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PUBLITURIS O JORNAL DA INDÚSTRIA DO TURISMO

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DIRECTOR: RUBEN OBADIA

ANO XLII

PREÇO - 5.00 euros

TO’S

DESTINOS

TRANSPORTES

Full Services lança nova plataforma tecnológica

PIT com nova linha de apoio à criação e requalificação de centros de congressos

Classic International Cruises apresenta temporada de Verão

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UMA PUBLICAÇÃO

EDIÇÃO Nº 1125

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Noite de emoções

SEMANAL

DE JUNHO

2010

TAP TRANSPORTA MAIS DE 500 MIL PASSAGEIROS

Gala prestou tributo aos melhores do Turismo em

A TAP transportou mais de 500 mil passageiros nos primeiros 20 dias do mês de Junho, um acréscimo de 14,6% face ao período homólogo do ano passado, noticia a Lusa, que cita fonte oficial da transportadora. Entre Janeiro e 20 de Junho de 2010, segundo a referida fonte, a companhia aérea portuguesa “passou já os 3,8 milhões, mais 5% do que em igual período de 2009, prevendo-se que nas próximas semanas tenha já ultrapassado 2008, o que só não aconteceu já devido à quebra verificada nos períodos de Abril e Maio”. Meses afectados pela crise das cinzas expelidas pelo vulcão islandês. Segundo a transportadora, o crescimento resultou numa subida da taxa de ocupação em sete pontos percentuais, "sem um reforço da frota".

Portugal no ano transacto. Confira os melhores momentos numa edição muito especial...

The Oitavos, primeiro hotel do Grupo Quinta da Marinha, marca a entrada da empresa portuguesa na hotelaria de luxo. O investimento na propriedade situada em Cascais é de 40 milhões de euros e vai gerar 170 postos de trabalho directos. Luís Silvério, CEO do grupo, observa que a unidade “vem, sobretudo, complementar a oferta da Quinta da Marinha enquanto estância internacional de Turismo”. Implantado na envolvente do campo de Golfe Oitavos Dunes, e projectado em forma de "Y" por José Anahory, o hotel de 142 quartos e 16 suites de luxo posiciona-se no mercado de negócios e lazer e, a médio prazo, deverá gerar um volume de negócios entre os nove e os 13 milhões de euros. O hotel conta ainda com centro de conferências e ballroom com capacidade para 300 pessoas, Spa, piscina interior e exterior com água do mar, espaços exteriores e várias zonas de restauração.

João Reis

THE OITAVOS ABRE A 1 DE SETEMBRO

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MEETING INDUSTRY

Editorial

Editorial

Confexpo: tendência nas feiras do século XXI Pag. - 08

TO’S Em entrevista, Paulo Martins, da Full Services, anuncia uma nova plataforma tecnológica Pag. - 10-11

Club1840 quer estar mais próximo do retalho e retoma as brochuras com Disney Pag. - 12

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DESTINOS

Ruben Obadia robadia@publituris.workmedia.pt

PIT vai dinamizar turismo de negócios Pag. - 14

King’s Coast aposta nos paquetes de luxo em Cascais Pag. - 16

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H&R Campanha do Continente dá visibilidade e ocupação a hotéis do Algarve Pag. - 18

