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2013

Alunos da Turma F 3º ano

Uma Amizade Invulgar

Após terem lido e trabalhado a obra “O Segredo do Rio” de Miguel Sousa Tavares foi-lhes lançado o desafio de fazer um texto sobre “Uma Amizade Invulgar”. Os alunos do 3º ano, turma F mostraram as suas capacidades de escrita e a sua criatividade.

Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim

Escola 1º ciclo de canas de Senhorim (Fojo)

1


Uma amizade invulgar Era uma vez uma menina chamada Marina. Certo dia a Marina encontrou um gato. O gato disse-lhe: - Olá, eu sou o gato João e tu como te chamas? A Marina respondeu-lhe: - Eu chamo-me Marina. Queres ser minha amiga? - Sim. Marina e o gato foram brincar para o seu jardim. A Marina atirava-lhe a bola e o gato tinha de apanhá-la. De repente apareceu uma raposa da floresta que queria comer o gato mas o gato com as suas unhas arranhou a raposa que se foi embora toda arranhada. Todos os dias a Marina brincava com o gato, dava-lhe comida, água fazia-lhe a cama, punha-o na cama e eram assim os dias dele. A Marina tratava-o muito bem. Mas havia uma coisa que ele gostava imenso: Era de se deitar na cama a ler livros, fazer histórias, e ver as estrelas no céu e quando via uma estrela cadente pedia um desejo Era muito divertido. Gisela Claudina Mateus 2


Uma amizade invulgar Num dia de calor, um menino decidiu ir ao campo. Quando chegou ao campo ouviu um barulho estranho no rio. Foi ao rio ver o que se passava. Ao chegar ao rio viu um enorme peixe vermelho a dar saltos enormes. O peixe perguntou-lhe: - Tu moras aqui? O menino respondeu: - Não, eu moro perto daqui. Respondeu o menino. O peixe disse ao menino para não dizer a ninguém que ele falava fora de água. Ele ao ouvir aquilo admirou-se. O menino disse-lhe: - Queres ser meu amigo? O peixe respondeu: - Sim, gostava muito. E ficaram amigos para sempre.

Lara Maria Santos

3


Uma amizade invulgar

Era uma vez um rapaz que vivia no meio de uma cidade, numa casa muito grande e com uma grande estufa. Perto da estufa iam para lá muitos cães, para comerem os morangos que a avó do rapaz cultivava. Quando o rapaz ia a andar por ali viu um cachorrinho e perguntou-lhe: -Tens fome? - Sim, eu tenho muita fome. O rapaz quando o ouviu falar ficou admirado. - Ele, ele falou! Disse ele gago. - Queres que eu peça à minha mãe, se podes aqui ficar? - Podes pedir, mas não lhe digas o nosso segredo. - Estás maluco, eu não lhe iria contar nunca! Foi-lhe dar de comer porque o cachorrinho estava cheio de fome e já não aguentava. E assim formaram uma boa amizade. Érica Tomá 4


Uma amizade invulgar

Era uma vez uma menina chamada Maria das Dores e um cão abandonado. A Maria das Dores brincava muito com o seu amigo cão Farrusco. Quando a Maria das Dores atirava o pau, o Farrusco apanhava-o e ele tinha sempre de dizer: - Farrusco, lindo! Trás aqui o pau! Um dia, a Maria das Dores levou o Farrusco a ir andar nos carroceis da amizade e foi muito divertido. De seguida foram às compras comprar roupa, pintar as unhas das mãos e dos pés e foram à cabeleireira. Foram para casa arranjar-se para irem a um desfile. Foi muito fixe. Voltaram para casa e foram tomar banho, foram jantar e por fim foram para a cama dormir porque estavam de rastos.

Inês Filipa Baptista

5


Uma amizade invulgar Era uma vez uma carpa que estava a dormir e, quando acordou viu uma tartaruga a passear no rio. Foi ter com a tartaruga e disse-lhe: - Como te chamas? - Eu chamo-me Filipe, e tu como te chamas? - Eu chamo-me carpa. Os dois conheceram-se e ficaram amigos. A carpa disse-lhe tudo sobre si. Um dia, a carpa foi chamar o Filipe para ir dar uma volta pelo rio. Depois de darem a volta ao rio foram a casa da tartaruga e da carpa. A casa da do Filipe era alta, bonita e linda. Por dentro tinha uma mesa com cadeiras, loiça para lavar, pratos, máquina de lavar roupa… A casa da carpa era igual. Ficaram tão amigos que até iam sempre dar uma volta juntos.

