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A Astra começa o ano sob a gestão de Gílson Lacerda, com algumas novidades para o ano de 2016, como a implantação de nossa Assessoria Jurídica dentre em breve, e novos planos telefônicos com a Vivo e a Claro, bastante atraentes, principalmente para o associado que ainda não possui um de nossos pacotes. O tradicional campeonato de futebol, sob o comando de Kolberg Luna, também sofrerá mudanças para se tornar mais interessante. Neste ano será disputado em forma de Copa, bipartida em externa e interna. Esta última será disputada apenas por atletas servidores, com a possibilidade (e esperada) participação de filhos, enteados, esposos e companheiros de nossos associados. Já que estamos em início de semestre letivo, fique atento também aos convênios com escolas, cursos de idiomas, faculdades e academias que estão disponíveis em nossa página na internet. Com vista à preparação para a XV ONJT - Olimpíada Nacional da Justiça do Trabalho - que será realizada em Natal no segundo semestre, brevemente serão iniciados os treinamentos das modalidades esportivas tradicionalmente promovidas pela Astra, dando destaque para o futebol, o voleibol (de quadra e areia), o atletismo e a natação. Aguardem notícias.... Motivo de preocupação é o nosso convênio com a Unimed Natal. Nos dois últimos anos conseguimos renová-lo com reajustes bem inferiores aos pretendidos pela operadora. As negociações não foram fáceis, diante da inflação dos materiais e serviços de saúde, quadro que impacta de forma direta o nosso plano coletivo. O cenário para a negociação sobre o reajuste de 2016, que valerá a partir de setembro, não é dos melhores. Na primeira reunião do ano a Unimed já informou déficit no contrato, certamente preparando o nosso espírito para propor reajuste em patamares mais elevados. A Astra, como sempre, fará o seu melhor para manter os reajustes dentro de nossa realidade salarial atual, mas devemos nos preparar para um panorama em que os serviços de saúde serão cada vez mais caros, especialmente pelo aumento da longevidade e da procura crescente dos serviços médicos. Infelizmente, não podemos tratar o cartão do plano como um cheque em branco, porque como dizem os economistas "não há almoço grátis". Não há mágica, o custo se refletirá nos reajustes. Temos que fazer a nossa parte e usar com parcimônia o plano de saúde para evitar o desequilíbrio financeiro do contrato, e melhorarmos nossa posição na mesa de negociação. Falando em despesas, nesse início do ano fomos "surpreendidos" com cortes no orçamento do Judiciário Trabalhista da ordem de 29,61% para o custeio (despesas correntes) e 90% para investimentos. Várias obras e ser-

viços serão afetados, como o programa de ginástica laboral, que será cancelado, e os contratos de prestação de serviços de mão de obra, que serão reduzidos, só para ficar em dois exemplos. Sem falar de nossa recomposição salarial, uma novela cujos capítulos todos conhecemos. O prejuízo é imenso, pois diversas obras, serviços e programas terão que ser adiados. Surpreendidos, na verdade, não é a palavra mais apropriada, pois o Brasil vem descendo ladeira abaixo praticamente desde 2014. Infelizmente, depois de 27 anos da queda do Muro de Berlim, que pensávamos ter sepultado de vez o fantasma comunista, vemos o triunfo de um modelo de desenvolvimento populista, movido a propagandas e slogans vazios, sem correspondência nas ações, resultando na lastimável situação político-econômica de nosso país, que no ano de 2015 teve recuo do PIB em torno de -3%, caminhando para outra queda em 2016, talvez de igual montante. Os mestres Luiz Gonzaga e Zé Dantas já advertiam em 1953, que "uma esmola, para o homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão” (canção Vozes da Seca), conceito que mais de 60 anos depois, está na gênese do programa "bolsa-família", o mais representativo do modelo econômico escolhido pelo Governo Federal para "salvar" nosso povo da pobreza, mas que infelizmente não trouxe nem trará emprego e renda definitivos. Enfim, nesse cenário de crise em 2016, sustentável deve ser a palavra de ordem, e transmite a ideia de comedimento, de equilíbrio, de moderação no uso dos recursos. Então, não tem outro jeito, vamos tentar fazer o mesmo com menos........ Fábio Maroja Jales

Rua Professor Paulo Vieira Nobre, 1648 - Lagoa Nova - Natal/RN - Tel.: (84) 3206-1132 www.astra21.org.br - contato@astra21.gov.br Diretoria: Presidente - Francisco Gilson Vieira de Lacerda Vice Presidente - José Marcelo Lira Teixeira 1º Secretário - Margareth Magda de Souza Lira