Lastminute.com em roadshow por Lisboa Pag. - 19

TRANSPORTES CIC apresenta parceria com Hotéis Dom Pedro e nova imagem Pag. - 20

20

União Europeia e EUA firmam acordo para a aviação Pag. - 21

PUBLITURIS O JORNAL DA INDÚSTRIA DO TURISMO

MEDALHA DE PRATA DE MÉRITO TURÍSTICO DO GOVERNO PORTUGUÊS MEDALHA DE MÉRITO TURÍSTICO DA APAVT

A crescer ano após ano

H

á uns anos, quando tive o prazer de coordenar a primeira gala do Publituris já como director do Jornal, evento que decorreu no Grande Real Villa Itália, em Cascais, um galardoado subiu ao palco e disse: “Atingiram o topo! Será difícil, ou mesmo impossível, fazerem algo melhor que isto”. Seguiu-se o evento no Castelo de Palmela, sob a égide das Pousadas de Portugal, e mais uma vez repetiu-se a ladainha. “Que isto é o topo” ou “evento insuperável”. E daí avançámos para o Castelo de São Jorge, numa noite memorável do turismo nacional. Os comentários foram “Perfeito”. Este ano arriscámos novamente, um risco com 300 kms de distância, um desafio à capacidade de mobilização do Jornal e à expressão nacional dos Prémios. E, mais uma vez, um evento à altura dos 42 anos da nossa história; à altura do sector do Turismo; e, acima de tudo, à altura de Belmiro Santos e de Nuno Rocha, os grandes obreiros da imprensa do trade em Portugal e fundadores do Publituris. Conseguimos reunir mais de cinco centenas de convidados, com o trade algarvio a marcar forte presença, como era de esperar. Não serei pretensioso ao afirmar que não deram o tempo por mal empregue. O Hotel Tivoli Victoria esteve esplendoroso, provando estar à altura de receber grandes eventos; o espectáculo foi digno e com classe (tirando alguns apontamentos dos Homens da Luta), e os Vencedores dos Portugal Travel Awards 2010 foram, de uma forma global, justos. Em alguns casos fez-se mesmo justiça tardia, mas adiante. E a provar que este evento veio para ficar, estão as dezenas de reportagens em jornais e rádios nacionais e regionais, sem esquecer a TVI 24H ou a TV Record. De ano para ano temos mostrado que o nosso limite é imposto pela nossa imaginação. E esta é a melhor mensagem que podemos passar a todos os nomeados. Uma palavra de apreço, que nunca pecará por repetitiva, aos nossos co-organizadores: Turismo do Algarve e Câmara Municipal de Loulé. E outra de gratidão aos Patrocinadores BES, Travelport e Turismo de Portugal. Quanto aos Parceiros, este Jornal é a expressão máxima da sua capacidade. Com empresas destas é impossível qualquer evento correr mal... E agora, depois dos Travel Awards, é esperar para depois do Verão os Trade Awards, este num formato mais sóbrio e com categorias mais técnicas. Em breve daremos conta das novidades.

fichatécnica N.º 1125

PUBLICAÇÃO SEMANAL SAI ÀS 6ª FEIRAS – FUNDADO EM 1 DE MARÇO DE 1968 • FUNDADOR NUNO ROCHA • PROPRIEDADE E EDITOR PUBLIOTEL - EMPRESA DE PUBLICAÇÕES TURÍSTICAS E HOTELEIRAS, LDA. - RUA GENERAL FIRMINO MIGUEL, N.º 3 - TORRE 2 - 3º PISO 1600 - 100 LISBOA • CONSELHO DE GERÊNCIA PEDRO CORRÊA MENDES, PEDRO FINO • DIRECTOR EDITORIAL RUBEN OBADIA • REDACÇÃO FÁTIMA VALENTE (EDITORA), LILIANA CUNHA, HUMBERTO FERREIRA, NORBERTO GOUVEIA, CARINA MONTEIRO, PATRÍCIA AFONSO, SÍLVIA LAZARY DE MATOS • ESTUDO GRÁFICO JOSÉ TEIXEIRA (DIRECTOR DE ARTE); RUI CAMACHO (PAGINAÇÃO) • FOTOGRAFIA JOÃO REIS, HUGO GAMBOA • COLABORADORES BELMIRO SANTOS, ANTÓNIO PAQUETE, CELESTINO DOMINGUES, JOÃO MENDES LEAL, MANUEL AI QUINTAS, NUNO LIMA DE CARVALHO, PEREIRA LAMELAS, SALVADOR ALVES DIAS, NEOTURIS, RDPE, VASCO CALLIXTO, NELSON CORTEZ, LUÍS DO NASCIMENTO FERREIRA • CORRESPONDENTES BRAGA - AGOSTINHO PEIXOTO (AGOSTINHOPEIXOTO@MAIL.TELEPAC.PT);