Paulo Pais

6


Uma amizade invulgar Num lindo dia, uma tribo de índios preparava-se para a caça. A caça começou e os índios foram para a floresta. Um deles encontrou um urso que estava a falar com dois alces. O índio faxinou-se com o urso a falar. O mesmo encheu-se de coragem e disse a gaguejar: - O-o-olá urso. O urso virou-se e viu o rapaz. Com medo que o rapaz descobrisse o seu segredo fugiu com os alces. O rapaz perseguiu-o e viu que vivia numa gruta. Este disse: - Eu vim em paz, urso. O urso aproximou-se e perguntou se era um índio. O menino respondeu: - Sim sou um índio. Então formou-se uma amizade invulgar. No final tinham feito tudo e ficou tudo perfeito

Henrique Nunes Carlos 7


Uma amizade invulgar Certo dia, a Matilde, a Erica e a Sílvia iam a passear no seu quintal, as três priminhas. De repente, encontraram um pobre cão abandonado. Ficaram com pena dele e decidiram levá-lo para casa. Os seus pais não concordaram muito, mas tiveram pena do animal e aceitaram-no. Deram-lhe o nome de Snoopy. Quando a Erica, a Sílvia e a Matilde iam a passear com o Snoopy, apareceu um cão grande. Matilde pegou no Snoopy ao colo e o Snoopy gritou a pedir ajuda. Elas olharam para ele boca aberta durante um minuto. Ficaram espantadas, e ficaram contentes por poderem conversar com ele e por guardar um grande mistério. E a partir desse dia nunca contaram a ninguém e aprenderam a guardar segredos. Vitória, Vitória acabou a história. Foram felizes para sempre, com aquele cão maravilhoso. É o valor da grande amizade.

Matilde Brites 8


Uma amizade invulgar Era uma vez um rapaz que ia pescar no rio com a sua cana. Quando viu que estava a agarrar um peixe viu uma carpa. Essa carpa era grande, com escamas e com cores muito bonitas. O rapaz teve pena da carpa e lançou-a ao rio. Quando estava a começar a arrumar as coisas de pesca viu a carpa viva. Ela dirigiu-se ao rapaz e disse-lhe: - Olá rapaz. O rapaz ficou com medo mas depois já não tinha medo porque o peixe quis ser amigo dele e ele aceitou. Então, todos os dias o rapaz ia ter com a carpa e contavam o que tinham feito no dia-a-dia.

Carmo Marques Santos

9


Uma amizade invulgar Era uma vez um gato abandonado e cheio de frio. Um dia viu muitos gatos a comer e perguntou-lhes se podiam partilhar a comida. Os gatos responderam: - É claro que não gato idiota. O gatinho começou a ficar muito triste. Seguiu a sua viagem e viu uma casa que parecia ser muito quentinha e pensou: - Gostava de ter uma casa quentinha… Então chegou-se ao pé de um menino e começou a miar. Mas o menino deitou-lhe a língua de fora e ignorou-o. O gatinho continuou novamente os eu caminho na chuva e na tempestade. Até que um menino perguntou-lhe: - Olá queres ser meu amigo? O gatinho miou que sim, e assim se tornou uma amizade inseparável e o gatinho ficou com um lar. E ficou com muita comida quentinha e ao mesmo tempo boa e com roupas para vestir. Esse menino chamava-se Miguel. Jimmy Borges 10


Uma amizade invulgar Era uma vez uma menina muito bonita que vivia num palácio, muito, mas mesmo muito bonito. Num dia, ela sentiu-se muito sozinha. Então foi passear pelos campos de flores e pelo caminho viu uma gatinha bebé e deu-lhe o nome de Serafina. Quando lá chegaram brincaram muito á apanhada, ao apanha bolas…, no fim de tudo isso foram às compras comprar as roupas mais bonitas e baratas. Depois foram lanchar para o parque mais bonito e ao anoitecer foram para um baloiço baloiçar um bocadinho para acabar aquele belo dia de Primavera. No fim do dia chamaram um táxi para irem para o castelo. No castelo, a menina contou tudo a seus pais: os reis. Eles foram comprar uma cama muito fofa para a Serafina. Depois de jantarem a menina e o gatinho foram vestir o pijama e a menina escreveu no seu diário o que lhe tinha acontecido nesse dia. Foram para a cama e adormeceram muito felizes.

