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Ano 10 nº 105 Curitiba - PR

maio - 2013

Publicação mensal direcionada aos taxistas e usuários

Distribuição Dirigida

Comprometido com os interesses da categoria

Mulher, Mãe e Taxista

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Foto: André Rodrigues

Kelly Cristina de Andrade, 35 anos, uma batalhadora do táxi e mãe exemplar

Taxista: NÃO SOMOS PLANO DE SAÚDE! Ligue já e surpreenda-se!

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Cristiano Santos participa de reunião com Prefeito Fruet e representantes dos taxistas

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SÍTIO CERCADO foi campeão do 10° torneio realizado pela Rádio Táxi Sereia

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Projeto de lei sugere parceria com taxistas no combate ao crime no Paraná

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Táxis de Curitiba devem ter câmeras e ar-condicionado, diz projeto de lei

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Foto: Divulgação

Projeto de lei sugere parceria com taxistas no combate ao crime no Paraná

Deputado Roberto Aciolli um parceiro da classe dos taxistas.

Com objetivo de combater o furto e o roubo

de veículos, que atingiu índices altíssimos no Paraná, o deputado estadual Roberto Aciolli (PV) protocolou um projeto de lei que sugere uma parceria com cooperativas de táxi, para que a polícia conte com o reforço de taxistas na obtenção de informações sobre esses crimes. A ideia é que os profissionais que trabalham em empresas de radiotáxi

possam auxiliar na fiscalização e localização de veículos furtados ou roubados. De acordo com o deputado Roberto Aciolli, “somente em Curitiba são mais de 1,8 mil taxistas conveniados com empresas de radiochamada, que poderão ajudar com informações importantes no combate ao crime”. Os benefícios, segundo Aciolli, seriam o aumento

da fiscalização sem a necessidade de aquisição de veículos ou investimento em infraestrutura. Outro fator importante é a diminuição do número de trotes para a polícia, já que a procedência da ligação é conhecida.

culos no Paraná e estipula convênios com prefeituras, para fomentar campanhas de incentivo à população na comunicação e denúncias de crimes. “Nossa ideia é reduzir drasticamente o índice de furto e roubo de veículos no Paraná, que atingiu a méCampanhas O projeto de lei também dia de 56 casos diários. cria uma Política Estadual Para isso, contamos com de Prevenção e Combate o auxílio da população”, ao Furto e Roubo de Veí- concluiu Aciolli.


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Prefeito Gustato Fruet e o Vereador Cristiano Santos ouvindo a classe dos taxistas.

O

Vereador Cristiano Santos (PV), participou na tarde do dia 14 último, de uma reunião no gabinete do Prefeito Gustavo Fruet (PDT), junto aos representantes dos taxistas da cidade. O assunto em pauta foi a liberação de novas placas para o aumento da frota em Curitiba e o reajuste das tarifas. Segundo os representantes, o aumento de 748 novos carros, se feito de uma só vez, pode gerar sérios problemas para a classe. A explicação para a afirmação é que, em números hipotéticos, se houver a liberação de 300 novos táxis o número de profissionais para atender a nova demanda seria de 600 motoristas. Segundo Carlos Cesar Rigolino Júnior, diretor su-

perintendente da empresa Transvepar, Curitiba não tem hoje a capacidade de angariar um número tão elevado de novos profissionais em um período de tempo tão curto. “O ideal para a liberação das placas hoje é que o processo seja feito de forma gradual, assim, conseguimos atender a demanda de novos profissionais para suprir a necessidade”. Outro ponto que procurou frisar foi o do afogamento da praça com a liberação elevada de novas placas. Em 1975, quando houve a última liberação de placas em Curitiba, a frota disponível era de 1700 táxis A Prefeitura na época liberou 500 novos carros para trabalhar na cidade, número equivalente a 30% da frota, o que gerou um caos entre aqueles que

tiravam do táxi o sustento de suas famílias. Ainda Segundo Rigolino, hoje, 38 anos depois da última liberação de placas, Curitiba tem um número bom de táxis na rua, o problema na demora para o atendimento fica a cargo do aumento da frota de carros particulares na Capital, o que, em horários de pico, causa engarrafamentos, trânsito lento, motivos que acabam fazendo com que o táxi leve mais tempo para chegar até o cliente. Já para as reclamações da falta de táxis durante a noite e a madrugada é rebatida pelos representantes dos taxistas sob o argumento da defasagem do valor das tarifas. Para eles, a reposição dos valores, que estão desatualizados e o aumento da tarifa cobrada pela bandeira dois, podem servir de estimulo para o aumento de profissionais durante esses horários. Hoje o valor da bandeira um em Curitiba é de R$ 2,00 e R$ 2,30 para a bandeira dois, por esse motivo, muitos motoristas preferem trabalhar durante o dia, visto que, risco de assaltos é bem menor do que durante a noite. O prefeito Gustavo Fruet por sua vez demonstrouse muito interessado pelo

