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Portfolio de Arquitectura Ana LuĂ­sa Lopes 2013


CV Ana Luísa Lopes 17.11.1986 Rua Pedro Hispano n. 977 1º Drt/Frt 4250-367 Porto Portugal luisalopes_arq@yahoo.com + 351 965 370 110 Experiência Profissional Janeiro 2011 (120 horas) - Estagiária em Lucios - Porto 2008/2009 Estagiária em Terra Brasil - Arte Pesquisa e Restauro Ltda.- Rio de Janeiro Educação e Formação

Competências Informáticas

Outros Interesses

2013 Designing Cities (curso online) - PennDesign

Autocad 2D e 3D, 3D Max (V-Ray, Mental Ray) Photoshop, Indesign, Illustrator Premiere, After Effects Word, Powerpoint, Excel

Desenvolve uma dissertação sob orientação da Professora Doutora Celina Silva, cujo tema está relacionado com representações pontuais do sagrado no pós-guerra, pensadas a partir de uma perspectiva intermedial. Desde o início de 2013 é investigadora do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”). . Inscrita no segundo ano do Mestrado de Estudos Literários, Culturais e Interartes (MELCI) – Ramo de Estudos Comparatistas e Relações Interculturais – na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Ao longo do primeiro ano do MELCI frequentou seminários nas áreas da literatura, cinema, teatro, teoria estética, filosofia, entre outras. O desenvolvimento da dissertação de mestrado apresentada à FAUP, na qual se estabelecem diálogos entre arquitectura e literatura, permitiu aprofundar seu interesse pela multidisciplinaridade. Em 2011 obteve o CAP de Técnica Superior de Higiene e Segurança do Trabalho. Frequentou cursos, workshops e conferências relacionadas com fotografia, cinema, psicanálise. .

2013 Maquete Electrónica Interna e Externa (curso online)BlackPixel Studio 2011 Mestrado Integrado em Arquitectura – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto – com a apresentação da dissertação “Espaço e Narrativa” orientada pelo professor Luís Urbano. 2010 Curso Livre “Arquitectura e Cinema” leccionado pelo professor Dietrich Neumann. 2010 Workshop “Fotografia de Arquitectura”, organizado pela Reitoria do Porto. 2008/2009 Ano académico (Erasmus Mundus) na UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil.

Competências Linguísticas Português - língua materna Inglês - utilizador avançado Espanhol - utilizador avançado Alemão - utilizador independente Francês - utilizador independente


Reabilitação Reabilitação de um edifício residencial - Proposta: Hostel Rua das Flores, Porto, Portugal FAUP 2009 - 2010 Com João Miranda, João Vasconcelos, Vasco dos Santos Profs. Eliseu Gonçalves e Nuno Valentim

A Rua das Flores é uma rua histórica da cidade do Porto. Esta rua é assinalada por uma verticalidade característica de construções estreitas (3 a 7 metros de largura), que têm uma regularidade própria através do ritmo horizontal dos vãos das fachadas. . A distribuição do edifício a recuperar é efectuada por uma caixa de escadas central. O piso térreo funciona como parte independente dos restantes pisos, destinados à habitação, sendo ocupado por uma loja. O principal objectivo foi desde o início manter o traçado original do edifício. A ideia de adaptar a habitação a um hostel, parte do facto de ser um edifício seiscentista, sendo uma mais valia para o turismo, uma vez que fica localizado numa das zonas mais visitadas do Porto. .


Requalificação Urbana da Envolvente do Maracanã Projecto Arquitectónico, Urbano e Paisagístico Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil UFRJ 2008 Com Joana Moreira e Mariana Lopes Profs. Feferman and Krykhtine e Prof. Ivete Farah

O programa consiste num polidesportivo, num interface de transportes, em habitação colectiva, bem como em arranjos paisagísticos em torno do estádio do Maracanã.


