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REVISTA MENSUAL GRATUITA - AÑO 5 - 2011 - SEPTIEMBRE Nº50

Helena Osório

Os libros estão nas librerías para serem emprestados

La Fundación Cuña-Casabella Inaugura novo local en Pontevedra

Clara de Saá

Conductora do programa “Vivir en igualdade” na Radio Galega


Restaurante MOSCÓN

Alférez Barreiro 2 / Tl. 986 355 008 BAIONA


EDITA - Masque2 REDACCIÓN ADMINISTRACIÓN PUBLICIDAD Río Umia 22-7º C - A POIO (Pontevedra) CONTACTAR 698 173 669 bahiasur@mundo-r.com web: www.bahiadixital.com DISEÑO MAQUETACIÓN Carmen Carreiro REDACCIÓN Basilio Aberastain COLABORACIÓN Vicente Montejano Pedro Villamarín Amandio Rodrigues Salvador Rajó José Antonio Avión Garrido Juan Carlos Cambas M.Isabel Rodríguez Badoila FOTOS P. 40,42,43 - María Muiña P. 14 - Natalia Espinosa Salgado FOTO PORTADA: Salvador Rajó

CONTENIDOS PAG4/5/6/7/.:Helena Osório PAG10/11/12/13.:Primer Plano PAG1:Joyas Octubre 2011 PAG16.:Premios literarios PAG18.:Dublín Contemporary PAG.20/21.:F. Cuña-Casabella PAG22.:Manobras no Porto PAG24/25/26/27.: Las Médulas PAG28.: El Chad PAG29.:Clara de Saá PAG30: Tempo de lectura PAG31.: Axenda PAG32.: Patricia Moon PAG34/35.: Salud PAG36.: Amadio Rodrigues PAG38/39.: Pedro Villamarín PAG40/42/43: T. Príncipe Asturias PAG44/45: Aceba PAG46:Reloj de Arena PAG47: Cabaleiros de Santiago

TRADUCCIÓN Galego/Portugés Paula Pereira Carreiro

IMPRIME Gráficas Anduriña DEPÓSITO LEGAL VG - 813 - 2007 Non nos facemos responsables de calquera opinión, artígo ou entrevista dos nosos colaboradores.

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Helena Osório Doutoranda en Historia da Arte Portuguesa e mestre en Artes Decorativas, docente do grupo Artes Visuais, jornalista Freelancer, dende Setembro de 1989 ata a actualidade ten sido colaboradora das revistas Exame (1991/96, 2011), Vela & Naútica (1991/92), Artes & Leilões (1998/99, 2007/08), Elle, Marie Claire, Rotas & Destinos (1994/96), City (1998/99), Executiva (2000/01), Arquitectura & Construção (2000/03, 2006/08), Casa Cláudia (incluindo Edições Especiais de Cozinha e Casa de Banho, e Ideias, 2000/08; texto e produção 2004/07), Casas de Portugal (2000/09), Espaços (2003/04),Visão (2004/09), CARAS Decoração e Flash! (texto e produção, 2004/05), Ed. Pessoas, Ideias e Negócios e Wine Passion (2006), Gingko (2008), História (2006/07), Sol, Essencial e Tabu (2006/08), MGI Magazine e Valores (2007/08), Pais & Filhos (2007/08), Casas de Madeira (2008/10); Coordenadora de Moda (produção e texto) da revista Encontro do jornal Comércio do Porto (1989/92); Redactora das revistas Casa Cláudia (reportagens sazonais a feiras internacionais de Colónia, Frankfurt, Madrid, Milão, Paris e Veneza, Lisboa 1990/2000) e CARAS (Funções Alargadas à Coordenação da CARAS Porto, 2000/02) e da revista BOMBART da qual foi mentora e coordenadora editorial con a designer Susana Leão Machado e a Galeria Projecto Cerveira Artes. Helena Osório, anda agora inmersa na literatura e a plástica portuguesa, e ven de publicar trés títulos para os máis cativos; O grande feiticeiro amarelo, Nun tempo en que os animais falan, e Viagens de José pelo mundo dos sonhos.


De jornalista Freelancer a historias infantis, como se produze este cambio e que lhe está a aportar? A vida é um fio condutor onde tudo faz sentido, mas só o percebemos mais tarde. Sempre fui pensadora com um olhar diferente e sempre me dei com pessoas mais velhas que ouvia atentamente para aprender os seus ensinamentos. Claro que a sensibilidade apura a curiosidade e a imaginação leva-nos mais longe. Eu nasci no paraíso que se transformou no inferno quando vivi um ano debaixo de fogo em Luanda. O choque e a mudança para um país tão diferente como Portugal amadureceu-me muito cedo e criou dentro de mim um pequeno Eu especial que me sussurra aquilo que escrevo desde os 8 anos. Encenava algumas dessas A vida é um histórias que escrevia à mão em cadernos fío condutor A4, ilustradas com desenhos meus, juntamente com os irmãos e amigos no sótão de onde tudo faz uma casa antiga na Foz do Douro – a qual sentido foi destruída com o crescimento de um hotel. Tinha vista para o castelo e para o mar. Foi a casa onde mais sonhei! Apenas deixei de escrever diários quando nasceram os filhos, reinventando os velhos contos de menina para lhes contar de luz apagada antes de adormecerem. Fiz uma viagem de regresso à infancia, misturando a realidade com a ficção e criando contos que abrem caminhos para os bons sentimentos e sempre educando na arte. Não são moralistas, mas moralizam pois sensibilizo para um mundo melhor com respeito pela diferença. O jornalismo acompanha-me desde os 21 e absorveu-me durante 13 anos em redacção e em simultâneo com o trabalho de freelancer. Com os filhos tudo mudou! Basicamente, vivo para eles. Os seus livros estão ilustrados por artistas plásticos portugueses, é este um jeito de introduzir ás crianças na literatura e na arte? Sim. Os livros são sempre ilustrados por grandes artistas portugueses que me apoiam por se identificarem com o projecto (penso), uma vez que relaciono os contos com a sua obra e/ ou vida. Admiro-os como uma espécie de deuses e, esse, parece-me um olhar de criança que, segundo os meus filhos, mantenho. O design é de Susana Leão Machado. Estão a ser apresentados os livros nas escolas? Como sou recebidos pelas crianças? Disponibilizo-me e tenho apresentado os livros em escolas de Ponte da Barca, Barcelos, Braga, Murça, Porto, Estarreja, Cascais que me recebem com muito calor, representando as minhas histórias com recurso a outras artes como a música, o teatro, o vídeo. Costuma dizer-se que as crianças são o melhor do mundo e é verdade. Para além das escolas e outras instituições onde os artistas expoem, faço apresentações de Norte a Sul em livrarias como a Almedina, Barata/ Leya, Bulhosa/ Leitura, 100ª Página, El Corte Inglés, Fnac, Index, Ler Devagar, entre outras. Até agora tem publicados cinco títulos, pensa seguir no mundo infantil ou tem previsto alguma outra obra de corte diferente? Pretendo sim continuar a publicar livros de literatura infanto-juvenil, apesar de me interessar muito por figuras femininas da História e de pensar debruçar-me um dia sobre elas. Em finais de Dezembro, entrego a tese de doutoramento com base na literatura de viagem que gostaria muito de publicar. A tese de mestrado sobre ambientes de casas nobres do norte de Portugal também aguarda edição. São livros caros e pouco comerciais por isso as universidades escondem tantos trabalhos científicos maravilhosos que, infelizmente, não chegam a todos.

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Conto com participações em alguns livros a propósito de artes decorativas e com cinco títulos publicados na área da literatura infanto-juvenil: dos 8 aos 80 com pintura de Graça Morais e Paula Rego e com ilustração de Armanda Passos, Emília Nadal, Graça Martins e Gracinda Candeias (seis histórias poéticas para os mais novos lerem aos mais velhos); a árvore que falava. o menino do deserto com desenhos do escultor Paulo Neves (dois contos que ficam de pernas para o ar por terem duas capas e que falam da viagem de um menino que se completa com o livro de José); grande feiticeiro amarelo com ilustração de Júlio Resende (um conto sobre as mulheres de Goa cobiçadas por um cavaleiro, dono da grande muralha da China, de 1001 cavalos brancos e de 1001 escravos, que deixa tudo por um sorriso que o faz feliz); num tempo em que os animais falam com ilustração de Gracinda Candeias (contos para dramatizar que misturam crianças do campo e da cidade, animais domésticos e selvagens, numa quinta de linho azul onde todos se unem pelos bons tratos); viagens de José pelo mundo dos sonhos com pintura de Armando Alves e José de Guimarães e com ilustração de António Barros (juntamente com um menino de 5 anos), Paulo Neves e Rui Paiva (cinco contos em torno dos continentes e da mitologia dos povos, com mapa mundi). A recaudação das três obras que está a apresentar, vai destinada a Tomás Hugo Mendonça. Conte-nos a história desta criança e como está a responder a gente? Sim. Metade das vendas reverte a favor da causa do Tomás que nasceu sem uma mão e cujo sofrimento dele e da familia pode ser minimizado com uma artificial que é dispendiosa. Não é fácil ser diferente num mundo em que tudo é tema de chacota por isso as pessoas são cada vez mais arrogantes. Na prepotência escondem as fraquezas e julgam-se melhores e mais protegidas. Este é um acto de coragem dos pais do Tomás que expoem a sua familia, mostrando que se pode ser feliz sem uma mão ou sem um olho se houver amor e união. Obviamente, ninguém fica indiferente (parece-me). Se bem que os Portugueses sejam normalmente generosos e preservem ainda muitos valores nobres. A crise económica afecta a merca de livros, ou lesse máis para fugir dos problemas? Afecta, mas os livros estão nas bibliotecas para serem emprestados e eu ofereço a quem tem necessidade. O mesmo deve acontecer com outros autores. Tenho oferecido o livro Viagens de José pelo mundo dos sonhos a muitos alunos que se deparam com a morte de um avô ou de outro ente querido. José fica sem o avô e as saudades levam-no a viajar pelas suas lendas em torno da mitología dos 5 Os libros continentes. Provavelmente, com a esperança estão nas de encontrar um deus que faça o milagre. Quando regressa à sua floresta no norte de bibliotecas Portugal, reencontra o avô e descobre que o para serem verdadeiro amor é eterno porque vive para sempre dentro de nós. Eu nunca escrevo que o emprestados avô morre, mas sentimos que ele partiu para outro mundo de onde pode voltar com a vontade e com o pensamento. Tem previsto divulgar o seus trabalhos na Galiza? Gostaria muito até porque me identifico com o Galego que é a raíz da Língua Portuguesa hoje tão maltratada. Estou aberta a propostas, mas não tenho contactos nem na Galiza nem noutra região de Espanha. Pensa que aproveitamos de jeito correto a nossa cultura comum para compartir creatividade e economía?Esta revista é exemplo disso e louvo-vos pela iniciativa, mas podíamos fazer mais.


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Aí sinto que os Portugueses são mais avessos à cultura. Que novos projectos tem em marcha? Este mês de Setembro lanço o sexto título, quem chama pela fada do galo preto?, com três contos sobre uma menina africana, uma fada e um galo de Barcelos (símbolo de Portugal) que se preocupam muito com os dentes. Estranhamente, o galo também tem dentes – o tal galo que salvou o peregrino galego da morte, em viagem para Santiago de Compustela. Eu baralho tudo com a varinha de condão que é a pena e conto de forma diferente para puxar pela imaginação das crianças. O livro é ilustrado pela pintora Emília Nadal, presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes que participou no meu primeiro livro. 8

Para Outubro ou Novembro, projecto publicar outro novo livro, Duendes, elfos e gnomos para adormecer sem medo, com sete contos onde relembro tradições esquecidas ligadas à época de Natal. Os artistas convidados são Álvaro Siza, Dulce Barata Feyo, Eduardo Nery, Fernando Veloso, Júlia Pintão, Margarida Leão/ Henrique Silva e Mide Plácido que trabalham (ou não) com crianças de todas as idades. Foram os primeiros contos que escrevi para os meus filhos, em 2002, e já foram ilustrados por alunos da Escola Francesa do Porto. Em todos eles há sempre algo de mim e da minha vida. Carmen Carreiro


Hace veinticinco años, en el verano de 1986, Helados Gamela abría sus puertas en Baiona, su privilegiada situación, y la calidad de sus productos lo convirtieron en un punto de referencia, en una visita casi obligada para turistas y gente propias del lugar. Veinticinco años y miles de cucuruchos después Helados Gamela abre un nuevo local donde además del producto estrella de toda la vida, los característicos helados artesanos, llama la atención la aparición de nuevos conceptos como el Frozen Yoghurt, el Smoothie o el Frappé, productos que han conquistado a los consumidores de Estados Unidos o Italia, por poner algunos ejemplos, y que ya están a la disposición de los consumidores baioneses. Situada en el centro de la calle Elduayen y a escasos metros de la Carabela La Pinta y la heladería de toda la vida, la Yogurtería – Heladería Gamela se convertirá en un lugar al que acudir en las calurosas tardes de verano.

