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A R C H I T E C T U R E

P O R T F O L I O BEATRIZ LINS DE OLIVEIRA


04 14 34

BIBLIOTECA POPULAR

SMITHFIELD MARKET

TEATRO DO CHAPADÃO


3

BEATRIZ LINS DE OLIVEIRA

Aluna de Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP, ingressou no curso em 2011,

aos 19 anos. Em 2014, realizou intercâmbio universitário na University of East London (UEL), em Londres, Reino Unido. Em 2015, frequentou, como aluna especial, as aulas de planejamento urbano e restauro na Universidade de São Paulo (USP).

Foi membro do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo CACAU durante três

de suas gestões: em 2012, como coordenadora de comunicação, em 2013 e 2016, como coordenadora geral. Além disso, foi membro ativo do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo EMAU MÓBILE de 2012 a 2016.


4

BIBLIOTECA POPULAR PROJETO DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFCIAL // 2º SEMESTRE DE 2013

O projeto de uma biblioteca no centro comercial de Campinas, desenvolvido em

parceria com a colega de turma Giovana Bertazzoni De Martino, tem como principal objetivo atender o público que, diante da rotina de trabalho, se vê sem tempo e local adequados para relaxar durante seu horário de almoço e dia úteis. Localizado entre a Avenida Francisco Glicério e a Rua Barão de Jaguara, o edifício apresenta passagem livre para aqueles que querem cruzar de uma rua à outra, ao mesmo tempo que traz alternativas de lazer e cultura para as atividades do dia a dia. Seguindo essas premissas, a Biblioteca Popular tem como principal conceito a transição, o movimento e o incentivo ao acesso à informação e cultura. Como forma de atrair a população para seus espaços, a biblioteca apresenta uma fachada que se destaca na paisagem urbana na qual esta inserida. A textura do Aço Cortem, inspirada no Centro Cultural Gabriela Mistral, encobre os volumes desarranjados como uma segunda pele. O contraste de um elemento leve, porém limitado, com outro rígido e moldável, resulta no destaque na paisagem urbana. A valorização dos espaços de circulação é outro partido do projeto, seguindo a mesma linguagem da fachada e ganhando um caráter escultórico. Os elementos de transição do projeto se apresentam como marcos no edifício, seja o elevador panorâmico ou as escadas e rampas.


5


6


7

A Biblioteca apresenta um acervo variado, focado em livros e periódicos de temas

diferentes voltados ao cotidiano, incentivando a leitura como um mecanismo de lazer. Uma das ideias é incentivar o fluxo daqueles que trabalham e que transitam entre as duas ruas, passando, para isso, em uma área de vivência e convívio, que marca a entrada da Biblioteca.

No contexto atual, onde a cultura individualista esta cada vez mais presente na

sociedade, a Biblioteca Popular Central se posiciona em contraposição a isso, propondo poucos espaços individuais, e enfatizando espaços de relaxamento e convívio. Como pode-se citar o exemplo do layout, no qual se escolheu divãs e sofás no lugar de nichos de estudo. O intuito é incentivar o convivo, o lazer, a informação, a cultura e o relaxamento, em espaços de qualidade.


8

O

principal partido do projeto é o

contraste entre transparência e opacidade, leveza e rigidez, o qual é amplificado pela iluminação, no contraste entre luz e sombra. Esse conjunto procura instigar o olhar daquele que esta de passagem, desviando-o até as atividades que acontecem dentro da Biblioteca atraindo-o para dentro. Ao mesmo tempo, procura-se também atrair as pessoas pelo programa, e promover uma versatilidade nos acontecimentos, de forma que o passante receba estímulos, não só arquitetônicos, mas também sensoriais. Partindo dessas premissas, a concepção formal do projeto se define em dois blocos independentes e suspensos no terreno, conectados por rampas. As áreas de acesso foram escolhidas como o elemento de destaque do volume total.


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Pretende-se com o projeto de iluminação direcionar

13.4m olhares, criar cenas e sensações, instigando os usuários a experiências marcantes13.4m pelo

6

11.7m

projeto, explorando a iluminação natural e artificial não só na espacialidade, mas também 10.2m 10.2m

nas cores, texturas e materialidade. O objetivo principal é criar um sistema de iluminação

8.5m

7.0m 7.0m condizente com o conceito do projeto, de forma a complementá-lo. Propõe-se portanto 4

5.6m

a integração das medidas de iluminação natural e artificial, procurando manter a mesma 3.5m

fonte de luz durante o dia e a noite. Além disso, procura-se o aproveitamento máximo da

1

3

iluminação zenital e das incidências leste e0.0m oeste, atento à insolação direta.

