Issuu on Google+

ATAS

0104

ASSOCIAÇÃO DE TREINAMENTO E APOIO AOS SURFISTAS

MAQUETE - VISTA DO CALÇADÃO

01. Introdução

02. Escolha do Tema

03. Objetivo

O Brasil localiza-se na área centro-oriental da América do Sul, tendo como limites todos

Percorrendo as ruas de Fortaleza vimos uma enorme necessidade de integração entre o

O público principal que o projeto se propôs

os países sul-americanos, com exceção do Equador e o Chile. Está praticamente dentro

povo e a sua cidade, entre o povo e este mesmo povo.

a atingir: os jovens carentes. Crianças e

da zona intertropical (92% de seu território). Com seus 8.511.965 km2, o Brasil é o país mais extenso da América do Sul, o terceiro das Américas e o quinto do mundo. São 27 estados sendo 18 destes litorâneos.

O melhor caminho para esta integração é utilizarmos a educação como meio para a diminuição do desequilíbrio social, e o esporte é uma das formas mais diretas para atingirmos este objetivo. Ele age como tecido de coesão a fim de diminuir a grande

No estado do Ceará temos 573km de faixa de praia, com 25km de zona praiana só na

disparidade entre as classes, ensinando sobre cooperativismo, cidadania e solidariedade

capital. A região metropolitana de Fortaleza é formada por um conjunto de 13 municípios, onde todos lutam por uma mesma meta, com um único objetivo, formando um só corpo e um constituindo-se em um importante aglomerado demográfico, com grande expressão política e econômica. O lazer, o turismo, e conseqüentemente, o comércio da cidade se concentram na faixa de praia.

só espírito.

adolescentes de periferia que muitas vezes possuem seus rumos desviados pela violência e marginalidade e que podem ter um futuro promissor através do esporte. Casos como Tita Tavares, Silvana Lima, Fábio Silva e Heitor Alves vem crescendo nas favelas de Fortaleza.

SURFISTAS DO SERVILUZ

Olhando para as diversas áreas, percebemos uma categoria que nos últimos anos vem

Surfistas de periferia conhecidos nacionalmente e internacionalmente. Casos como

crescendo em sua quantidade e qualidade de atletas: o surfe. Fortaleza é uma das cidades

estes teríamos vários exemplos a dar, cada vez que visitamos comunidade carente onde

que possuem maior potencial na qualificação destes atletas e pouco investimento. Esta

existe uma escola de surfe. Crianças e adolescentes que dedicam-se ao esporte e

modalidade esportiva além de promover o contato com a natureza melhora,

possuem uma agenda cheia durante todo o dia.

4.2. As condições do Terreno O terreno não é valorizado em todo seu potencial, uma vez que é impedido o passeio pelo uma elevatória da Companhia de Água e Esgoto do estado. A proposta para o aterro é de

qualidade, para quem faz do surfe um esporte ou uma oportunidade de vida,

um parque de entretenimento e contemplação da paisagem. Um espaço onde as pessoas

Barra do Ceará

pudessem se encontrar, interagir, comercializar seus produtos e proporcionar o lúdico. 05. Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS)

Leste-oeste Pirambú

FOTO - TERRENO VISTO DA PRAIA

São oportunidades como esta que o projeto deseja oferecer, uma outra chance de jovens com um grande potencial neste esporte. Um edifício que seja referência como escola transformando-o em profissão. O programa foi criado para suprir esta necessidade. de surfe não só no estado, mas também em todo país.