LEIRIA - MANUEL POÇAS DAS NEVES • DEPARTAMENTO DE VENDA DE INFORMAÇÃO (ASSINATURAS) CARMO DAVID, TELEFONE: 210 410 393 • DEPARTAMENTO COMERCIAL PAULA NORONHA (DIRECTORA), PAULA DE JESUS, HELENA UMBELINO, CARLA CARREIRA • EVENTOS & CONFERÊNCIAS ELSA GIL SOBRAL (DIRECTORA) 210410403/300 • PUBLICIDADE E ADMINISTRAÇÃO - DIRECÇÃO E REDACÇÃO RUA GENERAL FIRMINO MIGUEL, N.º 3 - TORRE 2 - 3º PISO; 1600 - 100 LISBOA; E-MAIL: GERAL@WORKMEDIA.PT; TELEFONE: 210 410 300 - FAX: 210 410 304 • IMPRESSÃO PERES-SOCTIP, S.A. - Estrada Nacional 10, Km 108,3 - 2135-114 Samora Correia • OUTRAS PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS PUBLITURIS HOTELARIA – REVISTA DE GESTÃO HOTELEIRA; PORTUGAL TRAVEL NEWS - EDIÇÃO BIMESTRAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA EM INGLÊS • DEPÓSITO LEGAL 4143 • INSCRITO NO ICS N.º 101 280 - ISSN 0870-2152 • CONTRIBUINTE N.º 500 224 609 • TIRAGEM 4 500 EXEMPLARES • ASSINATURA 180 € EUROS (ANUAL)

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Opinião

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~ OPINIAO Licínio Cunha

Precisamos de levantar o ânimo e as suas informações podem ajudar

Director do Curso de Turismo da ULHT

Senhor Ministro: “Vá para fora…cá dentro” O Ministro da Economia que, parece, também trata de turismo, ao reagir como reagiu

Dizer “faça férias ….cá dentro” é a mesmíssima coisa que dizer “compre produtos por-

a um apelo do Presidente da República revelou não ter ideias para o sector que tutela.

tugueses”. Mas isso também certamente repugna ao Ministro porque, vejam bem, se

Atravessamos a maior crise de sempre em situação de normalidade, que o Ministro da

todos os países do mundo fizessem o mesmo como íamos nós exportar? Então não se

Economia tem obrigação de conhecer, mas ainda não se lhe ouviu uma ideia, um pal-

pode dizer a ninguém que compre produtos portugueses porque isso seria um atentado

pite, uma opinião sobre como ultrapassá-la.

ás nossas boas relações internacionais!

Mas resolveu, na China, dizer dislates só compreensíveis por causa do “Jet leg”.

O Senhor Ministro da Economia não deve saber que os portugueses gastam em

Deveria era ter aproveitado para aprender com os chineses como se cresce no turismo:

Espanha praticamente o mesmo que os espanhóis gastam em Portugal (e são 4 vez

um país que há 30 anos não sabia o que isso era! Posso garantir-lho! Mas hoje já é o

mais) e que nós gastamos no estrangeiro, em média, 40% das receitas turísticas que

4º destino mundial.

auferimos (já chegou a ultrapassar os 45%) enquanto os espanhóis pouco ultrapassam

Em 1980 nem sequer constava das estatísticas internacionais de turismo e, nessa

os 30%.

altura, Portugal era o 12º destino mundial. Agora descemos para 19º ou 20º e a China

Também não deve saber os resultados de um inquérito, revelados há dias, que concluem

passou a 4º. Era uma boa razão para o Ministro, tentar lá, perceber como é que isso

que mais de 50% dos portugueses que manifestam o desejo de viajar este ano tencio-

aconteceu.

nam fazê-lo para o estrangeiro (o ano passado eram só 44%) o que significará um agra-

Mas em vez disso resolve criticar o Presidente da Republica por fazer um apelo que o

vamento das despesas e do nosso endividamento externo (os resultados foram divulga-

Ministro já há meses deveria ter feito. Se dissesse que não precisávamos de fazer ape-

dos pela AHP). Para ter uma ideia do que isso significa bastará dizer que as viagens dos

los aos nacionais para passarem as suas férias no território nacional porque já havia

espanhóis para fora de Espanha representavam (2004) apenas 9,8% do total das viagens

tomado as medidas necessárias para debelar a crise, só teríamos que aplaudir.

que realizaram.

