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GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA Secretaria De Estado Da Cultura Fundo de Incentivo à Cultura Angusto dos Anjos - FIC 2012 Francisco César Gonçalves Secretário de Cultura / Presidente da CTAP Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC Equipe FIC

_______________________________________________ MAC - Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand (UEPB) Reitor UEPB: Rangel Junior Pró-Reitor de Cultura UEPB: Chico Pereira Diretor do MAC: Angelo Rafael Montagem e Logística: Silvandro Estevão, Fagner Melo Lietson Paiva, Washington Moraes

_______________________________________________ NAC - Núcleo de Arte Contemporânea (UFPB) Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC Equipe NAC


O PROJETO


O projeto ARTE VISUAL PERIFÉRICA NA PARAÍBA aprovado pelo FIC – Augusto dos Anjos 2012/2013 e com apoio da UFPB/NAC e da UEPB/MAC propõe divulgar a produção contemporânea em Artes Visuais de 12 artistas residentes no Estado da Paraíba, que colocam em vias de acesso discussões capazes de alargar as fronteiras de uma arte que é produzida e circula fora do eixo dos grandes espaços expositivos. Serão realizadas duas exposições coletivas: A primeira em João Pessoa no NAC – Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB e a segunda em Campina Grande no MAC – Museu Assis Chateaubriand da UEPB na qual será lançado o catálogo que terá distribuição gratuita nos principais eixos culturais do Estado e do país democratizando de forma não mensurável o resultado do projeto. “Quando da elaboração do projeto pensamos no que poderia ser a maior contribuição para o Estado, a resposta veio através da doação das obras, pois seria a melhor maneira que teríamos para exigirmos das instituições a elaboração de uma política de guarda e manutenção de acervos” afirma Luiz Barroso artista visual e proponente do projeto. Assim sendo serão doadas 24 obras as instituições que abrigarão estas exposições o que possibilitará o desdobramento deste recorte curatorial em outras instâncias artísticas. Em meio a tantos protestos que acontecem no país o projeto ARTE VISUAL PERIFÉRICA NA PARAÍBA pretende contribuir na discussão sobre: Onde, como e em que estado encontram-se os acervos de Artes Visuais das instituições culturais do Estado, visto que os mesmos constituem nosso patrimônio material e em muitos casos recebem o desprezo por parte de nossos governantes. A exposição apresenta trabalhos que dialogam com o gênero Arte Contemporânea – Instalações, objeto, pinturas sobre suportes variados, desenhos, fotografia, performance, videoarte e vídeo instalação – dos artistas: Américo Gomes, Antônio Filho, Antônio Lima, Carlos Nunes, Cybele Dantas, Luiz Barroso, Potira Maia, Raquel Stanick, Sandoval Fagundes, Serge Huot, Tony Neto e Wênio Pinheiro.


O MAC Rua João Lélis, N°581, Catolé, Campina Grande, Paraíba. CEP: 58410-140 Contato: (83) 3337-3637 direcaomac@uepb.edu.br http://museu.ascom.uepb.edu.br/mac/ Visitação: De Terça à Sexta das 9h às 18h Sábados e Domingos 14h às 18h


Com instalações modernas, o Museu Assis Chateaubriand da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no bairro do Catolé, em Campina Grande, abriu suas portas no dia 5 de junho. A solenidade de inauguração foi presidida pela reitora Marlene Alves e prestigiada por autoridades, artistas e representantes da cultura de todo o Estado. O local integra um novo conceito de museologia, onde a transversalidade de novos parâmetros da arte é contemplada desde o projeto arquitetônico até a sua missão social e como ponto de referência para todo o estado, o país e o mundo. Construído numa uma área total de 1.500 m², o Museu Assis Chateaubriand possibilitará o fortalecimento do turismo cultural e o desenvolvimento do potencial artístico das comunidades campinense e paraibana, através de oficinas, seminários, palestras, cursos, salão de artes, exposições, entre outros. O Museu da UEPB não fica a dever a nenhum estabelecimento do gênero em capitais ou grandes cidades brasileiras. O equipamento coloca a cidade de Campina Grande no roteiro das grandes exposições de arte, representando, dessa forma, a contribuição da UEPB, para a cultura artística da Paraíba. Projetado numa dimensão moderna, o museu conta com salas de exposição permanente e temporária; auditório com capacidade para 115 pessoas, entre outros equipamentos. O prédio é composto por dois salões destinados às exposições permanentes, um salão para exposições temporárias, mezanino, sala de reuniões e biblioteca, tudo em ambiente climatizado e com sistema de combate a incêndios para proteção das exposições e acervos. Além disso, haverá amplo estacionamento, sempre com atenção em fornecer fácil acesso aos portadores de necessidades especiais.