Fortaleza

FOTO - COMEÇO DO ESPIGÃO

espigão pois o aterro que lhe dá acesso é um terreno cercado, sem uso abrigando apenas

consideravelmente o nível de qualidade de vida. Pensamos em criar um equipamento arquitetônico que sedie, treine e até mesmo aloje

FOTO - VISTA DO CALÇADÃO

Mucuripe Serviluz

04. Terreno 4.1. Escolha do terreno Olhando para a zona metropolitana de Fortaleza, percebemos que o litoral ao longo da avenida leste-oeste está em uma localização geográfica eqüidistante das comunidades:

da Barra

do Ceará,

Pirambú, do Mucuripe e Serviluz. Há nesta região um espigão de quase 200m criado para proteção da zona costeira, sendo este o local ideal para a implantação do

N N

Taxa de Permeabilidade - 30 Taxa de Ocupação - 55 Fração - 35 Índice de Aproveitamento - 1,5 Altura Max - 48 Testada - 60 Profundidade - 25 Área Min - 150 06. Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC) De acordo com o PNGC estas são as regras para quais quer edificações quando encontramos um terreno de marinha:

equipamento. O acesso para essa região

Art. 10 - As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre,

tornar-se-á ainda melhor, pois além da

livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos

frota de ônibus urbano que atende a

considerados de interesse da Segurança Nacional ou incluídos em áreas protegidas por

comunidade, com a construção do metrô

legislação específica.”

de Fortaleza teremos uma estação a duas quadras do ponto onde o projeto pretende ser instalado, possibilitando um rápido e

01

direto acesso ao complexo.

TERRENO ESCOLHIDO SEM ESCALA

MAQUETE - ENTRADA DO COMPLEXO

UNIVERSIDADE DE FORTALEZA BEATRIZ CARNEIRO


ATAS

0204

ASSOCIAÇÃO DE TREINAMENTO E APOIO AOS SURFISTAS Para estes últimos, a proposta foi desenvolvida a partir dospreceitos da

07. Sistema Administrativo Para o sistema funcionar é preciso ter o auxílio de uma gerência administrativa que organize e coordene tudo. Junto a ela estarão

Ecoterapia, utilizando esta metodologia para aplicação no surfe. A idéia é

Distribuída em três coordenações, que trabalham em conjunto, uma em comunhão com a outra.

transformar o surfe em um para-desporto.

pessoashabilitadas que auxiliem na administração como está discriminado

Para os internos, a diferença são os horários dos treinamentos, que como

no organograma montado na página seguinte.

são específicos deste grupo, poderão acontecer paralelamente com as

Os internos que forem convidados a passarem um período no complexo,

Diretor geral

Diretor Administrativo

Responsável por assuntos externos que dizem respeito a implantação do prédio.

aulas de surfe da escola.

deverão ser financiados, ou pelo governo ou pela Federação Cearense de

Semelhante a um internato, os residentes desse complexo viverão em um

Pista de Skate

Surfe.

sistema

Anfiteatro

A escola para crianças das comunidades carentes será gratuita e nela o aprendiz usará o material da mesma até que este possa adquirir o seu

de disciplina,

tornando-os

sempre

responsáveis

pela

Feirinhas Acampamentos Manifestações alternativas

deverá ser diária e a faxina nos cômodos no mínimo semanalmente.

Serviços Gerais Publicidade

Com a ajuda e supervisão da Federação Cearense de Surfe, a Associação tem o intuito de sedear campeonatos.

aos seus filhos aulas de surfe como colônia de férias, os alojamentos deverão ter taxa para manutenção do equipamento.

Acompanhamento de uma nutricionista para o balanceamento alimentar.

Segurança

Hall de Entrada

Período Integral

Serviços Gerais

Orientação de Estudos

Assistência Social

Acompanhamento familiar dos alunos e integração social.

Serviços Auxiliares

Acompanhamento escolar.

Eventos

Auxiliares e Monitores

Oficinas

Acompanhamento nas aulas de surfe.

Tesouraria

Uniformes

Biblioteca

Lavanderia Uso dos internos.

Alojamentos

Musculação

Loja Sistema de Sáude

Médico Acumputurista Fisioterapeuta Odontólogo

terá acompanhamento com professores remunerados e voluntários para

Surfe para todas as idades, de qualquer classe social, nativos, turistas,

Terceiros

Responsável por assuntos internos que correspondem toda a parte educativa, seja ela no ensino escolar e educativo dos alunos e internos.

Acompanhamento de uma educador físico para o preparo especializado.

Exigência de continuar os estudos até ao Ensino Médio, o atleta também

08. Sistema Pedagógico

Diretor Pedagógico

Responsável por assuntos internos que correspondem toda a área comercial e publicitária do prédio.

