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ÍNDICE O PRESENTE E O FUTURO DO TRATAMENTO DA OBESIDADE ............................................................................ 03 I - INSULIN BALANCE AND GLYCATION PROTECT ............................................................................................. 04 II - HORMONAL BALANCE ................................................................................................................................. 04 III - CARBOHYDRATE ABSORPTION CONTROL .................................................................................................. 06 IV - SEROTONIN LEVEL’S RESTORE AND EMOTION BALANCE ........................................................................... 07 V - MICROBIOTA & DETOXIFICAÇÃO ............................................................................................................... 07 VI - INCREASED ENERGY METABOLISM ............................................................................................................. 08 VII - CONTROLE DA INGESTÃO ALIMENTAR COM OTIMIZAÇÃO DO EIXO SECRETOR HORMONAL TGI HIPOTALÂMICO .......................................................................................... 09 VIII - LIPASE CONTROL ABSORPTION .............................................................................................................. 10 IX - LOSE WEIGHT BY REDUCING INFLAMMATION AND OXIDATION ............................................................... 10


CONCEITO P-WELS DE GESTÃO DA SAÚDE E BEM-ESTAR ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO & EQUILÍBRIO DE UM CORPO SAUDÁVEL

Quando se trata de perda de peso, a medicina convencional tem recomendado “dieta e exercícios” durante tanto tempo que esta frase se tornou mais um clichê do que qualquer tipo de comunicação científica importante.

O PRESENTE E O FUTURO DO TRATAMENTO DA OBESIDADE

O fato é que o mundo mudou e as pessoas também mudaram. A humanidade evoluiu e o nosso corpo precisa fazer muito mais do que reduzir a ingestão de calorias e aumentar a atividade física para perder e evitar excesso de gordura corporal e os seus efeitos cumulativos e deletérios sobre o nosso organismo.

A perda de peso máxima encontrada com a utilização de diversas técnicas dietéticas e agentes farmacológicos na obesidade parece não ultrapassar a faixa de 10% - 15% do peso corporal inicial. Quando essa cifra é alcançada, existem ganhos estéticos e, principalmente, uma melhora na saúde dos pacientes. No entanto, diante de uma perda de peso expressiva, mecanismos fisiológicos parecem estimular a fome, reduzir o gasto calórico visando à manutenção do peso corporal.

A obesidade é uma doença de causa multifatorial e plurimetabólica, na qual diversos fatores estão envolvidos na sua gênese. Ressaltase, entretanto, que os fatores genéticos representam apenas 20% da influência para o desenvolvimento da obesidade, pois, nos indivíduos com tendência à obesidade, a expressão depende 80% de fatores ambientais, como o excesso de ingestão alimentar, a diminuição no gasto energético, deficiência de importantes micronutrientes envolvidos na regulação dos processos metabólicos e hormonais, estilo de vida pró-inflamatório, estresse oxidativo, desequilíbrio hormonal, privação do sono e uma série de escolhas e atitudes que fazemos a cada minuto que tendem a fortalecer a expressão fisiológica e metabólica para obesidade.

Esse “reset” metabólico e fisiológico é a chave que irá definir todo o sucesso ou fracasso do tratamento, sendo que na grande maioria das vezes ( 90%) o distúrbio metabólico mantido por vários anos e desenhado pelos fatores ambientais, vence a fisiologia e descompensa tudo novamente fazendo o indivíduo retroceder e ganhar todo o peso perdido. Essa regulação da adiposidade de longo prazo envolve uma série de sinais neurais, hormonais e bioquímicos que sinalizam aos centros hipotalâmicos regulando a fome/saciedade e o gasto calórico. As perspectivas terapêuticas envolvem a intervenção nestes circuitos regulatórios do peso corporal.

Além de toda complexidade fisiopatológica e metabólica que existe associada à obesidade, acreditamos também que a proliferação descontrolada e o tamanho dos adipócitos (células de gordura) no organismo causa a aceleração do envelhecimento, distúrbios sócioemocionais, privação e até mesmo desordens anatômicas podendo os adipócitos ser vistos como um “tumor benigno” em franco crescimento no nosso abdômen, nádegas e outras áreas do corpo aonde eles vão se depositando de forma descontrolada e demasiada. O P-W.E.L.S vai muito além do velho clichê “Dieta e Exercícios” e de todo o arsenal medicamentoso que visa apenas respostas farmacológicas. Esse inovador protocolo busca um reequilíbrio funcional e fisiológico do nosso metabolismo e pretende entregar para as pessoas muito mais que quilos e medidas perdidas aleatoriamente, e sim proporcionar qualidade de vida, integração social, aumento da longevidade e saúde otimizada, tendo como consequência a normalização e equilíbrio da composição corporal.

