Marilene Grandesso. RESUMO:Ainda sob o impacto da perda inesperada deste grande terapeuta e criador das práticas de terapia narrativa, neste artigo propus-me a revisitar o trabalho de Michael White numa espécie de ritual de re-associação de sua presença. Inspirada na leitura de suas obras, especialmente a publicada no último ano (White, 2007), optei por seguir o fluxo das idéias de Michael White a partir de seus interlocutores, com os quais ele definiu seus conceitos e desenvolveu sua prática.