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Ano 1 - Edição nº 7 - de 29 janeiro a 28 febereiro 2014

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Ano 1 - Edição nº 7 - de 29 janeiro a 28 febereiro 2014

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Feira da Madrugada: agora é para valer

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O Tietê tem salvação?

Pág 10 Pág 14

Pág 6

O Brás em obras de contenção de enchentes

Pág 4

São Paulo, 460 anos

Págs 8 e 9

Rolezinho: presença que assusta Diretor do jornal A VOZ DO BRÁS recebe título de Cidadão de Honra de São Paulo Pág 26 Infância e juventude desperdiçadas

Pág 28

Confira calendário IPVA e IPTU

Pág 24

Saiba como se prevenir Pág 24 da conjuntivite

Dicas de cinema pág 22 | Moda: salada de frutas pág 30 | Perfil: 30 anos de Brás pág 18


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Editorial

De tudo se perde muito

o Brasil, 26,3 milhões de toneladas de alimentos vão ao lixo por ano No país há um enorme desperdício de recursos naturais. De tudo se perde muito. A cada ano, 26,3 milhões de toneladas de comida são jogados fora. Esse volume seria suficiente para distribuir 131,5 quilos para cada brasileiro ou 3,76 para cada habitante do planeta. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) toda essa comida alimentaria os 13 milhões de brasileiros que ainda passam fome e ainda atuaria como fator de combate à inflação. Com oferta maior de produtos, os preços não subiriam tanto. Nas centrais de abastecimento o desperdício de hortaliças é visível. Há casos em que 40% da produção ficam no caminho entre as fazendas e os supermercados. A comida desperdiçada provoca mais do que prejuízos financeiros, gera revolta e inconformismo. Ainda assim, o Brasil pouco se mobiliza para mudar esse quadro. Desde 1998, a chamada

Lei do Bom Samaritano, em alusão a uma passagem bíblica, tramita no Congresso Nacional, e não há previsão alguma para que seja votada. A intenção da proposta é isentar doadores

de alimentos de responsabilidade civil e penal, se agirem de boa fé, na distribuição de comida — semelhante ao que ocorre em países da Europa e nos Estados Unidos.

Enquanto essa lei não é aprovada, o Estado brasileiro pune severamente os doadores. A legislação atual prevê até cinco anos de prisão caso quem receba os alimentos sofra algum tipo de dano em decorrência da comida doada. Com isso, donos de restaurantes, por exemplo, são obrigados a despejar no lixo as sobras diárias da produção. “É um crime”, define o diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Gustavo Timo. O ajuste na legislação, segundo Timo, poderia ajudar e muito o Brasil a conter o desperdício. “A regra em vigor é completamente inapropriada. Por parte do setor, não falta boa vontade”, insiste o representante da Abrasel, ressaltando que em outros países existem programas organizados de doações, para evitar que toneladas de comida em bom estado acabem no lixo. É trágico, mas é real, na esteira desse desperdício sucumbe uma parcela significativa da população que, subnutrida, se torna inapta para desenvolver seus talentos.

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Os anúncios publicitários com ofertas e promoções são de inteira responsabilidade dos anunciantes. O jornal A VOZ DO BRÁS orienta que o leitor pesquise e certifique-se antes da conclusão de qualquer compromisso comercial, cabendo reclamações a serem feitas ao PROCON regional. Regulamentação: Lei municipal 14517, artigo 26, parágrafo 2º. Considerando o disposto do inciso IX do artigo 5º, da Constituição Federal, excetuase da vedação estabelecida no “Caput” deste artigo a distribuição gratuita de jornais e periódicos que se enquadram na lei federal nº 5.250, de 09 de fevereiro de 1967.


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4 O Brás em Obras

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Prefeitura espera resolver problema recorrente de enchentes no Brás

m artigo publicado na quarta edição do jornal A VOZ DO BRÁS (veja foto abaixo) denunciou o abandono da região na época das chuvas. O exemplo clássico é a rua João Jacinto, via com pouco mais

4 Tudo, menos a chuva!

Temporada de chuvas é a senha para enchentes e destruição

Rua João Jacinto, Brás: um exemplo típico de descaso que mostra como o acúmulo de lixo e a falta de manutenção por parte da prefeitura provocam enchentes há décadas no local

Por Claudio Zumckeller

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chuva chegou na terra antes das cidades. Esse fenômeno natural é mais antigo que a humanidade. Entretanto o homem inventou formas que permitem prever sua ocorrência A pluviometria é a quantidade de chuvas que cai em uma região. Ela é medida pela altura, em milímetros, da água acumulada em um copo especialmente graduado para essa finalidade: 1 milímetro de chuva na graduação equivale a 1 litro de água por metro quadrado. Os dados podem ser representados por dia, por mês ou por ano para efeito comparativo com outras épocas ou regiões. Sendo assim é possível prever que em certo tempo e em determinada região vão ocorrer volumes maiores ou menores de chuvas. As chuvas são regulares, anuais e recorrentes. Portanto fica a pergunta: seria possível evitar ou ao menos minimizar enchentes, desabamentos e perdas humanas? A resposta é óbvia: sim, seria. No Japão, a frequência dos terremotos exigiu a adoção de severos padrões de segurança para enfrentar a intensidade e a repetição dos tremores. Sem ser especialista, me parece que as chuvas são fenômenos mais previsíveis do que os terremotos. O homem tem aprendido a conviver com a natureza em todas as partes do mundo. Menos no Brasil. Entre nós todo verão parece ser o primeiro e cada tragédia parece ser inusitada. A chuva é a culpada, justificam-se autoridades e con-

cessionárias. Os meios de informação, resignados com a desculpa descabida, tratam de operar oportunismos políticos e índices de audiência. “Nunca choveu tanto como desta vez”, “esta foi a maior de todas as tragédias”, “enquanto isso, o prefeito está em Paris”. Essa tem sido a ladainha que nos apresentam há dezenas de verões.