A leptina é um hormônio produzido pelo tecido adiposo, em proporção ao seu volume, com efeitos anorexígenos sobre o sistema nervoso central, funcionando como um sinalizador do grau de adiposidade de um indivíduo ou, em outras palavras, como um “lipostato”. O uso de leptina recombinante via subcutânea na dose de 0,3mg/kg (a maior dose já estudada) por 24 semanas mostrou uma perda de peso de 7,1kg. Os resultados com doses intermediárias foram mais modestos. Porém outros estudos não demonstraram perdas significativas de peso ou alterações no gasto calórico de pacientes magros ou obesos. Os resultados desapontadores dos estudos com leptina foram a chave para identificar a presença de resistência à ação hipotalâmica da leptina em pacientes obesos. Assim, uma perspectiva terapêutica é o desenvolvimento de substâncias sensibilizadoras da ação da leptina, em analogia aos conhecidos sensibilizadores da ação da insulina, um outro hormônio com conhecida resistência à sua ação fisiológica. O hormônio estimulador melanocítico alfa, ou alfa-MSH, é um potente inibidor hipotalâmico da fome. O aumento de seus níveis 3


hipotalâmicos constitui um desafio farmacológico. Em um estudo com 36 indivíduos magros que receberam MSH intranasal observou-se uma redução de 1,68kg de gordura corporal. O resultado é modesto, mas demonstra o seu potencial terapêutico. A descoberta da grelina, hormônio com propriedades estimuladoras do apetite produzido no estômago, abriu uma nova frente de pesquisa no tratamento da obesidade. A grelina aumenta antes das refeições parecendo estar relacionada ao processo de iniciação da alimentação e aumenta durante tratamentos dietéticos da obesidade talvez contribuindo para a recuperação do peso. Este fenômeno não é observado nas cirurgias bariátricas com bypass gástrico. O uso de inibidores da ação da grelina constitui um potencial alvo terapêutico para a redução de peso e talvez para a manutenção do peso perdido por outras formas de tratamento. Um outro hormônio, o PYY3-36, apresenta uma potente ação anorexígena aumentada após as refeições, sendo conhecida como a antigrelina. O desenvolvimento de compostos semelhantes a este hormônio poderá auxiliar no tratamento da obesidade. Podemos observar que o futuro da obesidade caminha para um mundo totalmente diferente do atual. Entender o eixo secretor hormonal que vai do TGI até o Hipotálamo parece ser o segredo e concentração científica atual para desenvolver soluções a curto e médio prazo no resultado eficaz do tratamento da obesidade e manutenção da composição corporal saudável – O RESET FISIOLÓGICO E METABÓLICO. Enquanto não temos acesso a essas novas drogas e estratégias que estão sendo pesquisadas e desenvolvidas, o importante é o médico conhecer a gênese da obesidade através dos ajustes fisiológicos e metabólicos e utilizar ferramentas disponíveis com ações já comprovadas e com resultados bem próximos aos explanados acima. O protocolo P-wels foi desenhado com essa intenção e abaixo sugere algumas abordagens terapêuticas para o manejo e gestão da obesidade com potencial de aplicação imediato.

I - INSULIN BALANCE AND GLYCATION PROTECT Com o passar dos anos, o processo de envelhecimento faz com que os receptores de insulina nas membranas celulares reduzam significativamente, perdam a sua sensibilidade ou até mesmo a sua funcionalidade. O resultado é uma condição patológica chamada “resistência insulínica”, que prejudica a capacidade das células na utilização da glicose de forma eficiente para a produção de energia, causando acúmulo de glicose no organismo. A consequência desse desequilíbrio fisiológico é a elevação e descontrole da insulina circulante causando hiperinsulinemia, um distúrbio metabólico complexo e considerado arriscado por estar associado a uma possibilidade significativamente maior de doenças cardíacas. 4

Estudos recentes mostram que pacientes com doenças cardíacas apresentaram níveis plasmáticos significativamente mais elevados de açúcar no sangue e circulação de insulina plasmática. Outros estudos sobre fisiologia e metabolismo concluem que o desequilíbrio entre anabolísmo e catabolísmo causado pela resitência a insulina está intimamente ligado ao acúmulo de adipócitos intraabdominal (gordura visceral) e consequentemente a obesidade e todos os seus desequilíbrios metabólicos. Dessa forma, podemos concluir que reestabelecer os níveis normais e o equilíbrio fisiológico da insulina está intimimamente ligado ao processo de perda de peso, devendo este seguir algumas práticas preestabelecidas por esse novo contexto sobre a perda de peso.

Normalizar Insulina & Celular Protect Glycations Okinawa Centenarian Study (Geriatra Bradley Willcox Universidade do Hawai): 30 doses Bauhinea Oil Extract