assunto e prontificou-se a analisar as questões levantadas na reunião. Disse ainda que essa foi apenas a primeira conversa, mas adiantou que nada será feito no atropelo, qualquer atitude que for tomada com relação a esse assunto será muito bem analisada em parceria com a classe para que as medidas adotadas sejam as mais justas possíveis. Gustavo ainda aproveitou a presença do Presidente da URBS, Roberto Gregório da Silva Junior, e pediu agilidade no recadastramento dos taxistas da Capital para que, com os dados levantados, possam juntos, URBS e Prefeitura elaborar o edital para a liberação das novas placas. Cristiano Santos que

intermediou a reunião entre taxistas e prefeitura mostrou-se contente com ambas as partes que anteriormente buscaram o diálogo com o prefeito e nunca haviam conseguido um atendimento. “A abertura que o prefeito Gustavo Fruet está dando para a classe é fundamental, é esse tipo de política que Curitiba precisa, cada vez mais participava e aberta” Além de Cristiano Santos, participaram da reunião o Presidente do Siditáxi Pedro Chalus, Valdemar Rocha da Rádio Táxi Lider, o Assessor Especial do Prefeito, Celso Torquato, Presidente da URBS, Roberto Gregório da Silva Junior e representantes das empresas de táxi de Curitiba.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Cristiano Santos participa de reunião com Prefeito Fruet e representantes dos taxistas

Foi o Vereador Cristiano Santos quem marcou a reunião com o Prefeito Gustavo Fruet e representantes da categoria.


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Do rádio para a Câmara Municipal de Curitiba

Colpani lider de audiência agora quer deixar seu nome na política paranaense

Colpani nos estudios da Banda B ao lado do radialista Luiz Carlos Maritns.

É

em frente ao microfone, na condução do programa Tarde Total, na Rádio Banda B, que Edmar Colpani se realiza de verdade. De vendedor de picolé a vereador de Curitiba (pelo PSB), o radialista que diz “estar vereador” cumpre jornada dupla e “se vira nos 30” para cumprir sua missão e atender as reivindicações da população. Extrovertido e sem muito palavreado político, tira suas primeiras impressões do novo ofício e já faz apontamentos políticos. Não por menos, inclusive, diz que a limpa de 50% que foi feita na Câmara Municipal de Curitiba (CMC) na últi-

ma eleição, valeu. Mas já emenda: “internamente não mudou muita coisa”. De diferente, diz que é uma beleza ver os vereadores na sessão. Consta, inclusive nas falas do presidente da Câmara (Paulo Salamuni), que nunca antes naquela casa foi visto tanto edil numa sessão. “Esses vereadores, pelo menos a maioria, está trabalhando. Pelo menos no começo”, diz. “É igual vassoura nova: no começo varre bem, vamos ver se tem continuidade”.

Nasce um político Com seus 6.981 votos – não se esqueça do 1, salienta – ele conquistou uma

cadeira no Legislativo e lá na “Casa do Povo” promete fazer sua parte. E a coisa não está e nem vai ser fácil. Correria total, numa jornada frenética, Colpani chega às 8 da manhã na CMC, vai para a rádio e depois volta para o gabinete, pois visitas e requerimentos de solicitação abundam em sua mesa. A equipe de 7 assessores rala para atender a demanda. Ele acredita que se não é o primeiro, deve ser o segundo que tem mais requerimentos. E as solicitações vêm de todos os cantos da capital nas mais variadas reivindicações. Tem pedido de roçada, outro para tapar

E-mail: bandeiraum@jornalbandeiraum.com.br

buracos na rua, pedido de caminhão do lixo, entre muitos outros. “Isso é o que o povo quer”, salienta. “O povo quer que passe o caminhão do lixo na frente da casa dele, ele quer que a rua dele fique bonitinha, que não tenha mato. Isso é o que o povo quer.” E na melhor da sabedoria parlamentar enfatiza: “O povo quer coisas simples. Não essas obras imensas, de zilhões e milhões que se fala na Câmara, esse negócio de Copa. O povo, o povo do bairro, quer pequenas coisas”, afirma. Entre a pausa na conversa para atender um ouvinte que ligou no celular, Colpani reforça a ideia que “está vereador” e em agrado aos fãs diz não pretender largar a profissão de radialista. “Eu sempre quis ser vereador, mas não quero me perpetuar”, frisa.

