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Era uma vez... Um amor que não existe mais? Antigamente se escreviam cartas de amor, se presenteavam com flores, namorava-se à segurar as mãos ao portão de casa, namorava-se sim, noivava-se e casava-se. Se construía uma família, o marido tinha seus deveres para com a mulher e os filhos, fora o amor que teria que dispensar à eles, cabia-lhe alimentá-los, vesti-los e etc... A mulher? Essa limitava-se à amar o marido e os filhos, cuidar da educação destes e dos afazeres domésticos. Ambos eram responsáveis pela educação dos filhos! Hoje não se namora mais... FICA! Hoje o homem não tem mais o dever de arcar com tudo! Tem a mulher pra "repartir". Hoje a mulher trabalha fora! É independente! Hoje os filhos ficam nas creches! Hoje num mundo globalizado a mulher "pensa", o homem "sente" e as crianças "sofrem"!!! É claro que hoje a vida num geral é bem mais fácil do que antigamente, as facilidades estão aí pra quem quiser tirar proveito delas. O que fico à pensar e que me preocupa muito não é o fato do amor de hoje não ter mais o romantismo do amor de ontem, homem e mulher sempre se entendem seja qual for o tempo, o que me preocupa são os herdeiros dessa era tão liberal, tão acessível, em todos os sentidos, o que me preocupa é a construção do caráter hoje. Não se educam mais os filhos, estes são "educados" nas creches, escolas... Os pais não são mais tão participativos como antigamente, muitos nem sabem o que os filhos fazem, o que desejam ou o que pensam. Sabemos que o caráter é o eixo da educação. Por isso os pais têm o dever de formar nos filhos um caráter reto e uma vida honesta. É necessário que "hoje" os pais encontrem "tempo" para brincar, conversar e educar seu filho!


Era uma vez