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Oficina de escrita criativa 8ยบB


Metodologia utilizada:

 A seleção das imagens teve em conta a obra que os alunos estavam a começar a trabalhar no âmbito da leitura orientada.  A cada um dos grupos foram distribuídas três das imagens apresentadas abaixo, sendo que a ilha era comum a todos os grupos.  A distribuição das restantes imagens foi aleatória.  O primeiro texto apresentado é o resultado da oficina de escrita criativa.  O segundo texto é o resultado da revisão do mesmo em oficina de escrita.


Grupo 1 - Ilha Deserta, Mulher, Barco Sexta-feira ou a vida selvagem Parte ll Num dos dias de desespero de Robinson, metido na lama como sempre fazia para se defender dos mosquitos, Robinson teve outra das suas alucinações. Vira passar um cargueiro com cerca de 169 metros. Tinha dezenas de contentores vermelhos, uns em cima dos outros. Saltara rapidamente da lama onde estava metido e aguardava que alguma coisa caísse do barco. E realmente caiu, um pequeno contentor azul que estava num canto. Robinson saltou para dentro de agua velozmente e foi impossível. Ao fim de algum tempo la conseguiu abrir o contentor, lá dentro estavam várias ferramentas de trabalho entre elas um serrote, serviu para várias coisas como: construir cabanas, lanças, usava a lanha que cortava para se aquecer durante a noite e finalmente para construir o seu barco. Durante as longos anos que viveu na ilha com o seu cão Milu, construiu duas cabanas uma delas servia de armazém para colocar todos os cereais que semeava, durante algum tempo viveu naquela ilha até que um dia uma das suas irmãs encontrou a ilha e levou-o de volta a casa onde foi buscar alguns dos seus pertences, voltando depois para a ilha onde viveu até ao fim dos seus dias. :3


Texto revisto: Num dos dias de desespero de Robinson, metido na lama como sempre fazia para se defender dos mosquitos e da solidão, Robinson pensou ter mais outra das suas alucinações. Estava a ver passar um cargueiro com cerca de 169 metros. Tinha dezenas de contentores vermelhos, uns em cima dos outros. Saltara rapidamente da lama onde estava metido e aguardava que alguma coisa caísse do barco. E realmente caiu, um pequeno contentor azul que estava num dos cantos daquele barco gigantesco. Robinson saltou para dentro de agua velozmente mas foi impossível alcançá-lo. Regressou à sua vida cada vez mais convencido de que se tratara de uma alucinação. Mas onde fora ele buscar aquela imagem se nunca tal tinha visto? Ao fim de algum tempo, quando fazia uma das suas rondas, avistou numa das praias um objeto azul. Aproximou-se. Era o contentor. Como era possível? Depois de muitas tentativas lá conseguiu abrir o contentor. Lá dentro estavam várias ferramentas de trabalho entre elas, um serrote que serviu para várias coisas como construir cabanas, lanças, usava a lanha que cortava para se aquecer durante a noite e finalmente para construir o seu barco. Durante as longos anos que viveu na ilha com o seu cão, construiu duas cabanas uma delas servia de armazém para colocar todos os cereais que semeava, e da outra fez a sua casa.


Continuou naquela ilha até que um dia uma das suas irmãs encontrou a ilha e levou-o de volta a casa onde foi buscar alguns dos seus pertences, voltando depois para a ilha onde viveu até ao fim dos seus dias, pois já não fora capaz de se habituar à civilização a que tinha pertencido.

Trabalho realizado e revisto por: Pedro Amaral, Telma Monteiro, Sara Pereira, Ana Rita


GRUPO 2: ilha Deserta, Serrote, Motosserra.

