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Revista

1ª Edição, 2019

CRONOS


Editorial

Cronos

deus do tempo e rei dos titãs.

A partir dessa definição e as raízes históricas do nome decidimos batizar a revista com o intuito de passar a mensagem de seus conteúdos da seguinte forma: a internet é um marco histórico e as tecnologias evoluem cada vez mais. Parecemos trabalhar cada vez mais e ter menos tempo. A questão aqui é que o tempo muda, inova, transforma, traz ganhos e perdas, mas não volta. Apreciem a revista! Beijos virtuais dos colaboradores! -Todas as imagens são de reprodução da internet

,[1] na mitologia grega,


SU MÁ RIO

COlaboradores Conheça as pessoas incríveis que fizeram a Revista Cronos ser possível! Obrigado pela colaboração!

Luiz Gustavo Barbosa

entrevista pg. 3 Diagramação Entrevista Atualidades

Ana Vitória Messias

Diagramação Entrevista Atualidades

Gabriel Theophilo

Diagramação Tecnologia

Tecnologia pg. 7

atualidades pg. 11


ENTREVISTA

DO Mundo dos Pixels PARA o YOUTUBE

O que te motivou a começar produzir vídeos para o Youtube?

Luiz Gustavo Barbosa

Poster da série “Badway”, produzida por Rodrigo Lapy. Como você descreveria o Rodrigo Lapy, como pessoa e como canal? Bom, acho que não consigo definir o RodrigoLapy como Rodrigo Dias, porque acredito que sejam duas coisas bem diferentes. Então digamos que o Lapy, como sendo um personagem criado pelo Rodrigo, seja uma versão menos complicada sobre mim. Ele é divertido, destemido, extrovertido e tem coragem pra fazer bastante coisa que talvez nem eu mesmo teria. 3

Quanto a mim, sou o cara que está nos bastidores, florescendo todos os dias um pouquinho de criatividade para que toda a coisa realmente aconteça. Sendo assim, fica mais fácil de explicar que esse canal é, na verdade, um resultado de tudo que eu mirabolo na minha cabeça e, que posso converter em animações que entretêm o pessoal. É super bacana ter esse projeto pra poder me expressar sem nenhum medo.

Revista Cronos - Viçosa, 2019

Desde criança, sempre fui apaixonado por qualquer tipo de produção televisiva, fossem elas filmes, sitcons, séries, animes e desenhos animados. O último item, em questão, era o que mais me chamava atenção. Afinal, fazer desenhos é algo que sou apaixonado e pratico desde pequenininho. Até minha adolescência, eu só colocava no papel tudo que imaginava, inclusive minhas próprias histórias. A coisa mudou um pouquinho quando ganhei meu primeiro computador e passei a pesquisar sobre como funcionam os processos de animação. A plataforma ideal pra dar início a esse sonho foi justamente o jogo Habbo (que eu já era um pouquinho viciado na época). A partir desse momento meu desejo de produzir conteúdo de mídia passou a ser realizado com a criação do canal, o que deixou o pequeno Rodrigo do passado bem feliz por ter seguido sua própria motivação. Atualmente, você é o maior canal de animações de Habbo do mundo. Como você lida com isso? Na verdade, isso é algo que eu sequer consigo acreditar até hoje. Alguns anos atrás, eu jamais poderia imaginar que minhas criações tomariam uma proporção tão incrível como essa.