Guru Como boa parte dos bem-sucedidos que fazem valer as amizades e as parcerias ao longo da jornada, Colpani não se esquece de mencionar o patrão e parceiro: o radialista e deputado estadual Luiz Carlos Martins. A amizade, que começou em 1981, rendeu muita vivência e ensinamentos. Dela nasceu um profissional do rádio e porque não um

Foto e matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

ensejo político. Pois de lá para cá, Colpani trabalhou em todas as campanhas do deputado e atuou nos bastidores como assessor. Atualmente, além de dividir os microfones na Banda B, dá uma força no instituto que leva o nome do deputado. “Isso a gente não abre mão, porque trabalhamos aqui na rádio diretamente com o povo. Então, o instituto doa sim senhor: cadeiras, muletas, cadeira higiênica”, diz. “Ah, vamos dizer: isso é problema do Estado? Tá bom! Amanhã uma pessoa procura o Estado e o Estado não dá. Não custa a gente ajudar aqui.” Ainda sobre o mestre, diz que o deputado é trabalhador. Que tem o cheiro do povo. “Igual a mim”, afirma. E fica feliz por ele ter retornado à Assembleia – Luiz Carlos Martins assumiu vaga de Luiz Eduardo Cheida, nomeado secretário. Colpani é verboso, lembra o jeito simples, direto e menos burocratizado de fazer política. Não quer ser finório e manhoso como algumas “excelências”. Resquício do tempo no qual os radialistas tinham lugar assegurado na política. Na rádio é bemhumorado, conta piadas, faz rir e ajuda as pessoas. Na CMC, alguns não terão a mesma sorte.


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SÍTIO CERCADO foi campeão do 10° torneio realizado pela Rádio Táxi Sereia

erminou no dia 4 de maio o décimo Campeonato de Futebol Interno da Rádio Táxi Sereia realizado na Cancha de Esportes Top Esporte no bairro Vila Formosa. Diversas equipes compostas por motoristas de táxi puderam participar do torneio organizado por Manoel Thomaz Budal Filho, que contou com o apoio do presidente da Rádio Táxi Sereia Julcimar Francisco Zambom. Foram realizadas diversas partidas no período de 9 de março até a final que aconteceu no dia 4 de maio. A equipe campeã foi dirigida pelo técnico Pedro Chalus que contou com os sequintes jogadores: Jair, Zito, Elizeu, Peco, Caçamba, Marlon, Ton, Anderson Chalus, João Carlos e Marcelo. O time vice campeão comandado pelo técnico JeanCarlo Diego Vieira entrou em campo com estes jogadores: Reginaldo (Muralha), Dego,

Fotos: Jean-Carlo / Matéria Fernando Cruz

Marlon, Ederson (Chicão), Edoilton, Péricles (Espeto), Sergio Luis Rosario (Xaxo), Paulinho, Julio Cesar Boeira, Cleiton. Muitos familiares e amigos dos taxistas estiveram presentes no encerramento do torneio. Depois de muitas partidas bastante disputadas e emocionantes, sagrouse campeão do torneio a equipe do SÍTIO CERCADO, ficando com o vice campeonato o time do BIOCENTRO. O destaque do torneio foi Arthur Rocha mais conhecido como Peco da equipe do SÍTIO CERCADO, foi escolhido o melhor jogador do campeonato, já o artilheiro foi Maciel Padilha da equipe do INDUSTRIAL. Parabéns aos jogadores e os organizadores do campeonato e a todos os presentes neste torneio de futebol realizado pela da Rádio Táxi Sereia. Mais um evento que mostrou organização e competência de seus idealizadores. Parabéns a todos.

Time campeão do torneio SÍTIO CERCADO.

Time vice campeão do torneio BIOCENTRO.

O goleiroJulio Correa, Maciel Padilha (artilheiro)Time Industrial, Sergio Luis Rosario, Xaxo, Reginaldo del Conti (goleiro menos vazado) Time BIOCENTRO.

Valdir Correa com trofeu de 3º lugar e seu artilheiro do campeonato Maciel Padilha, ambos do Time INDUSTRIAL.