Lanchonete

Eventos externos

manutenção e limpeza dos seus alojamentos. A limpeza de banheiros

Para os turistas ou qualquer pessoa que queira aprender a surfar ou dar

próprio.

Diretoria

ORGANOGRAMA

o reforço do aprendizado.

portadores de deficiência mental, Síndrome de Down e paralisia infantil.

04

02

CAMPO VERDE SEM ESCALA

03

ANFITEATRO SEM ESCALA

MIRANTE SEM ESCALA

9.2. Implantação O complexo fica localizado na Avenida Leste-Oeste ao lado do terreno do antigo cartódromo, nas

N

proximidades do Hotel Marina Park. Para o estacionamento foram previstas vagas para automóveis, motos e bicicletas, já que deste último se faz bastante uso no local. O parque é composto por quatro elementos de aglomeração popular: uma pista de skate, um

01

gramado coberto por coqueirais, anfiteatro e um

PLANTA DE SITUAÇÃO

pátio pavimentado.

1/750

Com uma larga rampa, o equipamento é uma extensão do parque, onde o térreo fica a 09. Partido Arquitetônico

aproximadamente quatro metros da superfície, permitindo o uso de uma galeria sob o piso. Esta

9.1. Programa de Necessidades

galeria permitirá o uso em campeonatos na Térreo -Loja ; -Oficina de Acessórios; -Oficina de Prancha; -Sala de apoio; - Estamparia; -Sala de musculação; -Banheiro e Vestiário Masculino; -Banheiro e Vestiário Feminino; -Lanchonete.

1º Pavimento -Administração e Serviço Social ; -Secretaria; -Depósitos: Depósito Geral, DML e Rouparia ; -Banheiro Feminino / Masculino; -Sala de fisioterapia e acumputura; -Salas de saúde básica; -Salas de treinamento; -Salas de aula :como reforço escolar ; -Área de convivência; -Biblioteca.

2º Pavimento - Alojamentos; - Wc’s e vestiários: feminino e masculino ; -Lavanderia; -Observatório .

disposição do júri e de admiradores do esporte em época de Competição. O prédio dispõe de três pavimentos: térreo, 1ºe 2° pavimentos.

No Térreo se encontra o setor

comercial, de maior uso da população, permitindo um fluxo livre de quem faz uso do parque. No 1° pavimento foi setorizada toda a área pedagógica e de assistência à saúde básica, tendo um acesso particular a quem faz uso do curso de aulas, sejam eles alunos residentes ou não. No 2° pavimento se encontram os alojamentos, de uso mais restrito, pois o acesso é exclusivo a quem os faz uso. MAQUETE - VISTA DO SUL PARA O NORTE

MAQUETE - VISTA DO NORTE PARA O SUL

UNIVERSIDADE DE FORTALEZA BEATRIZ CARNEIRO


ATAS

0304

ASSOCIAÇÃO DE TREINAMENTO E APOIO AOS SURFISTAS

N

01

02 03 04 05

06

01

10 12 13 11

14 16 15

17

09

07 08

17 13

PLANTA BAIXA - TÉRREO

04

1/750

18

02

19

05

CORTE BB

06

1/750

CORTE CC

20 20 20

23

20 2020

21

22

1/750

07

1/750

CORTE DD 1/750

PLANTA BAIXA - 1º PAV. 1/750

08

21

CORTE AA

FACHADA LESTE 1/750

20 20 20

23

03

PLANTA BAIXA - 2º PAV. 1/750

09

FACHADA OESTE 1/750

LEGENDA Térreo 01-Loja (A=248,00m²); 02-Oficina de Acessórios (A=60,57m² cada); 03-Oficina de Prancha(A=60,57m² cada); 04-Sala de apoio: para aulas de surfe e atendimento de 1° socorros (A=60,57m²); 05- Estamparia (A=60,57m² cada); 06-Sala de musculação: para o surfe existe uma musculação específica (A=248,00m²); 07-Banheiro e Vestiário Masculino (A=62,00m²);