NFK Vector®

Goya Fruct Extract

Sulbutiamina

CinSulin

Acarbose

Cocoa Polyphenols

Methformin

Chrominexx

Vanádio Bisquelado

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

II – HORMONAL BALANCE O insucesso no processo de perda de peso e manutenção de uma composição corpórea saudável é e deve ser parcialmente atribuída às severas alterações fisiológicas nos níveis hormonais que ocorrem no processo de envelhecimento humano e como resposta as adaptações impostas por estilos de vida. Com as quedas hormonais e consequentemente a instalação do processo metabólico de envelhecimento humano, a grande maioria das pessoas irão ganhar centímetros na sua circunferência abdominal e acúmulo exagerado de gordura intra-visceral. Esse tipo de gordura será muitas vezes difícil, se não impossível de perder, se essas pessoas são deficientes em testosterona livre e outros hormônios, especialmente quando do sexo masculino, onde a grande maioria estará sujeito a presença de excesso de estrogênio e as suas consequências drásticas. Baixos níveis de dehydroepiandrosterone (DHEA) podem também contribuir para indesejáveis acúmulos de gordura tanto em homens como mulheres. Para um reequilíbrio hormonal fisiológico a primeira providência é o profissional médico solicitar um painel Perfil Hormonal Auxiliar para Obesidade em sangue ou saliva que possam revelar de forma segura os níveis endógenos de testosterona, estrogênio, DHEA, Cortisol, GH, T3 e T4. O diagnóstico deve ser apoiado pelo resultado do perfil hormonal e a terapêutica direcionada e adaptada resguardando as particularidades de cada pausa hormonal, inclusive as gênero-específicas (masculinaANDROPAUSA e feminina-MENOPAUSA ).


Outro fator de impacto é o balanço e os níveis normais de T3 e T4 sobre a manutenção da saúde, peso corporal e metabolismo ótimo. O hormônio da tireoide é necessário para manter as taxas metabólicas em níveis saudáveis. Atualmente, um percentual significativo de mulheres e homens tem baixos níveis de T3 e T4, sendo acometidos por hipotireoidismo sub-clínico predispondo-os ao aumento significativo de peso e acúmulo de gordura. A suplementação com bionutrientes que otimizam os níveis de T3 e T4 nas proporcionalidades fisiológicas, são necessárias para restabelecer os níveis hormonais ótimos e manter o metabolismo em parâmetros similares de indivíduos jovens e saudáveis. Repor T3 e T4, muitas vezes, também será necessário e isso deve seguir um balanço ideal entre os dois hormônios.

Assim como a Andropausa traz consequências desastrosas a saúde masculina, a menopausa também confere problemas significativos à saúde feminina. Estudos realizados em mulheres menopausadas correlacionam baixos níveis de estrogênio a presença de maior acumulo de adiposidade abdominal. O reequilíbrio fisiológico hormonal é essencial para perda sustentável de peso e redução dos depósitos de gordura, principalmente a intraabdominal. Se quisermos manter pessoas saudáveis e com composição corporal otimizada, não podemos mais continuar negligenciando o metabolismo e a fisiologia hormonal. Ele é um grande aliado da manutenção da nossa saúde.

Modulação Hormonal Transdérmica Nanoestruturada & Biocompatível AMOSTRA 10.015 ESTUDO: LSE-a026

• TESTOSTERONA BASE BIOIDENTICA EM Biolipídeo B2®

Testosterona Evimicrom Base -----------------------50mg / dose Oxyderme Release ------------ promotor de permeação cutânea. MNF Renew --- promotor e regulador da hidratação epidérmica. Biolipídeo B2® ------------------------------ veículo transdérmico. AMOSTRA 10.016 ESTUDO: LSE-a027

• BIEST BIOIDENTICO EM Biolipídeo B2® OH

HO

H H

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HO

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Estriol Evimicrom Base ----------------------------- 2,5mg / dose Estradiol Evimicrom Base ----------------------------- 1mg / dose Oxyderme Release --- promotor de mobilidade transepidérmica. MNF Renew --- promotor e regulador da hidratação epidérmica. Biolipídeo B2 ®------------------------------ veículo transdérmico. AMOSTRA 10.017 ESTUDO: LSE-a028

• PROGESTERONA BASE BIOIDENTICA EM Biolipídeo B2® O H H

H

O

Progesterona Evimicrom Base ---------------------- 50mg / dose Oxyderme Release ------------ promotor de permeação cutânea. MNF Renew ----- promotor e regulador da hidratação epidérmica. Biolipídeo B2® ------------------------------ veículo transdérmico.

Modulação Hormonal Subcutânea - Somatopausa

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Thyroid Restore: 30 doses Iodo Quelato

Fucoxantin

Fucus Extract

Gulgu Extract

Spirulin Extract

Choleus FRSK

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

Hormonal Thyroid Replacement T3 Micronizado

T4 Micronizado

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

AndroDetox: 30 doses Trans Resveratrol

I Aromatase®

SawPalmeto

T Curcumim Micron

Tribullus Terrestris

Chrisyn

Pygeum Africanus Root

Choleus FRSK

Lycopeno

DIM

I3C

Silimarina

Zingiber Root Extract

GluCa

Exselen (Se Organic)

