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associação nacional das empresas do comércio e reparação automóvel Pessoa Colectiva de Utilidade Pública

N 315 novembro 2013/2.50€

JORGE NEVES DA SILVA, Secretário-Geral ANECRA

“A AUSTERIDADE QUE ESTAMOS A VIVER É PROFUNDAMENTE NEGATIVA PARA O SECTOR E PÕE SERIAMENTE EM CAUSA A SOBREVIVÊNCIA DA GRANDE MAIORIA DAS SUAS EMPRESAS”

24ª CONVENÇÃO ANUAL DA ANECRA

COMO LIDERAR A MUDANÇA


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PONTO DE VISTA JUSTIFICAÇÃO DO TEMA DA 24ª CONVENÇÃO ANUAL DA ANECRA Volvidos vinte e três anos de concretização da Convenção Anual da ANECRA, é por todos reconhecida a excelente qualidade dos seus conteúdos temáticos, a seriedade com que os mesmos são abordados, a grande notoriedade dos participantes nos painéis, o elevado número de presenças, superior a seis centenas e, bem assim, a magnífica visibilidade que a Comunicação Social lhe concede, assumindo-se assim, de forma inequívoca como sendo o maior e mais importante evento anual do Sector Automóvel em Portugal. No presente ano, em 29 e 30 de Novembro, iremos levar a cabo a realização da 24ª Convenção Anual da ANECRA, desta vez, subordinada ao tema de fundo “COMO LIDERAR A MUDANÇA”, o qual assume um desafio perspectivado no sentido da criação de uma comunicação inovadora e direccionada à resolução dos graves problemas com que se confrontam diariamente os Empresários e Profissionais do Sector Automóvel, em Portugal. É nosso objectivo contextualizar nesta temática, as preocupações que decorrem dos resultados já alcançados com a implementação do “Manifesto da ANECRA em Defesa do Sector Automóvel”, cujo êxito é devidamente evidenciado pelo facto de, as Medidas nele incluídas, terem constituído a base de 80% da “Resolução da Assembleia da República nº 128/2013”, através da qual, “se Recomenda ao Governo o estudo e a adopção de Medidas urgentes de apoio e sustentabilidade para o Sector Automóvel nacional”. Vivemos num mundo em constante mudança. O sucesso das nossas empresas, só será possível, se estivermos atentos e conseguirmos levar a cabo as alterações e as adaptações que a nova realidade na vivência dos negócios, a todos se nos impõe. O nosso País e o Sector que legitimamente representamos, estão numa situação muito complexa e mesmo dramática, colocando sistematicamente em causa, a sobrevivência da maioria das suas empresas. Consciente desta realidade, a ANECRA, definiu uma estratégia apostada essencialmente em apoiar as empresas suas associadas, na perspectiva do sucesso, proporcionando-lhes por um lado, condições práticas e inovadoras, susceptíveis de lhes permitirem alcançar maior notoriedade, angariar mais clientes e concretizar melhores negócios com menores custos, e por outro lado, corresponderem ao desafio lançado pela ANECRA, tendo em vista a partilha da liderança na mudança. Contudo é nosso entendimento que uma das maiores mudança que desafiam as nossas empresas, é a Internet. Esta nova forma de comunicação é uma realidade incontornável para a maioria dos clientes e uma verdadeira revolução do relacionamento com as empresas. A ANECRA, procurará de forma criativa, inovadora e pioneira, ser a catalizadora de todas as empresas do sector automóvel que queiram aderir ao grande Projecto da ANECRA na Internet, o que constituirá um paradigma de mudança que lhes permitirá abrir as portas a novos clientes, neste mundo virtual. Irmanados nos mesmos propósitos, contamos convosco e com a vossa participação activa na 24ª Convenção Anual da ANECRA, para, em conjunto podermos verdadeiramente partilhar a liderança na mudança. Presidente da Direcção da ANECRA António Chícharo

Director: António Chícharo Director Adjunto: Jorge R. Neves da Silva Direcção Financeira: José Luís Veríssimo Colaboração Técnica: Augusto Bernardo, Isabel Figueira, João Patrício, Patrícia Paz Publicidade: Joaquín Vicén joaquin@autoaftermarketnews.com +34 676098041 João Vila joaovila@autoaftermarketnews. com +351 916533550 Propriedade: ANECRA Av. Almirante Gago Coutinho Nº 100 1749-124 Lisboa Tels. 21 392 90 30 Fax 21 397 85 04 Edição:

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COMO LIDERAR A MUDANÇA

ANECRA Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel Pessoa Colectiva de Utilidade Pública Av. Almirante Gago Coutinho Nº 100 - 1749-124 Lisboa Tels. 21 392 90 30 – Fax 21 397 85 04 e-mail: lisboa@anecra.pt ANECRA PORTO Av. da Boavista, 2450 - 4100-118 Porto Tel. 22 618 98 43 Fax 22 618 98 64 e-mail: porto@anecra.pt ANECRA LEIRIA Av. Marquês de Pombal, Lote 25, 1º C 2400-152 Leiria Tel. 244 8146 86 Fax 244 81 47 19 e-mail: leiria@anecra.pt

AutoAftermarketNews anecra@autoaftermarketnews.com Design e concepção gráfica: brunocarvalho@ autoaftermarketnews.com Tiragem: 7.500 exemplares Preço: 2,50 € Reprodução de Artigos: É permitida em Portugal a reprodução dos artigos publicados na Revista ANECRA, desde que a origem seja assinalada de forma inequívoca e informados os nossos serviços. Os artigos assinados são da inteira responsabilidade dos seus autores. Inscrição na ICS: 110781 – Depósito Legal nº 17107/87 Membros Activos: C.C.P. – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal; E.T.O. – European Tuning Organization; C.E.C.R.A. – Comité Europeu do Comércio e da Reparação Automóvel

Sumário

Isenta ao abrigo do nº.1 da al. a) do artigo 12º do D.R. nº 8/99 de 09.06 http: www.anecra.pt

36 REPORTAGEM

DIAS ABERTOS CEPRA: O concurso de “Melhor Mecatrónico Automóvel” foi ponto alto.

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DOSSIER

FISCALIDADE

ILUMINAÇÃO deficiente mata.

Regularização de dívidas fiscais e à seguraça social e o crédito fiscal


entrevista Texto e fotos: Joana Besugo

JORGE NEVES DA SILVA, Secretário-Geral ANECRA “A AUSTERIDADE QUE ESTAMOS A VIVER É PROFUNDAMENTE NEGATIVA PARA O SECTOR E PÕE SERIAMENTE EM CAUSA A SOBREVIVÊNCIA DA GRANDE MAIORIA DAS SUAS EMPRESAS”

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stamos no bom caminho e esperamos que esse bom caminho nos leve a bom Porto”, disse Neves da Silva. O Manifesto da ANECRA em Defesa do Sector Automóvel, já produziu resultados visíveis, mas a verdade é que a associação ainda tem um longo caminho pela frente na concretização das medidas adequadas para solucionar os constrangedores problemas com que o sector e os seus agentes se confrontam quotidianamente. Segundo o Secretario Geral da ANECRA, “a austeridade que estamos a viver é profundamente negativa para o sector” e, apesar de, pontualmente, se ter verificado um crescimento das vendas de veículos automóveis nos próximos 10 meses de 2013, relativamente ao período homólogo de 2012, continua a existir uma quebra substancial em relação aos anos anteriores, que coloca em risco a viabilida-

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de das empresas Ou seja, olhando para estes dados, numa primeira do sector. abordagem, verificamos que nestes primeiros 10 Como caracmeses de 2013, tivemos um crescimento positivo, mas teriza a actual situação do sector o que é facto é que houve uma quebra muito grande comparativamente aos anos anteriores a 2012. automóvel a nível comercial? Se olharmos em crise, contudo, impõe-se salientar que apenas para os valores de vendas registados estamos a tomar como referência um ano, no mercado global de veículos automóveis o ano de 2012, cujo desempenho de vendas dos primeiros 10 meses do ano, podemos no sector automóvel foi extremamente dizer que está tudo bem. Há um crescinegativo, se não mesmo um dos piores mento que é notório. No que concerne aos das ultimas décadas. Se compararmos os registos relativos ao mês de Outubro houve valores deste ano com os de 2011 ou 2010, uma subida de 24% comparativamente em que houve um melhor desempenho na com o período homólogo de 2012. O meractividade do sector automóvel, vemos as cado global teve um crescimento de 2135 diferenças. Por exemplo, em relação ao ano veículos, o que nos dá, em termos de valor de 2011 temos uma quebra de 36,4% e em acumulado de Janeiro a Outubro, um cresrelação a 2010, uma quebra de 52,3%. E se cimento global do mercado de 7,4%, isto formos ainda mais atrás, ao ano de 1999, face ao mesmo período de 2012. Perante em que aconteceu o BOOM na venda de este aumento, poderíamos dizer que tudo veículos, então temos uma quebra de 75%. está bem e que o sector não parece estar O mesmo aconteceu com os veículos co-


A austeridade em que estamos a viver é profundamente negativa para o sector e põe seriamente em causa a sobrevivência da maioria das suas empresas. merciais, com uma agravante por quanto, sendo os comerciais ligeiros ferramentas de trabalho, como bens de equipamento, reflectem, como tal, o estado da economia e o contexto social do país. Apesar de ter havido um crescimento de 4% comparativamente ao acumulado Outubro de 2012, se olharmos para o ano de 2011, verificamos uma quebra de 52,3% e se considerarmos comparativamente aos dados de 2010, verificamos uma quebra de 64,8%. Mais remotamente, se tivermos em conta, os dados de 2000, verificamos então uma quebra de 86,3%. Ou seja, olhando para estes dados, numa primeira abordagem, verificamos que nestes primeiros 10 meses de 2013, tivemos um crescimento positivo, mas o que é facto é que houve uma quebra muito grande comparativamente aos anos anteriores a 2012. Contudo, apesar de ser positivo, este crescimento assume-se verdadeiramente ilusório, acrescendo ainda a necessidade de os saber interpretar. Há que ter presente que tanto em veículos ligeiros de passageiros como em comerciais ligeiros, estes aumentos de vendas correspondem essencialmente ao excelente comportamento registado nas vendas a rent-a-car, pelo que, em boa verdade, as vendas a clientes finais foram quase residuais, ou seja, muito pouco face aquilo que as empresas do sector desejavam. Em síntese, não podemos embandeirar em arco, com a bondade do crescimento relativo registado no presente ano, por quando, pouco ou nada contribuiu para justificar ou indiciar uma inversão firme e sustentada da tendência pela qual todos ansiamos, quer ao nivel dos empresarios e profissionais do sector automovel, quer ao nível dos consumidores efectivos ou potenciais, quer ao nível do próprio Estado. Permitimo-nos, responsabilizar, como factores geradores desta grave situação, o agravamento contínuo no rendimento disponível das famílias, decorrente da redução dos salários nominais e do brutal aumento de impostos, para além da pesadíssima carga fiscal. A austeridade em que estamos a viver é profundamente negativa para o sector e põe seriamente em causa a sobrevivência da maioria das suas empresas. Acresce também o efeito do índice de confiança do consumidor que atingiu o seu nivel mais baixo de sempre, o que condiciona a tomada de qualquer decisão de compra de determinado bem ou serviço. E a nível da reparação? Se são vendidos menos carros, menos carros são assistidos. Acresce referir que,

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adiam sistematicamente a decisão de reparar ou assegurar a manutenção das suas viaturas, tanto quanto possível, com serias consequências em termos ambientais e de segurança rodoviária. nesta situação conjuntural, da mesma forma que as pessoas singulares ou colectivas não investem na compra, também adiam sistematicamente a decisão de reparar ou assegurar a manutenção das suas viaturas, tanto quanto possível, com serias consequências em termos ambientais e de segurança rodoviária. O que acontece é que os consumidores, depositam os seus veículos nos parques ou ruas deste país e assiste-se a um aumento de veículos abandonados também nas oficinas, uma vez que os proprietários, não têm dinheiro para pagar as reparações. Esta é uma situação dramática no sector e que a continuar, vai pôr em causa a sobrevivência da maioria dessas empresas. A reparação clandestina tem sido apontada como um dos principais problemas com que as oficinas se debatem. O que pode ser feito para minimizar este problema? Uma das mais graves consequências desta dramática situação económica e social, sectorial e nacional, entronca no acentuado crescimento da economia paralela, nomeadamente através da proliferação dos chamados “biscateiros”. Em termos do sector, este problema traduz-se numa concorrência desleal, o que tem a ver com o facto desses “agentes” não respeitarem minimamente as regras e as condições que são impostas sectorialmente pelo normativo legal ou regulamentar (ambiental, fiscal, social, laboral, etc) e isso faz com que fiquem numa situação de grande desigualdade e manifesto privilégio relativamente as empresas do sector que cumprem religiosa e regularmente essas legislações. Acresce que, normalmente não emitem factura e não cobram IVA (não podemos esquecer que o IVA hoje tem um peso muito significativo de 23%, o que corresponde a um considerável encargo para quem tem que adquirir um bem ou serviço). Essa situação é geradora de uma eventual evasão fiscal muito significativa, que cria uma situação de maior desigualdade face as empresas legalmente estabelecidas que cumprem em absoluto as obrigações de liquidação e cobrança fiscal. Sendo certo que, não havendo liquidação do IVA (e de outros impostos) alguém tem que os pagar. Ou seja, aquilo que não e pago por esses, é dividido e pago por todos nós. Há cerca de 3 anos, sugerimos ao Governo que permitisse deduzir parte do IVA que é cobrado e permitir a sua consideração no processo de liquidação do IRS. Felizmente que, em 2012, o Governo correspondeu ao nosso desafio, pondo em prática uma

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medida que se traduzia naquilo que nós pretendíamos. Tal decisão governamental, foi por nos considerada como sendo um excelente principio, contudo, quando posto em prática, essa medida foi entendida como insuficiente e deficiente. Deficiente porque só era possível deduzir 5% do valor do IVA pago e insuficiente porque esses 5% permitiam um abate apenas até 250 euros em sede de IRS. Na verdade, neste contexto, um número elevado de consumidores prefere não pagar o IVA em detrimento do desconto dos 5%. Fomos ouvidos e passou

IUC – Imposto único de circulação

Lamentamos que a nossa proposta inserida no manifesto sobre esta matéria não tenha sido considerada em sede da proposta de orçamento de Estado para 2014. Defendemos energicamente que é inconcebível que os comerciantes de usados tenham que suportar o pagamento do IUC relativamente aos veículos que estão aparcados para venda. É particularmente grave a situação dos veículos pesados usados que ficam parados anos a fio à espera de cliente, quando têm que pagar anualmente 800 a 900 euros em termos de IUC. Defendemos assim que esta aberrante situação, deveria levar à suspensão do pagamento de IUC desses veículos. Por quanto e ao arrepio do facto gerador deste imposto, a realidade é que estas viaturas estão paradas, ou seja, não circulam, não afectando por isso os eixos viários nem provocam qualquer tipo de poluição.

