação Ficção APE/IPLB e o Prémio Nacional do Conto Manuel da Fonseca (1996). Maria da Conceição Costa

“Dinâmica. Grande. Jovens livreiros à moda antiga. Eficaz. Amiga. Familiar. Daqueles que amam os livros. Eficientes. Imprescindíveis…” … diz-se

Maria da Conceição Costa é professora de Literatura Infanto-Juvenil na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada. É membro da equipa do Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa. Investigadora e eterna curiosa, tem como principais interesses de investigação a Literatura Infanto-Juvenil e a Literatura Tradicional. Para além de diversos artigos em revistas e jornais, publicou em 1997 o livro “No Reino das Fadas”.

Livraria Gigões & Anantes

Maria da Conceição Ruivo

Livraria Contracapa

A livraria Gigões & Anantes situa-se na zona central de Aveiro e o seu nome (título de uma obra de Manuel António Pina) foi-lhe atribuído em homenagem a este grande escritor da língua portuguesa. Este espaço polivalente pretende ser em primeiro lugar uma livraria de fundos na área da infância e juventude e, paralelamente desenvolver um trabalho mais amplo em volta dos livros.

É cientista e escritora. Nascida no Alentejo, numa família de seareiros e pastores, poetas e contadores de histórias, desde cedo se dedicou à escrita, que procurou compaginar com a sua atividade científica. Na sua obra mais recente, “Os Mapas do Silêncio” entrelaçam-se a memória individual e a coletiva, numa polifonia narrativa centrada em personagens e ambientes de uma aldeia do Alentejo no tempo da ditadura.

Luís Carmelo

Maria do Carmo Ribeiro Corrêa

Nasceu em Lisboa em 1976, mas foi no Brasil que cresceu até 1991. Licenciado em Estudos Teatrais e Mestre em Estudos Portugueses. Conta desde 2003, em bibliotecas, escolas, associações, teatros e festivais, em Portugal e no estrangeiro. O seu repertório privilegia narrativas tradicionais adaptadas pelo mesmo e as “contatinas”, contos à concertina. Luís Raposo da Cruz

Nasceu em 1967 em S. Domingos, no Concelho de Santiago do Cacém. Mestre em Teatro, ramo Encenação e Dramaturgia, exerce funções como professor de teatro nas Oficinas de Teatro da Escola das Artes de Sines. Paralelamente, desenvolve a atividade como encenador freelancer na implementação de intervenções de teatro comunitário. Luísa Ducla Soares

Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa, a 20 de Julho de 1939. Licenciada em Filologia Germânica, pela Faculdade de Letras da Universidade daquela cidade, participou na revista “Grafia” e fez parte do grupo “Poesia 61”. Trabalhou como tradutora, consultora literária, jornalista e, desde 1979, iniciou a sua carreira na Biblioteca Nacional, desempenhando as funções de assessora principal, responsável pela Área de Informação Bibliográfica e investigadora. Maria de Lurdes Castanheta Pelarigo

Professora de Língua Portuguesa, Mestre em Estudos do Texto, doutoranda em Estudos Portugueses na FCSH da U.N.L. É autora dos livros Literatura para a Criança na Imprensa Portuguesa do Século XXI e Coletânea de contos para a Criança na Imprensa Portuguesa do Séc. XIX.

Logo, logo, fui viver para fora do rebuliço da cidade. Entrei no mundo do imaginário, pela voz da minha mãe. A mãe e a avó abriram a porta para viagens que nunca mais me abandonaram. Os livros, esses sempre me acompanharam. A partir das personagens nasceram os ateliers de construção do imaginário, um mundo inesgotável que permite ensinar, criar, e brincar, a todos os que se sentam na roda mágica do conto. Maria Teresa Meireles

É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, tem um Mestrado em Literatura Medieval Comparada e um Doutoramento em Literatura Oral e Tradicional. Tem participado em inúmeros congressos e colóquios, workshops e formação sobre Conto Popular, Imaginário Tradicional, Poesia Tradicional e Rimas Infantis, Leitura e Escrita Criativa e Escrita de Diários. É autora de várias obras e diretora da coleção «Redes e Enredos» da Editora Apenas. Mariana Pacheco

Chama-se Mariana Pacheco e já não vai para nova. Conhecemos esta senhora na aldeia da Salvada, naqueles serões onde todos contam e cantam. Do mundo conhece, a vida do Alentejo do Latifúndio, o trabalho de Sol a Sol, as missas cantadas, os preceitos de cada época litúrgica e tantas coisas que ficarão sempre por contar. É um privilégio recebê-la nas Palavras Andarilhas: - Está a ver D. Mariana?! Como é importante o que guarda na memória? Marina Colasanti

A escritora, jornalista e ilustradora Marina Colasanti nasceu em 1937 na cidade de Asmara, na Eritreia, então colónia da Itália. Durante a sua infância a família muda-se para a Itália e quando Marina tem 11 anos vão viver para o Rio de Janeiro. No Brasil estudou Belas-Artes e trabalhou como jornalista, tendo ainda traduzido importantes textos da literatura italiana. Como escritora, publicou 33 livros, entre contos, poesia, prosa, literatura infantil e infanto-juvenil.