Boro Bisquelado

Zinco Bisquelado

D-asp

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

Cortisol Balance: 60 doses Biocortisol Micron

Eleutherococcus

Ginseng Coreano

Schizandra

Withaferin A

LS AntiOxy®

Baccopa Moniera

Choleus FRSK

Rhodiola Rosea *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

III – CARBOHYDRATE ABSORPTION CONTROL O P-wels define que altas taxas de glicose no sangue pode causar resistência a insulina, glicação protéica e desequilíbrio entre anabolismo e catabolismo predispondo as pessoas a ganharem quilos indesejáveis com acumulo de gordura, aumento descontrolado de adipócitos intraabdominal, esteatose hepática e envelhecimento precoce. Reduzir a absorção de carboidratos é uma estratégia terapêutica eficiente e simples e pode ser iniciada com a ingestão de apenas cinco gramas de fibras solúveis, antes ou com cada refeição, podendo assim ajudar a diminuir os níveis de glicose e provavelmente ajudar a normalizar os níveis de insulina. A Seven Countries Study oferece evidências adicionais que ligam uma dieta rica em fibras, com menor peso corporal. No famoso “Nurses Health Study”, aqueles que ingeriram mais fibra dietética constantemente pesavam menos do que aqueles que consumiam menos fibra. Finalmente, foi realizado um estudo com adultos jovens para analisar o risco de doenças coronarianas, examinando como a doença cardíaca se desenvolve em adultos. Os pesquisadores vincularam um maior consumo de fibras alimentares com menor peso corporal e menor relação cintura-quadril, juntamente com uma redução dos indicadores de risco de doença cardíaca. Porém nem todas as fibras são iguais e existem algumas que promovem resultados mais eficazes, seguros e otimizados para essa finalidade de perda de peso através da redução na absorção de carboidratos. Beta-glucanas (derivado de aveia e cevada / Dextrin) são particularmente as mais eficaz em retardar a absorção de carboidratos, possibilitando o controle dos níveis de açúcar no sangue e induzindo a saciedade necessária para uma gestão saudável do peso. Para ter os benefícios terapêuticos e de manutenção do bem estar através da redução na absorção de carboidratos e consequente redução de glicose e diminuição do peso corporal é necessário que se crie uma rotina no consumo de pelo menos 5 gramas de complexo de fibras com Betaglucanos antes das 2 principais refeições diariamente. Formulações com bionutrientes que interferem no processo fisiológico de absorção de carboidratos muitas vezes serão necessários e são componentes importantes de um programa de perda de peso eficaz. Um exemplo perfeito para essa estratégia programada são os inibidores de alfa-glicosidase e alfa-amilase. Esses componentes interferem na decomposição bioquímica de moléculas de carboidratos evitando o fornecimento de mais glicose para o organismo. O extrato do feijão branco (Phaseolus vulgaris) funciona como um inibidor da alfa-amilase. Em um estudo controlado com placebo, os que utilizaram o extrato padronizado do feijão antes das refeições, perderam 1,5 centímetros de gordura abdominal durante um período de oito semanas. Um benefício ainda maior pode ser visto tomando um inibidor de alfa-glicosidase e inibidor da alfa-amilase juntos.

Carb Block: 60 doses GH Matrix: 30 doses

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L Lisina

Glicina

Ketho Arginina

Arginina

Arginine Aspartate

Mg Aspartate

Ornitina

Ketho Ornitina

Long Jack Extract

Mucuna Pruriens

Phaseolus Vulgaris

Ascophylun Nodosus

Casiolamina

Acarbose

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

BG Fiber System: 60 doses Agar Agar

Psylium

Choleus FRSK

Glucomannam

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®


IV – SEROTONIN LEVEL’S RESTORE AND EMOTION BALANCE A saciedade é um estado fisiológico que depende de equilíbrio hormonal e principalmente da normalidade de serotonina circulante no cérebro. Quando o cérebro está com níveis normais de serotonina, a saciedade ocorre normalmente. A deficiência de serotonina tem sido associada com a vontade descontrolada de comer doces e carboidratos, que muito contribui para o acúmulo de gordura corporal. Há algum tempo, pesquisadores vem correlacionando pessoas com baixo índice de serotonina a obesidade e a baixos índices de triptofano biodisponível. Esse padrão pode indicar que pessoas com baixos índices de triptofano circulante tem deficiência de serotonina no cérebro e consequentemente não atingem o estado de saciedade ocasionando compulsão alimentar principalmente por carboidratos e doces. Outras linhas de pesquisa tem demonstrado que inflamação, inflamação crônica e o aumento exagerado na ativação do sistema imunológico podem desempenhar papel crítico na obesidade. Outra descoberta relacionada a inflamação e obesidade foi o sitio de produção de enzimas inflamatórias como o gama interferon que são produzidos e liberados na gordura corporal e principalmente na gordura visceral. A correlação desse quadro com a obesidade esta intimamente ligada com a enzima chamada indoleamina 2,3-dioxigenase que é ativada nos processos inflamatórios por gama interferon provocando a degradação exagerada do triptofano biodisponível no nosso organismo consequentemente reduzindo os níveis de serotonina e incapacitando o nosso organismo de entrar no estado de saciedade, provocando o descontrole alimentar e a obesidade. De fato, estudos em humanos sugerem que os pacientes obesos apresentam diminuição dos níveis plasmáticos de triptofano, que continuam baixos, independentemente da redução de peso ou dieta ingerida. Este metabolismo alterado do triptofano reduz a produção de serotonina e contribui para a saciedade prejudicada, o que por sua vez, contribui para o aumento da ingestão calórica e obesidade. Em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, os pacientes obesos com dieta rica em proteínas que receberam triptofano (750 mg duas vezes ao dia por via oral) tiveram perda de peso significativa, em comparação com o grupo placebo. Para iniciar um programa de emagrecimento abrangente e eficaz deve ser considerado a adição de triptofano (junto com os nutrientes que inibem as enzimas de degradação do triptofano). Outro fator de extrema importância na suplementação de triptofano é a utilização do seu metabolito e precursor imediato da serotonina o 5HTP. A vantagem do 5HTP sobre o triptofano é que este não se liga a albumina plasmática e transpassa facilmente a barreira hematoencefálica.

