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Editorial Não, nós não fizemos a cobertura da gravação do DVD de Phill Veras, mas estivemos lá durante os últimos preparativos. Falamos com ele e sua produção sobre como e com quem ele está conquistando corações e mentes. Procuramos aqui criar um espaço para que o artista fale de sua obra, de suas influências e de seus objetivos para mais adiante. A conquista de espaços como o tradicionalíssimo Teatro Arthur Azevedo, não deve passar em branco. Trata-se de um acorde a mais na marcha fúnebre que vem pautando a morte do marasmo cultural ilhéu em benefício deste novo momento. Um palco de valor histórico inestimável que vem sendo resgatado da triste e burocrática função de legitimador de bobagens inenarráveis das quais jamais falaremos. Nem sob tortura. No mais, continuamos em nossa missão por galáxias próximas, indo aonde muitos já foram, mas acabaram deixando de prestar atenção no que realmente importava.


Esqueçam o Los Hermanos... Alguns boatos podem perseguir uma pessoa (principalmente as públicas) por toda uma vida. Mário Gomes que o diga. Quando se trata de algo relacionado a sua vida profissional o estrago pode até ser medido a partir de extratos bancários e borderôs. Um agravante é a impossibilidade de se definir a incidência ou não de má fé na gênese dessas coisas… A má vontade que há em certos setores da “nomenklatura” maranaguara com o sucesso da Nova Bossa e posterior ascensão de Phill Veras tem batido com os cotovelos na tecla de que ele, e os seus, não seriam nada além de uma emanação dos Los Hermanos. O argumento surpreende por um ineditismo e duas bobagens. Inédita é a união entre “culturetes” e “roqueiros” de plantão contra o jovem compositor e só podemos entender que  utilizar a banda carioca como sinônimo de algo ruim é de uma profunda e, aparentemente, inabalável ignorância, assim como considerar a turma de Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante como as únicas referências detectáveis no trabalho de Phill.


Criticar o Los Hermanos me parece, no mínimo, ingratidão de quem não se lembra que foram eles que abriram uma fresta na tirania de músicas massivas como o Pagode e o Sertanejo que chegaram a tomar de assalto até a MTV, na virada do século. Não é a toa que eles se tornaram tão influentes, sendo praticamente os inventores do “mercado indie de massas” no Brasil. Transferir a crítica para o trabalho de Phill Veras é uma dupla injustiça. Trata-se de um artista com outras cartas na manga e o Gaveta nos parece a prova disso. Se podemos ouvir uma influencia de Amarante na sua prosódia, cabe dizer que esta (a prosódia mais dinâmica) também é uma qualidade de Bob Dylan, John Lennon, Cazuza e João Gilberto, para ficar só com alguns exemplos. Os arranjos que ouvimos no Gaveta remetem também a estes e outros músicos e bandas.

O Palco O Teatro Arthur Azevedo, vulgo TAA, enquanto ideia, tem já quase duzentos anos e é provavelmente a pedra angular da personalidade que a cidade de São Luís assume oficialmente, numa idolatria desregrada do seu período histórico preferido. Até hoje, a cidade se enxerga como a “Athenas brasileira” que acredita ter sido no século XIX. Se os “atenienses” já retornaram ao pó há gerações, temos de reconhecer que deixaram a casa muito bem arrumada e que ninguém, até muito recentemente, ousou mudar os móveis de lugar. Pode ser mesmo um mal de todas as Atenas, visto que a capital da Grécia sofre deste mesmo banzo, vendo tudo que aconteceu depois de sua antiguidade como um longo e desesperador período de decadência, valorizando apenas o que for de mármore. De toda forma, Phill se enquadra no perfil