Mas o que fazer com nosso solo impermeabilizado pela política da mobilidade exclusivamente automobilística, com os rios margeados pelo asfalto e o concreto, a falta de tratamento de águas e esgotos, o lixo jogado nas ruas e a coleta negligente? Culpá-los, sim, eles e aqueles que insistem em produzi-los.

de cem metros, paralela à avenida do Estado e que faz a ligação entre as ruas São Caetano e João Teodoro. Depois da publicação da matéria a prefeitura iniciou as obras para a coleta de águas pluviais no entorno das vias.

A obra de captação visa evitar o transtorno histórico que há décadas aflige moradores e comerciantes especialmente da rua João Jacinto. A reestruturação da rede de captação de águas pluviais está sendo feita em

vários outros pontos do bairro. As ruas Henrique Dias e Rodrigues dos Santos são exemplos. Se a rua onde você reside ou trabalha tem algum problema, fale conosco: avozdobras@gmail.com


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Reportagem

Agora é para valer: Feira da Madrugada está aberta ao público

Corpo de Bombeiros emite laudo que comprova segurança contra incêndio no Pátio Pari

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Da reportagem assava das cinco horas da manhã do dia 19 de dezembro e a Nova Feira da Madrugada, após sete meses de interdição, foi aberta ao público de maneira definitiva. Agora é para valer. O Corpo de Bombeiros emitiu o laudo comprobatório e o Pátio Pari finalmente é um lugar seguro contra incêndio. A tragédia de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, ocorrida em janeiro de 2013, que matou 242 pessoas e feriu outras 116 no incêndio de uma casa noturna, já não é mais lembrada por aqui. Perto de 40 ônibus estavam perfilados. Para aqueles que esperavam o mesmo movimento da tentativa de reabertura de 26 de novembro, ficou a decepção. Dos 4 mil boxes cerca de 200 exibiram precariamente suas mercadorias. As equipes dos grandes canais de TV montaram plantões para a cobertura. Havia rumores de que o prefeito Fernando Haddad chegaria a qualquer momento. Alguns líderes dos comerciantes se prepararam para as entrevistas. Eles reafirmaram que grupos de oposição não pouparam esforços para manter a feira fechada, mas destacaram que o fato do Pátio Pari estar definitivamente reaberto representa uma grande conquista para a coletividade local. O público, principal ator, parecia descrente e, depois de caminhar pelas novas alamedas, aprovou as rotas de fuga. Thaís Botini, 35 anos, que traz excursões

de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, declara: “esse abre não abre cansou. Tomara que desta vez dê certo, mas falta abrirem mais lojas”. De fato, não há como discordar que os comerciantes da feirinha passaram por sete meses de penúria e incertezas. O prazo para a reforma, que era para ser de 60 dias, consumiu o semestre mais aquecido do ano. “Abriram muito em cima do Natal, quem compra para revender, já comprou”, diz Josimara Teixeira, 30, que tem loja em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela conta que é a última vez que vem ao Brás neste ano. “Só volto na segunda quinzena de janeiro”, destaca. “Tive que me virar nas feiras itinerantes para sobreviver”, ressalta José Manuel de Lira Júnior, 40, há sete na feira, que teve o cadastro do seu box confirmado na primeira lista que a prefeitura divulgou. Ele faz questão de dizer que apesar de ter pagado a primeira parcela, acha abusiva a cobrança da taxa de R$ 910,00 que os comerciantes terão que desembolsar durante

24 meses. “Muita gente não abriu ainda porque não tem dinheiro para a taxa”, diz o comerciante. Não há dúvida de que o Natal de 2013 deva ser esquecido pela maioria dos comerciantes da Feira da Madrugada. Qualquer empreendimento que ficasse interditado, ainda que por um período menor, sofreria também sérias consequências. Todavia diz a prudência que os empecilhos das batalhas devem refletir em maior empenho para vencer a guerra. O final do mês de janeiro chega e a Feira da Madrugada Pátio Pari vai dia a dia reconstruindo sua fama. Menos da metade dos quatro mil boxes estão funcionando, entretanto, diariamente perto de 300 ônibus lotados de compradores de todo o país voltaram a estacionar. Consoante com a opinião já emitida em edições anteriores, o jornal A VOZ DO BRÁS reitera que embora a Nova Feira da Madrugada careça de algum tempo para retomar a efervescência de quatro mil boxes que atendem a uma demanda

de 300 ônibus por dia, são inestimáveis os impactos positivos que a reabertura do Pátio Pari traz à região. Ganham as famílias que daqui tiram seu sustento, ganha o bairro do Brás e ganha sobretudo cidade de São Paulo que abriga um dos maiores centros de comércio popular do planeta.


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10 Artigo O rio Tietê tem salvação?

Por Rodrigo De Giuli

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ão Paulo completa no mês de janeiro 460 anos. Fundada por jesuítas num planalto inundável, a cidade com mais de 11 milhões de habitantes é cheia de clichês. A Rede Globo faz uma campanha para eleger qual é a “cara de São Paulo”. Nas opções, dez no total, estão os lugares-comuns da metrópole: Masp, avenida Paulista, Pateo do Collegio, Parque do Ibirapuera, Teatro Municipal, Estádio Paulo Machado de Carvalho, entre outros. Concordo que quaisquer destes logradouros ou prédios podem ser a face de uma cidade pujante, cosmopolita e moderna. Elejo o rio Tietê, no entanto, como símbolo máximo de Piratininga. É fácil explicar o por quê. Poluído, abandonado, esquecido, o rio que nasce em Salesópolis, cidade na Grande São Paulo, parece mais um canal de água turva e fedorenta, emparedado por concreto e cercado de vias expressas com inúmeras faixas e tráfego intenso. O Tietê (do tupi-guarani “água verdadeira”), que tem pouco mais de mil e cem quilômetros de extensão e curiosamente corre em sentido oposto ao do mar, ganha vida de novo no interior, próximo à bar-