Vida Selvagem Em 1969 um grupo de 3 amigos Stuart Campbell, Gina Jornesol, Renova Petrina viajava num barco no meio do oceano Pacifico onde chocaram contra um grande rochedo perto de uma ilha. O barco ficou completamente destruído e passado pouco tempo afundou com tudo o que levava. Apos muito nadar Stuart chegou à ilha onde procurou meios para sobreviver. Quando olhou à sua volta e não encontrou as suas amigas, ficou preocupado, voltou para ao pé do rochedo para procurar as suas amigas. Devido ao movimento das ondas, alguns dos utensílios necessários vieram ter á costa como por exemplo um serrote e uma serra – elétrica. Afetado pelo cansaço encostou – se a uma palmeira e adormeceu. No dia seguinte preocupou- se em arranjar alimento, depois teve a


necessidade de construir uma pequena cabana para poder sobreviver ao frio e aos animais selvagens que habitavam aquele bocado de terra à noite. A meio da noite ouviu um barulho estranho no meio dos arbustos e decidiu ir ver o que era. Cheio de medo saiu da cabana e qual foi a sua surpresa quando viu as amigas todas molhadas a devorar uma manga, notando- se que estavam esfomeadas. Apos elas o virem abrigaram- se todas na cabana. Antes de adormecer escreveram um sinal de SOS na areia e na manhã seguinte chegou um helicóptero para as resgatar.

Texto revisto: Em 1969, um grupo de3 amigos, Stuart Campbell, Gina Tornesol e Renova Citrina viajavam num barco no meio do oceano Pacífico onde chocaram contra um grande rochedo perto de uma ilha. O barco ficou completamente destruído e passado pouco tempo afundou, com tudo o que levava.


Após muito nadar, Stuart chegou à ilha onde procurou meios para sobreviver. Quando olhou à sua volta e não encontrou os seus amigos, ficou preocupado e voltou para ao pé do rochedo, para procurar as suas amigas. Devido ao movimento das ondas, alguns dos utensílios necessários vieram ter à costa: um serrote e uma motosserra. Afetado pelo cansaço encostou-se a uma palmeira e adormeceu. No dia seguinte, preocupou-se em arranjar alimento. Depois teve necessidade de construir uma pequena cabana, para poder sobreviver ao frio e aos animais selvagens, que habitavam aquele bocado de terra durante a noite. A meio da noite ouviu um barulho estranho no meio dos arbustos e decidiu ir ver o que era. Cheia de medo saiu da cabana a correr e qual não foi a sua surpresa quando viu as amigas todas molhadas e esfomeadas a devorar uma manga. Quando ele as viu convidou-as para ficar na sua cabana. Antes de adormecerem escreveram um sinal de SOS na areia da praia e logo depois adormeceram. Seguidamente preocuparam-se em arranjar lenha para poderem sobreviver às noites frias. Na manhã seguinte começaram por pensar que materiais iriam utilizar e chegaram à conclusão que com os utensílios que tinham só poderiam utilizar madeira e lianas. Como a motosserra só funcionava a gasolina, decidiram dar uma volta pela ilha para ver o que mais tinha vindo dar à costa. Depois de muito caminhar viram bidons de gasolina


encostado a um rochedo, que levaram consigo e logo encheram a motosserra. Cortaram troncos e lianas, e passados três dias começaram por construir a estrutura da casa, que tinham projetado desenhando-a na areia.

Trabalho realizado e revisto: Maria Lopes Francisco Pataco Beatriz Costa Gonçalo Marques


GRUPO 3: ilha Deserta, Pregos, Berbequim.

Os conhecimentos são vitais Jackson era aspirante num navio de tráfico. Um certo dia, o capitão da embarcação apercebeu-se de que estavam a ser perseguidos. Em tentativa de escape, o capitão desviou-se da rota. Conseguiu despistar quem os seguia, mas perceberam-se não encontrando o local onde se encontravam. Mais tarde, após ter andado às voltas sem encontrar terra, começou uma terrível tempestade, as águas ficaram muito agitadas, a chuva era imensa e o vento soprava forte. O capitão perdeu o controlo na embarcação tendo desistido. Jackson só se lembra de ter andado no dia seguinte no areal numa ilha tropical. Após umas horas apercebeu-se que se encontrava sozinho apenas acompanhado pelos destroços de embarcação onde viajava. Decidiu então ir investigar a ilha. Depois de algumas horas a caminhar percebeu que a ilha era desabitada.