08-Banheiro e Vestiário Feminino (A=62,00m²); 09-Lanchonete: alimentação balanceada para o esporte (A=248,00m²). 1º Pavimento 10-Administração e Serviço Social (A=19,91m²); 11-Secretaria (A=27,20m²); 12-Depósitos: Depósito Geral, DML e Rouparia (A=14,54m² cada); 13-Banheiro Feminino / Masculino (A=29,45m² cada); 14-Sala de fisioterapia e acumputura (A=54,00m²); 15-Saúde básica: odontologia e atendimento médico (A=14,80m²cada);

16-Salas de treinamento : 1º socorros (A=115,00m² cada); 17-Salas de aula :como reforço escolar (A=115,00m² cada); 18-Área de convivência (A=200,00m²); 19-Biblioteca (A=201,00m²). 2º Pavimento 20- Alojamentos (A=31,85m² cada dormitório); 21- Wc’s e vestiários: feminino e masculino (A=52,83m² cada); 22-Lavanderia (A=52,37m²); 23-Observatório :local para observar as condições do mar (A=53,74m² cada).

10

FACHADA NORTE 1/750

11

FACHADA SUL 1/750

UNIVERSIDADE DE FORTALEZA BEATRIZ CARNEIRO


0404

ASSOCIAÇÃO DE TREINAMENTO E APOIO AOS SURFISTAS

ATAS

As instalações ficam aparentes. Para cada função é determinado uma cor para facilidade Para a oficina de prancha foi criada uma estrutura no piso especializada devido a produção

9.3. Materiais Para dar maior leveza a estrutura ultilizamos pilares-vigas em aço galvanizado a fogo em Seção do Arco Principal Aço galvanizado a fogo

perfis de alma cheia. Estes perfis são curvos em forma de arco, um elipsóide de 32,00m de largura e 25,00m de altura;

na manutenção. Estas percorrem cada pavimento tangenciando lajes, paredes e forros.

de lixo tóxico. O piso foi preparado para coletar e separar o lixo poluente. Ao invés de lajotas

No 1º e 2º pavimentos foram criados vazios para que a instalação permaneça embutida

pré-fabricadas em resina, toras de eucalípto e aço, o piso se diferencia por uma estrutura de

horizontalmente nos pavimentos. Porém do térreo para o primeiro pavimento a

aço em forma de grelha para que permita a precipitação da poeira da resina. Este pó passa

instalação percorre uma coméia de madeira, tangenciando de maneira formar um quadro pela grelha e cái em uma grande lâmina de ferro escorrendo até uma bandeja de ferro móvel de peças hidráulicas reais.

Resina translúcida

que se localiza centralizada na laje.

Seção do Túnel Aço galvanizado a fogo

Toras de Eucalípto de 20cm 9.4. Sistema Construtivo

No momento da idealização do prédio foi necessário suspendê-lo uma vez que o acesso ao

Aço galvanizado a fogo

espigão deva ser livre, de acordo com o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro

Aço galvanizado a fogo

(PNGC).

Bandeja metálica

Grelha

A coberta/fechamento da estrutura se faz com toras de eucalípto de 20cm de diâmetro

O cruzamento dos mesmos geram mais rigidez na estrutura e permite que ela mesma

apoiadas nos arcos e espaçadas de forma a permitir a entrada de luz. As toras dispõem

trabalhe como contraventamento. Os arcos abraçam o espigão costelando todo o edifício.

ora por cima, ora por baixo dos arcos, permitindo o efeito “chaminé”. Apoiam-se no lado

Os arcos secundários que formam os ambientes do 1° e 2° pavimentos apresentaram 02

leste sobre a estrutura secundária e no lado oeste, diretamente sobre os arcos

(dois) dimensionamentos diferenciados, mudando apenas o comprimento de cada

estruturais, criando uma descontinuidade com saídas de ar no topo da superfície de

departamento e um deslocamento no eixo horizontal. Para o 1° pavimento o arco é um

Com isso facilitamos a ventilação cruzada, no sentido horizontal do vento, direção leste-

coberta.

