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CONTENIDOS

EDITA - Masque2 REDACCIÓN - ADMINISTRACIÓN PUBLICIDAD Río Umia 22-7º C - A Caeira POIO (Pontevedra) CONTACTAR 687 330 069 bahiasur@mundo-r.com DISEÑO MAQUETACIÓN Carmen Carreiro REDACCIÓN Basilio Aberastain COLABORACIÓN Vicente Montejano Pedro Villamarín Amandio Rodrigues FOTOS PAG.10/11 Natalia Espinosa Silgado IMPRIME Gráficas Anduriña DEPÓSITO LEGAL VG - 813 - 2007

PAG4/5/6/7.:Paula A. Carreira PAG8/9.:Primer Plano PAG10/11/.:Joya PAG112/13.:Lviv Fashion Week PAG14.:Concurso fotográfico PAG16/17/18.:Miguel Karballo PAG19.:Novos Valores PAG20/21.:En Construcción 3 PAG22.:Pablo Rosendo PAG28.:Axenda PAG29:Tempo de Leer PAG30.:Fundación Casabellas PAG31.:Mónica Sueiro PAG32/33.:Pedro Villamarín PAG34.:Amandio Rodrigues PAG35.:Apicultura Urbana PAG36/37.:Salud PAG38.:Angel Goce PAG39.:Concello Gondomar PAG40/41.:Achego PAG42/43.: Aceba PAG44.: Reloj de Arena PAG45.: Puebos Colombinos PAG46/47.: Concello de Nigrán

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Paula Carreira


Paula Alcântara Carreira é licenciada em História pela Faculdade de Letras do Porto e Pós-Graduada em Direito da Comunicação. Ao longo de perto de vinte anos de carreira, foi jornalista, docente do Ensino Superior e assessora de comunicação. A sua vida divide-se entre o Porto e Vila Nova de Cerveira. Paula acava de publicar o livro “As múltiplas vidas de um homem só“ Uma biografia possível do pintor Henrique Silva, quem estivera ligado à Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira, durante perto de 20 anos. Trabalhou, durante décadas, de forma intermitente, com Vieira da Silva e Arpad Szenes, em Paris e em Portugal, tornando-se amiga inseparável do casal de pintores. A biografia está centrada no aspecto pessonal e familiar do pintor, nos seus amores e desamores, tratando de mostrar o homem que está por detrás do artista multifacético.

Um artista não pode ser reduzido à sua arte: é muito mais do que isso! É um homem, primeiro que tudo…E foi isso que eu quis revelar neste livro.

Por qué uma biografía de Henrique Silva? A ideia surgiu porque do Henrique Silva era conhecido, até agora, o seu papel como artista, a sua obra, o seu lado ‘visível’ através da arte e da intervenção como director da Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira e em muitas outras instituições culturais e cooperativas, dado que foi sempre uma pessoa muito activa, social e culturalmente. Mas conhece-se pouco o homem que está por detrás do artista, as suas relações familiares, os seus amores e desencantos, o que sente e pensa sobre muitas coisas. Embora um artista se revele na sua arte - como se costuma

dizer e é verdade – ele não pode ser reduzido à sua arte: é muito mais do que isso! É um homem, primeiro que tudo…E foi isso que eu quis revelar neste livro. E difícilmente encontramos alguém com uma vida tão rica em experiências e intensamente vivida como foi – e continua a ser - a do Henrique Silva. Qué tem aportado o artista Henrique Silva a Vilanova da Cerveira e á arte? Penso que a existência e o crescimento contínuo da Bienal de Cerveira, desde 1978 até agora, respondem bem a essa pergunta. Embora tenha assumido a Direcção da Bienal ‘apenas’ nos 5


últimos 20 anos, Henrique Silva esteve ligado a ela desde a sua criação. E hoje, a Bienal é a mais forte e internacional ‘imagem de marca’ de Vila Nova de Cerveira, é conhecida em toda a parte, espalhou-se já por vários concelhos do Alto Minho e da Galiza, tem trazido até Cerveira artistas de renome internacional, tem apostado cada vez mais na inovação na arte…Enfim! A Arte ganha sempre quando tem, além de artistas, gente emprendedora, incapaz de se acomodar às situações e sem medo de arriscar, e o Henrique é isso tudo. Pela sua parte a Câmara de Vilanova da Cerveira tem um grande envolvimento com a arte. São os artistas conscentes deste privilégio? A Câmara de Vila Nova de Cerveira tem tido um papel importante no desenvolvimento das artes no concelho, na medida das suas posibilidades. Mas por vezes os apoios possíveis não são

o ‘livro’ da sua vida, contando algumas histórias que nunca tinha contado, provavelmente…E falando de sentimentos, sem medo. O livro foi construido, sobretudo, através de muitas horas de conversas com o Henrique, a sós, e de muitas conversas com várias pessoas que cruzaram a vida dele, em fases diferentes, e que tiveram diferentes papéis. Depois, houve a análise de documentos de vários géneros, associados ao percurso de vida dele, e a investigação histórica sobre factos ou locais que são referidos no livro. O livro mostra uma visão garimosa e de admiração cara o artista. Quanto há de biografia e quanto de homenagem? No momento em que encerrou um ciclo da sua vida, ao deixar, voluntariamente, a Direcção da Bienal de Cerveira, em 2007, achei que contar a vida do Henrique Silva era também uma forma

ainda os suficientes, porque os artistas – como é legítimo! – querem sempre ir mais longe, conseguir fazer mais e melhor, ter melhores condições, para que se tenha melhor Arte! Mas penso que, de um modo geral, os artistas sentem que Cerveira é um sítio especial, e que ali têm acontecido muitas coisas que não se passam noutros sítios, que há vontade de fazer o melhor possível. Essa consciência julgo que existe, sim. Como se levou a cabo o trabalho de investigação, qué dificuldades e colaborações tivo? Eu diría que foi muito fácil fazer este trabalho, porque houve uma fantástica colaboração por parte de todos – familiares, amigos, colaboradores, ex-colaboradores e colegas do biografado. Para além do próprio Henrique Silva, que decidiu abrir, sem barreiras,

de homenagear o trabalho que ele fez e a pessoa que ele é, é verdade. Mas a vida do Henrique é, na minha opinião, absolutamente ‘merecedora’ de um livro que a contasse. Se assim não fosse, não o teria escrito, por muito que admirasse o artista. Por isso, neste livro tudo é biografia. Conta-se apenas factos verdadeiros, histórias vividas e sentimentos reais. Ali não há ficção. É uma biografia, quanto a isso não há dúvidas. Uma biografia que também pode ser considerada uma homenagem, isso sim. O seu excelente trabalho enquadra-se num atractivo e moderno desenho. A cargo de quem esteve a criatividade e como se fixo a escolha? Toda a concepção gráfica do livro teve um papel primordial na

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muito boa receptividade que ele está a ter, distinguindo-o do habitual e imprimindo-lhe qualidade. A história que é contada ficou muito valorizada pelo trabalho criiativo da designer Susana Leão Machado, da empresa SLM Design. Quando pensamos neste livro, quisemos que ele tivesse qualidade, em todos os aspectos, sendo, ao mesmo tempo, de fácil leitura. E a escolha da designer recaiu, de imediato, na Susana Leão Machado, cujo trabalho já conhecíamos e que nos merecia total confiança. Tudo ficou nas mãos dela, em termos de design, e isso foi um ‘descanso’! (risos) Como está sendo a acolhida do livro? Sente-se satisfeita? O livro está a ter um excelente acolhimento, tanto quanto sei…Até agora, as opiniões que me chegaram foram bastante positivas mesmo, em todos os aspectos. Mas admito que possa haver outras opiniões, será normal, e isso não me preocupa. Neste momento, só tenho motivos para estar satisfeita! Onde se pode comprar? Para já, o livro está à venda na Árvore – Cooperativa de Actividades Artísticas, no Porto (Rua Azevedo de Albuquerque, nº 1 4050-076 Porto – Portugal; tel. (+351) 222 076 010;

geral@arvorecoop.pt). Pode ser comprado lá ou encomendado, porque eles enviam por correio. Irá estar também à venda nalguns museus portugueses, e, eventualmente, noutros locais. Mas para já ainda não temos dados concretos sobre isso. Que outros projectos literários tem em perspectiva? Sei que qualquer projecto literário que venha a desenvolver terá de estar ligado a vidas reais, com personagens reais. A ficção, em termos de escrita, não me atrai. O que me cativa são os ‘mistérios’ da cabeça das pessoas, as vidas diferentes do comum e a investigação histórica ou sobre factos reais. Com todo o respeito que tenho pelos ficcionistas, costumo dizer que “não são precisos personagens quando se tem pessoas, nem romances de ficção quando se tem vidas”. Isto está, aliás, na contra-capa do livro. Tenho dois possíveis projectos a vaguear na cabeça, apenas…E ambos estão na área da biografia, também. Mas seja o que for que venha a fazer, este livro sobre o Henrique Silva será sempre especial para mim, Pela pessoa que tive o privilégio de conhecer e pela confiança incondicional que foi depositada em mim. Carmen Carreiro

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Primer Plano DI DI HOLLYWOOD Di Di Hollywood, la película que Elsa Pataky ha rodado bajo la dirección de Bigas Luna. Sus armas son imágenes cargadas de lujo y glamour, la mítica canción ‘One way or another’ de Blondie y una única frase: “Cuidado con lo que deseas, porque vas a conseguirlo”. Di Di Hollywood iba a ser en principio una continuación de la exitosa ‘Yo soy la Juani’, pero al final el proyecto cambió de rumbo. Con guión del propio Bigas Luna, el film cuenta en su reparto con Peter Coyote, Paul Sculfor, Giovanna Zacarías y Luis Hacha. Veremos si este proyecto sirve para que remonte la taquilla del cine español, que ha empezado el año bajo mínimos. SinopsisDidi Hollywood es una apasionante historia sobre la mujer y el éxito, basada en una actriz y su deseo de triunfar en la meca del cine. Su nombre es Diana Díaz, una joven que tiene un sueño, llegar a ser una gran estrella y para conseguirlo está dispuesta a dejarse la piel.Aunque de momento la vida no le sonríe. Está harta de su trabajo donde ve que no tiene futuro alguno. Su único apoyo es María, una amiga que pone copas en el mismo bar que ella.Ante este panorama, decide irse a probar suerte en el mundo latino de Miami. Pero allí tampoco las cosas le son fáciles. Cansada de pasearse por todas las agencias y sin dinero, pasa hambre y soledad y finalmente, cuando está a punto de abandonar conoce a Nora.Nora es una aventurera con la que entabla una gran amistad. Más tarde, en uno de los castings a los que asiste, conoce a Robert, un ayudante de dirección mejicano que se enamora perdidamente de ella y los tres juntos viajan a Los Ángeles siguiendo la estela del sueño de Hollywood. Su vida allí la cambia física, personalmente y hasta de nombre.De Diana Díaz a DiDi y aunque cuenta con el apoyo incondicional de su madre, se irá incrementando la distancia entre ella, España y María.