ragem de Barra Bonita. Nesta região, a imagem triste da espuma mal cheirosa de Santana de Parnaíba, que chega até Salto, não existe mais. Dali grandes afluentes o transformam novamente em rio, com peixes, pescadores, praias e turismo em cidades banhadas por suas águas limpas. Economicamente importante para São Paulo, no Tietê é gerada parte da energia elétrica consumida no estado mais rico do país. O rio também é hidrovia. Em suas águas, é transportado todo tipo de carga: soja, madeira, cana-de-açúcar e minério de ferro. Não foram poucos os projetos para a despoluição do rio Tietê. O governo do Estado já foi financiado até por um banco japonês mas nunca conseguiu chegar perto do objetivo. Os primeiros planos para revitalizá-lo começaram a surgir no início da década de 1990. Até essa época, o rio era visto apenas como esgoto a céu aberto. O ex-governador Paulo Maluf, no final dos anos 1970, chegou a lançar um plano de canalização e construção de pistas sobre suas águas. Para a sorte do Tietê e de São Paulo, o projeto megalomaníaco nunca saiu do papel. Os bilhões consumidos em projetos incompetentes já poderiam ter tido algum

resultado prático. Ao contrário: o governo de Geraldo Alckmin emparedou toda a sua extensão paulistana e aumentou o número de pistas na rodovia urbana que o margeia. Não há respiro, não há uma única alusão a um rio: o governador transformou o Tietê num córrego morto que atravessa a maior cidade do Brasil. Pelo mundo há inúmeros casos de rios que foram revitalizados. Em Londres, o famoso rio Tâmisa, que chegou a interromper sessões do parlamento inglês por causa do mau cheiro no século 19, estava morto até a década de 1970, quando a salvação veio depois de um plano de despoluição e bilhões de libras. Assim como o rio Sena, em Paris, também considerado biologicamente morto em 1960, que foi despoluído e hoje é um dos principais pontos turísticos da cidade mais visitada do mundo. Contudo não há solução para o Tietê sem que haja um esforço entre governos. Deve existir um plano de contingência infraestrutural para que todo o esgoto seja coletado e tratado desde Salesópolis até Castilho, onde o principal rio de São Paulo finalmente deságua no rio Paraná. Não adianta, por exemplo, limpar o Tietê e deixar sem cuidado o Tamanduateí, que atravessa parte do Grande ABC, re-

gião industrial e com enorme população. E o mesmo acontece, por exemplo, com os rios Sorocaba, Piracicaba ou Capivari, todos afluentes poluídos com o esgoto de cidades populosas e dejetos do rico agronegócio. Diversos projetos foram apresentados por vários governadores de São Paulo. Eles mostram ilustrações das águas azuis do Tietê, com muitas árvores, barcos com turistas e pescadores nas margens. Para cada desenho bonito milhões de reais são gastos e nunca nenhum deles saiu do papel. Não deveria ser apenas um sonho ver o rio de “água verdadeira” limpo, economicamente viável e integrado de forma positiva à vida da cidade, como contava meu avô, filho de italianos que trabalhou em indústrias da metrópole em crescimento: “Era a década de 1920 e nos finais de semana o Tietê ficava cheio de gente nas margens. Havia as lavadeiras, casais fazendo piquenique, centenas de canoas com pescadores – sim, dava muito peixe no Tietê e nós os comíamos. Existia a rivalidade dos clubes no remo, principal esporte do país na época. As competições eram acirradas e lotava de gente torcendo pelo seu clube de preferência.”


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12 São Paulo, 460 Anos Mercado Municipal de São Paulo completa 81 anos Comemorado na mesma data dos 460 anos de São Paulo, Mercado da Cantareira tem roteiro com música e visitação gastronômica Da reportagem

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s corredores estão cheios. Turistas e compradores com sacolas caminham entre uma e outra das 272 bancas. Aqui os visitantes podem experimentar uma infinidade de frutas de toda a parte do mundo ou comer o famoso sanduíche de mortadela, servido num prosaico pão francês. No mercadão não há aquela gritaria típica das feiras-livres, mas os vendedores são atenciosos. No mezanino, inaugurado em 2004, época das festividades dos 450 anos da cidade, garçons apressados atravessam o labirinto de corredores por entre centenas de mesas de madeira, quase todas ocupadas. Inaugurado em 1933 com um ano de atraso (o local foi usado como depósito de armas durante a Revolução Constitucionalista de 1932), o Mercado Municipal de São Paulo, ou mercadão, como carinhosamente é chamado por permissionários e frequentadores, substituiu o antigo mercado da rua 25 de Março, ao ar livre, e que havia ficado pequeno com o crescimento da metrópole dos imigrantes e do café.