ENTREVISTA Em relação ao Habbo eu não tenho aquela coisa “Sou o maior do hotel! Uhu!”, até porque, infelizmente, não é um jogo que eu participo frequentemente. São raras as vezes que apareço por lá, mas carrego essa conquista como algo de extrema importância na minha vida. As animações pixeladas tem um lugarzinho especial no meu coração para toda a eternidade. De mais de 6 anos no youtube, qual foi sua maior conquista? Como havia comentado anteriormente, a dimensão que os vídeos chegaram é algo extraordinário pra mim. Passando por diversas premiações, matérias, reconhecimento e etc, eu alcancei bastante coisa tanto dentro do jogo quanto na minha vida. A que mais me deixa com os olhinhos brilhando até hoje é a placa de cem mil inscritos do YouTube. As vezes do nada eu olho para ela na parede do meu quarto e me emociono por ter conseguido isso. Foi trampo pra caramba em frente ao editor para finalmente tê-la comigo. Quantas e quais premiações você conquistou no hotel de pixels? Há um evento anual que premia os jogadores mais influentes e destaques durante o ano. Neste, eu conquistei 5 “estatuetas” de ouro consecutivas (2015, 2016, 2017, 2018 e 2019). Houveram também, diversos eventos que a própria equipe “staff” do game me convidou para participar, projetos como “VideoArtistas Oficiais” e o “Big Bacon Brasil”.

Você pretende deixar de fazer animações pixeladas e mudar para um estilo próprio futuramente? Preciso confessar que tenho uma vontade gigante de trabalhar em algo do tipo. Minha paixão por desenhos me instiga bastante em criar animações mais bem aceitas profissionalmente. A estética Habbo Hotel é algo que amo estilizar, mas infelizmente não é um nicho tão em alta, o que acaba me restringindo a uma possibilidade de crescimento e desenvolvimento extremamente baixa. Por mais que eu já saiba animar desenhos, infelizmente ainda não possuo um equipamento e condições técnicas necessárias pra trabalhar tão bem com isso. Mas é um sonho bem forte e espero muito que ele esteja próximo de se realizar. Comente mais sobre seu novo projeto Badway. Eu poderia ficar falando sobre isso umas 78 horas seguidas. Badway é a web série que eu sempre almejei em realizar e ela está acontecendo. A ideia vem perambulando na minha mente desde 2016, e desde então venho moldando e estudando a melhor forma de executá-la no canal. A história se passa na cidade fictícia de Dalton, que guarda uma série de mistérios escondidos por meio da deep web. O protagonista, Ren Terracota, é confundido com um jovem suicida que cometia cyber crimes e acaba se envolvendo em segredos comprometedores junto à dançarina de um clube, Mandy Petler.

Toda a história aborda temas como assédio, dramas de adolesência, sexualidade e o perigo de exposição na internet e mídias sociais. Esse projeto é o que tenho mais me decicado em todo canal, tanto em produção, dublagem, animação, efeitos sonoros e visuais. Estou muito ansioso para que as pessoas mergulhem em Dalton comigo e descubram tudo que está por trás dessa trama obscura. Por fim, deixe uma mensagem para seus fãs e suas considerações finais. Bom, o público não merece nada menos do que uma surra de beijos e abraços como forma de gratidão por todo o suporte que me foi dedicado durante todos esses anos. Cada pessoa que viu nem que seja um segundo de vídeo está me ajudando a realizar meu sonho de vida, que é poder fornecer boas risadas e emoções através da arte que produzo. Aos que ainda não conhecem esse jovem animador, convido com todo carinho à darem uma espiadinha nos vídeos. Podem entrar e fiquem à vontade! Tem coca na geladeira e vai ser um prazer recebê-los aqui. Muito obrigado pela oportunidade e até a próxima. Um cheiro para todos!

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Entrevista

Creepypasta Um novo olhar sobre contos de terror

As histórias de terror sempre chamaram muita atenção das pessoas, tanto que não são incomuns lendas e mitos disseminados pelo mundo inteiro. Contudo, quando essas narrativas adentram o mundo virtual, expandem seu alcance e faz com que surjam novos pontos de vista a respeito do tema. As Creepypastas são parte dessa cultura digital, tratando- se de histórias assustadoras que atravessam a ficção comum, pois ao conquistar o coração dos fãs passam a ser tratadas como reais, gerando teorias e investigações. Com base nesse fascinante fandom, entramos em contato com uma das colaboradoras da página do Facebook e do blog Creepypasta Brasil, Francis Lopes, conhecida como Divina, 25 anos, mora no Rio Grande do Sul e foi super simpática em nossa entrevista, confira: Qual e quando foi o seu primeiro contato com o mundo das creepypastas? Meu primeiro contato com creepypastas, na verdade, eu nem conhecia o termo. No Orkut, na comunidade Mensagem Subliminar, volta e meia abriam tópicos de contos curtos de terror. Sempre fui fã de terror e de ler, então era uma das minhas coisas preferidas. Depois, em dezembro de 2011 conheci o site Creepypasta Brasil e logo conversei com o Gabriel, criador do site para me juntar a equipe. Assim conheci oficialmente o termo creepypasta e mergulhei de cabeça nesse mundo. Você acredita que esse universo de contos assustadores para internet e seus fãs podem ser chamados de fandom? Acredito sim, tanto que chamo carinhosamente os nossos leitores de Creepers. 5