GPL AUTO

a haver uma dedução de 15%, mas o limite de 250 manteve-se. É melhor, mas continua a ser insuficiente. Refira-se no entanto que não é preocupação ou objectivo da ANECRA, “matar” os clandestinos. A nossa preocupação é fazer com que eles sejam recuperados e que a pouco e pouco se assumam como empresários no verdadeiro sentido da palavra. Ou seja, que cumpram religiosamente as imposições de âmbito legal ou regulamentar, tal como as empresas que estão legalmente estabelecidas. Por não estarem legalizadas, as entidades fiscalizadoras dizem não poder visita-las uma vez que para todos os efeitos, elas não existem. Uma forma de resolver este problema poderá ser o recurso à denúncia

por parte de quem se sinta prejudicado. E embora não concordemos com esta forma de resolver o problema, temos, em última instância que a assumir, desde que seja real e de boa fé. Acresce ainda que, segundo o nosso ponto de vista, deveria ser feito um exaustivo levantamento ao nivel das Freguesias de cada Concelho, das empresas que trabalham neste sector, quer sejam legais ou ilegais, tendo como objectivo assegurar uma actividade inspectiva ou fiscalizadora com características não tanto de por em pratica preocupações persecutórias, mas sim, para levar as empresas que não cumprem, a cumprir, respeitando as mesmas regras que são cumpridas pelas empresas cumpridoras. Que outros problemas enfrentam as

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Depois de uma guerra de 15 anos travada tenazmente pela ANECRA, vimos finalmente concretizado o nosso objectivo em relação a legislação do GPL Auto. Esta era igualmente uma das propostas do nosso Manifesto, onde sugeríamos que o governo deveria manter o preço do GPL Auto, criando adicionalmente benefícios para os utilizadores, nomeadamente na instalação dos equipamentos de transformação das viaturas para GPL AUTO. Com a legislação e regulamentação recentemente criada, este problema está praticamente resolvido, nomeadamente em relação ao facto de estes veículos poderem ser estacionados em parques de estacionamento fechados, o que constituía um dos principais constrangimentos para quem queria instalar este equipamento na sua viatura, para alem da existência de um dístico altamente estigmatizante que conseguimos que fosse alterado, nomeadamente nas suas dimensões. Finalmente, a este propósito, manifestamos a nossa profunda desilusão e lástima pelo facto de contra tudo o que seria admissível, o governo tenha proposto no projecto do orçamento do Estado, uma taxa incidente sobre o preço de venda do GPL Auto como forma de compensação rodoviária que reverterá paradoxalmente para financiar as estradas de Portugal e que vai gerar um aumento de cerca de 7 cêntimos por litro, o que corresponde a cerca de 9%.

oficinas? Outra das nossas preocupações, aliás, expressa no manifesto da ANECRA em Defesa do Sector Automóvel, tem a ver com o valor das coimas a nível ambiental. Pelo simples facto de alguém ter uma bateria no chão da sua oficina, pode levar a aplicação de uma multa de 15 mil euros. As empresas micro, ou de pequena ou média dimensão, não têm condições para pagar multas


CONVENÇÃO “COMO LIDERAR A MUDANÇA”

A 24º Convenção Anual da ANECRA, irá realizar-se uma vez mais, no Centro de Congressos de Lisboa nos dias 29 e 30 de Novembro, subordinado ao tema de fundo “COMO LIDERAR A MUDANÇA”. Queremos que essa temática se assuma como um desafio para que todos, quer estejam ligados ao sector, nossos associados ou não associados, quer estejam ligados ao poder publico, politico ou administrativo, quer ao nível dos consumidores afectos ao automóvel, partilhem connosco a liderança na mudança. Suscitando assim, os caminhos e adoptando as opções que se entendam mais correctas, para criarmos um estado automóvel nacional mais conforme, com os desejos de todos, significando com isto, uma preocupação de mudança na concepção e desenvolvimento dos negócios e no modo de informar e comunicar. Nesta convenção, iremos igualmente apresentar casos práticos e inovadores que permitam assegurar às empresas do sector, nossas associadas, maior notoriedade, mais clientes, mais negócio, com menos custos. Contudo, tendo presente que uma das maiores mudanças que desafiam pessoas singulares e colectivas, particularmente as empresas nossas associadas, tem a ver com a internet, é nossa intenção liderar a mudança na prespectiva de podermos apresentar um novo projecto de que a ANECRA sera catalizador de modo a que se abram as portas a novos clientes neste mundo virtual.

deste valor, o que, a acontecer, poderá levar muitas vezes à morte da própria empresa. Pensamos que estas coimas deveriam ser alteradas de acordo com a realidade do sector e a tipologia das empresas. As empresas sentem-se profundamente injustiçadas porque por não cumprir uma vez por um descuido, sofrem coimas que tanto os “biscateiros” assim como as grandes superfícies, normalmente não têm com que se preocupar. Quando as grandes superfícies vendem uma bateria (e uma delas é hoje o maior vendedor nacional de baterias), deveriam ter a obrigação de exigir também a entrega da bateria antiga, para posterior encaminhamento para recuperação ou reciclagem, pelo que, se tal não acontecer, o destino dessas baterias usadas, será o seu abandono nas ruas ou campos, com consequências extremamente nocivas para o ambiente. Devem ser exigidas às grandes superfícies as mesmas regras que são impostas às oficinas. O que se diz das baterias, diz-se igualmente em relação aos óleos usados. O manifesto da ANECRA teve resultados surpreendentes. O que falta fazer? De facto, consideramos que o manifesto que apresentamos, debatemos e vimos aprovado, na 23º convenção anual da

ANECRA em 24 de Novembro de 2012, se revelou de enorme importância sectorial e nacional, de que é exemplo o grande acolhimento expresso nomeadamente, por todos os grupos parlamentares e pelas comissões parlamentares, quer de economia e obras publicas, quer de orçamento, finanças e administração publica, devidamente evidenciado, pelo facto de, cerca de 80% das medidas incluídas na resolução nº 128/2013 de 7 de Agosto, aprovada por unanimidade em sessão plenária da assembleia da republica, através da qual, se recomenda ao governo, o estudo e a adopção de medidas urgentes de apoio e sustentabilidade para o sector automóvel nacional, ter inequivocamente, por base, o nosso manifesto e as correspondentes propostas apresentadas pela anecra. Este manifesto teve origem num profundo diagnostico, cuidadosamente realizado pela associação, contando com preciosos apoios, sugestões e críticas altamente construtivas dos associados, tem como objectivo prioritário encontrar as soluções mais adequadas para ajudar a ultrapassar os principais obstáculos com que os empresários e profissionais do sector se confrontam, de forma gravosa, no seu quotidiano. Neste momento podemos questionar-nos

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sobre o que já foi feito e sobre o que falta fazer em termos de implementação do conjunto de medidas inseridas no manifesto, o que impoe que partilhemos com todos, a liderança da mudança na perspectiva da concretização efectiva de todas as medidas que nos entendemos que devem ser postas em prática como soluções adequadas para inverter o estado recessivo em que se encontra o sector automóvel. É nossa convicção, que as medidas que preconizámos são exequíveis e capazes de se assumirem como solução para a resolução dos problemas e constrangimentos com que se confrontam os empresários do sector. Com tudo, não podemos deixar de apelar ao poder com a força da razão dos nossos argumentos, para que possam ser criados apoios e meios necessários para assegurar a sustentabilidade do crescimento do sector automóvel em Portugal. Assistimos todos os dias ao encerramento de empresas, ao crescimento interminável do desemprego o que poderá levar à morte do nosso sector. Isto é também extremamente importante para o próprio Governo, uma vez que 20% das receitas do erário público têm origem precisamente no sector automóvel, para além da importância que corresponde ao valor ou peso com que contribuem para todos os indicadores relativos ao produto interno bruto. O governo acabou com os incentivos ao abate. Como se sente em relação a esta medida? Esse sistema de incentivos, funcionou muito bem desde o ano 2000 até ao ano 2010. Nós defendemos expressa e justificadamente no nosso manifesto, a necessidade de retoma dos incentivos ao abate de veículos em fim de vida. Nas propostas apresentadas neste contexto, baseamo-nos em simulações que nos permitiram concluir que se neste ano tivéssemos vendido mais 13 mil veículos, com troca de uma viatura para abate com incentivo, o erário público beneficiava de uma receita líquida adicional de cerca de 44 milhões de euros, o que iria permitir a existência de um parque mais moderno, mais amigo do ambiente e mais seguro.


programa SEXTA-FEIRA, 29 DE NOVEMBRO DE 2013 13h30 Recepção dos participantes e entrega de documentação 14h30 SESSÃO SOLENE DE ABERTURA COM A PRESENÇA DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DA ECONOMIA, DR. ANTÓNIO PIRES DE LIMA* - Discurso de Boas Vindas do Presidente da Direcção da ANECRA - Discurso de Abertura por Sua Excelência o Senhor Ministro da Economia* 15h15 TEMA DE ABERTURA DA CONVENÇÃO Orador: Camilo Lourenço – Comentador Económico 16H00 PAUSA PARA CAFÉ 16H30 LIDERAR A MUDANÇA4 NAS ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS COM IMPACTO NO NEGÓCIO Moderador: Paulo Marmé – Jornalista Auto Hoje Participantes: Representante Comissão Parlamentar Economia e Obras Públicas Representante Comissão Parlamentar Orçamento, Finanças e Administração Pública Luis Filipe Costa – Presidente IAPMEI António Figueiredo – Presidente IRN Nuno Lacasta – Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente Eduardo Lopes Rodrigues - Vice-Presidente IMT João Vieira Lopes – Presidente CCP António Saraiva – Presidente CIP Ana Maria Silva – Direcção ANECRA Ângelo Costa – Prorácio E agora: as propostas para o Governo legislar Suspensão do pagamento do IUC em relação aos veículos que não estão em circulação. Alteração da legislação no sentido de agilizar processos e circuitos relativos ao registo de propriedade automóvel, de modo a evitar as polémicas existentes no pagamento de IUC. Alargamento do prazo de revenda do veículo pelo comerciante, sem averbamento no Certificado de Matricula. Incentivos comunitários e ou nacionais que permitam não só, assegurar a sobrevivência das empresas do Setor Automóvel, como sustentar o seu crescimento. Implementar mecanismos e planos de pagamento de dívidas das empresas que facilitem a sua gestão de tesouraria. Criar mecanismos que exijam a apresentação, por parte dos clientes da factura da última revisão do veículo, nos centros de inspecção, aumentando o negócio legal do pós-venda. Reduzir os valores das contraordenações ambientais, adaptando-os à tipologia das empresas do Sector, com dimensão Micro ou PME. Fazer cumprir metas de recolha de resíduos de óleos e de baterias a todos os operadores, nomeadamente grandes superfícies. DEBATE 18H30 ENCERRAMENTO SÁBADO, 30 DE NOVEMBRO DE 2013 9H00 LIDERAR A MUDANÇA4 NO RELACIONAMENTO COM GRANDES CLIENTES Moderador: Nuno Roldão – Direcção ANECRA Participantes: Pedro Seixas Vale – Presidente Direcção APS Beja Amaro – Presidente Direcção ALF Robalo de Almeida – Secretário-Geral ARAC Roberto Gaspar – Administrador 4Fleet, SA Alexandre Ferreira – Vice-Presidente Direcção ANECRA Rui Policarpo – A. Matoscar, SA -Protocolo ANECRA/Associação Portuguesa de Seguradoras - Um exemplo de Boas Práticas Comercias: 100% dos conflitos resolvidos. -Fim da discriminação das oficinas aderentes ao Protocolo ANECRA / APS. -Actualização de Preço-Hora da Mão-de-Obra