O local, que já foi o maior fornecedor de restaurantes da cidade, hoje é frequentado majoritariamente por turistas e compradores varejistas. Localizado no Parque Dom Pedro, às margens do rio Tamanduateí, o prédio do mercadão tem estilo arquitetônico neoclássico, com 10 metros de pédireito e grandes vitrais importados da Alemanha. Na reforma de 2004, ganhou novos pisos, banheiros, iluminação mais eficiente e um mezanino com restaurantes e vista de todo o complexo. Estabelecido no mercado desde a sua inauguração, em 1933, a banca da família Zucchinni (D17, 3326-1702) vende embutidos e ingredientes para feijoada. Giuliano tem 39 anos e é neto do fundador, Conrado. “Meu avô trabalhou até os 92 anos”, conta orgulhoso. “Nos últimos anos ele não vinha mais aqui, mas cuidou das contas até o final”. O pai de Giuliano, Claudio, é quem comanda o negócio desde a morte do avô. Entrar na banca é uma viagem no tempo. O pequeno mezanino de madeira é original e está bem cuidado. Uma minúscula porta sobre a escada, também da época, ajuda a iluminar o am-

biente. Os mármores dos balcões também são originais. “Tentamos preservar tudo ao máximo. Não é só um ganha-pão, aqui tem um pouco de história”, finaliza Giuliano Zucchinni. As frutas e legumes são os produtos típicos do mercadão. Mas é possível encontrar uma variedade de itens que vão de bebidas tradicionais a carne de capivara. Na Porco Feliz (E26, www.porcofeliz. com.br), cuja especialidade são as carnes, o proprietário Silvio Oliveira, 42 anos, emprega 65 funcionários. Além da carne de capivara, ele também vende de javali, avestruz, jacaré ou carneiro. Mas a maior procura é mesmo pelos cortes de porco e vaca, que ele garante entregar para qualquer lugar do Brasil. “Se um chef de cozinha me pedir dois quilos de um corte específico, faço questão de mandar entregar. É a fidelização que faz a diferença num mercado em que os preços são tão iguais”, explica.

Se a fidelização é importante para o vendedor, então os compradores são os atores principais no negócio que gira no mercadão. Como no caso de Anália Frossard, que viaja de Londrina, no interior do Paraná, para abastecer seu empório. A empresária afirma que faz compras na rua 25 de Março e invariavelmente visita o mercadão. “Levo não perecíveis e aproveito para fazer turismo gastronômico”, conta. Anália está com a irmã, Altina Pereira, também empresária. Moradora de Sorriso, no Mato Grosso, ela aproveitou a viagem para comprar mercadorias para o seu buffet. “Se vejo um preço bom, não deixo de levar”, afirma. Histórias como as das três gerações dos Zucchinni, de Anália ou Silvio são pequenos resumos do que representa o mercadão, não só para a cidade de São Paulo, mas para quem tem nele seu meio de vida. E não há melhor exemplo do que o de Juca: “este ano completo 11 copas do


São Paulo, 460 Anos

mundo no mercadão”. Natural de Califórnia, interior do Paraná, Juca chegou em São Paulo aos 23 anos, no meio da Copa de 1970. Hoje, aos 66, o proprietário da Barraca do Juca (3227-3646, www.barracadojucamercadosp.com.br), autodenominada banca original da novela “A próxima vítima”, da Rede Globo, vende

há mais de 40 anos frutas nacionais, importadas e hortaliças. No início trabalhou descarregando caminhões de madrugada e como funcionário de permissionários. No começo da década de 1990, adquiriu a banca, “tudo com muita luta e sempre na honestidade”, faz questão de afirmar. Pai de 12 filhos, dos quais cinco trabalham

com ele no local, Juca, ou Pedro Pereira da Cruz, o nome por trás do personagem, questionado sobre o aniversário de São Paulo, responde de forma simples e direta: “trabalho de domingo a domingo, então o que eu conheço bem da cidade é o que fica no caminho de casa para o trabalho e do trabalho para casa”.

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Serviço: Mercado Municipal de São Paulo End.: Rua da Cantareira, 306 Horário: de seg a sáb, das 6h às 18h. Dom e feriados, das 6h às 16h. Fecha no último dom do mês para manutenção Tel.: (11) 3326-6664 www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/abastecimento/


14 Artigo A polêmica dos “rolezinhos”: uma rapaziada que quer e precisa estar no atual contexto Por Claudio Zumckeller

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ode parecer absurdo, mas não é. Certas situações que à primeira vista parecem de resolução simples que, se colocadas sob o ponto de vista da diversidade de opiniões, são transformadas em questões de alta complexidade. Nada contra a polêmica, sadio exercício democrático. Fatos recentes fazem lembrar a década de 1970, época em que me intrigava a opinião da abastada mãe de um amigo de juventude quando informada acerca do envolvimento do filho com a adolescente negra que a família trouxera para educar na cidade grande e nas horas vagas ajudar nos trabalhos domésticos: “não tenho nada contra, mas aqui em casa os netinhos vão comer na cozinha”. A grande discussão gerada pelos “rolezinhos” de jovens da periferia ganhou de vez os holofotes depois que um shopping center de luxo entrou na lista dessas cirandas. Enquanto ocorriam em shoppings populares da periferia de São Paulo, não eram ainda tratados como assunto relevante. O tema passou a despertar soluções pacíficas e reações mais raivosas após a visita da molecada a um templo onde a oração ao deus consumo seria, por assim dizer, privilégio daqueles que tem mais intimidade com os deuses de plantão. Um batalhão de cientistas sociais,

juristas, jornalistas e outras pessoas têm se preocupado em analisar o fato. Isto me parece o lado bom da coisa. Discutir a cidade e a ocupação dos seus espaços é participar da vida coletiva. É ser social. É tudo o que o desenvolvimentismo oco não tem produzido. Independente do que já se falou sobre o caráter social e, por ricochete, político que os “rolês” ganharam, o fato é que estamos diante de uma parcela da juventude que enxerga nesses espaços de natureza privada, porém abertos ao público, um meio para se fazer presente, ampliar sua visibilidade e obter reconhecimento social. São meninas e meninos que nasceram dos anos 1990 em diante e que cresceram sob a batuta do consumismo que já se orquestrava por aqui. Consumo, sucesso e individualismo são hoje os valores que norteiam a sociedade. Essa rapaziada cresceu não apenas bombardeada pela publicidade e pelo estímulo ao consumo como também por uma abordagem midiática que a toda hora criminaliza a política. É como dizer: não esperem nada da esfera pública, ela é corrupta. Resolvam vocês mesmos os seus problemas. “Vem vamos embora que esperar não é saber”, como cantou Geraldo Vandré em “Pra não dizer que não falei das flores”, no final da década de 1960. Hoje o funk ostentação segue o mote. No

