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BACK BOOK

Marรงo 2011 (vol 02)

SKATESPINHO reportagem

DANIELA COSTA entrevista

O MEU IPOD novas tendencias


BACK BOOK Ficha Técnica: Propriedade: Gregório Pereira Editor/ilustrador : Alex Pereira Morada: Rua 4 nº 635 4500 Espinho Telemóvel: 916081269 Mail: shop-backdoor@gmai.com Ilustração: alexnotme@gmail.com Colaboradores: Sara Pinto, Xerife Trincheira, Ana Lopes, Joana Oliveira, Cláudia Brandão e Ana Silva

B A C K B O O K

O que podes encontrar...

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ÍNDICE EDITORIAL iRMÃOS CAMPANA

4 6e7

CATÁLOGO

8 até 15

SKATESPINHO

16 e 17

OBJECTO DE CULTO MEIA DUZIA DE PALAVRAS COM

19 20 e 21

MEU IPOD

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CONCURSO

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BACK BOOK 3


Editorial Se no mês passado a revista Backbook te levou a passear por Espinho e te deu a conhecer a Backdoor, este mês vamos levantar um bocadinho a cortina e apresentar-te o mentor da loja que ajudou a colorir Espinho. Já teve ideias loucas, inovadoras, originais e grandes, mas todas elas foram tomadas com plena consciência e com garra. O senhor que te apresentamos tem-nas a todas e mais algumas: José Gregório Pereira que, com dois dedos de conversa, passa a ser o Gory. É provável que quando ganhe confiança te impinja duas T-shirts ou um par de calças, mas não ligues! Ele não faz por mal porque é mesmo assim e todos gostam. Desde miúdos a graúdos, já não há quem resista aos encantos deste rapazote grande que lidera a Backdoor. Apostamos contigo que não conhecerás loja que mude de ares tantas vezes por ano como a loja da rua 4. Curioso é que o mesmo se passa com o Gory. Já teve cabelo curto, grande, rapado, de lado, grande em cima, rockabilly style, já usou cabedal, camisas de flanela, ou um estilo mais informal e “surfista”, mas nunca mudou quem ele realmente é. Ajuda tudo e todos sem problemas nem preconceitos, sem manias nem tinhosices. Não pensa duas vezes em dar-te a mão para que consigas subir a tua auto-estima ou pôr-te um sorriso na cara. Cá entre nós, não é um merdas, 'tás a ver? Com humildade e um grande coração, as pessoas conseguem o que querem e o Gory alcançou tudo o que sempre desejou e teve direito ao seu lugarzinho ao sol.

Ana Silva 4


Irmãos Campana Parceria de sucesso na moda e no design, a união entre Melissa e os premiados Irmãos Campana rende mais um fruto nobre nesta estação: a Melissa Campana Costela de Adão, que reproduz o mesmo padrão da folhagem da planta homónima. “Tentamos trazer o máximo do orgânico, pensando numa folha tropical que embrulhasse os pés e proporcionasse conforto”. “A natureza pode vestir, abrigar, proteger e fizemos isso a partir da Costela de Adão, uma planta de que gostamos muito”, conta o designer Fernando, que, ao lado do irmão Humberto Campana, assina a criação. A relação deles com o reino vegetal tem uma verdade toda especial. “O nosso pai é vegetariano agrónomo e nós fazíamos muito jardim em casa quando éramos menores”, lembra Fernando, que está a adorar esta incursão pelo mundo Melissa, uma parceria que já existe há mais de cinco anos. “O Humberto sempre fala que o melhor dessa história com Melissa é o desafio que nós e eles nos propomos resolver”, afirma.