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CAZA A LA ESPÍA

FESTIVAL DE CINE 4+1

Caza a la espía nos introduce en los oscuros pasillos del poder político con un apasionante thriller inspirado en las experiencias de una auténtica agente secreta de la CIA, Valerie Plame, cuya carrera quedó destruida y cuyo matrimonio fue llevado al límite al descubrirse su identidad por una filtración de la Casa Blanca. Protagonizada por la candidata a un Oscar Naomi Watts (Promesas del este, King Kong, 21 Gramos) y el dos veces oscarizado Sean Penn (Mystic River, Mi nombre es Harvey Milk), Caza a la espía está dirigida por Doug Liman (El caso Bourne, El ultimátum de Bourne, Sr. y Sra. Smith) y escrita por Jez Butterworth (Oscura seducción) y John-Henry Butterworth. Está producida por Bill Pohlad (Hacia rutas salvajes, Brokeback Mountain), Janet Zucker (Ratas a la carrera, El primer caballero), Jerry Zucker (Ratas a la carrera, La boda de mi mejor amigo), Akiva Goldsman (Una mente maravillosa, Hancock, Soy Legenda, El código Da Vinci), Jez Butterworth y Doug Liman. El director de fotografía es Doug Liman. El montador es Christopher Tellefsen (Truman Capote, Memorias de Queens). El diseñador de producción es Jess Gonchor (No es país para viejos, Un tipo serio). La diseñadora de vestuario es Cindy Evans (Una pareja de tres, y el telefilme de la HBO «Temple Grandin»). Valerie Plame (Naomi Watts), una agente secreta del departamento contra la proliferación de armas nucleares de la CIA, descubre que, a diferencia de lo que muchos miembros del gobierno estadounidense opinan, Irak no tiene ningún programa activo de armas nucleares. Mientras, a su marido, el diplomático Joe Wilson (Sean Penn), lo envían a África para investigar los rumores sobre unas posibles ventas de uranio enriquecido a Irak. Tras descubrir que no se han producido tales ventas, Joe escribe un artículo en el New York Times en el que resume sus conclusiones, desatando así una acalorada polémica. Poco después, la identidad secreta de Valerie se filtra a notorios periodistas de Washington. ¿Se tratará de un desafortunado accidente o de una campaña coordinada contra su marido? Con su identidad al descubierto y sus contactos en el exterior revelados, la carrera y la vida privada de Valerie empiezan a hacer aguas. Al principio, sus amigos y familiares se indignan. Luego, se distancian. Valerie recibe amenazas de muerte anónimas, y el negocio de Joe se va a pique. Tras 18 años al servicio del gobierno, Valerie, una madre, esposa y agente de campo con un historial impecable, lucha ahora por salvar su reputación, su carrera y su matrimonio. Caza a la espía, una película repleta de intriga, suspense trepidante y diálogos magistrales, es un apasionante relato sobre la lucha de una mujer por sobreponerse a una inesperada traición y recuperar su vida.

El singular Festival de Cine 4+1 FUNDACION MAPFRE -que se celebra simultáneamente en Bogotá, Buenos Aires, Ciudad de México, Madrid y São Paulo del 11 al 14 de noviembre de 2010- contará en su primera edición con una sección competitiva compuesta por 12 cintas de 12 países. Cineastas de prestigio como Gus Van Sant, Jane Campion o Agnès Varda y directores punteros como el filipino Raya Martin, el camboyano Rithy Pann o el argentino Pablo Agüero, entre otros, competirán por el Premio a la Mejor Película dotado con 20.000€, que será otorgado por el público asistente con su voto. La filosofía de este certamen consiste en recuperar títulos significativos de cine de autor presentados en festivales prestigiosos, que pese a sus valores cinematográficos no han accedido aún a los circuitos comerciales. En esta primera edición del Festival de Cine 4+1 optarán al Premio del Público a la Mejor Película: Huacho de Alejandro Fernández Almendras; Sweetgrass de Ilsa Barbashm y Lucien Castaing-Taylor; Eastern Plays de Kamen Kalev; Independencia de Raya Martin; Irène de Alain Cavalier; Le Roi de L’Evasion de Alain Guiraudie; Salamandra de Pablo Agüero; Le Pere de Mes Enfants de Mia Hanson-Løve; Les Plages d’Agnès de Agnès Varda; Treeless Mountain de So-Yong Kim; Un Barrage Contre le Pacifique (The Sea Wall)de Rithy Pann y 8 de Abderrahmane Sissako(Tiya’s Dream); Gael García Bernal (The Letter); Gaspar Noe (Sida); Mira Nair (How can it be?); Jane Campion (The Water Diary); Gus Van Sant (Mansion on the Hill); Jan Kouen (The Story of Panshin Beka) y Wim Wenders. Además, La Sección Especial, irá dedicada a un Invitado de Honor que el Festival acogerá en su sede oficial que, en esta ocasión, será el MALBAFUNDACIÓN COSTANTINI de Buenos Aires. El Festival de Cine 4+1 se celebrará así mismo en la Cinemateca Distrital de Bogotá / Cine Colombia (Bogotá), el Cine Palafox (Madrid), la Cineteca Nacional de México (México DF) y la Cinemateca Brasileira (São Paulo). 9


Joya, la exposición líder de América Latina reúne calidad, diseño y moda; lo mejor del sector joyero todo bajo un mismo techo.

Joya

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Joya, la exposición de joyería emblemática de América Latina La ciudad mexicana de Guadalajara abrió sus puertas a la moda, al diseño y a la comercialización de joyería y confirma mediante una edición más de Joya, que la convierte en la capital joyera del país. Joya, con más de 27 años de existencia representa el más extraordinario escaparate para que las empresas joyeras presenten sus nuevas colecciones y las tendencias en la moda de joyería a nivel mundial, con más de 300 firmas joyeras nacionales y extranjeras con más de 15 mil compradores mayoristas y medio mayoristas de joyería en el centro de exposiciones más importante de América Latina, ExpoGuadalajara, para llevar a cabo la XLVIV Exposición Internacional de Joyería, Platería, Relojería, Bisutería e Insumos. Joya, organizada por la Cámara de Joyería del Estado de Jalisco, representa una excelente plataforma comercial donde los mayoristas y medio mayoristas pueden adquirir piezas y diseños con las últimas tendencias en joyería y al mismo tiempo participar de pasarelas, conferencias, talleres y capacitación gratuita paralelos a la exposición. Bajo un ambiente de confianza y seguridad, el comprador mayorista de joyería pudo recorrer los 600 stands distribuidos en un área de más de 12,000 metros cuadrados y encontrar todo lo que requería de esta importante industria como, piezas de joyería fina, joyas de autor, diamantes, platería, piedras preciosas y semi-preciosas, perlas, acero, insumos para armado, maquinaria y herramientas. A través de los años, Cámara de Joyería del estado de Jalisco, ha pugnado porque el cliente compre productos de alta calidad, dado que un gran número de empresas afiliadas se rigen por un programa de autorregulación en kilataje basado en la Norma Oficial Mexicana NOM-033-SCFI1994. De esta manera “Grupo de Calidad” busca dar fin a la competencia desleal. Jalisco es el productor número uno de joyería en oro con una producción del 60 por ciento a nivel nacional, mientras que en plata produce el 40 por ciento a nivel nacional colocándose en el segundo lugar. Su capital, Guadalajara, ha demostrado su vocación comercial concentrando más de 1,800 firmas de joyería en oro y plata en sus 19 Centros Joyeros diseñados especialmente para la comercialización de joyería. Joya, la exposición líder de América Latina, reúne calidad, diseño y moda; lo mejor del sector joyero todo bajo un mismo techo. 11


Lviv Fashion Week

Uno de los principales eventos relacionados con la moda en Ucrania y Europa del Este

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Lviv Fashion Week, es uno de los principales eventos relacionados con la moda en Ucrania y Europa del Este. Se organiza dos veces al año, en primavera y otoño, siguiendo los standares de los grandes centros de moda del mundo. El formato Lviv Fashion Week, está basado en prêt-à-porter y prêt-à-porter colecciones de lujo, realizándose diversos desfiles en diferentes salas, siendo una semana dedicada no solo a la moda, sino también al arte, la fotografía, la exhibiciones de joyas…, se considera que más de 3.500 personas asisten a los desfiles cada día durante la semana que dura el evento. Lviv Fashion Week, apoya a los jóvenes diseñadores, a los nuevos talentos, en colaboración con Contest of Clothes’Designers “The GoldenThread” de Polonia, que convocan cada año el certamen Sabotage, para jóvenes diseñadores, brindándoles así la oportunidad para dar sus primeros pasos en el mundo de la moda, presentando sus colecciones a los medios de comunicación, profesionales de la industria de la moda, diseñadores, espectadores, críticos de moda y clientes potenciales. Lviv Semana de la Moda se inició en el 2008 y durante las temporadas anteriores se presentaron colecciones de más de 75 diseñadores procedentes de Ucrania, Rusia, Armenia, Polonia, Hungría, Croacia, Letonia, Estonia y Francia. En esta edición Kenzo Takada, será el invitado de honor, aunque también estarán presentes; Oksana Mukha, Likhachova Zinaida, Ponomaryov Constantin, Mykytuk y Yatsentyuk, MALVA florea, Germaine La, Selezniova Viktoria entre muchos otros. Una de las grandes diseñadoras polacas, Joanna Klimas presentará su colección por primera vez en Ucrania.

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Augusta Spa Resort de Sanxenxo FINALISTAS EN EL CONCURSO DE FOTOGRAFÍA

1er. PREMIO D. JORGE MEIRA

2º PREMIO Doña MARÍA TERESA LOSADA

3º PREMIO Don FERNANDO SAN FILIPO


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Miguel Karballo


Miguel Karballo, é artista plástico, ben coñecido pola súa obra pictórica mostrada en diversas exposicións colectivas e individuais, aínda que tamén traballa a escultura e fai incursións na literatura, ten publicado o libro “Un Bárbaro en Atenas” e está a rematar o segundo. A Karballo gústalle definirse como autodidacta, segundo él “para non ter que enumerar a tantos mestres dos que adeprendeu”. Dende moi novo convive cos pintores e movimentos artísticos da Galiza, máis tarde trasládase a Madrid onde se relaciona con Raimundo Patiño e o grupo Brais Pinto, do que formaban parte, Xosé Luis M. Ferrín, Xosé Fernández Ferreiro, Cribeiro e Ben Cho Sei, sendo esta unha etapa de grande actividade artística e intelectual na vida de Miguel Karballo. Actualmente vive en Tamallancos Ourense, onde ten o obradoiro e exposición permanente. Sempre quixo adicarse ás artes ou hai algún momento determinante no que toma esta decisión? Non teño moi claro de cando comezou a se me meter esta teima na cabeza, pero eu nacín e vivín deica os cinco anos nunha entidade rural chamada Buciños, en Carballedo, Lugo (espazo e tempo que teño como paradiso perdido, mais non esquecido na miña memoria) onde un mozote, una tal Manolo, era moi admirado e querído por se ter ido a Madrid a estudar belas artes. Este Manolo acabou sendo o escultor Manolo Buciños. Por tanto, e por moi estraño que poda resultar, sobre todo aquí en Galiza, onde se infravalora ou despreza tanto o mundo rural das nosas raíces, falar de arte e palpar a cotío unha verdadeira admiración polas artes naquela miña querida patria que era o reducido contorno da miña aldea natal naqueles comezos da década dos cincuenta, era algo totalmente habitual. Esta realidade, adobada cun desexo de admiración e agarimo que teñen por natureza os meniños, e especialmente, quizais, os que xa tenden a se inclinar por un tipo de vida máis espiritual e centrada na creatividade, eu penso que empezou a definir esta miña tendencia polo camiño da arte. Dende os cinco anos ós catorce fun a vivir con miña familia a outra aldea, xa nos Chaos de Amoeiro de Ourense, onde casualmente tiven moita relación con outro mozo, Xavier Suances, que estaba estudando arquitectura tamén en Madrid, onde ó tempo descubrín tiña irremediablemente que emigrar a maior parte da mocidade que quixese seguir certas carreiras. Este novo meu modelo a seguir, sempre me pareceu que inda tiña máis vocación de pintor ca de arquitecto, pintaba moi ben e eu, inda un cativo, entrementres gozaba de ver como pintaba diante de min, xa me fun dicindo que tiña que chegar a ser pintor ainda me custase canto quixese. É a etapa de Madrid a que realmente consolida a súa carreira artística? A Madrid marchei despois de facer os dezaoito anos en 1969, cando xa levaba tempo pintando e incluso xa tiña vendido algún cadro (nunca esquezo que saquei o meu carné de conducir de coche e moto con cinco mil pesetas que cobrei por pintar un retrato a un industrial ourensán, xa unha boa venda para o tempo). Porén en Madrid, onde me propuxen xa chegar a vivir só da pintura sen depender doutro traballo nin de ninguén, que tampouco meus pais tiñan tantos posibles, o que consolidei foi ese propósito xa que cheguei a vivir só pintando, bastante ben e totalmente feliz. Ora... non foi dende logo un camiño de rosas de chegar e encher nin moitísimo menos, pero as dificultades e traballos tan grandes que tiven que pasar deica me encarrilar un chisco e en todo momento, tamén me fixeron 17