Mas o Ministro não deve ter vivido em Portugal nos últimos 50 anos período durante

Também deverá desconhecer que no ano passado, se não fossem os portugueses terem

o qual os governos lançaram várias campanhas, pagas pelo Estado, para procurarem

ficado por cá, o ano turístico teria sido pior porque as suas dormidas na hotelaria

reduzir as saídas dos nacionais para o estrangeiro e favorecer o turismo interno. Se cá

aumentaram enquanto as dos estrangeiros diminuíram quase 11%.

tivesse vivido lembrar-se-ia de campanhas como “faça férias portuguesas” ou “vá para

Finalmente, não sabe, de certeza, que quando se fizeram as campanhas para promover

fora…cá dentro”! (Nem desta se lembra? Pergunte ao seu Secretário de Estado do

o turismo interno em detrimento do emissor isso em nada prejudicou a vinda dos

Turismo que ele lembra-se!).

estrangeiros e alguns dos nossos fornecedores também as fizeram.

E o que é que estas campanhas pretendem? Obviamente que os portugueses passem

Por isso, senhor Ministro, faça férias, que bem precisa, mas…cá dentro. Diga-o a toda

férias em Portugal e não no estrangeiro. Campanhas pagas e muito! Não era o

a gente e convide os seus colegas dos governos europeus a virem cá. Vai ver que não é

Presidente da Republica que fazia apelos. Nem precisava, porque os governos cum-

por isso que perdemos um só visitante!

priam a obrigação que lhes competia.

Mas antes disso, já que não vai fazer nenhuma campanha, informe os portugueses do

Se já tivesse sido lançada uma campanha semelhante, o Presidente da Republica não

que fez para atenuar os efeitos da crise que está a afectar o turismo. Precisamos de

tinha que se pronunciar e o Ministro poderia ficar seguro que não se pronunciaria!

levantar o ânimo e as suas informações podem ajudar.

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Conferência em Lisboa

Confexpo Pág. 8

Meeting Industry O desafio das feiras Feiras e eventos mais verdes, oferta costumizada, comunicação e marketing apostados nas novas tecnologias são as tendências reveladas na 3ª Confexpo

INDÚSTRIA RESISTENTE E FRÁGIL

Sílvia Lazary de Matos Os negócios mudaram. Os avanços tecnológicos, a nova realidade demográfica com uma envelhecida Europa - Portugal é o 7.º país mais velho do mundo - , as economias emergentes asiáticas, os novos modelos de marketing e comunicação, a sustentabilidade do planeta, ameaças múltiplas: pandemias, terrorismo, desastres ambientais e naturais. “O mercado das feiras e dos eventos não é, hoje em dia, o mesmo que era há três ou quatro anos”, explica ao Publituris, António Brito, da NewEvents, em declarações paralelas à 3.ª Confexpo – Conferência e Exposição Internacional sobre Marketing de Feiras e Eventos, realizada no Hotel Vip Executive Art's, em Lisboa.“O mais importante é poder contribuir para a profissionalização do sector. Tem sido esse o objectivo desde o início, trazer oradores estrangeiros permite partilhar experiências diferentes, novas ideias e novos conceitos”, afirma o responsável sobre o convite a Steven Hacker (E.U.A.), Bob Dallmeyer (E.U.A.) e Barry Siskind (Canadá), que se juntaram aos nacionais Maria José Teixeira e Luís Rasquilha. “Back to the future – Os novos desafios que o marketing de feiras enfrenta no Século XXI” deram o mote ao dia de trabalhos que culminou com a entrega de diplomas aos cinco finalistas da certificação CEM – Certified Exhibition Management, pelo IAEE – Inter-

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João Reis

smatos@publituris.workmedia.pt

António Brito, da NewEvents, e os convidados, Bob Dallmeyer, Barry Siskind e Steven Hacker

national Association of Exhibitions and Events.

