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BACK BOOK Março 2012 (vol 14)

Gravis Noblesse Oblige reportagem

SEM ABRIGO crónica

OMEU IPOD novas tendências


BACK BOOK Ficha Técnica: Propriedade: Gregório Pereira Editor/ilustrador : Alex Pereira Morada: Rua 4 nº 635 4500 Espinho Telemóvel: 916081269 Mail: Shop@backdoor.com.pt Ilustração: alexnotme@gmail.com Colaboradores: Ana Luísa, Cláudia Brandão, João Oliveira, Joana Oliveira.

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O que podes encontrar:

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BACK BOOK 06 - EDITORIAL Escrito por Ana Luísa

08 - SEM ABRIGO Escrito por João Oliveira

10 - CATÁLOGO 17- GRAVIS – NOBLESSE OBLIGE Escrito por Claudia Brandão

18 - JÁ ESCANCAREI A PORTA Escrito por Cláudia Brandão

21 -KETCHUP Escrito por Joana Oliveira Citado 1000 Objectos de Culto

25 - MEU IPOD

Ana Luísa thedecitron.blogspot.com/ cibersomaletra.blogspot.com/ cinnamonpowder.blogspot.com/

Cláudia Brandão claudiadecastrobrandao@gmail.com

João Oliveira 1cafee1bagaco.blogspot.com/ joao.a.oliveir@gmail.com

Joana Olveira oliveira.acj@gmail.com

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(adaptação de um show de stand-up por George Carlin)

T

anta gente sem casa e tanta casa sem gente... Já repararam que em Portugal existem uma data de lutas, é a luta contra o cancro, a luta contra a droga, a luta contra à fome, a luta contra a pobreza, mas já repararam que não existe luta contra os semabrigo...Sabem porque não há? Basicamente por não existem lucros envolvidos nisso, facilmente se solucionava este problema se qualquer politico corrupto ou qualquer empresário ganancioso pudessem desviar uns quantos milhões à conta desta causa, garanto-vos que desse lucro viriam as ruas de Portugal a ficarem vazias de sem-abrigo.

Uma ideia comecem por mudar o nome “sem-abrigo”, mudando assim a condição das pessoas, o nome deveria ser “sem-casa”, afinal de contas é de casas que estas pessoas precisam, o termo “abrigo” é uma ideia abstracta é um estado de espírito, estas pessoas precisam é de casas, físicas, tangíveis uma estrutura para viverem, e onde construir? Possivelmente não seria necessário, com a quantidade de casas desabitadas e degradas que existem por esse Portugal fora. Metam os “sem-casa” a recuperarem habitações para lá viverem, dêem-lhes essa oportunidade.

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O

utra ideia construir casas de baixo custo para os “sem casa”, campos de golfe, perfeito, mesmo aquilo que precisamos, um espaço grande, boa localização e é terra que está a ser desperdiçada para um desporto vazio, sem sentido e arrogante. Praticado maioritariamente por homens ricos de negócios (os chamados “de colarinho branco”, que utilizam este espaço para se juntarem a fazer negócios para irem dividindo entre eles as riquezas deste pais. É tempo de roubarmos os campos de golfe dos ricos para dar aos pobres, o golfe é um desporto arrogante, elitista e ocupa demasiado espaço no nosso pais. De notar que é um jogo arrogante no

próprio design do desporto, pensem no tamanho de um campo de golfe, e agora pensem no tamanho da bola... para que raio precisam estes senhores de tanta terra. E que seca de jogo é, já viram golfe na televisão é como ver duas moscas a fazerem sexo, literalmente uma seca, pensem no intelecto dos praticantes de golfe para tirarem prazer desta actividade, baterem numa bola com um pão torto e depois vão atrás dela e depois batem nela outra vez, e sempre assim até fazerem 18 buracos... deixem-se disso e dêem espaço aos “SEM CASA”... João Abel Oliveira

George Carlin 9


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Gravis – Noblesse Oblige É calçado, malas e bagagens com um não sei quê de clássico. Uma tendência e uma inspiração assumidas até ao último ponto, que fazem da Gravis uma marca incontornável mas não a deixam sentada à sombra da bananeira. Os produtos nascem da visão de designers, entre atletas e artistas, das suas experiências e viagens, do skate e do estilo dos skaters fora da prancha.´

A Gravis assume que te vai “levar à volta do mundo e voltar” e é bem capaz disso. Podes é, estação após estação, ter de assumir a maior exigência que a marca tem procurado implementar para fazer face aos desejos dos seus clientes: “a procura incessante de estilos e materiais progressivos tornou-se uma missão” e, hoje, importa “derrubar as barreiras do convencional”. Com classe, sempre.