madurar e medrar moito humanamente, que foi unha consolidación tan importante para min coa que non contaba. Por qué Carballo con K? Eu que xa de moi novo empezou a me gustar escribir cousas para min, decidín axiña utilizar a miña lingua, o galego das miñas comarcas de Lugo e Ourense. Naqueles tempos, que a moitos novos de hoxe lles pode parecer raro, o galego, entre outros ataques que tiña que sufrir, estaba o de ser prohibido lelo e escribilo, e sobre todo nas escolas, por tanto eramos xeralmente uns auténticos ágrafos na nosa lingua, non tiñamos nin idea de como a escribir. Eu solucionei o problema concretando unha grafía e unhas normas de escribir particulares nas que a letra “K” exerceu gran importancia. Moito mais tarde chegouse a conseguir a legalización do galego incluso na escola, a crear unha Real Academia, e mesmo unha ou varias normativas, para min todas un tanto artificiais, entón eu, para escribir creativamente en primeiro lugar para min, seguiume gustando sempre moito máis este meu galego, miña grafía e miña normativa particulares, e cando cumprín os cincuenta propúxenme a liberdade de a dar a coñecer e utilizar publicamente, por moi irreverencia que tal actitude fose tomada, comezando por utilizala no meu propio apelido, para diferenciar tamén a miña obra de antes dos cincuenta da posterior ós cincuenta. Estas son as razóns de Karballo con “K”. Acostuma a pintar relatos oníricos, mostrando os soños de nenos rurais, podemos falar de autobiografía? Recoñezo que a miña pintura ten efectivamente moito de onírica, pois realmente gústame pintar como metido nun soño e fora da miña parte consciente. Encanto ó de que se son soños de nenos rurais e de si podemos falar de autobiografía, só podo responder o seguinte: por un lado, que eu valoro máis ca ningún outro tipo de vida a vida rural na que nacín e decidín un día voltar a vivir a maior parte do ano, apesares da tristeza que me da ver o maltratada e despreciada que está pola política e a grande maioría da sociedade, por outro lado, esa parte non consciente ou inconsciente dun, dende a que a min me gusta pintar, entendo eu que tamén me gusta porque é a parte mais pura e sincera dun, é dicir, a máis infantil que seguimos tendo e actuando dentro de nós e que considero esencial para poder facer arte. Por tanto autobiografía ben seguro que si tamén, pero... non só dun tempo infantil lonxano, pois está claro que eu quero seguir mirando con ollos de neno, que considero o único xeito de poder ser verdadeiramente maduro. Son as vivencias da sua infancia as que máis o inspiran? Como acabo de dicir, eu como pintor, e non só como pintor, quero ser permanentemente bastante neno, e con toda miña conciencia e racionalidade de home de cincuenta e tantos moitos anos que teño, por tanto non se trata unicamente dunha infancia lonxana. Con que pigmentos e sobre que soportes lle gusta traballar? A min sempre me gustou moito a arte primitiva, das distintas antiguedades e do mundo medieval e bizantino, realizadas con pigmentos amasados polo propio pintor e aplicados sobre muros que tamén el preparaba, entón actualmente, gracias á relación intima e constante que teño con Grecia onde se seguen a utili-

zar moito as tradicionais técnicas da Arte Bizantina e por tanto podo conseguir doadamente pigmentos naturais de calidade nas tendas especializadas que abundan en Atenas, gozo de traballar dese xeito antigo de amasar os pigmentos e preparar os meus soportes con técnicas de auténtico albanel, traballo artesanal co que tamén teño certa relación autobiográfica, posto que en algún tempo da miña vida puiden sobrevivir traballando na construcción. Está casado coa pintora grega Sula Repani. As cores ocres da súa obra son unha homenaxe ao mediterráneo e a Sula? Teño que aclarar que o meu namoramento polo mar e o mundo Mediterráneo xa me ven de antes de compartir miña vida con Sula, precisamente coñecemonos no 1986 en Barcelona, onde eu chegara despois de pasar aquel verán en Ibiza na casa dun amigo pintor, e xa levaba uns anos nos que os veráns non me parecían veráns se non daba a miña longa volta polos aires mediterráneos. Ora... non cabe dúbida de que Sula supuxo para min xa o casarme totalmente con este mundo e toda a súa atmosfera, coñecelo máis ampliamente e tamén de xeito moito máis familiar, pois eu máis aló de Italia e de ser un simple viaxeiro por el nunca pasara, e se cadra nunca chegaba a pasar de non ser por Sula. E agora sinto... que Grecia é a súa parte oriental máis especial e esencial. Si, posiblemente os ocres que agora utilizo moito, sexan, inconscientemente, unha homenaxe a Grecia, e especialmente ás illas do Exeo e moi concretamente a parte occidental da illa de Lesbos, a terra dos antepasados de Sula onde eu me sinto case coma en Tamallancos e descubrín a beleza dos ocres e dos montes e campos espidos, un polo totalmente oposto dos campos e montes deste noso verdor atlántico, que sigo querendo, como galego que tampouco deixo de ser, que o amor por estas cousas, canto máis se vai multiplicando mais se enriquece e da si. Para cando unha nova exposición? Acabo de facer únha exposición na Coruña, outra na Guarda e participar nunha colectiva de tipo temático na illa grega de Limnos, entón de momento so quero centrarme en traballar tranquilo. Que tampouco me gusta andar constantemente enfrascado en exposicións e non poder pintar coa tranquilidade que necesito, que para min é hoxe prioritario. Ten previsto retomar as actividades intelectuais que acostumaba a celebrar no obradoiro de Tamallancos? O Obradoiro de Arte de Tamallancos foi unha experiencia que puxemos en marcha e funcionou ben uns doce anos, un espacio de exposicións, de relación, de amizade, de intercambio intelectual, de traballo artístico e de venda de obra, dende a consideración de que un comercio humanizado é un medio interesante de relación entre as persoas como calquera outro. Pero, apesares de que a idea entendemos que sigue sendo interesante, xestionar todo esto leva o seu tempo, e por outro lado, igual que pasa na política, os eidos e entre as cidades, no mundo da arte e da intelectualidade tamén hai hoxe en Galiza moito minifundismo mental que fai difícil algunhas cousa. Entón de momento é o noso taller e a nosa galería particular, de Sula e miña. Se veñen tempos mellores e hai quen bote unha man todo se pode retomar.

Gústame pintar como metido nun soño e fora da miña parte consciente.

Carmen Carreiro

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Unha das obras da exposición, da artista Paula Pereira.

Novos valores 2010 As obras seleccionadas en iste certamen, serám expostas de xeito itinerante en Cambados, Lalín e Tui. O vicepresidente da Deputación de Pontevedra encargado del área de Cultura, José Juan Durán, xunto ó director do Museo de Pontevedra, José Carlos Valle, presentaron o pasado día 5 de novembro Pazo provincial a Exposición Itinerante "Novos Valores 2010". Esta mostra, está composta polas obras seleccionadas do Certame Novos Valores 2010, anteriormente expostas nas dependencias do Museo de Pontevedra. Cambados, Lalín e Tui, son as cidades que acollerán a mostra Dado o seu carácter itinerante, sa mesma vaise trasladar, en primeiro lugar a Cambados, onde estará do 5 ó 28 de novembro no Pazo de Torrado; do 3 de decembro ó 2 de xaneiro estará no Museo Aller, en Lalín; e, para pechar o percorrido viaxará ata Tui, onde se poderá visitar no Edificio Área Panorámica entre o 10 de xaneiro e o 6 de febreiro.

Cómpre sinalar que das 39 obras seleccionadas, 5 non sairán nesta itinerancia por ter xa comprometida a súa exposición en galerías e mostras temporais varias. Si estarán presentes todas as obras premiadas e adquiridas pola Deputación, entre as que se atopan creacións en formato vídeo, escultura, gravado, debuxo, fotografía e pintura. De cara ó ano que ven, a área de Cultura da Deputación está traballando nun calendario expositivo polo cal se realizará unha serie de exposicións de pequeno formato por diferentes concellos da provincia. Con esta iniciativa de futuro, pretendese cubrir as necesidades dos municipios nos que a políticas culturais se refire, tendo en conta o momento de crise que estamos vivindo. 19


En Construcción 3 Exposición en la sede de la Fundación Barrié hasta Febrero de 2011 La Fundación Barrié inauguró en Vigo el 26 construcción 3, esta es la tercera de una serie de exposiciones que muestran la colección de pintura contemporánea internacional de la Fundación, y reflexiona sobre cómo la pintura ha sido capaz de construir su propia historia a partir de expresiones pictóricas que van más allá de ideas tradicionales como la de género o estilo. La muestra, comisariada por David Barro, reunirá 24 obras de los artistas Jessica Stockholder, Shinique Smith, João Penalva, Manuel Caeiro, Gil Heitor Cortesão, Gerardo Burmester, Albano Afonso, Manuel Vilariño, Miquel Mont, José Pedro Croft, Perejaume, Ignasi Aballí, Curro González, Rita Magalhães, Simeón Saiz Ruiz, Teo Soriano, Tracey Moffatt, Carlos Correia, Yves Oppenheim, Helmut Dorner y Paulo Climachauska. Si en Construcción 1 se mostraba una serie de obras de gran 20

formato que permitían un rico diálogo con el espacio y en Construcción 2 se trazaba una mirada íntima con ese mismo espacio, ahora, en Construcción 3 se ocupa la totalidad del espacio vigués para que el propio espectador pueda reconstruir él mismo, la historia de la pintura a partir de distintas propuestas que enlazan unas obras con otras para elaborar pequeños relatos que nos lleven a entender la pintura actual, desde fenómenos como el de su expansión lejos de los límites impuestos por el marco tradicional o el de su reencarnación en otros medios que logran mantener el espíritu pictórico en fotografías, instalaciones o en escultura, jugando con la expansión y la reencarnación de la pintura en otros medios. David Barro: “de la expansión a la reencarnación “Continuando con la intención de reflexionar sobre el concepto de pintura a partir de las nuevas adquisiciones de la


Colección de Pintura Contemporánea Internacional de la Fundación Pedro Barrié de la Maza, En Construcción 3 aborda dos capítulos imprescindibles para entender qué puede ser pintura hoy y cómo ha sido capaz de construir su propia historia a partir de expresiones pictóricas que van más allá de ideas tradicionales como las de género o estilo y una vez que su propio contexto se ha convertido, en muchas ocasiones, en contenido. En este caso, el viaje propuesto para acompañar esta diseminación de lo pictórico parte de una serie de artistas que en su afán por desbordar la idea de cuadro y de marco han conquistado el espacio arquitectónico transgrediendo la tradicional rigidez de la pintura como unidad para revisar caminos abiertos por la escultura. Como señaló Rosalind Krauss, lo de dentro (la pintura) y lo de fuera (el marco) se desdibujan y fragmentan, conformando la obra en un territorio indefinido que se ha denominado pintura expandida. Desde artistas como Helmut Dorner o Teo Soriano, conscientes del espacio entre cuadros y de cómo la pintura se constituye a sí misma en relación con los otros objetos o partes del entorno, se pasa a artistas como Jessica Stockholder, que evidencia como, en muchos casos, la arquitectura confiere significado a la estructura histórica de la pintura. En sus obras, Stockholder presenta una gran variedad de objetos acumulados que dan una impresión fundamentalmente caótica entre los que el espectador puede descubrir objetos de uso cotidiano cuyo carácter funcional se mantiene, junto a otros colocados de forma aparentemente casual y sin motivación evidente. Detrás de todo ello intuimos la influencia de una época que ha provocado la disolución del concepto de género y del sinsentido que supone hoy hablar de escultura, pintura o fotografía como fragmentos y no como productos de una totalidad. Para artistas como los presentes en esta muestra y en las anteriores de esta serie, el concepto de ‘lo pictórico’ será una especie de modus operandi que permite estructurar cada trabajo. Desde hace años, para muchos artistas el lienzo ya no está vacío de antemano y la pintura no sirve para producir imagen sino que es la imagen la que nos sirve para producir pintura. Así, algunos como Carlos Correia o Simeón Saiz Ruiz parten de la fotografía o de la televisión para construir sus pinturas. Para ellos, la fotografía es una forma de ganar distancia a la hora de penetrar en lo real y asume una función religiosa en el momento en que todo el mundo elabora sus propios recordatorios a partir de ella. Si Rembrandt recurrió al dibujo y Vermeer a la cámara oscura, estos artistas documentan el espacio real de una manera fotográfica venciendo uno de los miedos del modernismo, el de la manufactura.

