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Projeto “Leituras no Facebook” 10ºA Eu gostei de ler o livro” Também há finais felizes” da Fernanda Serrano, porque chamou-me bastante a atenção o tema abordado, o cancro, visto que hoje em dia há muitos casos assim. Este livro mostra que nem tudo é mau. A parte que mais me chamou a atenção, pela negativa, foi a negligência médica (“Tudo por causa de um médico demasiado confiante em si próprio” pag.204), em dois momentos sucessivos: a primeira, foi quando nasceu a filha, Laura, e sentiu o caroço. Nesse dia, o médico disse-lhe que não era nada de especial, que provavelmente se devia ao facto de estar a amamentar; a segunda vez foi quando colocou o DIU e ela já se encontrava gravida há um mês (“Aquele bebe já estava na minha barriga quando, na segunda metade de Outubro, o tão prestigiado ginecologista me implantou o DIU no útero sem reparar que havia um óvulo fecundado há um mês ”). No entanto, este livro também me marcou pela positiva, sobretudo quando ela, mesmo correndo riscos, tomou uma decisão corajosa e decidiu ir com a gravidez até ao fim (“Aquela menina iria nascer”). A outra parte de que também gostei foi quando Fernanda disse à filha que ela fora um presente enviado por Nossa Senhora de Fátima (“Costumo dizer a Maria Luísa que foi Nossa Senhora de Fátima, que a trouxe como um presente para a mamã”). No fundo, considero que este livro é de leitura agradável, acessível a todos, mostrando como se pode manter sempre a esperança ate ao fim. É um grande exemplo de vida. Rute Caetano, 10ºA

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O livro que eu li é sobre um menino, Bernardo Teixeira, que sofreu abusos sexuais enquanto aluno da Casa Pia de Lisboa, por um funcionário. Eu gostei de ler o livro, porque me fez reflectir e pensar que “ainda eu me queixo da minha vida”. Haviam excertos do livro em que dava mesmo vontade de chorar. É um livro realmente impressionante e dos melhores que já li. Como qualquer livro, tem partes boas e partes más. Não gostei, por exemplo, quando o Bernardo desiste da escola e, assim, do seu sonho de ser advogado, porque tem medo de sair do quarto, medo que alguém o apanhe e viole (“Até que hoje, depois de muito pensar, resolvi ir ter com o Pedro e dizer-lhe que não quero ir mais à escola”). Também não gostei de ler (aliás, achei horrível), quando me apercebi que o menino sofria abusos sexuais (“Pegou na minha cabeça e começou a empurra-la para cima e para baixo. Ainda resisti um bocado, mas ele insistiu com mais força. As lagrimas escorriam-me pela cara”).

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