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| Campos dos Goytacazes, Novembro/2011 |

O futuro do NF passa pela Baixada com a Translitorânea Futura rodovia vai interligar três grandes complexos industriais O desenvolvimento do Norte Fluminense passa pela Baixada Campista. É entre o litoral da região onde serão instalados três grandes complexos logísticos e industriais, no Açu, Farol-Barra do Furado e Presidente Kennedy (ES) na divisa entre o Rio e o Espírito Santo. O projeto de construção da Rodovia Translitorânea, que cortará a Baixada e outros municípios, interligando Macaé ao município capixaba, se impõe como uma necessidade inadiável que servirá para integrar os três polos de desenvolvimento à indústria do petróleo em Macaé. Com a futura rodovia, cujo projeto prevê a montagem de uma Parceria Público-Privada

(PPP), o desenvolvimento se alastrará pelo litoral campista, que compreende a Baixada Campista, mais ainda os municípios de Macaé, Carapebus, Quissamã, São João da Barra e São Francisco do Itabapoana, com a instalação estabelecimentos comerciais postos de gasolina, borracharias, bares, lanchonetes, restaurantes, churrascarias e outros setores de prestação de serviços. O engenheiro Renato Alves Teixeira, autor do projeto da Translitorânea, cujos direitos autorais foram registrados no Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura, justifica a necessidade da rodovia numa região que caminha para um processo de desen-

volvimento irreversível e carece de infraestrutura de logística que permita o acesso de pessoas aos locais de trabalho e o tráfego de veículos a esses pólos de carga e descarga de mercadorias, de modo a se evitar gargalos no trânsito pelas áreas urbanas desses municípios. No último dia 20 de outubro, num debate promovido pela Uenf e Cidac, na sede regional da Firjan, o engenheiro discorreu sobre o tema “Utilização da Teoria das Opções Reais em Concessões de Rodovias”, tendo como foco o projeto da Rodovia Translitorânea. Renato Teixeira prenuncia elevados índices de crescimento de tal ordem que já antecipa

uma conurbação que num futuro próximo pode ser denominada de Região Metropolitana do Petróleo. “Não há dúvidas que esse é o destino virtuoso deste litoral, com a Baixada Campista despontando como uma área importante da futura Região Metropolitana do Petróleo. É perto dali onde se concentra a maioria das plataformas de petróleo

da Bacia de Campos. É na Baixada onde fica situado o heliporto, o futuro aeroporto a ser construído pela Petrobras... Enfim, uma região com enormes perspectivas de desenvolvimento”, concluiu. Teixeira acentua que a concretização da Rodovia Translitorânea depende a conclusão da obra da ponte João Figueiredo, sobre o Rio Paraíba do Sul, ligando

o centro São João da Barra a Praia de Gargaú, no município de São Francisco de Itabapoana. ´”E uma outra obra importante, já prevista neste mesmo projeto da Translitorânea, e que terá papel importante não apenas para o desenvolvimento da logística industrial como para o turismo, inteligando todas as praias daquela região com o Farol de São Tomé”, finalizou.

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