Alexandre, Valdir Correa, Paulo Correa, Maciel Padilha, Xaxo, Carlos Henrique, Mario Junior.

Familiares, funcinários e amigos prestigiaram nas arquibancadas torcendo para as equipes.


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Mulher, Mãe e Taxista

Kelly Cristina de Andrade, 35 anos, uma batalhadora do táxi e mãe exemplar

Kelly Cristina trabalha no serviço de táxi no período da noite e está prestes a se formar em Administração de Empresas.

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er taxista não é tarefa fácil. É preciso traquejo e muitas habilidades. Entre elas, saber lidar com pessoas, ter muita paciência no trânsito, ser profissional e empreendedor, e assim por diante. Agora, imagina ser taxista e mãe ao mesmo tempo. “Pegada forte”, numa batalha diária que deixaria qualquer marmanjo de queixo caído. Então, neste mês das Mães O Jornal Bandeira UM foi conhecer a história de Kelly Cristina de Andrade, 35 anos, uma batalhadora do táxi e mãe exemplar, que não mede esforços para ser feliz ao lado dos filhos. Enquanto muitos sentam no carro e se gabam de fazer muito, Kelly vai

o colega. Com um empurrãozinho do taxista João Pinheiro acabou fazendo o curso e iniciando a carreira de taxista. E ela enche a boca para falar da profissão. Comenta que, quando ficou desempregada, buscou oportunidades na área administrativa – justamente pela questão da faculdade – mas, a faixa salarial é muito baixa. “Eu fui para o mercado de trabalho e achei um absurdo eles oferecerem para quem é quase formada, com inglês intermediário, um salário de mil reais, de mil e trezentos, que foi o máximo que eu achei”, enfatiza. “É o que eu falo, tem gente que se engana pensando: coitado do taxista que ganha uma miséria. Mas, não é bem assim. A gente ganha um salário razoável.” Por isso ela não pensa em deixar a boleia e nem o período da noite no qual trabalha. Kelly diz que o trabalho à noite é perfeito. Não tem trânsito e a

demanda não é ruim. “Eu nunca me vi como dona de casa. Eu sempre trabalhei fora, desde os 16 anos. Eu não me vejo dentro de casa só cuidando de filhos. Eu me vejo trabalhando, fazendo os dois”, frisa. E segundo a colega, a mulher tira de letra as dificuldades do trabalho e da vida. “Eu faço faculdade, eu cuido de dois filhos e ainda trabalho na rua”, emenda. E deixa a mensagem: “Não vou falar que é fácil. É cansativo, porque é bem puxado. Mas, não é impossível, pois eu faço”, frisa. Orgulho da casa E a característica guerreira de Kelly é motivo de orgulho dos filhos. A vida corrida que a mãe leva não atrapalha em nada a rotina da família. A não ser pela falta de tempo. Contudo, eles dão o jeito e são felizes. Aliás, felizes e muito bem educados os adolescentes. Se alguém pensa que o modelo de mulher

Fotos e matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

que trabalha à noite afetaria na educação dos filhos; engana-se e terá que rever os conceitos. Leonardo de Andrade, 14 anos e Tayná de Andrade Frezza, de 11 anos, são bonitos de ver. Os filhos, orgulhosos da mãe que Deus deu, tecem elogios. Não reclamam de terem de ajudar nos afazeres da casa, de terem que ser mais independentes e mais responsáveis. “Ajudar é o mínimo que a gente faz”, diz Leonardo em relação à ajuda que dá pra mãe enquanto ela descansa. “Ela faz tanto pela gente temos que fazer algo por ela.” Os filhos têm na mãe um exemplo de pessoa batalhadora. Daquelas pessoas que saem de casa em busca do melhor para si e para os filhos. Orgulho da casa. “Sinto orgulho por tudo que ela faz, por tudo que ela faz pela gente. Eu amo muito ela”, presenteia o filho Leonardo enquanto a irmã se prepara para ir para escola.

além – bem mais além. Trabalha no serviço de táxi no período da noite na boleia do carro 312, está prestes a se formar em Administração, também fala inglês; pois adquiriu numa experiência fora do país, cuida e educa um casal de filhos. Ah, sem esquecer-se de dar aquela garibadinha na casa e cuidar de si. A história de Kelly no táxi começa nos bastidores da Rádio Táxi Sereia. Ao retornar da Inglaterra, onde trabalhou num restaurante, iniciou atividade como telefonista da central. Em seguida foi para a área administrativa e por influência do irmão e do amigo Jean, arriscou ir para as ruas. Kelly Cristina de Andrade, não mede esforços para ser feliz ao lado dos filhos “Porque não tenta”, dizia Leonardo e Tayná.