C/ Elduayen 8 - 10 - Telf. 986 356 718- BAIONA


Primer Plano Como cada año por estas fechas, nos complace informaros de las apelículas que se presentan en el marco de la 59 edición del Festival de San Sebastián-Donostia Zinemaldia que tendrá lugar entre los días 16 y 24 de septiembre. KISEKI (MILAGRO) Hirokazu Kore-eda, considerado como uno de los directores más prestigiosos del actual cine japonés, presenta por cuarta vez en San Sebastián, su último trabajo titulado Kiseki (Milagro). Sus películas After Life, Hana, y Still Walking compitieron por la Concha de Oro en anteriores ediciones mientras que títulos como Distance y Nadie asabe, lo han hecho en el festival de Cannes. Sinopsis: Koichi, de 12 años, vive con su madre y sus abuelos en Kagoshima, al sur de la región de Kyushu. Su hermano pequeño vive con su padre en Hakata, al norte de Kyushu. El divorcio de sus padres les ha separado, pero Koichi solo desea que vuelvan a estar juntos. Cuando se entera de que un tren bala unirá las dos ciudades, empieza a creer que ocurrirá un milagro en el momento en que los dos trenes se crucen a toda velocidad. EL CAIRO 678 muestra una inquietante verosimilitud al desvelar la historia de tres mujeres de diferente clase social que se unen en su búsqueda de la justicia ante la difícil situación que a diario provoca el acoso sexual en Egipto. “Fayza” (interpretada por Bushra), una conservadora madre de dos hijos, lucha por encontrar justicia real mientras en el otro extremo de la ciudad “Seba” (interpretada por Nelli Karim), una adinerada diseñadora de joyas víctima del ataque de una banda, enseña a otras mujeres a defenderse de estos actos. Por su parte, “Nelly” (interpretada por Nahed El Seba’i), monologuista aficionada, sufre la 10


condena de todo el país por ser la primera egipcia en presentar una demanda por acoso sexual. Una de ellas decide tomar cartas en el asunto y surge como un héroe fantasmal que apuñala a los acosadores en la ingle. Posteriormente se unirán a ella las otras dos mujeres que la convierten en su ídolo al darse cuenta de que esos actos violentos pueden cambiar las cosas. “Essam”, un apático investigador, se hará cargo del caso de los apuñalamientos, que ha causado un gran revuelo en El Cairo y finalmente dará con este trío justiciero. Las mujeres entablan una discusión de la que surge un sorprendente choque de opiniones sobre el acoso sexual, que revela el rencor clasista subyacente. Nelly se ve presionada por su familia para que retire la demanda y se encuentra en un callejón sin salida al tener que elegir entre su prometido y la justicia. Entretanto, el inesperado nacimiento de la primera hija de Essam provoca un cambio en su actitud hacia las mujeres y hacia el caso. El largometraje El Cairo 678 ofrece un exhaustivo análisis de causa y efecto de esta epidemia social, que demuestra las fatales consecuencias del silencio y de la aceptación de la negación como solución, al tiempo que revela una intrigante cara oculta de Egipto que el mundo apenas ha visto. Ficha artística y técnica: Seba NELLY KARIM, Fayza BUSHRA, Nelly NAHED EL SEBAI, OMAR EL SAEDD, BASEM EL SAMRA, AHMED EL FESHAWY, MAGED EL KEDWANY Dirección: Mohamed Diab, Producción ejecutiva: Boushra, Guión: Mohamed Diab, Guión original: Basado en hechos reales, Montaje: Amr Salah, Fotografía: Ahmed Gaber, Música: Hany Adel, Sonido: Ahmed Gaber, Producción: Dollar Film – New century Production,

País: Egipto,Título en inglés: 678, Año de producción: 2010, Duración: 100 minutos, Golem Distribución, S.L. ASESINOS DE ÉLITE Thriller de acción protagonizado por Clive Owen, Jason Statham y Robert De Niro, llegará a los cines españoles el 18 de noviembre. Asesinos de élite recorre a ritmo vertiginoso el mundo entero desde Australia hasta París, pasando por Londres y Oriente Medio, siguiendo los pasos de un ex agente del servicio aéreo de élite británico (Jason Statham) obligado a abandonar su retiro para rescatar a su mentor (Robert de Niro). Para ello, deberá llevar a cabo la casi imposible misión de matar a tres asesinos implacables y a su líder (Clive Owen). Asesinos de élite está dirigida por el debutante Gary McKendry y cuenta con un potente reparto encabezado por Jason Statham (Transporter, Los mercenarios), Clive Owen (Intruders, Plan Oculto), Robert De Niro (Red Lights, Uno de los nuestros), Dominic Purcell (Lincoln en “Prison Break”),Yvonne Strahovski (Sarah Walker en “Chuck”) y Ben Mendelsohn (Animal Kingdom). Asesinos de élite (Killer Elite) se estrenará el 23 de septiembre en Estados Unidos. Sinopsis: Cuando su mentor (Robert De Niro) es secuestrado, un miembro retirado del servicio aéreo de élite británico (Jason Statham) se ve obligado a volver a la acción. Su misión: matar a tres asesinos implacables y a su líder (Clive Owen). 30 MINUTOS O MENOS Esta comedia dirigida por Rubén Fleischer (Bienvenidos a Zombieland) y producida por Ben Stiller, está protagonizada por Jesse Eisenberg (La Red Social). El argumento de la nueva comedia nos habla de dos delincuentes que, por un cúmulo de vicisitudes, secuestran a un joven que trabaja como repartidor de pizza. 11


mismo que mantiene a diario la mordaz Allison (Christina Hendricks), la mejor amiga y compañera de trabajo de Kate, y que trata de evitar a toda costa la joven Momo (Olivia Munn), la competente ayudante de Kate con fobia a los niños. Cuando Kate recibe un importante encargo que la obliga a realizar frecuentes viajes a Nueva York, Richard consigue a su vez el trabajo de sus sueños, situación que debilita el delgado hilo que mantiene unida a la pareja. Para complicar todavía más las cosas, el nuevo y encantador colega de Kate, Jack Abelhammer (Pierce Brosnan), acabará resultando una inesperada tentación para ella… CRIADAS Y SEÑORAS (THE HELP) Inspirada en Criadas y Señoras,uno de los libros más comentados de los últimos años y que alcanzó el número 1 en la lista de best-sellers del New York Times. Esta cinta presenta a Emma Stone (Rumores y mentiras) como Skeeter; a la actriz nominada al premio Oscar Viola Davis (LA DUDA) como Aibileen y a Octavia Spencer como Minny; tres muy diferentes y a la vez extraordinarias mujeres que viven en Mississippi durante la década de los 60. Todas ellas construirán una inusual amistad en torno a un secreto proyecto de escritura, que romperá las reglas sociales y pondrá su seguridad en riesgo. De esa alianza tan impensada surgirá una increíble hermandad que inculcará en todas ellas el coraje de trascender las fronteras que las definen y la comprensión de que, a veces, los límites están hechos para ser cruzados; incluso si esto significa poner a todos en el pueblo cara a cara con los nuevos tiempos que corren. Profundamente conmovedora, colmada de emoción, humor y esperanza, CRIADAS

Obligándole a robar un banco en 30 minutos o menos. Su estreno en España tendrá lugar el 21 de Octubre. TENTACIÓN EN MANHATTAN Escrita por la guionista de El diablo viste de Prada, Aline Brosh Mckenna, y retrata con humor el día a día de una ejecutiva (Sarah Jessica Parker) que vive a caballo entre Boston y Nueva York y se ve obligada a hacer malabarismos para atender a su pareja (Greg Kinnear), sus hijos y un nuevo proyecto profesional que la llevará a conocer una nueva forma de tentación: su nuevo y encantador socio (Pierce Brosnan).TENTACIÓN EN MANHATTAN está basada en la exitosa novela de Allison Pearson publicada en España con el título La vida frenética de Kate. Dirigida por Douglas McGrath (Emma de Jane Austen, Historia de un crimen) TENTACIÓN EN MANHATTAN supone el regreso a la gran pantalla de Sarah Jessica Parker acompañada por Pierce Brosnan (El escritor, El mañana nunca muere), Greg Kinnear (Pequeña Miss Sunshine, Mejor…imposible), Christina Hendricks (Joan Harris en la exitosa serie “Mad Men”), Olivia Munn (Iron Man 2), Kelsey Grammer (“Frasier”) y Jessica Szhor (Piraña 3D, “Gossip Girl”). SINOPSIS: Durante el día, Kate Reddy (Sarah Jessica Parker) se deja la piel en una firma bostoniana de gestión financiera.Al caer la noche, vuelve a casa para reencontrarse con su marido Richard (Greg Kinnear), un arquitecto que acaba de perder su trabajo, y sus dos hijos pequeños. Este precario equilibrio entre trabajo y familia es el

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Y SEÑORAS (THE HELP) es una fábula universal y atemporal acerca de la capacidad de generar cambios, además, es una mirada provocativa e inspiradora de lo que ocurre cuando los implícitos códigos de conducta de un pueblo del sur estadounidense son sacudidos por tres mujeres de coraje que inician una singular amistad. LA INVENCIÓN DE HUGO Basada en el bestseller de Brian Selznick, Hugo (Asa Butterfield- 'El niño del pijama a rayas') es un niño huérfano, relojero y ladrón que vive entre los muros de una ajetreada estación parisina de trenes. Nadie sabe de su existencia hasta que le descubre una excentrica niña, Chloe Moretz, junto a la que vivirá una increible aventura. La cinta está dirigida por Martín Scorsese. Su estreno está previsto para el 27 de enero ded 2012. Los Hombres que no Amaban a las Mujeres”, nueva adaptación cinematográfica del primer libro de la trilogía Millennium, escrita por Stieg Larsson, gran éxito de ventas internacional. LOS HOMBRES QUE NO AMABAN A LAS MUJERES Dirigida por David Fincher (“La Red Social”, “El Curioso Caso de Benjamin Button”, “Zodiac”, “La Habitación del Pánico”, “El Club de la Lucha”, “Seven”) y protagonizada por Daniel Craig (“007: Quantum of Solace”, “007: Casino Royale”, “Historia de un Crimen”, “Munich”) y Rooney Mara (“La Red Social”, “Pesadilla en Elm Street”), la película está basada en la primera novela de la trilogía que a día de hoy ha vendido 50 millones de ejemplares en 46 países, convirtiéndose en un fenómeno mundial. El guión ha sido adaptado por

Steven Zaillian (“American Ganster”, “Todos los Hombres del Rey”, “La Intérprete”, “Gangs of New York”, “La Lista de Schindler”). Millenium: Los Hombres que no Amaban a las Mujeres se estrenará en España el 13 de Enero de 2012. EL MONJE El próximo otoño tendrá lugar el estreno de EL MONJE de Dominik Moll, protagonizada por el actor francés Vincent Cassel, EL MONJE, es una adaptación de la célebre novela gótica de Matthew G. Lewis publicada en 1796. EL MONJE cuenta el destino trágico del Hermano Ambrosio en la España católica del Siglo XVII. A Vincent Cassel le acompañan en el reparto Sergi López, Geraldine Chaplin, así como los actores franceses Déborah Francois, Joséphine Japy y Catherine Monchet. Abandonado en su nacimiento a las puertas del Convento de los Capuchinos, Ambrosio (Vincent Cassel) es educado por los Hermanos. Se convierte en un predicador admirado por su fervor y temido por su intransigencia, él se cree protegido y libre de toda tentación. La llegada de un misterioso novicio removerá sus certezas y le llevará por el camino del pecado. EL MONJE es una coproducción de Morena Films y Estrategia Audiovisual (España), Diaphana Films (Francia), y ha contado con destacados profesionales en el equipo técnico, como el director de arte, Antxón Gómez; la directora de vestuario, Bina Daigeler; o el compositor Alberto Iglesias, responsable de las bandas sonoras de Los abrazos rotos, Che, el Argentino, Volver, o El jardinero fiel.

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Joya octubre 11 La exposición de joyería lider en América Latina

Con motivo de los Juegos Panamericanos 2011 próximos a celebrarse en la ciudad de Guadalajara, JOYA, siempre a la vanguardia, es Panamericana y se viste de color y gala para su LI edición, que se llevará a cabo en esta misma ciudad del 4 al 7 de octubre próximo, una semana antes de la festividad deportiva. El oro se hace presente en Jalisco, pues además de ser éste el principal productor de oro a nivel nacional, será aquí donde JOYA dé a conocer su espíritu deportivo nunca antes visto, demostrando que la calidad, la innovación y la elegancia van de la mano del esfuerzo y el coraje de los atletas. Durante esta temporada el deporte luce resplandeciente con el brillo de la variedad de piezas de joyería fina en oro, plata, relojería y gran cantidad de diseños novedosos que ofrece JOYA OCTUBRE 2011, la exposición de joyería líder en América Latina. Todos quieren alcanzar el oro, pero definitivamente es JOYA OCTUBRE 2011 quien lo obtiene, logrando combinar la celebración, el lujo, el diseño y el buen gusto característico de esta exposición, dejando claro que el deporte también tiene lugar en la joyería.