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-Agilização dos processos de autorização de intervenção e de conferência de facturas. -Respeito pelo cumprimento dos Planos e Condições Comerciais acordadas, num quadro de Boa Fé (tempos de intervenção, preços, descontos e prazos de pagamento). -Qual o motivo subjacente à alteração estratégica de encaminhamento exclusivo, relativamente à manutenção e à reparação de veículos, em Oficinas de Marca, para outros Operadores, nomeadamente Redes de Oficinas? De que forma, as Oficinas Independentes podem constituir uma preferência? 10h15 DEBATE 10H30 PAUSA PARA CAFÉ 11H00 LIDERAR A MUDANÇA4 REDUZINDO CUSTOS E AUMENTANDO A EFICIÊNCIA NA SUA EMPRESA Moderador: Alexandre Ferreira – Vice Presidente Direcção ANECRA Participantes: Rute Santos – Safetykleen Fernando Basto – Solarwaters -Os custos da gestão ambiental são encarados como uma das grandes dificuldades para os reparadores. Agora, é possível ter como objetivo o custo zero. -Quanto custa a electricidade na empresa? Com uma intervenção profissional é possível reduzir até 40% o consumo de electricidade, mantendo o operador. 11H30 LIDERAR A MUDANÇA4 AUMENTANDO O NEGÓCIO NA SUA EMPRESA Moderador: Alexandre Ferreira – Vice Presidente Direcção ANECRA Novo quadro legal do GPL: finalmente, temos negócio! Participantes: Ricardo Lopes – Chefe Gama Dacia João Filipe Torneiro – Director Marketing R&D GALP Sérgio Brigas Afonso – Consultor Jurídico RFF Manuel Marrinhas – Autolab -O quadro legal do GPL foi alterado após mais de 20 anos. -Os construtores vão investir no negócio do GPL? As petrolíferas também? -Surge finalmente a oportunidade para que alguns reparadores possam diversificar o seu negócio? -Ainda existem condicionalismos a ultrapassar? -Em termos fiscais, o Governo quer apoiar ou inviabilizar o mercado do GPL Auto? Mais negócio na sua empresa, diversificando as ofertas aos clientes Participantes: Representante Galp Lubrificantes Ricardo Martins – Director Marketing Continental Nuno Garoupa - Country Sales Manager Motorcheckup Portugal -Lubrificantes: Há negócio para além dos hipermercados! -O negócio dos pneus é também para si. -A gota que fará crescer o seu negócio Os clientes estão na Internet. Como atrair novos clientes e fazê-los regressar? Orador: Tej Soni – Presidente IZMOCARS 13h00 ALMOÇO 14H30 LIDERAR A MUDANÇA4 POR NOVOS CAMINHOS Orador: Manuel Valadas – Country Manager AXALTA 15h15 LIDERAR A MUDANÇA4 JUNTANDO CLIENTES E SECTOR AUTOMÓVEL NA INTERNET – PROJECTO ANECRA Oradores: Filipe Teixeira – ANECRA Alexandre Ferreira – Vice Presidente Direcção ANECRA 16H00 PAUSA PARA CAFÉ 16H30 SESSÃO SOLENE DE ENCERRAMENTO COM A PRESENÇA DE UM MEMBRO DO GOVENO A DESIGNAR -COMO LIDERAR A MUDANÇA Orador: Carlos Anjos – Director Geral Bee Consulting -DISCURSO DE ENCERRAMENTO * A confirmar


formação

Formação Profissional: Um factor diferenciador

a

ANECRA através do seu Gabinete para a Qualificação tem como prioridade ajudar a elevar o desempenho dos Recursos Humanos no Sector Automóvel. Para o efeito, temos vindo a promover, desde 1988, diversas acções de formação desenvolvidas a pensar nas necessidades dos empresários e colaboradores das empresas associadas, possibilitando aos formandos a aquisição e actualização de conhecimentos, que visam uma melhor performance na execução das suas tarefas. Este objectivo é primordial considerando que as habilitações escolares de grande parte dos profissionais do sector, nomeadamente na área da reparação, é bastante deficitário, ao nível do 1º e do 2º ciclo. Por outro lado, a constante evolução tecnológica do sector e as exigências legais de âmbito ambiental, elevam a necessidade de actualização dos conhecimentos e das práticas de trabalho dos profissionais do sector automóvel. O Plano de Formação da ANECRA contém cursos de formação técnica, na área da reparação automóvel, e em áreas tão diversificadas como a Gestão, Informática, Legislação Laboral, Atendimento e Vendas, Línguas, Ambiente, Higiene e Segurança, entre outras. Para elaborar o seu Plano de Formação a ANECRA baseia-se nas respostas aos Inquéritos de Necessidades de Formação realizados junto de associados, assim como nos comentários e sugestões que nos chegam das empresas do sector, procurando desta forma ajustar o nosso Plano de Formação às necessidades formativas

dos empresários do sector. A actividade formativa da ANECRA está devidamente certificada pela Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT). Formação Financiada Os cursos de formação que promovemos estão organizados em Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) de 25 e 50 horas, que são capitalizáveis para o aumento das qualificação da população adulta, nomeadamente no âmbito da certificação de competências da Iniciativa Novas Oportunidades.

GOVERNO DAREPÚBLICA PORTUGUESA

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No final dos cursos, os participantes com assiduidade e aproveitamento recebem um Certificado de Qualificações, válido para o cumprimento do número mínimo de 35 horas anuais de formação certificada, de acordo com o Código do Trabalho. Balanço do Biénio 2012/2013 Os cursos de formação que promovemos estão organizados em Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) de 25 e 50 horas, que são capitalizáveis para o aumento das qualificação da população adulta. A ANECRA tem vindo a desenvolver sua Candidatura Integrada de Formação para o Biénio de Formação 2012/2013. Até à presente data a ANECRA já realizou na CIF 2012/2013 um total 35 Acções de Formação Co- financiada, beneficiando desta forma, 550 formandos de empresas do sector automóvel (empresas associadas e não associadas). Com a colaboração de empresas do Sector que acolheram as acções de formação, uma vez mais, a ANECRA primou por descentralizar as suas acções de formação. A ANECRA enquanto Organismo de Atestação de Formação de Técnicos de Sistemas de Ar Condicionado

14

Anecra 2013


Equipas de Emergência Dando seguimento à estratégia delineada pela A ANECRA iniciou, já no passado do mês de ANECRA, enquanto Organismo de Atestação de Setembro, em Lisboa, formação para equipas de Formação de Técnicos de Ar Condicionado, já emergência. foram realizadas, em 2013, 26 acções de atestaA Formação ocorreu em Parceria com a Corpoção de técnicos de ar condicionado realizadas em ração de Bombeiros Voluntários de Campo de diversos locais do País (Castelo Branco, Lagoa, Ourique. Neste momento, a ANECRA encontraLisboa, Leiria, Porto, Ponte de Lima, Santarém, -se a efectuar diligências no sentido de alargar Torres Novas, Torres Vedras). a oferta formativa a outras Corporações de À semelhança do ano anterior, temos desenvolBombeiros locais. vido acções de formação para Grupos de empresa, a saber: 2 acções para o Grupo C. Santos, S.A, Arobusta, ANECRA e o Ambiente: acções de esclareci1 acção para o Grupo MAN Truck; 1 acção para o Concepção arranque muito A TRW Automotive Portugal comermento SIRAPA Grupo Midas na Sede da Anecra e 1 acção para a fácil, óptima capacidade, uma boa cializa, em exclusivo, no mercado Desenvolvemos de 4 acções de Projectiva em Torres Vedras. relação preço qualidade e umaainda a realização nacional a gama de baterias LUCAS. Para poder posicionar correctamente Formação parasão o registo de resíduos As acções inter empresas ocorreram na sedeelevada da resistência ao calor, alguns electrónico Formada por 36 referências que aplia gama produtos diferentes SIRAPA, Leiria,HE Lisboa, Porto e Aveiro. ANECRA emdeLisboa (8 nos acções) e emníempresas predicados –das baterias em AUTOSIL cam tanto em veículos ligeiros como veis de apreço exigidos pelo mercado, associadas, saber: (Highnergy) para automóveis ligeiros pesados, a gama de baterias LUCAS foi criada uma segmentação na gama Formação HACCP Renalopes Lda (Leiria) 1 acção com elevado equipamento. Para os oferece uma ampla cobertura do ligeirosPicotense e pesados: Professional que A ANECRA dispõe neste momento uma nova Auto de Electro (Leiria) 1 acção veículos pesados profissionais com parque de automóvel, com um intervalo é composta por 7 referências de alta oferta formativa em Sistema HACCP. Restocar 2 Lda (Porto) 4 acções muito equipamento e de operação de amperagem desde os 35 até aos 220 e a Barlavento Supreme que (Lagoa) é composta O curso de Higiene e Segurança Alimentar Desenvolvida – Auto rotação Peças do 1 acção muito exigente, a AUTOSIL disponiamperes-hora. em parpor 23 referências com mais de 95% Sistema HACCP permitirá dotar técnicos Jorge Araújo (Ponte de Lima) 1 acção biliza a AUTOSIL SHD (Super Heavy ceriaos com um dos de maiores fabricantes de cobertura do parque circulante. Duty). Poder de arranque elevado,no Trabalho Segurança e Saúde com competênA. Matoscar Beiras (Castelo Branco ) 1 acção mundiais de baterias, a gama Lucas Quanto aos veículos pesados, a Cargo descargas profundas ciasa em Segurança e Higiene Alimentar. Unidade de Indústria Auto Mec. do Centroalta tolerância caracteriza-se pela sua liga cálcio/ é indicada para veículos com espee adaptada A a veículos queelabora, trabalham ANECRA ainda, programas (Sertã) 1 acção cálcio que de reduz o consumo de água, cificações standard e a Cargo SHD sob condições difíceis, “à sãomedida” argumen-das necessidades formação Projectiva (Torres Novas) 1 acção aumenta a das durabilidade e a resistência destinada a veículos de elevadas espetos a favor das bateriasassociadas, AUTOSIL ajustando empresas a sua proposta Neson Tripa (Torres Vedras) 1 acção a vibrações. Totalmente livres de macificações e equipamentos adicionais, HD (Heavy e de formação às Duty) competências que se pretendem Roques vale do Tejo (Santarém) 1 acção SHD. AUTOSIL nutenção, as baterias Lucas possuem autocarros de uso intensivo, etc. Autosil STCdesenvolver. são outras opções. As 26 acções totalizam a atestação de 312 técniuma tampa que garante estanquicidaKrautli | Tel: 219535600 A.A.Silva | Tel: 214409374 de em inclinações até 90º. cos de ar condicionado. TRW Automotive | Tel: 214 Patrícia Portugal Paz 300a qualificação A ANECRA promove acções de Formação para Gabinete228 para

YUASA PrOfESSIOnAL | SUPrEmE | CArgO

AUTOSIL HE | SHD

LUCAS

mIDAC HYPErbOLIS

A MIDAC Hyperbolis é uma bateria selada dotada de uma dupla tampa e um sistema de labirinto soldado a quente. É fabricada de acordo com processos que permitiram à MIDAC obter a certificação ISO/TS 16949, requerida pelos construtores de automóveis. Por essa razão as baterias MIDAC Hyperbolis podem ser consideradas produtos com qualidade equivalente às OEM. Incorpora um maior número de placas do que a versão standard, que aumenta o poder de arranque a frio. É Ideal para condições extremas. O hidrómetro óptico permite ver o nível de carga e nível do ácido.

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C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K


Y


mercado mercado

VENDAS LIGEIROS DE PASSAGEIROS* - JAN.-OUT.

81817

100000

88459

128039

132601

176740

176839

170551

174844

166393

165301

158958

225876

204721

181949

176776

150000

170300

199822

200000 189345

No mês de outubro de 2013, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros cifraram-se em 9.073 unidades, ou seja, mais 1.686 unidades que no mesmo mês do ano passado, correspondendo a um crescimento de 22,8%. No que toca ao acumulado, de janeiro a outubro de 2013 venderam-se 88.459 veículos ligeiros de passageiros, equivalendo a um aumento de 8,1% (+6.642 unidades), face a igual período do ano transato. Ranking/Quota de Mercado (jan.-out.): 1º Renault (11,3%); 2º Volkswagen (9,6%); 3º Peugeot (8,9%); 4º BMW (7,5%); 5º Mercedes-Benz (6,7%).

258101

250000

Veículos Ligeiros de Passageiros

199232

300000

243190

MERCADO AUTOMÓVEL CRESCE 7,4% ATÉ OUTUBRO

50000

0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

FONTE: ANECRA-GEE

* Inclui os veículos todo o terreno a partir de 1999

Veículos Comerciais Ligeiros

Fonte: ANECRA

VENDAS COMERCIAIS LIGEIROS - JAN.-OUT.

Mercado total

12612

12131

26440

20000

35870

56931 45143

52232

54595

55965

58526

77449 66401

30262

O comércio de veículos pesados em outubro de 2013 cresceu 32,5%, face ao mesmo mês do ano transato, traduzindo-se em mais 78 veículos transacionados. Em relação ao período de janeiro a outubro de 2013, venderam-se em Portugal 1.755 veículos pesados, menos 5 unidades que em igual período do ano passado, correspondendo a um decréscimo de 0,3%. Ranking/Quota de Mercado (jan.-out.): 1º Renault (19,4%); 2º Volvo (18,6%); 3º Mercedes-Benz (17,9%); 4º MAN (14,5%); 5º Scania (11,5%).

83343

48390

40000

Veículos Pesados

78871

59506

66018

60000

72840

80000

92269

100000

59552

Quanto ao mercado de veículos comerciais ligeiros, no mês de outubro de 2013 verificou-se uma subida de 29%, face a igual mês do ano anterior, tendo sido comercializadas 1.650 unidades (+371). Em termos acumulados, nos dez meses decorridos no presente ano, as vendas de veículos neste segmento não ultrapassaram os 12.612 veículos, ou seja, mais 481 unidades vendidas face ao ano antecedente (4%). Ranking/Quota de Mercado (jan.-out.): 1º Renault (19,4%); 2º Citroën (14,4%); 3º Peugeot (14%); 4º Fiat (9,8%); 5º Volkswagen (9,6%).