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14

SMITHFIELD MARKET PROJETO

DESENVOLVIDO

DURANTE

INTERCÂMBIO

NA

UNIVERSITY OF EAST LONDON, LONDRES, NO ANO DE 2014

O projeto de readequação do edifício abandonado de um histórico lavatório público

em Smithfield, no centro de Londres, foi um grande desafio. Além do pequeno bloco de sanitários, o projeto englobou também a reabilitação da Red House, edifício que outrora serviu de apoio às atividade do Smithfield Market, ativo até os dias de hoje, bem como de um trecho do esquecido subsolo construído da cidade. Através de um extenso levantamendo dos arquivos de Londres, foi possível entender e redesenhar os percursos subterrâneos, conctando-os, na fase de projeto, aos edifícios acima.

Comercializando carne há mais de 800 anos, o Smthfield Market é um dos mais

antigos mercados de Londres. Com horário de funcionamento incomum (das 00:00 às 8:00), ele é uma das maiores expressões da vida noturna do bairro, em conjunto com as casas de dança e música em seu entorno. Em contraposição, o bloco de santários abandonado já não recebia uso há cerca de 150 anos. É no sentido de retormar sua memória e uso histórico que esse projeto se desenvolve. Ao bloco de sanitários é conferido o mesmo uso de antigamente, para que este atenda à alta demanda noturna. Este serve também de entrada a uma nova estrutura superior que dá lugar a um pub, e ao subsolo, que nos leva por um emaranhado de túneis redescobertos que abrigam uma nova boate. Por fim, a Red House fecha o percurso pelo subsolo e nos traz de volta à superfície.


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N N 1. Lavatory Block (site); 2. Red House; 3. General Market; 4. Poultry Market; 5. West Market; 6. East Market; 7. Fabric Nightclub; 8. Farringdon Station; 9. Barbican Station; 10. Car Park Entrance.


17

Smithfield Market Section Model


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LEVANTAMENTO DA REGIÃO

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22

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23

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24

Study Models Access and Routes


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Ground Floor The old lavatory block is now occupied not only by a public loo, but also by the entrances of an upstairs bar and a basement nightclub. The loo itself has both ladies and gents areas. Its entrance and exit are apart, so that people can only go in a one direction flow. There is no connection between the three functions of the building. Once you are inside any of the areas, you must go out to enter another. 1. Loo entrance; 2. Gents; 3. Ladies; 4. Loo exit; 5. Nightclub entrance; 6. Bar entrance; 7. Nightclub exit.

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26

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1 Floor The bar’s first pavement consists of the opened kitchen, witch conects with the main area through a counter. Thus, there is no visual barrier between the passersby and this service area. In this same floor there are also a few tables for clients.

B

As soon as you get to the second floor, in a area with a much lower ceiling, you can face the actual bar. Behind it, a toilet area hides in the corner. As you walk in the opposite direction, the ceiling gets a lot higher, in a much wider espace where some tables are located. That is the last area the lift reaches.

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Terrace

3rd Floor This pavemente is a mezanine, from where is possible to see what happens in the floor below. It also contains the tables for the clients.

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In the terrace people are able to see the Red House and part of the Poultry and General Markets. That is the only opened area of the bar, with no windows limiting inside and outside.

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Basement and Red House

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The nightclub entrance is in the lavatory block, while its exit is located in the grond floor of the old cold store. It creates the same flow as the one in the public loo above. An antique lift connects the basement to a mezanine in the street level. The other pavements of the building have not been used.

8 9

Its plan hasn`t changed much from the original form. The new w.c area is the one variation, as the main idea was to keep the old qualities of the whole existing contructions. 1. Entrance; 2. Cloak room; 3. Gents; 4. Ladies; 5. Dancefloor; 6. DJ booth; 7. Bar; 8. Office; 9. Storage; 10. Exit room.

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Study/Final Model


29

O modelo final da nova estrutura,

a ser construída em cima do lavatório, mostra, em sua essência, como que se dão os percursos dentro do edifício, e como estes são sempre guiados pela luz, criando um ponto de inflexão entre luz e escuridão, subsolo e superfície, trazendo um intensa experiência sensoral aos usuários.

A axonométrica final do projeto, por

sua vez, nos mostra a interação entre as três escalas do projeto: Lavatório + Red House, Pub e Subsolo. Nela podemos realmente compreender a complexidade do subterrâneo, e como que se dá a conexão entre ele e os outros blocos.