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Premio Poesía Carlos Solla, recibe o IV Premio de Poesía Victoriano Taibo

O xurado do IV Premio de Poesía Victoriano Taibo – Entidade Local de Morgadáns acordou conceder o premio que recaeu este ano en Carlos Solla, domiciliado en Pontevedra, que presentou a obra Holocausto Zacoe. O xurado do certame Vitoriano Taibo valorou a unidade e a elección temática do orixinal. O libro é unha alegoría sobre a situación do idioma e da identidade do pobo galego. A ironía e o humor son os recursos fundamentais para esquivar o desacougo tráxico que os poemas nos relatan, pois malia o sorriso que conseguen debuxar en nós, non podemos igno

Premio novela curta Mario Regueira gañador do XVIII Premio novela curta M. Lueiro Rey

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rar a realidade negativa dos seus enunciados. Holocausto Zacoe é a demostración de que a poesía é divertimento e mensaxe, un medio para reflexionar e concienciarse da realidade que nós rodea. Carlos Solla naceu en Pontevedra no ano 1971. É profesor de Lingua Galega, escritor e etnógrafo. Membro da Asociación Cultural e Ecoloxista Verbo Xido, da Terra de Montes, e do Grupo de Estudos Etnográficos Serpe Bichoca.Ten unha abundante obra ensaística e etnográficas sobre Cerdedo, o Monte do Seixo e o Río dos Gafos, entre outros e colabora en media ducia de obras colectivas. No eido da poesía ten publicados os poemarios Ras e tritongos, 2003, antoloxía poética que inclúe: Xábregho, Mel de arañas e Terras raras. Cerdedo in the Voyager I, 2004 (poesía visual). Libro de reclamacións, 2005 (poesía visual). Pan prós crocodilos, 2010. Recentemente acadou o premio Johan Carballeira co libro Koyi Kabuto. Lume de ollos MazinGZ. O certame de Poesía Victoriano Taibo – Entidade Local de Morgadáns foi creado no ano 2008 dentro de diversas accións levadas a cabo polo IEM, co patrocinio principal, aínda que non único, da Entidade Local de Morgadáns, que tiñan por obxecto renderlle unha homenaxe ao escritor, poeta e académico Victoriano Taibo, rescatalo do esquecemento no que inxustamente estaba asolagado e vinculalo definitivamente ao lugar onde por máis tempo desenvolveu o seu labor docente e cultural, a parroquia de Morgadáns.

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O pasado día10 de setembro, e convocado polo Concello do Grove e a Editorial Sotelo Blanco, deuse a coñecer a obra gañadora do Premio Manuel Lueiro Rey de Novela Curta 2011. O xurado, composto por Armando Requeixo, Manuel Quintáns, Francisco Martínez Bouzas, Ánxela Gracián e mais Chelo Suárez, esta última en calidade de gañadora da anterior convocatoria do galardón, decidiu, por unanimidade, outorgar o premio á novela presentada baixo o título Outono aquí, que, unha vez aberta a plica, resultou ser da autoría do narrador, poeta e ensaísta ferrolán Mario Regueira. Nesta obra (que estará nas librerías previsiblemente contra finais de ano) Regueira narra a historia dun reencontro entre dous irmáns orfos. Un deles —o maior, famoso cantante que vive na cidade belga de Gante— sofre unha enfermidade grave e, logo dunha delicada operación, vese obrigado a gardar unha moi longa convalecencia encamado, así que opta por retomar o contacto co seu irmán menor —operario que mora nunha cidade galega—, co que hai anos que non ten maior relación, e decide chamalo cabo si. O que segue despois é unha intensa trama onde o papel da rememoración dos tempos da infancia e mocidade pasadas se entremestura coas complexas vivencias do presente, nas que o amor, a fidelidade e a xenerosidade alternan co odio, o rancor e a incomprensión creando un fresco de paixóns sostido por uns personaxes magnificamente perfilados e de grande fondura psicolóxica.


Dublín Contemporary

Dublín Contemporary es una bienal adaptada a los actuales momentos de crisis, que se hace cada cinco años en lugar de dos, pero que se rige por el modelo bienal, inaugurada el pasado 6 de septiembre se podrá visitar hasta el 31 de octubre. La muestra tiene un gran contenido político en las obras expuestas, que son en su mayoría instalaciones y videos, pero no panfletario, sino una llamada de atención desde distintas ópticas sobre el momento que actualmente vivimos. Participan algunos artistas povera y neo-povera, es decir, que hacen obras utilizando materiales baratos o de desecho, como por ejemplo Teresa Margolles, una especie de artista neo-povera, en opinión Viveros-Fauné, uno de los comisarios. Esta inclinación por el “arte neo-povera” viene a propósito de lo cada vez más oneroso que es para los artistas producir su obra y trasladarla a otro país, según el co-curador. Son obras fácilmente transportables y asequibles, pero que tienen una importante carga comunicacional. Se trata de la precariedad como estética. Dublin Contemporary 2011 se extenderá por toda la ciudad y contará con exposiciones en cuatro importantes espacios: The Douglas Hyde Gallery, Dublin City Gallery The Hugh Lane, The National Gallery of Ireland y The Royal Hibernian Academy. El centro principal de exposiciones es el Earlsfort Terrace, antigua sede del University College de Dublín, que contiene una serie de espacios singulares para albergar mini exposiciones individuales que van desde instalaciones a gran escala hasta obras de formato más íntimo. Hay piezas de grandes dimensiones, como la Cuna del chino Wang Du, de 13 por 6 metros, que tiene suspendidos encima veinte monitores de televisión con 75 canales internacionales de noticias, o los móviles que se pone a los bebés para entretenerlos., 18

un cobertor de cama con estampado de cientos de páginas de periódicos de todo el mundo. En los jardines está la instalación que ha traído el suizo Thomas Hirschhorn a Dublín, titulada Ataúd verde. El ritual de cargar el féretro se traduce en la pieza de este importante artista en un ritual que implica fuerzas utilizadas en común para llevar sobre los hombros una pesada carga muerta, pasiva. El no menos relevante creador griego Jannis Kounellis que participa con una impactante instalación con piezas de madera cubiertas de pan de oro, cruzadas por una presencia vertical en negro. Delante, en poderoso contraste, tres mangos de martillo -de gran altura- tallados hasta la fragilidad, del estadounidense David Adamo. Hay otros dos espacios interesantes dentro del complejo Earlsfort Terrace: Iveagh Gardens, un jardín de esculturas al aire libre, y Annex, que reunirá una multiplicidad de obras sonoras bajo el título de All Together Now. Pero si hay que destacar una presencia artística, es la presencia de un número importante de artistas procedentes de Latinoamérica Dublín Conteporary 2011, hay una presencia importante de artistas de latinoamérica, como la mexicana Teresa Margolles, con una performance, el venezolano Javier, los chilenos Patrick Hamilton y Jorge Tacla o los peruanos Fernando Bryce y David Zink Yi. Ampliando su alcance a toda la ciudad, Dublín Contemporary 2011 se asociará con cuatro importantes galerías: The Douglas Hyde Gallery, Dublín City Gallery The Hugh Lane, The National Gallery of Ireland y The Royal Hibernian Academy.


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Fundación Cuña-Casabellas

La Fundación “Cuña - Casasbellas. Fabulario Novo - Hipofanías”, tiene por objeto reunir, preservar, promover y difundir la obra literaria, artística y social de Manuel Cuña Novás y Jorge Cuña Casasbellas, así como la de todos aquellos autores a ellos vinculados y afines, por una u otra razón. Intentará representar y difundir la reflexión estética, literaria, existencial, moral y social de ambos poetas, anclada en el humanismo y la rebeldía a toda artificiosa o coactiva atadura, en favor de la libertad y la solidaridad social, ambas indisociables. Del mismo modo, la Fundación tiene por objeto promover todo tipo de investigaciones, encuentros y cualesquiera otras actividades, canalizando las relaciones entre la actividad poética, artística, antropológica y filosófica con la sociedad, con el fin de contribuir decididamente a la promoción de las condiciones que hagan efectiva la solidaridad humana. La Fundación cuenta actualmente con nuevas instalaciones, situadas en la calle Gerardo Alvarez Limeses, 12 de Pontevedra. Del inicio de la Fundación y de esta nueva etapa conversamos con Miguel Cuña Casabellas. ¿Cuando se crea la Fundación y quienes la componen? La Fundación se crea en el 2005. En el 2004 murió mi hermano Jorge, y la idea

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Inaugura nuevo local en la calle Gerardo Alvarez Limeses de Pontevedra

de una Fundación era algo que compartíamos, que me comentaba muchas veces Jorge, porque nos parecía que disponer de una biblioteca importantecomo esta que era de mi padre, unida a la que teníamos los dos, que siempre fuimos buenos lectores, no podía ser solo para uso privado, había que compartirla y que sirviera de difusión de la poesía, pero cuando mi hermano falleció, como consecuencia de una grave enfermedad, decidí poner en marcha ese antiguo proyecto, creando la Fundación con el nombre Cuña - Casabellas Fabulario Novo - Hipofanías, que es el nombre de ambos y el del primer libro que publicó mi padre, Fabulario Novo y el último de mi hermano Hipofanías. Se funda un Patronato con nueve personas, entre los que se encuentran amigos de mi padre, y amigos nuestros, de mi hermano y míos. ¿Que perspectivas os marcasteis con esta iniciativa? Pues difundir la obra de mi padre y hermano, trabajar por la poesía en general y por la cultura, mantener el Brumario Poético, que ya es un evento consolidado, realizar diferentes actividades, ahora además con las nuevas instalaciones contamos con sala de exposiciones por lo que además de la permanente, mantenida con los fondos de la Fundación, habrá exposiciones temporales. Actualmente y hasta el día 6 de octubre se exponen fotografías de Antón Babío realizadas a partir de graffitis, que podemos encontrar en diferentes calles de Pontevedra.


Como se nutre la Fundación económicamente? De donaciones personales, el local que acabamos de inaugurar es una aportación mía, tenemos también ayuda del Concello de Pontevedra, que nos presta el Teatro Principal para la realización del Brumario Poético, que seguiremos celebrándolo allí, porque nos gusta la solemnidad del loca, pero también por salir al encuentro del público. ¿Que se requiere para poder acceder a vuestra amplia biblioteca? El uso de la biblioteca es libre, cualquiera puede venir y consultar el libro que desee, siempre dentro de la Fundación, pero no hay servicio de préstamo, la biblioteca es el pilar fundamental de la Fundación por lo que los libros no deben salir de aquí. ¿Qué supone para vosotros el haber conseguido estas nuevas instalaciones? Un logro más en nuestra trayectoria, una satisfacción contar con otros espacios que nos permite hacer más cosas, ahora disponemos de una sala dedicada exclusivamente a biblioteca y otra, la sala VerSus para conferencias, exposiciones, recitados poéticos, etc. La sala VerSus, realizada con un juego tipográfico que se refiere tanto a la etimología de la palabra, como además, está dedicada a los escultores Verónica P. Torres y Suso Dobao, (usando las iniciales de sus nombres), cuya obra ilustra el Fabulario Novo de Cuña Novás y Serpigo de Jorge Cuña Casabellas. De ellos son también las esculturas que tenemos en la sala, que están creadas a partir del Fabulario Novo, porque el Fabulario Novo, esta subdividio en varios libritos, de los cuales el primero es el Fabulario Novo, se trata de seis poemas, “Polos camiños cheos de noite”, es la entrada al fabulario y después cada uno de los poemas es un animal del bosque, así tenemos la “O sapo”, “O lagarto para el que dejamos un hueco hecho especialmente para colocarlo, está la “O páxaro mouro” y el “minotauro” que están en la sala y faltaría “ O vagalume”. Ahora que disponéis de sala de exposiciones, será éste un espacio abierto a los artistas plásticos, incluidos los noveles? ¿Cuáles son las condiciones para su uso? Desde luego, la sala está abierta al público y cualquier artista puede solicitarla, para ello no son necesarios trámites especiales, solamente contactarnos telefónicamente o por correo electrónico, estudiamos la propuesta y en principio no debe haber ninguna dificultad. ¿Goza la poesía de buena salud? ¿Son los momentos de crisis más creativos que los de bonanza? Bueno, yo creo que goza de una salud inmejorables, si tenemos en cuenta que la poesía es el lenguaje, las personas tratando de expresas sus vicisitudes, sus sentimientos, sus reflexiones del mejor modo posible para ser interpretados y en ese sentido, en la medida que el lenguaje está vivo, la poesía vivirá permanentemente ne toda la sociedad, ahora otra ocas es lo

La sala VerSus está dedicada a Verónica P. Torres y Suso Dobao

que llamamos poesía cultura, la escritura en verso, eso, si la pregunta es si la poesía es apreciada por el común de las personas, no, no es apreciada, aunque pienso que todo el mundo tiene una referencia poética o un autor que le gusta o le llama la atención, sin que ello pueda dar origen a una industria como puede ser por ejemplo la plástica. Crees que los momentos de crisis son más sensibles a la poesía? Yo creo que no, afecta a la parte empresarial, a las editoriales. Me refiero más bien al momento de crisis política y de derechos sociales? En ese sentido, en tiempos pasados, la llamada a la rebelión, a las reivindicaciones era más fácil que ahora a pesar de que se vivía en dictadura, porque ahora hay unos grupos de presión que afectan a las comunicaciones a la inteligencia, hay una gran manipulación de los medios, las palabras están desgastadas, desvirtuadas, es lo mismo que se está diciendo ahora, le llaman democracia y no lo es, per eso mismo se podría trasladar a otros ámbitos, por ejemplo le llaman comunicación y no lo es, a pesar de todo yo tengo la confianza histórica de que vendrán tiempos mejores, porque los jóvenes que salen a la vida, aunque durante un tiempo estén confusos y dirigidosopor hacia rutas que interesa, sabrán finalmente encontrar su ideología, su poesía, su arte... Carmen Carreiro


Manobras do Porto Entre os días 28 de setembro e 2 de outubro, o centro histórico do Porto vai ganhar unha nova vida con mais de cen eventos, nos que estará presente a musica, arte, cinema, gastronomía...