Emotion Balance - Cápsula/Spray SL Fase 1 - Cápsulas L Triptofan

Magnolia Oficinalis

L Theanin

Griffonia Bark

Chamomile Extract

Rhodiolla Rhosea

Valeriana Extract

Vitamina B6

Gymena Silvestris

Emotion Balance - Cápsula/Spray SL Fase 2 - Spray SL L Triptofan

5 HTP

OrganCocoa Sauce qsp *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

V – MICROBIOTA & DETOXIFICAÇÃO A microbiota intestinal (IM) desempenha um papel no desenvolvimento da obesidade e está associada a um leve grau de inflamação. A colonização bacteriana do trato gastrointestinal de camundongos com microrganismos normalmente não presentes em sua microbiota aumenta em 60% a massa gorda, altera a glicemia de jejum e os níveis de insulina, triplica os triglicerídeos hepáticos e induz a hipertrofia dos adipócitos. A microbiota intestinal alterada favorece o armazenamento de gordura nos adipócitos através da inibição do Fiaf (Fasting Induced Adipocyte Factor), um inibidor de lipase lipoproteica. Quando comparada com a de sujeitos com peso normal, a microbiota intestinal de obesos exibe uma maior proporção de Firmicutes/ Bacteroidetes e é mais eficiente na extração de energia dos alimentos. A perda de peso com uma dieta hipocalórica reverte a proporção de bactérias da microbiota intestinal à proporção encontrada na microbiota de indivíduos magros. A ingestão de uma dieta rica em gordura altera também a microbiota intestinal, afetando a função barreira intestinal e favorecendo a endotoxinemia. Esses eventos aumentam os processos oxidativos e pró-inflamatórios no plasma e nos tecidos periféricos, aumentando o risco de resistência à insulina. Tais eventos são revertidos pela administração de prebióticos, que estimulam o crescimento de espécies de Bifidobacterium e Lactobacillus no cólon, restabelecendo a homeostase do intestino. Curiosamente, os produtos resultantes da fermentação dos prebióticos estimulam a diferenciação de células enteroendócrinas e a liberação de peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1) e do peptídeo YY, que apresenta efeitos insulina-like e atividade anorexígena, contribuindo para o equilíbrio do peso corporal. Pesquisadores da Stanford University School of Medicine, EUA, testaram a hipótese de que o uso diário de probióticos poderia melhorar os parâmetros gastrointestinais após a cirurgia de redução do estômago em 44 pacientes submetidos à gastroplastia redutora. Neste estudo, a administração de probióticos melhorou o supercrescimento bacteriano, a disponibilidade da vitamina B12 e a perda de peso após gastroplastia redutora com bypass em Y-de-Roux. Surpreendentemente, o grupo probiótico atingiu de maneira significativa maior porcentagem de perda de peso em excesso do que o grupo controle, em seis semanas (controle = 25,5%, probiótico = 29,9%) e em três meses (controle = 38,55%; probiótico = 47,68%). Esses resultados aumentam as evidências de que a alteração da microbiota gastrointestinal pode influenciar a perda de peso. Woodard GA, Encarnacion B, Downey JR, Peraza J, Chong K, Hernandez-Boussard T, Morton JM. Probiotics improve outcomes after Roux-en-Y gastric bypass surgery: a prospective randomized trial. J 7


Detox Bacilus Increase: 30 doses

combinação com a cafeína (50 mg de cafeína, 120 mg EGCG), foi eficaz para aumentar o gasto energético de 24 horas em cobaias humanas.

Max Thistlle

LB Acidophilus

Apple Extract

LB Bifidus

Echinacea Extract

LB Bulgaricus

• Embora a comunidade científica esteja consciente dos benefícios

Cacau Organico

LB Rhaminoses

FOS

LB Faecium

cardiovasculares do omega 3 concentrado, purificado e ricos em EPA e DHA, poucas pessoas estão conscientes de que este mesmo bionutriente também tem efeitos benéficos sobre a termogênese. Eles inibem as enzimas chave responsáveis pela síntese de lipídios, como síntese de ácidos graxos e estearoil-CoA dessaturase-1, aumentando a oxidação lipídica e queima de gordura e inibindo a entrada dos ácidos graxos livres dos adipócitos evitando a reserva de células de gordura.