Final Axonometric


30


31

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INSERÇÃO DO PROJETO


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Section C 1:200


33


34

TEATRO DO CHAPADÃO PROJETO

DE

ACÚSTICA

ARQUITETÔNICA

//

SEMESTRE

DE

2016

Inserido em uma região de Campinas quase que sublime, escondida em sua própria

topografia, a Pedreira do Chapadão, o teatro deveria contar com duas salas, uma de música, com 600 lugares, e uma de fala, com 350 lugares. Dessa forma, o maior desafio de projeto foi: como inserir um equipamento de tamanha proporção, sem interferir numa paisagem já consolidade e extremamente rara no cenário urbano?

Desenvolvido junto com meu amigo e colega de turma, Fernando Abdo Contarim,

o Teatro do Chapadão é um projeto que traz à tona diversas escalas: do pequeno setor da administração à grande estrutura de bastidores e salas de música e fala, dos ruídos de dentro aos ruídos de fora, do parque à cidade, da natureza ao urbano, mas principalemente, da interlocução entre todos estes fatores.


36


37

-3.2

CORTE AA’

A Pedreira do Chapadão é um parque localizado na porção central de Campinas.

Com aproximadamente 130.000 m², possui uma área para espetáculos, pista de cooper e ciclismo, entre outras atrações. A particularidade de sua topografia, confinada entre paredões de pedra, em uma depressão, 13.0faz com que o parque seja escondido pela sua própria conformação topográfica, passando muitas vezes despecebido por quem anda em seu entorno. Instalar o teatro dentro dos limites do Chapadão, além de condicionar a sua gestão e usos às regras do parque e de dificultar os fluxos de serviço que um teatro demanda, poderia descaracterizar a paisagem rochosa caracteríscta da Pedreira, 5.0

obstruindo-a. Somado a esta tensão entre objeto construído e paisagem naturalizada, a implantação dentro do parque também poderia comprometer seus usos já existentes, o

0.9

0.0 dos seus espaços. que implicaria numa reformulação totoal

Dessa forma, o local escolhido para implantação segue a premissa de trazer -3.2

a Pedreira à luz, proporcionando maior visibilidade e integração do parque com a

CORTE BB’

cidade, presenvando a integridade da paisagem característica do local, sem interferir drasticamente na sua conformação.

O Teatro se torna o ponto de intersecção entre o Parque e a Cidade, um equipamento

urbano que marca a presença da Pedreira na metrópole campineira.

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39


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PROGRAMA //

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do teatro, a partir dos conceitos pré-

praça pública serviços - café + loja

estabelecidos no processo de projeto, dividiu-

banheiro

se

sistema palco + platéia - sala fala sistema palco + platéia - sala música

na área escolhida de forma simples,

longitudinal,

seguindo

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docas + circulação área administrativa + bilheteria

conformação

arena área educacional

do próprio terreno. Suas formas básicas

bastidores

são ortogonais, seus fluxos são diretos e intuitivos, quase sempre direcionados pelo eixo de visão. Tal expressão espacial ressalta os princípios de legibilidade e uniformidade, sempre presentes.

As salas de música e fala são a

centralidade do edifício. Ao redor delas dividem-se os programas de apoio técnico, serviços públicos, programa popular e administração.

foyer praça pública serv iços - café + loja N

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sistema palco + platéia - sala fala sistema palco + platéia - sala música docas + circulação área administrativa + bilheteria

foyer

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praça pública serv iços - café + loja

corte aa’

área educacional bastidores

banheiro sistema palco + platéia - sala fala


41

ENTRADA PRINCIPAL // TEATRO + PARQUE


42

//SALA DE FALA

//SALA DE MÚSICA

PALCO ITALIANO // escolha justificada principalmente pela possibilidade de ter

PALCO EM ARENA // escolha justifica-se pois essa configuração permite a aproximação

caixa cênica e todos os bastidores (coxias, espaços para cenários), permitindo assim

da plateia ao palco, uma vez que possui assentos em todo seu perímetro.

