Page 1

portfólio BÁRBARA FISCHER


BÁRBARA FISCHER

ARQUITETA E URBANISTA GRADUADA PELA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ EM 2013/02

rua 3604, n 125, apto 1101 centro, balneário camboriú nascimento: 15/09/1990 barbarafischer.arq@gmail.com (47) 9918-5679 (47) 3367-1193

atributos práticos Lingua Estrangeira Inglês: Avançado AutoCAD – Avançado Google Sketchup - Avançado Corel Draw - Intermediário ArchiCAD - Intermediário Adobe Photoshop - Iniciante Lumion - Intermediário atividades acadêmicas março 2009 a julho 2010 Participação em Projeto de Extensão denominado “Capacitação Comunitária Para o Controle Social da Implementação do Plano Diretor de Balneário Camboriú”, criado e acompanho pelo professor Sérgio Torres Moraes, na UNIVALI

Sou alguém que vive em busca de oportunidades que me façam crescer. Vejo os novos desafios que encontrarei como alicerces para o meu amadurecimento, e gosto da sensação de poder superá-los. Quando me disponho a exercer alguma atividade ou função a faço com total disposição e esforço, e é assim que me porto, e aproveito todos os momentos, sejam eles profissionais ou de lazer

setembro 2010 a julho 2011 Intercâmbio para experiência acadêmica no curso de Arquitectura na Universidade de Coimbra em Coimbra/ Portugal abril 2011 Participação no workshop Ecological Urbanism, na Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra/ Portugal atividades extra-acadêmicas fevereiro a junho 2010 Estagiária em Fábrica Arquitetos e Associados; Referências: Joseane Marchezi Mansardo e Daniel Moojen Lemos agosto a dezembro 2011 Estagiária em Procion Conte Arquitetura; Referências: Procion Conte abril a novembro 2013 Estagiária em ARQtetos Arquitetura; Referências: Artur Henrique dos Santos e Ana Luisa Reis Panozzo


projetos apresentados de forma resumida EVOLUÇÃO ACADÊMICA(2009 a 2013)


PROJETO INTEGRADO (2009) em dupla com Taline Schroeder PROPOSTA URBANO/ARQUITETONICA Bairro da Barra – Balneário Camboriú/SC A proposta tem como objetivo tornar o bairro (espaço) um local que seja apropriado de maneiras diferenciadas, definidas por cada cultura antiga, emergente ou futura no bairro, para que a qualidade de vida venha a aumentar. Para tal, define-se: - tornar as áreas anteriormente segregadas culturalmente e economicamente em um ambiente com uma linguagem homogêneas, sem ferir peculiaridades de determinadas subculturas. Assim, exaltando a personalidade de cada indivíduo em meio a toda uma mistura de pessoas devido a evolução e crescimento da área; - permitir que o fluxo de pessoas realmente entre no bairro e ali se desenvolva, e não de forma aglomerada somente em uma periferia ; acompanhar o crescimento de Balneário Camboriú e como a resposta se adaptar a futuras mudanças de desenvolvimento e crescimento no bairro. Tem-se como principais ações: criação de espaços comuns, como conector dando continuidade ao novo contorno no bairro. Esses espaços ligam pontos focais e marcantes do bairro, gerando um circuito; parcelamento do solo com variações, estando pronto para moradores de diversas classes, da baixa à alta densidade e ainda mantendo padrões de ocupação culturais da área; - criação de eixos que circundam a área de uma forma mais totalitária, ampliando o espaço do bairro. Mistura de usos e usos necessários para o desenvolvimento do bairro como estratégia de descentralização; - destinar áreas de alta densidade, mas intercaladas com áreas de media e baixa densidade, para que a barreira não venha a ser exclusiva .


ÁREA 3

ÁREA 1 ÁREA 2

ÁREA 4 ÁREA 5

ÁREA 1 ACESSO À ÁGUA

acesso ao rio com comércio pesqueiro perto da área comum dos pescadores deslocar ponto focal de retorno Interpraias para deslocar o fluxo

RIÚ

BO

RIO

M CA

MERCADO

PRAÇA

INTERPRAIAS preservação do sítio

Deslocamento da via para diminuir o fluxo e «misturar» diferentes padrões de ocupação e frisar o caráter local ligando dois pontos importantes no bairro

