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SINDICATO DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS, FARMACÊUTICAS E DA DESTILAÇÃO E REFINAÇÃO DE PETRÓLEO NO ESTADO DO CEARÁ Av. Barão de Studart, 1980 – 3º andar - Casa da Indústria – FIEC Aldeota – 60120-001 – Fortaleza – Ce Tel. (85) 3268-3426 Fax (85) 3261-1058 e-mail: quimica@sfiec.org.br http://www.sfiec.org.br/sindicatos/sindquimica

INFORMATIVO SINDQUIMICA-CE Ano IV – nº 242 – Fortaleza/CE – edição: 29.01.2013 Governo criará regras de incentivo às indústrias química e têxtil AGÊNCIA  BRASIL  ­  O governo federal negocia com setores da indústria o lançamento de novos regimes tributários nos moldes do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, entre os setores que podem ser beneficiados estão as indústrias química e têxtil. Segundo Pimentel, não há data para o lançamento das iniciativas, que dependem das condições orçamentárias do governo e da negociação com cada setor. - Serão regimes mais ou menos nos moldes do Inovar-Auto. É um regime voltado para desenvolver a competitividade, assegurar o conteúdo tecnológico e estimular a produção nacional – afirmou o Ministro. De acordo com ele, o governo deve utilizar a redução de tributos e mecanismos de financiamento nesses novos programas. Lançado no ano passado, o Inovar-Auto deu condições para a indústria automobilística compensar o aumento de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados ou com menos de 65% de conteúdo nacional. Para pagar menos imposto, é preciso aumentar a eficiência energética, a segurança dos veículos e elevar os gastos em tecnologia e capacitação. Segundo o governo, as exigências ajudarão na produção de veículos mais baratos. Por meio do benefício tributário, o programa visa também estimular as empresas a manterem sua cadeia produtiva no Brasil e gerar emprego.

Polo Industrial e Tecnológico de Saúde incluirá russos e holandeses Cerca de 14 indústrias já demonstraram interesse em instalar-se no Polo de Saúde, no município de Eusébio DIÁRIO  DO  NORDESTE  ­  A participação de indústrias estrangeiras no Polo Industrial e Tecnológico de Saúde está sendo negociada pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece). Segundo o presidente do órgão responsável pelo relacionamento com os investidores do Estado, Roberto Smith, conversas estão acontecendo com "grandes fármacos holandeses e russos". "Nosso polo de saúde está indo bem, obrigado", fez questão de enfatizar ontem durante inauguração da fábrica de argamassa da Weber Saint-Gobain, em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A Adece está à frente das negociações de investidores para o equipamento junto com um comitê gestor composto por três secretarias estaduais, o município de Eusébio - sede do Polo - e o Sindicato das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado, o Sindiquímica. 14 EMPRESAS NA MIRA


SINDICATO DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS, FARMACÊUTICAS E DA DESTILAÇÃO E REFINAÇÃO DE PETRÓLEO NO ESTADO DO CEARÁ Av. Barão de Studart, 1980 – 3º andar - Casa da Indústria – FIEC Aldeota – 60120-001 – Fortaleza – Ce Tel. (85) 3268-3426 Fax (85) 3261-1058 e-mail: quimica@sfiec.org.br http://www.sfiec.org.br/sindicatos/sindquimica

Smith contou ainda que está se reunindo frequentemente com representantes de empresas de dentro do Estado, além de fazer contato também com grandes players nacionais com o intuito de prospectá-los para dentro da área destinada ao Polo. Atualmente, de acordo com estimativa repassada pelo presidente da Adece, o número de empresas que têm o interesse de se instalar no Polo de Saúde ou que a Adece quer trazer está em torno de 14 reunindo indústrias cearenses, de fora do Estado e internacionais. "Inclusive, antes do Carnaval, nós teremos uma reunião importante com esta grande empresa russa de fármacos", contou sem dar mais detalhes sobre a empresa como, dizer qual seria ela. AVANÇOS Planejado há quatro anos pelo governo estadual, mas sem avanços significativos na execução do projeto, o Polo de Saúde teve, de acordo com Roberto Smith, conquistado "avanços importantes", principalmente, nos últimos meses do ano passado. "Foram avanços institucionais de normalização e reestruturação da área que fizemos", detalhou. HISTÓRICO O projeto inicial do Polo Industrial e Tecnológico de Saúde conta com 50 hectares destinados à implantação das indústrias no bairro da Precabura, no município do Eusébio, na RMF, e tem a Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, como principal empresa âncora do empreendimento.

Gel da IBM combate infecção hospitalar

Jim Hedrick, pesquisador do laboratório da IBM nos EUA: substância poderá revestir equipamentos médicos

VALOR  ECONÔMICO  ­  A IBM desenvolveu um gel anti-microbiano para combater infecções hospitalares, com base na técnica científica que utiliza para produzir semicondutores. Cientistas da IBM desenvolvem um gel que mata micróbios, inclusive os que causam tipos de persistentes infecções por estafilococos, um grande problema para especialistas. Para isso, usam materiais similares que permitem a rápida transferência de mensagens computacionais. O novo gel da empresa faz parte do pioneiro programa de nanomedicina no Vale do Silício. Embora a companhia já forneça tecnologias de computação para o setor de saúde há muito tempo, são mais recentes seus esforços para desenvolver produtos médicos de sua marca.


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Enquanto produtos antibacterianos passam através da membrana de um microrganismo e funcionam no sentido de desestabilizar seu mecanismo interno, o gel da IBM rompe a membrana como uma casca de ovo e em seguida remove o material infeccioso. "As técnicas e ferramentas que usamos para criar aplicações na área de semicondutores se aplicam muito bem em áreas de maior impacto social", disse Bob Allen, gerente sênior de química e pesquisa de materiais avançados na IBM. "Estamos aplicando um grande volume de recursos em nossas iniciativas no setor de saúde". O objetivo principal do gel, desenvolvido em colaboração com o Instituto de Bioengenharia e Nanotecnologia, é substituir antibióticos. O uso excessivo de antibióticos criou resistência a medicamentos que oneram os Estados Unidos em aproximadamente US$ 20 bilhões por ano em custos de saúde. A conta inclui 8 milhões de dias adicionais em internações hospitalares, segundo os Centros para Controle e Prevenção de Doenças. "O micróbio não tem tempo para pensar, como acontece quando empregamos antibióticos", disse Jim Hedrick, um pesquisador do Almaden IBM Lab, em San José. "Com os antibióticos, o micróbio têm tempo para pensar, evoluir e desenvolver resistências, eliminando ou degradando os antibióticos." Embora a pesquisa ainda esteja em seus estágios iniciais, a IBM imagina diversas aplicações comerciais para o gel. A companhia espera desenvolver uma substância semelhante a um creme para ser aplicado como revestimento em equipamentos médicos, como cateteres e tubos traqueais, para evitar a instalação de infecções. O gel também poderá ser utilizado em produtos farmacêuticos para tratamento de infecções bacterianas e fúngicas. Mas a eficácia das novas aplicações práticas está longe de ser comprovada embora um trabalho de pesquisa sobre o gel tenha sido recentemente aceito para publicação na "Angewandte Chemie", revista alemã.


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