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2º Secretário - Cláudio Bulhões de Lima 1º Tesoureiro - Fábio Maroja Jales Costa 2º Tesoureiro - Max Alexandre Campos

astrarn.astra

Redação: Diretor: Fábio Maroja Colaborador: Kolberg Luna

foto: Marina teotônio

Editorial

Astra21 Editora: Leane Fonseca Diagramação: Edilson Martins


Notas sobre lembranças Por Carmen Vasconcelos (carmen@trt21.jus.br)

Há trinta e um anos, quando ingressei na Justiça do Trabalho, o Tribunal tinha sede em Recife, jurisdição sobre quatro (ou seriam cinco?) estados, e as Varas do Trabalho eram juntas de conciliação e julgamento. Às mudanças gigantescas ocorridas de lá para cá, na estrutura da Justiça do Trabalho, corresponderam modificações nas relações entre os servidores. Passamos de um núcleo pequeno a um mundo. Nossas histórias pitorescas (que eram muitas) foram diluídas. Há trinta e um anos, todos nos conhecíamos e tínhamos até mesmo certa intimidade. Não falo nem dos que se tornaram grandes amigos, mas dos que eram próximos pelo fato simples de muito conviverem. Desse tempo, sobrevivem muitas lembranças. Algumas dessas lembranças foram em mim avivadas por uma coluna do poeta Carlos Gurgel, publicada no jornal Tribuna do Norte em junho de 2015, que falava de um antigo colega, oficial de justiça lotado na antiga segunda junta. Ele se chamava Danilo Coelho Pereira. Para nós, inseridos na formalidade do serviço público. Porque para o resto da cidade ele era Dani Coper (pronunciava-se Cooper, à maneira inglesa). Irrequieto, sempre um tanto apressado, mas gentil e engraçado, Danilo era, fora do seu papel de oficial de justiça, um “bon vivant”. Um boêmio, como revelou o poeta Gurgel. Dani tinha outra profissão, além do serviço público. Era fotógrafo. Amava a fotografia. Gravou em suas lentes a cidade, as pessoas da cidade. Revela o seu amigo Gurgel a preferência pelas coisas simples das ruas e da praia dos artistas, aonde ia todos os dias; e também pelos carnavais do América, para os quais se fantasiava todos os anos. Gostava também de celebrar madrugadas, diz ainda Gurgel, que define Dani como “personagem inesquecível de uma película preciosa”. Não conheci esse lado de Dani. Para mim, aliás, era Danilo, o oficial de justiça que, ao lado de Laércio, levava os expedientes que preparávamos. Fora da boemia, Danilo vivia às voltas com ofícios, notificações, mandados. Naquela época, publicações oficiais só aconteciam quando as partes não eram encontradas. Os correios eram um meio de comunicação, mas o protagonismo era mesmo dos oficiais de justiça. Para o bem e para o mal. Muitos encontros entre esses servidores e os executados acabavam em situações desagradáveis, com a recusa dos executados em acatar a execução. Outras vezes, havia situações pitorescas. Danilo protagonizou uma dessas. Foi assim: um belo dia, aterrissou na segunda junta um cidadão “com um quente e dois fervendo”. Danado da vida. Com o cão nos couros. Furibundo. Era um executado, indignado com o fato de estar sendo executado. Foi atendido por Tetê Campos, servidora exemplar, que prontamente lhe solicitou que contasse sua história do seu jeito, a sua versão das coisas, e perguntou se o oficial de justiça havia estado no seu estabelecimento. Ao que, prontamente, bradou o cidadão: “Oficial de Justiça? Não sei. Só sei que chegou lá um ‘cabinha’ desse ‘tamaninho’, com um bigode de vassoura.” Tinha sido Danilo, que usava um bigode imenso. Acho que o bigode era sua marca registrada. Deve ter sido difícil para Tetê segurar a gargalhada, diante do homem enfurecido. E resultou que o tal episódio foi fonte de diversão na junta por vários dias. Não sei se Danilo chegou a saber disso. Dani Coper faleceu há alguns anos. Estava aposentado. Imagino que poucos dos que hoje trabalham por aqui o conheceram, mas fica esse registro.