ÁREA 2 E 5 V I N C U L A Ç Ã O E N T R E N Ó S E AT I V I D A D E S ACESSO COMUM À ÀGUA OCUPAÇÃO HISTÓRICA

OCUPAÇÃO HISTÓRICA

COMÉRCIO PESQUEIRO

BAIXA MEDIA MOSAICO densidade densidade VIA PRINCIPAL vínculos entre áreas distintas Ocupação atual SISTEMA HABIT. P R O J E TA D O

ÁREA 3 E 4 LOCALIZAÇÃO DE ATIVIDADES / ANÉIS DE DENSIDADE / C I R C U I T O P E R I M E T R A L Deslocar o fluxo da Interpraia para dentro do bairro, valorizando-a

Atividades institucionais Alta densidade Baixa/media densidade Diferentes vistas e paisagens P r ó x i m a à s a t i v i d a d e s d e v i d o à s d i f e r e n t e s institucionais gerando maior movimentação na área densidades PROJETO INTEGRADO

escala: 1/5000

PROPOSTA URBANO/ARQUITETONICA


PROJETO INTEGRADO (2009) ARQUITEÔNICO em dupla com Taline Schroeder CONJUNTO HABITACIONAL inserido na proposta para o Bairro da Barra De acordo com a proposta urbana para o bairro, o projeto é implantado em uma área de transição, tanto entre duas diferentes densidades, como entre dois espaços de diferentes tipologias, sendo, então, uma transição entre esses. A intenção de o conjunto surgir de uma montagem de blocos regulares formando um todo aglomerado, como “evolução” da malha urbana proposta, contribuiu para uma simplificação estrutural e consequente barateamento do todo edificado. Assim, obteve-se a linguagem formal desejada – formas simples e puras, com encaixes perfeitos simultaneamente à complexidade – não gerando estranhamento da população local, devido a sua forma de ocupação aglomerada nos espaços. O foco era tornar o conjunto maleável às mudanças e modificações de acordo com o tempo. Através da formação de unidades que se agrupam para formar um todo maior atinge esse objetivo e permite, também, uma evolução e mutação da forma geral do conjunto no decorrer dos anos. Além de permitir essas mudanças, a diversidade de materiais para o revestimento (placa cimenticia, placa cerâmica, placa metálica, entre outros) ajuda na linguagem do todo. Simultaneamente, sendo um diferencial para o bairro, o conjunto abriga uma praça que se torna um ponto focal do local, sendo ligada a eixos de importantes movimentações. Prioriza-se o pedestre e por isso trabalha-se com níveis diferenciados para acesso às residências, como forma de manutenção da privacidade em meio a diversidade de usos e públicos/


PROJETO INTEGRADO

planta baixa térreo escala: 1/1000

PROJETO ARQUITETONICO


PROJETO INTEGRADO

planta baixa primeiro pav

planta baixa segundo pav escala: 1/2000

PROJETO ARQUITETONICO


TIPO 1 (35,40m²) Módulos individuais (5,75X5,75m) para fins comerciais e de habitação para 2 pessoas.

TIPO 2 (53m²) Composição de 2 módulos para fins de habitação para 4 pessoas.