Entre os dias 28 de Setembro e 2 de Outubro, o centro histórico do Porto vai ganhar uma nova vida. As ruas do núcleo urbano vão encherse de projecções de cinema em empenas de prédios, bailes mandados de cabeçudos e gigantones, teatro, fado vadio, mercados tradicionais da cidade, e muito mais. É o resultado dos projectos que integram o programa Manobras no Porto, saído da iniciativa plataforma 2.0, que a câmara e a empresa municipal Porto Lazer lançaram em Fevereiro e que já tem em marcha mais de 100 eventos. Nos últimos seis meses, os responsáveis do Manobras no Porto desdobraram-se em contactos com associações, colectividades, agentes culturais e os cidadãos do centro histórico, para pôr em marcha projectos que pretendem "recuperar as raízes do Porto" e funcionar, na sua vertente imaterial, como trabalho complementar da reabilitação física desenvolvida pela Sociedade de Reabilitação Urbana. Os resultados foram apresentados, num edifício da Rua de S. Miguel, na Vitória, que é hoje o lar de um dos projectos saídos da iniciativa: a Casa das Brincadeiras em Construção. Em conferência de imprensa, o vereador do Turismo, Inovação e Lazer, Vladimiro Feliz, explicou que os projectos em curso no centro histórico pretendem "inovar em torno do que já existe, mas sem descaracterizar a genuinidade do Porto, que é uma das suas maiores forças". O programa, orçado em dois milhões de euros, é financiado em 80 por cento pelo Feder, assumindo a Porto Lazer o resto do investimento. Pensado para durar dois anos e meio, está na sua primeira fase. Após as exibições públicas de Setembro, o Manobras no Porto será avaliado e partirá para uma nova busca de projectos dinamizadores do centro histórico. Carlos Martins, que coordena o programa, acredita que alguns dos projectos já em curso se podem tornar auto-sustentáveis e continuar em 2012, mesmo para lá do horizonte do Manobras no Porto. 350 mil visitantes Nesta primeira fase, os projectos integram cinco linhas de acção denominadas Haja Chão (levantamento de espaços e de histórias de vida), Haja Coração (em torno de celebrações), Haja Mão (criação de objectos e equipamentos), Haja Noção (quotidiano e modos de vida) e Haja Nação (projecção de outras imagens do Porto). O resultado será mostrado ao longo de "120 horas de concertos, intervenções em espaço público, exposições, caminhadas, percursos, conferências, refeições, feiras, filmes, documentários, exibições", diz a brochura do programa. Em concreto, poderá, por exemplo, assistir-se à projecção, em empenas de prédios do centro histórico, de conteúdos produzidos no âmbito do Manobras; ajudar a criar cabeçudos e gigantones e participar no Baile dos Corpos Extraordinários; integrar uma das oficinas da Casa das Brincadeiras; participar no "hipermercado" de produtos agrícolas, artesanato ou artigos em segunda mão, que está a ser pensado para o terreiro da Sé Catedral; ou ver o resultado das residências de criadores em cafés portuenses do projecto 1/2 Pensão.Vladimiro Feliz estima que, em dois anos, o programa conduza ao Porto 350 mil visitantes e se traduza num retorno económico na ordem dos "quatro milhões de euros".

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aEl Túnel Restaurante

Especialidad en mariscos y pescados de la Ría Terraza interior Local climatizado CELEBRE CON NOSOTROS LA FIESTA DE LA ANUNCIADA Ventura Misa 21 BAIONA Tlf.: 986 355109 / 986 35 55 27 / 670 094 559 www.restauranteeltunel.com


Las M茅dulas Por Salvador Raj贸


EL COLOR DEL OTOÑO Nos habían informado de un pueblo que disfrutaba de gran belleza y de un elevado interés cultural:Villafranca del Bierzo. Es por ello que hoy nos encontramos paseando sus calles y admirando la historia que rezuma cada piedra de su castillo, de su magnífica iglesia Colegiata de Santa María de Cluny, conventos, palacios, teatro y también un extenso patrimonio natural como son lo valles de Burbia y Valcarce. Desde hace algunos siglos viene siendo parada obligada de peregrinos que hacen noche para descansar y prepararse para acometer una dura etapa que les conducirá al Cebreiro, teniendo que enfrentarse a una jornada llena de sacrificio en forma de cansancio por el desnivel ascendente que se les presenta en su peregrinación hacia Compostela.


Resulta curioso el comprobar como sus pobladores siguen reivindicando su pasado como ciudadanos gallegos, hasta el punto de celebrar la festividad de las Letras Gallegas con dos jornadas festivas y toda clase de actos conmemorativos. Muchas son las pintadas y carteles presentes en las carreteras y pueblos de la zona reivindicando la quinta provincia gallega. Disponemos solo de dos días para realizar el trabajo fotográfico que nos ha traído al lugar y no es precisamente fotografiar el pueblo y sus monumentos, ya que esto merecería un trabajo programado al que dedicar más tiempo y medios. Demasiada historia encerrada en estas piedras como para cubrir sin el respeto y estudio debidos. A este lugar nos acercó el deseo de visitar y fotografiar el parque de Las Médulas que desde el año 1997 está reconocido por la Unesco como patrimonio de la humanidad. Este singular paraje tenemos que relacionarlo con la dominación romana que comenzó entre los años 26 y 19 aC. Llegó después la explotación de estas montañas en busca del oro que escondían en sus entrañas, y con ello todas las historias que queramos acerca de la esclavitud y humillación de los nativos del lugar. Necesitamos cenar algo y reponer fuerzas que mañana nos espera un día movido y de mucho pateo. Por recomendación de un amable anciano nos dirigimos al que según él, es el restaurante donde se cocinan los mejores callos del mundo -El Padrino- un restaurante muy antiguo a la vez que fami26


liar. Efectivamente nos tomamos los mejores callos que se pueden ofrecer a un comensal y unas chuletillas de cordero a la brasa que todo ello regado con en buen Mencía hacen que tengamos que recorrer todo el pueblo para no vernos perjudicados en nuestro posterior descanso en el hotel.

Pasan algunas horas antes de decidirnos a abandonar este singular paraje, prometemos volver para seguir empapándonos de toda esta belleza. En el camino de vuelta nos extraña que tanta caminata no nos ha fatigado, un aliciente más para animaros a que lo visitéis y empaparos así de tan extraordinario e histórico parque.

El amanecer del día siguiente nos encuentra en lo más alto del parque, esperando que los primeros rayos de luz iluminara las montañas de color rojizo y disfrutar de un espectáculo único siguiendo el ritmo pausado del sol penetrando en el parque.

Ya en el pueblo de las Médulas entramos en uno de los establecimientos que viven de los visitantes, allí podemos charlar con algunos viejos del lugar que se desviven por contarnos historias de tiempos pasados que a ellos se las habían relatado sus abuelos. Que entrañable resulta para nosotros el sentarnos al borde de una mesa y, en silencio, dejar fluir de la memoria de los ancianos esas historias llenas de sentimiento y fábula que pasan de generación en generación haciendo que se confundan realidad e imaginación sin que todo ello pierda un ápice de interés para quien les escucha.

Fotografiamos aquellos picos de tierra roja, no sin pensar en cuantas vidas se habían tragado durante su explotación. Bajamos después a conocer el paraje de donde surge tanta belleza en forma de singulares montañas libres de vegetación en sus laderas. Estamos en otoño y puedo aseguraros que caminar entre tantos castaños centenarios es como vivir un sueño, un sueño donde los colores y las formas te embriagan, haciendo que tu mente se oponga a abandonar un lugar tan mágico e irrepetible. Pisamos las hojas que cubren los senderos como si de delicadas alfombras se tratara procurando no dejar huella de nuestro paso, hay que dejarlo así para que otras personas lo disfruten. Es como estar dentro de un lienzo, nada que rompa un equilibrio mágico en este extenso bosque de castaños.

También podemos observar una fotografía espléndida de las Médulas con nieve, una imagen llena de armonía y belleza que prometemos intentar conseguir cuando tengamos la suerte de visitarlas después de haber nevado, y si lo conseguimos, poder regalaros una imagen especial con la que interesaros aun más por este paraíso.

Fotos e textos: Salvador Rajó


El Chad Más del ochenta por ciento de la poblacións vive de la agricultura de subsistencia

El Índice de desarrollo humano de la ONU coloca a Chad como el quinto país más pobre en el mundo, ya que el 80% de la población vive por debajo del umbral de pobreza. En 2005 el PIB per cápita se estimó en 1.500 dólares. Chad forma parte del Banco de los Estados de África Central, de la Comunidad Económica de los Estados de África Central y de la Organización para la Armonización del Derecho Mercantil en África. Su moneda es el franco CFA. La guerra civil ahuyentó a los inversionistas extranjeros, quienes dejaron Chad entre 1979 y 1982, sólo recientemente han comenzado a recuperar la confianza en el futuro económico del país. Desde el año 2000 la importante inversión extranjera derivada del sector petrolero comenzó, lo cual impulsó las perspectivas económicas. El agua en Mao es administrada por una torre de agua. El acceso al agua potable es a menudo un problema en Chad. Más del 80% de la población de Chad vive de la agricultura de subsistencia y de la ganadería para su sustento. Los cultivos y la ubicación de los rebaños es determinado por el clima local. En la zona más austral del territorio se encuentran el 10% de las tierras agrícolas más fértiles del país, con ricos cultivos de sorgo y mijo. En el Sahel crecen sólo las variedades más duras de mijo, aunque en menor cantidad que en el sur. Por otra parte, el Sahel es ideal para el pastoreo de grandes rebaños como cabras, ovejas, burros y caballos. Los oasis dispersos por el desierto de Sahara sólo producen dátiles y algunas legumbres. Antes del desarrollo de industria del petróleo, la industria del algodón dominaba el mercado de trabajo y representaba aproximadamente el 80% de las ganancias de las exportaciones. El algodón sigue siendo la principal exportación del país, aunque no se dispone de cifras exactas. La rehabilitación de Cotontchad, la compañía de algodón más importante del país que sufrió un declive en los precios del algodón a nivel mundial, es financiada por Francia, los Países Bajos, la Unión Europea y el Banco Internacional de Reconstrucción y Fomento (BIRF), por lo que se espera que la empresa paraestatal pase al sector privado. Geográficamente el Chad limita al norte con Libia, al sur con la República Centroafricana y Camerún, al este con Sudán, y al oeste con Níger, Nigeria y Camerún. Su relieve está formado por una gran depresión rodeada de montañas por el norte, el este y el sur, con su mayor altura en el monte Emi Koussi de 3415 mts, en las montañas del Tibesti; al oeste se encuentra el lago Chad, que rope el paisaje semidesértico que le rodea. Los ríos principales son el Chari y el Logone. El clima es tropical en la zona del lago Chad y muy seco en el resto del país, con temperaturas que oscilan entre los 0º C y los 40 º C. El bosque claro del sur del país pierde su densidad hacia el norte donde la sabana va convirtiéndose en la estepa sahariana. M. Isabel Rodríguez Badoila

