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magazine

ROLLING STONES NO ROCK IN RIO

NO REVERENCE FESTIVAL

DEAD COMBO

NO COLISEU

GUIA FESTIVAIS

EM PORTUGAL

PAGS. 7-8

entrevista

A T R O M O Ã M PAGS. 3-6


A longa noite m no relógio dos M

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Os Mão Morta celebram 30 anos fatalmente marginais com uma pergunta: o que pode levar alguém à revolta extrema? Disco inflamável, este Pelo Meu Relógio São Horas de Matar


álbum — lá mais para a frente poderá haver um documentário de Rodrigo Areias e um livro com visões externas sobre a história do grupo. Por agora, vão vociferando que “os ossos de Marcello Caetano estão de volta ao Palácio de São Bento”. Afinal, que disco-rastilho é este com que os Mão Morta rompem um silêncio discográfico de quatro anos? Adolfo Luxúria Canibal responde.

Estamos na

música porque gostamos de experimentar, de inventar e de criar canções novas.

marcelista Mão Morta “Que se há-de fazer? Desistir? Parar? Cruzar os braços? Claro que não.” O excerto de uma das Conversas em Família de Marcello Caetano, prédicas ao serão em que o Presidente do Conselho dos últimos anos do Estado Novo se dedicava a justificar os seus actos governativos, terá sido para muitos o primeiro contacto com o álbum que os Mão Morta lançam na segunda-feira, dia 26, a tempo do seu 30.º aniversário. No vídeo disponibilizado pelo grupo de Braga, Marcello fala e desaparece depois para dar lugar a uma sucinta explicação de Adolfo Luxúria Canibal sobre a história que corre por detrás de Pelo Meu Relógio São Horas de Matar: um homem de uma confortável classe média portuguesa vê o seu bem-estar ameaçado até deixar que a solidão e o individualismo em que vive se transformem num acto extremo de revolta motivado pela súbita consciencialização social. Os Mão Morta cumprem três décadas em 2014, um feito raro para uma banda rock fatalmente marginal, e comemoram com um novo álbum — lá mais para a frente poderá haver um documentário

Há pouco tempo, José Mário Branco perguntava-se de que serviria escrever canções num momento como o actual. Neste contexto político, económico e social, os Mão Morta sentiram algum desânimo? Percebo o José Mário Branco porque ele tinha fé na capacidade regeneradora da canção. Nós nunca tivemos essa fé. Estamos na música porque gostamos de experimentar, de inventar e de criar canções novas. Mas não temos nenhuma expectativa de que sirvam para intervir no mundo em que vivemos. Claro que há pessoas a quem a canção pode fazer pensar nalgum assunto ao qual, de outra forma, poderiam não dar qualquer importância. Mas essa é a intervenção máxima que esperamos que a canção possa ter. Mesmo quando fazemos um disco como este, de intervenção — ainda que não com a expectativa que tinham os discos dos anos 70 de intervenção directa, de chamada à acção. É um olhar, o contar de uma história que tem a ver com a realidade das pessoas, com a realidade nacional. Mas é sobretudo um trabalho de composição e o lado político-social em que se transforma esse olhar é mais uma constatação e um levantamento de hipóteses de fuga a um estado de coisas do que propriamente um apelo geral às armas ou à sublevação. Dizemos que vale a pena fazer canções porque o prazer que nos une é este ritual que nos ajuda a pensarmos sobre nós e sobre o mundo. Mas há, até no teaser que lançaram, um alimentar dessa ideia de revolta e de sublevação, mesmo que encenada e inserida num contexto vagamente ficcional. O contexto é real, é o nosso contexto — não escamoteamos isso. Toda a ficção, todas as letras funcionam à volta, de umaforma clara, do real português;