Voltou para o areal onde se encontrava os destroços par ver se havia alguma coisa que se pode-se utilizar para montar um barco para sair da ilha. Encontrou, pregos e alguns pedaços de madeira que s encontravam, começou então a montar o barco, ao fim de montar um pouco da estrutura do barco, apercebeu-se que gostava imenso tempo a martela-los com uma pedra que encontrava. Decidiu então ir procurar nos destroços, peças que lhe facilitassem a sua construção. Ao fim de procurar, descobriu uma forna de aiar energia para formar uma ferramenta elétrica, ligando a ferramenta a um chapéu de chuva de arames, lançando o chapéu ao ar em cheio nas trovoadas. Aquela invenção fez com que Jackson conseguisse finalizar a embarcação em apenas algumas semanas. Após a embarcação montada, decidiu ir procurar alimentos de reserva para a viagem. Depois da intensa procura de alimentos para a viagem, estava preparado para começar a sua longa viagem. No dia seguinte começou então, a longa e difícil viagem.


Em alto-mar defrontou-se com alguns perigos. Ao fim de vários dias de viagem, avistou finalmente terra. Saiu da embarcação e foi perguntar aos habitantes daquela zona onde se encontrava. Eles ali lhe disseram que estava na Guiné. Foi então comprou alguns mapas, instrumentos náuticos e abastecimentos para prosseguir a sua viagem para Inglaterra onde se encontrava a sua família. Após várias semanas de viagem, chegou finalmente a Inglaterra. Caminhou vários quilómetros até chegar a sua casa, tinha o coração a bater forte, pois já não via a sua família à muito tempo. Assim que abriu a porta, a sua mulher que o julgava morto, rasgou um grande sorriso e abraçou o mais forte que podia. Os filhos correram para o colo do pai, pois tinham muitas saudades dele. Ao final do dia, Jackson contava a sua aventura e como tinha conseguido sobreviver, os filhos ficaram muito orgulhosos do pai e disseram que no dia seguinte iam contar aos seus amigos.


Às vezes os conhecimentos são vitais em situações extremas.

Texto Revisto Jackson era aspirante num navio de tráfico. Certo dia, o capitão da embarcação apercebeu-se que estavam a ser perseguidos. Na tentativa de escapar, o capitão ordenou que se desviassem da rota. Conseguiram despistar quem os seguia, mas perderam-se. Não encontrando no mapa a sua localização, andaram às voltas sem encontrar terra. Entretanto começou uma terrível tempestade. As águas ficaram muito agitadas, a chuva era imensa e o vento soprava forte. Foi nessa altura que o capitão perdeu definitivamente o controlo da embarcação. No dia seguinte Jackson acordou no areal de uma ilha tropical. Só se lembrava de ter caído ao mar. Apercebeu-se que se encontrava sozinho, apenas acompanhado pelos destroços da embarcação onde viajava. Decidiu então explorar ilha. Depois de horas a deambular pela floresta tropical, percebeu que a ilha era desabitada. Voltou para o areal onde se encontravam os destroços, para ver se havia alguma coisa que se pudesse utilizar para construir um barco e se fazer ao mar de novo.


Encontrou pregos e alguns pedaços de madeira do porão. Começou então por construir algo que se assemelhava à estrutura de um barco, mas percebeu que iria levar muito tempo a trabalhar de forma tão rudimentar. Decidiu então procurar nos destroços, peças que facilitassem o seu trabalho. Ao fim de várias tentativas de junção das mais diversas partes que encontrara, criou uma fonte de energia que lhe permitia tornar as ferramentas elétricas. Uma delas era um género de berbequim, que ligava a um chapéu-de-chuva aramado e lançada ao ar em dias de trovoada. Aquela invenção fez com que Jackson conseguisse finalizar a embarcação em apenas algumas semanas. Depois de juntar uma vasta reserva de alimentos, estava preparado para começar a sua viagem de regresso, que poderia vir a tornar-se longa e difícil. No alto mar enfrentou alguns perigos, normais para quem está habituado a navegar e ao fim de vários dias de viagem, avistou finalmente terra. Sem hesitar, atracou e dirigiu-se aos habitantes daquela zona para saber onde se encontrava. Disseram-lhe que estava na Guiné. Jackson aproveitou para trocar alguns bens por mapas, instrumentos náuticos e mantimentos, para prosseguir a sua viagem para Inglaterra onde se encontrava a sua família. Passadas algumas semanas, chegou finalmente ao seu destino.