entanto, os valores são outros. Letras e vídeos que remetem carros de luxo, bebidas, marcas de grife e baladas, configuram uma ética individualista e imediatista na qual o que vale é ter. Junto a isso a presença extremamente passiva da mulher como objeto sexual. Muito semelhante ao que se viu há algum tempo na figura da mulata no samba. O acesso ao automóvel e às roupas com marcas de grife parecem querer dizer que a convivência do jovem da periferia com o consumidor tradicional de shoppings está resolvida. Porém o simples fato do uso desta ou daquela roupa não tem o poder de transformar sinais de reconhecimento social mútuo muito mais complexos como: o sotaque, o modo de andar, a maneira de comer e sobretudo onde moram. Mais do que isso, a roupa não muda a cor de pele de ninguém, muito menos em uma sociedade racista como a nossa. A garotada do funk ostentação estará redondamente enganada se imaginar que poderá realinhar o lugar dos pobres na estrutura social brasileira por meio destes símbolos. Por enquanto, o que essa juventude tem feito é repetir as sucessivas ondas de legitimação perante os estratos economicamente superiores da sociedade tal como outros grupos já fizeram antes. Nossas elites mesmo, por exemplo, vivem preocupadas em reproduzir aqui os padrões de consumo de luxo de suas

congêneres da Europa e Estados Unidos. A molecada do funk já não quer mais somente a quebrada, a perifa, o gueto. A grana, ainda que curta, como finalidade, e as redes sociais, como um meio eficiente, proporcionam a mobilidade e o poder de comunicação que seus pais, na década de 1980, não tiveram. Contudo, a simples presença no shopping e a ostentação não darão ao jovem pobre mais do que isso que hoje ele alcançou. Ou seja, o status de consumidor de baixa renda. Muito mais transformador seria se essa camada tivesse acesso a teatros, cinemas, bibliotecas, áreas verdes, centros esportivos e de lazer. É certo e sabido que as ondas econômicas internacionais favoráveis, o baixo índice de desemprego e as medidas de distribuição de renda que embalaram o país nas duas últimas décadas tiraram cerca de 30 milhões de pessoas da miséria e possibilitaram a presença dos menos favorecidos nos templos de consumo. Isso não é pouco. É preciso, entretanto, muito mais. O ponto principal parece residir agora na recomposição pela qual a nova estrutura social deve passar. São valores culturais diversos que precisam encontrar o equilíbrio capaz de promover a convivência pacífica nos espaços das cidades. Nada mais nem menos que questões humanas que a dinâmica civilizatória tem que resolver.


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18 Perfil

De outlets a shoppings: o comércio popular na visão de quem vive há 30 anos no Brás Por Claudio Zumckeller e Rodrigo De Giuli

N

ão é fácil administrar quatro shoppings. E administrar quatro shoppings no Brás é tarefa ainda mais complicada. É o que flagrou a reportagem do A VOZ DO BRÁS ao entrevistar Alberto Godinho, 58 anos, responsável por manter tudo em ordem nos centros de compras. São 25 funcionários e mais de mil boxes para cuidar. Godinho nasceu em Itabuna, interior da Bahia. Casado e pai de quatro filhos, ele saiu de sua cidade natal em 1972 para acompanhar o pai, dono de uma fábrica de chinelos, que estava de mudança à capital paulista para inaugurar uma indústria de calçados no Bom Retiro, onde morou. Na época, o bairro era predominantemente ocupado por judeus. “Foi um ano até eu me adaptar ao lugar”, relembra. Como a fábrica não evoluía, Godinho resolveu abrir uma loja de roupas no Brás. Desde então não saiu mais do bairro:

“moro no Brás e durmo na minha casa”, brinca. Sem conseguir renovar o contrato da loja que ele abriu na rua Oriente, o administrador decidiu entrar em outro negócio. Com um tio, ele inaugurou um shopping popular no largo da Concórdia.

O constante embate entre camelôs e prefeitura no largo fez com que o poder público expulsasse os comerciantes das calçadas. Daí surgiu a feira da madrugada nas ruas do bairro. Desde então as mudanças de locais forçaram a prefeitura

a colocar os camelôs no Pátio Pari, onde já havia o estacionamento dos ônibus de excursões de compras. Antes de ser o sucesso que é hoje, a Feira da Madrugada Pátio Pari não atraía comerciantes. Apenas os camelôs expulsos de outras áreas vinham armar suas barracas. Foi então que Godinho viu a chance de buscar novos clientes para alugar boxes nos shoppings populares. Começou com o do largo da Concórdia. Logo ele passou a administrar quatro centros: “na época eram chamados de outlets, mas com as boas condições atuais, podemos chamá-los de shoppings”. O shopping HD, na rua Henrique Dias, a um quarteirão da Feira da Madrugada e a dois da rua Oriente, é pioneiro neste tipo de empreendimento. Além dos boxes serem organizados, há banheiros, elevador, praça de alimentação com várias opções de restaurantes e segurança terceirizada. Os outros shoppings administrados por Godinho, ao lado do filho, têm a mesma estrutura do HD.