Existe um fandom pequeno, porém forte, de creepypastas clássicas (Slender, Jeff the Killer, Smile.jpg, etc) entre os adolescentes e esses adoram os contos e os personagens. Quando decidiu criar a página, qual foi o seu pensamento inicial? Está satisfeita com o engajamento do público? Bem, não foi exatamente eu que criei a página, foi o Gabriel, mas entrei para a equipe com menos de seis meses de criação do blog. Nosso pensamento inicial e, que se cumpre até agora, é trazer os melhores contos de terror traduzidos para os nossos leitores, sendo que não existem muitos outros sites com essa mesma proposta exclusiva. Já tentamos incluir outras coisas, mas no final das contas, nossos leitores querem mesmo é ler bons contos. Então decidimos por manter a estrutura clássica. Sobre o engajamento, gostaria que tivesse mais comentários,

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mas ainda assim, temos um público fiel que sempre está lá nos incentivando, elogiando e criticando quando necessário. Observando as interações dos fãs, qual personagem ou história você percebe que é mais aclamado/ admirado? Olha, dentro desses oito anos que estou nesse meio, os dois personagens mais amados são Jeff The Killer e o Slenderman. Aproveitando a deixa, qual a sua Creepypasta favorita? A minha Creepypasta favorita clássica é a Candle Cove. E das não clássicas, Alimente o Porco.


entrevista Siga Creepypasta Brasil nas redes sociais: www.creepypastabrasil.com.br Creepypasta Brasil

Da sua perspectiva, qual é o impacto que as creepypastas trazem para a cultura digital e como elas se instalam nos gostos do público? Acho que as creepypastas fizeram um grande papel nessa nova era da mídia digital do terror, sendo algo que sempre existiu (contos de terror), mas agora com a facilidade do copiar e colar (inclusive, o termo vem de copy+paste, por isso creepypasta) e passar histórias tensas adiante fez com que se tornassem tão populares no meio dos adolescentes que já tinham essa inclinação para o sobrenatural. É uma ofensa comparar uma Creepypasta com uma fanfic? Essa é uma questão meio complicada. Entre os fãs de creepypastas, temos o costume de ficarmos totalmente imersos no conto e considerarmos aquilo real mesmo.

A melhor maneira de explicar é usando um exemplo: Quando vamos ao cinema ver um filme de terror, não nos levantamos no meio da sessão para gritar “ei, isso aí é impossível, é fake, é fanfic!”, então, por isso, nós dessa comunidade gostamos de tratar, comentar e criar teorias como se fosse real, assim, tudo fica mais divertido e, vai que é real mesmo? Mesmo tendo um público significativo, as Creepypastas ainda não são muito conhecidas. O que você acha que pode expandir esse campo de reconhecimento? Na verdade, acho que as mídias de terror no geral não são bem reconhecidas. Filmes, jogos, a cultura em si é mais underground, com fãs específicos. Acho que, por exemplo, a série Chanel Zero fez um papel importante em divulgar as creepypastas!