Junkie Music Ugo Monte Para ouvintes não iniciados no universo da Música Pop, normalmente um pouco mais velhas, é comum rotular todo o tipo de música falada em inglês de “música americana” e o raciocínio é simples, se quase tudo que vêm de fora (pelo menos antes da popularização dos produtos chineses), vem dos Estados Unidos, a música falada em inglês é, obviamente, americana. É o que ocorre na onipresença de Hollywood na cultura cinematográfica, vale também para a “linguagem virtual” disseminada pela Internet, ou para os enlatados americanos multiplicados pelos cabos das TVs por assinatura, enfim, comemos junkie food, levamos os filhos pra passear nos malls da vida e por aí vai... Desde os anos 60 que se fala de uma aldeia global, hoje, uma realidade concreta potencializada pela web, que, não se esqueçam, é americana, apesar do www. No caso da música, ainda bem, essa regra tem exceção. É claro que, num mercado global, quem fala (ou canta) na língua dos bretões atinge um público muito mais amplo, tanto que gêneros tão diferentes quanto a islandesa Bjork ou o grupo brasileiro Sepultura optaram por esse caminho, mas a questão não é apenas essa. Apesar do rock and roll ter nascido na América, foi na terra da Rainha que ele se reinventou e ganhou sua dimensão global. Nos anos 60 foram os Beatles e os Rolling Stones que fizeram a cabeça dos “babyboomers” nascidos no pós-guerra. Nos 70, o rock se tornou progressivo com o Pink Floyd, Genesis, Yes, e se transformou em metal pesado com o Led Zepellin e o Deep Purple. No final da década, o punk rock dos Pistols e do Clash deram vazão aos anseios dos filhos da classe operária britânica. Nos 80, os loiros brancos do Police subverteram o reggae negro de Bob Marley e os remanescentes do soturno Joy division criaram uma “nova ordem” no pop. Surgiam as vozes angustiadas de Morrisey e Robert Smith e o rock politizado do U2, numa Irlanda ainda assolada pelos conflitos entre o Ira e o decadente Império Britânico. Nos 90 a dinastia Gallagher dos bad brothers do Oasis reinou absoluta até o surgimento do Coldplay, que são atualmente os queridinhos da mídia, ícones de uma geração politicamente correta que defende causas ambientais e humanitárias. Na música pop, são os britânicos, e não os comedores de Big Mac, que dão as cartas, desde sempre, ao contrário do que diz o senso comum. Há, no meu entender, uma fronteira muito bem definida: enquanto no Reino Unido se faz música, os americanos fazem marketing. Ingleses (e irlandeses, claro) gostam de rock and roll, yankees gostam de showbizz. O rock inglês fez e faz história, a música americana é um produto da indústria fonográfica, e como tudo por lá, tem que dar lucro, não tem que ter conteúdo. Acerca de tudo isso, há um exemplo pontual: Bono usa sua imensa exposição na mídia para levantar bandeiras importantes como o perdão das dívidas do terceiro mundo ou a necessidade de se conter o avanço do aquecimento global, e não se diga que a maior banda de rock depois dos Beatles precisa disso para vender seu peixe. O que o líder do grupo irlandês percebeu que a sua voz poderia ser ouvida muito além do universo da música pop e que esta poderia ser usada concretamente para mudar as coisas, ou pelo menos contribuir pra isso. Essa sempre foi a essência do rock, a atitude. Não bastava apenas entoar os versos de Sunday, Bloody Sunday, era possível fazer alguma coisas para que episódios como esse, da história recente da Irlanda, não se repetissem. Na terra de Tio Sam, a versão é muito mais importante que a verdade, e os pop stars expõem-se ao ridículo para estar na mídia, como diz o surrado jargão: falem mal, mas falem de mim, e quando não falam, é preciso criar factóides para vender revistas de paparazzi ou aparecer em talk shows, que são mania nacional e índices de popularidade para as inúmeras e efêmeras celebridades. Para aparecer vale tudo: beijo homossexual em entrega de prêmio; raspar o cabelo e ser fotografada saindo de festa sem a roupa de baixo; ser presa dirigindo embriagada ou brigando em bar; ser flagrada roubando em lojas de grife: escrever música dizendo que vai matar a mãe; encobrir o rosto dos filhos com véus soturnos e trocar de pele para virar branco; adotar visual e codinome de serial killer. Não há dimensão para o bizarro e o grotesco, só o que é inadmissível é o ostracismo. Nos EUA, agentes são muito mais importantes que produtores musicais, por que, cada vez mais, a música ficou relegada a um detalhe insignificante. Tudo se reduz a samplers e batidas manjadas, não tem melodia, nem muito menos letra. Não é pra ouvir, é pra assistir o clip, então a coreografia é mais importante que a música, o sex appeal é mais importante que a voz. Americanos gostam de lixo e luxo e a produção é, como sempre, megalomaníaca. No país que inventou a cultura do descartável, nada pode ser mais exemplar que a música americana. fevereiro - 2016