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QUARTERS À cabeceira das novidades da Gravis para a primavera estão os Quarters. Arto Saari, Danny Fuller, Dan Funderburg e Dylan Rieder pegaram no skate, saíram para a rua e respiraram o ar mais fresco da cidade. Da junção de tamanha inspiração nasceu esta coleção simples e confortável, perfeita para os amantes do skate, mas do skate com estilo.

Porque nunca se sabe onde o skate nos leva e é preciso saber pisar no terreno da moda, a Gravis não quis deixar ninguém na corda bamba, apostando, assim, em calçado muito leve, flexível e super confortável. Os materiais variam, há modelos para homem e modelos para mulher, mas certas coisas são únicas nestes Quarters: o design inovador e a certeza de caminhar com a cabeça nos pés.

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SKIPPER Honestamente mais clássica, a linha Skipper mantém a tendência da Gravis para os boatshoes. São sapatos de camurça, solas de borracha e traços retos. Ideais para o tempo quente pois deixam o pé leve e ajustam-se a qualquer ambiente. Os Skipper pretendem que tenhas um ar mais sofisticado, mas sem perderes a atitude e o sentido de estilo. Estão disponíveis em quatro cores e trazem consigo toda a estética urbana dos sapatos de inspiração náutica.

CORDWAY COLLECTIVE Numa procura constante de fazer mais e diferente, de seguir as necessidades dos clientes, a Gravis nunca deixa de lado a essência da marca. A Cordway Collective é a faceta que mais foge às origens de inspiração skater e assume o “empenho em derrubar as barreiras do convencional e oferecer algo diferente ao cliente, cada vez mais exigente”. É um calçado de estilo limpo, fresco e progressivo que se compõe de materiais como o couro, a camurça e a lona, em cores muito terra, sem espalhafato. 19


DAN FUNDERBURG COLLECTION

pormenores. Para a Gravis, Dan Funderburg apresenta um padrão mais concreto onde não falta o sol, as palmeiras e os refrescos. Mesmo a chamar pelo verão, tudo é suave na coleção denominada, como não podia deixar de ser, “Aloha”.

Porque o que vestimos também é uma forma de arte, a Gravis tem ao seu lado o ilustrador Dan Funderburg, que, desta vez, assina uma coleção de sapatos e malas com inspiração no surf do Hawai. Claudia Brandão Entre outros trabalhos do designer veem-se em destaque os papéis de parede ornamentados e ricos em 20


Há quem o conheça pelo arquiinimigo da mostarda e da maionese e quem o conheça como o amigo inseparável das batatas fritas. Há, ainda, quem o considere o seu parceiro de partidas e quem não imagine a sua vida sem ele. Teve o seu pico de fama nos filmes dos anos 80, aparecendo em todo o tipo de filmes de terror da época e foi o protagonista da pérola ‘O Ataque dos Tomates Assassinos’.

Sim, estamos a falar do Ketchup!

A palavra Ketchup deriva da palavra chinesa Ke-Tsiap, que significa molho de peixe, e teve a sua origem na cultura chinesa. Este molho

rapidamente se espalhou pelo Sul da Ásia e foi dado a conhecer ao Ocidente, no século XVII, por navegadores holandeses. Cem anos depois, chegou aos Estados Unidos da América. A maior parte dos fabricantes de Ketchup embalavam o molho em barris para ocultar a presença de folhas, fibras de madeira e outros aditivos. Em 1896, Henry James Heinz inovou e apresentou ao mundo o frasco de Ketchup Heinz. A marca Heinz foi a principal responsável por tornar o Ketchup um verdadeiro símbolo da cultura americana, tão importante quanto a Coca-Cola e a Levi’s.

Joana Oliveira 23


Meu IPOD

Goju Show Time Super Nada A Tua Procura O Bisonte Musculo Parov Stelar The Mojo Radio Gang S.O.J.A Sorry Sonic Youth Superstar

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VOL 14 (MARÇO)