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E tem efeitos secundários? Como qualquer outro medicamento, a contracepção de emergência tem efeitos secundários: Náuseas e vómitos – usualmente não ultrapassam as 24 horas. Spotting – algumas mulheres têm pequenas perdas de sangue após a contracepção de emergência. A maioria terá o período menstrual na data prevista ou mais cedo. Tensão mamária, dores de cabeça, tonturas e fadiga - são menos frequentes e desaparecem em 24 horas. NOTA: Se vómitos ou diarreia ocorrerem nas três horas seguintes à toma, deves repetir a dose. O seu uso frequente não é recomendável, tanto pelos efeitos secundários que provoca, quanto pela sua menor eficácia contraceptiva em relação a outros métodos contraceptivos.

A contracepção de emergência só deve ser utilizada em último recurso! Não deve ser o método contraceptivo de eleição.

E se tiveres dúvidas?

Sempre que tiveres dúvidas recorre a um profissional de saúde. Ele pode orientar-te da melhor forma, para não correres riscos. Existem vários centros de apoio a jovens (CAJ) que te podem ajudar de forma anónima e gratuita. O teu centro de saúde tem uma consulta que te pode ajudar. Marca já a tua consulta de planeamento familiar!

Realizado por: Alunos do 4º Ano da Escola Superior de Enfermagem de S. João

Não previne das sexualmente transmissíveis.

infecções

Contracepção de Emergência


O que é a contracepção de emergência? A contracepção de emergência é um conjunto de métodos contraceptivos que podem ser utilizados para evitar a gravidez depois de uma relação sexual não protegida. A contracepção de pode utilizar-se quando?

emergência

Não foi utilizado qualquer método contraceptivo; Houve falha ou erro na utilização do método; - se o preservativo rompeu ou ficou retido na vagina; - se houve erro no cálculo do período fértil; - se o dispositivo intra-uterino se deslocou; Em casos de relações sexuais forçadas. O método mais conhecido e mais utilizado é a pílula contraceptiva de emergência, também conhecida por “pílula do dia seguinte”.

Como tomar a “pílula do dia seguinte”? Como seguinte”?

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A pílula actua consoante a altura do ciclo menstrual em que é tomada. Assim: Pode impedir ou atrasar a ovulação (impedir a saída do óvulo do ovário da mulher); Impedir a fecundação (o encontro do óvulo com o espermatozóide); Prevenir a nidação (implantação do ovo na parede do útero – acontecimento que a ciência define como inicio da gravidez). Se a mulher já estiver grávida, ou seja, se o ovo já estiver implantado no útero, a contracepção de emergência é ineficaz. A “pílula do dia seguinte” pode ser de dois tipos: Pílulas combinadas (sujeita a receita médica). Pílulas só com Progestativo (venda livre).

Este método deve ser utilizado o mais cedo possível, no máximo até 72 horas após a relação sexual não protegida. A eficácia da “pílula do dia seguinte” depende da altura em que a tomares: - 1º dia 95% - 2º dia 85% - 3º dia 58% Existem várias apresentações e formas de tomar. Deves aconselhar-te sempre como o teu médico, enfermeiro ou farmacêutico.

Se tiveres relações sexuais depois da toma, deves usar o preservativo, até estares totalmente protegida com outro método contraceptivo regular. Deves sempre consultar um profissional de saúde para esclarecer individualmente o teu caso!

contracepção  

métodos contraceptivos

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