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Pablo Rosendo Ganador del XIV certamen del Salón del Cómic de Cangas Pablo Rosendo, es un joven ilustrador vigués que hace ya un tiempo abandonó Madrid, en donde trabajaba en una empresa de animación para volver a su entorno y a su estudio donde dedica la mayor parte de su tiempo a dibujar. Pablo ilustra libros infantiles y didácticos, colaborando con las editoriales, como Nova Galicia, Galaxia y Rodeira, entre otras. También realiza caricaturas, con extraordinarios parecidos, entre otros personajes, ha dibujado a Messi, Buenafuente, Patricia Conde y Ferrand Adriá, a quién tuvo oportunidad de regalárse en la visita del creativo cocinero a la Universidad de Vigo. Ha sido premiado en diversos cetamentes, uno de los últi22

mos en los que ha participado ha sido en el Salón del Cómic de Cangas, en su cuarta edición, donde resultó ganador. Como ilustrador, acaba de presentar el libro infantil editado por Galaxia, “Un baño de gargalladas” con textos de Rosa Llorente y unos maravillosos y coloridos dibujos que harán las delicias de los niños, y aunque la historia trata de una niña a la que no le gusta bañarse, como suele sucederle a la mayoría de los más pequeños de la casa, es seguro que las ilustraciones de Rosendo invitarán a más de uno a querer probar si el baño es tan divertido como aparece en el cuento.


RESERVAS: 986 723 412 Rúa dos Barcos, 2 SANXENXO (Pontevedra)

En Restaurante Carmen se puede disfrutar de una cocina tradicional, siendo algunas de sus especialidades los pescados guisados y al horno, mariscos, paletilla de cordero lechal de castilla, arroces, empanadas variadas, con una mención especial a la de mejillones con chorizo. Cuenta además con una selecta bodega con presencia de todas las denominaciones de origen. Recientemente el Restaurante Carmen obtuvo el premio otorgado por el Concello de Sanxenco a la tapa creativa. Los especiales guisos de pescados de Restaurante Carmen hacen un maridaje perfecto con Martín Codax, elaborado con una innovadora técnica, mediante crianza sobre doble carga de lías y dos meses de "batonage" que le otorga amplitud y untuosidad en boca, resaltando sus elegantes notas aromáticas de pastelería y fruta madura.


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PAZO MENDOZA Elduayen 1 -BAIONA CELEBRA TUS CENAS DE EMPRESA CON NOSOTROS RESERVAS Y PRESUPUESTO - Telf: 986 385 014

CASA RITA C/Carabela La Pinta, 17 BAIONA MENÚ GRAN CENA DE FIN DE AÑO 2010 1º Percebes Camarones de la Ría Centolla de la Ría 2º Palometa Roja (Virrey) o Lubina al horno Cordero lechal de Villalón de Campos, asado Variado de postres caseros Surtido de postres navideños Uvas de la suerte BODEGA Cava Pinoyt Noir Brut Rosado D.O. Rosal Tollodouro D.O. Ribeira de Douro Viña Pedrosa D.O. Rioja Allende Precio 80 € p - Reservas 670 58 97 40 24


RESTAURANTE MOSCÓN Alférez Barreiro 2 BAIONA Telf: 986 355 008 ESPECIALIDADES wBogavante con arroz wLagostinos americana wCaldeirada de pescado wAlmejas con fideos wLuras fritas o en su tinta wChuletón Moscón POSTRE A la carta

LA BOQUERÍA Rúa Ventura Misa 64 BAIONA Telf: 669863949 ESPECIALIDADES wFoi con rulo de cabra y reducción de Pedro Ximénez wPulpo a la plancha wZamburiñas churrucadas wTallarines con marisco wFabas de La Boquería con almejas 25


RESTAURANTE NAVEIRA Frente Muelle Pesquero BAIONA Telf: 986 358 086 MENÚ DE EMPRESA wLangostinos a la plancha wBuey de mar wVieiras gratinadas wPescado o carne (a elegir anteriormente) VINO wRibeiro y Rioja POSTRE, CAFE Y CHUPITOS PRECIO ESPECIAL PARA EMPRESA 35€ PERS.

ENTRE OTRAS ESPECIALIDADES wCochinillo wPescado de la Ría wAtún Rojo wCocochas CELEBRACIÓN NAVIDEÑA EN: RESTAURANTE FONTE DE ZETA Calle Fuente de Zeta,5 BAIONA Tlf.: 986 35 82 14 RESTAURANTE ABADÍA Calle Bernardo Vázquez, 38-40 PLAYA AMÉRICA Tlf.: 986 36 79 58 LA MEJOR COCINA


RESTAURANTE HOTEL BAHÍA Carretera de Santa Marta 14 BAIONA Telf: 986 385004 MENÚ (Chef Ángel Casal) PLATOS wGambas a la plancha wCentolla w Buey wVieiras w½ Langosta wLenguado o Rodaballo a la plancha (otra opción) wTernera o Cordero al horno wHelado con chocolate caliente wVino Ribeiro Blanco y Tinto wCafé, Licores CONSULTAR OTROS MENÚS

CERVECERÍA TAPERÍA LA REAL Calle Ventura Misa, 52 BAIONA Telf: 986 358143 ESPECIALIDADES EN TAPAS VARIADAS Y MENÚS PARA GRUPOS LIMITADOS wAlmejas wChipirones wCallos w Tortillas BUENA COCINA Y AMBIENTE EN PLENO CASCO VELLO DE BAIONA


VIRXILIO VIEITEZ EMIGRANTES Produción: MARCO, Museo de Arte Contemporánea de Vigo Datas: 22 outubro 2010 - 24 abril 2011 Lugar: salas de exposición da planta baixa Horario: martes a sábados (festivos incluidos) de 11.00 a 21.00, domingos, de 11.00 a 15.00 Cando se cumpren dous anos do pasamento de Virxilio Vieitez (Soutelo de Montes, Pontevedra, 1930-2008), inaugúrase nas salas da planta baixa do MARCO a esperada retrospectiva deste fotógrafo, realizada en coprodución con Fundación Telefónica. A existencia dun importante arquivo familiar que garda a totalidade da súa produción, fixo posible unha investigación a fondo. Ademais dos traballos máis coñecidos de Vieitez, preséntase unha grande cantidade de obras inéditas, entre elas fotografías en cor e vintage, nunha selección comisariada pola italiana Enrica Viganò, especialista en fotografía. A mostra inclúe un total de 293 fotografías expostas en salas —261 en branco e negro e 32 a cor— das que máis da metade son traballos inéditos, ás que se suman os 142 vintage exhibidos en vitrinas. Unha sala biográfica e a proxección do documental Virxilio Vieitez. “Más allá del oficio”, realizado por José Luis López Linares en 2005, con entrevistas a Virxilio e á súa filla Keta Vieitez, completan o discurso expositivo.

COLECCIÓN ZANCHI Caixanova Santiago de Compostela Fechas: del 3/10 al 16/1 Horario: de lunes a viernes de 17 a 20:30 h; sábados, domingos y festivos de 11 a 14 y de 17 a 20:30 h En el Centro Social Caixanova en Santiago se encuentra la exposición “Colección Zanchi Grandes maestros”, que reúne una selección de 40 piezas de esta pinacoteca privada. La muestra permite realizar un apasionado recorrido por la creatividad en Europa de la mano de 27 excepcionales figuras del arte europeo. El viaje comienza con una delicada Madonna del siglo XV de Andrea Mantenga y termina con la fuerza del romanticismo de Turner, tras haber contemplado la maestría de artistas de la talla de Durero, Tiziano, Tintoretto, Miguel Ángel, Van Dyck, Caravaggio, Rubens, Murillo, Ribera o Ingres. Se trata, por lo tanto, de un gran acontecimiento artístico, una cita ineludible para los amantes del arte, y una ocasión única para que el público admire estas excepcionales piezas que abandonan temporalmente Suiza, de donde proviene la colección.

MÁIS QUE A VIDA - VASCO ARAÚJO E JAVIER TÉLLEZ Produción: MARCO, Museo de Arte Contemporánea de Vigo / CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Comisariado: Isabel Carlos Datas: Ata o 9 xaneiro 2011 Lugar: salas de exposición do 1º andar Horario: martes a sábados (festivos incluidos) de 11.00 a 21.00 Domingos, de 11.00 a 15.00 A exposición ‘MÁIS QUE A VIDA’, coproducida polo MARCO de Vigo e a Fundação Calouste Gulbenkian de Lisboa, ten como protagonistas aos artistas Vasco Araújo (Lisboa, 1975) e Javier Téllez (Valencia, Venezuela, 1969). O proxecto, comisariado por Isabel Carlos, podería definirse como unha dobre antológica que inclúe unha revisión dos seus traballos, ademais de pezas creadas especificamente para esta ocasión. A confrontación de obras de dous artistas supón un modelo curatorial pouco explorado, e formúlase aquí como unha mostra na que se pretenden destacar unha serie de aspectos en común. As salas acollen un conxunto de pezas de formatos variados —cinema, vídeo, fotografías, instalacións— se ben o nexo de unión non son os medios utilizados nas obras, senón os conceptos que as percorren. 28

OUTOMURO LOOKS Auditorio de Galicia Ata o 12/12/2010/ Lu-Do: 10:00 a 14:00 e 16:00 a 20:00 A exposición Outumuro Looks. Vinte anos fotografando moda, organizada polo Museu Téxtil e de Indumentaria - Disseny Hub Barcelona, foi ideada por Ramón Prat e Silvia Ventosa e recolle a traxectoria profesional e artística do fotógrafo ourensán Manuel OUtomuro. Presenta unha selección de 222 fotografías de moda realizadas por Manuel Outumuro durante as dúas últimas décadas, 1990-2010. A mostra constitúe un percorrido pola historia da indumentaria do último cambio de século a través das imaxes creadas por un dos fotógrafos máis recoñecidos do noso país.