uma maior gama de usos, tais como peças de teatro, apresentaões de dança etc. PLATEIA EM CAIXA DE SAPATO // 579 assentos PLATEIA EM LEQUE // 327 assentos ESPAÇOS RESERVADOS PARA PESSOAS COM CADEIRA DE RODAS (P.C.R.) // 11 assentos ESPAÇOS RESERVADOS PARA PESSOAS COM CADEIRA DE RODAS (P.C.R.) // 6 assentos PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA (P.M.R.) // Todos os assentos do fundo e PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA (P.M.R.) // Todos os assentos do fundo

todos do balcões

PESSOAS OBESAS (P.O.) // 4 assentos

PESSOAS OBESAS (P.O.) // 6 assentos


43 23.0 23.0

17.3 17.3 13.0

13.2

13.0

13.2 9.1 9.1

5.0 5.0

5.6

5.0

5.6

5.0 0.9

0.0

0.9

0.0

-3.2 -3.2

CORTE AA’ CORTE AA’

13.0 13.0

5.0 5.0

0.0 0.0

0.9 0.9 -3.2 -3.2

CORTE BB’


44

CORTE CC’ SALA DE FALA E MÚSICA // VISTAS DO PALCO

23.7

19.0 17.3

13.0

13.2

9.1

5.0

5.0

0.9

0.9

-3.2

CORTE DD’


45

13.0 13.0 9.0 9.0

5.6

5.0

5.0 5.6

5.0

5.0 0.9

0.9

0.0

0.9

0.9

0.0

-3.2 -3.2

CORTE CC’

23.7

21.3 19.0 21.3 19.0

17.3 13.0 13.2

13.0

9.1 5.0 5.0

5.0 0.9 0.9

0.0 0.9

-3.2 -3.2

-3.2

0.0


46

PAVIMENTO TÉRREO

26

26

26

25

25

C

24

0.0

B

PROJ. CLARABOIA

A

22 23

20

19

PROJ. PAV. SUPERIOR

27

0.9

0.9

PROJ. CLARABOIA/PAV. SUPERIOR

18

6 30

D

24

17

22

D’ 16

21

5

15 0.9

7

28

2

PROJ. PAV. SUPERIOR

1

29

0.9

14

13

12

0.0 0.0

0.9

11

3

31

3

32

8

33

10

0.0

33

9

0.0

N

4

3

3

PROJ. PAV. SUPERIOR

PROJ. PAV. SUPERIOR

A’

B’

C’


P A V I M E N T O S U P E R I O R47 A

B

C

36

26

26

25

24

25

27

D

22 23 41

5.0

30

31

32

D’

0.9

1

2

27

0.9

41

35 0.0

5.0 0.0

24

22

42

39

40

39

39

40

34

38

39

5.0

9 37

N

26

A’

B’

C’


48

PAVIMENTO INFERIOR A

B

C

-3.2

D

D’ 43

CAIXA CÊNICA SALA DE FALA PALCO SALA DE MUSICA SAÍDA DE EMERGÊNCIA DOCA 1 DERCARGA DE CENÁRIO DEPÓSITO CENÁRIO/ INSTRUMENTOS 7. OFICINA DE REPAROS 8. DOCA 2 9. ENTRADA PRINCIPAL 10. PRAÇA 11. BILHETETRIA 12. ADMINISTRAÇÃO GERAL 13. SALA DE REUNIÃO 14. ALMOXARIFADO 15. DIREÇÃO TÉCNICA 15. DIREÇÃO ARTÍSTICA E MUSICAL 17. ZELADORIA 18. SANITÁRIOS 19. ÁREA DE CONVICÊNCIA 20. FOSSO DE LUZ 21. GREEN-ROOM ORQUESTRA 22. W.C. MASCULINO 23. W.C. ADAPTADO 24 W.C. FEMININO

25. CAMARIM/SALA DE ENSAIO 26. CAMARIM INDIVIDUAL 27. CAMARIM COLETIVO 28. SALA DE ENSAIO 29. GREEN-ROOM TEATRO 30. VESTIÁRIO 31. CONTROLE GERAL 32. APOIO SERVIÇOS 33. DEPÓSITO 34. FOYER 35. FOSSO DE LUZ/ PAREDE VERDE 36. MIRANTE 37. LOJA 38. CAFÉ 39. ANTECÂMARA 40. SALA TÉCNICA 41. SALA DE OFICINAS 42. ARENA 43. PORÃO SALA DE FALA 44. PORÃO MUSICA 45. SERGEL 46. COPA SERGEL 47. DEPÓSITO SERGEL 48. RESERVATÓRIO DE ÁGUA

N

1. 2. 3. 4. 5. 6.

44

A’

B’

C’


T E R R A Ç O - J A R D I M49 A

B

C

CLARABOIA

CLARABOIA

24

23

22 48

CLARABOIA

47

46

45

D

D’ 1

PROJ. MARQUISE

N

-3.2

A’

B’

C’


ATUALIZADO EM 01/2017


Architecture Portfolio