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Escola Municipal Professor Nagib Raaslan Campo Grande 26 de Novembro de 2013 Aluna: Beatriz Lopes n掳 1 Trabalho de hist贸ria


MANUEL DEODORO DA FONSECA ( Deodoro da Fonseca ) – 1889 – 1891 Nasceu na cidade velha de Alagoas ( hoje Marechal Deodoro ) a 5 de agosto de 1827, filho do tenente-coronel Manuel Mendes da Fonseca e D. Rosa Maria Mendes da Fonseca. Em 1945, ingressou no Exército. Tomou parte em várias campanhas, sendo promovido até o posto de marechal – de – campo. Distinguiu-se por extraordinária bravura na Guerra da Paraguai. Gozava de enorme prestígio entre os militares e era considerado líder da sua classe. A 15 de novembro de 1889, chefiou o movimento que depôs o último gabinete da monarquia presidido pelo Visconde de Ouro Preto, proclamando a República. Nos mesmo dia foi aclamado chefe do Governo Provisório e como tal conseguiu a adesão de todos os Estados para os quais nomeou governadores; estabeleceu a separação da Igreja do Estado, o casamento civil, promulgou o novo Código Penal e aprovou a nova bandeira da País. Convocou a Assembléia Constituinte que aprovou a Primeira Constituição Republicana em 24 de fevereiro de 1891. Eleito pela Assembléia, assumiu a Presidência da República. Entretanto em conflito com o Poder Legislativo, dissolveu o Congresso Nacional, o que provocou reação por parte da Marinha, comandada pelo Almirante Custódio de Melo. Preferiu renunciar a enfrentar uma guerra civil, passando o poder ao vice-presidente, com ele eleito pela Constituinte, Marechal Floriano Peixoto. Faleceu no Rio de Janeiro a 23 de Agosto de 1892.


FLORIANO VIEIRA PEIXOTO (Floriano Peixoto ) 1891 – 1894 Nasceu na Vila Ipioca. Província de Alagoas, a 30 de Abril de 1939, filho de Manuel Vieira Peixoto e D. Ana Joaquina de Albuquerque Peixoto. Acentou praça em 1857, atingindo o posto de Marechal – de – Campo. Distinguiu-se pela bravura na Guerra do Paraguai. Foi presidente da Província de Mato Grasso e ocupou o cargo de ajudante-general do Exército. Com a renúncia de Deodoro, assumiu a chefia do Governo e exerceu-o até 15 de novembro de 1894. Durante seu governo eclodiram duas revoluções: a Federalista, no Rio Grande do Sul, e a da Armada, no Rio de Janeiro, chefiada pelo Almirante Saldanha da Gama. Floriano reconvocou o Congresso e resistiu aos 2 movimentos revolucionários, despertando forte movimento nacionalista, sendo cognominado, por isso, Marechal de Ferro, e Consolidor da República. Enfrentou grande oposição parlamentar e foi implacável em relação aos oficiais que representaram contra sua permanência no Governo. Era membro do Supremo Tribunal Militar. Faleceu em Cambuquira, Minas Gerais, a 29 de julho de 1895. É até hoje venerado como defensor do espírito republicano, tendo rompido relações com Portugal por terem os navios dessa nação dado asilo aos oficiais da marinha rebeldes.


PRUDENTE JOSÉ DE MORAIS BARROS ( Prudente de Morais ) 1894 – 1898 Nasceu em Itu, São Paulo, a 4 de outubro de 1841. Era filho de José Marcelino de Barros e D. Catarina Maria de Barros. Bacharel em Direito pela Faculdade de São Paulo em 1863, exerceu advocacia em Piracicaba. Foi eleito deputado à Assembléia Provincial, primeiro pelo Partido Liberal e, depois, pelo Partido Republicano. Em 1885 elegeu-se para a Câmara dos Deputados. Integrou a Assembléia Constituinte Republicana como senador, sendo eleito para presidi-la. Concorreu com o Marechal Deodoro à Presidência da República. Em 1894, foi escolhido Presidente da República, em eleição direta, tomando posse a 15 de novembro. Restabeleceu relações com Portugal e resolveu pacificamente o conflito com a Inglaterra que ocupava nossa Ilha Trindade. Sob seu governo foi o Brasil vitorioso por arbitragem dos Estados Unidos, na questão de limites com a Argentina, conhecida como Questão das Missões. Também firmou-se com a França um tratado para resolver a Questão do Amapá, com arbitragem da Suíça. Em virtude de doença, passou o exercício do governo ao vicepresidente Manuel Vitorino Pereira, de 10 de novembro de 1894 a 5 de março seguinte. Sofreu um atentado por um soldado fanático a 5 de novembro de 1897, no qual tombou mortalmente o Ministro da Guerra, Marechal Machado Bittencourt, que defendeu o presidente. No seu governo iniciou-se o conflito de Canudos. Faleceu em 1902.



Historia