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20 Crônica Restodontê: o que sobra de ontem pode ser a refeição de hoje Por Dorival Marques de Oliveira*

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014 promete! Copa do mundo - conquista ou frustração -, eleição para presidente da nação - mudanças ou não -, protestos e mais protestos, certamente estão garantidas muitas emoções! Mas vamos ao compasso da batuta! Dia 15 de janeiro os compositores têm a data reservada para a celebração. A cidade será ocupada pelo séquito das nove musas da música pelos rituais profanos dos tambores e guitarras e o feriado terá um hiato sonoro na selva de pedra. “Viva aquele que se presta a esta ocupação / Salve o compositor popular” (Caetano Veloso). De quebra ofereço uma diferente, e ao mesmo tempo convergente, síntese sobre esta senhora, mãe única. “A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas.” (Samuel Butler, escritor britânico) “O vaso dá uma forma ao vazio e a música ao silêncio.” (Georges Brague, pintor e escultor francês) “Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música.” (Aldous Huxley, escritor inglês) Com isso vamos curtindo o clima de aniversário da nossa cidade. Dia 25 de janeiro é dia de festa para os paulistanos! No ano de 1554, os padres Manoel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram o colégio dos Jesuítas, com a intenção de estabelecer um colégio para a educação dos indígenas da região. O Pátio do Colégio, no centro da cidade, é considerado o marco zero da fundação de São Paulo. Marco zero sugere que devemos tentar dar uma zerada em várias mazelas que afligem nossa qualidade de vida. É tempo de reduzir os excessos.

Excessos de toda ordem; de pressa, de oferta e demanda, da degradação das condições de vida, de aglomeração populacional, o excesso é o demônio! Como dosar o comer, beber, pensar, julgar, fazer, falar, comprar, vender, ler, caminhar e trabalhar? Temos que nos orientar pelo censo de justiça, pela intuição da lei biológica – de um grão, dez mil grãos – a natureza dá muito, bem mais do que recebe e aí está o ponto de equilíbrio. A sociedade atual, no entanto, tem caminhado na contramão. Há um enorme desperdício progressivo de alimentos, água, energia, tempo, dinheiro... Andando pelas ruas da cidade podemos constatar o quanto de comida boa vai para a lata do lixo.

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Podemos mudar isso? Claro que sim, consciência é a solução. A maior parte das doenças que afligem a humanidade tem sua origem na alimentação incorreta e desequilibrada. “Faça do seu alimento o seu remédio” Hipócrates, filósofo e médico grego, considerado o pai da medicina. Aproveitar tudo é a palavra. O “restodontê” com um pouco de imaginação, é a boa refeição de hoje. Mudar o hábito de comprar comida além da conta. - uma família de classe média desperdiça cerca de 180 quilos de comida por ano! O descartável é o filho pródigo da economia de mercado. A cidade não se pode dar ao lixo nem ao luxo. Ampliar a cadeia de negócios sustentáveis. Economizar os

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Cinema

Ter ou não ter, eis uma outra questão

Por Alvaro Zumckeller* u, um dito cidadão respeitável que não ganha quatro mil cruzeiros por mês, vez ou outra, questiono essa indiscutível necessidade humana de ter. Digo isso porque quero possuir também, poder falar “isto aqui eu obtive com meu suor, veio com muita luta”. Porém, lembrar que respiro no século 21, sou obrigado a repensar. Poderia fazer uso de uma cápsula do tempo e regressar à Grécia Antiga. Lá, trocando uma idéia com Pitágoras (filósofo e matemático grego), esse mesmo do teorema, veria que o conhecimento estava no centro das atenções. Os gregos o buscavam incessantemente e disseminaram seus frutos que perduram até

os dias atuais. O que buscamos ter hoje para frutificar de forma semelhante? O conhecimento não está entre as primeiras opções. A falta de acesso, de condições, de preparo e de desejo afasta do pódio o ouro dos gregos. O fato é que vivemos em uma cultura da velocidade, do supérfluo e do descarte. A sociedade atual é constituída cada vez mais por colecionadores ao contrário, que desvalorizam os objetos assim que os adquirem. Já o conhecimento demanda paciência, muita tentativa e erro, e o principal, não gera o retorno em curto prazo e se desvaloriza na sociedade de consumo. Se eu tenho um Corcel 73 (novamente citando o ‘maluco beleza’ Raul Seixas), que me dá status e satisfação pessoal momentânea, não

há a necessidade de ler Dom Quixote, obra-prima de Miguel de Cervantes, em espanhol. Pelo menos até lançarem o Corcel 74. Essa equação passa desde os bens materiais até os relacionamentos sociais. Vale mais investir na aparência e na simulação da verdade. O sujeito simbólico da sociedade de consumo tornase, desse modo, um impotente político. Tem não apenas seu pensamento como também seu comportamento controlados por outros. Numa sociedade que oferece um vislumbre de alteração constante, a necessidade de auto-afirmação fica claramente demonstrada no sonho de permanente ascensão social e econômica, um “querer-ter-sempre-mais”, um “querer-ser-

sempre-mais”. Além dos óbvios problemas ambientais e do esgotamento dos recursos naturais ocasionados por um modelo que só se sustenta com mais consumo, existe uma questão não menos importante: o que cada consumidor está conquistando com esta postura? Certamente não é mais felicidade e realização pessoal e muito menos conhecimento. Aí está o desperdício. A questão aqui é de uma mudança de mentalidade pessoal, de nos darmos conta de que os esforços de cada pessoa podem ser voltados para valores mais duradouros que a simples aquisição de produtos que se tornam obsoletos e descartáveis assim que os possuímos. Seguem algumas dicas de filmes:

Medianeiras (Gustavo Taretto, Argentina, 2011) Martin é um webdesigner en recuperação de fobias sociais. Aos poucos, ele consegue sair do isolamento de seu apartamento e de sua realidade virtual. Mariana terminou um relacionamento. Sua cabeça é uma bagunça, assim como sua casa. Martin e Mariana vivem no mesmo quarteirão, mas ainda que seus caminhos se cruzem eles não se encontram. Caminham nos mesmos lugares, mas não se percebem. Como poderiam se conhecer em uma cidade de três milhões de pessoas? Eles vivem no centro de Buenos Aires, a cidade que os une e também os separa. Medianeras significa aquelas laterais dos prédios (as empenas cegas), que viraram local de propaganda. O filme mostra o universo de quilômetros de fibras ópticas, celulares e redes sem fio e a incessante transmissão de bits, que, sob a falsa promessa de unir àqueles mais distantes, ironicamente serviram para distanciar as pessoas de relacionamentos próximos, verdadeiros de contato e emoção sincera.