Inulin *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

TG & NPY Detox: 180 Doses Gama Tocoferol

L Glutamina

Cordiceptic Acid

Gama OZ Acid

Boro Citrate

Vitamina C

C-Ascorbato

N-Ascorbato

Green Thea

WhiteOxy Thea

Red Thea

Pomegranate

Fosfato Tricalcio *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

VI – INCREASED ENERGY METABOLISM Com o avanço da idade o desafio de perder gordura corporal aumenta e otimizar o gasto energético corporal pode ser uma estratégia de sucesso para complementar uma abordagem multi-setorial na perda de peso. Muitas vezes o aumento da termogênese e o aumento do gasto energético através da otimização do metabolismo basal e do consumo de energia mitocondrial é de extrema importância e ajuda consideravelmente aqueles indivíduos que vem se mantendo dentro do programa de perda de peso e não estão mais conseguindo perdas consideráveis. Pesquisas demonstram que o corpo refaz o seu SET UP metabólico, através de um RESET que após a perda de peso, ele passa a entender que aquele indivíduo está em privação e dessa forma ele restabelece parâmetros metabólicos totalmente diferenciados causando a redução na perda de peso e muitas vezes criando um cenário metabólico e fisiológico totalmente incompatível com a redução de peso corporal. O Aumento do consumo de energia basal talvez seja o elo que faltava para a manutenção do sucesso na perda de peso a longo prazo estimulando o consumo dos adipócitos e não deixando que esses voltem a se acumular novamente provocando o armazenamento de gordura. O P-WELS foi buscar nas pesquisas científicas o embasamento para a utilização de vários bionutrientes e nutracêuticos que oferecem um caminho seguro e eficaz no aumento da taxa metabólica: 8

• Os polifenóis do chá verde, epigalocatequina galato (EGCG), em

• Estudos experimentais mostram consistentemente os benefícios do ácido linoléico conjugado que podem ser encontrados no cartamo e no sesame, em especial o trans-10, cis-12 isômero, o que traz benefícios metabólicos que incluem o aumento do gasto energético, diminuição da diferenciação e proliferação de células de gordura, diminuição da síntese de gordura e aumento da queima de gordura e oxidação da gordura.

• O bionutriente ativo na pimenta negra e na vermelha e principalmente na pimenta doce, teve a sua ação comprovada no aumento da termogênese e metabolismo energético em humanos. Em um estudo, foi observado o aumento significativo do gasto energético em seres humanos magros e jovens, depois de consumir um extrato padronizado da pimenta negra, vermelha e doce. Outro estudo mostrou que o consumo do extrato padronizado e associado das pimentas promoveu o aumento da temperatura corporal e da taxa metabólica em teste em seres humanos.

• Extratos padronizados de gengibre rico em gingerols e shogaols teve sua ação comprovada no aumento do consumo de oxigênio e aumento da queima de gordura. Dessa forma, consideramos essencial a utilização de termogênicos seguros e eficazes e que tragam em sua composição bionutrientes e nutracêuticos padronizados e capazes de promover os benefícios do aumento da taxa de consumo de energia basal.