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“E a Melissa sabe interpretar muito bem as nossas vontades com profissionalismo, qualidade e ousadia, o que é muito legal para nós”, elogia. E ainda se diverte: “Tem que ter muito chão de fábrica para fazer nossas loucuras”. “Na hora de produzir tens que estar consciente, saber possibilidades, especificações. Todos nós saímos a ganhar, incluindo as consumidoras, que têm à sua disposição peças elaboradas a um preço acessível”. Assim, a Melissa Campana Costela de Adão chega às lojas em verde e laranja translúcidos, além de preto, dourado, vermelho e off-white nas versões opacas, ao preço amicíssimo de 40€, luxo para todos! A embalagem será um reciclado com grafismo das folhas da planta. No escritório dos Campana a coisa vai de vento em popa. Eles estão a finalizar o seu primeiro projecto de um hotel, o Yes!, em Atenas, na Grécia. Em Março , ganharam um sofisticado livro-catálogo da sua produção editado pela Rizzoli, o “Campana Brothers”, e estão com uma poderosa exposição do Vira Design Museum dedicada ao seu trabalho, que está a rodar o mundo e tem escalas marcadas em São Paulo, Brasília, Vitória e Rio de Janeiro no ano que vem. Adaptado da revista “Plastic Dreams”, Spring-Summer 2011

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Melissa

Melissa Hoop

Melissa Ultragirl

Melissa Ultragirl Vivienne westwood

Melissa Waiting Snoopy

Melissa Loving

Melissa Gaetano Pesce

Melissa Night

Melissa Campana*

Melissa Campana*

* podes conhecer um pouco da hist贸ria dos Irm茫os Campana nesta revista.

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Carhartt

Ziggy pant

Cropeed pant

Jo dress

Wyatt jacket

Moore shirt

Jo shirt

Tulip shirt

Cup jacket

Firework a-shirt

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Kling

Dress capri

Jacket Jackie

Skirt rahadesku

Captain jacket

Denim short

Dress Canberra

Tank Top RGB

Skirt waterflower

Vintage Tanktop

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Clae

Bailey oxblood

Ellington blackl

Whitman steel suede

Bailey clack

Ellington Merlot

Whitman anthracite

Gregory

Thompson

Gregory

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Skatespinho 2011 O Skate Clube de Espinho, organizou o campeonato inaugural do skate park da nossa cidade. Um evento que contou com a participação de vários atletas de várias cidades, onde também se assistiu a uma boa envergadura humana, sinal de que este skatepark e a própria modalidade vieram para ficar nesta cidade. Todos os atletas deram o seu máximo, visto que estava em prova, além do prémio, também o prestígio de cada um dos elementos. Um agradecimento especial aos atletas e patrocinadores: Invertshop.com, Aipal, Classics Rad Shop, Backdoor, GlassDrive, Ecko Gloves, Longboarderz e Câmara Municipal de Espinho.

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Longskate / Push Up Race 1º Eko (Porto) 2º Daniel Silva (Espinho) 3º Ricardo Nogueira Longskate / Melhor Manobra da Rampa 1º Pedro Fernandes (Lisboa) 2º João Carreira (Porto) 3º Jonny Carrione (Espinho – Venezuela) 4º Nuno (Porto) Street Skate/ Corrimão 1º Simão Sousa (Famalicão) 2º Hélder Rocha (Espinho) 3º Luís Costa (Espinho) Street Skate / Best Trick Rampa 1º Tiago Cruz (Famalicão) 2º Simão Sousa (Famalicão) 3º Hélder Rocha (Espinho) Street Skate/ Sub 18 Free Skate 1º Tiago Cruz (Famalicão) 2º Hélder Rocha (Espinho) 3º João Martins (Espinho)