0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

FONTE: ANECRA-GEE

Fonte: ANECRA

VENDAS MERCADO TOTAL - JAN.-OUT.

161763

161725

150000

215456

232590

227484

223906

228088

233822

310012 270314

302304 263799

252932

218468

200000

227896

269236

250000

265476

300000

342604

347994

350000

102826

100000 95708

Em outubro de 2013, o total de veículos novos vendidos em Portugal atingiu as 11.041 unidades, crescendo 24%, face ao mesmo mês do ano precedente. Já no que respeita a valores acumulados, de janeiro a outubro de 2013 registou-se um crescimento de 7,4%, face ao período homólogo do ano anterior, totalizando 102.826 viaturas comercializadas. Assim, nos primeiros dez meses de 2013 venderam-se mais 7.118 veículos em Portugal, em comparação com o mesmo período do ano de 2012. Ranking/Quota de Mercado (jan.-out.): 1º Renault (11,6%); 2º Volkswagen (9,4%); 3º Peugeot (9,4%); 4º Mercedes-Bens (6,8%); 5º BMW (6,3%).

50000

0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

A RETER: - O mercado automóvel cresceu 24% no mês de outubro e 7,4% nos primeiros dez meses do ano. - Ligeiros de passageiros: crescimento de 8,1% até outubro de 2013. - As vendas de pesados caíram 0,3% até outubro de 2013. - As variações percentuais positivas que se têm vindo a registar em termos de mercado são enganadoras, dado que o ano de comparação (2012) foi anormalmente baixo.

FONTE: ANECRA-GEE

Fonte: ANECRA

SETOR AUTOMÓVEL / PORTUGAL - VENDAS EM 2013 OUTUBRO UNIDADES

JANEIRO - OUTUBRO

DIFERENÇAS

UNIDADES

DIFERENÇAS

2012

2013

UNID.

%

2012

2013

UNID.

%

* LIGEIROS PASSAGEIROS

7.387

9.073

1.686

22,8

81.817

88.459

6.642

8,1

COMERCIAIS LIGEIROS

1.279

1.650

371

29,0

12.131

12.612

481

4,0

PESADOS MERCADORIAS

229

311

82

35,8

1.548

1.611

63

4,1

PESADOS PASSAGEIROS

11

7

-4

-36,4

212

144

-68

-32,1

TOTAL DE PESADOS

240

318

78

32,5

1.760

1.755

-5

-0,3

8.906

11.041

2.135

24,0

95.708

102.826

7.118

7,4

Pub

TOTAIS

Fonte: Gabinete de Estudos Económicos da ANECRA * Inclui os veículos de todo o terreno


www.anecra.pt


LEGISLAÇÃO

FUNDOS DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO Fundo de compensação devida por cessação de contrato de trabalho ou de mecanismo equivalente.

a

A Lei nº 70/2013 de 30 de Agosto estabelece os regimes jurídicos do fundo de compensação do trabalho (FCT), do mecanismo equivalente (ME) e do fundo de garantia de compensação do trabalho (FGCT). O presente diploma legal, entrou em vigor em 1 de Outubro. Assim, as empresas que contratarem trabalhadores, desde essa data, encontram-se obrigadas, a aderir ao fundo de compensação devida por cessação de contrato de trabalho ou de mecanismo equivalente, constituindo-se no dever de contribuição periódica. O valor das entregas da responsabilidade do empregador para o FCT corresponde a 0,925 % da retribuição base e diuturnidades devidas a cada trabalhador abrangido e para o FGCT corresponde a 0,075 % da retribuição base e diuturnidades devidas a cada trabalhador abrangido pelo FCT ou pelo ME. O Empregador encontra-se ainda obrigado, a comunicar à ACT, a adesão ao fundo de compensação do trabalho ou a mecanismo equivalente. Em que consistem os fundos? - O FCT e o FGCT são fundos autónomos, de adesão individual e obrigatória pelo empregador. - O FCT visa garantir aos trabalhadores, o pagamento de metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho, calculada nos termos do artigo 366.º do Código do Trabalho (o empregador pode, em alternativa à adesão ao FCT aderir a ME, em alternativa à adesão ao FCT; - O FGCT é um fundo de natureza mutualista, que visa garantir o valor necessário à cobertura de metade do valor da compensação devida por cessação do contrato. - O ME é um meio alternativo ao FCT, pelo qual o empregador fica vinculado a conceder ao trabalhador garantia igual à que resultaria da vinculação do empregador. Obrigação de pagamento - A adesão ao FCT implica, para o empregador, a obrigatoriedade do pagamento das respetivas entregas. - A adesão ao FCT ou a ME determina, para o empregador, a obrigatoriedade do pagamento

20

Anecra 2013

de entregas para o FGCT. - As referidas entregas, são devidas a partir do momento em que se inicia a execução de cada contrato de trabalho e até à sua cessação, salvo nos períodos em que inexista contagem de antiguidade. - No início da execução de cada contrato de trabalho o empregador deve declarar ao FGCT e, quando aplicável, ao FCT o valor da retribuição base do trabalhador, devendo esta declaração ser objecto de actualização sempre que se verifiquem alterações do seu montante. Formas de pagamento das entregas - O pagamento das entregas ao FCT e ao FGCT é efectuado nos termos e através dos meios electrónicos a definir por Portaria, a qual divulgaremos logo que seja publicada. - As entregas são pagas 12 vezes por ano, mensalmente, nos prazos previstos para o pagamento de contribuições e quotizações à segurança social e respeitam a 12 retribuições base mensais e diuturnidades, por cada trabalhador. Pagamento ao Trabalhador - Em caso de cessação de contrato de trabalho que origine direito a compensação nos termos do artigo 366º CT, o empregador paga ao trabalhador a totalidade do valor da compensação, sem prejuízo do direito a reembolso. - Sempre que o empregador efetue, total ou parcialmente, o referido pagamento, pode o trabalhador acionar o FGCT, pelo valor necessário à cobertura de metade do valor da compensação devida por cessação de contrato de trabalho, calculada nos termos do Código do Trabalho, subtraído do montante já pago pelo empregador ao trabalhador. Direito ao reembolso por parte do empregador Em qualquer caso de cessação de contrato de trabalho, o empregador pode solicitar ao FCT, com uma antecedência máxima de 20 dias relativamente à data de cessação do contrato de trabalho, o reembolso do saldo da conta de registo individualizado do respectivo trabalhador, o qual deve ser efectuado no prazo de máximo de 10 dias a contar da data de pedido de reembolso. Caso a cessação do contrato de trabalho não determine a obrigação de pagamento de com-

pensação calculada nos termos do artigo 366º CT, o valor reembolsado pelo FCT, reverte para o empregador. REGULAMENTAÇÃO DOS FUNDOS DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO A Portaria n.º 294-A/2013, de 30 de Setembro, veio regulamentar a operacionalização e funcionamento do FCT e do FGCT, definindo os procedimentos necessários, para esse efeito. Portal para adesão ao FCT e FGCT O funcionamento do FCT e do FGCT é operacionalizado através de um portal electrónico – www.fundoscompensacao.pt, ou seja, a adesão do empregador ao FCT deverá ser realizada mediante declaração efectuada no referido sítio electrónico, até à data de admissão do trabalhador, no qual, poderá ainda efectuar todas as declarações relativas à identificação de trabalhadores, bem como, requerer informações sobre as entregas, pagamentos e/ ou reembolsos. As declarações efectuadas, são utilizadas para o apuramento de responsabilidades por cada um dos Fundos. O FCT e o FGCT utilizam os dados assim declarados, relativos ao empregador e aos trabalhadores para as comunicações legalmente previstas à ACT e para efeitos de inter conexão de dados com o sistema de Segurança Social com vista à obtenção dos dados necessários ao funcionamento dos fundos que permitam simplificação das obrigações declarativas da responsabilidade dos empregadores. Através do referido portal, o empregador terá ainda acesso, à informação actualizada (a disponibilizar pela entidade gestora) sobre o montante das entregas feitas e a valorização da conta do empregador e respectivas contas de registo individualizado de cada trabalhador, relativamente aos 12 meses anteriores. Elementos de identificação do empregador Constituem elementos de identificação do empregador: Nome, firma e natureza jurídica; Número de Identificação da Seg. Social, Número de Identificação Fiscal; Sede, domicílio profissional ou residência; Contacto telefónico; Endereço Electrónico; IBAN do empregador para o qual deve ser transferido o montante a reembolsar; a identificação dos responsáveis pela administração ou gerência


Serviço; Equipamentos e Ferramentas para Oficinas; Equipamentos e Soluções de Diagnóstico; Contribuição para a Inovação nos Veículos Industriais; Serviços ou Plataformas de Gestão, Formação e Informação para as Oficinas; e Campanha de Sensibilização e Consciencialização para os Automobilistas. Os requisitos pedidos são que os produtos expostos na Feira sejam projetados para a sua produção em série, que a sua comercializano caso de Pessoa Colectiva. lugar mediante a prévia emissão de docução tenha começado depois de 1 de julho de 2011, que cumpram mento/guia com as referências bancárias dos Elementos de identificação do trabalhador com a legislação em vigor, e que se destaquem pelo seu carater de ao FCT e FGCT e, ainda, o montantes a pagar Constituem elementos de identificação novidade. respectivo prazo. do trabalhador, nome completo; Número EmGrau casode deInovação incumprimento da entrega, no de Identificação daseguintes Seg. Social,critérios Númerode deavaliação: Estão previstos os Identificação Civil e Fiscal; Data de produção (20%); Funcionalidade na instalação e utilizaçãoprazo (25%),devido, Designo empregador poderá proceder à regularização voluntária dos valores em dívida de efeitos do contrato deContributo trabalho; Retri(20%), Qualidade (15%); para a eficiência energética buiçãoebase; diuturnidades; Modalidade do conjuntamente, com o cumprimento da en(10%), Quantificação do impacto ambiental (10%). trega relativa ao mês subsequente (documento contrato de trabalho e suas alterações; Datas Também é necessário ter direitos de comercialização ou a patente obtido no portal electrónico) ou solicitar o de início e de cessação de qualquer situação do produto ou serviço prestado, ou a autorização da empresa propagamento em prestações mensais dos valores que determine a não contagem de antiguidaprietária patente, ede cada expositor poderá apresentar mais de um em dívida. de; data eda modalidade cessação de contrato produto, com um máximo de dois por categoria. de trabalho. Os produtos e serviços seleccionados - até um máximo de três por da conta em caso de Qualquer alteração referente aos elementos Reembolso do saldo categoria, que sejam finalistas - poderão na Exposição de identificação, designadamente, relativosse vistoscessação de contrato de trabalho Prémios Galeria de Inovação. ao contrato de trabalho celebrado, deverá O pedido de reembolso do saldo da conta de

“Manifesto eM Defesa Do setor autoMóvel” traDuz-se eM propostas concretas, aDequaDas para que o estaDo recessivo eM que se encontra este setor se inverta.

os elementos necessários ao apuramento das entregas em falta (referentes ao período de pendência da acção judicial). Nestas situações deve o empregador proceder à devolução do valor reembolsado pelo FCT e restantes valores em dívida aos Fundos.

Transmissão de empresa, estabelecimento ou de posição contratual Em caso de transmissão total ou parcial da empresa ou domanifesta, estabelecimento, o saldo A ANECRA no entanto, que a sua global do empregador originário no FCT, luta não termina aqui, salientando que estamos incluindo totalidade contas registo no meioado percursodas e que tudode fará para que, individualizado respeitantes a cada um dos sem oportunismos e sem demagogia, seja seus trabalhadores, é transmitido para aprioritaconcretizado o objectivo visualizado entidade adquirente, devendo o empregador riamente pela Associação, para que não só, seja ser comunicada pelo empregador, no portal registo individualizado do trabalhador, por originário comunicar no portal electrónico, na assegurada a sobrevivência das empresas, dos electrónico, no GLOBAIS prazo de 5 dias. cessaçãoDA doOFICINA contrato de trabalho é efectuado data da transmissão, a ocorrência da mesma, TENDÊNCIAS PARA A GESTÃO RENTÁVEL empresários e dos profissionais, como também, Tratando-se de actualização de valores de pelo empregador no mencionado sítio electró- bem como, os elementos de identificação do DE CARROÇARIA sejaempregador. potenciado oDevendo crescimento sustentando (indicando retribuição, essa comunicação deveaser o novo emprega-do Quais os fatores que determinam rentabilidadenico de uma oficinaa identificação do trabalhador novo Sector Automóvel em Portugal. dor, dar igualmente, cumprimento às regras e a data da cessação). efectuada pelo empregador, em data anterior de carroçaria em Espanha e nos mercados internacionais? Onde e profissionais do setor irão responder no próximo dia 15 deda março, A Direcção ANECRA Caso a cessação do contrato de trabalho não relativas à adesão. à produção de efeitos dessa alteração. Se, como obter a margem adequada para os objetivos de viabilidade e no I Encontro sobre “Tendências globais para a gestão rentável da O FGCT efectua o pagamento dos montantes venha a ocorrer, o empregador comunica eventualmente, as alterações determinarem crescimento Quais são as áreas de melhoria naaos gestão oficina de carroçaria”, convocada pela Motortec Automechanika devidos, mediante requerimento do trabalhanessa data, Fundos a manutenção do o pagamentodo denegócio? retroactivos, o empregador de compras, processos, organização, vendas e administração das Ibérica. dor, após solicitar ao empregador (para o endevínculo do trabalhador, nos termos previstos deve comunicá-las na data em que tenha empresas de reparação de chapa e pintura para conseguirem A eficiência como preâmbulo e rentabilidade. É a ideia que combina reço electrónico) a informação devida. Caso para a adesão.a máconhecimento da situação. xima eficiência? O que é e como é medida a qualidade numa oficina os conteúdos da jornadao setorial sobrenão reparação carroçarias empregador faculte ade informação, o de Em situações de reintegração do trabalhador de carroçaria?das entregas aos Fundos veículos programada para o Posvenforo da Motortec AutomechaniFGCT solicita os elementos necessários à ACT. em virtude de decisão judicial que declare Pagamentos ilicitude do despedimento, o empregador Os pagamentos dasdas entregas aos Fundos é painela de Estas são algumas perguntas a que um reconhecidos ka Ibérica. A crise económica e a consequente redução da sinistraGabinete Jurídico comunica essa reintegração nos termos efectuado através de Multibanco ou por via Isabel Figueira previstos para a adesão, devendo ainda, indicar electrónica, através de homebanking e tem