Caminhou vários quilómetros até chegar a sua casa, tinha o coração a bater forte, pois já não via a família há muito tempo. Assim que abriu a porta, a sua mulher, que o julgava morto, rasgou um grande sorriso e abraçou-o o mais forte possível. Os seus filhos correram para o seu colo, pois tinham muitas saudades dele. Depois de matadas as saudades, Jackson relatou a sua aventura e como tinha conseguido sobreviver. Os filhos ficaram muito orgulhosos do pai e, no dia seguinte, contaram aos seus amigos o quão aventureiro era o seu pai e como os seus conhecimentos tinham sido vitais em situação extrema. Trabalho realizado e revisto: Maria João, Maria Andrade, João Monteiro, Miguel Lemos.


Grupo 4 – Ilha Deserta, Motosserra, Mulher

Apocalipse Zombie na ilha Central Numa linda manhã, uma mulher chamada Andreia tinha um grande iate, foi para o triângulo das Bermudas fazer pesquisas científicas. Ela pôs- se a caminho, quando chegou ao centro do triângulo das Bermudas avistou uma ilha, aproximou-se e avistou destroços de um barco. Encontrou um homem que se chamava Robinson. Ela perguntou-lhe se ele era o dono do barco naufragado, ele respondeu que sim, ele perguntou-lhe o nome a mulher e ela respondeu que se chamava Andreia. Ele levou-a para o seu acampamento. Andreia reparou que o acampamento estava fortificado e perguntou-lhe porquê. Ele contou-lhe que esta ilha estava povoada por Zômbis. Ela perguntou-lhe se cria ir-se embora no iate dela e ele disse que sim. Quando la chegaram meteram o iate a trabalhar só que o barco não pegava. Então decidiram levar os instrumentos que ela trouxera e nesses estava incluído uma motosserra. Levaram tudo para a cabana de Robinson. Quando chegaram escolheram o que era útil.


Eles começaram por ligar a motosserra que era elétrica á bateria do barco, começaram por cortar as árvores para fabricar armas e utensílios. Nessa noite como tinham feito barulho atraíram os Zômbis então eles defenderam o acampamento e conseguiram sobreviver. Nos dias seguintes como estavam a ficar sem mantimentos decidiram fazer um barco. Conseguiram faze-lo usando o barco da Andreia mas em vez de usarem o motor usaram panos e fizeram velas. Conseguiram chegar aos Estados Unidos da América e avisaram as autoridades que tinham descoberto Zombies na ilha central no triângulo das Bermudas. As autoridades fecharam a ilha e nunca mais ninguém la foi. Eles foram para sua casa e contaram a sua história aos seus familiares. E viveram todos felizes para sempre.

Texto revisto Apocalipse Zombie na Ilha Central Numa linda manhã, uma mulher chamada Andreia no seu grande iate dirigiu-se para o Triangulo da Bermudas para realizar pesquisas científicas.


Ela pôs-se a caminho. Quando chegou ao centro do Triangulo avistou uma ilha. Aproximou-se e viu destroços de um navio. Ela atracou o iate com a ajuda da sua tripulação e aventurou-se na floresta, e passado algum tempo ela encontrou um homem que se chamava Robinson. Ela perguntou-lhe se ela era o capitão do barco naufragado, ela respondeu-lhe que sim, ele perguntou-lhe o nome e ela respondeu-lhe que se chamava Andreia. Robinson perguntou-lhe se ela queria ir para o seu acampamento, ela concordou e quando lá chegou reparou que o acampamento estava fortificado e perguntou-lhe porquê. Ele contou-lhe que a ilha estava povoada por zombies. Ela perguntou-lhe se queria ir embora com ela no seu iate e ele respondeu que sim. Quando chegaram ao iate, repararam que a tripulação tinha desaparecido e havia vestígios de sangue no chão da embarcação, entretanto, tentaram pôr o barco a trabalhar, mas sem sucesso. Então decidiram levar os instrumentos entre os quais se encontrava a motosserra e também tiraram a bateria do barco, para o caso de ser necessária mais tarde. Levaram tudo para a cabana de Robinson. Quando lá chegaram escolheram tudo o que lhes poderia ser útil. Ligaram a motosserra, que era elétrico, à bateria do barco e começaram a cortar árvores para fabricarem armas e utensílios. Nessa noite, como tinham feito muito barulho atraíram os zombies que estavam na