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Objecto de Culto O disco de 33 rotações é um desses extraordinários produtos que ajudou a transformar a cultura popular do século XX. A Columbia Records lançou o seu primeiro disco de 33 rotações em 1984, mas a ideia de um disco maior que pudesse armazenar mais música existia desde o início do século. Já em 1904 uma empresa chamada Neophone tinha tentado lançar um disco de 33 rotações, mas não teve qualquer sucesso. Nos Estados Unidos, Thomas Edison lançou um disco de 33 rotações da RCA-Victor. Era de design semelhante ao bem-sucedido modelo da Columbia, mas o produto foi afectado pela depressão de vendas de discos, a caírem de 104 milhões em 1927 para apenas 6 milhões em 1932. A Columbia lançou o LP exactamente na altura certa. O produto capitalizou o aumento de consumo do período pósguerra e foi ainda capaz de explorar os recentes avanços nas tecnologias do plástico e da gravação, nomeadamente a recente introdução do vinil. O LP possui uma emblemática e é um produto nascido da necessidade tecnológica e do design consciente. A Columbia vendeu 1,25 milhões de discos apenas no primeiro ano de lançamento do disco de 33 rotações. A sua popularidade deve-se ao facto de poder conter vinte e três minutos de música em cada lado, comparativamente aos quatro ou cinco minutos de cada um dos lados do de 78 rotações. Isto significou que, pela primeira vez, óperas ou sinfonias completas poderiam ser divulgadas num único disco. A conveniência e o preço relativamente baixo do LP tornou-o no meio de divulgação de música mais popular durante os anos de 1950 de 1960 e de 1970. A sua popularidade foi afectada pelo lançamento de cassete áudio nos anos de 1970 enquanto o lançamento do disco compacto nos anos de 1980 vaticinou a morte do seu formato. Mas o LP ainda vive. Os discos de ouro são apresentados aos artistas que mais vendem, independentemente de terem sido divulgados em vinil. O LP também tem sobrevivido graças aos Dj’s em discotecas, que preferem vinil porque são de controlo e manipulação mais fáceis para mistura de música de dança. E todos aqueles com vastas colecções musicais certamente que manterão os seus discos e não os trocarão pelo seu formato digital, já que a maior parte adora os seus Lp’s, mesmo quando as agulhas retêm o pó, ouvindo-se o seu som claramente nas colunas. “1000 objectos de culto”, Público 2010

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Meia dúzia de palavras com:

Daniela Costa Sou um todo abstractamente concreto, que gosta de explorar as emoções e as relações humanas. A paixão pela arte, não só a pintura mas também outras vertentes, está em mim desde miúda. Os primeiros quadros foram roubados pelos meus amigos, o que me incentivou a continuar a explorar os meus rabiscos. Hoje em dia continuam a ser rabiscos. Tento dar vida à tela e, gosto especialmente quando ofereço uma, quando esta vai de encontro à personalidade de quem a recebe. Pode ser a maior barbaridade do mundo mas, se for feita com sentimento, vai despoletar gosto da outra parte :)

BACKDOOR: “MAN” (fez-me lembrar o som dos the doors x)) PINTURA: emoções ESTILO DE VIDA: aluado ESPINHO: bombar ÍDOLO: Fernando pessoa MARCO BELLINI: Boiolone, agiliza, per favore. Eu quero velocitá, velocitá! (nao pode ser palavra! :))

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WORKS

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Meu IPOD

Dj Sims & Prodigo Djs sem vinil The Poppers Bohemian Discipline The FingerTrips Mr. Freddy Noiserv Mr. Carousel Sean Riley & The Slowriders "Houses and Wives" Kumpania Algazarra Wild Zone

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Concurso Como já aconteceu na edição passada da tua revista on-line, esta edição não foge a “regra dos nove” e voltamos a lançar mais um desafio. Assim tornando a BACKBOOK mais tua e menos nossa... Aproveitamos também para divulgar os vencedores do 1º concurso (um pouco contra a vontade porque queriamos os prémios para nós). Os grandes vencedores foram: Raul Carvalho Tiago Moreira Pedro Miranda A estes felzes contemplados pedimos para comparecerem na Backdoor para receberem o prémio (antes que o Gory fique com ele). Nesta 2ª edição o concurso será muito mais empolgante do que na primeira. O concurso consiste em criarem uma imagem (podendo ser em qualquer formato) com o logotipo da SUPREMEBEING (elemento fulcral). Neste concurso não existe qualquer tipo de obstrução criativa (que caro), apenas queremos ver os trabalhos com o respectivo logo, a melhor imagem recebe uma T-SHIRT da propria marca (sendo rapaz ou rapariga) Por isso... FORÇA!!! Ficamos a espera até ao final do mês, até ao dia 31 de Março.

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VOL 2 (MARÇO)  

A REVISTA DA BACKBOOK

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