daqueles poucos ilhéus que conseguiram se esgueirar por debaixo da mortalha oitocentista e, pela força de seu trabalho, c o n s e g u i r a m s u c e s s o n o “exterior”, criando a oportunidade de voltar “por cima da carne seca”. O que o diferencia dos outros “argonautas” é que ele não partiu da obscuridade, tendo conseguido já aqui tocar o coração da besta. Apresentar-se no TAA foi, durante séculos (não, não é exagero), o teto das ambições de quase todos os artistas locais. Seria uma espécie de Broadway ou Madson Square Garden maranaguara, aonde só os ungidos chegavam e disso se gabavam por toda uma vida. Leão morto e empalhado. Quando o mundo foi chegando mais rápido, via Belém-Brasília, Sampaio Correia (o hidroavião), televisão, MTV e internet, as coisas foram mudando, mas _ quem já conquistou uma cidade sabe disso _ sempre ficam alguns focos de

de resistência. É fato que a velha ordem ainda resiste em seus bastiões, como a Academia Maranhense de Letras e o Cemitério do Gavião, mas a principal cidadela era o TAA e ela, diferentemente das outras, parece estar negociando uma rendição honrosa, destinandose, muito provavelmente, a voltar a ser habitada pelos vivos, ainda que assombrada.

Não confie em ninguém com mais de 30 anos Salvo raras e recentes excessões, percebemos Phill também como um divisor de águas no que diz respeito às faixas etárias entre os nativos. Entre os mais velhos, a atitude mais comum é a do “não ouvi e não gostei”. Nem é o caso de culpar o já citado “oitocentismo ludovicense”


posto que a maior resistência tem sido vista não entre a bela guarda da “cultura popular” (da China?), mas sim, no meio daqueles que achavam que seriam eles os príncipes encantados destinados a acordar a velha adormecida. Desde a Pedra Polida, já podíamos ver que esta nova geração de músicos dificilmente atraía público com mais de 30 anos. Estes, quando muito, pareciam entrar por engano nesses eventos e passavam a noite procurando uns aos outros para resmungar como era no seu tempo _ coisa de uma década antes e olhe lá _. Ainda não escreveram monografia alguma sobre o tema, mas acreditamos que é o caso de acender a luz amarela e ver se os irmãos mais novos, sobrinhos e afins ainda se preocupam em perguntar alguma coisa para os mais velhos. Web Mota, fundador da Musicoteca, lembra, em sua entrevista, o papel desse público jovem no crescimento e na legitimação dos artistas atuais, abrindo-lhes, inclusive, as portas para

grandes festivais e meios de comunicação. Ponto para a geração Y, que tem levado artistas independentes para o centro das atenções, incluindo alguns mais antenados que juntam mais de trinta primaveras, como Papete (autor do icônico álbum Bandeira de Aço), que fez questão de sublinhar a sua opinião nas redes sociais. “Não bastaria a internet se não houvesse um tripé composto de talento, sorte e muito trabalho.” Samme Sraya, produtora.

Como chegar lá? É parte do imaginário popular a figura do músico que bate de porta em porta com seu violão ou fita/CD demo em busca de uma gravadora e é esnobado por uma série de engravatados dos quais, quando muito, se tornava refém. Comuns também são aquelas “revelações” de mesa de bar como a que lembra que a DECCA só contratou os Rolling Stones depois de ver o tamanho do erro que tinham cometido ao não assinar com os Beatles. Este, que parece ser um mito fundador compartilhado por todos no campo da música, como não poderia deixar de ser, marca presença tão forte na psique de suas vítimas que chegou às telas em filmes e videoclipes metalinguísticos. Dois bons exemplos são o clipe “Cantiga do Sapo” (Sérgio Habibe e Cláudio Popó) e o filme The Wonders. Nem os milhares de dólares e quilômetros de distância esconderam o bicho papão na fotografia. Quem tem mais de trinta provavelmente se lembra da quixotesca batalha de Lobão contra as gravadoras em defesa da numeração dos discos. A relação de forças era quase sempre a mesma do clássico Davi contra Golias, com os músicos passando aberta ou discretamente