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não conseguimos fugir-lhe e abstrair-nos dele. Quisemos assumi-lo. Mas não deixa de ser uma obra ficcional e vazia de expectativas interventivas a esse nível. Quisemos o nosso olhar e a nossa linguagem propositadamente poéticos, porque achamos que é muito mais rico e interessante. Não sente, genericamente, que na música portuguesa há falta de inscrição de um discurso sobre o momento actual? Antes do 25 de Abril a música era metafórica porque tinha de o ser, agora parece que passou a ser uma defesa para não haver uma assunção de posições. Não acho que a música tenha de ter esse papel de intervenção no real ou de análise do real. A música deve ter uma intervenção essencialmente musical e a revolução vem daí, da construção artística. Há algum medo instalado, não só na música mas em todos os sectores da sociedade portuguesa. As pessoas têm medo das consequências negativas que possam advir de qualquer tomada de posição menos politicamente correcta. Nesse sentido, acho que também na música há esse reflexo. Ser abstracto, não dizer o que está mal, não tomar posição é muito mais fácil. Trará menos consequências negativas. No teaser vão buscar imagens de Marcello Caetano cujas palavras finais acabam, de forma quase enviesada, por servir de mote para a história. É uma provocação?

Uma podridão de regime? Não lhe chamaria podridão, mas acho que a democracia portuguesa neste momento está ferida de morte, porque não tem mecanismos que a salvaguardem. Quando temos eleitos que, chegando ao poder, desrespeitam completamente o mandato com que se propuseram governar e para o qual foram eleitos, e não há qualquer mecanismo de os eleitores que conferiram o mandato (e supostamente têm o poder na mão) arriarem aqueles que não estão a cumprir e porem lá outros que cumpram efectivamente a vontade colectiva, a democracia fica vazia de sentido e de essência, fica meramente formal. E isso transforma esta democracia no que era a primavera marcelista: um regime de partido único, de visão única, em que as vozes contrárias são abafadas. Todos os cenários alternativos são apresentados como caos e desordem. É o medo como forma de controlo?

Sim, joga-se mais uma vez com o medo. Tudo o resto faz-se crer que são fantasias que, se levadas a sério, levam à destruição do pouco que temos e que ainda conseguimos preservar. Se aqueles que ainda não perderam o emprego derem ouvidos às fantasias, perderão certamente os empregos e ficarão numa situação pior. Se aqueles que ainda têm metade do salário derem ouvidos às fantasias, perderão certamente o resto do salário. O medo do que poderá advir se não for seguida a cartilha dominante é incutido constantemente, de maneira que a troca de ideias, a troca de opiniões, a troca de soluções que, no fundo, é a essência da democracia, acabam por ser completamente anuladas.

O teaser não foi feito por nós, mas achámos piada porque essa Conversa em Família do Marcello Caetano parece uma Conversa em Família, porventura, dos governantes actuais. O discurso é o mesmo: a falta de alternativas, o bem fundado das políticas, a ideia de que as vozes contra que se levantam têm os seus inte- Há uns anos referia-se ao caresses ameaçados e, portanto, pitalismo como uma máquina são vozes egoístas. Esse é um autofágica que havia de dediscurso que nos impingem há generar em barbárie. Acredianos. De alguma forma, parece ta que estamos próximos de que o nosso momento presente descambar num tal cenário? não é um momento da democracia representativa, mas um momento de primavera marcelista. Esta crise que estamos a passar, magazine nº1 | 5

como outras que houve no passado, são pequenas crises que indiciam que esse destino final é um destino muito lúcido, muito presente. Pode demorar mais ou menos tempo, pode ser na vida dos meus filhos, dos meus netos ou até mesmos dos meus bisnetos, mas estas crises tanto podem ser apenas pequenos reajustes dessa máquina capitalista que façam com que dure mais algum tempo como uma crise final em que o capitalismo acaba por implodir. Mais cedo ou mais tarde, uma destas crises há-de ser uma crise final. Todo o disco avança numa toada pesada, mas lenta. Não há momentos explosivos. Isso é intencional? A ideia inicial foi estritamente musical e foi exactamente essa — alongar o tempo, ver a intensidade e a densidade que isso podia dar à música. Fizemos uma primeira experiência há um ano