MUMAT Museu de Matosinhos - Exposições e Workshops Matosinhos Sul, Porto, Portugal FAUP 2007 - 2008 Prof. Carlos Prata

Este projecto situa-se na antiga área de indústria de conservas de peixe, actualmente um bairro residencial próximo da praia. Se considerarmos a área imediatamente envolvente do terreno, limitar-nos-emos praticamente a ver fábricas velhas e agora abandonadas. Parece, à primeira vista, um contexto desagradável, excessivamente ruidoso, para o programa museu se afirmar. Este cenário, que se impõe nas linhas de frente do terreno, contrasta com a dinâmica da cidade que, hospedando desde o pescador ao surfista, se organiza em torno de uma vida social bastante activa. Apesar do passado ser escorraçado e de alguma forma esquecido por este presente activo, ele faz sentir a sua presença, ameaçando-nos com os seus muros desgastados pelo tempo ainda dignos, contudo, de prevalecer sobre as ruas. . É através da interpretação do possível potencial, enquanto elemento pacificador e conciliador de duas realidades aparentemente opostas, que o museu procura se afirmar como espaço de silêncio, marcado por um outro tempo. . Assim sendo, o MUMAT gira sobre si mesmo, adoptando os limites do terreno e da malha urbana consolidada. Supõe-se que, quando o transeunte observa o museu com as suas paredes de betão privadas de todo o tipo de aberturas para o exterior, tenha a impressão de que é um edifício frio e austero. Como afirma Tadao Ando, “Se a tudo se permite a entrada no mundo interior, a interioridade fica comprometida e a sua centralidade torna-se vã; é o que acontece quando o acolhimento é desprovido de tensão, a qual, (…) deveria sempre motivar os actos de aceitação e os gestos de rejeição. Falando da arquitectura, esta tensão é sinónimo de um tenso confronto entre interior e exterior.” O conceito do projecto é que o museu adapte essa forte impressão que recai sobre os muros que o cercam ao seu próprio contexto. Para reforçar esta ideia de interioridade o museu abre-se para três pátios distintos. Para além do pátio semi-confinado através do qual o público acede ao museu, há ainda outro pátio de carácter público que pode funcionar como um espaço de apoio aos workshops ou onde exposições ao ar livre podem ter lugar. Para o pátio privado voltam-se praticamente todas as áreas privadas. .


Habitação Colectiva

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Habitação Colectiva + Serviços

Praça Mouzinho de Albuquerque, Porto, Portugal FAUP 2006 - 2007 Prof. Álvaro Andrade

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O terreno situa-se entre a Rotunda da Boavista, a Casa da Música e a respectiva estação de metro, cuja autoria é do arquitecto Souto Moura. O facto de esta zona do Porto ser rica em elementos de excepção, e o programa (habitação, área de comércio e escritórios) apelar à sobriedade, os edifícios que integram o projecto são austeros e comedidos, aderindo aos limites do terreno. . A distribuição dos fogos habitacionais e a organização interior das suas dependências consideram o contexto envolvente, a exposição solar e as dinâmicas que se geram no seio da habitação. O acesso aos fogos é feito a partir de acesso vertical múltiplo e o módulo-base é composto por dois T3 e um T1. .

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Residência Universitária

Residência Universitária + Lojas + Cafés + Sala Polivalente Miragaia, Porto, Portugal FAUP 2005 - 2006 Prof. Rui Pinto


Casa de Estudantes Casa de Estudantes

Massarelos, Porto, Portugal FAUP 2005 Prof. Luis Pedro Silva

Este é o projeto de uma casa de três estudantes de música numa colina com uma vista panorâmica sobre o rio Douro. O desnivelamento do terreno determina a sua divisão em duas partes. Um dos principais objetivos do projeto é superar esta diferença de cotas. A distribuição volumétrica reflete a disposição programática da habitação. O volume principal alberga as áreas sociais, ao passo que os quartos e áreas de estudo individuais estão hospedados no segundo volume. A charneira abriga a sala de concertos, e o pequeno volume que estabelece a ligação entre os dois braços do V aloja um corredor estreito que assume uma relação íntima com o espaço exterior. Um espelho de água parte da rótula, envolvendo parte da sala comum dos estudantes.