Tempo de lectura

LA NOCHE SUCKS Blanca Riestra Alianza Literaria

CONTRALUZ Thomas Pynchon Tusquets

Anochece en Albuquerque. Una adolescente hace autostop a orillas de la interestatal. Logan se prepara para abrir el Launchpad. Benny Gonsales escucha la voz del Rey desde su tráiler. Dos gemelos nerds juegan con armas en el garaje de su casa y Poppa Neutrino rasguea la guitarra y planea tácticas de fútbol. Al otro lado del Río Grande, una anciana lee delante de su caravana algún himno y el mendigo de la calle cuarta sueña entre cartones que su voluntad construye el mundo. En la penumbra de su habitación, un serbio chatea con novias virtuales, y una mujer o un niño se va caminando por sendas subterráneas que conducen al centro de la tierra. Anochece en Albuquerque, un cruce de carreteras en medio de la nada que huele a frijoles y a burritos, una circunvalación rodeada de moteles, diners, casas desperdigadas y tristes, con columpios en el porche y una bandera casi siempre a media asta por un muerto. Y Michael Astorga, asesino del deputy sheriff de Bernalillo, trata de escapar aunque sabe que no tiene a dónde ir. Blanca Riestra nos brinda en La noche sucks una novela circular en la que una serie de personajes erráticos se buscan y no se encuentran mientras vagan por calles orladas de neones.

El mineral transparente llamado espato de Islandia posee la curiosa propiedad óptica de la doble refracción: duplica en paralelo la imagen del objeto que se mira a través de él. Si, desde cierta altura, se contemplara el planeta por una lámina de ese espato, la realidad no se distorsionaría, pero cabe sospechar que la imagen duplicada no sería exactamente la esperada. En un juego semejante se embarca Thomas Pynchon en Contraluz al recrear un mundo en descomposición, el que va de la Exposición Universal de Chicago de 1893 a los años inmediatamente posteriores a la primera guerra mundial. Cientos de tramas entrelazadas trasladan al lector de los conflictos laborales en las minas de Colorado al Nueva York finisecular, para pasearlo después por lugares tan dispares como Londres y Gotinga, Venecia y Viena, los Balcanes, Siberia durante el misterioso incidente de Tunguska, el México revolucionario, el París de posguerra o el Hollywood de la era del cine mudo. Por ese laberinto de palacios y burdeles, callejones insalubres y desiertos gélidos se mueve una abigarrada galería de personajes: anarquistas, aeronautas, jugadores, matemáticos, canes parlantes, científicos locos, chamanes, videntes y magos, espías, detectives y pistoleros a sueldo, que se codean con personajes reales como Bela Lugosi o Groucho Marx

XOA Antonio Yáñez Casal (Autor/a), Rodrigo Chao Blanco (Ilustrador/a) Colección:INFANTILE XUVENIL Cando Xoa naceu, houbo festa rachada. Ninguén acordaba outra igual no campeiro. Os seus habitantes bailaron e bailaron ata non poder máis, contentos coma carricantas. E é que había tempo que naquel lugar non viña ao mundo unha xoaniña. Os veciños foron un por un darlle os parabéns á nai, que acoleiraba a Xoa con dozura. Todos coincidiron en que nunca unha xoaniña tan feita e tan garbosa adornara o campeiro, e iso celebrárono rillando nuns pulgóns moi sabedeiros escollidos para a ocasión.

FLORENTINO O PRINCIPE QUINO Gloria Sánchez García (Autor/a) Xan López Domínguez (Ilustrador/a) Colección: INFANTILE XUVENIL Nun país habitado por corrichos, o máis porcallán de todos eles era Martiño, o rei. Todo o país era unha auténtica inmundicia, del emanaba un cheiro tan fedorento que ata os paxaros que pasaban voando por riba do reino caían ao chan privados do sentido. Un día a raíña, Morriña da Corticela, tivo un corricho, ao que chamaron Quino. O príncipe a medida que ía medrando amosaba unha conduta inusual e contraria ás normas. algo non ía ben.

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Fundacion Casabellas

Organiza o VI Brumario Poético en Pontevedra

8 A Fundación Casabellas organiza o VI Brumario Poético en Pontevedra con poetas destacados do mundo árabe e de América Latina, abordando o tema do mito de Sísifo en un ciclo que, unha vez máis, ha combinar música, concertos e artes visuais. A apertura dos actos iniciouse coa inauguración da exposición de Remigio Nieto, "visionario Unha pintura", homenaxe ao poeta Jorge de cunha na Galería Sargadelos. A maior parte das actividades vanse celebrar no Teatro Principal de Pontevedra. Na apertura deste VI Brumario inciouse coa proposta "Poesía, música e pintura", unha homenaxe ao pintor Xosé Luís de Deus. contando coa presencia de Manuel Rivas, un amigo persoal do artista. Dentro da programación está prevista a asistencia do poeta iraquí Abdul Hadi Sadoun, con R. Depestre autor que foi nomeado para Nobel. Tamén está no programa oestreo dos himnos do Templo de Apolo, en Delfos, obras de fai 2.500 anos. EXPOSICIÓN PLÁSTICA Na Sá Sargadelos: Inauguración Exposición de Remigio Nieto González. “La pintura visionaria”, homenaxe a Jorge Cuña. HOMENAXE A XOSÉ LUIS DE DIOS 6 de novembro: Homenaxe ó pintor Xosé Luis de Dios (Ourense, 1943 – Tui, 2010). Manuel Rivas, Daniel Domínguez, Daniel D. García e Miguel A. Cuña

Canción: Jorgelina Piana (voz), Sergio Ariel (guitarra) Días 17 e 18 de novembro: Obradoiro “Poesía árabe contemporánea”Dirixe: Abdul Hadi Sadoun (Bagdad, 1968) Día 19 de Novembro: Abdul Hadi Sadoun (Bagdad, 1968) Poesía e poética, por Abdul Hadi Sadoun Día 20 de Novembro: Castigo e redención poética de Sísifo (mito de Sísifo) Recitación: Mónica Pérez, Miguel Ángel Cuña Música: Jorge Hernández (piano) DE FABULARIO NOVO A HIPOFANÍAS: Día 29 de Novembro: Manuel Cuña Novás (Pontevedra, 1924 – Pontevedra, 1992) Presentación de “Poesías”, de Manuel Cuña Novás Recitación: Dolores Omil Composición musical: María García-Mendoza Fernández, Interpretación: Patricia Blanco (voz) e Mª García-Mendoza (piano) Día 30 de novembro: Jorge Cuña Casasbellas (Vigo, 1946 – Pontevedra, 2004)” Videocreación “Pulsaciones oceánicas”, de Jorge J. Candán. Composición musical sobre Moloch: Joaquín Sanmartín Música: “Himnos a Apolo”, grupo de profesores e alumnos do CMUS “Manuel Quiroga”, de Pontevedra.

Música: Tomás Camacho Muelas (guitarra clásica) LA HERIDA Y LA ROCA ALZADAS Día 16 de Novembro: Idea Vilariño (Montevideo, 1920 – Montevideo, 2009); Recitación: Laura Villa, Amor Herrera, Mónica Pérez 30

CLAUSURA – POESÍA SIN FRONTEIRAS: Día 2 de decembro: Poesía de Haití Recital poético-musical, coa participación da Asociación Multicultural Sinfronteras de Pontevedra, e o grupo de percusión africano e caribeño Deggo, dirixido por Abdoulaye Bilal Traore.


Mónica Sueiro Non sí? Teatro finalista no certame Xuventude Crea

"Xogando Shakespeare”, baixo a dirección de Mónica Sueiro, e representado por Non sí? Teatro, grupo da aula de teatro en Baiona, foi seleccionado como finalista no certame Xuventude Crea, organizado pola Dirección Xeral de Xuventude e Voluntariado. Non sí? Teatro compite con outros cinco grupos de teatro; "In-comunicando" do grupo Mequetrefes, "Acantante calva" de Andaravía Teatro, "Matilde" da Asociación cultural Bicodobrelo, "The Faluas's rocky horror show" de Teatro da Falúa e "Crónicas daquela escola" Grupo Teatro da Bibl. Antas de Ulla. Establécesense tres premios de 3.000, 1.500 e 1.000 euros

Non sí? Teatro gañou o primeiro premio na edición GzCrea Teatro 2007 co Pic-Nic traballo de Fernando Arrabal tamén baixo a dirección de Mónica Sueiro grupo de representación Baiona. Os gañadores daránse a coñecer o venres 19 de novembro ás 16:30 na Facultade de Rosalía de Castro, Santiago de Compostela. GZcrea é un certame galego de creadores novos, que inclúe as especialidades de teatro, artes plásticas, moda, música, relato, poesía, videocreación, banda deseñada, graffiti, carteis, videoclips, composición para banda de música e deseño de xoias. 31


Cata de vinos Pedro Villamarín

SABER DE VINO - 50 PÁLABRAS IMPRESCINDIBLES El mundo del vino, como en otras materias, utiliza una serie de términos que a veces no son comprendidas por el público en general. En el siguiente artículo vamos a definir los 50 términos indispensables y más utilizados para que podamos demostrar ante amigos nuestros conocimientos, ó si estamos en una cata especializada entender el lenguaje con él que nos están hablando. Abierto:cuando el color es de claro y de poca intensidad. Afrutado: cualidad por el que se reconoce, el sabor, el aroma y correcta madurez de la uva originaria. Agresivo: Es un vino con aromas y sabores desagradables. Alcohólico:Vino que destaca por un intenso aroma a alcohol. Amplio: Vino con una gran diversidad de aromas y sabores. Armonioso: equlibrio del vino entre acidez, azucares, alcohol...) 32

Aterciopelado: Son aquellos vinos cuya en crianza en roble nos ofrece sabores suaves y placentero. Balsámico: Aromas que recuerdan a eucalipto o incienso. Bagazo: restos que quedan después de exprimir la uva. Batonage: es la técnica que consiste en remover las lías. Bitarttratos: cristales que aparecen en el vino cuando es sometido a bajas temperaturas. Bordalés: recipiente normalmente de madera con una capacidad entre 200 y 400 litros. Borras: sedimentos que se depositan en el fondo del depósito. Bouquet: Que es el referido a los aromas que desprende el vino. Capa: referente a la intensidad del color del vino ,a mayo capa mayor intensidad en el color. Carnoso: aquel que en la fase gustativa nos llena de sabores en toda


la boca. Despalillado: procedimiento que se realiza en la bodega en el que se separa el raspón de la uva. Estrujado: procedimiento que se realiza en la bodega que consiste en romper la piel de la uva por presión , para extraer el líquido. Franco: vino sin defectos en boca y aroma. Fresco: es el aroma que desprende un vino joven con poco alcohol. Filoxera: plaga que atacó a la vid de la variedad vitis vinifera en el S.XIX Frutos Rojos: es el aroma de cerezas, grosellas, arándanos que desprenden los vinos tintos. Glicérico: Vino que en la fase gustativa es untuoso por su alto en contenido en glicerol. Herbáceo: es la que percibimos en la fase gustativa y olfativa , que nos indica la falta de madurez en la uva. Hollejo: es la piel de la uva. Largo: cuando perdura el sabor del vino al tomar un sorbo de vino. Lías: son las sustancias sólidas que se depositan en el fondo del depósito tras la fermentanción del vino. Maderizado: vino que tiene un exceso de aromas y sabores a madera. Maceración: es el contacto del mosto con el hollejo para extraer más sabores y aromas. Microoxigenación: que es la absorción de oxígeno al vino a través de los pequeños poros que tiene la madera de la barrica. Mineral: que es el recuerdo de sabores y aromas a pizarra o arena. Notas de evolución: cuando un vino a envejecido antes de tiempo por oxidación del vino.