O NAC Rua das Trincheiras, N°275, Centro, João Pessoa, Paraíba. CEP: 00000-000 Contato: (83) 3221-9630 nac.arte@hotmail.com Visitação: De Segunda à Sexta das 9h às 18h


Com instalações modernas, o Museu Assis Chateaubriand da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no bairro do Catolé, em Campina Grande, abriu suas portas no dia 5 de junho. A solenidade de inauguração foi presidida pela reitora Marlene Alves e prestigiada por autoridades, artistas e representantes da cultura de todo o Estado. O local integra um novo conceito de museologia, onde a transversalidade de novos parâmetros da arte é contemplada desde o projeto arquitetônico até a sua missão social e como ponto de referência para todo o estado, o país e o mundo. Construído numa uma área total de 1.500 m², o Museu Assis Chateaubriand possibilitará o fortalecimento do turismo cultural e o desenvolvimento do potencial artístico das comunidades campinense e paraibana, através de oficinas, seminários, palestras, cursos, salão de artes, exposições, entre outros. O Museu da UEPB não fica a dever a nenhum estabelecimento do gênero em capitais ou grandes cidades brasileiras. O equipamento coloca a cidade de Campina Grande no roteiro das grandes exposições de arte, representando, dessa forma, a contribuição da UEPB, para a cultura artística da Paraíba. Projetado numa dimensão moderna, o museu conta com salas de exposição permanente e temporária; auditório com capacidade para 115 pessoas, entre outros equipamentos. O prédio é composto por dois salões destinados às exposições permanentes, um salão para exposições temporárias, mezanino, sala de reuniões e biblioteca, tudo em ambiente climatizado e com sistema de combate a incêndios para proteção das exposições e acervos. Além disso, haverá amplo estacionamento, sempre com atenção em fornecer fácil acesso aos portadores de necessidades especiais.


AS OBRAS


AMÉRICO GOMES SÓLIDO 1 NANQUIM S/ EUCATEX 70x90cm 2012 ACERVO DO NAC E MAC


AMÉRICO GOMES SÓLIDO 2 NANQUIM S/ EUCATEX 70x90cm 2012 ACERVO DO NAC E MAC


ANTÔNIO FILHO REVESTIMENTOS IV ACRÍLICA SOBRE CARTAS TOPOGRÁFICAS E PAREDE PICOTADA 0,90 x 1,80 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


ANTÔNIO FILHO VEIAS E ARTÉRIAS CORAÇÃO #2 IMPRESSÕES DE TRAÇADOS URBANOS SOBRE TRANSPARÊNCIAS, PREGOS GALVANIZADOS E ESCULTURA DO CORAÇÃO HUMANO EM PAPEL MACHÊ 2,03 x 3,15 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


ANTÔNIO LIMA MOLOTOV GARRAFA, TECIDO, CAIXA DE FÓSFORO E CAIXA MOLDURA 0,40 x 0,40 x 0,10 m 2012 ACERVO DO NAC E MAC


ANTÔNIO LIMA THE END MADEIRA, CORDAS E BARRA DE GELO DIMENSÕES VARIÁVEIS 2012 ACERVO DO NAC E MAC


CARLOS NUNES DANI PASTEL SECO, CARVÃO E ACRÍLICA SOBRE PAPEL 1,00 x 0,70 m 2012 ACERVO DO NAC E MAC


CARLOS NUNES SUELLEN PASTEL SECO, CARVÃO E ACRÍLICA SOBRE PAPEL 1,00 x 0,70 m 2012 ACERVO DO NAC E MAC


CYBELE DANTAS SÉRIE: FOTOGRAFIAS RECORTADAS SPRAY E STENCIL SOBRE TELA 1,00 x 1,00 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