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Táxis de Curitiba devem ter câmeras e ar-condicionado, diz projeto de lei Um projeto de Lei ordinária que tramita na Câmara de Vereadores de Curitiba propõe a instalação de câmeras de segurança (filmagem) e equipamento de ar-condicionado no interior dos táxis de Curitiba. Os itens não são obrigatórios segundo a lei que regulamenta a função (13.957/12). A proposta é do jovem Vereador Tiago Gevert (PSC) e tem como objetivo a segurança do taxista e dos passageiros. Para Gevert, a instalação das câmeras e a gravação de imagens do interior dos veículos inibirão assaltos aos taxistas e proporcionará mais conforto aos passageiros – ar-condicionado. Vereador Tiago Gevert (PSC) preocupado com a segurança e “Vemos com frequência a vida dos taxistas. nos noticiários que muitos

Foto e Matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

pais de família (taxistas) acabam perdendo a vida ao serem assaltados durante a corrida. A câmera não vai apenas inibir a ação dos bandidos, como também vai ajudar a polícia na elucidação de crimes”, destaca. A ideia surgiu após conversa com alguns profissionais do táxi e segundo o Vereador Gevert, a sugestão foi muito bem vista pelos taxistas. “Com quem eu conversei, foi muito baixo a porcentagem de rejeição”, frisou.

a cargo dos órgãos competentes. Ou seja, a parte técnica de viabilização das câmeras ficaria por conta da Urbs. “O único interesse do projeto é a segurança do trabalhador”, destaca Gevert. Uma prerrogativa do vereador é que, de forma alguma, haja qualquer custo para os taxistas. Segundo ele, as câmeras seriam subsidiadas pelo poder municipal.

Apreciação A proposta ainda preciQuem paga a conta sa passar pela Comissão Tiago Gevert diz que Legislativa e depois segue a segurança do taxista é para o debate no Plenáuma obrigação do poder rio e por fim sanção da público. Dessa forma o prefeitura. Caso vire lei, o projeto (custeio, instala- projeto começa a valer 120 ção, regulamentação) fica dias após a sanção.


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Dicas para ter um sorriso bonito

O Jornal Bandeira UM colocou a questão em pauta e foi ouvir um dentista que entende do assunto última escovação do dia seja a melhor”, diz.

um lavabo para escovar os dentes é usar enxaguatórios bucais. Antisséptico bucal ajuda a prevenir a Coma maça Você já ouviu falar em formação de cáries e o “alimentos detergentes”. mau hálito. Blum salienta Pois é, eles existem e aju- que a escovação é a verdam na limpeza bucal. De dadeira limpeza, mas na acordo com Marcos Blum, impossibilidade vale o uso alimentos à base de fibras do antisséptico. E não há ajudam a eliminar resíduos gerados durante a alimentação. Por isso, complemente a Segundo o dentista Marco Blum, cuidar da saúde bucal é tão alimentação com frutas importante quanto os cuidados com outras partes do corpo. como a maçã, o kiwi, Atividade diária Cuidar da saúde bupera, melancia e leguPrimeiramente é preci- mes: pepino, cenoura, cal é tão importante quanto os cuidados com so salientar que a higiene entre outros. outras partes do corpo. bucal passa por hábitos e E a higienização bucal é rotinas simples como uma Abuse do fio dental o melhor caminho para escovação correta, uso Não há desculpa ter uma boca e dentes do fio dental, antisséptico, para não ter no táxi uma s a u d á v e i s . P o r é m , o consulta de um dentista re- caixinha de fio dental. O A maçã é um dos alimentos que taxista que trabalha na gularmente, entre outros; uso é rápido e eficiente ajudam na limpeza bucal. “cidade sorriso”, enna remoção de detritos frenta uma rotina que, A melhor escovação e alimentos. Blum faz um restrições, pois os níveis muitas vezes, não faC o n s i d e r a n d o q u e , lembrete: para o taxista de flúor são normais. vorece a realização de para realizar uma boa não fazer uso do palito de Preferencialmente faça u m a e s c o v a ç ã o m a i s escovação, o taxista pre- dente. Bem, além de ser uso de enxaguatórios aprimorada. O Jornal cisa de um lugar adequa- considerado hábito não sem álcool. Bandeira UM colocou a do e nem sempre isso é muito bem visto, o palito questão em pauta e foi possível, vale a dica de pode causar ferimentos na Mau hálito ouvir quem entende do Blum para atentar-se à gengiva e retração – deiO próprio nome diz assunto. “escovação noturna”. Em xando a dentina exposta. tudo: “mau” hálito. E ninA orientação fica por casa, antes de dormir, “O palito de dente não faz guém merece ter que baconta do cirurgião-den- gaste bons minutos com uma limpeza correta, ele ter um papo e encarar o tista Marco Antonio Blum uma escovação comple- faz agredindo”, reforça. mau cheiro. Blum explica (CRO-PR 10528) que dá ta – escova, fio dental, que o mau hálito pode algumas dicas para quem enxaguatório, limpeza da ter origens gástricas e/ Enxágue a boca passa a maior parte do dia língua. “Se durante o dia Outro reforço para quem ou ligadas à má higiene na rua e quer ficar em dia ele não tem tempo ou local não tem muito tempo ou bucal. A maior parte é em com a higiene oral disponível, então que a não conseguiu descolar função gástrica derivadas