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Clara de Saá Conductora del programa “Convivir en Igualdade” en Radio Galega En su amplia trayectoria, esta galega de Gondomar, ha participado como guionista de la serie “Rios de Galicia” realizada por Voz TV para Televisión de Galicia (TVG), guionista y productora de documentales, entre los que destaca “Aillados” ademas es co-aoutota del un libro con el mismo título en al año 1995 editado por Ir Indo. Tambien con esta tremática realizó una exposición permanente, en el año 2006, con todo el material recabado en la Isla de San Simón en Redondela, escenario de los acontecimientos narrados. Conductora de varios programas de la Radio Galega, “Voces na noite” programa de madrugada. PLIS-PLAS, un programa infantil que estuvo en antena desde 1998 hasta el 2008, asociada a este espacio de editaba una revista infantil con el mismo título. Tambien es autora de cuentos para niños , en el año 2000 publica cinco títulos dentro de la colección “Plis-Plas”. En la actualidad conduce y dirige el exitoso programa: “Convivir en igualdade” en Radio Galega. Un programa de corte social que abarca tematicas relacionadas con el tercer sector, discapacidades, ONGs, emigración, ancianos...Este programa fue premiado en 2010 por la Sociedad Española de Médicos de Residencias (SEMER), por tratar temas relacionados con las personas mayores. ¿Cómo surge la idea de hacer el programa: “Convivir en igualdade” en Radio Galega? Era un proyecto sobre el cual yo tenía una estructura desde hacía algún tiempo, la dirección de la casa apostó fuerte por un programa de estas características y aquí estamos comenzando la tercera temporada. ¿Qué contenidos incluyes en el mismo? ¿Qué ha cambiado en ti desde que lo haces? Los contenidos están relacionados con el mundo del voluntariado, de las ONGs, de asociaciones de enfermos, con personas con diversidad funcional, personas mayores, mujeres, niños, jóvenes, ancianos, en resumen personas en riesgo de exclusión social. He aprendido que hay muchas realidades diferentes y entre otras cosas, en mi se ha incrementado aún más el sentimiento de solidaridad. El programa cada día suma más audiencia: ¿Eso nos da la pauta de que cada día también somos más conscientes de la necesidades de los otros? ¿Somos más solidarios por ejemplo? La audiencia es muy buena, el programa es muy participativo, nosotros queremos ser la voz de los sin voz.

La sociedad en la que vivimos es cada día más consciente de las otras realidades que nos rodean, es tiempo de crisis, todos nos volvemos más solidarios. Nuestra comunidad es un claro ejemplo, Galicia tiene un gran movimiento de voluntariado reconocido a nivel europeo, en suma, los gallegos somos muy solidarios. Durante seis años condujo: “Plis-Pas” en Radio Galega, y también publicó la serie de cuentos con el mismo nombre ¿Qué nos puedes contar de esta experiencia? ¿Piensas seguir escribiendo y publicando para niños? Los niños son quizá el público más exigente, siempre atentos y despiertos a todo lo nuevo Para mi fue un privilegio trabajar con y para ellos, era un intercambio continuo de experiencias siempre enriquecedoras. Me gusta escribir para ellos, hace años que no publico pero sigo escribiendo siempre que puedo Ahora estoy plenamente involucrada en el programa “Convivir en Igualdade” Háblanos sobre el documental y la exposición: “Aillados” sobre la Isla de San Simón… En la vida hay etapas, ”Aillados” ha formado parte de mi vida en diferentes etapas. Comenzamos a investigar sobra la Isla de San Simón en el año 1989, nos interesaba poder contactar con personas que hubieran estado presas en el penal de San Simón durante la Guerra Civil española. Antonio Caeiro, Juan Antonio González y yo estuvimos trabajando durante años, primero fue un documental inicial, años después el libro y por último vendría otra edición del documental incluyendo más material, y la exposición en la Isla en el 2006, aquí terminaría mi relación con Aillados y una etapa de mi vida. ¿Quiénes son tus referentes en lo profesional y en lo personal? Mis referentes, en ambos casos, son personas conocidas y anónimas que me han enseñado el valor de las palabras y de la comunicación. ¿Qué lugar de Galicia nos recomendarías visitar? Galicia tiene muchos lugares para visitar, algunos conocidos y otros no tanto. Hay dos zonas en el Val Miñor que me gustan especialmente: La primera el monte A Groba en Baiona desde este lugar se puede ver gran parte de la costa de las Rias Bajas La otra sería o Serra do Galiñeiro, punto más alto del Val Miñor que ademas alberga grandes tesoros rupestres. Como dices en tu programa: ¿Nos queda algo por contar? Siempre debería quedarnos algo por contar de esta forma siempre había alguien interesado en escuchar.

Juan Carlos Cambas

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Tempo de lectura

Como defenderes os teus dereitos lingüísticos Autor: Callón, Carlos Edita: Xerais En Como defenderes os teus dereitos lingüísticos Carlos Callón proponnos que protagonicemos no día a día a revitalización do noso idioma a través de pequenas accións, concretas e realizábeis. Porque, tal e como el di, «os pequenos xestos poden orixinar grandes transformacións». A existencia de miles de galegas e galegos que non están dispostos a renunciar aos seus dereitos lingüísticos é a maior esperanza para superarmos a difícil situación actual e isto centra o compromiso individual como protagonista para conquistarmos o futuro. Por este motivo, o autor ofrécenos unha guía de conduta para vivirmos en galego, chama a un consumo responsábel co noso idioma e fai un repaso moi claro por sectores dos dereitos lingüísticos que temos recoñecidos. Como afirma o propio Carlos Callón nas «Instrucións de uso», o capítulo con que abre o libro, «queren cansarnos e facernos pensar que o futuro do galego está decantado cara ao patíbulo. Mais a desaparición ou recuperación dunha lingua nunca é un proceso espontáneo. Podemos intervir e rectificar a situación actual», porque cada decisión que tomamos no presente modifica os futuros posíbeis.

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Cociñando ao pé da letra Autora: Yolanda Castaño Editada: Galaxia

Editorial Galaxia publica Cociñando ao pé da letra, unha orixinal proposta, a medio camiño entre a literatura e a cociña, coordinado pola poeta Yolanda Castaño e a fotógrafa Andrea Costas. Un libro que demostra que todo pode ser cociñado. Un volume para, da man dalgúns dos nosos máis sobranceiros escritores, aprendermos pratos suxestivos. Un texto para saborear as palabras ben escritas en receitas contadas doutra maneira. Un libro, en definitiva, que repara no vencello estreito entre os verbos cociñar e escribir. En palabras de Yolanda Castaño: "Vinte e unha escritoras e escritores galegos, coa máxima diversidade en canto a sexo e xeración, xénero literario e ata zona xeográfica. Homes e mozas, rapaces, señoras, da aldea, na cidade, na costa, do interior. Son algunhas das máis representativas e puxantes voces das nosas letras actuais. Autoras de ensaio e de literatura dramática, narradores, poetas, cultivadores de literatura infantil e xuvenil. Unha variada riqueza a través de ollos multiplicados, a través de perspectivas o suficientemente plurais".

Penúltimo dietario Autor: Xosé Neira Vilas Editra: Xerais Este Penúltimo dietario é unha memoria dos nosos –de Anisia e meus– últimos dezasete anos vivindo no retrinco do mundo onde nacín. Tiña pasado, coma quen di, da aldea ó barco. Levei comigo a lembranza dos meus familiares e veciños, a imaxe do Ulla, os labradíos e os montes de Gres, o Castromouzo, o castro da Pena Andoriña e pouco máis. Tomo conciencia do meu país máis alá do ancho mar, convértome de por vida nun activista galego. Des que nos radicamos en Gres, en 1992, atendemos toda sorte de peticións para contar as nosas experiencias, o que nos permitiu percorrer todo o país, coñecer o seu territorio, achegarnos amorosamente a vilas e cidades, ós seus ríos e montañas, dende Ortigueira a Entrimo e de Fisterra a Becerreá. Alguén dixo que tamén se ama cos pés, camiñando, tripando a terra que queremos. Velaquí, xa que logo, este dietario da nosa andaina por Galicia adiante, no que por veces tamén se inclúen lugares e persoas de fóra.


GALERÍA a+b Cecilio Chaves - Pintura del 10/09 al 17/10 Rúa Galicia 28 - A Guarda (Pontevedra) Pintor de paisaxes urbáns, Cecilio Chaves, amosa nesta obra unha grande influencia da fotografía representando una imaxe claramente acotada dun fragmento da trama urbán, viguesa ou neste caso gaditado. O artista reproduce un tema de grande interés na arte actual, a relación co medio urbán e a súa cultura cotián buscando un vínculo emocional co espectador, con un paixasismo inmediato, próximo, familiar, no que vive o propio artista, tratado con grande naturalismo e sobriedade, combinando tradición e visión contemporánea, é dicir reflexión sobre a paisaxe e captación do instante.

MAFUC EL ESPACIO INTERMEDIO Avenida de Arteixo, 171 15007 La Coruña Ata o 30 de outubroc Comisarios: David Barro y Mónica Maneiro Artistas en exposición: Douglas Gordon / Shirin Neshat / Rubén Ramos Balsa / Rogelio López Cuenca / Ghada Amer / Rheza Farkhondeh El espacio intermedio es un proyecto expositivo que trata de revelar la importancia del espacio entre las cosas, los tiempos, la obra y el espectador. Si habitualmente definimos 'intermedio' como algo que está entre los extremos de lugar, tiempo, calidad, tamaño, etc., también definimos intermedio como el espacio de tiempo durante el cual queda interrumpida una representación o un espectáculo, o como el espacio que hay de un tiempo a otro o de una acción a otra. En todas estas acepciones, el intermedio adquiere una dimensión espacial y siempre sugiere la existencia de una distancia, sea esta física o temporal. Distancia existente entre dos extremos en un principio bien definidos. Esta exposición pretende analizar la noción de Espacio Intermedio planteada por el filósofo francés Jacques Rancière. El Espacio Intermedio entendido como lugar de la experiencia, en el que se desarrollan los procesos, como lugar en el que tienen lugar las construcciones, como lugar de cruce entre las disciplinas artísticas, como el lugar, en definitiva, donde habita el arte contemporáneo.

MUSEO DO MAR Fotos do Arquivo Pacheco Avenida Atlántida, 160 36208 Vigo Ata o 9 de outubro ARTAS DE PUNTO MAIOR. A costa galega no Arquivo Pacheco Selección de 85 fotografías temáticas sobre a costa galega (maioritariamente de Vigo y Matorrales, do arquivo Pacheco feitas entre 1895 e 1960. Ao mesmo tempo inclue duas fotografías de Filippo Prosperi. Comisario: Vítor Vaqueiro.

ALUMNOS COLEGIO ESTUDIO Baiona Alumnos de cinco años de edad del Colegio Estudio, se han graduado y han dejado atrás Educación Infantil para empezar en setiembre el próximo curso, Educación Primaria. A este acto asistieron padres y profesores, todos ellos lectores de BAHÍA SUR. Se finalizó con la firma de los niños en el libro de honor.