Por fim, por que uma pessoa leiga deveria começar a ler creepypastas? Acho que todos deveriam dar uma chance para as creepypastas para mudar um pouco o seu estilo de leitura, descobrir que um simples conto pode te despertar vários tipos de emoções diferentes. É uma experiência única começar ler um conto e terminar com aquela sensação de “meu deus do céu, o que foi isso que eu acabei de ler e onde tem mais?!”. Mesmo que a pessoa não goste de terror, existem diversas outras creepypastas que não se focam no terror em si, mas em coisas para deixar o leitor intrigado e com vontade de ler mais. Só lendo para entender! Recomendo todos darem uma chance.

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Tecnologia A Revolução das câmeras Gabriel Theophilo

O conceito de câmeras de celular está sendo redefinido e redesenhado a todo momento As companhias, que competem no saturado mercado de celulares, exploram cada vez mais novos conceitos em busca do design perfeito. O One Plus, o Redmi, o Zenphone e outros celulares high end do mercado, por exemplo, estão utilizando de mecanismos cada vez mais avançados de mecanismos que permitem a câmera se alçar pela estrutura do celular para tirar as fotos. A demanda por espaço na tela frontal do celular faz com que as empresas de celulares arrisquem e lancem no mercado versões cada vez mais de seus aparelhos. A criatividade dos designers de celulares não para, e além de câmera pop-up, temos a flip do ZenPhone, que é ao mesmo tempo frontal e traseira

E essa tecnologia toda aplicada aos celulares tem despertado interesse em fotografia em muitas pessoas, que procuram cada vez mais celulares potentes com câmeras que dão trabalho(e inveja) a algumas alternativas profissionais. As empresas como Apple e Xiaomi apostam cada vez mais pesado nesse segmento e agradam tanto olhares menos interessados no assunto quanto profissionais, que, por ser uma alternativa mais barata, escolhem esses aparelhos para fazer fotos conceituais.

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E não para por ai, as câmeras dos celulares estão se tornando cada vez mais potentes num tamanho cada vez mais reduzido(e cumprindo nosso forte desejo de registrar momentos marcantes). Quem imaginaria a uma década atrás que um celular pudesse ter uma câmera? Mas hoje é comum que os celulares top-de-linha tenham 3 ou até 4 delas, o que, é claro, fez os preços médios dos celulares aumentarem muito ao longo dos anos.

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ENTREVISTA

INVASÃO DE PRIVACIDADE

Foto por Shutterstock Inc,.

Gabriel Theophilo

Representação da coleta e análise de Big Data feita por cientistas de dados.

Políticas de privacidade não são coisa nova para quem está acostumado com a internet. Aposto que você, assim como eu e muitos outros usuários da internet já criaram uma conta e se depararam com os termos de uso e políticas de privacidade, e num click momentâneo e rápido já aceitam tudo que estava escrito ali. Pode ter parecido uma leitura extremamente grande e inútil só para criar uma conta no Facebook, mas após escândalos envolvendo Mark Zuckerberg(ceo do Facebook) e a Cambrige Analylica, é preciso prestar atenção sobre o que estão coletando sobre nós e como estão utilizando estes dados. O Facebook é uma empresa bilionária, e grande parte dessa receita vem de anúncios veiculados em sua plataforma. Esses anúncios são entregues a você por meio de algoritmos, que, de acordo com suas preferências e histórico, mostra produtos que você provavelmente vai gostar ou ofertas que você estava procurando.

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ENTREVISTA O problema é quando estes algoritmos são utilizados para entregar notícias (e fake news), vídeos, páginas e publicações, de cunho político, que querem te convencer a mudar de idéia em relação a algo ou alguém. Foi descrito nas sessões de investigação da câmara dos Estados Unidos que a Cambridge Analytica utilizou dados coletados no Facebook para manipular e influenciar a eleição presidencial dos Estados Unidos em favor de Donald Trump. A empresa também atuou no Brexit, e estava trabalhando em conjunto com grupos pró-Brexit para alcançar seus objetivos no pleibiscito. A coleta de dados hoje se tornou uma ciencia, e seu CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, comparecendo a uma investigação do Senado dos Eua sobre coleta e uso de dados de usuários. produto se tornou o mais valioso do mundo, ultrapassando o valor de mercado do petróleo e se consolidando como mercado do futuro. Quem tem acesso aos seus dados tem acesso também ao lucro gerado a partir da compra e venda deles para terceiros(como empresas de publicidade, marketing e análise de big data (como a citada Cambridge Analytica, que afirmou ter dados de todos os eleitores americanos coletados a partir das redes sociais e usados, como os próprios colaboradores da empresa afirmaram, para entregar conteúdo político visando mudar suas opiniões).