Fotos e Matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

de uma hérnia ou mesmo grandes períodos prolongados sem alimentação. Porém, a falta de cuidados na boca proporciona o inconveniente. No que tange a alimentação, Blum sugere não ingerir muita pimenta (condimentos). Em relação à boca e dentes é bom evitar dentes quebrados, cáries, próteses mal adaptadas – que podem reter alimentos e gerar halitose. Faça a limpeza do dorso da língua com a escova ou raspadores.

Outras dicas Por fim, Marco Blum reforça que o próprio taxista (não só o taxista, mas todos) devem fazer um autoexame da boca e identificar os problemas e assim já ir realizando uma limpeza especifica naquele local. Outra dica é atentar ao tipo de escova. Ele aconselha o uso de escovas de cabeça pequena e cerdas macias e retas – tipo 35 ou 40 – que são ótimas para limpeza de dentes mais ao fundo da boca e não agridem. “Escova não é força, é jeito”, enfatiza. Além disso, procure fazer visitas periódicas ao dentista.


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Taxistas já elegeram um vereador em Curitiba Hasiel Pereira elegeu-se no ano de 82 para representar a classe

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ocê sabia que um taxista já representou a categoria na Câmara Municipal de Curitiba? S i m , h o u v e um profissional que emergiu do seio da classe e legislou pelos colegas no meio político de Curitiba. Hasiel Pereira foi o único taxista de Curitiba a ocupar uma vaga de vereador na “Casa do Povo”. O mandato ocorreu na legislatura da década de 1980. Na época, José Richa era o governador e Maurício Fruet, o prefeito. De acordo com Hasiel, que trabalhou 8 anos como taxista nas ruas da

ratear a compra de ve- eleger a deputada Dr. ículos e equipamentos Clair da Flora Martins – para os taxistas. Além primeira mulher a elegerdisso, também atuou em se deputada federal no prol da comunidade na Paraná. representatividade de algumas associações de Perfil bairro. Hasiel da Silva Pereira Daquele tempo, o ta- Filho, 64 anos. Natural xista que virou vereador de Salvador (Bahia). Canão se queixa e ressalta sado, pai de três filhos. ter feito sua obrigação Escolheu como partido no cargo que ocupou. o PMDB, no qual sem“Tenho boa recordação”, pre foi filiado. Trabalhou Feitos Hasiel legislou em prol diz. “Foi uma época mui- como taxista em Curide toda sociedade. Mas, os to ativa da minha vida.” tiba por 8 anos com o A reeleição não veio carro 1123. Elegeu-se taxistas foram agraciados com projetos específicos em 1988, o que levou vereador e exerceu em como a bandeira 2, à partir Hasiel a não tentar mais. 1 /2 /1 9 8 3 . A tu a l m e n te das 20 horas, aos sába- Preferiu trabalhar nos trabalha como assessor dos à partir das 13 horas, bastidores. Aproveitou a parlamentar na câmara vínculo empregatício – e experiência para ajudar de Curitiba. nesse ponto ele fala orgulhoso, pois se trata de uma lei exclusiva de Curitiba. “No resto do país, todos são auxiliares”, diz. E não parou por aí. Hasiel foi o responsável pela ampliação dos pontos livres no anel central – em seu mandato foram criadas 300 vagas. Estipulou vida útil para o táxi, entre outras deliberações. Criou a cooperativa dos taxistas autônomos com o objetivo de ba- Hasiel Pereira, hoje trabalha como assessor parlametar. nas vias estudantis e sindicais. Contudo, o passo para a função de vereador aconteceu na somatória de trabalhos exercidos na Associação dos taxistas de Curitiba. Função no qual lutava e reivindicava melhorias para os profissionais. “Por isso fui eleito”, pondera.