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Patricia Moon

La violinista viguesa afincada en EEUU presenta su disco con una propuesta sin etiquetas, producido por Paco Ortega. Denominada por la prensa española como “la sorpresa de un género hasta ahora desconocido”, Patricia Moon, dio la vuelta al mundo tras encerrarse en el centro de Madrid en una urna de cristal con su violín y voz durante una semana para componer una de sus obras, la cual obtuvo una repercusión a nivel mundial, en 37 países con meción en televisiones, periódicos nacionales e internacionales. Licenciada en violín en España, se perfeccionó bajo la tutela de Tomasz Tomaszewski, concertino de la Deutsche Oper en Berlín. Hasta hace poco ha cursado la carrera de Canto Lírico en Vigo, Armonía Contemporánea, Composición y arreglos en la escuela Ateneo Jazz de Madrid, con el maestro Félix Santos, al mismo tiempo que estudió canto con el conocido cantante francés Robert Jeantal. Ha tenido el privilgeio de tocar en festivales tan importantes como Primavera Sond o Intercéltico de Lorient, además de en salas de referencia como la Philarmonie de Berlín o Congress Hall de Beijing. También ha interpretado con múltiples orquestas de España y Alemania en diversas ciudades de Europa como Portugal, Italia, Francia, Bélgica, Grecia y en Asia, como Pekín, Jinjan, Daquing, Herbin. El pasado año obtuvo una de las pocas becas otorgadas en su país por la Facultad de Música más prestigiosa del mundo: Berklee College of Music (EEUU) donde estudia actualmente. Bajo el nombre de Patricia Moon firma su primer disco en solitario con la discográfica “El pescador de Estrellas” del famoso músico y productor Paco Ortega, el cual fue presentado en importantes salas de Madrid, el pasado año www.uniquempresarial.com / 886 117 898

Los colombianos Bomba Estéreo actuarán en la Cidade da Cultura dentro del ciclo “Atardeceres no Gaiás”. Será el próximo 3 de septiembre, y la entrada es libre hasta completar aforo. Bomba Estéreo nace de la influencia de agrupaciones como Sidestepper y Bloque de Búsqueda que, desde el final de los años 90, exploraron el folclor y los ritmos tropicales colombianos para mezclarlos con sonidos contemporáneos como el rock, la electrónica y el dub. Después de ocho años de carrera, Bomba Estéreo se consolidó como la agrupación colombiana independiente con mayor proyección internacional. Sin duda, el sencillo que ha impulsado la carrera de la agrupación ha sido “Fuego”, que fue banda sonora de una campaña internacional de McDonalds y hace parte del videojuego FIFA 2010. A principios de dicho año, la banda subió al top 10 latino de ventas por Itunes, justo antes de embarcarse en la gira internacional 2010 que, desde marzo hasta diciembre, la llevó a presentarse en más de 40 ciudades de América Latina, Asia, Europa y Estados Unidos con más de 60 conciertos. Entre las presentaciones más destacadas estuvieron la del reconocido festival internacional Sónar en España, donde fueron reseñados por su sonido de vanguardia en los medios más importantes de nuestro país; el Prospect Park de Nueva York, uno de los escenarios más importantes durante el verano de la Gran Manzana en donde lograron lleno total y el espectáculo en el marco de la feria Expo Shangai en China como representantes de Colombia. En el segundo semestre del año, Bomba Estéreo cosechó otros dos logros internacionales. El primero fue la grabación de una versión de ‘Pump up the jam’ de Technotronic para las sesiones Levi’s Pioneer, una iniciativa de la popular marca, que invitó a artistas de diversos países a hacer nuevas versiones de las canciones clásicas que inspiraron su sonido. www.esmerarte.com / Facebook Esmerarte

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Bomba Estéreo


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Con el objetivo de promover el conocimiento, divulgar información sobre los productos respetuosos con el entorno y ofrecer un espacio comercial a las empresas del sector, el Auditorio Palacio de Congresos Mar de Vigo acogerá entre los días 30 de septiembre y 2 de octubre Bioatlantic 2011, el I Salón de Productos Ecológicos, Bioconstrucción, Energías Renovables y Consumo Responsable. Durante tres días, el Salón pondrá en contacto a productores, elaboradores, distribuidores, vendedores y consumidores, dará a conocer la importancia de la investigación y formación necesarias para el futuro sector, y ofrecerá un espacio de debate y reflexión en torno a la ecología y sostenibilidad. Bioatlantic, organizado por Unique Iniciativas Empresariales, se estructurará en tres grandes bloques que representan los ejes de la sostenibilidad: Bioalimentación, Bioconstrucción y Bioenergía, y en un espacio dirigido a Soluciones Medioambientales. Así, la obtención de productos saludables mediante procedimientos sostenible, la aplicación de criterios ecológicos y las edificaciones, y la generación, transmisión y distribución de energía limpia, eficiente y de bajo coste serán los grandes protagonistas de este espacio. Esta primera edición de Bioatlantic cuenta con el apoyo y participación activa de organismos e instituciones que apuestan por el desarrollo sostenible, como la Consellería de Medio Ambiente, Territorio e Infraestructuras de la Xunta de Galicia, Instituto Galego de Promoción Económica, Centro Tecnológico de Eficiencia y Sostenibilidad Energética (ENERGYLAB) y la Universidad de Vigo, a través del Grupo de Investigación en Economía Ecológica y Agroecología, entre otros. Asimismo el salón cuenta con el respaldo del Concello de Vigo,

Novacaixagalicia, la Fundación Faimevi, la Asociación Profesional de Empresas Medioambientales de Galicia (Aproema) y Acluxega (Asociación Cluster de Xeotermia Galega). Por su parte, Efeverde es el medio oficial de este evento que persigue impulsar el consumo y la utilización de productos ecológicos así como informar sobre sus ventajas. Bioatlantic es el primer evento sobre economía verde y ecoindustria dirigido al noroeste peninsular, un área geográfica que cuenta con siete millones de consumidores. En su transcurso, mostrarán sus productos y servicios numerosas empresas punteras nacionales e internacionales especializadas en sectores verdes, como la bioalimentación, la bioconstrucción y las energías renovables. Las grandes ciudades europeas cuenta con salones de estas características y Vigo, primera ciudad de Galicia, se suma ahora a este grupo de urbes que apuestan por el establecimiento de una relación de armonía con el medio ambiente. La directora del salón, Raquel Robledo, se muestra convencida de que Bioatlantic contribuirá a dinamizar el calendario ferial de esta ciudad, y apuesta por su consolidación como una cita de referencia del mercado biológico, con un enfoque comercial que favorecerá el contacto de las firmas expositoras con visitantes cualificados. España es el primer país de la Unión Europea en superficie de cultivo ecológico, según un informe del MARM que destaca el crecimiento de la agricultura ecológica en nuestro país, tanto en superficie como en operadores. De hecho, los españoles invierten siete euros anuales en la compra de productos ecológicos, muy por debajo de la media europea.

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Patología venosa Las consultas por patalogía varicosa representa uno de los diez procesos más comunes

La exposición a temperaturas, la obesidad, el embarazo, el estreñimiento o la utilización de prendas de ropa muy ceñidas son factores generadores de la aparición de varices. Los rayos UVA, las saunas, baños turcos, jacuzzi y termas, así como las fuentes de calor aplicadas directamente en las piernas la depilación con cera caliente induce la vasodilatación. Las consultas por la patología varicosa representan uno de los diez procesos más comunes y su tratamiento quirúrgico se encuentra en el ‘top 10’ de las intervenciones más frecuentes en el mundo occidental. Aunque aparece con mayor frecuencia en los países nórdicos y centroeuropeos, lo cierto es que en nuestro país esta patología afecta a entre 2,5 y 3 millones de personas, de los que un 2% presentan úlceras y, de éstos, el 45% se halla en situación de baja laboral, según comenta el profesor Francisco Lozano, presidente de la Sociedad Española de Angiología y Cirugía Vascular (SEACV). La insuficiencia venosa tiene una mayor incidencia en el sexo femenino debido a que las modificaciones hormonales hacen a la mujer a estar más expuesta a esta enfermedad. De hecho, el sexo y las alteraciones hormo-

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nales, unidos a la edad, el sedentarismo rutinario y a la exposición a temperaturas elevadas son los factores generadores de la aparición de varices. A éstos se añaden otros factores desencadenantes como son la obesidad, el embarazo, el estreñimiento o la utilización de prendas de ropa muy ceñidas, que actúan de forma de torniquete y constriñen la circulación. Las altas temperaturas, y más ahora en verano, son también un enemigo de este tipo de patologías al inducir la vasodilatación, lo que puede provocar el desarrollo de los primeros síntomas de la enfermedad. “Tampoco es conveniente exponerse a los rayos UVA, las saunas, baños turcos, jacuzzi y termas, así como las fuentes de calor aplicadas directamente en las piernas como las mantas eléctricas o la depilación con cera caliente”, según explica el doctor Javier Cabot, vocal de comunicación de la SEACV. Al contrario de lo que mucha gente piensa, la presencia de varices no contraindica la práctica del deporte. Exceptuando los de contacto y riesgo, los expertos recomiendan pasear, nadar o montar en bicicleta para activar las bombas venosas. Insisten, además, en que siguiendo unos hábitos de vida saludables, y con el beneficio que supone la terapia compresiva mediante los vendajes elásticos, podemos prevenir la aparición de estas patologías. Es


también importante llevar una dieta equilibrada que prevenga la aparición de la obesidad, -desencadenante de la insuficiencia venosa-, ingerir entre 1,5 y 2 litros de agua al día y prevenir el estreñimiento. Según el doctor Cabot, “en un 90% de los casos la aparición de los problemas venosos se debe a una causa de carácter primario o idiopático, a menudo con un importante componente hereditario”. Con menor frecuencia aparecen formas secundarias a consecuencia de una trombosis venosa en el sector profundo, a una malformación vascular o por compresión. Las manifestaciones clínicas son habitualmente evolutivas, apareciendo en las primeras fases sensaciones banales de dolor, pesadez y tensión en las piernas seguidas de calambres e hinchazón. Posteriormente aparecen las dilataciones varicosas en sus distintas formas: telangiestásicas (arañas vasculares), reticulares (de hasta 3 mm de diámetro) y tronculares (de calibre superior a 3 mm de diámetro). Finalmente se presentan las formas complicadas que van desde la varicorragia o rotura venosa, la caricoflebitis o varicotrombosis y la trombosis venosa profunda, hasta los trastornos cutáneos: dermatitis, eczema, atrofia cutánea y calcificaciones. Existen fármacos venoactivos o flebotónicos que reducen los síntomas y mejoran la calidad de vida, aunque su acción es temporal y limitada, por lo que sólo deben emplearse en épocas de riesgo o necesidad y siempre prescritos bajo la supervisión del médico especialista. Asimismo, el presidente de la SEACV advierte de que “no están exentos de efectos secundarios, formas leves de dispepsia o náusea en un 1%, aunque también hay descritos casos de hepatitis y agranulocotosis”. Sólo si estamos ante una insuficiencia venosa crónica por varices con incompetencia valvular certificada es recomendable recurrir al tratamiento quirúrgico. “La cirugía venosa ha evolucionado hasta técnicas mínimamente invasivas que se pueden realizar de forma ambulatoria y que logran la eliminación de las varices en un corto periodo de tiempo, disminuyendo la baja laboral y garantizando un excelente resultado estético”, argumenta este experto, que destaca la flebectomía ambulatoria, que utiliza sustancias esclerosantes o energías termodinámicas y que es capaz de ofrecer un tratamiento adecuado e individualizado para cada paciente. Consejos prácticos para evitar los problemas de circulación Mantener las piernas elevadas unos 15-20 centímetros durante el reposo nocturno. Utilizar medias terapéuticas elásticas de compresión decreciente en horas de trabajo y para viajar. Activar las bombas venosas mediante el ejercicio. Mantener la movilidad del tobillo cuando permanecemos mucho tiempo sentados. Llevar calzado ancho y cómodo con un tacón de 3-4 cm. Evitar zapatos de punta fina, con tacón alto de aguja, los muy planos y las botas altas ajustadas. Usar ropa ancha y fresca que favorezca la transpiración. Evitar prendas ceñidas, ligas, fajas y corsés. Mantener la piel bien hidratada. Realizar duchas con agua fría de pies y piernas. Dejar de fumar. No exponerse a fuentes de calor y las altas temperaturas, que favorecen la vasodilatación. Evitar el sobrepeso. Llevar una dieta equilibrada Ingerir abundantes líquidos. Prevenir el estreñimiento.