Sílvia Figueiredo 11


Uma amizade invulgar Certo dia, eu convidei a Carmo, a Beatriz, a Inês, a Sílvia a Lara e a Érica para irem à minha festa de aniversário. A Carmo deu-me uma pulseira, a Beatriz deu-me uma caixa de música, a Inês deu-me um diário, a Sílvia deu-me uma boneca bailarina, a Lara deu-me um vestido cor-de-rosa brilhante e a Érica deu-me uma boneca princesa e um sapo. Comemos bolo, rebuçados, chocolates, gomas, queijo, requeijão, fiambre, tostas mistas… Bebemos sumo de laranja, de ananás, coca-cola e água para a minha irmã. Nós fomos ao meu quarto e brincámos às barbies, bonecas, médicos, escondidas debaixo da cama, da secretária, dentro de alguns armários vazios, pela casa inteira. No final cantámos karaoke: ” Se, se, se, amar não é pecado, vamos á lá praia” Toni Carreira e a música da Margarida e do Salvador” “Lá á bem “ do sol de inverno. Foi muito divertido e depois de cantarmos elas foram embora muito cansadas de cantar, brincar e dançar. Apesar de ter sido uma simples festa de anos foi divertido. Sara Filipa Pais 12


Uma amizade invulgar Era uma vez um papagaio mudo e o seu dono queria-o pôr a falar. O papagaio, um dia, abriu a gaiola e escreveu um recado ao dono assim: «Vou para a tua cama destruir as almofadas.» O dono viu o recado. Ele foi até ao seu quarto mas não viu o papagaio. Depois o papagaio desceu do teto seguiu-o até à cozinha chamando-lhe nomes. Ele não acreditava que estava a chamar-lhe de nomes e ficou cheio de medo. Para se acalmar bebeu muita água. Então, o papagaio gritou «ei» e ele olhou para o papagaio. Depois o dono perguntou ao papagaio se falava. O papagaio abanou a cabeça e depois disse que sim. O dono assustado foi dormir a sesta e o papagaio foi para cima dele. Passado um bocado estava a saltar para a barriga dele. O dono acordou e deu-lhe um grande sermão.

Pedro Ricardo Pratas

13


Uma amizade invulgar Era uma vez um menino que tinha nove anos e decidiu ter um cão. A mãe e o pai compraram-lhe um cão. Quando o menino tinha o cão perguntou-lhe: - Como te chamas? O cão respondeu-lhe: - Chamo-me Rex. O cão tinha um ano, castanho e era pequenino e o menino tinha cabelo preto e era grande. O menino e o cão foram passear pela floresta e viram árvores, flores, abelhas… A seguir foram a uma loja comprar uma casota. A seguir quando estava a anoitecer foram para casa e o cão dormiu na casota. Na segunda-feira o menino ia para a escola. Quando tocava ele ia para casa a correr, ia fazer os deveres e ia ter com o cão para brincar. O cão gostava de jogar á apanhada, mas o jogo preferido do Rex era jogar á busca e o menino mandava a bola ao cão. O menino disse ao cão que gostava muito dele. Ao fim de semana o menino brincava muito com o cão. Daniel Filipe Pais 14


Uma amizade invulgar Uma vez um menino que estava a andar de bicicleta pelo jardim. Certa altura, ele estava a passar pelo parque principal de Lisboa e teve uma ideia. Então decidiu ir para casa: - Mãe, pai, vamos ao circo no Porto. Vão lá estar os tubarões! Mas a resposta foi que iam pensar e ele respondeu que estava bem. Os pais pensaram e disseram: - Está bem, podemos ir ao circo. No dia seguinte foram ao circo. Ele conheceu um cão tão giro, mas tão giro que o queria trazer mas custava dez euros e a mãe disse-lhe: - Queres o circo ou o cão? - O cão, mãe! E compraram o cão. Ele estava sempre a tratar do cão, mudava-lhe a comida, água, lavavalhe a casota e iam dar sempre um passeio enorme pelo parque principal de Lisboa.

António David Rodrigues 15


Uma amizade invulgar Uma sereia e um caranguejo Num dia quente, o mar estava branquinho e a sereia decidiu ir dar um passeio. Ela encontrou três pedrinhas com mensagens. De repente apareceu um caranguejo e disse para a sereia com uma voz grossa: - O que estás aqui a fazer? - Venho dar um passeio. - Cuidado! - Disse o caranguejo. Há muitos tubarões escondidos atrás da pedra. Mas a sereia não acreditou que havia um tubarão grande a falar: - Vem tomar um chá de algas. A sereia disse-lhe: - És um tubarão bom ou mau? - Eu sou um tubarão bom, não tenhas medo de mim. E assim começou a sua amizade. Beatriz Marques Tavares 16


Uma amizade invulgar