Idiocracy (Mike Judge, EUA, 2006) Quando o soldado do exército norte-americano, insignificante e de inteligência média Joe Bauer (Luke Wilson) é voluntário para uma experiência super secreta do exército que iria vê-lo “congelado” por um ano, algo dá errado e ele é esquecido por 500 anos. Joe desperta para um mundo que retrocedeu tanto que as formas mais absurdas de idiotice foram incorporadas no cotidiano. Uma viagem através de um pesadelo onde tudo foi emburrecido para ser o mais rápido, barato e fácil possível, criando assim o caos absoluto em todos os aspectos da existência do dia-a-dia. O patrocínio de empresas é fundamental, em que as pessoas, a fala, as nações e tudo o mais estão de alguma forma ligados a uma marca. Ele não é de modo algum o cara mais brilhante do pedaço, mas encontra uma sociedade tão emburrecida pelo mercantilismo de massa e pela alienante programação de tv que ele acaba sendo considerado o cara mais inteligente do planeta.

Ilha das Flores (Jorge Furtado, Brasil, 1989) O documentário Ilha das Flores é uma produção de Mônica Schmiedt, Giba Assis Brasil, Nôra Gulart, com roteiro de Jorge Furtado. Ilha das Flores é um local na cidade de Porto Alegre destinado ao depósito de lixo. O curta apresenta a trajetória de um tomate, desde a colheita ao descarte por uma dona de casa, até a chegada ao lixão da ilha, onde crianças disputam alimentos que sequer servia de alimento para os porcos. “O tomate / plantado pelo senhor Suzuki, / trocado por dinheiro com o supermercado, / trocado pelo dinheiro que dona Anete trocou por perfumes extraídos das flores, / recusado para o molho do porco, / jogado no lixo / e recusado pelos porcos como alimento / está agora disponível para os seres humanos da Ilha das Flores.” “O que coloca os seres humanos da Ilha das Flores depois dos porcos na prioridade de escolha de alimentos é o fato de não terem dinheiro nem dono.”

Estamira (Marcos Prado, Brasil, 2006) Trabalhando há cerca de duas décadas em um aterro sanitário, situado em Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, Estamira Gomes de Sousa é uma mulher de 63 anos, que sofre de distúrbios mentais. O local recebe diariamente mais de oito mil toneladas de lixo da cidade do Rio de Janeiro e é também sua moradia. Com seu discurso filosófico e poético, em meio a frases, muitas vezes, sem sentido, Estamira analisa questões de interesse global fala também com uma lucidez impressionante e permite que o espectador possa repensar a loucura de cada um, inclusive a dela, moradora e sobrevivente de um lixão.

E

* Alvaro Zumckeller, 33 anos, cineasta

brasileiro, trabalhou na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e nos festivais de Cannes, na França, e Toronto, no Canadá.


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Saúde

Conjuntivite - causas, sintomas e tratamento Por Neide Feldhaus *

A

conjuntivite é uma inflamação que ocorre na conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma a duas semanas e não costuma deixar sequelas. Causas A inflamação da conjuntiva pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes como po-

luição e o cloro de piscinas, por exemplo, e por vírus e bactérias. Neste caso ela é contagiosa e tem maior incidência no verão. Sintomas - Olhos vermelhos e lacrimejantes; - Pálpebras inchadas; - Sensação de areia ou de ciscos nos olhos; - Secreção; - Coceira. Recomendações - Evite na medida do possível aglomerações ou frequentar piscinas públicas;

Tabela do IPTU

- Lave o rosto e as mãos com frequência, já estes são os veículos mais importantes para a transmissão de vírus e bactérias; - Não coce os olhos, pois isso aumenta a irritação e a inflamação; - Troque as fronhas de travesseiros e as toalhas do banheiro diariamente enquanto perdurar a crise ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos; - Não compartilhe o uso de maquiagem para os olhos. Tratamento

Lave bem os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou, de preferência, com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. O cuidado com a higiene ajuda a controlar o contágio e a evolução da doença. Não faça uso de medicamentos sem prescrição médica. Alguns colírios são contra-indicados porque podem provocar complicações e agravar o quadro. * Neide Feldhaus é médica pediatra (CRM 94890)

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26 Sociais Diretor do jornal A VOZ DO BRÁS é homenageado no aniversário de São Paulo

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urante a tradicional festa do bolo do Bixiga, uma das celebrações que marcaram os 460 anos da cidade de São Paulo, a prefeitura, em parceria com associações locais, home-

nageou alguns cidadãos pelo empenho e dedicação em suas atividades. No evento, o diretor executivo do jornal A VOZ DO BRÁS Helbert “Periferia” Fernandes Moreira recebeu o título de “Cidadão de

Honra de São Paulo” por sua contribuição para o desenvolvimento da cidade. Foram também homenageados na ocasião o comerciante Walter Taverna, autodenominado “primeiro-ministro da República

do Bixiga”, o deputado-estadual e presidente regional do PTB Campos Machado e o músico Ubirajara Penacho dos Reis, o Bira, que atua no sexteto do programa de Jô Soares, na Rede Globo.