Hasiel da Silva Pereira Filho, 64 anos, casado e pai de três filhos.

capital, o envolvimento na política aconteceu naturalmente. “Sempre fiz política, na minha vida

Na época um santinho politico do candidato Hasiel Pereira.

toda”, ressalta. Ele diz que atuou politicamente

Fotos e Matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz


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Presidente do Sindicato dos Taxistas é contrário à liberação de novas placas

Fotos e Matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

Challus defende uma distribuição gradual das novas concessões de muitas placas. Para ele, não haverá tempo de adequação no mercado e ocorrerá desestabilização da demanda. O reflexo direto é que os rendimentos (de permissionários ou auxiliares) serão reduzidos. Por isso ele defende uma distribuição gradual – ou seja, pelo menos em duas etapas. Um pouco agora para dar tempo de adequação e daqui a 2 Segundo Challus, Presidente do Sicaprev o desinteresse anos uma nova liberação. permeia o assunto liberação de licenças. Inclusive, com debate ouco mais de um o assunto vem causando para ver se há uma real necessidade. ano se passou da no seio da categoria. aprovação da lei Challus é direto ao que rege o serviço de táxi ponto quando o assunto é Teoria do terror em Curitiba e o debate liberação dos novos táxis “A Gazeta do Povo e sobre alguns pontos ain- em Curitiba. Há muito blá- RPC estão trabalhando da rende comentários. Há blá-blá e pouco debate, em cima de uma teoria quem diga que, nunca na pouco aprofundamento de Maquiavel”, reclama história de Curitiba o deba- do assunto, desinteresse Challus. “Eles querem te sobre o sistema esteve e muito senso comum. desestabilizar o serviço tão inflamado na boca de Não adianta solicitar mais de transporte e criando taxistas e interessados carros e não observar as um imbróglio entre a cacomo agora. consequências diretas que tegoria.” Em meio às divergên- a categoria sofrerá. Segundo Challus, eles cias acerca da liberação desconsideram o trabalho das novas placas, o Predas vans no transporte e Mais carros, menos sidente do Sindicato Interque isso tira o passageiro dinheiro municipal dos Condutores No entendimento de do taxista. “Não consta Autônomos de Veículos Challus, o aspecto econô- no relatório da Gazeta Rodoviários do Estado do mico não está sendo ob- que existe mil vans para Paraná (Sicaprev), Pedro servado e os profissionais o transporte remunerado Challus, conversou com a sairão no prejuízo financei- de passageiros para freequipe do Jornal Bandeira ro. Caso haja a liberação tamento”, ironiza. UM e aproveitou para fazer direta das 748 licenças, o Ou seja, para o prealguns apontamentos so- inchaço será inevitável. sidente do Sicaprev há bre o assunto. Entre eles: Segundo Challus, o muita pressão, muita poa questão econômica que serviço de táxi em Curitiba lêmica, mas pouca conenvolve a liberação das é peculiar e bem diferente sideração com os profisconcessões, a falta de de outras capitais no qual sionais que já atuam no interesse em aprofundar o fluxo de turismo é grande mercado equilibrado e o assunto, politicagem, e favorável aos taxistas. instável. Inclusive, ele cita pressão por parte da im- Esse e outros fatores pe- os próprios eventos do prensa e o imbróglio que sam contra a liberação grupo no qual há vans e

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transporte contratados em detrimento do taxista. “Os taxistas estão totalmente perdidos, cria-se uma polêmica”, diz. “Tem até sindicato ilegal exercendo atividade na praça, falando em nome da categoria, criando expectativa de que vai soltar mil placas ou 2 mil placas. Isso é um absurdo!” Challus avalia que antes dessa liberação é preciso estudar a viabilidade da questão. A liberação de mais carros é tão pouco estudada que fala-se tanto de mobilidade, mas sequer pararam para pensar que esses carros estarão nas ruas e no anel central. “Primeiro precisamos criar condições para estacionar esses carros”, diz ele em relação à questão dos pontos necessários para receber esses carros. “Não adianta inflar Curitiba com mil táxis e não ter onde pôr esses carros.”