e tal com o tema que abre o disco, Irmão da solidão. Quando no final do ano passado partimos para o novo disco fomos buscar essa canção dizendo “é o caminho que vamos seguir e vamos explorar diversas hipóteses deste arrastamento”. Só depois de começarem a fluir as primeiras ideias de temas é que apresentei um primeiro esboço de narrativa, pegando no início de Irmão da solidão e já com um final que seria a Hora de matar. Todo o miolo era ainda uma coisa muito abstracta, sem concretização. Não que seja inédito na música dos Mão Morta, mas o facto de haver uma série de músicas com coros decorre da história, da passagem do individual para o colectivo? É uma ideia mais musical, se bem que no Hora de matar a ideia seja mais do que musical, porque quando a voz diz “também pelo meu relógio são horas de


matar” este “também” faz referência ao autor original da frase, que é o António José Fortes — é um verso que ele repete em dois poemas diferentes. Nós fazemos a citação, mas depois deixamos a coisa em aberto. E esse ocea no que se abre de possibilidadedo que isso possa querer dizer é dado pelos lá-lá-lás, pelo coro. O coro tem essa dimensão colectiva, nomeadamente no Irmão da solidão, mas é sobretudo um apaziguamento. Os temas são de tal maneira densos que havia necessidade de dar alguns pontos de fuga. Estes coros libertam os temas de uma densidade que se tornaria insuportável.

volta. No fundo, estamos aqui, em termos psicológicos, a pensar o que pode levar à revolta. Estamos a criar uma ficção, um percurso, que a possa explicar. Há uma vida confortável, sem grandes angústias, sem grandes problemas existenciais, mas que esta situação poderá levar a que se torne um ser violento. Se a sua existência é satisfeita pelo conforto da sua solidão, o que o pode levar à rua, o que o pode tirar do casulo, do seu espaço, e levá-lo a misturar-se e a partilhar com os outros, a um ponto tal que pode anular tudo e ir à revolta mais extrema — afrontar o inimigo? É este questionamento que a narrativa faz.

A história começa com o indivíduo num bem-estar que progressivamente vai sendo posto em causa e acaba com o seu sacrifício em nome do bem colectivo. A ideia era que fosse de um extremo ao outro, fechando-se novamente num acto solitário?

Isso é aplicável também ao papel que os Mão Morta têm na vossa vida, no sentido de poder funcionar como garantia de que não se acomodam e mantêm alguma inquietude?

A ideia é o que está por trás da re

A rotina e o acomodamento são muito normais numa banda ou

num indivíduo. Quando estamos confortáveis, a preguiça leva-nos a prolongar esse conforto e a entrar em actos rotineiros porque não nos levantam questões. Sabemos que isso é intrínseco ao ser humano, mas também sabemos que traz o tédio, o desinteresse e esvazia-nos de vida. Tanto enquanto indivíduos quanto enquanto grupo, lutamos contra nós próprios, contra as nossas tendências naturais. Temos de o fazer pela nossa própria sobrevivência. O nosso percurso é feito disso, da procura de não fazermos igual. Mas esta história não é propriamente uma metáfora de nós.

Adolfo Luxúria Canibal acredita que a democracia portuguesa está “ferida de morte”, o que a aproxima do modelo da Primavera marcelista: “Um regime de partido único, de visão única”

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Optimus Primavera Sound O irmão mais novo de um dos festivais mais conhecidos do universo regressa com mais um cartaz de luxo, como sempre centrado em propostas alternativas ao mainstream. O festival que mudou definitivamente o panorama musical do Grande Porto regressa para a sua Terrceira edição. E traz novamente uma intusiasmante mistura entre nomes confirmados da música dita independente e alguns dos sons mais desafiantes que podemos encontrar nos festivais deste género. O Optimos Primavera Sound, vale ainda por ser, provavelmente, o festival urbano com mais belo recinto em Portugal. É ainda tão novinho na cidade e já é um festival de culto. CARTAZ 5 DE JUNHO: Caetano Veloso, Haim, Jagwar Ma, Os da cidade, Rodrigo Amarante, Sky Ferreira, Spoon, Sky Ferreira

6 DE JUNHO: Bicep, Shellac, Slowdive, Television, Todd Terje, Trentemoller, Warpaint, Vision Fortune, Torto, Pond, Pixies, Mogwai, Darkside, Follakzoid, Godspeed You! Black Emperor, Joana Serrat, Jonh Wizards, Loop, Midlake, Courtney Barnett 7 DE JUNHO: Charles Bradley, Slint, Speedy Ortiz, St. Vincent, Standstill, the National, Ty Segall, Yamantaka, Charlie Brown, Refree, Pional, Neutral Milk Hotel, Cloud Nothings, Dum Dum Girls, Eaux, Glasser, Hebronix, Jonh Grant, Lee Ranald and The Dust, Mas Ysa, !!!