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28 Artigo

* Genésio Alves Mattos, 62 é treinador de futebol e ex-atleta profissional

Volta as aulas com rotina

A respiração final do agonizante Controla o valor da corrida de táxi

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Santo (?), cidade Grupo sanguíneo natal de Caetano menos Aquilo que ainda não comum foi concluído

Ana (?), enfermeira Trajetória de um Tamanho de fotos astro no para documento espaço

Relatar (um jogo) Cadete (abrev.) Produto Interno Bruto (sigla)

Composto gasoso que respiramos

É evitada com o uso do flúor Casal

Retira-se do local Título inglês

O vidro que não permite a visibilidade Feixe de luz (Inglês) Curso fluvial Amorpróprio Vento brando

Dinheiro dado aos filhos Papel usado em embrulhos

O (?): dizse do amante

Tijuca, Brooklyn ou Morumbi

Comprado por mim Que pessoa? Dinheiro (gír.)

Local de aplicação do rímel Local da prisão no castelo medieval Raio (abrev.) Tapa; bofetão

Máquina de tecer Dira (?), atriz

Ali; acolá O Saci só tem uma (Folcl.)

Palavra final de orações À (?): a esmo

Aparelho para comunicação entre os condôminos e a portaria do prédio

Preparar a terra para o plantio

Não; sequer

Elegância; refino de Sá, Quarta (?) coloninota zador musical brasileiro

BANCO

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ME

*Julia Leal

N E T R R I E S S P I O R R Q T U E A T A R F O

O

uso de drogas por adolescentes cresceu entre 2009 e 2012, sobretudo entre as meninas. É o que indica a última pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada em 2013. Conforme a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em 2012, chegou a 9,9% a proporção de adolescentes que vivem nas capitais que já experimentaram drogas, o que equivale a pouco mais de 312 mil jovens. Em 2009, quando foi feita a primeira pesquisa desse tipo, o porcentual foi de 8,7%. Ainda que alarmantes, esses números não abordam adolescentes que frequentam escolas particulares e tampouco aqueles que sequer possuem matricula em instituição de ensino. A educação dos adolescentes tem sido incumbência quase exclusiva da escola voltada ao ensino médio. A família exerce papel importante na formação dos jovens, mas a criação e ampliação de espaços de convivência e troca social é funda-

mental. A exploração da mão de obra infantil pelo narcotráfico, a prostituição e o acesso fácil ao consumo de álcool e entorpecentes são alguns entre outros fatores da evasão escolar. Integrar a juventude à cidadania através do poder público e de ações sociais de empresas e ONGs são contribuições para a queda dos números apresentados. Artes, ofícios e esporte formam um trio capaz de atrair o adolescente para a socialização. A expansão do acesso à saúde, informação e boa alimentação para as populações de baixa renda é suporte imprescindível. A era da informação tornou ágil a proliferação de idéias e aumentou enormemente a capacidade de mobilização social. Toda e qualquer iniciativa que vise motivação de crianças e adolescentes ao convívio social sadio deve, portanto, ser promovida, apoiada e executada.

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Por Genésio Alves Mattos*

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

3/mem — sir. 4/spot — tear. 5/amaro. 6/bairro — classe — órbita.

Cresce desperdício de infância e juventude nos dias atuais


Produtos e Serviรงos nas estradas

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Moda

Salada de frutas

Cheias de cores e alegria, as "fruit prints", como são denominadas no dicionário da moda, têm tudo a ver com o tropicalismo do Brasil, portanto não tenham medo de ousar Por Juliana Padovan Bandoni*

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estampa de fruta é uma tendência que há tempos vinha despontando nos desfiles internacionais e agora explodiu no Brasil nesta estação. Aqui, muitas marcas também desenvolveram suas coleções com abacaxi, banana, goia-

ba, manga, limão, melancia, morango, acerola, caju, laranja etc. As frutas aparecem separadas ou também misturadas entre elas, e até mesmo com flores, folhas e animais. Este tipo de estampa chama bastante atenção. Prefira peças em partes do corpo que queira valorizar no momento, salvo os conjuntinhos e os vestidos. Para não ter medo de errar, caso você escolha peças de baixo como shorts, calças ou saias estampadas, combine com blusinhas, camisas, t-shirts e regatas de cores lisas. Preto, branco, nude, ou um tom que “sintonize” com pelo menos uma cor da sua parte escolhida toda colorida. Esta regrinha também vale para o inverso, partes de cima com estampa pedem partes de baixo lisas ou com poucos detalhes, a não ser que você não tenha medo de arriscar! Se possuir um estilo mais discreto, dá para usar esta moda nos acessórios e em peças com pequenos detalhes, opções não faltam para adaptar essa moda ao seu estilo. E, cá entre nós, nada mais tropical e brasileiro do que essa tendência!

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*Juliana Padovan Bandoni é gestora de mídias sociais e consultora de moda (juliana.kom@hotmail.com)

Preparo médio: de 30 a 45 minutos Rendimento: 16 porções Dificuldade: fácil Categoria: docinho e salgadinho Calorias: 97 kcal por porção Ingredientes: - 2 xícaras de chá de sobras de arroz cozido - 2 colheres de sopa de queijo ralado - 1 ovo - 1 colher de sopa de farinha de trigo - Sal e salsinha picada a gosto - Farinha de rosca para empanar - Óleo para fritar

Modo de preparo: Bata rapidamente no liquidificador o arroz. Transfira para uma tigela e acrescente os ingredientes restantes. Se for necessário, adicione aos poucos mais farinha de trigo para dar ponto de enrolar. Passe na farinha de rosca e frite em óleo quente. Sirva quente.


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32 Utilidade Pública Mais de 200 mil pessoas desaparecem por ano no Brasil

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ilhares de pessoas desaparecem no Brasil entre adultos e crianças sem deixar vestigios.

Não há registro de números oficiais. A maior pesquisa neste sentido foi realizada em 1999 com o apoio do Ministério da

Justiça e apontou um número assustador: mais de 200 mil pessoas desaparecem por ano no Brasil. Porém esses dados não re-

fletem a real situação porque sabemos que um grande número de pessoas sequer registra o caso na polícia.


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Jornal A VOZ DO BRÁS 7 edição