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A FLOR AMARELINHA

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A Flor Amarelinha nasceu num pinhal, no meio do musgo verde, carumas secas e pinhões caídos lá de cima, das pinhas abertas. A Flor Amarelinha tinha de estar presa à terra e não pode, como o vento, andar por todos os lados, ver todas as coisas, passar dos jardins para o mar e do mar para o pinhal.


Ela passava a vida ali, entre os pinheiros e as urzes, sempre à espera que o Vento viesse contar histórias dos sítios por onde passava. Então uma noite o Vento prometeu-lhe: - Deixa estar, que tu ainda hás de conhecer o mar e a praia.


- Eu vou ajudar-te! -disse o vento. - E como Ê que me vais ajudar? – perguntou a Flor. - Primeiro vou tirar-te deste pinhal, depois vou meter-te num vaso com terra e depois vamos conhecer o mundo.


Assim o fez. - Onde é que vamos primeiro? – perguntou o Vento. - Vamos à praia! – disse a Flor. E lá foram. A Flor sentiu a areia e gostou daquele sítio.


Depois perguntou: - Podemos ir a Paris? - Claro que sim. – anuiu o Vento. Lå foram, e, num abrir e fechar de olhos, chegaram a Paris. Primeiro, foram visitar a Torre Eiffel e depois foram ver outras flores e plantas.


- Podemos ir a Itália? – inquiriu a Flor. - Sim, mas onde? – perguntou o Vento. - A Veneza. – pediu a Flor. Chegaram lá e foram passear pelos canais e, depois, foram comer uma piza.


Como já fazia noite voltaram para casa e o Vento tinha uma surpresa para ela. - Para não esqueceres os sítios magníficos onde fomos hoje tens aqui uma prenda de cada sítio que visitámos: uma mini Torre Eiffel, um frasco com areia e um mini barquinho.

david  

narrativa aberta

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