LipoCut Metabolic: 30 Doses Citrus Aurantium

Zingiber Root Extract

Cafeina Anydrhus

Yerba Mate

Yoimbina HCl

Fucoxantinas

Green Tea EGCG

Clorogenic AC. GC Extract

WhiteOxy

Clorogenic AC. AP Extract

®

Nonenoic Acid

Pantotenato de Cálcio

Fosfato Tricalcio

Taurina

Piperine Black Extract

Inositol

Guaraná Extract

Growing Mitochondriall

*Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®


BioFitness: 30 Doses

V

Cordya Eucalyculata

Guaraná Powder

Vitamina B12

Coenzima B12

Ginkgo Biloba Extract

Gama OZ Acid

NAL Carnitine Arginate

Glyco Carn

TMG

Ketho Ornitina

CaMg Piruvate *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

II – CONTROLE DA INGESTÃO ALIMENTAR COM OTIMIZAÇÃO DO EIXO SECRETOR HORMONAL TGI HIPOTALÂMICO Existe um dogma sobre a regulação dos mecanismos de fome e saciedade sendo gerados no sistema nervoso central (SNC). O tronco cerebral recebe mensagens do sistema nervoso intestinal e pela corrente sanguínea passando pela área postrema. O núcleo arqueado (ARC) do hipotálamo recebe estímulos de outras partes do cérebro e também da corrente sanguínea. No ARC existem dois grupos de neurônios: o primeiro com ações estimulantes (neuropeptídeo Y-NPY e proteína relacionada ao gene Agouti-AgRP), e com ações inibitórias (cocaine and amphetamine-regulated transcript-CART e propiomelanocortinaPOMC). Esses neurônios penetram no núcleo paraventricular (PVN) regulando o consumo alimentar e o gasto energético por mecanismos não totalmente conhecidos. Esse sistema é regulado por estímulos inibitórios da fome provenientes do tecido adiposo (leptina) e do tubo digestivo (PYY3-36 e glucagon-like peptide 1, o GLP-1), e por estímulos positivos vindos do estômago (grelina). A anorexia pósprandial não pode ser explicada simplesmente pela distensão do trato digestório (TGI) tampouco pela absorção de nutrientes. Assim, sinais do TGI modulam a fome e chegam ao SNC tanto por nervos como pela circulação na forma de hormônios. O POMC é uma molécula precursora que modula a homeostasia energética gerando o peptídeo anorexígeno, hormônio estimulador do MSH tipo alfa (alfa-MSH), um agonista dos receptores da melanocortina 3 (MC3) e 4 (MC4). O alfa-MSH exerce uma ação tônica inibitória sobre o consumo calórico e estoques de energia. O NPY é um membro de uma família de peptídeos composta de dois principais hormônios: o peptídeo YY (PYY) e polipeptídeo pancreático (PP). NPY, PYY e PP têm uma estrutura tridimensional comum. Existem cinco tipos de receptores funcionais Y em humanos: Y1, Y2, Y3, Y4 e Y5. O NPY, assim com o AgRP, é um potente agente orexígeno que estimula o início e a manutenção da alimentação via seus receptores hipotalâmicos. Estudos recentes mostram que o consumo de dietas ricas em gordura rapidamente reduz a sinalização hipotalâmica NPYérgica, como também reduzem o mRNA de POMC no ARC. Vários modelos e estudos desenvolvidos permitem observar que o NPY age na via de sinalização da leptina.

A leptina parece exercer suas ações hipotalâmicas ao causar uma hiperpolarização dos neurônios NPY/AgRP no ARC levando uma redução na liberação do ácido gama amino butírico (GABA), o que leva a uma desinibição dos neurônios POMC. Além disso, a leptina parece agir diretamente no sistema POMC ao despolarizar os neurônios POMC do ARC. Esse mecanismo parece desempenhar o controle homeostático de longo prazo. O papel do tronco cerebral na regulação da fome tem sido bastante valorizado pela comunidade científica mundial. O tronco cerebral recebe estímulos no nervo vago, da mesma forma que recebe ações de substâncias da corrente sanguínea via área postrema. É provável que o POMC exerça parte de sua ação via tronco cerebral. Trabalhos recentes sugerem que a Leptina, Adiponectina, Grelina, Desidrogenase G3P e GLP-1 têm seus efeitos sobre a fome mediados pelo tronco cerebral e sobre a formação de adipócitos, reforçando a importância dessa região no controle do apetite e da composição corporal. Leptina Lançado pelos adipócitos, a leptina viaja para o cérebro para executar duas funções críticas. Primeiro, ele sinaliza ao cérebro que bastante alimento foi ingerido e desliga o apetite. Em seguida, ele esvazia os adipócitos inchados, promovendo a queima de triglicérides armazenado. A leptina é muito mais abundante no sangue dos indivíduos obesos, a leptina desliga o apetite, promovendo a queima de triglicerídeos que permeiam em excesso os nossos adipócitos. A razão por que pessoas obesas têm níveis mais altos de leptina no sangue é que os locais do receptor da leptina sobre as membranas celulares são inativados por fatores inflamatórios no corpo e por excesso de triglicerídeos, sendo necessário promover a sua desintoxicação. Ácido pinolénico padronizado extraído das castanha do pinho coreano e Cordiceptic Acid são nutracêuticos essenciais na normalização da leptina e na promoção resensibilização dos receptores.

Adiponectina Os fatores de transcrição associados à adiponectina ajudam a determinar a quantidade de triglicerídeos armazenados nos adipócitos e número de adipócitos formados no corpo. Altos níveis de adiponectina aumentam a sensibilidade à insulina, estratégia já discutida no P-wels e adotada para induzir perda de peso. Fatores de transcrição de genes envolvidos com a adiponectina estão diretamente envolvidos na expressão seqüencial de proteínas específicas do adipócito. Alguns bioativos encontrados em bionutrientes como Irvingia, Bauhinea e alfaMangostina suprime fatores de transcrição envolvidos na formação de novos adipócitos, enquanto melhora a sensibilidade à insulina da membrana celular. Desidrogenase glicerol-3-fosfato A DG3P é uma enzima que facilita a conversão de glicose em gordura (triglicérides) promovendo o seu rápido armazenamento. A presença dessa enzima no organismo converte todo o resultado de dietas de baixa gordura a zero e induz o indivíduo a não conseguir atingir a perda de peso sustentada, pois o organismo sempre irá converter os carboidratos ingeridos em altas taxas de triglicérides e armazenála através da enzima desidrogenase glicerol-3-fosfato. Bioativos encontrados no extrato padronizado de Irvingia inibe a desidrogenase glicerol-3-fosfato, reduzindo assim a quantidade de açúcares ingeridos, que são convertidos em gordura corporal e armazenados rapidamente. 9


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LAD Shake Light *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

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implica na redução da absorção de gorduras em torno de 30% e efeito clínico de redução de peso comparável ao de uma dieta de restrição de gorduras. Não existem relatos de efeitos sistêmicos do orlistate, pois não há absorção do mesmo. A redução da absorção de gorduras foi testada comparando o orlistate com a quitosana, uma substância extraída da casca de crustáceos. No grupo tratado com orlistate houve um aumento de 16% na gordura fecal contra apenas 0,27% no grupo tratado com quitosana. Isto comprova o efeito inibitório do orlistate sobre a absorção de gorduras e demonstra a ineficácia da quitosana sobre a redução da absorção de gorduras. No estudo latino-americano houve uma redução de 4,7 vs. 3,0% num período de 24 semanas com melhoras significativas no controle glicêmico de pacientes com diabetes tipo 2. Outros efeitos observados nos estudos com orlistate são uma melhora na pressão arterial e perfil lipídico.