Oxidado: vino que no está en condiciones óptimas de ser bebido, por una evolución rápida de oxigenación. Pago: es el referente a una determinada zona o paraje con características propias y diferenciadas de otras zonas. Postgusto: aquellos relativos a la fase gustativa , que es el sabor que nos queda al beber el vino; a mayor postgusto mayor calidad. Raspón: la madera de la uva, Redondo: es el vino con un equilibrio entre aromas y sabores. Reducción: es el aroma que desprende un vino tras un largo tiempo en botella. Ribete: es el borde del vino en la copa con una tonalidad más clara. Sombrero: que es una base sólida que flota por encima del mosto tras la fermentación Sulfuroso: aquel que se perciba en la fase olfativa por un exceso de azufre. Sulfitos: son sales naturales del vino; también se le añaden como desinfectantes, antioxidantes y antisépticas. Terruño: viña o zona que dan las características del vino elaboradas en él Tánico: vino astringente por exceso de taninos. Torrefacto: es el recuerdo a café tostado. Trasiego: es el trasvase del vino de un recipiente a otro (barrica o depósito) Terroso: olor a tierra mojada Tofféé: aroma a caramelo tostado o dulce de café de vinos tintos. Untuoso: vino de gusto graso , con cierto matiz dulzón. Varietal: vino obtenido de una sola uva (lo contrario plurivarietal)

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Vinhos mágicos Portugal Por Amândio Rodrígues Caminha - Portugal

n n BRINDEMOS À VIDA COM NÉCTARES DIVINOS! Foi entre gente gira que brindei à vida com néctares dos deuses. Foram muitos os vinhos que desfilaram pelas mesas, provando a qualidade ímpar do que em Portugal se produz na área vitivinícola. Houve lugar a surpresas, a conversa e partilha de saberes e muitos sabores. Entre gente de áreas tão diversas, onde se cruzou a sétima arte e o mundo vínico, os sentidos extasiados flutuaram nos cheiros e aromas que de cada copo emanaram. É sempre um prazer disfrutar de momentos de glória na companhia de João Nicolau de Almeida, Paulo Laureano, Nuno Pires e Pedro Garcias. Podem ser curtos minutos ou horas, mas eternos ficam na memória. Fica a eternidade dos taninos, das palavras, dos finais de boca prolongados… Redoma, Tiara, Sequeira, Primeiras Vinhas, Trajadura, Arinto, Rabigato, Côdea de Arinto, Viozinho, Tinta Grossa… abrem-se as portas do céu – são néctares celestiais! Um líquido roxo verte-se no copo e, inesperadamente, prova-se o famoso néctar de Setúbal, o Moscatel. José Augusto, um homem dedicado à Gastronomia e aos Vinhos, já há anos nessas andanças, surpreende-se com a qualidade daquele Moscatel Roxo. Aproveito a oportunidade e envio-lhe, daqui, um abraço, não só pelo excelente artigo jornalístico realizado sobre o Amândio Restaurante, como pela forma profissional como actua em qualquer ocasião. Ah!... Amigo José Augusto, espero que já tenha anotado na agenda, porque cá o espero para uma “lampreiada”. E da área vínica pulo até à rádio e saúdo o amigo Artur Carvalho, com o qual tive o prazer de trabalhar no programa “Rota dos Vinhos Verdes” da TSF. Foi uma oportunidade única de divulgação dos vinhos de excelência que no Minho verdejante se produzem. E, já que estou numa maré de agradecimentos, não posso deixar de louvar o trabalho realizado pelo Dr. Coutinho Pereira, na direcção da Região dos Vinhos Verdes. Brindemos, ainda, aos 85 anos do engenheiro Fernando Pimenta, um senhor que me 34

visita frequentemente e que não deixa em mãos alheias a oportunidade para provar um vinho de eleição. Merece, de facto, um reconhecimento. Falo, agora, da vizinha Galiza e de Xavier e Susana. São pessoas ímpares, seres humanos encantadores, praticantes da cultura nas suas mais díspares vertentes, apaixonados pelos petiscos minhotos e, como não podia deixar de ser, pelos vinhos portugueses. São amigos, amigos de longas horas de conversa e deleite. São amigos para brindar à vida e, assim, brindamos com um Alvarinho e um grande tinto duriense. Brindemos aos amigos! E, porque estamos em pleno Outono, os tintos marcam presença. São muitos os que saem para o mercado e a escolha é difícil. São, também, muitos os que já provei. Um dos que mais me fascinou, com uma óptima relação preço/qualidade, foi Castello d’Alba Reserva 2007. É vinho tinto produzido nos socalcos do Douro vinhateiro, ideal para beber no dia-a-dia. Enquanto escrevia esta crónica tive o privilégio de me rodear de dois mitos mundiais, imagine-se, separados, apenas, pelo rio Douro. Miguel Torga dizia: “Douro, rio e região, é talvez a realidade mais séria de Portugal” e tinha toda a razão! Falo de Vega Sicília, um vinho nascido em Ribera del Duero, obra da família Alvarez e do grande enólogo Javier Ausás, é considerado um dos melhores, senão o melhor, vinho de Espanha. No outro lado do rio, nasceu pelas mãos carinhosas de Fernando Nicolau de Almeida, o Barca Velha, esse vinho intemporal. É, sem dúvida, o mais carismático vinho português. Termino, lançando-vos o convite: visitem este cantinho mágico do Portugal profundo, que é Caminha! Até breve, Amândio Rodrigues Amândio Restaurante Rua Direita, 129 Caminha – Portugal -Telef.:258921177


Apicultura urbana Sus seguidores buscan la recuperación de las abejas

La miel fabricada en casa es cada vez más requerida en las ciudades de Francia, Alemania, Inglaterra y Estados Unidos. Incluso la Casa Blanca y la Ópera de París, se han unido a la moda. Sus seguidores buscan recuperar a la abejas, animales clave en el equilibrio natural, porque están en peligro de extinción por el uso de pesticidas, la fragmentación de su hábitat, la enfermedades, el cambio climático y la introducción de especies exóticas. Sin las abejas, el 70% de los cultivos mundiales no se llevarían a cabo, porque gracias a la polinización podemos disfrutar de vegetales y plantas que impiden la erosión del suelo. En el Reino Unido es donde más han crecido los panales urbanos. Desde 2008, Londres cuenta con 5.000 miembros de la Asociación de Apicultores, que tienen sus colmenas en patios o techos. Los estadounidenses también practican la apicultura urbana y mantienen las colmenas en los jardines o en lugares cercanos a la casa. Incluso publican una revista para aficionados en el tema, Bee Culture, y libros que explican cómo hacer una colmena en la ciudad, The Backyard Beekeeper. Pero no está permitido en todas partes, en Nueva York, criar abejas está prohibido por considerarlas animales peligrosos y supone una multa de hasta 2.000 dólares. En París la Asociación Francesa de Apicultores (UNAF), hizo un proyecto de recuperación de abejas y eso ha significado la introducción de 300 panales a la ciudad, instalados en balcones, techos, parques, centros comerciales y museos. Y en Alemania, en las ciudades de Frankfurt, Münich y Hamburgo, ya viven millones de abejas. En la República Democrática del Congo, iniciaron programas de introducción de abejas para que la miel mejore la alimentación del país. Según la UNAF, las abejas criadas en la ciudad son más sanas y productivas que las del campo porque no están expuestas a pesticidas. No es necesario que los panales estén en un jardín, porque las abejas pueden recorrer vario kilómetros en busca de polen. Hay que dejarlos en sitios que no estén expuestos a las inclemencias del clima. También se debe elegir el tipo de abejas, recomiendan las italianas, carniolas o rusas. 35


Las castañas Casi la mitad de la composición de las castañas estás formada por hidratos de carbono, esto la convierte en un alimento energético ideal para apaciguar el hambre en los días frescos de otoño cuando este fruto se recoge o se vende asado en invierno en las calles. Podríamos pensar que las castañas engordan mucho y no deberían tomarse en caso de obesidad o en regímenes para perder peso, en realidad, tratándose de un fruto seco, es uno de los menos calóricos porque su contenido en grasa es muy bajo y por la gran cantidad de agua que posee. Si la comparamos con las nueces la diferencia es abismal, ya que estas poseen un 4% de agua frente un 60% de grasas y un contenido muy bajo en hidratos de carbono, no llega al 14%. Todo ello no significa que las nueces sean malas para la salud, todo lo contrario, su riqueza en aceites poliinsaturados las convierte en una medicina natural, aunque, sí es cierto que a igualdad de peso, las nueces como el resto de los frutos secos engordan mucho más que las castañas. No debemos olvidar la función que los hidratos de carbono desempeñan en la dieta, estos deben ser considerados como la fuente de energía más importante. Desafortunadamente, en los últimos tiempos la tendencia ha sido la contraria. Producto de una mala información, muchos alimentos feculentos, como el trigo, las patatas o el arroz han acumulado muy mala fama en los países occidentales y en numerosos países desarrollados, se han sustituido los hidratos por grasas. El poder calórico de las

grasas es más del doble que el de los hidratos (exactamente 9 kilocalorías por gramo en grasas y 4 en el caso de los hidratos), por lo tanto comer el mismo peso en grasas que en hidratos, engorda el doble en le primer caso, todo ello sin olvidar que muchas veces las grasas son del tipo saturado, responsables de la aparición de numerosas enfermedades de tipo circulatorio. Los hidratos de carbono constituyen el único combustible con el cual puede funcionar el cerebro, una vez en el organismo se descompone en glucosa que el cerebro aprovecha para alimentarse. Una alimentación deficiente en hidratos puede ser responsables de la aparición de numerosas anomalías, como el nerviosismo, la ansiedad, falta de atención, etc. . Las dietas muy estrictas en carbohidratos complejos (los que proporcionan las féculas, cereales, legumbres o ciertos alimentos como las castañas) o simples ( los que postracionan las frutas o los dulces), son responsables de la hipoglucemia que conlleva a un estado de debilidad y apatía en general. Dentro del grupo de los carbohidratos, resultan más interesantes los complejos porque producen una liberación más lenta de la glucosa permitiendo que el cerebro y el organismo en general disponga de energía de una forma controlada durante más horas. Las castañas son ricas en carbohidratos complejos, los cuales pueden ser absorbidos por el organismo de una manera lenta, manteniendo los niveles de azúcares equilibrados y quitan la sensación de hambre durante mucho tiempo. Un puñadito de


castañas asadas o cocidas puede servir de ayuda para evitar comer otros alimentos ricos en grasas, por lo que comidas con moderación, resultan de ayuda en regímenes de adelgazamiento. Resulta ideal para los deportistas, menos en período de crecimiento, trabajadores de oficios duros, además su contenido en fibra resulta un buen laxante natural. Las castañas poseen abundante riqueza en vitamina B, que solo puede asimilarse en su totalidad cuando se comen crudas dado que la cocción estropea este elemento. Mucho más interesante es su riqueza en potasio y hierro, un mineral muy interesante por sus propiedades para controlar la retención de líquidos y favorecer la diurésis. Igualmente el potasio es necesario para que el organismo pueda convertir los hidratos en glucógeno. Las castañas siempre han tenido fama de ser alimentos poco digestivos, este pensamiento es en parte justificado, ya que la digestión de un alimento tan rico en hidratos de carbono requiere una buena ensalivacion por lo que deben masticarse con cuidado para que puedan digerirse bien. No debemos olvidar que las castañas crudas son ricas en taninos, por lo que comerlas en este estado puede producir molestias intestinales, siendo aconsejable dejar reposar las recogidas en el bosque entre siete a diez días para que su contenido en taninos disminuya y el almidón se transforme en azúcares asimilables. A la hora de elegirlas en el mercado, es importante escoger aquellas que tengan la piel bien tersa, libre de manchas o cortes y que se muestren firmes al tacto. Las castañas deben conservarse en un lugar fresco y seco al aire libre, no conviene guardarlas en bolsas plásticas porque pueden enmohecer. Conservadas en la nevera pueden aguantar hasta un mes a temperatura normal o hasta cuatro meses si se congelan con la corteza. En cuanto a las secas, pueden durar hasta seis meses si se congelan en recipientes herméticos. Composición por cada 100 gr..: Agua, 48,6 g Energía 213 kcal, Grasa, 2,26 g Proteínas, 2,42 g Hidratos de Carbono, 45,54 g Fibra, 8,1 g Potasio 518 mg Fósforo, 93 mg Hierro, 1,01 mg Sodio, 3 mg Magnesio, 33 mg Cobre, 0,44 mg Cinc, 0,52 mg Magnesio, 095 mg Vitamina C, 43 mg Vitamina A, 28 UI Vitamina B1, 0,238 mg Vitamina B2, 0,168 mg Vitamina B3, 1,179 mg Vitamina B6, 0,376 mg Ácido fólico, 62 mcg 37


