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NOMES PRÓPRIOS

NOMES PRÓPRIOS

CONHEÇA A TEORIA E OS PRINCIPAIS TEÓRICOS DA ALFABETIZAÇÃO E DE SEU PROCESSO


Olá professor, tudo bem? Apresentaremos para você a

alfabetização infantil tendo como base o construtivismo, tomando a criança como sujeito ativo no processo de aprendizagem. Abordaremos o nome próprio como

nosso principal gênero textual, a fim de, trazer para você, professor, uma visão mais clara sobre o tema. Esperamos que tenha uma boa leitura!


É SÓ CLICAR!

• ALFABETIZAÇÃO E CONSTRUTIVISMO • A ESCRITA DE NOMES • OS NOMES PRÓPRIOS • PROPOSTA DE TRABALHO PEDAGÓGICO


ALFABETIZAÇÃO E CONSTRUTIVISMO Durante muito tempo, convencionou-se considerar a escrita como uma invenção. A educação esta mudando constantemente, antes a escrita era considerada algo sem importância, mais hoje sabemos que isso mudou. O ato de escrever era uma atividade para poucos conhecedores que também costumavam referir-se com a arte, sendo então outra forma de interpretar esse status do escritor, como artista. Mesmo nessas considerações, a escrita já representava uma linguagem, ou seja, a comunicação oral, a linguagem falada tinha se tornado uma representação escrita.


Para Piaget, a criança precisa do material concreto para formar os conceitos, constrói seu conhecimento a partir das experiências feitas, isto é, no início, para que a criança conheça um objeto, é preciso manipulá-lo,senti-lo, tê-lo presente. Para Vygotsky, a relação dos indivíduos com o mundo não é direta, mas mediada por sistemas simbólicos, em que a linguagem ocupa um papel central, pois é por meio dela que a criança consegue abstrair e generalizar o pensamento.

Para Wallon, afeto, movimento e inteligência, estão sempre em jogo na vida humana em três períodos fundamentais: período impulsivo emocional; período projetivo; período personalista.


É importante lembrar o quanto foram e são importantes as teorias de Piaget, Vigotsky e Wallon para este processo de formação pessoal e social da criança.


A escrita de nomes

Eduardo


No processo de aprendizagem, as crianças passam por três fases. Por volta de dois ou três anos as crianças entendem a escrita como um objeto em si. Passando por esse processo, elas começam a entender essa

escrita

como

um

objeto

simbólico.

Por

ultimo,

considera o texto como um signo.

Para que as crianças passem a considerar a palavra como um signo, é necessário que o professor faça uma

mediação

aprendizagem.

respeitando

seu

processo

de


Em sua obra de 1973, Vygotsky diz que a palavra ... ... é mais uma propriedade que um símbolo do objeto, e dessa palavra-objeto a criança aproprie-se primeiro de sua estrutura

externa, e depois da simbólica interna.


Os nomes pr贸prios


A evolução tanto no aspecto externo da forma dos signos gráficos como no interno, da interpretação e atribuição de significados a cada uma das partes que o compõem, são fatos que as autoras Ferreiro e Teberosky (1979) encontraram.


A criança começa a aceitar por razões sociais e cognitivas. A partir da escrita do nome inicia-se a compreensão do funcionamento do sistema da escrita, assim obtendo a compreensão do próprio nome.


Vamos conhecer um pouco mais de Emilia Ferrero e Ana Teberosky ?


Na Universidade de Buenos Aires, a partir de 1974, como decente, iniciou seus trabalhos experimentais, que deram origem aos pressupostos teóricos sobre a Psicogênese do Sistema de Escrita, campo não estudado por seu mestre, que veio a tornar um marco na transformação do conceito de aprendizagem da escrita, pela criança.


Proposta de trabalho pedag贸gico


Sequên cia didática


O trabalho com sequência didática para os alunos, oferece diferentes oportunidades de aprender diversas coisas, e para os professores, uma forma de captar os processos de construção que eles adquirem, possibilitando assim uma possível avaliação. Os diferentes conteúdos que os professores apresentam aos alunos exigem esforços de aprendizagem e ajudas específicas.


Refletir sobre o processo ensino/aprendizagem auxilia apreender o que está sendo proposto de maneira significativa. O objeto de uma unidade didática, como conteúdo prioritário do que exige um trabalho mais continuado pode nos conduzir a estabelecer propostas mais fundamentadas, suscetíveis de ajudar mais os alunos e a nós mesmos. As diferentes propostas didáticas analisadas têm diferentes potencialidades quanto à organização do ensino.