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Esporte

Campeonato de Futebol terá novo formato

O campeonato de futebol da ASTRA 21, ao longo desses 16 anos de vida, tem sido um dos eventos sociais mais celebrados, servindo não somente para o lazer e a prática desportiva, mas também para a formação de amizades, descoberta de talentos e um jeito de se manter em forma. O primeiro campeonato, em 2000, tinha oito equipes e sete eram compostas de servidores, à exceção da então Associação dos Advogados Trabalhistas de Natal. Na primeira carga de servidores do TRT 21, entre os que vieram da 13ª Região e os novos concursados chamados em 1992, muitos eram atletas bons de bola - e sustentaram uma acirrada pelada semanal. Ao longo desse tempo o desgaste físico fez com que boa parte dos atletas que participaram das primeiras edições naturalmente fosse “pendurando as chuteiras”, enquanto os novos concursos não traziam tantos servidores com aptidão para o esporte. Com isso, o campeonato foi ficando desfalcado, até que se deu oportunidade para chamar pessoas de fora para completar os times. Essa prática trouxe o lado positivo, que foi a manutenção da tradicional brincadeira a cada sábado

com o aumento do nível técnico das equipes. Por outro lado, o associado começou a se afastar. Pensando exatamente no retorno dos peladeiros oficiais e na tentativa de apresentar um novo formato de competição, a nova direção da ASTRA 21 decidiu fracionar o campeonato em duas Copas paralelas: uma Interna, com a participação de servidores e magistrados associados e seus dependentes (filhos, enteados, esposos e companheiros), e uma Externa, com a presença de qualquer pessoa – inclusive o associado – desde que tenha a idade mínima que é 40 anos. Ao associado não é imposto qualquer limite de idade. A maior novidade é que os goleiros de cada equipe da Copa Interna necessariamente deverão ser servidores/magistrados associados. Os jogos serão disputados no sábado pela manhã, em sistema de ida e volta, com semi-finais e final. A competição começará com o Torneio Início já marcado para 20.02.2016. O campo da ASTRA 21 esteve interditado durante o mês de janeiro e parte de fevereiro para os reparos e a manutenção necessária a fim de proporcionar todo o conforto para os atletas.

Os jogos serão disputados no sábado pela manhã, em sistema de ida e volta, com semi-finais e final.

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Olimpíada Nacional da Justiça do Trabalho será em Natal A edição da 15ª ONJT voltará a ter Natal como sede após 12 anos. Em 2004 fomos os anfitriões da festa que a partir de então se tornou a maior ferramenta de participação de servidores da Justiça do Trabalho do país. Se em 2004 estiveram presentes representantes de 11 Estados – Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – em 2016 teremos a presença de todos os Estados da Federação além da delegação do Tribunal Superior do Trabalho, com estimativa de recebermos mais de 1.000 colegas de todo o território nacional. A ONJT é um evento com o apoio da Associação Nacional dos Servidores do Judiciário Trabalhista – Anastra, que tem a presidência de um colega integrante do TRT 21, Yonaldo Carlos (SESEI), participante dos jogos desde 2002. Entre as modalidades disputadas teremos o atletismo, basquete, ciclismo, damas, dominó, futebol society, futebol de mesa, futsal (master e livre), futevôlei, handebol, natação, pesca, tênis de campo, tênis de mesa, tiro, voleibol, vôlei de

areia (dupla e quarteto) e xadrez. A ASTRA 21 já foi campeã geral dos jogos nas edições de 2004 (Natal) e 2012 (Gramado/RS) e sempre tem participação destacada. A competição será realizada durante uma semana no mês de novembro e conta com o total apoio institucional do TRT 21, por meio de sua Desembargadora-presidente Joseane Dantas dos Santos, que por meio da Portaria nº 778/2015 criou comissão organizadora dos jogos. Você servidor que já foi atleta nos tempos de colégio ou de universidade, por que não voltar a praticar seu esporte favorito e ajudar a ASTRA 21 a triunfar outra vez??? É nossa obrigação fazer uma boa campanha e gostaríamos de contar com a maior participação possível de atletas. As competições individuais de atletismo, natação e tênis de campo, além do futsal no coletivo são divididas por faixas etárias a fim de que exista uma igualdade de condições de disputa. As equipes começam seus treinamentos a partir de fevereiro, entre elas o atletismo, a natação e o voleibol de quadra. Para qualquer informação procure a sede da ASTRA 21. fotos: arquiVo