Eterplac Wood - marrom

TIPO 3 (85m²) Composição de 3 módulos para fins de habitação para 6 pessoa

Eterplac Wood - cinza

Placa ceramica branca Placa cimentícia Eternit

PRÉ-FABRICADO DE CONCRETO

PROJETO INTEGRADO

RÍGIDA MODULAÇÃO : 256 MÓDULOS AGRUPAM-SE RESULTANDO EM 3 TIPOS DE EDIFÍCIOS COM DIFERENTES FECHAMENTOS

unidades habitacionais detalhadas escala: 1/1000

estrutura + tecnologia

PROJETO ARQUITETONICO


CÉLULA TEMPORÁRIA DE DESCANSO(2010) MÚDULO PARA AEROPORTOS Portugal : : Desde o momento inicial de criação projetual tentou-se focar no objeto principal da intenção de uso da obra: a cama! Essa ideia iniciou-se através das células japonesas, literalmente mínimas, onde a cama parece ser o suficiente para um espaço de descanso. Além disso tentouse de todas as maneiras trazer a sensação e ideia de espaço de permanencia temporária, com o conforto necessário para esse pequeno espaço de tempo. isso deu- se através da forma e materiais escolhidos. A forma tem ligação direta com o conceito e intenção do objeto. O encaminhamento visual e fisico é direto para o espaço da cama, seja pela sua posição frente à porta, as atividades que ocorrem ao seu redor, sua elevação ou a iluminação superior. Dessa maneira, e junto à esse ponto focal, conceito, funciona- mento e conforto unem-se em um pequeno e único espaço. As atividade são feitas ali, apenas pela movimentação corporal do usuário, mesmo que sentado, tornando-se assim até um acessório ao corpo. A privacidade é linear e paralela ao projeto. O espaço de entrada já funciona como um pequeno «hall», e através dele inicia-se um espaço semi-privado com uma quebra visual e físico entre externo e interno. Além disso, a altura da cama torna-se uma segunda ‘barreira’, a qual só uma pessoa pode chegar. A subida de acesso a ela liga e separa as duas áreas (entrada e dormitorio). E, ao final, a cama, limita por duas paredes, elevada, e levamente deslocado do eixo da porta tornase um espaço privado. Para materialização de tal, a estrutura escolhida foi o steel frame com fechamentos em VIROC ( painel com particulas de madeira e cimento Portland, muito utilizado em Portugal) com perfis U enrijecidos e lã de vidro entre as placas.


COMPOSIÇÃO 1 1 CAMA Área da cama que pode ser elevada. Área de assento permanente Área da cama que pode ser rebaixada/inclinada 2 TV/LCD Posição inicial da TV, presa à parede

4

Posição principal de utilização da TV,em frente à cama e secretária, podendo variar. 3 SECRETÁRIA Posição de inutilização(vertical), presa à parede Posição de utilização(horizontal), sobre a cama/assento 4

1

COMPOSIÇÃO 2

2

MALEIRO Bancada de VIROC onde podem ser apoiadas bolsas, com espaço inferior aberto para malas maiores.

1 PORTA

2 REVESTIMENTO EXTERNO

3 ISOLAMENTO

3

4 REVESTIMENTO INTERNO

COMPOSIÇÃO 3

5 METAIS

CELULAR TEMPORÁRIA DE DESCANSO

6 TRAVAMENTOS DIAGONAIS

planta + funcionamento

7 PÓRTICOS

etapas de montagem

8 BARROTES DE MADEIRA

MÓDULO PARA AEROPORTOS


PROJECTO(2011) HABITAÇÃO COLETIVA Coimbra/Portugal : A proposta tem como objetivo tornar o bairro (espaço) um local que seja apropriado de Programa de habitação coletiva integrando 18 fogos(apartamentos), sendo 9 do tipo T3+1 e 9 do tipo T2+1. Entende-se o “+1” como um espaço complementar polivalente que possa ser usado como escritório, área de trabalho, área de lazer, considerando como máxima uma área de 3.600 m2 para o conjunto. Integram-se espaços comerciais e de serviços (incluindo respectivas instalações sanitárias) até uma área máxima de 1.000 m2. Além disso, o estacionamento coberto subterrâneo é quantificado com base numa média de 1,5 lugares por fogo + 15 lugares para área de comércio e serviços . Decorrente dessas necessidades e sua localização, para não ser apenas uma barreira no caminho já concretizado de ligação dos moradores da rua Figueira da Foz, e arredores, à Fernão de Magalhães, o edifício terá também função social, consolidando esse caminho e o humanizando com atividades comerciais, espaços verdes e de descanso. Além de trazer maior conforto aos transeuntes, terá uma grande movimentação e, assim, valorização do comércio e da obra. Essa ligação será feita através de escadas: sobe-se à ‘cobertura’ do centro comercial, externa ou internamente, através de escadas ou de uma rampa de ligação direta com o parque lateral, e chega-se às grandes escadas. Também, visando a acessibilidade, lateralmente encontramse rampas .

