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Rui Pedro Leite, nยบ22; David Moura Almeida, nยบ10 (7ยบG)


Telémaco, no dia seguinte, de acordo com o que a deusa lhe disse, partiu à aventura. Pegou em muitas armas e mantimentos e dirigiu-se à nau, que seu pai lhe tinha dado quando partira para Tróia.


Passada uma semana, encontrava-se ele no meio do oceano, perdido, atĂŠ que, a certo momento, os ventos empurraram a nau para norte, fazendo com que ele avistasse uma pequena ilha.


Quando chegou Ă costa, atracou a nau e viu uma pessoa de aspeto importante.


TelĂŠmaco perguntou quem era ele e se tinha avistado o seu pai, Ulisses. O homem misterioso respondeu que era o rei daquela pequena ilha e disse-lhe que Ulisses tinha passado por lĂĄ, mas houve uma tempestade que lhe destruiu a nau.


O rei daquela ilha disse-lhe também que Ulisses tinha seguido o seu caminho em direção ao sul. Telémaco agradeceu e seguiu a sua viagem.


Decorridos trĂŞs dias, TelĂŠmaco avistou no horizonte uma nau atracada numa ilha desconhecida e decidiu ir ver quem lĂĄ estava a viver.


Ele aportou a sua nau e foi procurar algum habitante daquela ilha desconhecida.


EntĂŁo avistou um homem forte e trabalhador, dirigiu-se atĂŠ ele e perguntou-lhe se tinha avistado Ulisses, pois ele era muito conhecido. O grande homem soltou um sorriso e afirmou-lhe que ele prĂłprio era Ulisses.


O pequeno Telémaco abraçou-o e respondeu-lhe que era seu filho. Eles conversaram muito e de seguida voltaram para Ítaca, pois o seu filho Telémaco sabia o caminho de volta.

Telemaco  

Texto realizado no âmbito de Português.

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