Lembrança de 2004 quando fomos os anfitriões da ONJT

ASTRA 21 busca parceria com a presidência do TRT 21 para estimular o esporte e o lazer A Diretoria da ASTRA 21 recém-eleita apresentou a administração do TRT 21 uma proposta para que a atividade anual conhecida como “Dia da Saúde” fosse fracionada ao longo do ano com diversas atividades físicas, facultando a participação do servidor. Com isso, um calendário poliesportivo foi apresentado a fim de estimular a participação do maior número possível de servidores nas atividades. O calendário ficou assim definido: 20/02 – Caminhada/Corrida 26 e 27/02 – Xadrez, Damas e Dominó 02/04 – Ciclismo 10/04 – Pesca 30/04 – Basquete 13 e 14/05 – Vôlei/Vôlei de Areia

27 e 28/05 – Futebol de Mesa 18 e 19/06 – Natação 09 e 10/07 – Atletismo 06/08 – Passeio Ciclístico/Tênis de Mesa 27/08 – Tiro 28/08 – Futevôlei Novembro – XV Olimpíada Nacional da Justiça do Trabalho A intenção é a de que o “Dia da Saúde” seja multiplicado com diversas atividades esportivas que também servirão de estímulo e treinamento para a Olimpíada. Além desses eventos a ASTRA 21 já programou outras atividades festivas ao longo do ano: São João (23/06) Semana do servidor (24 a 28.10) Confraternização de fim de ano (01.12) fevereiro - 2016

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Prestação de serviço 6

Novidade na Astra

Associação terá Setor Jurídico O novo presidente da Astra 21, Gilson Lacerda, ao assumir a diretoria da associação no mês de janeiro deu início a uma série de trabalho em prol do desenvolvimento da instituição, entre as medidas adotadas foi a implantação do Setor Jurídico. O novo departamento foi criado para que o servidor se sinta amparado em suas necessidades. Para Gilson Lacerda, além de suprir uma demanda que existia neste setor especifico, é também função da entidade oferecer este tipo de atendimento. “Já tivemos antes um escritório terceirizado que nos prestava assessoria, agora vamos ter o serviço em nossa própria instituição gerando um atendimento ainda mais eficaz para os associados”. O setor vai funcionar nas dependências da sede administrativa da Astra e, além de atender as demandas judiciais coletivas, vai atuar na esfera administrativa auxiliando o sócio desde consultas simples, como o pedido de aposentadoria, por exemplo, até ações mais complexas.

Conheça e usufrua dos convênios que oferecem benefícios aos associados O associado que costuma acessar o site da Astra 21 - www.astra21.org.br - pode observar a quantidade de convênios disponíveis em benfeitoria do mesmo e de sua família. São mais de 60 convênios que vão desde seguradora e corretora de seguros, passando por imobiliária, óticas, lojas de tecidos finos e de roupas masculina, feminina, íntimas e de alimentos, a chocolaleteria e frigorifico. Tem ainda escritórios de móveis planejados e de advocacia. É uma diversidade de opções para que o sócio possa usufruir das oportunidades oferecidas. Quem ficar atento ao site pode usufruir das promoções e dos descontos oferecidos com exclusividade ao servidor. Dentre os convênios vale a pena citar a lista de opções no ramo do entretenimento que inclui bares, restaurantes, pousadas, hotéis e resorts. Na área da educação a Astra 21 comemora as im-

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portantes parcerias com as escolas de línguas, o Complexo Educacional Contemporâneo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac e as faculdades (UnP, UNI-RN, Fanec e Estácio) além dos curso preparatório para concursos e escolas de dança. Na área de saúde a parceria abrange clínicas de odontologia, psicológica e terapia ocupacional, sem esquecer-se do bem estar proporcionado pelas clínicas de estética e academias. A diretoria da Astra reforça o servidor com relação aos convênios com a Cooperativa Odontológica Uniodonto e a Unimed Natal. Esta se destaca ainda pelo Clube do Cliente como o Teatro Riachuelo que oferece 50% de desconto ao associado, entre outras opções. Toda a relação dos parceiros do clube está disponível no site da rede de assistência médica. Outras opções da Astra 21 são os convênios com posto de combustível e empresa de lavagem de veículos.