área e estes atacaram-nos, mas a Andreia e o Robinson conseguiram defender-se com as armas que tinham preparado e venceram.


Nos dias seguintes, como estavam a ficar sem mantimentos, decidiram compor o barco da Andreia para saírem da ilha. Ao chegarem aos Estados Unidos, informaram as autoridades de que existiam zombies na Ilha Central do Triângulo das Bermudas. As autoridades proibiram a entrada na Ilha e nunca mais ninguém lá foi. Eles foram para casa e as suas aventuras passaram de geração em geração. Trabalho realizado e revisto por: André Pinto Diogo Veiga Rui Rosa


Grupo 5 – Ilha Deserta, Barco Pirata, berbequim

Tumbas, o Bárbaro 23:30 Ilha Mary Joanne, Oceano Pacífico -Chefe, estamos prontos para partir. O material já está todo a bordo. -OK. Solta as amarras. O tráfico. De animais, droga, pessoas, de tudo e mais alguma coisa. Atualmente, é dos negócios mais lucrativos, apesar da sua ilegalidade. Poucas pessoas se aventuram no combate a este crime. Matumbino Tonito, o berbequim, é uma delas. Mary Joanne- uma ilha tropical pacata. Pelo menos assim pensa a maioria das pessoas. Mas ela esconde um grande segredo… É um entreposto comercial de estupefacientes, um dos mais importantes no mundo, mas apenas por enquanto. Matumbino Tonito, uma das mais credenciadas brocas agente-secretas


do mundo, está prestes a alterar a situação. Treinado numa das melhores academias do mundo e dotado de um físico impressionante, “El Tumbas”, como é conhecido possui atributos inigualáveis. Foi por isso ele o destacado para esta missão. Era Inverno a quando da sua chegada. Apesar de se situar nos trópicos, não deixava de se sentir frio na ilha. Instalou-se nas instalações secretas que a sua agência construiu para a missão, e esperou que por fim alguém aparecesse. Cansado de vigiar, adormeceu. Acordou sobressaltado. Ouvira qualquer coisa. Apressado, correu a ver o que acontecera. Movendo-se como uma sombra, avançou rapidamente por entre o mato espesso que separava o seu abrigo da praia, local de onde provinha o barulho. Pegou nos binóculos de visão noturna, e viu. Um enorme barco pirata, tão grande que parecia ter saído de um filme, estava atracado na praia, Pelo menos quatro pessoas a bordo. Espera aí? Quatro? Num barco do tamanho do mundo? Onde estaria o resto da tripulação? Não perca o próximo episódio de tumbas, o berbequim, por nós também não!


Texto revisto

Tumbas, o Berbequim O tráfico de animais, droga, pessoas, de tudo e mais alguma coisa. Atualmente, um dos negócios mais lucrativos, apesar da sua ilegalidade. Poucas pessoas se aventuram no combate a este crime. Matumbino Tonito, o berbequim, é uma delas. Mary Joanne - uma ilha tropical pacata. Pelo menos, assim pensa a maioria das pessoas. Mas na verdade, não é assim. É um entreposto comercial de estupefacientes, um dos mais importantes no mundo, mas apenas por enquanto. Matumbino Tonito, uma das mais credenciadas brocas agentesecretas do mundo, está prestes a alterar a situação. Treinado numa das melhores academias do mundo e dotado de um físico impressionante, “El Tumbas”, como é conhecido possui atributos inigualáveis. Foi por isso ele, o destacado para esta missão. Era Inverno a quando da sua chegada. Apesar de se situar numa região quente, não deixava de se sentir algum frio na ilha. Instalou-se no refúgio secreto que a sua agência construiu para a missão, e esperou que por fim alguém aparecesse. Cansado de vigiar, adormeceu.