Antoni Zabala, em sua obra de 1998, na página 86, diz: Mais do que nos movermos pelo apoio acrítico a um outro modo de organizar o ensino devemos dispor de critérios que nos permitem considerar o que é mais conveniente num dado momento para determinados objetivos a partir da convicção de que nem tudo tem o mesmo valor, nem vale para satisfazer as mesmas finalidades. Utilizar esses critérios para analisar nossa prática e, se convém, para reorientá-la.


Antoni Zabala

É responsável pela maior transformação do sistema de ensino espanhol, pós-ditadura de Franco, o educador tornou-se uma referência internacional na educação. Estudioso e mestre dos diferentes aspectos do desenvolvimento curricular e da formação de professores, Zabala presta consultorias a escolas e ministérios da educação de diferentes países na América Latina, como Argentina, Peru, Bolívia e México.


O

trabalho

com

sequências

didáticas

permite

a

elaboração de contextos de produção de forma precisa, por meio de atividades e exercícios múltiplos e variados com a finalidade de oferecer aos alunos noções, técnicas e instrumentos que desenvolvam suas capacidades de

expressão oral e escrita em comunicação,

(Dolz, 2004).

diversas

situações

de


Mas como montar uma sequĂŞncia didĂĄtica? Qual sua estrutura?


A questão apresentada pelo educador, pode não ser um problema para o aluno, por isso é mais interessante permitir que os alunos definam os temas, que formulem problemas e coloquem o pensamento em funcionamento pela necessidade de entendê-lo melhor e alcançar soluções. A comunidade também pode fazer parte desse processo.

Trabalho em grupo é uma ótima forma de aprendizagem e pesquisa, tornando-se enriquecedor, pois cada um poderá contribuir de maneira criativa para realização de um trabalho coletivo , de acordo com seu interesse, trocando ideias, discussões, ou melhor um processo de construção de cooperação.


Nome/Título

• Justificativa: (por que?) • Objetivos: (necessidades a alcançar) • Atividades: (o que fazer?) • Estratégias: (como fazer?) • Acompanhamento: (direcionamento) • Avaliação: (estímulo)

Você, professor, deve fazer o acompanhamento do Projeto através de: • Avaliação do processo de desenvolvimento do aluno durante a realização do projeto. • Perguntas. • Contra-argumentação • Orientação sem fornecer soluções.


As crianças devem ter acesso a diversos materiais de pesquisa sem abrir mão do uso de mídias e de tecnologia. Exemplo: •internet, jornais, rádio, tv, máquina fotográfica, filmadora etc. Utilizando assim outras ferramentas como o power point,word, paint, etc.

A utilização de outras atividades paralelas, complementares, podem ser utilizadas como produto final. Exemplo: • Show de talentos; Exposição de desenhos; Exposição de fotos; Desfile de modas; Painel de poesia; Jogral; Leitura de textos; Teatro; etc.


DICAS: - Estar sempre interagindo com os alunos; - Dinamizar ao máximo as atividades; - Avaliar cada tarefa, sem deixar que as atividades se acumulem muito; - Incentivar a participação dos professores e dos alunos em todo o processo; - Ler e estudar sempre sobre o assunto; - Explicar detalhadamente cada atividade; - Se colocar sempre a disposição para eventuais dúvidas; - Acompanhar sistematicamente o desenvolvimento do projeto. - Relacionar o tema com o contexto social e histórico do grupo/indivíduo.


A música como instrumento de alfabetização na educação infantil


A música é um instrumento importante no processo de alfabetização, por estar no nosso cotidiano, ela ajuda a expressar sentimentos naturais, como raiva, amor, alegria, tristeza, e o principal, a autoestima, na educação infantil a música coloca as crianças em igualdade, com isso construímos sentidos concretos.


Enfatizar a música possibilita interação com o meio social e cultural, e esta interação contribui com várias habilidades que são: motora, visuais, auditivas e lúdicas. Esse fenômeno é essencial para trabalhar na pré-escola a heterogeneidade.


As crianças são seres emocionais e inteligentes, e simplesmente adoram escutar seus nomes em cantigas que os colegas e professores contam junto com elas.



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