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Provar Portugal

Por Amândio Rodrígues

A que sabes, Portugal? Numa altura em que se publicitam em Portugal, através de um concurso, as maravilhas da gastronomia nacional e na véspera de serem eleitos apenas sete entre todo um rol de deliciosos repastos tipicamente portugueses não consigo deixar de me questionar a que sabe, afinal, Portugal. Por isso dedico esta crónica à descoberta dos sabores nacionais numa perspectiva alargada e, quiçá, inusitada. Portugal sabe a mar, ao imenso oceano que o banha e refresca, sabe a iodo e a algas, sabe a peixe e a marisco, sabe a montanha e a vales, sabe a planícies cor de mel, sabe a erva verde, sabe a floresta, sabe a urze, carqueja e gravilha sabe a sobreiros, a oliveiras, a carvalhos e azinheiras sabe a videiras e a uvas morangas, sabe a pomares e a fruta doce que se come debaixo da árvore, sabe a horta e a couve portuguesa, sabe a chouriço, a presunto, a alheira e a queijo da Serra, sabe a pão cozido em forno de lenha, sabe a calor e ao aconchego das nossas gentes, sabe a sol radioso, que se espraia na foz, 36

que repousa no mar e faz do pôr-do-sol um momento único de deleite, sabe a lareira que fumega e aquece os dias mais gélidos e os corações glaciais, sabe a néctares dos deuses, que se produzem nas encostas durienses, no terroir minhoto, nas planícies alentejanas e em tantas outras regiões, onde mãos habilidosas se dedicam a elaborar os néctares portugueses de excelência, sabe a Vinho do Porto, a Charme, a Batuta, Tiara, Redoma, Muxagat, a Poeira, a Barca-Velha, a Pintas, a Dado, a PAPE, a Calda Bordaleza, a Casal Figueira, Tapada dos Coelheiros e Mouchão, a Esporão e ao seu enoturismo de primazia, sabe a Alvarinho e à frescura do seu fim de boca frutado, sabe aos taninos que perduram e apaixonam… Portugal sabe a vida, a belo, a harmonia, a paixão, a amor, sabe a tradição, a contemporâneo, a rural e a urbano… Portugal sabes bem, sabes muito bem. E homenageando a nobreza da iniciativa intitulada “As 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa “ vos digo, ainda, que Portugal sabe a Caldo Verde (um dos pratos que alcançou a final do concurso), uma sopa minhota de sustento e sabor inconfundível. Portugal, um país a provar! RESTAURANTE AMANDIO Rúa Direita 129 Tf. 00351 258921177 / amandio-rodrigues@sapo.pt


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Rías Baixas

2011 una cosecha excepcional Pedro Villamarín

La vendimia ha comenzado a finales de Agosto en la Denominación de Origen mayor de Galicia. Se esperan recoger más de 35 millones de Kg de uva , que aglutinan más del 50 % de la producción vitivinícola de Galicia. La cosecha del 2011 es excepcional ya que las condiciones climatológicas han sido las idóneas para el cultivo de la vid. El mes de Mayo; que es el momento en el que se produce la floración, estuvo ausente de mal tiempo por lo que todos los brotes de las vides se desarrollaron, además, la ausencia de enfermedades en primavera y en verano repercutirán en la calidad de la uva de este 2011. El vino de Rías Baixas comienza su historia en el año 1980 , que es cuando se aprueba el Reglamento de la Denominación específica de Albariño y de su Consejo Regulador. La d.o. aglutina a más de 38

6.000 viticultores y 170 bodegas que cultivan casi 4000 hectáreas de viñedo. Rías Baixas se divide en 5 subzonas , Condado del Tea, Val do Salnés, O Rosal, Ribeira do Ulla y Soutomaior; todas ellas tienen unas condiciones físicas comunes que caracterizan sus vinos, la altitud no superior a los 300 metros, su proximidad con el mar y los cursos fluviales, la influencia del clima Atlántico con inviernos y otoños lluviosos , de temperaturas suaves, y, primaveras/veranos secos y calurosos. La uva reina de las Rías Baixas es la variedad albariño (uva de grano pequeño y esférico y de color dorado oscuro) que aglutina el 94 % de la producción total , también se cultivan la loureira , la treixadura y el caiño blanco (son variedades preferentes), y también se autoriza cultivar la torrontés y el godello. Un vino de Rías Baixas


albariño deberá estar elaborada con el 100% de la variedad albariño, para ser calificado como Condado del Tea deberá estar elaborado en la zona con un 70 % mínimo de Albariño y Treixadura, y el resto de variedades admitidas, para ser calificada como Rosal deberán estar elaboradas con un 70% mínimo de Loureira y Albariño de la zona y el resto de variedades admitidas, para ser calificada como Salnés y Ribeira do Ulla deberán estar elaboradas con un 70 % de albariño como mínimo en la zona y el restante 30 % con variedades autorizadas. Las características principales de los vinos de Rías Baixas son , sus brillantes colores amarillos pajizos, sus intensos aromas florales y frutales; la frescura, la suavidad, la untuosidad y ligera acidez que proporcionan en la boca. La crisis en los vinos de Rías Baixas parece que no se nota, ya que los datos obtenidos en el último año son de lo más satisfactorios principalmente en el mercado exterior que ha tenido un incremento en sus exportaciones de un 16%; abarcando un total de ventas en el exterior del 22%, siendo EEUU el mercado más consolidado que acapara el 50 % de las exportaciones totales. Por ello la d.o Rías Baixas tiene su punto de mira y pone sus esfuerzos en la internacionalización, en mercados exigentes como el asiático y en mercados emergentes como India y Brasil. Disfruten del Vino. 39


Regata Príncipe de Asturias XXVI Trofeo Príncipe de Asturias - Gran Premio Novacaixagalicia Satisfacción de los organizadores del XXVI Trofeo Príncipe de Asturias – Gran Premio Novacaixagalicia, con la casi totalidad de las pruebas programadas validadas en ORC y Ladies Cup, y el cien por ciento en los Especiales y Clásicos. 100 barcos para una Regata Real, que lograron completar todos los grupos y divisiones. Siete mangas de ocho celebraron los ORC y las Ladies, y los tres trazados costeros los Especiales y Clásicos. Venció en el Grupo 0 de los primeros el Castrosúa, de Willy Alonso, del Monte Real Club de Yates de Bayona, que aun hoy siendo sexto en la última manga, había saldado tres primeros en las anteriores jornadas. Subió al podio con 23 puntos. El Mirfak se tuvo que conformar con la segunda plaza. El barco de la Comisión Naval de Regatas de Ferrol, patroneado por Diego López, fue penalizado la víspera, en una protesta efectuada por el Xplosion, al no cederle paso en baliza. Se quedó con 29 puntos, empatado con el tercero que fue el Fifty, de Rui Ramada, representante del Club de Yates. El barco luso de Ramada recogió el Premio Don Juan de Borbón, al velero portugués mejor clasificado de entre todas las divisiones. En los ORC 1 se cumplieron los pronósticos, resolviendo Solventis, sin gran dificultad, su puesto dorado en su Grupo. El barco de los hermanos Moro, Pablo y Alberto, mandado a la rueda por la pericia de Malalo Bermúdez de Castro, cerró su participación con 11 puntos, 23 menos que su inmediato perseguidor, el Alicia, de Luís de la Peña, del Real Club Náutico de Sanxenxo. De la Peña se llevó además, el Campeonato de España de 40.7, que se disputó entre los barcos de su diseño en eslora,

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dentro de la División ORC 1. Tercero fue el portugués del Club de Torreira, Delmar Conde Porto de Aveiro, patroneado por el propio Delmar Conde. En el Grupo 2 tampoco falló Pedro Campos, del Real Club Náutico de Sanxenxo, a la rueda del Movistar, finalizando primero con 10 puntos. Segundo fue Carolina, de Javier Puertas, del Náutico de Portosín, con 18 puntos, y tercero el Esoga, de Fran Edreira, del Náutico de La Coruña, con 29,5 puntos. El barco del proyecto telefónico de Campos se sitúa como serio candidato al Trofeo Presidente Xunta de Galicia, tras sus triunfos en aguas de A Coruña, Bahía de Baiona y Ría de Vigo. Dentro de los Especiales, los 3 puntos de sus tres primeros llevaron a lo más alto del podio al Somni Primero, de Javier Santander, del Club Náutico Punta Lagoa. Le siguió el Area Uno, de Agustín Lestón, del Club de Yates, con 8 puntos, y con otros 8 cerraba el podio el Deep Blue, de Vicente Cid, del Real Club Náutico de Vigo. En Clásicos, el Pingüino Uno, de Ñaco Eraso, también sentenciaba con tres puntos, es decir, tres primeros en la general de los espectaculares veleros. El A71 del Marítimo de Canido no tuvo rival en estas tres jornadas. El Calúa, fue el que más se le aproximó, un Vindo 50 también de Canido, patroneado por Beatriz Colunga. Tercero fue el Miña Miniña, de Fabián Garrido, de Agabace. El diseño Tayana 37 tuvo su bronce con 10 puntos. En las Ladies Cup, las madrileñas de Amparo Molla, que defendía los colores de su Federación de Vela, se llevaron la Copa Femenina del Trofeo Príncipe de Asturias – Gran Premio Novacaixagalicia, con 11 puntos,


haciendo gala de su triunfo ganando la última manga. Segundas han sido las locales del Monte Real, patroneadas por María Campos, con 15 puntos. Y terceras las alicantinas de Isabel García, con 29 puntos. Finalmente Castrosúa, Solventis y Movistar se proclaman Campeones de España de ORC 0, 1 y 2 respectivamente, cita nacional de la que la regata de Baiona ha sido prueba única en España para este sistema de la Real Federación Española de Vela. El broche de oro a esta edición del Príncipe de Asturias fue la entrega de premios, con la asistencia del conselleiro de Presidencia de la Xunta de Galicia, Alfonso Rueda; el alcalde de Baiona, Jesús Vázquez Almuiña; el director de Relaciones Institucionales de Novacaixagalicia, Juan Carlos Fontán; el secretario xeral para o Deporte, José Ramón Lete; la delegada territorial de la Xunta de Galicia en Vigo, Lucía Molares; el vicepresidente del Club de Yates, Alfonso Paz Andrade; y el presidente de la Federación Gallega de Vela, José Ángel Rodríguez, entre otras autoridades, un acto presidido por Rafael Olmedo, presidente del Monte Real, y Marcial Gamboa, comandante director de la Escuela Naval Militar de Marín. Primera jornada Arrancó con fuerza esta XXVI edición, que en la primera jornada lograba completar el programa de la regata, con tres pruebas validadas para los ORC y una costera para los Especiales y los Clásicos. Buen arranque del Mirfak en el Grupo de los ORC 0. El barco de la Comisión Naval de Regatas de Ferrol, patroneado por Diego López, comenzó mandando con autoridad, tras dos primeros y un quinto en su haber en la primera jornada. Le siguió el Xplosion, del luso Carlos Mendonça, con Freijido a la rueda, y tercero, Pairo 8, navegado por las

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manos expertas de Marga Cameselle, ambos defendiendo la grímpola del MRCYB. En ORC 1, Solventis, con Malalo Bermúdez de Castro en la conducción, se puso líder en la regata, tras un tercero, un primero, y un segundo. Precisamente los armadores del Solventis, los hermanos Pablo y Alberto Moro, recibieron en la Gala de los Premios Nacionales de Vela Terras Gauda, el reconocimiento como Mejor Barco ORC de 2010. Segundo, Delmar Conde, con Renato Conde a la rueda, tercero, se posicionó el Alicia, del Luís de la Peña. Pedro Campos comenzó el liderato con el Movistar en ORC 2, con dos primeros y un cuarto. Seguido del Carolina, y el coruñés Tom Núñez con el Raygrass, del Carrumeiro de Corcubión. En los Especiales, Javier Santander, con su Somni Primero se puso al frente de una de las divisiones con más barcos. El representante del Club Náutico Punta Lagoa ganó la prueba costera empleando 2 horas, 39 minutos, 22 segundos en recorrer las casi 15 millas de su trazado por el litoral. Segundo fue Area Uno, de Agustín Lestón, del Club de Yates, y tercero el Deep Blue, de Vicente Cid, del Náutico vigués. En Clásicos, que también recorrieron la misma derrota que los Especiales, se situó en el puesto oro el Pingüino Uno, de Ñaco Eraso, del Club de Yates. En el puesto plata, el Calua, de Beatriz Colunga, del Marítimo de Canido, siendo el tercer peldaño provisional del bronce para Miña Miniña, de Fabián Garrido, del Agabace. Por último, en la clase “box rule” de los First Fígaro, disputada por la Ladies Cup, mandó la madrileña Amparo Molla, que navegó con dos primeros y un segundo, seguida por María Campos, y por la portuguesa Francisca Barros, del Club de Yates de Oporto.