PRIMADO TECNOLÓGICO Steven Haker, presidente da IAEE – International Association for Exhibition Management, primeiro orador da conferência, apresentou “As tendências globais no sector de feiras e eventos para o Século XXI”.” As feiras não são mais showcases de produtos”, explicou, e embora o número ascenda a perto de 30.000 por ano, e o segmento MI tenha boas previsões de crescimento - na próxima década estima-se um aumento de 50 por cento no volume de negócios - , o visitante/ comprador é, cada vez mais, informado e tem menos tempo para permanecer nos recintos. Por isso, o “compromisso com a audiência” é revolucionário e espelha a própria evolução relacional das comunidades. Claro, as redes sociais. 25,6 por cento da população mundial é utilizadora da Internet, só no Facebook, por exemplo, são 3000.000.000 utilizadores activos. Mas “poderá a tecnologia substituir a presença física?”, questionou Luís Rasquilha, vice presidente da AYR Counsulting Trends & Innovation

ao fim do dia, na apresentação “O Marketing de eventos, desafios para o Século XXI”. Não, a ideia é construir um modelo integrado entre real/presencial e o virtual, potenciando o primeiro através do incremento nunca “ad hoc” e sempre estratégico do segundo. No sector das feiras e dos eventos em particular, implica uma “ promessa pessoal e de negócio com as redes sociais”: definir o que é o sucesso, determinar quais os meios indicados, perceber que a presença em todos os canais não é

Para ter sucesso, a presença das empresas na Internet e nas redes sociais deve obedecer a um modelo integrado, nunca “ad hoc”. a melhor aposta, criar uma presença robusta na rede e nos media. E a tecnologia também altera intrinsecamente o negócio, atravessando “todas as fases da montagem de um evento”, do planeamento à produção e logística, diz Bob Dallmayer, director da CEIR – Center for Exhibition Industry Research; do marketing e promoção ao registo e housing,

passando pela experiência no terreno, com a marcação de espaços exibitivos por telemóvel, por exemplo.

FIDELIZAR O CLIENTE O especialista, que apresentou “Como comercializar feiras e obter patrocínios nestes novos tempos”, referiu a importância da convergência tecnológica com os programas Web-based e os smart phones a permitirem eventos virtuais F2F e a “incrível ferramenta” para avaliar comportamentos de massa, RFID (monitoriza e faz o rastreio de cada visitante). Porém, “existe um potencial intrusivo neste sistema, é essencial informar os visitantes que estão a ser monitorizados e honrar o compromisso que esse tracking não será usado para mais nada”, defende. A este argumento somase o feedback rigoroso da participação, por exemplo, de um patrocinador (através de Web count – contabiliza o número de cliques, Pass-by exposure – vezes por dia que um visitante vê o logótipo em áreas de tráfego), ou, relativamente aos exibidores, a gestão das suas expectativas e o controlo das despesas, evitando “surpresas no terreno”.

E se um terço dos visitantes de uma feira são estreantes, outro dado é ainda mais revelador: 20 por cento dos visitantes são CEO’s e há ainda mais 12 por cento representativos de outros níveis de chefia deslocados para os recintos. Uma oportunidade única de contacto com os decisores.“É uma indústria resiliente e frágil”. Dallymeyer questionou: “quantos aqui fazem seguros contra catástrofes naturais, terrorismo, pandemias?”. A gestão de crise começa na antecedência e a verdadeira urgência é criar uma indústria pró-activa. Maria José Teixeira, presidente da secção de congressos da APECATE – Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação, Animação Turística, revisitou “MI – Meeting Industry – Os principais passos para organizar um evento de negócios com sucesso”, abordando as três fases essenciais: précongresso, congresso e pós congresso, sendo a pirâmide de Maslow integrada no processo (do topo para a base: auto-estima, necessidades de ego, necessidades sociais, necessidades de segurança, necessidades fisiológicas). Por fim, Barry Siskind, há mais de 20 anos a viajar pelo mundo entre palestras e seminários para profissionais da área, trouxe a Lisboa “A importância do elemento humano numa feira”. O guru defende que a qualificação dos recursos também passa por atribuir autoridade, capacidade, tempo, identidade, obstáculos e necessidade. Idealmente, os colaboradores deverão posicionar-se no estágio quatro, caracterizado por orientação para os objectivos, pró-actividade, executar apresentações efectivas e no tempo disponível e, muito importante, “entenda que cada atendimento é único”. Após o debate sobre o impacto económico nas cidades que recebem os eventos, António Brito revelou, “o balanço tem sido positivo. A nossa intenção não é fazer um programa educativo, mas sobretudo trazer pessoas válidas e reconhecidas.” ■