:


PROJECTO

planta térreo planta primeiro pav escala 1/500

HABITAÇÃO COLECTIVA


PROJECTO

planta + cortes módulo escala 1/200

HABITAÇÃO COLECTIVA


PROJECTO

maquetes: com entorno - edifício - módulo

HABITAÇÃO COLECTIVA


PROJETO ARQUITETÔNICO (2012) HOTEL Praia Brava – Itajaí/SC Os requisitos iniciais do projeto não eram fáceis: um grande empreendimento, com um programa de necessidades complexo e um fluxograma muito passível de conflitos, localizado em uma topografia diferente de qualquer outra trabalhada. Para chegar ao resultado final foram iniciados dois projetos completamente diferentes, mas que levassem em conta algumas diretrizes definidas em ambos: - a valorização e importância da esquina, ponto mais caro do terreno; a 'separação' de uh's executivas e de lazer, devido o diferente público visado; utilização do terreno até a última cota de nível para apropriação e valorização do espaço - através da vista do mar; conformação de uma tipologia que 'conversasse' com as propriedades e limitações da topografia, através de uma geometria escalonada; uma linguagem clara que conversasse mas conseguisse se destacar das edificações presentes no entorno. Iniciou-se com uma implantação que utilizasse, principalmente, os extremos do terreno, onde as diferenças de níveis não são tão extremas em um sentido estão as áreas de serviço e eventos, e no outro lobby e uh's executivas. O vértice de encontro desses dois eixos transformou-se na esquina valorizada, com espaços comercias e o restaurante - que pode ser acessado por rampa externa para o público em geral. Já as uh's de lazer foram distribuídas de maneira a criar diferentes fachadas que, através de formar regulares, conformasse um conjunto irregular que se encaixasse na topografia. elas alinham e desalinham-se entre si, criando um ritmo através das varadas e uma quebra dele no seu conjunto. Priorizou-se a utilização do branco, o concreto aparente, vidro e madeira para uma leveza num empreendimento de grande porta, aonde a vegetação já funciona como elemento complementar. Assim sendo, as cores neutras conversam com o entorno, não sendo um impacto visual muito grande na área


PROJETO ARQUITETテ年ICO

planta baixa tテゥrreo

planta baixa primeiro pav escala: 1/1000

HOTEL


PROJETO ARQUITETテ年ICO

perspectivas

HOTEL


PROJETO INTEGRADO (2012) URBANISTÍCO em grupo com Taline Schroeder e Mariany Ludwig Lehmkuhl

PROPOSTA MASTERPLAN Nova centralidade– Navegantes/SC A fragmentação dos espaços dá à cidade uma configuração «dispersa, fragmentada e desestruturada », criando assim umas segregação sócio espacial em Navegantes, mostra ser necessário a ligação entre esses fragmentos, valorizando suas características já consolidadas e seus potenciais de usos e movimentações muito diferentes que podem se relacionar e trazer vitalidade à toda área. Assim, a proposta tem como objetivo criar uma centralidade que potencialize atividades e serviços da identidade atual (local) de navegantes agregando a el a atratividades regionais que articulem escalas e desenvolvam diversidade, tendo como estruturadores os aspectos naturais e sociais. Os espaços públicos, e sua localização, tem papel fundamental na articulação e organização desses movimentos. Nessa mesma lógica estão os equipamentos. Os subsistemas de drenagem foram um dos estruturantes principais da proposta, que se organiza através de 2 lagoas de retenção ligadas por um canal linear circundado por áreas verdes alagáveis, conformando as centralidades em sua extensão. A alta densidade está concentrada nos dois eixos estruturadores da proposta ligando pontos de interesse. Está associada ao grande eixo verde como um meio de apropriação deste espaço, evitando o impacto dos grandes volumes macificados com o entorno. A densidade decresce a partir do momento em que se conecta com a malha existente e na proximidade com o mar. Os espaços abertos públicos (verdes ou não) são dispostos na proposta em um certo circuito, ligados pelos eixos verdes, adentrando as áreas predominantemente residenciais;em locais nos eixos peatonais, como forma de trabalhar com o descortinamento da massa edificada; em áreas de uso comercial, onde o centro da quadra no térreo é completamente público. Os eixos peatonais são conformados com equipamentos públicos em seu percurso; pequenas e grandes áreas comerciais; arborização intensa .


EIXOS NATURAIS: *RIOS *EIXOS VERDES MAIS IMPORTANTES

PROJETO INTEGRADO

PRINCIPAIS VIAS E SUAS ESCALAS: *REGIONAL *MUNICIPAL

PRIMEIRA DISTRIBUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E ESTRUTURAÇÃO

SUPERPONDO AS IDÉIAS

PROPOSTA MASTERPLAN


USOS

RESIDENCIAL

DENSIDADES

EQUIPAMENTOS COMÉRCIO COMÉRCIO PESADO INDUSTRIAL DE BAIXO IMPACTO INDUSTRIAL DE MÉDIO/ALTO IMPACTO

ALTA DENSIDADE

(acima de 850 hab/ha )