CYBELE DANTAS SÉRIE: FOTOGRAFIAS RECORTADAS SPRAY E STENCIL SOBRE TELA 1,00 x 1,00 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


LUIS BARROSO METALINGUAGEM MODELAGEM EM PAPEL MACHÊ E RECORTES DE JORNAIS E REVISTAS SOBRE SÍMBOLOS ARQUEOLOGICOS PARAIBANOS 1,50 x 5,00 m 2012 ACERVO DO NAC E MAC


POTIRA MAIA VIRA PÓ...? FOTOGRAFIAS, AREIA E SAPATOS RECOLHIDOS NA RUA DIMENSÕES VARIÁVEIS 2012 ACERVO DO NAC E MAC


RAQUEL STANICK CLICHÊS AZUIS I, II E III NANQUIM S/ PAPEL 0,90 x 1,26 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


RAQUEL STANICK DESENHAR COMO QUEM FAZ PIPOCA PERFORMANCE 3,00 x 1,00 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


SERGE HUOT PERIFERIA ASSEMBLAGE / ISOPOR RECOLHIDO DO MAR 1,00 x 1,00 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


SERGE HUOT INTERSTÍCIO ASSEMBLAGE / ISOPOR RECOLHIDO DO MAR 1,00 x 1,00 m 2013 ACERVO DO NAC E MAC


TONY NETO VALE DO PIANCÓ # BOAVENTURA VÍDEO ARTE 4’12” 2012 http://goo.gl/iEcdBe ACERVO DO NAC E MAC

TONY NETO VALE DO PIANCÓ #COREMAS VÍDEO ARTE 4’47” 2012 http://goo.gl/UsNQQD ACERVO DO NAC E MAC

TONY NETO VALE DO PIANCÓ # PEDRA BRANCA VÍDEO ARTE 5’35” 2013 http://goo.gl/eoYU1l ACERVO DO NAC E MAC


TONY NETO ETERNA MÁGOA VÍDEO ARTE / INSTALAÇÃO 5’14” 2012 http://goo.gl/ygPYVY ACERVO DO NAC E MAC


WÊNIO PINHEIRO AMOR, CACHORRO, BANDIDO, TREM ACRÍLICA, NANQUIM E SPRAY S/ PAPEL KRAFT 00x00cm 2011 ACERVO DO NAC E MAC


WÊNIO PINHEIRO PREGNÂNCIA ACRÍLICA, NANQUIM E SPRAY S/ PAPEL KRAFT 00x00cm 2011 ACERVO DO NAC E MAC


OS ARTISTAS


AMÉRICO GOMES

1988, João Pessoa-PB Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba. Participou de exposições coletivas no NAC - Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB, Casarão 34 e SESC-PB. Realizou em 2009 sua primeira exposição individual intitulada ILUSÕES EM PRETO E BRANCO na Aliança Francesa de João Pessoa. Atualmente é integrante do grupo DIA. Seu trabalho artístico discute sobre as diretrizes criadas pelo homem dito civilizado e sua relação com as mesmas.

ANTÔNIO FILHO 1978, Olinda-PE

Artista Visual estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pernambuco e estagiou em empresas de urbanismo na cidade do Recife. Atualmente, mora e trabalha em João Pessoa-PB, onde é estudante do curso de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba. Sua pesquisa artística poetiza a relação entre homem e cidade.


ANTÔNIO LIMA

1976, João Pessoa-PB Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba. Participou de exposições coletivas no NAC - Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB, SAMAP e SPA das Artes. Sua obra concentra-se nos conceitos de não-lugar, estranhamento, provocação, passividade, efemeridade e re-significação, fazendo um paralelo com a carga iconológica presente no objeto, seu significante, suas atribuições e características.

CARLOS NUNES 1971, Petrolina-PE

O desenho figurativo, em especial os retratos, formam grande parte de sua obra, seja como designer gráfico ou artista visual. Sua formação artística foi autodidata sendo atualmente estudante do curso de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba.


CYBELE DANTAS

1978, João Pessoa-PB Passou toda adolescência trabalhando com artesanato. Filha de artista plástico, desde muito cedo teve contato e intimidade com as artes. Em 2000, fez seu primeiro grafite no centro da cidade de João Pessoa-PB. A partir de 2007 empenha-se na arte do grafite participando de vários eventos coletivos como exposições e intervenções urbanas. Em 2013 realizou sua primeira exposição individual intitulada de FOTOGRAFIAS RECORTADAS no SESC-PB. Atualmente estuda Artes visuais na Universidade Federal da Paraíba e integra o Coletivo Graffiti Paraíba.