como elo fraco da corrente, que era espoliado sem quase qualquer chance de defesa. Mas eis que lutas como a pela numeração caíram no vazio quando um grande meteoro digital atingiu o mercado fonográfico levando ao que, até agora, parece ser a extinção daquela cadeia produtiva monolítica. A substituição dos executivos engravatados nessa cadeia alimentar por uma espécie menor e mais ágil de empresários que, aproveitando-se das benesses de era digital, agem nacionalmente assumindo apenas uma fração dos custos de outros tempos é um fato . Estamos  falando de indivíduos que facilmente passariam pelos músicos que pr omovem, vestindo-se e interagindo com eles quase em pé de igualdade. Duas figuras que cabem bem nesta descrição são Bruno Azevedo, escritor e dono da Editora/Selo Pitomba, que lançou o primeiro disco de Marcos Magah (Z de Vingança) e Web Mota, fundador da Musicoteca que, entre outros

artistas, assinou contrato com Phill Veras, Nathalia Ferro, Soulvenir e PédeGinja. Como podemos verificar facilmente no site da Musicoteca, ela teria começado “despretensiosamente” em 2003, como um blog opinativo que soube fazer-se interessante para o público “formador de opinião” e aproveitar a “perda de força das grandes gravadoras”. Enquanto Bruno Azevedo viaja pelo país de feira em feira levando os livros e discos da Pitomba, Web parece ter um esquema mais complexo, contando com uma equipe de colaboradores e uma surpreendente quantidade de artistas em seu catálogo. Bruno, que já contou par te de sua trajetória na Bezouro N°1, tem o “agravante” de ser ele mesmo o autor da maior parte do conteúdo que distribui, demonstrando que o mundo parece estar com as portas abertas para quem tem espírito empreendedor.


Estivemos nos bastidores das gravações do DVD de Phill Veras e conversamos com alguns protagonistas dessa história. >

REVISTA BEZOURO: Qual a importância de voltar para São Luís para gravar teu DVD?

ansiosa e, com relação ao meu trabalho, eu estou sempre numa ansiedade absurda em shows e gravações. Com relação ao DVD eu estava até com taquicardia. Eu to ansioso porque é um registro profissional em vídeo que vai ficar para sempre.

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PHILL VERAS: Eu sou uma pessoa naturalmente

REVISTA BEZOURO: Para você, o que significa

manter os mesmos músicos desde o início do trabalho? PHILL VERAS: Na verdade nós começamos esse trabalho com essa galera. No início era só eu e Grolli, mas rolou um telefone sem fio e cada um foi chamando alguém que tinha a ver com o trabalho, veio o Memel gravando e todo mundo. REVISTA BEZOURO: Você acredita que seu reconhecimento abre caminho para outros músicos maranhenses? PHILL VERAS: Não penso muito nessa responsabilidade. Acho que cada um vai trilhando o seu caminho. REVISTA BEZOURO: Valeu a pena ter seguido em frente? Deu vontade de desistir? PHILL VERAS: Não tem como eu desistir de algo que é só o que eu sei fazer. Eu faço música para exorcizar meus demônios. Nunca pensei nisso. Já tentei arqui-tetura e direito e não dá pra mim. Então, a música, aconteceu naturalmente.


REVISTA BEZOURO: Como é o processo de garimpagem de vocês?

REVISTA BEZOURO: Como você recebeu o trabalho do Phill?

WEB MOTTA: O processo é muito difícil. Às vezes, os músicos não entendem que eles tem um trabalho bom mas que não está pronto para o mercado. Muitas vezes, o disco está gravado mas não tem uma banda fixa. Não é algo democrático, nós vamos a fundo e pesquisamos se o artista tem condições de ir para a estrada. Muita coisa vai do meu gosto pessoal t ambém. É preciso um mínimo de pr odução, de profissionalismo.