POPULAÇÃO NA ÁREA: 35.000 pessoas ( até 500 hab/ha )

MÉDIA DENSIDADE (de 500 até 850 hab/ha ) BAIXA DENSIDADE

MORFOLOGIA

DRENAGEM - redes tubuladas REDE PRINCIPAL REDE SECUNDARIA GRÃOS

ETA-RESERVATORIO

PÁTIO + EIXO FITA + C COM PÁTIO PÁTIO + ESPAÇO VERDE EIXO PEATONAL DIFERENCIADOS

ESGOTO - ETE’s elevatórias e redes tubuladas REDE INTERCEPTADORA REDE COLETORA REDE TRONCO

ETE

PROJETO INTEGRADO

parte dos sistemas

ESTAÇÃO ELEVATÓRIA

PROPOSTA MASTERPLAN


PROJETO INTEGRADO (2012) ARQUITETÔNICO TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE (individual) Inserido no Masterplan – Navegantes/SC Implantada na proposta pra Navegante, a área encontra-se em um dos locais mais importantes do masterplan devido sua localização central e o eixo monumental - vindo do aeroporto - que tem como ponto focal a torre de logistica. Além disso os equipamentos que o rodeiam - museu, prefeitura, hoteis, centro cultural, criam uma centralidade cívica que concentra habitações de alta densidade ao seu redor, assim como comércios de Grande porte e médio porte. Todos esses equipamentos fizeram parte do anteprojeto do trecho - levando em conta suas relações urbanas - do qual extraiu-se um subtrecho para maior detalhamento, que inclui a quadra com: centro cultura, torre de logística e polo gastronômico. com a necessidade de integrar em uma mesma quadra edificações de usos tão distintos criou-se a sensação de um grande embasamento com o polo gastronômico e o centro cultural - que se estende através de uma grandes rampa - vinda do térreo, passando pelo centro cultural até um pavimento da torre de logística . Essa rampa chegam ao lobby do auditório, criando fluxos que vêm do térreo, no centro da quadra, passam pela edificaçao e chegam ao grande foco monumental. Além disso, a cobertura desse equipamento torna-se transitável e possui uma arquibancada - remetendo ao auditória sob ela - que permite apresentações de diferentes tipos, criando ali grandes espaços de estar que misturam fluxos, pessoas e interesses - trazendo diferentes vivências, e transpondo as atividades culturais para o exterior. Com a existência de andares de estacionamento, utilizou-se uma das paredes ‘sólidas’ para projeção de diferentes imagens, que podem ser vista tanto da arquibancada superior, quanto no estar presente perto do café do centro cultural, criando assim, outro atrativo para toda comunidade

TORRE LOGISTICA

EDIFICAÇÃO MISTA

MUSEU CENTRO CULTURAL

HOTEL

POLO GASTRONOMICO


A

B

C

C’

B’ A’ PROJETO INTEGRADO

planta baixa terreo escala: 1/1000

TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE


A

B

C

C’

B’ PROJETO INTEGRADO

planta baixa primeiro pav. escala: 1/1000

TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE


A

B

C

C’

B’ PROJETO INTEGRADO

planta baixa segundo pav. escala: 1/1000

TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE


PROJETO INTEGRADO

cortes aa/bb escala: 1/1000

TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE


PROJETO INTEGRADO

corte cc escala: 1/1000

TRECHO DE ALTA COMPLEXIDADE


PROJETO ARQUITETÔNICO (2013) em grupo com Gabriela Cordeiro, Mariany Lehmkuhl e Rodrigo Reche HOSPITAL ESPECIALIZADO EM TRAUMATOLOGIA Porto Belo/SC O terreno escolhido pelo grupo para inserção de um hospital regional especializado em trauma, esta localizado na cidade de Porto Belo. Através de uma analise regional sobre a necessidade de tal, conclui-se que por estar próximo a BR-101, onde acontece o maior índice de acidentes graves e estar entre cidades que não possuem hospitais que supram a necessidade local, o municipio seria a melhor escolha para receber o mesmo. A implantação foi diretamente influenciada pelo terreo que, inicialmente, foi zoneado conforme relacoes com o lote de implantacao do hospital em: zona de apoio/clinicas; centro educacional e áreas para futura expansão. Com o lote definido, definiu-se a implantaçao que levou em conta e valorizou os aspectos naturais existentes: riacho(dentro do terreno) e vegetação(visual). O hospital organiza-se através de modulos bem definidos, conforme as diferentes alas. Adições e subtrações em uma forma regular criaram o edificio que possui uma grande praça de distribuição como acesso principal, e áreas de vegetação conversando com aberturas zenitais para maior humanização e conforto do espaço. Além de levar em conta todas as necessidades de fluxos, salubridade e proteção de um hospital, o projeto traz um novo conceito de equipamentos de saúde - trazendo a cor, os espaços verde e a intenção de trazer uma melhor estadia para o paciente em um ambiente agradável e descontraído. .