PROPOSTAS DO MANIFESTO DA ANECRA, ADOTADAS EM RESOLUÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

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www.anecra.pt


ambiente

QUALIDADE DO AR

o

Decreto-Lei nº 78/2004, de 3 de Abril, tem como objectivo regular a prevenção e o controlo das emissões de poluentes para a atmosfera. É também responsável pelo estabelecimento dos princípios, objectivos e instrumentos apropriados à garantia de protecção do recurso natural que é o ar. Assim, estabelece as medidas, procedimentos e obrigações de operadores, singulares e colectivos, de modo a reduzir para níveis aceitáveis a poluição atmosférica, derivada de instalações com fontes de emissão de poluentes. Quais as obrigações gerais dos operadores? O operador deve assegurar que a sua instalação seja projectada e construída tendo por base a redução das emissões de poluentes atmosféricos evitando a transferência de poluição de um meio receptor para outro, mediante a aplicação das melhores técnicas em condições económicas e tecnicamente viáveis, tendo em conta os respectivos custos e benefícios. Cabe ao operador a responsabilidade de adoptar todas as medidas necessárias para assegurar que são respeitados os limites de emissões poluentes durante o arranque, o funcionamento normal, as operações de manutenção, e a desactivação da instalação. O operador deve tomar as medidas adequadas à redução da poluição atmosférica na origem, tendo em conta a tecnologia disponível com desempenho ambiental adequado ao processo considerando que: A instalação está apta a cumprir os VLE (Valores Limite de Emissões), de acordo com as normas legais; A instalação cumpre, entre outras, as normas relativas ao sistema de descarga e de tratamento de poluentes atmosféricos; É efectuada uma minimização dos efeitos das emissões difusas;

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Anecra 2013

Os aspectos construtivos das chaminés são respeitados; Sobre os sistema de tratamento de efluentes gasosos, em situações de funcionamento deficiente ou de avaria do equipamento, em que se verifique não ser possível repor a situação de funcionamento normal no prazo de vinte e quatro horas, o operador tem o dever de notificar a CCDR competente no prazo máximo de quarenta e oito horas contadas da verificação da deficiência ou da avaria, adoptando a mesma as providências que entenda necessárias. As situações de funcionamento deficiente ou de avaria do equipamento não podem, em circunstância alguma, exceder um total de cento e setenta horas em cada ano civil. O operador é também responsável pela monitorização das emissões atmosféricas, e pela comunicação dos resultados à CCDR competente; A aplicação e o cumprimento dos VLE estão fixados em Portaria, e são obrigatórios para todas as fontes de emissão de poluentes. Monitorização dos VLE O auto controlo das emissões sujeitas a VLE é obrigatório e da responsabilidade do operador. O auto controlo é efectuado nos termos fixados pela respectiva autorização ou licença da instalação, mas todas as instalações devem respeitar as normas relativas à monitorização pontual, e aos métodos de medição. A Monitorização pontual é realizada 2 vezes em cada ano civil (com um intervalo mínimo de 2 meses entre medições), e têm de proceder a esta monitorização as instalações onde seja fixado um valor VLE para o efluente gasoso emitido e cujo caudal mássico do dito poluente esteja situado entre o limite mínimo e o máximo do VLE. Se a CCDR entender que o intervalo de medições não é adequado para assegurar o correcto acompanhamento das emissões, poderá definir outra periodicidade. A monitorização continua é obrigatória

São consideradas fontes múltiplas, o conjunto de fontes pontuais idênticas, com as mesmas características técnicas, associadas aos mesmos tipos de fase de processo produtivo e à mesma instalação, cujos efluentes gasosos têm a mesma natureza e a mesma composição qualitativa e quantitativa. Neste caso: O autocontrolo pode ser rotativo, num número significativo de fontes pontuais, estimando-se as emissões das restantes fontes com base num factor de emissão médio, calculado a partir das fontes caracterisadas. O operador deve apresentar à entidade coordenadora do licenciamento um plano de monitorização, remetendo-o à CCDR competente, sendo da competência desta a emissão de uma decisão sobre a aprovação ou não no prazo de 90 dias seguidos a contar da data de recepção. A aplicação deste critério de fontes múltiplas prejudica o regime de aplicação da monitorização de 3 em 3 anos.

Nos casos de monitorização contínua, para a obtenção de um valor médio diário válido não podem ser excluídos mais de seis valores médios horários num mesmo dia devido a mau funcionamento ou à reparação/manutenção do sistema de medição em contínuo. Caso se verifique a anulação de mais de 36 valores médios diários num ano, devida a mau funcionamento ou à reparação/ manutenção do sistema de medição em contínuo, o Instituto do Ambiente (IA) pode exigir que o operador tome as medidas adequadas para melhorar a fiabilidade do sistema em causa. As situações abrangidas em que se comprove não ser tecnicamente possível proceder à monitorização em contínuo das emissões de poluentes atmosféricos são analisadas caso a caso.

apenas nas instalações em que o seu valor de emissões se situe acima do limite máximo estabelecido para o efluente gasoso em causa. No caso das emissões da instalação se enquadrarem nos limites do referido no ponto anterior, e simultaneamente desenvolver uma actividade sazonal (actividade apenas desenvolvida numa determinada época do ano, correspondendo a um período inferior a 6 meses num ano civil) poderão realizar-se as monitorizações apenas 1 vez por ano, no período de laboração. De notar que a CCDR poderá inibir este tipo de monitorização se a situação o justificar. Por outro lado, se a monitorização, detectar que o caudal mássico é inferior ao limite mínimo fixado por legislação específica, a monitorização pontual poderá ser efectuada 1 vez de três em três anos. Note-se que a CCDR poderá inibir o exercício do acima referido em qualquer momento e em condições devidamente justificadas. João Patrício – Gabinete Técnico Anecra


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dossier

Boa visão requer boa luz. E isto é válido tanto para jovens como para idosos.

Iluminação deficiente MATA Um em cada cinco acidentes causados por falhas técnicas ocorre devido a iluminação deficiente.

Cerca de metade de todos os acidentes fatais de trânsito acontecem à noite. Muitos desses acidentes poderiam ser evitados. A iluminação inadequada é uma das causas mais comuns de acidentes nocturnos. Mas a iluminação diurna também desempenha um papel crucial na segurança rodoviária. O olho humano, à noite, consegue ver apenas 5% do que vê em condições normais à luz do dia. Quando está ao volante, o motorista está sujeito a uma tensão intensa.

O olho humano, à noite, consegue ver apenas 5% do que vê em condições normais à luz do dia. Quando está ao volante, o motorista está sujeito a uma tensão intensa.

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Anecra 2013

Esta situação é particularmente acentuada para motoristas mais idosos. Jovem ou idoso, o olho humano cansa-se mais rápido sob condições ruins de iluminação. Os sistemas modernos de iluminação dos carros são capazes de compensar as condições de pouca luz causadas por intempérie ou pela escuridão. Ou seja, a luz aumenta a segurança activa e passiva. Conduzir torna-se mais arriscado à noite ou em condições de neblina. Embora apenas cerca de 25% de todas as viagens por estrada ocorram após estar escuro, o número de acidentes nocturnos é 50% maior. Boa visibilidade também é um importante factor na condução de um veículo à luz do dia: 30% de todos os acidentes relativos a intempéries são causados por neblina.

Esta é uma estatística que poderia ser melhorada através de hábitos de condução mais seguros. Quando se trata de segurança, não é preciso correr riscos. Os óculos não conseguem compensar plenamente as deficiências visuais – particularmente à noite. O nível de luz exigido para que uma pessoa veja correctamente aumenta à medida que ela envelhece. Ou seja, não bastam apenas óculos. Boa visão requer boa luz. E isto é válido tanto para jovens como para idosos. Conduzir com as lâmpadas acesas durante o dia é uma das soluções para protecção contra acidentes - ver e ser visto. De acordo com o Departamento de Estatística Federal da Alemanha, 71,7% de todos os acidentes de automóvel graves com ferimento corporal