PREÇO Os passes gerais para o festival custam €105,00. Existem algumas opçõesde preços combinados com bilhetes da CP. O bilhete diário tem o custo de €55,00. Se só poder fazer uma coisa E se as pernas ajudarem, na tarde de sábado, estrategicamente no meio do festival, permita-se chegar ao recinto fazendo a pé o percurso que vai desde a Ribeira até ao recinto do festival. Vale bem a pena.

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Super Bock Rock

Vodafone Paredes de Coura Verde mais verde não há. O olhar não engana. Natureza e música num só. É Paredes de Coura, com certeza.

Um dos festivais mais antigos em terras portuguesas, mas também dos mais geograficamente “inquietos”, parece agora ter encontrado porto seguro no Meco, onde se realiza desde 2010. Este ano, com Eddie Vedder. Localizado na belissíma zona do Meco, conselho de Sesimbra, o Super Bock Super Rock é um dos festivais que melhor conseguem fundir a música com as práticas estivais. Organizado desde 1995, o Super Bock Super Rock, que este ano celebra a sua vigéssima edição viajou das margens do rio Tejo para as margens do Oceano Atlântico, trocando a agitação citadina pela calmaria do campo- um verdadeiro êxodo urbano-, e arrastando consigo milhares de peregrinos até aquela que ainda é considerada uma importante catedral do rock - pelo evento já passaram os nomes como The Cure, Faith No More, Muse, Pixies, Alice In Chains entre outras. CARTAZ 17 DE JUNHO: Massive Attack, Discloure, Tame Impala, Metronomy, Jake Bugg, Panda Bear, Frankie Chavez, Ciclo Preparatório. 18 DE JUNHO: Eddie Vedder, Sleigh Bells, Puller Apart By Horses, Cat Power, Keep Razors Chip, The Legendary Tigerman 19 DE JULHO: Kasabian, Foals, The Kills, Oh Land! The Big Church of Fire, Albert Hammond JR, C2C, Dead Combo, NBC PREÇO O bilhete de um dia custa €48,00 e o passe de três dias, com direiro a campismo, €90,00 Se só poder fazer uma coisa Não perca o concerto de Legendary Tigerman, será uma excelente oportunidade de ver o seu novo trabalho, True.

Paredes de Coura é decididamente um festival de paixões. Há quem lhe jure fidelidade eterna, há quem prometa a pés juntos que nunca o trocará por outro na vida. E compreensivelmente. É provavelmente o festival que melhor conjuga a relação entre a natureza e a música. Num cenário idílico, que tem no seu anfiteatro natural o ponto mais alto, o festivais minhoto tem vindo a oferecer, ano após ano, a melhor colheita indie da actualidade, ao mesmo tempo que antecipa e aponta alguns dos grandes nomes do futuro. CARTAZ 20 DE AGOSTO: Cage the Elephant 21 DE AGOSTO: Franz Ferdinand, CHVRCHES, Yuck, Seassick Steve, Fast Eddie Nelson, Mac DeMarco, Cheatahs, Thee Oh Sees, Thurston Moore, Ivan Smagghe, Oso Leone 22 DE AGOSTO: Cut Copy, Thee Oh Sees, Black Lips, Linda Martini, Dawes, Panama, Fort Romeau 23 DE AGOSTO: Kurt Vile and The Violators, James Blake, Beirut, The Dodos, Goat, Mick Turner, 1- 800 Dinossaur, Sensible Soccers, The Growlers, Hamilton Leithauser PREÇO O passe custa €80,00 Se só poder fazer uma coisa Deixe-se engolir pelo rock n´roll contagiante dos Thee Oh Sees. Não deve haver hoje em dia uma banda tão electrizante como a liderada por John Dwyer.