LUIZ BARROSO

1951, Campina Grande-PB Iniciou o curso de Ciências Sociais na atual UFCG antiga UFPB. Após dois anos abandona para se dedicar as artes visuais como autodidata. No MAC (Museu de Arte Assis Chateaubriand) encontrou o espaço que lhe faltava para uma orientação no caminho das artes, passa então a frequentar o atelier livre desta instituição. Nos anos de 1994, 1995, 1996 e 1998 viaja a França para participar de intercâmbios organizados pela Associação Franco-Brasileira Le Hors-Là. Em 1999 retorna a França desta vez para residir na cidade de Marseille e atuar na Association Arts et Developpement animando ateliês de pintura para crianças descendentes de imigrantes. Em seu trabalho artístico desenvolve pesquisa na construção de objetos a partir da pasta de papel e do próprio papel como elemento principal de sua obra.


POTIRA MAIA

1982, Vitória da Conquista-BA Artista visual, vive e trabalha em João Pessoa, PB. Formada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB, especialista em Educação, Cultura e Memória pela mesma universidade. Atualmente cursa a graduação em Artes Visuais na Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Trabalha com fotografia, pintura e instalação em suas pesquisas sobre os sujeitos e sua relação com objetos portadores de memórias, em suas buscas pelo prazer, pelo sagrado e pela plenitude.

RAQUEL STANICK 1975, Recife-PE

Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba. Vive e trabalha em João Pessoa-PB onde é artista visual, blogueira e poeta. Integrou diversas mostras e exposições coletivas e individuais no Estado. Atualmente seu trabalho individual mistura artes visuais, literatura e tecnologia.


SANDOVAL FAGUNDES 1955, João Pessoa-PB

Vive e trabalha em João Pessoa-PB. Artista visual, videasta, poeta, inventor e músico. Iniciou nas artes visuais através dos cursos livres (Coex/UFPB, anos 1970), com os professores João Câmara, Lourdes Medeiros, Alfonso Bernal, Montez Magno, Roberto Lúcio e Tereza Carmen. Atuou como artista gráfico e ilustrador de livros, capa de discos, cartazes e revistas culturais.

SERGE HUOT

1964, St. Vallier-França Escultor, artista visual e arte-educador. Vive e trabalha no Litoral Sul da Paraíba. Desenvolve uma pesquisa sobre as diversas relações entre homem e natureza. Utiliza materiais pobres como sobras ou elementos do mundo urbano a exemplo do concreto com o qual constrói um vocabulário cuja proposta envolve aglomeração, acumulação, construção, repetição, cidades, símbolos, arquétipos e hibridismo.


TONY NETO

1989, São Mamede-PB Estudante do curso de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba. O artista desenvolve um trabalho de pesquisa antropológica utilizando-se de relatos e narrativas pessoais de indivíduos ou grupos diferenciados, tendo como produto uma séria de vídeo artes. A metodologia de seu trabalho é embasada na coleta de dados estatísticos, análise de discursos, entrevistas e compilação de reportagens televisivas ou impressas para num segundo momento produzir vídeos artísticos fictícios que giram em torno destas histórias e narrativas.

WÊNIO PINHEIRO

1984, Campina Grande-PB Artista visual e estudante do curso de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba. Em 2009 participou da exposição Integração 275 (NAC/UFPB), com a série de desenhos FUMANTES. Participou da Mostra Coletiva de Artistas Paraibanos na Estação Cabo Branco (2009), e das exposições coletivas do Festival Mundo (2010, 2011, 2012). Em 2011, fez sua primeira exposição individual de desenhos, DIÁLOGOS NA SUPERFÍCIE (Aliança Francesa de João Pessoa), pelo projeto Ciclo de Jovens Talentos da Paraíba. Em 2012 expôs no projeto ARTE NA EMPRESA (Energisa - PB).


ÁREA RESERVADA PARA ISBN


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Arte Visual Periférica na Paraíba - Catálogo