A casa espraia-se por todo o terreno através de percursos, passadiços, muros, escadas, assim como a partir de uma espécie de anfiteatro exterior; sendo que os espaços interiores apresentam diferentes modos de comunicar com o exterior. O terreno divide-se em três espaços bastante diferenciados: o primeiro relacionado com a vista sobre o rio, o segundo circunscrito à área situada entre o V, e que funciona como um pátio intimista densamente arborizado, e o terceiro, situado na cota superior do terreno, que dialoga com os quartos e funciona como uma extensão dos seus terraços.


Bar do Parque da Cidade O parque da cidade é um lugar agradável, com lagos e percursos, fauna e flora diversificados. Apesar de ser o maior parque urbano do país, o facto de se dividir em micro espaços de natureza variada, alguns dos quais bastante intimistas, permite que a sua vastidão raramente se faça sentir. A área de intervenção é uma das mais amplas e fluidas do parque. A implantação do bar resulta da tentativa em superar o declive existente entre o caminho pedonal e a envolvente do lago e, portanto, do esforço em afirmar a sua presença. . A entrada do bar e sua antecipação beneficiam da linha de árvores e do movimento do percurso, visto que estes constituem a grande linha de força do local. Apesar de assumir alinhamentos pré-existentes, o bar instaura ainda assim uma tensão, porque quebra esse fluxo dominante ao adoptar um desenvolvimento perpendicular relativamente a este. O bar logra, deste modo, comunicar intimamente com o lago e chamar para perto dele quem visita o parque. .

Bar do Parque da Cidade Nevogilde, Porto, Portugal FAUP 2005 Prof. Luis Pedro Silva


Cidade e Percurso

Exercício Abstracto: Cidade, Percurso e Cubo FAUP 2004 - 2005 Prof. Luis Pedro Silva

Este projecto tem como objectivo problematizar noções como massa, vazio, ritmo, tensão, regra, excepção, escala. O campo a intervir tem uma forma rectangular de 450 por 570 metros, constituído por dois planos horizontais com diferença de 10 metros de cota. A sua organização simula uma parcela imaginária de território construído. A estrutura espacial contempla um espaço natural e dá especial enfoque aos percursos e espaços de estar. Atendendo a que os aglomerados urbanos não são feitos exclusivamente de regra, consideram-se algumas situações marcadamente distintas que assumem um carácter de excepção. . O modelo é inicialmente apresentado em escala 1:1000. Posteriormente trabalha-se um fragmento a partir de uma outra escala, tendo em conta a implantação de um cubo. Relativamente ao percurso e ao cubo consideram-se materiais, desníveis, alinhamentos, aberturas, etc. Este primeiro exercício representa uma abordagem panorâmica que vai desde o território ao objecto arquitectónico. .


Desenho


Fotografia


“Oh as casas as casas as casas as casas nascem vivem e morrem Enquanto vivas distinguem-se umas das outras distinguem-se designadamente pelo cheiro variam até de sala pra sala As casas que eu fazia em pequeno onde estarei eu hoje em pequeno? Onde estarei aliás eu dos versos daqui a pouco? Terei eu casa onde reter tudo isto ou serei sempre somente esta instabilidade? As casas essas parecem estáveis mas são tão frágeis as pobres casas Oh as casas as casas as casas mudas testemunhas da vida elas morrem não só ao ser demolidas Elas morrem com a morte das pessoas As casas de fora olham-nos pelas janelas Não sabem nada de casas os construtores os senhorios os procuradores Os ricos vivem nos seus palácios mas a casa dos pobres é todo o mundo os pobres sim têm o conhecimento das casas os pobres esses conhecem tudo Eu amei as casas os recantos das casas Visitei casas apalpei casas Só as casas explicam que exista uma palavra como intimidade Sem casas não haveria ruas as ruas onde passamos pelos outros mas passamos principalmente por nós Na casa nasci e hei-de morrer na casa sofri convivi amei na casa atravessei as estações Respirei – ó vida simples problema de respiração Oh as casas as casas as casas” Ruy Belo


Ana LuĂ­sa Lopes luisalopes_arq@yahoo.com + 351 965 370 110

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