Copa O argumento Copa do Mundo não ajuda muita coisa, segundo Challus. Para ele, Curitiba, como uma sub-sede, vai promover 3 ou 4 jogos (na melhor das hipóteses) e em alguns dias tudo acaba. “O que esses táxis sugeridos pela imprensa vão fazer após a Copa”, questiona.

Desinteresse O desinteresse permeia o assunto liberação de licenças. Fazer algo responsável em prol de todos não está nos planos. De acordo com Challus a coisa está tão a esmo, que nem as rádios estão interessadas em se envolver no assunto novas permissões. Na via contrária está o sindicato (aqui o do Challus). Segundo Challus, a entidade conversa com a categoria, empresas, lideranças e busca um entendimento e consenso para beneficiar a todos.

Equanto isso, taxistas aguardam a liberação de novas placas.


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Campanha "Quero Mais Táxi já", ganha apoio dos curitibanos

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ma campanha veiculada por meio de outdoors pede mais táxi para Curitiba. Os painéis, instalados em vários locais de Curitiba (como o da Rua Hugo Simas, no bairro Bom Retiro) diz que a cidade não pode mais esperar a prefeitura liberar as licenças. Uma alusão à demora na liberação de concessões deliberadas no projeto que regulamenta o serviço na capital. Assinada pela Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas do Paraná (Abrabar), além da Confederação Nacional de Turismo e pelo Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação, a campanha faz parte do “Movimento

Foto e Matéria: André Rodrigues / Fernando Cruz

que a reclamação por falta outros estados – no caso painéis e o presidente da Quero Mais Táxi Já”. A campanha objetiva de táxi não é só dos cario- os curitibanos. Na repor- Abrapar, Fábio Aguayo, chamar a atenção para a cas, mas uma queixa de tagem, foi mencionado os cede entrevista. falta de táxi na capital e dessa forma pressionar o poder público para a liberação. Ao todo foram 15 outdoors instalados nas ruas da cidade. Mas, a campanha também circula pela internet e redes sociais, principalmente o Facebook. Destaque A campanha ganhou destaque em vários veículos de imprensa da capital e região – inclusive, o jornal Bandeira UM noticiou em destaque o mote da publicidade. O assunto ganhou pauta no jornal Bom Dia Brasil. A apresentadora ressaltou

O Detran agilizou o processo de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A partir de agora, o motorista receberá em casa uma carta, cerca de 10 dias antes do vencimento da carteira, com orientações sobre o procedimento. São três tipos de cartas: Renovação Automática: Juntamente com a carta, você receberá uma guia de pagamento pelo serviço de renovação. Basta efetuar o pagamento, em qualquer agência do Banco do Brasil (ou pelo site do BB, se for correntista), e acessar o endereço eletrônico que consta na carta. Pela internet, você agendará o exame médico. Se for aprovado no exame, sua renovação será

Os painéis estão distribuídos em vários pontos na cidade de Curitiba.

Renovação da carteira

automaticamente realizada e a carteira será expedida e enviada pelo correio, com a foto e a digital atuais. Aviso de Impossibilidade de Renovação: Esta carta é enviada aos motoristas que estão impossibilitados de renovar a carteira, por força de lei. Entre os motivos mais comuns, estão os casos de carteira cassada, de motorista com direito de dirigir suspenso ou que precisa passar por um Curso de Reciclagem. Observe o motivo descrito na carta e entre em contato com o Detran para saber como proceder. Aviso de Vencimento: Neste caso, você não está impedido de renovar a carteira, mas terá que

comparecer pessoalmente, para coletar nova biometria e foto. Segundo o Detran, de tempos em tempos, todos os motoristas serão selecionados para atualizar essas informações. Caso queira adiantar o processo, o motorista pode preencher os dados pela internet e quitar a guia de pagamento antes de ir ao Detran. E se minha carta não chegar? Caso sua carteira já tenha vencido e você não recebeu nenhuma carta, compareça ao Detran com sua carteira de identidade, CPF e CNH para efetuar a renovação presencial. É possível que a carta tenha sido extraviada ou tenha ocorrido alguma mudança de endereço.

Dra. Sonia Inglat é advogada especialista em trânsito e apresentadora do quadro “Dicas de Trânsito” do Programa 190. soniainglat@yahoo.com.br - Twitter @soniainglat


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