Optimus Alive 2014

Milhões de Festa O recorde do Milhões de Festa é nitidamente “indie”, procurando nas franjas uma programação alternativa á dos principais festivais de verão, naturalmente mais mainstream. O Milhões de Festa conta já com quatro edições e com quatro edições e com esse fõlego afirmou já uma “tradição” e uma identidade. e também é festival para ir a banhos....

Desde o início no Passeio Marítimo de Algés e vencedor de cinco prémios na primeira edição dos Portugal Festival Awards, continua a ser albergue de algusn dos grandes nomes do rock- e não só- dos nossos dias. Vencedor de cinco prémios na primeira edição dos Portugal Festival Awards (entre os quais o prémio de Melhor Cartaz e o Melhor Festival de Grande Dimensão), o Optimus Alive já recebeu alguns dos nomes mais sonantes do panorama internacional, desde os Radiohead aos Coldplay, Paus, Linda Martini entre outras. Considerado um dos festivais com maior afluência de público nacional do país, o Optimus Alive vai na sua oitava edição e promete continuar a assumir-se como um dos eventos de rederencia em Portugal. Este ano, para além dos palcos habituais, quem for até Algés poderá contar com um novo espaço: o Jrdim Caixa, dedicado ao standup comedy

CARTAZ Earthless, Chelsea Wolfe, Maston, Frikstailers, Kilimangero, DJ Nigga Fox, Sequim, Boogarins, Glockenwise, Baris K, Mdou Moctar, high On Fire, Gonçalo, Fumaça Preta PREÇO Bilhete diário €25,00 até julho e 30,00€ apartir de 16 de junho; Passes €45,00 até 11 de junho, €52,00 entre 12 e 15 de junho ou €60,00 apartir de 16 de junho

CARTAZ 10 DE JUNHO: Artic Monkeys, Imagine Dragons, Interpol, Elbow, The Lumineers, Ben Howard, Chromeo, Temples, The 1975 11 DE JUNHO: The Black Keys, MGMT, SBTRKT, Buraka Som Sistema, Sam Smith, The Vicious Five, Caribou, Au Revoir Simone, Parquet Courts, Russian Red, Branko, D´Alva, Dillon Francia, Diplo, Toddla T 12 DE JUNHO: Foster The People, Bastille, Daughter, Paus, Nicolas Jaar, Chet Faker, Unknown Mortal Orchestra, Cass McCombs, The War On Drugs, Nina Kraviz, Sohn, Jungle. PREÇO O preço dos bilhetes manten-se inalteradp em relação ao ano passado. Se desejar ir apenas um dia, o valor será de 53 euros. Caso queira adquirir o passe de 3 dias, o valor será de 105 euros ( se necessitar de passar a noite no Lisboa Camping, em Monsanto, acresce ao valor do bilhete um total de 16 euros). Se só poder fazer uma coisa Não perca o concerto especial dos The Vicious Five. Depois do fim anunciado pela banda em 2009, esta será, possivelmente, a última oportunidade de ver o grupo.

Reverence Festival O reverance Valada foi anunciado com um nome de peso, os lendários Hawkind, que se estreiam em Portugal. O novo festival assume a sua condição elotrica e sublinha uma inclinação psicadélica.

GUIA DE FESTIVAIS 2014 DA COMBO

CARTAZ Hawkwind, Electric Wizard, Mão Morta, Red Fang, Psychic TV, Ringo Deathstarr, Black Bombaim, Bardo Pond, Sleepy Sun, Cave, Wooden Wand, Daughters of the Sun, The Feeling of Love, Crippled Black Phoenix, Asimov, Keep Razors Sharp, Swervedriver, Sunflare, The Cosmic Dead, Killimanjaro, White Manna, Exit Calm, The Quartet of Woah! The Oscillation, Murdering Tripping Blues, Air Formation, The Telescopes, Spindrift, Jibóia, Naam, White Hills, The Wytches, Moon Duo, Sonic Jesus, Black Leather, Process Of Guilt, Woods, One Of These Days and Thee Heavy Tone Colour Lab, Born A Lion, Mugstar, The Asteroid, Bruto And The Canibals, Graveyard, System7 magazine nº1 | 8



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