LAJE IMPERMEABILIZADA

VISTA CC VISTA BB

VISTA AA

PROJETO ARQUITETONICO

planta terreo escala 1/500

HOSPITAL TRAUMATOLOGIA


VISTA CC VISTA BB

VISTA AA

PROJETO ARQUITETONICO

planta primeiro pav escala 1/500

HOSPITAL TRAUMATOLOGIA


VISTA CC VISTA BB

VISTA AA

PROJETO ARQUITETONICO

planta segundo pav escala 1/500

HOSPITAL TRAUMATOLOGIA


PROJETO ARQUITETONICO

cortes escala 1/500

HOSPITAL TRAUMATOLOGIA


PROJETO ARQUITETONICO

perspectivas vistas lateral e frontal

HOSPITAL TRAUMATOLOGIA


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

(2013)

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERÁPICO E ARTÍSTICO Itajaí/SC Tendo como objetivo projetar um centro de reabilitação que auxilie no desenvolvimento de deficientes físicos, auditivos, visuais e intelectuais, o trabalho priorizou a inclusão social e cultural através do desenvolvimento das potencialidades de deficientes físicos, mentais e sensorias, centrando-se nas possibilidades sobre as dificuldades. Criou-se, assim, uma estrutura moderna e acessível, atrativo para a participação e integração da população, uniuse espaços terapêutico com recreativos e de lazer para o público e suas família, gerando um novo conceito para tornar-se referencia para novos centros. Procurou-se criar um espaço físico adequado (com flexibilidade, expansibilidade e acessibilidade), com relevancia e apropriacao urbana, utilidade publica, identidade e conforto arquitetonico. O terreno escolhido é próximo a uma Universidade(UNIVALI), levando em conta as trocas que os cursos ali oferecidos poderiam proporcionar, e um local de fácil acesso para os munícipios da região (por caracterizar-se como um equipamento regional). Uma grande área de preservação emoldura através da topografia e vegetação remanescentes, sendo o projeto, uma forma de utilização e proteção futura para o local. Criou-se um circuito de utilização em contato direto com essa vegetação com estares, cafés, quadra, palco ao ar livre, para apropriação da sociedade em geral. O complexo divide-se em dois edifícios que são acessados através de uma área de distribuição elevada, para segurança dos usuários devido o contato direito com a rua. Ali, também, dá-se o acesso do auditório que apresenta-se como um módulo, uma obra a parte encaixada no conjunto (podendo ser edificada posteriormente). Além de toda a acessibilidade e organização funcional, pensou- na sustentabilidade do edifício sendo todas as coberturas utilizadas no intuito de diminuir os impactos. Possui coletores solares para aquecimento das piscinas, captação e utilização pluvial, assim como, terraço jardim para estares e contemplação com tratamento da água da chuva. Aberturas zenitais com brises também ajudam na economia de luz e de condicionamento térmico. .


ACESSO

ACESSO

DD

CC

BB

ESTAR/CIRC. EXPOSIÇÃOHALL DISTRIBUIÇÃO VESTIÁRIOS AUDITÓRIO ÁREA DE PISCINAS BANHEIRO COMERCIAL

AA

AA

BB

DD

CCCC

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

planta terreo escala 1/500

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERAPICO E ARTISTÍCO


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

planta primeiro pav escala 1/500

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERAPICO E ARTISTÍCO


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

planta primeiro pav escala 1/500

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERAPICO E ARTISTÍCO


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

cortes escala 1/500

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERAPICO E ARTISTÍCO


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

perspectivas

ESPAÇO COLETIVO FISIO-HIDROTERAPICO E ARTISTÍCO


portfólio BÁRBARA FISCHER

Portfolio  

Apresentação resumida de projetos acadêmicos

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you