Angel Goce Un joven piloto con muchas metas en perspectiva Angel Goce Cabreira comienza su pasión por las motos a los 14 años y con 17 se inicia en la competición federada. Suele entrenarse en motos de trial, aunque actualmente corre con una Yamaha TZR 125. Participó en los circuitos de Estoril, en el Vasco Sameiro de Braga, la Magdalena en Forcarei y Cartagena. Precisamente en el circuito Cartagena en Murcia, acaba de conseguir el pasado 25 de septiembre, su premio más importante. Participó entonces en la carrera federada nacional del Club 2 T, Copa Castrol para motos de dos tiempos, donde compitió con marcas como Cagiva mito o Apriliars de 125 y Yamaha RD 350. Angel Goce corría con su Yamaha 125 totalmente de serie, en la categoría sport producción, compitiendo con motos preparadas para competición y afrontando unos gastos de alrededor de 5.000 euros, soportados por su Sponsor y socio, don Angel Puente Ortes, consejero delegado del grupo empresarial Cogesa (C.G.S.), a quién desde aquí desea mostrar su profundo agradecimiento. El Sr, Puente Ortes, es un gran aficionado al 38

mundo del motor habiendo sido ya en otra ocasión el principal sponsor privado, para la celebración del campeonato del mundo de trial celebrado en Baiona. Angel Goce Cabreira, es hijo del presidente del motoclub de Baiona Kawabai, quién se ocupo de organizar la primera concentración mototurística en Baiona. Este joven piloto pasó el verano entrenando en los circuitos de Vasco Sameiro en Braga y la Magdalena en Forcarei, además de hacer revisar perfectamente su moto por su mecánico, Carlos de Talleres Kascos de Nigrán, preparando así la importante prueba de Cartagena, en la que obtuvo un excelente resultado, quedando en los clasficatorios en cuartos para terminar posicionándose al término de la carrera en segunda posición. El premio, un trofeo, una medalla y una botella de cava. La próxima meta, será prepararse para correr la Ninja Cup Junior con una Kawasaki Ninja 250 preparada, en circuitos tales como, Valencia y Catalunya, entre otros.


Gondomar Das 9 Entidades Locais Menores, existentes en Galicia, 8 ubicanse na provincia de Pontevedra, e 1 na provincia de Ourense (Beran), das 8 de Pontevedra (Arcos da Condesa en Caldas de Reis, Bembrive en Vigo, Camposancos na Garda, Chenlo en O Porriño, Pazos de Reis en Tui, Queimadelos e mais Vilasobroso ambas en Mondariz) tres colindan entre si (Chenlo, Pazos de Reis e Morgadans) e dentro da area metropolitana de Vigo ainda quedan Camposancos e Bembrive, un dato da “independencia” parroquial de Pontevedra Sur.A Entidade Local Menor, é unha entidade local, dentro dun concello, e digamos unha autonomía municipal, co seu alcalde pedáneo, os seus vocais, o seu secretario os seus plenos, e as súas xuntas de gobernó.A Entidade Local Menor de Morgadans, asentada na devandita parroquia, foi constituida como tal o sete de agosto de 1.932, coa consideración de “pobo agregado”, por estimar o Concello de Gondomar derogado o Estatuto Municipal de 1.924 e utilizarse para o efecto a Lei Municipal de 1887. Con gallo da guerra civil española sofre un parón no seu funcionamento, sen chegar a ser suspendida, e volve a emprender a súa viaxe a partires do ano 1.955.Morgadans é unha parroquia asentada nunha superficie de

Morgadans constituese como Entidade Locai Menor en 1932

1.530 hectareas nas que residen na actualidade preto de 1.600 habitantes distribuidos nos barrios de Avelosa, Baralla, Batizosa, Camiño Branco, Carballás, Entreviñas, Xende, Gonda, Guillufe, Hervillas, Lago, Morxido, Padrons, Picousio, Pedra, Prado, San Roque, Vilas e Viño.A sede da Entidade está no barrio de Pedra, e dispón dun patrimonio respetable, escolas, Casa da Cultura de Guillufe e diversos montes, entre os que destaca o monte Galiñeiro, Caldeirón e outros, e cuia masa forestal condiciona (cos seus aproveitamentos) os orzamentos da entidade.No pasado os incendios forestais mermaron moito esta riqueza, hoxe en días os cuidados da masa forestal presentan un monte diferente e con futuro, os arcollitos están sendo substituidos por robles, por castaños, por cerdeiras e por outras especies nobles, polo que o monte ten un proxecto esperanzador.O gando ceibe, os famosos curros, a colindancia co parque natural do Monte Aloia, a riqueza micoloxica, a caza maior o impresionante panorama que se divisa dende as atalaias de Prado, ou do monte Galiñeiro, sobre a ria de Baiona e de Vigo, fan desta parroquia, un referente a ahora de practicar sendeirismo, ou simple contacto coa natureza.Manuel Núñez

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Achego Pon en marcha un sistema de campañas publicitarias on line.

ACHEGO acaba de por en funcionamento unhas accións e ferramentas coa finalidade de dinamizar o CCA e que son as seguintes: CAMPAÑA DE PUBLICIDADE ON LINE Desenvolveuse unha campaña de publicidade en liña realizada conxuntamente polos establecementos asociados a través do centro comercial aberto. Cada vez son máis as empresas que realizan campañas de promoción e publicidade a través de boletíns electrónicos para informar aos seus clientes sobre un determinado tema e/ou para promocionar algún produto concreto. O boletín dixital ofrece unha serie de beneficios que o converten nun vantaxoso mecanismo de promoción e comunicación: wContribúe ao fortalecemento das relacións cos actuais e potenciais clientes constituíndo un importante sistema de fidelización wPermite a actualización da información das novidades existentes no sector. wTen un custo ambiental inferior ao de calquera distribución gráfica. wRemite ao sitio web da asociación, invitando a visitalo e aumentando así o tráfico da web. 2 - CAPTACIÓN DE SUSCRIPTORES Como fase previa ao envío do boletín dixital, realizarase unha campaña conxunta de captación de clientes a través de cartazes e folletos nos cales se ofrece a posibilidade de subscribirse ao boletín. Concretamente, elaborouse o seguinte material promocional: w450 carteis, dos cales se entregarán dous exemplares a cada establecemento asociado e distribuiranse o resto nos principais puntos de información da localidade. w12.100 folletos, dos cales se entregarán cincuenta exemplares a cada establecemento asociado, quedando algún exemplar para ser distribuido nos principais puntos de información da localidade (adxúntase un exemplar). Co obxectivo de facer máis atractiva a Campaña, a Asociación de Comerciantes, Hostaleiros e Empresarios de Gondomar aportará cinco rutas en barco por las Rías Baixas para dúas persoas, que serán sorteadas entre os clientes suscritos ao boletín dentro do prazo da Campaña. 3 – ELABORACIÓN DO BOLETÍN DIXITAL Nunha terceira fase deseñarase o primeiro boletín dixital. Na elaboración do 40

mesmo establécese unha estrutura reducida ao máximo para evitar que o email a enviar producira un exceso de tamaño, establecendo un deseño no que se destacou a información de máis relevancia. Paralelamente, colocaranse enlances cunha información mais extensa onde o usuario interesado poderá obter o que necesite. Por iso: wIncluíronse enlaces, cores, táboas e fontes para facelo máis atractivo. wPara evitar que ocupase moito espazo, deseñouse unha ferramenta lixeira. wColocáronse enlaces para a descarga de arquivos en lugar de envialos adxuntos no boletín, isto evita problemas de sobresaturar as contas de correo ou o bloqueo de adxuntos por filtros spam. wTívose especial coidado á hora de deseñar o boletín co tamaño de fiestra do cliente de correo tendo en conta que adoita a ser máis estreita que a do navegador de Internet. Subscrición Cada vez que alguén se rexistra no servizo, envíase un mail de benvida. Isto confirma que a súa solicitude foi cursada e que é agregado á lista. Envío A partir da posta en marcha do primeiro boletín, establécese un período de envío do boletín dunha vez ao mes e como máximo unha vez por semana. De todos os xeitos, a Asociación procura enviar por email só aqueles eventos relevantes e a información útil para o usuario. Un email que non teña valor, o usuario poderíao enviar directamente ao lixo e pode facer que bloquee a dirección de correo de orixe do boletín. Política de baixas Todo usuario pode cancelar a subscrición cando o desexe, ben por medios online ou por escrito, dun xeito simple e similar a como se subscribiu (directamente on line ou dirixíndose de xeito físico á Asociación). En canto un usuario solicite a baixa, mandarase un último email confirmándoa. O sistema controla que nunca se envíe un boletín a quen se deu de baixa, dado que iría en contra da normativa de protección de datos e iría en detrimento da imaxe da Asociación. Listas de proba Cando se lanza cada boletín novo mídese a resposta. Próbase o boletín dentro de listas propias de proba, comprobando que o remi-


tente, asunto e contido do boletín é correcto e eficiente; verifícase qué tipo de enlaces, imaxes, texto e formato son os mais efectivos; cales podes atraer mais clientes. Ao mesmo tempo, asegúrase que tecnicamente todo funciona correctamente (enlaces, imaxes, etc). Tamén se colocaron enlaces de enquisa ou suxestións, que posibilitan medir a opinión do usuario e ofrecerlle algo máis axustado ao que busca. Xestión Para a xestión do boletín dixital presentouse unha aplicación especializada en mercadotecnia que permite xestionar as inscricións e baixas de usuarios por eles mesmos e que permite á asociación o envío, frecuencia e resultados das campañas informativas. Características da xestión: wInterfaz web wSoporte de máis de 100.000 subscritores wControl de mensaxes duplicadas wMensaxes en formato HTML wXestión de usuarios wmportación/Exportación de listas de contactos wAtributos de subscritores Bitácora dixital O Proxecto BITÁCORA DIXITAL desenvolveuse co obxectivo de divulgar en liña aspectos de interese para o centro comercial aberto ACHEGO. Un weblog posibilita a publicación de noticias cunha periodicidade moi alta e presentadas en orde cronolóxica inverso (o último que se publica é o primeiro que aparece en pantalla). Numerosas empresas úsano xa non só como un medio de comunicación, senón como un efectivo medio publicitario.