WEB MOTTA: Foi pelo email do Arthur Costa, que não era meu amigo nem nada, no final de 2011. Fui vendo os vídeos e enlouqueci. Pedi para o Arthur nos colocar em contato. Então, pedi para Phill gravar alguma coisa com o pessoal daqui para nós disponibilizarmos. Ele fez tudo e foi para São Paulo, para produzirmos fotos e capa. Isso é um resultado muito do Phill. Ele veio na hora certa, com o tipo certo de poesia. Ele tem esse lado mais melancólico, diferente do perfil


comum dos artistas mais jovens que costumam ser mais transgressores. Ele trouxe outras referências REVISTA BEZOURO: Qual foi a surpresa de o Phill parar lá no Rock in Rio? WEB MOTTA: Acho que foi mais uma surpresa para o público do que para mim. Particularmente, não vejo o Rock In Rio como um validador, apesar de gente muito boa se apresentar por lá. Vejo tudo como uma consequência do trabalho do Phill, que chegou lá como uma escolha do público e não do festival. Muitos artistas vem conquistando espaço assim, com apoio do público e não como escolha das curadorias. A questão é você procurar se manter sempre em contato com seu público, que é teu grande difusor e que vai te fazer circular. É esta a grande força da música contemporânea.

Web Mota é fundador e editor da produtora Musicoteca

REVISTA BEZOURO: Soubemos que foi você quem apresentou o som de Phill Veras para a Musicoteca. Como foi a construção desse canal de comunicação? Você já conhecia a Musicoteca? Como conheceu?

ARTHUR COSTA: Em julho de 2012 eu comecei a dar uma força ao Phill, na amizade. E fiz o primeiro video, o "Já vou tarde"(ele ja tinha o Pode Vir Comigo). E fui ajudando na divulgação das músicas dele, enviando pra pessoas como Clarice Falcão(que o recomendou no twitter), entre outras pessoas que poderiam dar uma critica e dar mais visibilidade. Após gravar outros videos(lancei, valsa e vapor e etc), resolvi buscar blogs ou quem escrevesse sobre ele. E dai procurei blogs, canais no youtube como o Musica de Bolso e etc. Nessa pesquisa achei a Musicoteca e a grande visibilidade que tinha. Dai escrevi um email para o Web Mota, dono da musicoteca. E pra surpresa, uma semana depois ele ja tava procurando o Phill Veras e montando uma parceria com ele. REVISTA BEZOURO: Você tem outros artistas na manga? ARTHUR COSTA: Eu estou em parceria com a talentosa Laila Razzo (que inclusive fez o cenário e a luz do DVD do Phill Veras). Montamos a "Tu Não Tem Coragem Produções". E estamos fazendo um trabalho com video clipes. Produzimos a


a Boys Bad News e a Fúria Louca, além do registro do show do lançamento do CD da banda Pedeginja. Além disso, em Janeiro, produzimos o show "Vista Preto, Vista Branco" com a Boys Bad News, Soulvenir e a Twelve Street, que foi bem recebido pelo publico. Já estamos correndo com novas produções para 2014 e em breve divulgaremos novidades.

REVISTA BEZOURO: Como foi criada a identidade visual do palco para a gravação do DVD do Phill Veras. Qual o conceito por trás dos guarda-chuvas?

Arthur Costa, produtor

LAILA RAZZO: A identidade visual do palco foi algo que eu, Marcos e Phill concordávamos que deveria ser algo simples, minimalista até. O processo foi muito simples, eu sentei pra ouvir o Gaveta e deixei os pensamentos fluírem, foi automático, sinestesia. Ouvir e deixar imagens se formarem na cabeça, as associações rolarem. Por algum motivo, eu fiz um link das músicas de Phill com chuva. Acho que

por ter sentido um clima melancólico e nostálgico, introspectivo, mas também por ter algo boêmio, me veio em mente a estética de musicais dos anos 40/50, pessoal dançando com guarda-chuvas. Tava ali a coisa minimalista que procurava e se conectava às duas coisas que enxerguei. Nesse caso, o conceito se amarra depois, sabe? Quando você sai do processo de se deixar ser um filtro e tenta entender ou percebe como chegou ali. Apesar do “quê” de melancolia, a música de Phill é acolhedora.