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o início de 1992, António como mais um como um importação e distribuição Nofornecedor fuNdo é mas oLopes mesmo quedeu fazemos Ferreira por terA ContiteCh já nos permitiu AumentAr parceiro. com as Nossas viaturas: têmdeque peças para automóveis minado um ciclo de 25 anos estar A quotA de merCAdo nAs linhAs que desde 1982,mas desempenhancertificadas, têm maNualem técNico, comooempresário nome ComerCiAlizAmos - mArCelo silvA, direCtor papel preponderante José Alberto, Nós Sócio-Diretor vamos à individual oficiNa de x emdo x um tempo na Auto MecâdA Autoiluminação deltA convencional. for hybrid a and electric tentes produzidos emComerCiAl massa. O simulador nesse mercado, procurando fazer a System maNuteNção. lei é difereNte mas nica Central, e constituiu ExecutivoActuation Bragalis: vehicles (HAS-hev) de pedal integrado assegura uma transição sempre prestar um serviço o raciocíNio ecom asosmetodologias filhos, Ana Manuelasão as As correiAs contitech Omesmas. Sistema Bosch HAS-hev é um Sistema Empresa: HUTCHINSON imperceptível entre aofase e representadas de Excelência aos seus Clientes, qualde sórecuperação marcas em Portugal, como por e Nuno António, a empresa Ferreira & Filhos. Produto Seleccionado: Ative de travagem regenerativo para veículos hía fase hidráulica. representAm 5% do é possível alcançar com marcas como a resultado de empresas que importam deMass fora Damper Apesar da mudança de designação, a área de Reduzindo motores e reduzindo o número bridos e eléctricos. Independentemente de ContiTech. da Europa e marcas pouco conhecidas e de Estudos mostram que com o uso de luzes de nosso volume de negócio manteve-se, tal como o objetivo do mais largos que as 40 horas. Utilizando Empresa: Hella S.A.S de cilindros, em conjunto com um qualquer sistema de assistência a vácuo, baA ContiTech é das marcas mais antigas que qualidade dúbia. Esta vindoos a aumenfuncionamento 25% detem diurno, atésituação todos empresário: “prestarde umhoras serviço de reparação Produto Selecionado: Hella C4 Picasso rear to do binário do motor, tende a aumentar a por exemplo e contractos negócio seia-se numbancos actuador hidráulico e permite a SONICEL AS possui no seu catálogo de fazer-se sentireainda em virtudede daveículos forte acidentes com morte 35% mais de colisões automóvel alargado e de competência com períodos dedereferência, mas, porquee qualights vibração conforto. a recuperação energia. Complementa a em sentido contrário podem serdoevitados. Qual a importância das correias Contitech representadas, dispondo por isso mesmo do crise económica queà custa Portugal tem vindoE,a ao mesmo lidade inquestionável”. E foi com essede objetivo O efeito 3D nas luzes traseiras projectado estamos na presença na sua maioria tempo, a necessidade do conforto continuar hidráulica ESP® com uma unidade FerreirA Filhos soube AcompAnhAr A evolução no volumeunidade de negócios da Vossa empresa? melhor stockAContiTech em& Portugal, com conhecer. em mente que transpôs estacomputador. nova pequenas, médias e micropara empresas, os firma pela Hella apareceram inicialmente nos arecurso aumentar. Para resolver este problema, a de freio, acção hidráulica e um Representaocorreram neste momento 5% do nosso a melhor cobertura de mercado automóvel. Por fim, o à plataforma electrónica tecnológicA e As necessidAdes do mercAdo e, por iniciAtivA à luz dotêm dia em Este também ser avaliada com maior precisão. de colisões de veículos em sentido os1)valores de e2001. transparência que e 35% trabalhadores não Technospace da Citroen que pArA vieram os antes Hutchinson oferece um sistema de comQuando ohonestidade pedal do conhecimento travão é pressionado, volume total do negócio. Consideramos que estes factores reflectem, de compras disponível para os Clientes da própriA, AvAnçou projetos que lhe permitirAm perigo pode ser reduzido com o uso de Os movimentos de um veículo podem contrário podem ser evitados. Este é o sempre pautaram odiz seu trabalho. da Pedro Braz que a maior novos Citroen Picasso. Eles fornecem pensação activo de anti-vibração com o lei”. motor eléctrico actua como umparte gerador Quais os três pontos que destacaria deste por siesó,resultado a dos importância que a ContiTech tem SONICEL AS permite de uma formaCom rápida e três diFerenciAr-se. luzes de funcionamento diurno. É por isso ser reconhecidos com clareza. luzes de um teste de campo executado Para a afirmação doacontecem projeto contou com destas infracções porque oso envol-á uma solução inovadora de iluminação do componentes: um sensor, uma unidade de o torque necessário para conduzir opõe-se fabricante? no volume negócios dade SONICEL AS.em Estra-eficazdiurnas verificarhá a disponibilidade do material que os principais fabricantes de lâmpadas uma separação visual de tráfego peladeOrganização Segurança vimento edas dedicação dos seus filhos. Aocompra trabalhadores desconhecem que podem veículo muito característica e inovadora. controlo e um actuador. O sensor identifica rotação rodas, o que desacelera carro. Qualidadedesenvolveram dos produtos (equipamento Entre muitas vantagens em trabalhar com a ContiTech necessário e colocar a respectiva especiais para daslhe Regionais da Baixa Saxónia.Foi Emo locais move e veículos estacionados. de terreno, alâmpadas construção de novas instalaque esperamos para 2013? Esperamos que seja permitiram sucedeuque se agarrar na lei e utilizá-la para ultrapassar As funções de diferenciar-se. Stop/Lanterna sãoque realizano compartimento do passageiro. A um energia eléctrica adquirida durante a fase perigosos, original), rapidez na satisfação das oencoContiTech, podemos proporcionar variados encomenda. Nesta plataforma, é facultado cartazes instruem os motoristas funcionamento durante dia, que podem Paravibrações aumentar a segurança rodoviária, a 2012, no ções e a informatização do serviço marcaram pelo menos um ano tão bom quanto com o sistema de gestão da qualidade, segundo limitações que têm com os tempos de das técnico por dois módulos 3D, cada umem com 15 Comissão A informação é(CE) processada pela unidade de deusadas travagem é armazenada na bateriaatipos de de apoio mendas e bom entendimento nascomo relações bem comoIsto formações o acesso opcional ao TecDoc e decidiu ao Vivid, seus faróis. resultou tanto desuas dia, durante oser arranque da2)empresa que, mais desde primeiro a acender qual aEuropeia Ferreira & Filhos continuará a trabalhar adíodos normaos ISO 9001, tendo obtido aUma certificação trabalho e com as encomendas. emissores de luz (LEDs). optica controlo que faz com que o actuador alta tensão, mas quanto a ovelocidacomerciais.noite. técnicasuma e comerciais aos nossos Clientes. ferramentas de trabalho sempre muito úteis envie redução significativa acidentes. introduzir luzes diurnas dedicadas momento, sobressaiu noasmercado. Volvidos porcontador um crescimento sustentado, que tem sido em março de 2006. umdeespelho Que cuidados devemenergia ter empresas deste de paredes espessas, semitransde diminui, menos o gerador requer um de vibrações para limitar Assim, o seupodem próprio veículo pode ser Testes de campo em toda a Europa têmOs nossos (Daytime Clientes ainda encontrar para as oficinas.Running Light – DRL) em todos ou apenas doiscontribui anos da fundação, foi convidada pela certificadas, sempre aa nossa política. Porém, e tendo em O que espera 2013? Quais os melhores técnico, mas nós vamos àinicial. oficina de x em x sector com as máquinas eaequipamentos compara marcação CE, declaração parente recuado e um outro na frente, são e menos para travagem. Neste cancelar vibração Eficaz quando melhormaterial visualizado antecipadamente ainda mostrado que 50%Sonicel de todos os o mais variado veículos a motor a partir de 2011. de suporte no site da pelos Quaisososnovos três pontos que destacaria deste Alexandre Sousa Santos, IVECO a constituir-se como oficina autorizada conta carga fiscal que está a incidir sobre as projectos que se perfilam para este ano, se é tempo fazer a manutenção. A lei é diferenhabitualmente utilizados nos respectivos de conformidade e manual técnico com combinados criar o túnel 3D. Quando caso, é simultaneamente por o diurnas veículo esta em execução, o sistema demais usuáriospara da rodovia, especialmente acidentes e 80% de todas assubstituído colisões emContiTech: Luzes dedicadas são lâmpadas fabricante? eum tornou-se ade primeira do país a efetuar vendas. tradução empresas, pode-se dizer queoserá um que existem alguns investimentos previstos? te mas o raciocínio e as durante metodologias sãoano comlocais de trabalho? em português (caso a máquina A contitech é dAs a luz do LED atinge metade do espelho na torque travagem hidráulico fornecitambém funciona pára-arranca, em condições difíceis de luz (sol baixo, a. Qualidade cruzamentos, que ocorrem durante o dia, especiaisigual que se automaticamente http://pic.ctapps.de/Home_pt.aspx ouligam superior aosentido. EquipaplicadoIsto também nesse Ao da sua existência, a Ferreira & Filhos seja Osimportada) investimentos a Ferreira & Filhos fezas mesmas. parece simples masmuitas não é Este é um problema importante. ter, que paralelamente a isto, ele saieecom parcialmente. dolongo pelo HAS-hev, 3) se uma maior desacereduzindo marcha lenta que mArcAs mAis AntigAs luzfrente, ofuscante), uma alternância acontecem porque osmuito motoristas vêem um o motora arranca. Elas aumentam mentoquando Original. http://www.contitech.de/pages/produkte/ Épela possível ovibrações, crescimento num ano de recessão demonstrou estar sempre um passo àofrente da os foram terminados recentemente numa dassubstancialmente feitovezes maior parte das nossas empresas. É um problema fundamental porque em exames de manutenção dessade mesma A luz residual atinge o espelho trás e é leração é requerida pelo condutor, torque gera reduzindo também o entre luz e sombra (“efeito túnel”, em ao outro tarde demais ou simplesmente a visibilidade dos dA sonicel b.naCobertura inigualável antriebsriemen/kfz-ersatz/werkstatt/servieconómica? concorrência. Soube acompanhar a evolução suas fases. Refiro-me ao investimento reIsto no fundo são rotinas. todos os sectores é justamente com as máquina ao abrigo da directiva de equipaimediatamente reflectida. É assim que o efeito de travagem é ainda apoiado pelo sistema combustível. florestas e avenidas). Pode ter uma melhorc. Disponibilidade não se vêem. veículos relativamente aos outros Qual a importância das correias Contitech ce_einbautipps_uebersicht_pt.html global modelação nossas instalações, um dosutilizadores crescimento é sempre possível. tecnológica necessidades mercado de trabalho. Noapesar fundo é baixa o mesmo QueO tipos dedaacidentes trabalho sur-Nós temos máquinas com os equipamentos que de túnel 3D criado, da profunHAD-hev. comdo todos oscome, por mentos visibilidade emédas paisagem monótoAlém disso,eeCompatível osas estudos mostram que estrada, ede têm um baixo no volumeiniciativa de negócios da Vossa empresa? O mercado de correias éuma extremamente d. ServiçoéPremium maiores investimentos que já realizámos. que,mais cada vez comparativamente mais,neste criar sector? necessidades nos própria, avançou para projetos fazemos comoas nossas viaturas: gemEmpresa: com frequência decorrem ademaior parteedos acidentes de que que didade geométrica das luzes traseiras. OutrasOconsumo MONOPOL PEINTURES sistemas travagem tipo deospropulsão, na, aumentando contraste. A distância o uso de luzes de funcionamento diurno, de energia às A SONICEL AS está presente no negócio de competitivo. Não só devido às próprias e. Marketing & Merchandising têm que estar certificadas, têm o manual Esmagamentos e amputações são de facto trabalho. As máquinas têm que estar todas Produto Seleccionado: SOLAR Monopol® funções de sinalização utilizam a tecnologia de o sistema baseia-se em componentes exisde veículos em sentido contrário pode até 25% de todos os acidentes com morte lâmpadas tradicionais.

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dossier

Marcas e Soluções de ILUMINAÇÃO

O mercado dos produtos de iluminação é caracterizado por poucas marcas de elevada qualidade, proliferando igualmente marcas desconhecidas e de qualidade duvidosa. Aqui ficam alguns dos nomes presentes no mercado nacional. GE NIGHTHAWK

BOSCH DAYTIME

A Bosch disponibiliza uma gama de lâmpadas especiais para uso permanente nos veículos durante o dia. As lâmpadas Daytime da Bosch projectam até dez por cento de mais luz na estrada comparativamente a lâmpadas standard incandescentes. A gama total de lâmpadas Daytime é composta por doze tipos cobrindo 95 por cento de todos os modelos de veículos. Um estudo elaborado pela comissão Europeia mostrou claramente que quando os carros mantêm as luzes acesas mesmo durante o dia, isso torna o trânsito mais seguro. Robert Bosch Portugal | Tel.: 218500000

NARVA CONTRAST+

A extensa gama de produtos NARVA compreende todas as lâmpadas Europeias de halogéneo, assim como as lâmpadas convencionais. Um dos seus mais recentes lançamentos dá pelo nome de Contrast+. O filtro especial destas lâmpadas filtra os feixes azuis, projectando na estrada um espectro amarelado. Especialmente útil para condução na neve.

TRIFA XENON BLUE

A gama Xenon Blue é uma das de maior sucesso da marca Trifa. A tecnologia azul com uma temperatura de cor muito elevada empresta uma luminosidade branca similar à luz diurna. O efeito azulado provoca sinais ópticos comparáveis às lâmpadas de descarga de gás xénon. Um dos resultados é o melhor reflexo que produz das marcações da estrada e sinais de trânsito. Sonicel | Tel.: 214245300

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As lâmpadas GE Nighthawk são uma das principais propostas do fabricante General Electric (GE) para os faróis principais. As Nighthawk oferecem aos condutores, em média, 30% mais luminosidade comparativamente às lâmpadas de halogéneo standard GE. A ampla gama Nighthawk permite que 95% dos carros e comerciais ligeiros possam instalar esta tecnologia.

OSRAM NIGHT BREAKER

A lâmpada ideal para o automobilista que deseja conduzir com mais luz para sua maior segurança. Graças a um filamento de alto rendimento e ao revestimento de anel azul, as lâmpadas para farol da família de produtos NIGHT BREAKER emitem até 90% mais luz* e geram luz até 10% mais branca* O cone de luz estendido ilumina perigos e obstáculos com uma significativa antecipação. Com um tempo adicional para reagir, vidas podem ser salvas! A luz mais branca da NIGHT BREAKER também melhora o conforto na condução, já que reduz a perigosa fadiga ocular. OSRAM Portugal | Tel.: 214165873

LUCAS

HELLA LEDayLine

O LEDayLine é uma luz de circulação diurna, de aplicação universal. Trata-se de um luz de sinalização branca, radiante e brilhante em forma linear. Design luxuoso, moderno e minimalista. Inovadora potência LED com cinco diodos por lâmpada. O sistema LEDayLine é identificado pelos restantes intervenientes no trânsito de forma mais rápida e eficiente do que a luz de médios. De noite revela igualmente uma forte presença. Assim, o condutor pode usar a LEDayLine durante o dia, como luz de circulação diurna, ou durante a noite, como luz de posição.

A Lucas disponibiliza uma vasta gama de lâmpadas para veículos de passageiros e comerciais. No portfólio existe também uma actualizadíssima gama de iluminação de emergência, composta por rotativos, barras, sirenes e sistemas CCTV. A gama de lâmpadas Lucas é composta por um vasto leque de referências que inclui as pequeníssimas lâmpadas de painel, as tradicionais lâmpadas de incandescência, halogéneo, Xénon e as sofisticadas lâmpadas HID. Com uma gama tão alargada e um catálogo recente, a Lucas cobre 99% dos veículos que circulam no nosso país. TRW Automotive Portugal, Lda. | Tel.: 214228340

TUNGSRAM

Desde que em 1989 a General Electric adquiriu 50 por cento mais uma acção da Tungsram, que este fabricante tem sofrido largos investimentos na produção e tecnologia. Desde lâmpadas de halogéneo para faróis, até lâmpadas tradicionais para faróis, passando por outras avançadas soluções, a Tungsram disponibiliza.

PHILIPS ECOVISION

Segundo a Philips, a EcoVision é a lâmpada halogénea para automóveis de 12 volts mais ecológica do mundo. As lâmpadas EcoVision consomem até 20% menos de energia que as lâmpadas tradicionais, oferecendo ao mesmo tempo mais 10% de luz e o dobro de duração. Supõe uma poupança tanto de combustível como de dinheiro, assim como contribui para a redução das emissões de CO2 dos veículos. Uma oferta completa de lâmpadas para faróis e indicadores. Philips Ibérica | Tel.: +34 915669328

VALEO

Um amplo programa de grupos ópticos, piscas, faróis de neblina, faróis auxiliares em conjunto com as lâmpadas e para todo o tipo de veículos, é posto à disposição pela Valeo, com um dos mais abrangentes programas do mercado. A Valeo possui 131 unidades de produção, 68 centros de Pesquisa & Desenvolvimento (R&D), nove centros de distribuição e emprega mais de 72 mil pessoas em 27 países. VALEO Service España| Tel: +34 914958500


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Philips cria a BlueVision

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Philips, líder mundial em iluminação automotiva foi a pioneira na criação das lâmpadas com efeito branco azulado. A primeira a ser lançada nesta categoria foi a lâmpada Blue Vision. Você sabia… - A lâmpada BlueVision foi buscada mais de 60.000 vezes na Internet (Google) - O vídeo de BlueVision foi visualizado mais de 50.000 vezes (youtube.com)

BlueVision ultra Xenon ultimate effect A Philips lança a tecnologia exclusiva Gradient Coating technology™* para atender às expectativas dos consumidores que exigem o máximo de estilo e luminosidade. Esta tecnologia proporciona uma luz branca ultrabrilhante na estrada (absorção fraca na zona do filamento), com um efeito azul intenso no refletor (forte absorção na parte próxima da base da lâmpada). *Verniz com aplicação gradual **Super efeito Xenon garantido!