elipse, porém no 2° pavimento os ambientes passam a ter seções circulares quase

oeste, com o sentido vertical, uma vez que a continuidade das linhas de eucalipto são

As toras de eucalipto são acompanhadas de resina translúcida, emoldurada por um

perfeitas.

interronpidas em parte, provocando uma enorme fenda no desenho da grande pérgola.

esqueleto de aço possibilitando a proteção contra as intempéries e, ao mesmo tempo, a

O térreo é apoiado em dois lados diretamente sobre a estrutura de arcos. O 1º pavimento

Esta fenda acontece devido a necessidade de ventilação direta na oficina de prancha devido

iluminação natural.

apoia-se em um dos lados, diretamente sobre a estrutura, e no outro é suspenso por

ao forte cheiro exalado no momento da modelagem das pranchas.

O fechamento com resina se interrompe quando deixa de ter função de coberta permitindo espaços vazados entre elas.

tirantes. O 2º pavimento é totalmente atirantado por cabos de aço encapsulados por tubos de aço para dar maior rigidez ao pavimento.

“Esqueleto” em aço

Pavimento atirantado

Resina

2º PAVIMENTO

Tora de Eucalípto

1º PAVIMENTO

Resina Translúcida MAQUETE - DETALHE DA FENDA

O pier, quantificado em 02 (duas) unidades, é de madeira com câmara de ar na parte

TÉRREO

imersa n’água. A proposta do pier, além de acesso ao mar sem a necessidade de

PERSPECTIVA - INSTALAÇÕES

ultrapassar a zona de arrebentação, é também segurança no caso de incêndio. Para isso,

Com o conjunto da translucidez no piso, durante a noite a estrutura é descortinada e coloca

Os módulos de piso tem a dimensão de 2,00 x 2,00m, são lajotas pré-fabricadas em aço, em relevância todo o detalhe construtivo. A iluminação arqueada de baixo para cima toras de eucalípto cortas com 7,00cm de altura, emolduradas por cintas de aço, en com transcende a estrutura e permite com que a iluminação contorne o edifício.

o projeto também propõem botes salva vidas.

Pavimento atirantado e apoiado

resina translúcida. No corte das toras foram usados 04 (quatro) tipos de bitolas. Essas placas se espalham por todo o edifício, inclusive internamente, permitindo que a noite

Pavimento biapoiado

Guarda-Corpo

A ventilação de ambientes se dá por aberturas tipo basculante.

eleve a estrutura e deixe ainda mais nítido imagem de uma embarcação ancorada.

A intensa iluminação vista do mar torna a escola de atletas uma navegação rumo a um futuro promissor para muitas crianças e adolescentes que tem suas esperanças naufragadas.

Para a colocação do bloco de piso pré-fabricado, a montagem é feita sobre treliças metálicas, também em aço galvanizado a fogo, com vigamento em perfis de alma cheia.

Aço galvanizado a fogo

No observatório do 2º pavimento a vista é proporcionada por seções basculantes do fechamento de toras. Deste modo pode-se avaliar as condições de vento e de formação de ondas.

Placa de Resina+ tora de eucalípto+ esqueleto de ferro

O acesso aos pavimentos acontece em 03 (três) pontos: são três escadas, sendo uma delas descoberta, e uma rampa que fica protegida da chuva e do sol. Tanto nas escadas como na rampa o piso é a mesma placa comentada no item acima.

Perfil de aço galvanizado a fogo

As fachadas leste e oeste são protegidas pelas toras de madeira do sol, já nas fachadas norte e sul a coberta foi puxada para fora marcando a entrada do edifício, com uma rotação de 28° nos arcos estruturais. Assim nestas fachadas o vão permaneceu livre à

Treliça de aço galvanizado a fogo

circulação e ao olhar.

CORTE - PORTA

CORTE - OBSERVATÓRIO

MAQUETE - VISTA EM ALTO-MAR

UNIVERSIDADE DE FORTALEZA BEATRIZ CARNEIRO


ASSOCIATION OF TRAINING AND SUPPORT TO SUFERS