BITÁCORA DIXITAL constitúe para o centro comercial aberto unha importante ferramenta de dinamización do comercio, xa que permite crear ao redor dela unha comunidade de internautas interesados no comercio e aos que se lles ofrece a posibilidade de interactuar, creando deste xeito relacións de confianza ao redor de inquietudes comúns. No weblog cóntase coa participación dos organismos públicos existentes no territorio, dando especial relevancia á información turística do mesmo e a todos aqueles aspectos que constitúan unha locomotora comercial. Características da Bitácora Dixital Enlaces Inclúense enlaces a outras páxinas web como referencia, así como para ampliar a información agregada. Os artigos dispoñen de enlaces permanentes para que calquera poida citalos. Estableceuse un arquivo de anotacións anteriores, así como unha lista de enlaces a outras bitácoras seleccionadas e recomendadas polos autores. Enlaces inversos Deuse a posibilidade de engadir enlaces inversos que permiten, sobre todo, saber que alguén enlazou a bitácora. Fotografías e vídeos Ofrécese a posibilidade de agregar fotografías e vídeos á bitácora Sindicalización A bitácora pode ser administrada por persoal sen coñecementos técnicos dado que dispón de ferramentas que facilitan a edición, creación e borrado de contidos. Esta facilidade para edición de contidos fai que a bitácora sexa moi interactiva. Opinión Dáse moita importancia e facilítase na bitácora dar a opinión persoal aos visitantes sobre o contido, pois a experiencia axuda sempre a matizar ese contido.

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Aceba

Festa da Lura e entrega de premios da Federación Galega de Comercio

III Festa Gastronómica de La Lura El Ayuntamiento de Baiona, en colaboración con ACEBA y el Centro Comercial Aberto Baiona Real, ha llevado a cabo el pasado 6 y 7 de Noviembre de 2010, en la Plaza del Concello, la 3ª edición de la Fiesta Gastronómica de la Lura, que se había aplazado hace un año por el secuestro del atunero “Alakrana”. A la carpa situada frente al Concello, acudieron numerosos visitantes y vecinos de Baiona a lo largo de todo el fin de semana. Las raciones se degustaron a tres euros, y se sirvieron unas 3.000 raciones de cefalópodo, tanto en empanada, encebollados, con arroz y con fideos, entre todos los asistentes. También cabe destacar, la colaboración de 36 establecimientos hosteleros del municipio que ofrecían en sus menús, diferentes platos elaborados con lura. 42

La fiesta, que resultó todo un éxito, contó también con actividades gratuitas; hinchables y talleres para niños, pasacalles, actuaciones musicales (grupo de gaitas Asociación Cultural A Seneira y a Charanga Nova Cubana), catas de vinos y hasta un globo aerostático que salió de la Playa de la Ribeira. La fiesta fue inaugurada por el Sr. Alcalde, D. Jesús Vázquez Almuíña y contó como pregonero oficial con D. Iñaki López, reciente ganador de la medalla de bronce en el campeonato del Mundo de maratón, en la especialidad de canoa individual, así como con la presencia de la delegada de la Xunta en Vigo, Dña. Lucía Molares. Este año, la 3ª edición de la fiesta gastronómica de la lura, se presentó en el stand que Turismo Rias Baixas, tuvo en Expogalaecia (Ifevi), el pasado día 30 de Octubre.


Federación Gallega de Comercio en colaboración con ACEBA y el Centro Comercial Aberto Baiona Real, celebró el pasado 23 de octubre en la carpa instalada en el Paseo de la Ribeira de Baiona, el acto final de la campaña de dinamización al consumo en las villas gallegas “Las compras en tu villa tienen premio”. Durante todo el día hubo animación por las calles del municipio, espectáculos y hasta un concierto. La campaña fue todo un éxito, y durante los días que duró la misma se recogieron más 12.200 boletos, que entraron en el sorteo de 3.000 € en premios (dos tarjetas regalo de 300 € y 24 de 100 €). Este acto final contó con la presencia del Presidente de ACEBA, D. Ezequiel Simons González, el Presidente de la Federación Gallega de Comercio, D. José María Seijas López, el Presidente de la Federación de Comercio de Pontevedra, D. Antonio Reguera, el Alcalde de Baiona, D. Jesús Vázquez Almuíña, y la Directora General de Comercio, Dña. Nava Castro.

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relojde arena

Contrariamente a la canción de “amigos para siempre”, muchos de los que aparecen en esta fotografía dejaron de serlo, bien por exceso o defecto de formas. ¡Qui lo sait! y otros desaparecieron. Vemos al ex alcalde de Nigrán, Avelino Fernández, aún lejos de vestirse con camisas de flores y trajes ibicencos, y quien de tal textura se casó hace apenas un mes con una bella canaria y cuya ceremonia tuvo lugar en la Taberna La Pinta sita en el recinto de Monte Real. También se ve al ex conselleiro y desaparecido José Cuiña, 44

así como en segunda fila al también ex alcalde de Nigrán, Modesto Valverde junto con la que en su día fue concejala de Cultura, Elisa Martínez. Muchos más personas se observan en esta foto de hace veinte años y que a bien de los lectores sean ellos los que comenten y descubran quiénes son, lo que eran y lo que son actualmente. Asimismo, que adivinen a qué acto institucional se refiere la foto en cuestión. foto cedida por María José Santos Pino


Pueblos Colombinos Informe favorable de Patrimonio de la humandad para Baiona, Palos y Santa Fe

Baiona recibió el primer informe favorable para convertirse en Patrimonio de la Humanidad junto a las dos localidades hermanas de Palos de la Frontera y Santa Fe de Granada. De este modo el proyecto presentado por los tres ayuntamientos bajo la denominación “Lugares Colombinos de España” ha sido respaldado por la Comisión Española de la UNESCO, dependiente del Ministerio de Asuntos Exteriores. Este proyecto tienes visos históricos claros de ser apoyado por los países de Latinoamérica con los que los municipios promotores de la candidatura tienen ya importantes vinculaciones. Además, los tres ayuntamientos recabarán apoyos de las respectivas administraciones autonómicas para materializar y consolidar el proyecto. Baiona fue una de las villas protagonistas de la gesta emprendida por el primer viaje del Almirante Colón a tierras americanas. Gesta que se inició en Santa Fe el 17 de abril de 1942 con la firma de las Capitulaciones entre Cristóbal Colón y los Reyes Católicos. En agosto del mismo año, día 3, de Palos de la Frontera partieron las tres naves descubridoras, La Pinta, La Niña y La Santa María, que el 12 de octubre de aquel año avistaron tierra y hallaron un nuevo continente. Este vínculo inicial de los tres municipios que ahora aspiran a ser declarados Patrimonio de la Humanidad se ha ido estrechando a lo largo de las últimas décadas, llegándose a hermanar Baiona con Palos en 1975 y con Santa Fe de Granada en 1989. Desde entonces los tres ayuntamientos han trabajado juntos para reforzar socialmente sus lazos históricos EL PROGRAMA PALOS CIUDAD DIGITAL, GALARDONADO CON EL PREMIO PROGRESO La distinción, promovida por la Fundación para el Desarrollo de los Pueblos de Andalucía y la FAMP, reconoce la iniciativa, la originalidad y la innovación del proyecto. La concejala de Empleo, Desarrollo Local y Nuevas Tecnologías, Gema Domínguez, recogió en el Foro Iberoamericano de La Rábida, el galardón con el que la Fundación Para el Desarrollo de los Pueblos de Andalucía y la FAMP ha premiado al proyecto “Palos Ciudad Digital” desarrollado por el Ayuntamiento de Palos durante los últimos cuatro años. En total han sido 125 proyectos los que han presentado 63 corporaciones de los distintos puntos de la geografía española en las 11 modalidades previstas en esta

edición de los Premios Progreso. En la modalidad de Nuevas Tecnologías, Palos competía con la Diputación de Huelva, la Diputación de Jaén, el Ayuntamiento del Puerto de Santa María, y el Ayuntamiento de Berja. El Premio Progreso se marca como objetivo generar acciones que promuevan el desarrollo económico, social y la generación de empleo, y permitan mejorar las condiciones de vida y cohesión social de los pueblos andaluces. Este programa municipal “Palos Ciudad Digital”, merecedor del Premio Progreso es una iniciativa del gobierno local que se puso en marcha el pasado año 2007 y que tiene como objetivos incorporar el uso de las nuevas tecnologías a la vida cotidiana, tanto en el ámbito familiar, como laboral o formativo. Las principales líneas de actuación de Palos Ciudad Digital, que ha contado hasta el momento con un presupuesto de 117.500 Euros, son: •Acercar Internet a los ciudadanos, mediante la puesta en marcha de 12 zonas wifi en distintos lugares del pueblo y por otro lado prestando módems en la biblioteca municipal con un coste de 10 Euros por 15 días. En la actualidad hay 50 líneas con esa modalidad. •Intentar que los estudiantes palermos dispongan de más y mejores herramientas para desarrollar sus estudios. Por ello, el Ayuntamiento ha dotado a todos los estudiantes de Bachiller, Ciclo formativo de Grado Superior y Universitarios de un ordenador portátil, maletín y USB de 8 G por el precio de 100 Euros, habiéndose entregado hasta ahora 456 kits tecnológicos. •La formación de colectivos más vulnerables en la incorporación a las nuevas tecnologías como cursos de móviles para mayores, búsqueda de empleo a través de la red, uso de la web redtrabaja.es, etc. •Fomentar el comercio electrónico entre los ciudadanos y comerciantes locales mediante la creación de la plataforma digital “Comercio en Palos”. •Fomentar y mejorar la calidad del turismo en Palos mediante la colocación de puntos Bluetooth que permiten enviar información a los móviles de los visitantes de forma automática. •Digitalización completa de 50 procedimientos administrativos.

Vicente Montejano

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Concello de Nigrán Presenta o programa de actividades para o mes de novembro O Concello de Nigrán, presenta o programa de actividades para o mes de novembro. OS ANDARES DO PORCO. O concello de NIgrán, a través das concellarías de Cultura, Turismo e Festexos quere colaborar coas comisións de festas do municipio. Por esta razón vanse pór en marcha unhas xornadas gastronómicas sobre o porco. O concello colabora con carteis, as invitacións que cada comisión entregará aos seus veciños-as, bandas de gaitas ou dúos para amenizar a festa, unha exposición con fotos sobre unha matanza de porcos, entre outros. Domingo 14: "Os Andares do Porco" cocido en Parada a partir das 14 horas acompañado por o grupo de gaitas "Oss do bo dente". Prezo acode: 15euros. Domingo 21: "Os Andares do Porco", Churrrasco en San Pedro a partir das 14 horas acompañada por o dúo Sabor Latino. Prezo acode: 12euros. HOMENAJE A FINA: O venres 19 de novembro o grupo Bretema en colaboración coa Concellaría de Cultura de Nigrán organízanlle unha homenaxe á nosa querida veciña e poetisa 46

Fina. Con este evento os compañeiros-as do grupo Bretema e o concello de Nigrán queren agradecer o gran labor que realizou cun recital de poemas acompañado pola Coral “Cordas Novas”. Será ás 20.00 horas no auditorio do colexio de Panxón. MERCORES 24 DE NOVEMBRO: CONTOS DE MAXIA Por terceiro ano consecutivo, Xerais vai por en marcha, para o curso 2010-2011, a campaña BOCABERTA, en colaboración coa Secretaría Xeral de Política Lingüística. palabras de Agustín Fernández Paz, publicado por Xerais. Esta campaña consiste na representación do espectáculo de maxia “CONTOS DE MAXIA” a cargo do MEIGO CALI. Este espectáculo de maxia, dirixido a escolares de 9 a 14 anos dos centros de ensino dá súa localidade, ten unha duración de 50 minutos e un aforamento de 150 nenos e nenas. Os asistentes á mesma serán agasallados cun exemplar do libro Contos por palabras de Agustín Fernández Paz, publicado por Xerais. E ademáis festa de magostos e cogumelos, con conferencias informativas sobre os cogumelos, obradoiros e degustación.


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bahia novembro  

DISEÑO MAQUETACIÓN Carmen Carreiro IMPRIME Gráficas Anduriña COLABORACIÓN Vicente Montejano Pedro Villamarín Amandio Rodrigues DEPÓSITO LEGA...

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