Achava que o cenário precisava auxiliar na vibração de cada música, que passasse um pouco dos sentimentos ali, ao invés de ser igual do começo ao fim. Escolha e mudança de cores traz isso. Quando você pensa em um show, são dois sentidos que estão sendo estimulados, audição e visão, e o visual deve existir pra acompanhar ou potencializar o auditivo, nesse caso. E, pra um material como um DVD, que você vai assistir na sua casa, numa boa, sem ter o contato direto ao vivão, o visual é mais importante ainda. O fator surpresa é diferencial, sempre ter algo “novo” aparecendo durante o show e tudo mais.  Uma das formas de fazer isso é exatamente com luz. Movimentar o cenário de fato me parecia crítico e poderia ficar muito agressivo. Para o clima desejado, era melhor a ideia do movimento do que o movimento em si. A luz dá essa ideia, possibilidade de colorir, pulsar, ter e não ter. Então fui ouvindo as músicas e montando uma dinâmica ou estética pra cada uma com luz, pensando de forma que não interferisse na iluminação dos músicos, pra não comprometer a captação em vídeo como se queria fazer. Eu já tinha “a coisa” pra explorar, então foi só pensar num jeito. Sorte que eram guarda-chuvas, não teria sido fácil iluminar escovas de dente, hahaha. Ah, e o guarda-chuva ao contrário era só pra alguém se perguntar o porquê. Quando estava montando o projeto, eu deixei um invertido de cara, acho que era essencial um detalhe de estranheza. Não queria um resultado final fofo ou bonitinho. Precisava de uma quebra.

Laila Razzo, fotógrafa, designer e diretora de vídeo clipe


REVISTA BEZOURO: Como foi cantar com o Phill? JÉSSICA GOIS: Apesar de já conhecer o trabalho do Phill há muito tempo, já que a Pedeginja surgiu no mesmo período em que ele mostrava suas primeiras composições com Nova Bossa, essa foi a primeira vez que pude ver de perto o amadurecimento dele como um artista solo, que conquistou os palcos, chegando ao rock in rio. Pude ver o quanto que é de coração e honesto o que ele faz e mostra no palco com muito

talento. Todos os dias de ensaio resultaram em um show a altura do artista que Phill Veras representa hoje. REVISTA BEZOURO: Como foi participar do DVD?

. JÉSSICA GOIS: Senti uma grande responsabilidade e nervosismo dias antes do evento, mas quando subi ao palco, toda a inquietação passou, já estávamos prontos para aquele momento. Me senti feliz por participar e estar ali, entre amigos e um público que acompanha e apoia as bandas autorais.

Jessica Gois, cantora, participação especial no DVD


REVISTA BEZOURO: Hoje é mais fácil para um artista maranhense ganhar o Brasil? SAMME SRAYA: Eu acho que hoje é mais fácil para qualquer artista por causa da internet. Imagina, eu sou produtora há uns vinte anos em São Luís e demorava muito para você descobrir um Antônio Vieira, um Josias Sobrinho. O Phill é um autodidata, compõe desde os 14 anos, mas ele foi apresentado ao mundo mesmo, há um ano atrás pela internet e isso é um marco. Mas não bastaria a Internet se não houvesse um tripé composto de talento, um bocado de sorte e muito trabalho.

“Gavetas são malas empilhadas, de alguém que não quer partir...”

REVISTA BEZOURO: Qual a previsão para o lançamento do DVD? SAMME SRAYA: Então, há um planejamento… Vamos fazer de tudo para estar com ele pronto ainda em Abril, quem sabe, um pouquinho antes.