Já a noite ia longa quando acordou sobressaltado. Ouviu qualquer coisa. Apressado, correu a ver o que acontecera. Avançou rapidamente por entre o mato espesso que separava o seu abrigo da praia, local de onde pensou que vinha o barulho. Quando por fim chegou junto à costa, pegou nos binóculos de visão noturna, e, estranhamente viu um enorme barco pirata atracado na praia. Era tão grande que parecia ter saído de um filme. Pelo menos quatro pessoas a bordo. Espera aí? Quatro? Num barco do tamanho do mundo? Onde estaria o resto da tripulação? Não perca o próximo episódio de tumbas, o berbequim, porque nós também não! Trabalho realizado e revisto por: Daniela Augusto, Inês Rosa, Diana Santos, Vasco Figueiredo


Grupo 6 – Ilha Deserta, Barco, Mulher

Sexta-feira ou a vida selvagem Parte ll Num dos dias de desespero de Robinson, metido na lama como sempre fazia para se defender dos mosquitos, Robinson teve outra das suas alucinações. Vira passar um cargueiro com cerca de 169 metros. Tinha dezenas de contentores vermelhos, uns em cima dos outros. Saltara rapidamente da lama onde estava metido e aguardava que alguma coisa caísse do barco. E realmente caiu, um pequeno contentor azul que estava num canto. Robinson saltou para dentro de agua velozmente e foi impossível. Ao fim de algum tempo la conseguiu abrir o contentor, lá dentro estavam várias ferramentas de trabalho entre elas um serrote, serviu para várias coisas como: construir cabanas, lanças, usava a lanha que cortava para se aquecer durante a noite e finalmente para construir o seu barco. Durante as longos anos que viveu na ilha com o seu cão Milu, construiu duas cabanas uma delas servia de armazém para colocar todos os cereais que semeava, durante algum tempo viveu naquela ilha até que um dia uma das suas irmãs encontrou a ilha e levou-o de volta a casa onde foi buscar alguns dos seus pertences, voltando depois para a ilha onde viveu até ao fim dos seus dias. :3


Texto revisto: Num dos dias de desespero de Robinson, metido na lama como sempre fazia para se defender dos mosquitos e da solidão, Robinson pensou ter mais outra das suas alucinações. Estava a ver passar um cargueiro com cerca de 169 metros. Tinha dezenas de contentores vermelhos, uns em cima dos outros. Saltara rapidamente da lama onde estava metido e aguardava que alguma coisa caísse do barco. E realmente caiu, um pequeno contentor azul que estava num dos cantos daquele barco gigantesco. Robinson saltou para dentro de agua velozmente mas foi impossível alcançá-lo. Regressou à sua vida cada vez mais convencido de que se tratara de uma alucinação. Mas onde fora ele buscar aquela imagem se nunca tal tinha visto? Ao fim de algum tempo, quando fazia uma das suas rondas, avistou numa das praias um objeto azul. Aproximou-se. Era o contentor. Como era possível? Depois de muitas tentativas lá conseguiu abrir o contentor. Lá dentro estavam várias ferramentas de trabalho entre elas, um serrote que serviu para várias coisas como construir cabanas, lanças, usava a lanha que cortava para se aquecer durante a noite e finalmente para construir o seu barco. Durante as longos anos que viveu na ilha com o seu cão, construiu duas cabanas uma delas servia de armazém para colocar todos os cereais que semeava, e da outra fez a sua casa.