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Atualidades

Um país governado por Twitteiros

Luiz Gustavo Barbosa

Usar o Twitter para interagir com outras pessoas é o passatempo preferido de qualquer adolescente/jovem/adulto. Falar sobre os ocorridos do dia a dia, reclamar, postar sobre uma série ou música incrível que você acabou de contemplar, as vezes escrever uma coisa politicamente incorreta para os amigos... Tudo você pode compartilhar nesta rede social incrível (ou bom, quase tudo)! Às vezes temos que medir nossas palavras, porque vai que um futuro chefe resolve analisar suas redes sociais em uma próxima entrevista de emprego né?? Até para um site que parece ser um simples passatempo para alguns, você deve se policiar para não dar aquela bola fora, ainda mais se você for um integrante do governo brasileiro, não é mesmo??? Nós, da Revista Cronos, separamos pra vocês alguns tweets de nossos governantes que, vamos combinar, não refletem a postura necessária para ocupar esses cargos tão importantes para nosso país!

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Atualidades

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Atualidades Com o avanço da tecnologia, a internet passou a expandir seu espaço em níveis absurdos e ganhou enorme poder transformador sobre o modo como a relações sociais são construídas. Um dos maiores exemplos dessa nova socialização são os aplicativos de namoro, ferramentas responsáveis pela aproximação virtual de possíveis interesses amorosos e, talvez, até role um encontro no final. Recentemente, viralizou no Twitter o quadro de Pierre Mignard chamado “Cronos corta as asas do Cupido”, o que inspirou essa matéria sobre o peso da modernidade na formação de laços e o Tinder foi o aplicativo escolhido por sua praticidade aliada à popularidade. Confira os relatos das experiências dos leitores:

O

Amor em

Tind

Ártemis, 20 Divina Comédia “Minha experiência com o Tinder foi trágica e cômica ao mesmo tempo. Encontrei pessoas péssimas, super mal educadas, mas também fiz ótimas amizades e saí dessa superficialidade de vitrine de corpos do aplicativo. Não é legal esse sistema de ignorar outras qualidades e enaltecer somente a beleza.”

Narciso, 19 O Enganado

“Uma vez saí com uma menina e levei uma surpresa enorme ao perceber que ela não era nada do que aparentava nas fotos, nem a altura condizia com o perfil. Não consegui reconhecê-la imediatamente, mas o date foi comum”

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Casal, ∞

Casal, Fall in Love∞ Fall in Love

Quando nos apaixo parecia possível. Lo conhecer minha mã que nunca tinha vis na vida. Mas eu não sabia que o homem asas era capaz de m Procurando mais um relação.


m tempos de

Atualidades

der

Ana Vitória Messias

onamos, tudo ogo levei para ãe e ela disse sto algo mais feio o liguei, porque m que corta minhas me desestruturar. m para apimentar a

Hércules, 23 O Emocionado

“Das muitas experiências que tive no Tinder, acho que nunca me senti realmente conectado com alguém. Foram somente conversas rasas que pouco acrescentaram na minha vida, mas a fase de conquista é sempre divertida e boa pra passar o tempo analisando perfis, brincando de não se importar com a carga moral que é julgar pessoas pela aparência”

Eros, 19 O Apaixonado

“Posso dizer que sempre tive experiências satisfatórias no Tinder, nunca tive interesses muito ambiciosos, mas através dele pude conhecer o curso que estou hoje, a partir de uma veterana, além do prazer de conhecer o amor da minha vida, que estou até hoje, quase dois anos depois”

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A Revista Cronos é uma revista produzida para a disciplina COM 232, do curso de Comunicação Social / Jornalismo da Universidade Federal de V...

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