LUZES

As luzes de boa qualidade e bem afinadas são essenciais para uma condução segura. Quanto melhores e mais potentes forem as suas luzes, poderá ver melhor, antecipar mais rapidamente e conduzir com segurança. Verifi que as suas luzes sempre que fizer a revisão do seu carro ou sempre que fi zer uma viagem longa. Também é importante que a projeção das suas luzes esteja bem ajustada para evitar encadear as outras pessoas na estrada. • Substitua sempre os seus faróis dianteiros aos pares à medida que a sua intensidade varia com o tempo • Recomendamos-lhe que substitua os seus faróis dianteiros todos os 50 000 km* ou de dois em dois anos • Em muitos países europeus é obrigatório transportar um kit de peças sobresselentes no seu carro. Pode escolher a partir de uma gama de confi ança Philips: Easy Kit, Single Kit ou a Essential Box. *100 000 km para as lâmpadas LongLife EcoVision

BlueVision ultra leva o selo Original Equipment Quality. Esta é a garantia de que a Philips é escolhida pelas maiores montadoras de automóveis, proporcionando: - Ótima qualidade dos produtos para uma maior segurança na estrada - Tecnologia de ponta da Philips - Certificação e homologação ECE - Respeito pelo meio ambiente, com lâmpadas sem chumbo e mercúrio. A Philips é, desde 1914, a líder do setor de iluminação automotiva. Atualmente a Philips equipa um em cada dois carros na Europa. Testadas e aprovadas hoje e pelos próximos cem anos!

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Disponível em H1, H3, H4, H7, HB3, HB4

Disponível em H1, H4, H7

Disponível em H1, H4, H7

Disponível em H1, H3, H4, H7, H11

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fiscalidade Por Ângelo Costa Diretor Geral da Prorácio

REGULARIZAÇÃO DE DÍVIDAS FISCAIS E À SEGURAnÇA SOCIAL E O CRÉDITO FISCAL EXTRAORDINÁRIO AO INVESTIMENTO

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orrespondendo a diversas solicitações e manifestação de interesse de vários quadrantes, iniciamos nesta edição da Revista, com regularidade possível, a abordagem de temas de verdadeira importância para os associados da ANECRA, no contexto de várias área nomeadamente a área fiscal, dos fundos comunitários e nacionais, dos apoios à criação de emprego e da reestruturação e recuperação de empresas. Pelo exposto, e nesta primeira colaboração, vamos abordar dois temas, que podem ter um impacto direto na vida das empresas, e são: - Regularização de dívidas de natureza Fiscal e à Segurança Social – Decreto-Lei nº 151 A/ 2013 de 31 de Outubro - Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento – Lei nº 49/ 2013

Regularização de dívidas de natureza Fiscal e à Segurança Social – Decreto-Lei nº 151 A/ 2013 de 31 de Outubro Ao longo destes dois últimos anos, temos assistido a uma degradação da situação económica e financeira do tecido empresarial, com grande incidência nas micro < 10 colaboradores e pequenas empresas. O sector automóvel, tem sido dos mercados mais atingidos e em todas as suas vertentes, pela situação vigente no nosso país. Pelo facto, o governo criou o Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais (RERD) – Dec.-Lei nº 151 – A/ 2013 de 31 de Outubro, o qual, estabelece um conjunto de medidas excecionais e temporárias, de regularização de dívidas Fiscais e à Segurança Social, cujo o prazo legal de cobrança tenha terminado até 31 de Agosto de 2013. Vamos abordar o Decreto-Lei em epígrafe, complementado com uma nota interpretativa da AT – Autoridade Tributária.

Pagamento Integral ou Parcial O Regime Excecional, aplica-se aos pagamentos que cumpram cumulativamente os seguintes requisitos: - Sejam efetuados durante a vigência do regime – 1 de Novembro a 20 de Dezembro de 2013 - Se refiram a dívidas Fiscais e à Segurança Social - O prazo legal de cobrança voluntária, tenha terminado em 31 de Agosto - A regularização das dívidas em questão, sejam efetuadas por iniciativa dos devedores O Regime Excecional, aplica-se às dívidas já em execução fiscal, bem como àquelas cujo o prazo de pagamento voluntário ainda esteja em curso, assim como àquelas que ainda não sejam conhecidas da AT, desde que cumpram os quesitos referidos. Dívidas Abrangidas Como referimos, estão abrangidas todas as dívidas cujo o prazo legal de pagamento voluntário, (continua na página 30)

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TUDO ENVELHECE.


fiscalidade

deveria ter sido efetuado até 31 de Agosto de 2013. Quanto aos impostos com periodicidade anual o regime aplica-se às dívidas correspondentes a pagamentos que deveriam ter sido liquidados antes de 31 de Agosto, temos como exemplo, o IRC e o IRS que incidem sobre os rendimentos de 2012, bem como as prestações do IMI que deveriam ter sido pagas em Abril e Julho do ano corrente, assim como do IUC, que é liquidado no mês da matrícula da viatura.

Benefícios associados ao pagamento do imposto ou ao cumprimento Os benefícios associados ao Regime Excecional de Regularização de Dívidas, prevê o pagamento total ou parcial do capital em dívida, assim como o cumprimento das obrigações acessórias, entretanto definidas. - O não pagamento, total ou parcial, dos juros de mora, compensatórios e eventuais custas, no caso de dívida que já esteja a ser cobrada em processo de execução fiscal. - A redução do montante da coima, para 10% do mínimo legal ou do valor aplicado, consoante o processo de contra ordenação esteja em curso ou a coima já esteja a ser cobrada em processo de execução fiscal, bem como a dispensa do pagamento dos encargos dos respetivos processos. - A redução do montante da coima pela prática da infração associada ao incumprimento do

dever acessório, para 10% do mínimo legal. Dívidas de Juros, Custas e Coimas – Benefícios Caso a 20 de Dezembro de 2013, subsista algum processo de execução fiscal ou á Segurança Social, que vise apenas a cobrança de juros e custas e encontrando-se regularizado o capital em dívida, será determinada a extinção da execução, sem outras formalidades. Quanto á redução do montante da coima não aplicadas ou não pagas, são reduzidas para 10% do mínimo legal ou do valor aplicado, consoante o processo de contra ordenação esteja em curso ou a coima já esteja a ser cobrada em processo de execução fiscal. O direito à redução da coima, depende do seu pagamento até 20 de Dezembro de 2013. Dação em Pagamento A dação em pagamento não é um meio de pagamento admissível para efeitos do presente regime. Processo de Execução Fiscal Quando o pagamento do valor em dívida não se verifique pela totalidade, o andamento do processo de execução fiscal não é suspenso, devendo o mesmo prosseguir os seus trâmites, na parte que ficou em dívida. Trâmites dos Pagamentos à Segurança Social Quanto as dívidas à Segurança Social que se encontram em execução, os contribuintes que

pretendam beneficiar das medidas inseridas neste Regime Excecional, devem solicitar o respetivo DUC – Documento Único de Cobrança, nas seções do processo executivo do Sistema de Solidariedade e Segurança Socia, a fim de processarem a sua liquidação e assim beneficiarem das medidas do Regime Excecional. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento – Lei nº 49/ 2013 Introdução O Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, foi publicado em 16 de Julho de 2013 e regulado pela lei nº 49/ 2013, o qual visa o apoio às despesas de investimento em ativos afetos á exploração, realizadas entre 1 de Junho de 2013 e 31 de Dezembro de 2013. Âmbito de Aplicação Os sujeitos passivos de IRC que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, e que cumulativamente, preencham as seguintes condições: - Disponham de contabilidade regularmente organizada, de acordo com a normalização contabilística e outras disposições legais em vigor para o respetivo setor de atividade. - O seu lucro tributável não seja determinado por métodos indiretos. - Tenham a situação fiscal e contributiva regularizada ou consolidada. (continua na página 32)

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fiscalidade

Incentivo Fiscal O benefício fiscal a conceder aos sujeitos passivos, corresponde a: - Dedução á coleta de IRC no montante de 20% das despesas de investimento em ativos afetos à exploração, que sejam efetuados entre 1 de Junho de 2013 e 31 de Dezembro de 2013. - O montante máximo das despesas de investimento elegíveis é de 5.000.000,00€, por sujeito passivo. - A dedução prevista, é efetuada na liquidação de IRC respeitante ao período de tributação que se inicie em 2013, até à concorrência de 70% da coleta deste imposto. - No caso de sujeitos passivos que adotem um período de tributação não coincidente com o ano civil e com início após 1 de Junho de 2013, as despesas relevantes para efeito dedução prevista, são efetuadas em ativos elegíveis desde o início do referido período até ao final do sétimo mês seguinte. - A importância que não possa ser deduzida à coleta do IRC de 2013, pode sê-lo e nas mesmas condições, nos cinco períodos de tributação subsequentes. Despesas de Investimento Elegíveis As despesas de investimento elegíveis, são: - Ativos físicos tangíveis e ativos biológicos, que não sejam consumíveis, adquiridos em estado novo e que entrem em funcionamento/ utilização até ao final do período de tributação que se inicie em ou após 1 de Janeiro de 2014.

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- São ainda elegíveis as despesas de investimento em ativos intangíveis sujeitos a amortizações contabilísticas: - As despesas com projetos de desenvolvimento - As despesas com elementos da propriedade industrial, tais como patentes, marcas, alvarás, processos de produção, modelos ou outros direitos assimilados, adquiridos a título oneroso e cuja a utilização exclusiva seja reconhecida por um período limitado de tempo. Despesas de Investimento não Elegíveis São excluídas e não consideradas elegíveis, as seguintes despesas de investimento: - As viaturas ligeiras de passageiros, motas, barcos de recreio ou aeronaves de turismo, exceto se estiverem afetos a uma exploração de serviço público de transporte ou se destinem a aluguer - Mobiliário e artigos de conforto ou decoração Construção, aquisição, reparação e ampliação de edifícios, salvo quando estão afetos a atividade produtiva ou administrativa - Aquisição de terrenos. Cumulação com outros Regimes O CFEI não é cumulável, relativamente ás mesmas despesas de investimento elegíveis, com quaisquer outros benefícios fiscais Obrigações Acessórias No âmbito das obrigações acessórias, os procedimentos são os seguintes:

- A dedução à coleta do IRC, é justificada por documento a integrar no processo de documentação fiscal, que identifique, de uma forma clara, as despesas de investimento relevantes e os respetivos montantes, assim como outros elementos considerados relevantes - A contabilidade dos sujeitos passivos de IRC e beneficiários do crédito fiscal, deve evidenciar o imposto que deixe de ser pago em resultado da dedução, mediante menção do valor correspondente no anexo ao Balanço e á Demonstração de Resultados, relativa ao exercício em que se efetua a dedução. - Os ativos elegíveis, devem ser detidos e contabilizados de acordo com as regras que determinaram a sua elegibilidade, durante o período de vida útil do bem. Norma Sancionatória O incumprimento das regras e elegibilidade das despesas de investimento, implica a devolução do montante do imposto que deixou de ser liquidado em virtude da aplicação do crédito fiscal extraordinário ao investimento, acrescido dos correspondentes juros compensatórios majorados em 15 pontos percentuais. Este artigo foi elaborado no contexto da Parceria existente entre a Prorácio – Consultoria e Gestão, Lda. e a ANECRA e destina-se a apoiar os seus associados, não sem que, manifestemos a nossa plena disponibilidade para esclarecer quaisquer dúvidas sobre a temática abordada.


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entrevista

Ismael Carmena, Diretor Geral da Hella Espanha e Portugal

“Este ano será o melhor dos últimos cinco anos”

c

omo posiciona a marca Hella no mercado ibérico e especialmente em Portugal? Como fornecedor global da indústria automóvel, e precisamente agora que acabámos de completar meio século de história, podemos dizer que a Hella já é uma marca consolidada e conhecida no mercado ibérico. Somos reconhecidos no mercado como uma marca de qualidade, design e tecnologia de ponta no automóvel. No entanto, o nosso posicionamento histórico é de um fornecedor especializado em Iluminação, Eletricidade e Eletrónica, especialmente em Portugal. Desde que em janeiro de 2012 começámos a operar diretamente em Portugal através de uma filial comercial em Lisboa, o nosso objetivo mais importante foi o de consolidar a nossa rede de distribuição, que tem crescido à medida que incorporamos todas as novas linhas de produtos como o BEHR Hella Service na área de produtos de refrigeração e climatização e mais recentemente com a gama de sistemas de travagem, Hella Pagid Break System. Em suma, pretendemos ser um fornecedor global em 7 ou 8 linhas principais de produtos como são as mencionadas anteriormente, mas também em outras linhas muito importantes na área de manutenção tais como os motores e alternadores, as baterias, as escovas e as lâmpadas. Que principais mudanças sofreu a Hella em Portugal num passado recente? Em primeiro, estar presentes diretamente com a nossa organização e a nossa própria equipa comercial. Em segundo lugar, desenvolver uma política comercial e de marketing muito mais direta e próxima dos nossos clientes. O objetivo é dar a conhecer todos os produtos da Hella e trabalhar com uma rede de distribuidores para que possam ser nossos parceiros a médio prazo. As cifras do primeiro semestre de 2013 estiveram dentro das expectativas no mercado ibérico? Sim, as cifras do mercado ibérico estão em linha com as expectativas do grupo e

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com a situação atual. Além disso, podemos dizer que este ano será o melhor dos últimos cinco anos, com um crescimento em vendas de dois dígitos no mercado ibérico. As cifras em Portugal, são realmente excelentes ao irmos adicionando novos produtos e novos parceiros. As expectativas são também muito boas já que temos muita margem para melhorar e crescer nos próximos anos no mercado português. No caso do Grupo Hella Internacional, os números são igualmente positivos. No último ano fiscal registou-se uma faturação total de 5.000 milhões de euros, o que representa um crescimento de 4 % em relação ao ano anterior. Que factores contribuem fortemente para o sucesso da Hella? A Hella é uma marca de prestígio e qualidade, tanto pela sua história como pela sua ampla gama de produtos, sempre atualizada e com acordos e alianças estratégicas com os principais fabricantes. Têm sido um verdadeiro sucesso as nossas joint-ventures em termocontrolo, diagnóstico e sistemas de travagem. No caso do mercado ibérico e apesar das dificuldades económicas que padecem no nosso setor nos últimos anos, acreditamos humildemente que os nossos principais fatores de sucesso têm sido uma diversificação do negócio, a nossa seriedade e compromisso com os nossos distribuidores e a nossa atrativa oferta de produtos de qualidade de primeiro equipamento a preços competitivos. Somos atualmente um dos poucos fornecedores que oferece uma da gamas mais completas e de maior qualidade aos distribuidores, loja e/ou oficina. A Equip Auto foi um grande acontecimento para o aftermarket em 2013… quer nos fazer um resumo do que a Hella mostrou na feira de Paris?