Continuou naquela ilha até que um dia uma das suas irmãs encontrou a ilha e levou-o de volta a casa onde foi buscar alguns dos seus pertences, voltando depois para a ilha onde viveu até ao fim dos seus dias, pois já não fora capaz de se habituar à civilização a que tinha pertencido. Trabalho realizado e revisto por: Pedro Amaral Telma Monteiro Sara Pereira Ana Rita


Grupo 7- Ilha Deserta, Pregos, Canibal. A FAMILIA SEM CORAÇÃO Num dia de sol Robinson estava sentado á beira-mar quando avistou uma jangada e estava lá uma coisa castanha. Ao aproximar-se Robinson conseguiu observar um canibal, Robinson ao vê-lo ficou assustado. Passado alguns minutos, Robinson falou-lhe, e ele assustou-se Perguntou-lhe quem era, e o porque de ter vindo a este mundo. O canibal, disse que não sabia como foi parar a esse sítio, e que se tinha separado da sua família, pois não aceitavam a forma de ele ser canibal. Robinson disse que ele estava ali sozinho há algum tempo, e perguntou-lhe se tinha avistado pregos para fazer uma jangada. O canibal disse que viu pregos numa outra ilha que ficava próxima dali. No dia seguinte de manha cedo, Robinson e o canibal (Jorge), o nome que Robinson lhe deu, foram á outra ilha encontrar pregos.


Avistaram, uma ilha num sítio muito assustador, e eles diziam um para o outro que estavam assustados, e que havia muitas coisas perigosas. Finalmente encontraram pregos e foram-se embora. Chegaram a ilha onde Robinson, passava todos os dias. Construíram uma jangada, e foram no mesmo dia, procurar os pais do Jorge (canibal). Jorge ouviu a sua mãe, e foi a saltar para ela. A sua mãe tentou ser forte e pediu-lhe desculpa, e Jorge disse-lhe que sabe que a sua mãe ia ama-lo para toda a vida, apesar de ele ser como é. E viveram felizes para sempre, com Robinson.

Texto revisto A FAMILIA SEM CORAÇÃO Num dia de sol Robinson estava sentado á beira-mar quando avistou uma jangada com uma coisa castanha em cima.


Ao aproximar-se, Robinson conseguiu perceber que se tratava de um negro canibal, e ficou muito assustado. Quando este desembarcou, Robinson falou-lhe e ele assustou-se. Depois perguntoulhe quem era, e o porquê de ter vindo até à sua ilha. O canibal, ainda muito assustado, disse que não sabia como tinha vindo ali parar. Contou ainda que tinha fugido da sua família, pois não aceitavam a sua forma de ser. Ele tinha vivido parte da sua infância no seio de uma tribo canibal e nunca mais deixou os seus costumes pelo que a sua família o rejeitava. Robinson disse que vivia ali sozinho há algum tempo, e comprometeu-se a ajudá-lo a ultrapassar o seu problema. Robinson começou por dar-lhe um nome, Jorge e começou a darlhe uma nova educação. Quando Jorge já não pensava em comer carne humana, Robinson perguntou-lhe se, ao longo da sua viagem tinha avistado pregos para fazer uma embarcação suficientemente forte para os levar até junto da sua família. Jorge disse que tinha visto pregos numa outra ilha que ficava próxima dali. No dia seguinte de manha cedo, Robinson e Jorge foram à outra ilha procurar os pregos. Avistaram uma ilha num sítio muito assustador, e eles diziam um para o outro que tinham que sair dali o mais depressa possível, pois havia ali muitas coisas perigosas. Finalmente encontraram pregos e foram-se embora. Chegaram à ilha de Robinson, e começaram logo a construir a embarcação. Assim que a terminaram foram no mesmo dia, procurar os pais do Jorge. A viagem não foi muito longa e logo chegaram à ilha onde viviam os pais de Jorge. Afinal a ilha fazia parte do mesmo arquipélago e assim que Jorge ouviu a voz da


sua mãe, e foi a correr para ela. Primeiro muito espantada, pois Jorge já não tinha o osso espetado no cabelo e corria para ela com um largo sorriso nos lábios, acabou por lhe estender os braços. A sua mãe pediu-lhe desculpa por não ter sido capaz de o compreender, e Jorge disselhe que sabia que a sua mãe ia ama-lo para toda a vida apesar de ele ser um pouco diferente. Robinson, cansado da sua solidão acabou por ficar na ilha e viveram felizes para sempre.

Trabalho realizado e revisto por: André Pinto Mariana Pais Patrícia Figueiredo Sara Morgado


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