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alar de acredita ção é esbarrar em declarações qu firmam, obviam e con- blema ente, a importân é que a qual idad te pela excelênc cia da busca ince e é muito cobrad ia na qual idade ssan- certo e a, o que eu acho ba stante vá lido, do É veri ficar, ai nd s serv iços pres mas a gente prec tados. ter ne a, que nu m un nhum repa sse. isa invest ir sem iverso de cerca laboratórios (seg São mais de de de 12 m il na s undo estimat iv z anos sem reaj tabela s, a do SU as do mercado dos pelo Brasil, ustes S já está com 15 ) espa lha- um há muito chão anos , e isso com pouco. Temos de pa ra que as adeq un iversa lizem pl ica pe ua nsar numa enge ções se compl e alca ncem , de nharia financeira eta Lays . fato, cada si mpl feito nos chamad ”, es exame No ca os rincões dest so do Lawall, a La e País. E é ainda entender, af inal b procurar de Consultoria foi pr de contas , apes um ano e a esco ocurada há mai ar de um cená ri a tendência é qu lha foi pela norm s o em que de e as normas ch a DICQ. A gora, de pa ssar por um eg uem a cada lu ga res, por qu po a sé is ri vez mai s mar e de adequaçõ e o nú mero de es , a auditoria es cada pa ra nove laboratórios ce não chega nem tá mbro. A lém di ss rt ificados A ss a 3% do tota l? o, como membr ociação Brasile Apesa r da pequ o ir da a de Biomed icina, La ena abra ngênci um estudo sobr ys conta que há a, os nú meros constante mud e m in im izar es estão em pe ança, visto que sa fa lta de recu nsando um tip novos centros pa rsos . “Estão auditorias a todo o de financiam ssam por com momento. Ex is ento, al gu m in a chancela do go tem hoje por vo laboratórios cert cent ivo verno, pa ra ajud lta de 31 5 porq ificados no País ar os laboratóri ue estão tendo , sendo pouco m tade pela norm os , de pe ai s da me- qual dir empréstimos a DICQ , da Socied idade. E no níve para implantar ade Brasileira de Clínicas (SBAC l qu A e está , essa cont ), cerca de um te nálises Apesa a está muito alta rço pela PA LC , r desse ponto, o de Brasileira de da Socieda- da ”. di retor de acre Patologia Clín ic ditação e qual id SBPC/ML, Wilson a/ Med icina La (SBPC/M L), e a ad Sh e bo co ratorial des ap lnik, discorda de menor pa rcela, tantas dificulda em torno de 40 resentadas por a Organização N , pela ONA , de alguns laborató acional de Acred rios. “Passados 15 anos do início itação. Isso corr a 2,6% daquele m ai da s er es a de acreditação ponde que ho un iverso de 12 no País, entend m il laboratórios uve tempo sufic “A pa rt ir da regu o no Pa ís . iente para os labo la mentação do ratórios se prep fu nciona mento boratórios pela ados laA nv isa na R D C 302 em 20 0 5 [d requ isitos básico ef in iu os s pa ra a prestaçã o dos serv iços], pela acreditaçã a busca o pa ssou a ser mai s consta nte, consultor da La ap onta o b Con su ltoria, Pa ulo R ibei ro, espe em assessorar la cial ista boratórios na co nquista da acre acordo com ele, ditação. De o que era opcion al se tornou prat obrigatório. “E te icamente nho percebido um crescimento cial nesse ca m ex ponenpo por al gu ns aspectos: pr im mas estão bastan ei ro, as norte aplicáveis, el as têm um ente peculiar dedica ndimento do ao laboratóri o; segundo, a le que depois de se gi slação, já adequar às regr as de funcionam muito pouco pa en to, falta ra se acreditar; e terceiro a questã dológica , com os o m ercalaboratórios ca da vez mai s divu esses parâmetro lgando s e a sociedade pressionando a qual idade com busca pela resoluções norm at ivas”, af ir ma A í entramos no R ib ei ro. aspecto finance Shcolnick, iro. Pa ra o cons uma dificuldade da SBPC/ML: ultor, há principalmente em centros de pe e méd io porte em com norma da queno dest inar recu rs os pa ra os inve tos necessár io ANS aumentou st imens no processo de acreditação. a procura por laboratórios qu Um dos 29 e está trabalhand qualidade o com a Lab Co o Lawal l, de Ju nsultoria, iz de Fora-MG , concorda com “G eral mente é a aval iação. preciso invest ir em pessoa l, seja fu ncioná rio ou um novo uma equipe pa ra cu idar da qu ex pl ica o di reto al idade”, r do laboratóri o m inei ro, Cha executivo ressal fic Lays . O ta também a ne cessidade de in em soft wares qu vestimento e gera m vá rios tip os de regi st ro cadores como, s e indipor exemplo, o tempo que o pa da hora que ch ciente leva ega à recepção até receber o re exame, o que, se su ltado do gu ndo ele, dem anda um cá lcul em to da s as ár o pontual ea s do laborató rio. “E o nosso maior proFo tos : Ri ca rd o Be

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