Turismo

Destinos que valem a pena visitar em poucas horas Ainda estamos no verão, mas já é hora de se preparar para o inverno. Temos dicas para um fim de semana maravilhoso regado ao um friozinho da região serrana, pertinho de Natal.

Serra de São Bento - 2 horas de Natal Localizada na Região da Borborema Potiguar onde tem a cidade Monte das Gamelerias, conhecida pelo excelente Festival Gastronômico que reúne milhares de turistas todos os anos no mês de agosto. O Festival de Inverno na cidade de Serra de São Bento que acontece todos os anos no mês de julho também faz parte da programação de inverno da região que favorece também à prática do ecoturismo e esportes radicais como cavalgadas, trekking, moutainbike e trilhas pelo sertão estão entre as atividades mais procuradas pelos visitantes. Onde ficar: Pousada Pedra Grande www.pousadapedragrandern.com.br Roteiros de Charme www.roteirosdecharme.com.br/villasdaserra

Pousada Fulô da Pedra www.pedradaboca.com.br

Areia - 3 horas de Natal Situada na vertente oriental do Planalto da Borborema, a uma altitude superior a 600 metros, a cidade apresenta um clima agradável o ano inteiro. No inverno as temperaturas baixam consideravelmente, atingindo em torno de 12 ºC, o que é considerada baixa temperatura para os padrões tropicais e nordestinos. A localização estratégica do município proporciona também um quadro cênico natural, formado por paisagens que tornam Areia um dos lugares mais bonitos do interior do Brasil. Areia é a terra do pintor Pedro Américo, do escritor José Américo de Almeida e do Padre Azevedo, inventor da máquina de escrever, e de tantos outros filhos ilustres. Com cerca de 30 mil habitantes, localiza-se a 120 quilômetros da capital, João Pessoa. Onde ficar: Hotel Triunfo - www.hoteltriunfo.com.br Pousada vila real – www.pousadavillareal.com.br

As pousadas e hotéis sugeridos oferecem tarifas exclusivas para os sócios da Astra 21. Preparamos excursões rodoviárias para os que desejam comodidade e segurança. Contato: Telefone: (84) 3206-1132 WhatsApp: (84) 9 9135-0746 setorturismo@astra21.org.br fevereiro - 2016

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Pacote exclusivo para associados da Astra Fazenda Bom Jardim com o Engenho Mucambo Mário conheceu Chico Antônio, o maior cantador ou embolador de coco do Rio Grande do Norte, e que devido a beleza de suas composições, foi batizado pelo escritor de “Uirapuru de Vila Nova”

Por que conhecer o casarão da Fazenda Bom Jardim? Visitar a Fazenda Bom Jardim, no município de Goianinha, é fazer uma viagem no tempo. O velho casarão bicentenário construído no início do século XIX ainda guarda traços da arquitetura europeia de uma época onde o senhor de engenho ditava as ordens da política brasileira. O mobiliário permanece o mesmo de muitos anos atrás; a arquitetura inabalável mesmo diante da modernidade; retratos na parede, com as fotos dos que viveram naquele lugar, mostram o bom gosto na escolha do vestuário e a elegância da época; a religiosidade é presente, onde se vê a beleza e a imponência dos oratórios que guardam séculos de orações.

Mário de Andrade O casarão foi palco de um dos maiores acontecimentos do nosso Estado no século XX, ao receber o escritor Mário de Andrade, o mago da Paulicéia Desvairada, à convite de Antônio Bento, um dos grandes nomes da nossa cultura, ao lado de Câmara Cascudo. Foi quando

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Engenho Mucambo O município de Goianinha é um polo regional de produção de cana de açúcar desde o século XVII. Todos os 21 engenhos existentes no passado foram desativados por volta dos meados do século XX, com o advento da Usina Estivas que passou a produzir açúcar e álcool em larga escala. A Fazenda Bom Jardim, fundada pelo Coronel Antônio Bento de Araújo Lima, produziu a cachaça Sucurú de 1819 até 1967. O Engenho antigo encontra-se hoje desativado. A experiência secular da família determinou a retomada da fabricação de cachaça, através da implantação em 2003 do Engenho Mucambo, equipado com maquinário moderno, utilizando tecnologia de ponta, com extremo cuidado com a higiene e limpeza. Hoje, ele produz a cachaça Maria Boa.

Jornal da Astra-21 - Fevereiro/2016  
Jornal da Astra-21 - Fevereiro/2016  

Informativo da Associação dos Servidores do TRT da 21ª Região - Rio Grande do Norte

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