En cuanto a la definición del Campeonato de España de 40.7 el primer líder fue el Alicia, de De La Peña. Segunda plaza ocupada por el Txole, de Ignacio Sánchez Otaegui, y tercero, Meigas Fora V, de José Codesido, del Club Náutico de Portosín. Segunda jornada El día amaneció nublado, con algo de lluvia que se fue diluyendo con el avance del día. Viento del 210 en la primera prueba con 16 nudos, y del 215 en la segunda con 12 nudos. Los favoritos no bajaron el listón y apuntaron alto, manteniéndose en las cabezas de lista en cada una de las divisiones. Mirfak apuntaló su primer puesto, con dos terceros. El barco de Diego López, de la Comisión Naval de Regatas de Ferrol y el Castrosua, el velero de Willy Alonso, del Monte Real, ganó las dos mangas. Tercero, se situó el Xplosion, de Carlos Mendonça. En ORC 1 Solventis, de Pablo y Alberto Moro sentenciaron, de manera provisional. El velero del Club de Yates, gobernado en la rueda por Malalo Bermúdez de Castro, lideró su clasificación particular, a 8 del segundo, el portugués Delmar Conde, de Renato Conde, del Náutico de Torreira. Tercero, el velero de Portonovo Alicia, de Luís de la Peña. En ORC 2, Pedro Campos, líder en su grupo con el Movistar, del Real Club Náutico de Sanxenxo. Ganó sus dos compromisos. Segundo, el Carolina, de Javier Puertas, del Náutico Portosín. Tercero, Esoga, de Fran Edreira, del Real Club Náutico de La Coruña. En los Especiales, que sumaron otro trazado costero, el velero del Real Club Náutico de Vigo Somni, de Javier Santander, siguió dominando la general. Detrás. el pequeño Deep Blue, de Vicente Cid, también del Náutico vigués, y el Área Uno, de Agustín Lestón, del Club de Yates. En Clásicos, Pingüino Uno se escapó del resto de su grupo de veleros. El barco del Monte Real patroneado por Ñaco Eraso siguió mandando la clasificación. Segundo, Calua, de Beatriz Colunga, del Marítimo de Santander. Tercero, Niña Miniña, del Agabace. En Ladies Cup, las madrileñas comandadas por Amparo Molla, muy peleadas con las segundas, las locales del Club de Yates, patroneadas por María Campos, seguidas por las santanderinas del Marítimo, dirigidas por Marieta Lainz.

reconocimiento a su gran labor solidaria, ofreciendo asistencia médica a niñas y niños que no pueden ser tratados en sus respectivos países de origen. Alex, compendio de Amar, Lucha y Experiencia, es una organización nacida en el año 2006 involucrada en la potenciación de proyectos sociales, entre los que se encuentra la integración a través de la práctica deportiva, entre ellos el de la vela adaptada, con la creación de su propia Escuela de Vela en el puerto de Andratx, en la isla de Mallorca, celebrando una regata anual con casi 200 participantes. Vicente Montejano

Premios Nacionales de Vela Uno de los actos principales de este segundo día del Trofeo Príncipe de Asturias – Gran Premio Novacaixagalicia fue la entrega de los Premios Nacionales de Vela, un acto al que asistieron personalidades de las instituciones premiadas, entre las que destacó la presencia del empresario catalán José Cusí, o los olímpicos Iker Martínez y Xabi Fernández, entre muchos otros. Representando a la bodega gallega se encontraba su propio presidente, José María Fonseca. Los premiados recibieron sus distinciones como Mejor Patrón del Año 2010, a José María Torcida, por su campeonato del mundo de J80; Regatista Preolímpica del Año, Marina Alabau, por sus éxitos europeos en RSX Femenino; a la Fundación Alex, integradora social a través del deporte de la vela, como Proyecto del Año; como Navegantes del Año, a Iker Martínez y Xabi Fernández, revalidando el pasado año su título mundial de 49er; al Bribón, como Mejor Equipo de Regatas, por su presencia en los Circuitos Internacionales; al Solventis, Mejor Barco ORC del Año. El Mariano Aguado de Comunicación, que reconoce la labor de los medios informativos en el ámbito de la vela, ha recaído en la emisora de radio Onda Cero, que en 2010 cumplió 20 años de su joven historia, dedicando buena parte de su programación en el último lustro al deporte de la vela, con programas como Navegando Galicia, dirigido por el vigués Juan Caballero, que cada jueves supera, según datos oficiales del EGM (Estudio General de Medios) la cota de los 100.000 oyentes en la comunidad gallega; las Noticias del Mar, de la periodista y patrona de yate castellonense Esperanza Molina, en Onda Cero Castellón; o los bloques informativos de vela realizados en programación nacional por la gallega afincada en Barcelona Esther Eiros, en Gente Viajera. José Cusí, armador de SM el Rey, premio a la Trayectoria Deportiva, recibió una escultura diseñada por el artista gallego Xuxo Vázquez, en reconocimiento a su extraordinaria trayectoria deportiva, plasmada en el ámbito de la vela desde el año 1973, en el que enroló por vez primera una tripulación en el comienzo de la saga Bribón, de la que Don Juan Carlos ha sido su patrón oficial. Vencedor de 6 Copas del Rey, Cusí deja la vela profesional con el pabellón bien alto, tras ser el único representante español en las dos últimas ediciones del MedCup Circuit en TP 52, y convertido en estandarte de la vela española. El Premio al Mejor Proyecto del Año ha sido para la Fundación Alex, en

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Aceba

Colabora con la organización del I Rally Serra da Groba que se celebrará los días 26 y 27 de noviembre

çççççç La Escudería Serra da Groba, creada el pasado día 1 de junio en Nigrán por un grupo de diez personas organizará el primer rally con el mismo nombre, que recorrerá carreteras secundarias de los municipios integrados en el áreas geográfica del Val Miñor y Baixo Miño. La prueba se celebrará los días 26 y 27 de noviembre y formará parte del calendario previsto por la Federación Gallega de Automovilismo, según indicaciones de Luis Barreiro, portavoz del colectivo que preside Víctor Román Cajaraville. El nacimiento de este nuevo grupo de aficionados al automovilismo surgió a través de las redes sociales. Los impulsores crearon los grupos "Rally Serra da Groba" en Facebook y Tuenti y enseguida contaron con el apoyo de decenas de miembros. En esta zona del sur de Pontevedra existe una gran afición por el automovilismo, pero no había ninguna prueba de este tipo. Para disfrutar de ellas, teníamos que ir al Rías Baixas o a las de la zona de Salvaterra y As Neves. Al contar con tantos seguidores vía internet, los promotores del proyecto también recibieron una propuesta de la Federación Gallega de Automovilismo, que también echaba en falta una competición en la zona, para organizar el rally. La preparación se encuentra ya avanzada. Barreiro indica que recorrerá más de cien kilómetros por carreteras de Nigrán, Baiona, Gondomar, A Guarda, O Rosal y Tomiño, sin descartar que puedan unirse más concellos. El I Rally Serra da Groba no es el único objetivo de la escudería. Pretende promover el automovilismo en las dos comarcas y constituir un lugar de reunión de jóvenes unidos por una afición común, como alternativa de ocio constructivo, ya que permitirá a sus miembros la colaboración activa en los grupos de trabajo que se están creando por parte de la organización del rally. Aceba colabora con este evento, por entender que atraerá importante afluencia de público, con lo que garantizamos como mínimo, que los componentes y acompañantes de los equipos participantes, pasarán una noche en Baiona.

Más información http://www.serradagroba.com//

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reloj

de arena

El cambio producido en la comarca durante la segunda mitad del siglo pasado no sólo afecta al crecimiento urbanístico en los tres ayuntamientos sino también en las costumbres y en los comportamientos humanos. Tras el final de la segunda guerra mundial se inició un periodo de mayor flexibilidad social que permitió que las clases sociales dominantes digiriesen con distinta perspectiva los cambios políticos que a partir de entonces se irían generando en el conjunto de los países europeos. España, concretamente Galicia, a principios de los 60 emprendió una etapa esperanzadora que por mor del factótum político tardaría aún algo más por consolidar un mayor equilibrio y riqueza. El turismo burgués que desde finales del siglo XIX hasta los umbrales de los años 30 del pasado siglo se había instaurado en Baiona, quedó dañado por los 46

desgraciados acontecimientos de la guerra civil. Tanto el balneario como el hotel La Palma, entre otros ámbitos frecuentados por forasteros y nativos, dejaron de ser iconos emblemáticos de la Real Villa, para recuperar en tono menos sostenido la rienda turística en los inicios de la década de los 50. Previamente, en 1948, tal como se ve en la foto, podemos ver a un grupo de jóvenes amigas, niñeras, mucamas o criadas, sentadas en los arenales de la Concheira. Semitumbada, a la izquierda, Carmen Ulbeira Pérez, conocida como la Chaboleira, segunda y quinta, jóvenes de Cangas, tercera, Carmen Prado Grande, quien aparece con pamela, y cuarta, Carmen Senra Gómez. Durante la época veraniega, sobre todo, se ganaban la vida cuidando de los niños o casas de pudientes veraneantes en Baiona.


Santiago Coello Presidente da Asociación Cultural Cabaleiros de Santiago da Bahía

Santiago Coello Rodríguez Campo, é Presidente da Asociación Cultural Cabaleiros de Santiago, aínda que nacido en Bahía, as súas orixes son galegas, o seu pai emigrou no ano 51 a Bahía dende Mosteiro, Pazos de Borbén. Dos seus irmáns, Santiago Coello, é o que máis se implicou na cultura galega, seguramente porque adoitaba acompañar o seu pai a todos os eventos que a emigración celebraba. Tamén xerencia xunto aos seus dous fillos maiores o negocio de ultramarinos que o seu pai constituíu hai cincuenta anos. A súa primeira toma de contacto con Cabaleiros de Santiago, iníciase con 17 anos, cando o seu pai foi proposto para facerse cargo da presidencia, e delegou a favor do seu fillo, cargo que exerceu durante dous anos, deixándoo temporalmente para irse á universidade. Posteriormente, cando Cabaleiros de Santiago inaugurou as súas novas instalacións, Santiago Coello aceptou o convite que lle fixo o presidente, José Castro Cabada, volvendo colaborar coa Asociación, que o pasado ano celebrou o seu cincuenta aniversario. Coello foi tamén director do Hospital Español, sendo na actualidade presidente da asemblea. Defínese como baiano/galego pero ao estar a traballar nos Cabaleiros de Santiago respira galeguidade todos os días. Cando vén a Galiza acostuma a visitar a toda a súa familia paterna e cada encontro é unha festa que comparte cos seus. Están a desaparecer as insituciones creadas por emigrantes galegos? Non é que desaparezan, vanse transformando para adaptarse aos novos tempos. Os Cabaleiros de Santiago era pouco frecuentado, pero co noso programa "Rescatando á Cidadanía", tratamos de obter maior participación de fillos e netos de galegos. Os socios pagan unha pequena cota mensual de 120 reais, uns 30 euros anuais, o cal lles dá dereito a usar o espazo cultural da Asociación, beneficiándose dun desconto do 50% nas clases e cursos que se imparten. Ademais se se paga un ano anticipado, obséquiase un semestre gratis para fillos ou netos. Con todo isto conseguíronse 70 novos socios, o único que necesitamos é facer un traballo de continuidade para garantir a existencia da Asociación, pois as persoas mais antigas van desaparecendo e é importante que a cultura dos nosos maiores non se perda. Proxectamos a ampliación do local comprando o edificio contiguo pero de momento non temos suficientes recursos. A idea é constituír unha Universidade de Cabaleiros de Santiago e desta forma competir co Instituto Cervantes. Que actividades están a facer? A nosa axenda conta con actividades moi interesantes, por exemplo, acabamos de organizar unha exposición sobre cultura galega, queremos facer un

memorial da emigración para que deste xeito se coñeza mellor a historia sobre a emigración dos galegos. Unha vez ao ano ofrecemos cursos de galego totalmente gratis, con profesorado que vén expresamente dende Galiza. Contamos cunha ampla biblioteca, que ten un apartado importante dedicado á literatura galega, así como información sobre o Camiño de Santiago. Organizamos cursos de gastronomía galega, impartidos por un xefe de cociña. Celebramos tamén o día das Letras Galegas, homenaxeando o mesmo autor que na Galiza, con conferencias, festa, sardiñada, baile etc., e os alumnos participan con teatro e poesía.Temos un grupo de baile e gaitas, aos que temos cecida unha sala para ensaiar. Actualmente, contamos cunha nova coordinadora chamada Marinalva que estou seguro axudaranos a promover e divulgar mellor os Cabaleiros de Santiago. Hai outras asociacións semellantes á de vostedes? Existen moitas asociacións, como a do Camiño de Santiago á que nos gustaría agrupar no noso centro, soportarían somente os seus gastos de subministracións, polo aluguer unicamente cobrariamos unha cantidade simbólica. Así mesmo gustaríanos que se xuntase a nós a Asociación de Médicos galegos, que é a única na Bahía, e con esta unión, sería máis doado potenciar actividades, intercambios e información con Galiza. O meu mandato á fronte de Cabaleiros de Santiago remata en breve, pero gustaríame presentarme ás eleccións para poder optar a outro mandato. Teño moitas ideas para levar a cabo; celebrar un camiño de Santiago na Bahía, cabe destacar que Brasil é o segundo maior do mundo ao que viaxan peregrinos para facer o camiño de Santiago. Sería un adestramento para deste xeito facer o verdadeiro camiño. Daríase igualmente un certificado. Iso xa se está a facer en Arxentina. Axudar a restaurar a igrexa de Santiago de Iguape que ten 400 anos. Cabaleiros de Santiago estivo alí con representación na misa dos 400 anos. Cabe destacar ademais a nosa revista onde informamos de todas as actividades. Que proxectos teñen en perspectiva? Queremos potenciar os 50 anos dos Cabaleiros de Santiago e ensinar o que Galiza e Bahía teñen de interesante, principalmente con respecto á nosa cultura común. Temos 1.200 socios dos cales achegan capital 400. As axudas da Xunta ou do goberno español son escasas ou case nulas, polo que necesitamos socios e sobre todo capital. Hai que ter en conta que a Asociación de Cabaleiros de Santiago foi a primeira que se fundou para os emigrantes. É unha institución moi importante na historia dos emigrantes de Salvador. Todos terían que ter maior implicación e tratar de coñecer as súas orixes participando máis activamente. Hoxe en día en Salvador temos outros centros como o Cervantes pero con xestións independentes. Nun futuro quizais fose mellor ter unha única institución dirixida por profesionais. José Antonio Avión Garrido

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