Samme Sraya, Produtora

Conheça outros artistas da Musicoteca: www.amusicoteca.com.br Escute o álbum completo, acessando: http://www.rdio.com/artist/Phill_Veras/album/Gaveta/

Criação do designer James Plumb.


“Eu já tinha visto no Projeto Br 135 algo sobre a Banda. Um dia uma amiga me mostrou uma música. Então comecei a acompanhar o trabalho pela internet. Quando eu escutava as primeiras faixas do álbum era algo surreal. Eu entrava em transe. Uma harmonia. Algo inexplicável. Comecei a ouvir sem parar... Esperei muito por esse show.” Carolina Lopes


“Conheci o Phill procurando novas bandas e cantores na internet, lembro que a primeira música que ouvi dele foi “Pode vir comigo”, e me apaixonei por ele, pelas melodias, pelas letras. Sabe quando você sente ao extremo algo que você tem certeza que não existem palavras pra explicar e você só sente? É exatamente assim quando ouço o Phill. O momento que mais me marcou no show foi... O show todo. Não consigo escolher apenas um.” Wanessa Dias


“Conheci através de uma postagem numa plataforma de blogs que chama Tumblr. Vi o post na minha dashboard e resolvi ler todo logo e ouvir a música. Logo baixei na Musicoteca e desde então não larguei mais. Ouço desde 2012. E não consigo escolher um momento melhor do show, por que na verdade ele todo foi incrível. O show inteiro foi lindo!” Neilla Albertina


“Conheci Phill, por indicação de um amigo, que vive cascabulhando o Musicoteca atrás de coisa nova. Foi amor a primeira ouvida. Eu e meus amigos costumamos dizer que a música do Phill é como um afago aos ouvidos (e de afago todos nós gostamos). Além disso, saber que o Phill é um artista da nossa terra, com nossas raízes me fez amá-lo ainda mais.” Enezita Vieira 


“O momento mais emocionante foi quando ele comentou do frio que geralmente faz no teatro, e na noite estava especialmente quente, pelo coro de vozes, por estar lotado, pela emoção de todos envolvidos, direta ou indiretamente, uma noite para se emocionar e esquentar a alma.” Pablo Comodoro


“Conheci o Phill Veras registrando todas as obras dele, e já sabia que seria sucesso. O momento mais marcante do show foi a apresentação da música - BASTA A CORAGEM - foi de arrepiar ver o público em coro, e ver o teatro lotado, aplaudindo de pé. Momento ímpar para um artista. Momento único para a alma de um artista.” Marcia Carvalho


“Conheci o trabalho do Phill Veras, ele dando uma palhinha no Mariposa, fui encontrar os amigos pra colocar os papos em dia e o Caio ( ex Stanley & Caio ) estava tocando, ele parou e chamou o Phill pra tocar algumas músicas, quando ele tocou a primeiraque foi 'Valsa e Vapor' eu simplesmente parei e virei pra saber quem de quem era aquela música belíssima, no outro dia eu estava na net atrás de tudo que eu pudesse encontrar dele.” Tedson Santos


EXPEDIÊNTE

AGRADECIMENTOS

editor chefe pablo habibe

Samme Sraya Web Motta

matéria pablo habibe diagraMAção carolinne bijl

Phill Veras Laila Razzo ArthurCosta

pesquisa de imagens ana lúcia lopes revisão vera salles

Jessica Gois Marco Aurélio André Grolli

fotos marco aurélio

Mônica florence

ilustração mônica florence

Funcionários do Teatro Arthur Azevedo

supervisão geral vera salles

musicoteca

contato comercial carolinne bijl parceria com facebook.com/revistabezouro

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FREELA PRODUTORA

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contatos (98) 9975-4372 / 8804-4362 revistabezouro@gmail.com



Bezouro - Especial Phill Veras