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Eric Medeiros e Flávia Almeida Artistas – Correio Elegante Prevalecem os conceitos, morais, interrogação! Por mais que andamos pelos cantos do mundão, tem humilhação, tradição, corrupção. O bom é descobrir que somos ilimitados e cheios de razão, ter visão, criatividade! Assim o ser mutante se desdobra, inventa na arte de viver.  A ‘arte’ prevalece intacta e cada qual ao seu valor. Digo arte de rua, aquela que se encontra em todo lugar. A mesma que sustenta famílias e outros mais... Que faz trabalho, vida, amizade. Enfim, fruto da imaginação, não mágica e sim real!  A arte de viver é privacidade total. Arquitetura elitista baseada no progresso da nação. E se cria a fome, quantos desabrigados! Nós somos restaura... ‘dores’ na selva de pedra! Objetos reaproveitados, matéria que vira obra de arte, encanta, socializa, salva vidas. Verdadeiros artistas

Nossa. O que me tira do sério são aquelas pessoas que se fazem de tontas e fingem que não entendem o que falamos. Isso me deixa muitooo irritado.” Essa opinião do é ph0da foi enviada por um leitor, que não se identificou, mas muitas pessoas pensam da mesma maneira.  Às vezes as pessoas não entendem mesmo o que falamos, pois podemos ter dito algo rápido de mais, ou mesmo não

que vivem e inventam maneiras de sobrevivência, alguns se desligam ‘na boa’ e outros permanecem na tradição, no medo, na ansiedade, no poder, no egoísmo.  Cabe a cada um tirar sua própria conclusão, se deixar levar conforme a maré, contra a maré ou conviver em terra, com guerra, poluição, miséria, morte! Enquanto isso eu permaneço trancado no meu quarto, resguardado, sereno e refletindo por que estou vivo! Como ainda não tenho a resposta, conscientemente continuo a preservar a natureza, a única certeza de estar vivo.  Arte é harmonia com o meio ambiente, reaproveitar recursos naturais e a arte de viver, é cuidarmos uns aos outros. Encerro este texto com uma frase de um poeta e músico, Bob Marley: ‘Quantas mortes mais serão necessárias para dar-nos conta de que já foram demasiadas.’ "

ter articulado corretamente as palavras. No entanto, muitas vezes as pessoas realmente se fazem de desentendidas.  Se não entendeu, pergunta. Mas o problema é que muitas pessoas dizem ter entendido, mas na realidade não entenderam patavina. Como já disse, ninguém é obrigado a entender ninguém, o complicado é fingir que entendeu; fazer o gênero “João sem braço”.  O termo “João sem braço” refere-se a uma pessoa que finge não

entender o que está acontecendo para tirar vantagem da situação. Não seja um “João sem braço”, e se identificar alguém com essas características, fique longe, para ele não lhe passar a perna. O que é pHoda? Envie sua opinião para contato@fusaocultural.com.br sobre o que é pHoda (irritante). Sua sugestão pode ser abordada na próxima edição da Fusão Cultural.

Fusão cultural #04 - JUNHO 2010  

A Fusão Cultural é uma revista segmentada – pertencente à Bennu Editora Ltda ME (CNPJ: 11.476.103/0001-49) –, destinada a transmitir informa...

Fusão cultural #04 - JUNHO 2010  

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