A Equip Auto é uma das feiras mais importantes do setor e com a Hella quisemos estar muito presentes com todos os nossos produtos e novidades. No entanto, a estrela desta edição, foi a Hella Pagid, a nossa recente Joint-venture para comercializar sistemas de travagem com qualidade de competição. Graças à Hella Pagid somos fabricantes e especialistas de primeiro equipamento com as mais recentes novidades em pastilhas de travão, discos, maxilas e tambores, entre outros produtos. Atualmente, oferecemos uma das mais amplas coberturas do mercado tanto em pastillas como em discos de travão, cobrindo 98% do parque europeu de veículos ligeiros. Uma mensagem a todos os profissionais da reparação automóvel. Na HELLA encontrarão sempre um parceiro sério e fiável para o seu negócio, capaz de adaptar-se às suas necessidades e mudanças tecnológicas do automóvel no futuro próximo.


Reportagem Texto e Fotos: Joana Besugo

DIAS ABERTOS CEPRA

O CEPRA realizou, entre os dias 13 e 15 de Novembro, a iniciativa “Dias Abertos Cepra” que contou com um conjunto de várias actividades de interesse entre as quais o concurso para “Melhor Mecatrónico Automóvel”

o

CEPRA, Centro de Formação Profissional da Reparação Automóvel, realizou nas instalações do Prior Velho, de 13 a 15 de Novembro, a iniciativa Dias Abertos CEPRA, que incluiu um conjunto de actividades de interesse, das quais se destacaram: o WorkShop (Recursos humanos, formação e competitividade – dirigido a empresários do sector e responsáveis de Recursos Humanos/Formação), o concurso “Melhor Mecatrónico Automóvel” e uma exposição de equipamento/material para

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o sector automóvel. Segundo António Caldeira, director do CEPRA, “quem não aparece, esquece (ou não existe)” e foi esse um dos motivos que levou o CEPRA a organizar este evento. Outro dos motivos, foi poder mostrar que o CEPRA é realmente a organização de referência a nível nacional na reparação automóvel em termos de formação “temos que ser capazes de demonstrar às pessoas e às organizações que somos esse tipo de organização, daí termos pensado neste evento”. Foram chamados “Dias Abertos”, uma vez que foram 3 dias em que qualquer pessoa, a nível individual ou colectivo, poderia vir ao CEPRA e assistir

às actividades organizadas “realizámos sub eventos de forma a tornar ainda mais atractiva a vinda ao CEPRA (…) os visitantes inclusivamente também poderiam fazer tarefas para experienciar a dificuldade associada a cada profissão”. O concurso de “Melhor Mecatrónico Automóvel”, teve como objectivo seleccionar o representante do CEPRA nas diversas fases dos Campeonatos das Profissões, de forma a manter os bons resultados obtidos no ciclo anterior: Vice-Campeão Europeu e 4º classificado, entre 35 países, no 42º Campeonato Mundial das Profissões, tendo ainda obtido o prémio “Besto f Nation”.


BRUNO MARQUES – Formador

Qual a importância dos prémios “Melhor mecatrónico automóvel”? Para o CEPRA, enquanto entidade formadora, a importância é muito grande porque por um lado dá-nos uma ideia de qual é ou qual poderá ser o nosso concorrente para representar o centro em competições nacionais e, eventualmente, internacionais e depois porque pedagogicamente e internamente, cria um espirito de competição e de querer saber mais entre os concorrentes e isso faz com que todos consigamos evoluir em conjunto.

BRUNO SOUZA – Vencedor “Melhor Mecatrónico Automóvel”

Estou muito feliz por ter conseguido esta colocação. Estava à espera, não do primeiro lugar mas talvez do segundo, então quando soube fiquei muito contente. Tinha-me preparado muito bem para este concurso e dei o meu melhor.

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formação

CEPRA - Projeto e-cursos O CEPRA lançou em outubro de 2013 o projeto e-cursos, que se traduz na oferta de cursos de formação a distância ministrados nas modalidades de e-learning

o

que são cursos baseados na internet O b-learning é a combinação da modalidade presencial com a modalidade e-learning, conciliando formação a distância com sessões presenciais para trabalho prático em oficina. A metodologia b-learning será provavelmente a de maior aplicabilidade ao setor automóvel e que permitirá melhores resultados já que permite reduzir o tempo de ausência no posto de trabalho, não descurando o necessário treino na execução de trabalho prático, e de manuseamento de equipamentos. Adapta-se ao estilo, ritmo e conhecimentos prévios de cada formando, conferindo-lhe um papel mais ativo no processo de aprendizagem. É uma modalidade aliciante e motivadora, tornando-se atrativa quer para os formandos quer para as empresas. Vantagens para as empresas Os custos e o tempo associados aos transportes e o tempo de ausência do posto de trabalho representam para as empresas cerca de 90% da totalidade dos custos associados à formação profissional. Por este motivo, os cursos a distância são, sem qualquer dúvida, uma vantagem para os empresários. Como não exigem infraestruturas para a formação (salas de aulas, equipamentos, entre outros), os custos de formação são significativamente reduzidos. Desafios para os formandos Para otimizar os resultados, há que motivar e informar os profissionais sobre esta nova metodologia de formação, pois, ao contrário do que se pensa, o b-learning não obriga a grandes conhecimentos de informática, e mesmo a inclusão de públicos com baixas habilitações é feita com alguma facilidade. Os formandos constroem o seu percurso ao seu ritmo, em qualquer altura e em qualquer lugar definindo o tempo necessários à conclusão das suas aprendizagens. Mas não estão sozinhos, contam com o apoio de um tutor e uma equipa pedagógica. Em conjunto, definem as tarefas semanais e os recursos didáticos a utilizar em cada módulo, transformando a experiência num verdadeiro processo de e-coaching, que assegurará a consecução do percurso de aprendizagem definido pelo/com o formando, com a qualidade desejada.

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Envolvimento conjunto das empresas e dos formandos Dadas as características muito próprias deste tipo de formação, que exige uma grande disciplina pessoal, organização, motivação e capacidade de autoestudo, os melhores resultados são conseguidos quando há o envolvimento conjunto das empresas e dos formandos no planeamento e tomada de decisão sobre a formação. A duração de cursos de formação a distância deve ter em conta se a realização das atividades de aprendizagem é feita exclusivamente à custa do formando e nas suas horas de não ocupação profissional, ou se é feita dentro das horas de trabalho. Quando a formação é realizada em horário laboral, é muito importante o envolvimento da empresa, de forma a evitar interrupções durante o estudo, e assegurar que o formando perceciona se atinge objetivos concretos, através não só da avaliação proporcionada pelo próprio curso, mas também na capacidade de resolver problemas, potenciada na transferência das competências adquiridas para a atividade profissional. Desafios para o CEPRA Para o CEPRA este projeto constituiu, e continuará a constituir, um verdadeiro desafio pois é necessário criar conteúdos de formação para utilização nas plataformas b-learning, simples, interativos e objetivos, sendo de particular importância a relação que se tem de estabelecer entre os autores do conteúdo, os especialistas na adaptação desses conteúdos

para b-learning, e os tutores que acompanham o processo formativo. Muitos dos formadores ainda estão centrados numa lógica de transmissão de conhecimentos presencial, e a adaptação para modelos b-learning, colaborativos e sistemas tutoriais fortemente ativos não é fácil, mas é absolutamente decisiva para a qualidade do sistema e consequente sucesso dos formandos. Alargar a oferta O primeiro curso disponível em formato b-learning é o curso veículos elétricos, a que se seguirá o curso Sistemas Híbridos, mas em 2014 está previsto o alargamento da oferta de módulos neste formato, que visam acompanhar a evolução tecnológica. Será também possível desenvolver “formação à medida” visando dar resposta personalizada às necessidades específicas de empresas.


BREVES TRW AUTOMOTIVE anuncia novo Director Executivo de Operações

TRW Automotive Holdings Corp. (NYSE: TRW), anunciou que, a partir de 1 de Janeiro de 2014, o cargo de director executivo de operações será assumido por Patrick Olney, o actual presidente da Volvo Construction Equipment, uma unidade de negócios do Grupo Volvo avaliada em 10 mil milhões de dólares. Patrick Olney reportará directamente a John Plant, presidente geral e director executivo da TRW Automotive. Pat

ficará baseado em Livonia, Michigan, sujeito a aprovações governamentais.. Pat irá substituir Steve Lunn, o actual director de executivo de operações da TRW, que anunciou a sua intenção de se aposentar a partir de 28 de Fevereiro de 2014. “Steve Lunn, o nosso director executivo de operações desde 2003, tem sido essencial para a transformação da TRW Automotive na empresa de sucesso que é hoje.Cada um de nós irá sentir a falta da sua liderança”, afirmou John Plant, presidente geral e CEO. “Pat Olney é um executivo sénior prático, financeiramente astuto, com experiência a nível global e com 18 anos de experiência em funções de crescente responsabilidade na Volvo Construction Equipment. Tenho imenso prazer em que um executivo com a experiência global e o bem sucedido percurso de Pat se junte à nossa equipa na TRW. O seu estilo operacional e a sua objectividade complementarão a nossa equipa actual de executivos de talento. A sobreposição de Pat e Stev irá garantir uma transição suave e a continuidade operacional”, acrescentou John Plant. Pat iniciou a sua carreira com a Price Waterhouse no Canadá.Em 1995 juntou-se à Champion Motor Grader em Goderich, Ontario, no Canadá, onde assumiu várias funções na área financeira. Pat foi nomeado director financeiro executivo da empresa de motoniveladoras após a Champion ter sido adquirida pela Volvo Construction Equipment. Em 2002, Pat mudou-se para a sede da Volvo Construction Equipment em Bruxelas, na Bélgica para se tornar o seu director financeiro executivo. Após desempenhar esta função, Pat regressou ao

Canadá, onde se tornou presidente da linha de negócio de motoniveladoras Volvo de 2004 a 2007. Quando a Volvo Construction Equipment adquiriu a Ingersoll Rand, empresa dedicada ao desenvolvimento rodoviário, Pat mudou-se para a Pensilvânia para dirigir a divisão combinada de maquinaria rodoviária. Regressou a Bruxelas em 2009 para assumir funções de vice presidente executivo de operações da Volvo Construction Equipment, tornando-se em 2011 presidente e CEO, posição que detém até hoje. Pat tem uma Licenciatura em Administração de Empresas pela Ivey Business School da Universidade de Western em Ontario, no Canadá.

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Reportagem Texto e Fotos: Joana Besugo

“EVENTO COM CLIENTES” SODICOR/SPIES HECKER Parceria forte Sodicor / Spies Hecker proporcionou interacção sólida entre clientes e elementos das duas empresas.

a

Sodicor, empresa dedicada ao mercado de tintas, equipamentos e acessórios de pintura para os mercados da reparação automóvel construção civil e industria, organizou, no passado dia 16 de Novembro, um Evento para os seus clientes, com a sua representada Spies Hecker. O Evento consistiu na realização de um Rally

Paper, seguido de um almoço de convívio. Após o almoço, foram sorteados alguns brindes da Spies Hecker pelos clientes da Sodicor e foram também atribuídos os prémios aos primeiros classificados do Rally Paper. Os restantes, receberam uma medalha de participação como forma de agradecimento pelo empenho e boa disposição durante as actividades. Segundo Joaquim Lavos, administrador da Sodicor, esta é uma repetição daquilo que têm

feito há muitos anos, desde os 5 anos da Sodicor, há quase 25 anos atrás. “Este é mais um (evento Sodicor). Interessa-nos muito confraternizar com os nossos clientes, sobretudo neste período difícil, nesta vida difícil para todas as empresas. É com muito gosto que temos este número tão grande de pessoas a confraternizar connosco e dar-lhes algum alento para os dias difíceis que vivemos”.

Manuel Monteiro – Country Business Supervisor Spies Hecker

Como está a correr a parceria com a Sodicor? A parceria com a Sodicor está a ser extremamente saudável e há uma palavra aqui dentro da sala que diz tudo: “Uma parceria sólida” desde há muitos anos.

Joaquim P. Lavos – Administrador Sodicor

Porque é que é importante trabalhar com uma marca como a Spies Hecker? É muito importante. É uma marca que já nos habituámos há muitos anos, é uma marca de topo, uma marca de primeira linha na repintura automóvel. Portanto não tenho duvida nenhuma em recomendá-la aos clientes da Sodicor.

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Anecra Revista Nº 315 Novembro 2013  

Revista Mensal da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel.

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