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VIII – LIPASE CONTROL ABSORPTION A lipase pancreática e gástrica promove a absorção intestinal de triglicérides ingeridos na dieta. Em estudos com indivíduos obesos tratados com inibidores de lipase, mostrou uma significativa melhora nos níveis de insulina e glicose no sangue ao mesmo tempo reduzindo significativamente a proteína C-reativa. Outro fator importante resultado do tratamento com Orlistat foi a influencia favorável nos marcadores do sangue (como a leptina e adiponectina) que estão envolvidos com a obesidade. Em estudo duplo-cego, durante um ano de acompanhamento com mulheres com sobrepeso, um grupo com síndrome metabólica tratados com orlistat (120 mg três vezes ao dia) e modificação do estilo de vida promoveu perda de peso no grupo controle em relação com o placebo. Alta gordura corporal está fortemente associada com doença cardiovascular, mas a relação é mais complicada e sutil do que estamos acostumados a pensar. Atuando como um órgão endócrino, o tecido adiposo pode aumentar o fluxo de hormônios (conhecidos como adipocinas) envolvidos no controle da pressão arterial, a hipertensão e os acidentes vasculares. Novamente, parece ser especificamente o acúmulo de gordura abdominal os responsáveis por produzirem esses efeitos deletérios e mortais. O Orlistat é um inibidor da lípase gastrointestinal, principalmente a lípase pancreática, a enzima responsável pela hidrólise dos triglicérides em ácidos graxos no lúmen intestinal. O seu mecanismo de ação 10

IX – LOSE WEIGHT BY REDUCING INFLAMMATION AND OXIDATION A obesidade gera condições que aumentam a demanda do estresse no retículo endoplasmático (RE). O estresse no RE leva à ativação da JNK (cinase inflamatória) que fosforila a porção serina 307 do receptor de insulina (IRB) levando à resistência à insulina e à ativação da IKK, que também fosforila a porção serina do IRB, promovendo a ativação do fator de transcrição do NF kappa B, estimulando a produção de citocinas inflamatórias. Além disso, a produção de radicais livres também medeia o início da inflamação na obesidade. O aumento de glicose nas células endoteliais em condições hiperglicêmicas leva ao excesso da produção de radicais livres na mitocôndria (glicotoxicidade), ativando a cascata inflamatória dentro das células endoteliais. A injúria endotelial no tecido adiposo pode atrair células inflamatórias como os macrófagos e aumentar a inflamação local.


Na obesidade, o tecido adiposo se torna inflamado tanto pela infiltração de macrófagos no tecido adiposo quanto pela capacidade desse tecido em produzir citocinas pró-inflamatórias. Todo o desequilíbrio nutricional apresentado contribui para um desequilíbrio funcional do tecido adiposo, principalmente o visceral, que está associado com uma inflamação crônica sistêmica de baixo grau, indicada pelo aumento dos marcadores inflamatórios, conforme observado em vários estudos. Indivíduos obesos apresentam níveis elevados de proteína C reativa (PCR), fator alfa de necrose tumoral (TNF-alfa) e interleucina-6 (IT6), quando comparados com indivíduos magros. Essa condição inflamatória pode ser conseqüência da liberação pelo tecido adiposo de adipocinas, citocinas e outros fatores inflamatórios. Como conseqüência ao processo inflamatório, ocorre uma resistência à insulina, pois a presença de citocinas inflamatórias inibe a ação da insulina por meio da alteração da sinalização do receptor insulínico e de seus substratos (IRS) além de interferi diretamente na conversão de T3 em T4 e alterar todo o funcionamento dos hormônios tireoidianos. As citocinas pró-inflamatórias também induzem um aumento na produção de radicais livres, na elevação nos níveis de cortisol e aumentam as moléculas de adesão plaquetária, contribuindo para o processo de aterogênese.

A produção dos fatores pró-inflamatórios também sofre influência dos lipídios da dieta, uma vez que o consumo aumentado dos ácidos graxos poliinsaturados da série ômega-6 em proporção inadequada aos da série ômega-3, origina eicosanóides pró-inflamatórios. Ter uma proposta anti-inflamatória é essencial para manter o corpo saudável o pronto para a manutenção do peso.

Anti-Inflammatory BioSuport: 60 Doses Alpha Lipoic Acid

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Glutamine

Lycopene

DMAE

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N Acetyl Cistein *Posologias e apresentações disponíveis no E-Prescription®

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REV 01 - MAI 2012

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