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Regressa às brochuras

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Full Services lança plataforma tecnológica em Portugal No pico do Verão, o grupo torna-se no primeiro a trazer para o País a nova plataforma tecnológica Liliana Cunha lcunha@publituris.workmedia.pt

Quando entra em funcionamento a nova plataforma tecnológica? No dia 4 de Agosto a nova plataforma tecnológica que vamos utilizar ficará operacional em Portugal, sendo direccionada para os agentes de viagem. Numa primeira fase, esta plataforma vai integrar aquilo que é o nosso core business que, basicamente, são os destinos de Portugal. No futuro, através de outras parcerias que vão aparecer, iremos vender outros destinos.

JOão Resi

Em entrevista, o administrador da Geowinds, Paulo Martins dá a conhecer a estratégia do grupo para Portugal, nomeadamente através da nova plataforma que permitirá alargar a operação do Destinos, e anuncia também a expansão para países da lusofonia através do parceiro MTS.

Paulo Martins, administrador da Geowinds, anuncia que a estratégia da MTS passa por entrar em países lusófonos

que iremos conseguir estabelecer.

Que outros destinos são esses? Com quem são as parcerias? Teremos todos os destinos que estão presentes no mercado nacional e aos quais os portugueses estão fidelizados. Estamos a falar do Egipto, Marrocos. Grécia, Tunísia, Espanha, etc. Com esta nova base tecnológica, até ao final do ano, o operador Destinos vai alargar a sua programação. No decorrer de 2011, começamos a distribuir destinos que até agora não vendíamos.

Porquê fazer este investimento agora? Porque o mercado está a pedir mais tecnologia. Os nossos parceiros também estão a pedir mais facilitismo na forma de reservar. Penso que as agências de viagem continuam a estar muito dependentes dos help desks e call centers dos operadores. Acredito que aí somos líderes no mercado nacional, não só pela qualidade de serviço, como pelos horários de atendimento que prestamos. Chegou o momento de tentarmos novos modelos e rentabilizar, sobretudo, as nossas áreas de distribuição.

Serão operações próprias ou feitas através de parcerias com players do mercado? Tudo vai depender das parcerias

Os agentes já estão sensibilizados para este novo sistema? Nos próximos meses, o nosso modelo de negócio mantem-se

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inalterado. O que estamos a criar é um facilitador para os agentes de viagem poderem fazer de forma rápida e eficaz as suas reservas, seja a qualquer hora do dia ou noite, durante a semana ou fim-de-semana. Qual o investimento feito ou esta plataforma é do grupo? Este é um investimento internacional e avultado que está a ser aplicado em todas as nossas plataformas operacionais e depois a nível de distribuição. A plataforma não é nossa mas surge também por uma parceria que criámos. Em princípio somos os primeiros a fazer esta parceria para Portugal, mas acredito que, em breve, outros operadores utilizarão o sistema. A vantagem é que agora passamos a ter uma plataforma feita à nossa medida. Conforme formos alargando a programação da

Destinos, a própria plataforma vai sendo actualizada. E isto vai acontecer no pico da temporada. Porquê? Corremos todos os riscos nesse aspecto mas acontece porque foi o compromisso assumido. Com este novo posicionamento, qual vai ser a estratégia da Full Services em Portugal? Na área de outgoing o nosso posicionamento assenta muito na nova plataforma, pois o funcionamento do dynamic package vai ajudar no relacionamento com os agentes e fornecedores. A nível de incoming estamos a chegar à fase de maturação. Para Portugal, o grupo faz cerca de 450 mil clientes/ano em leisure e individuais. O objectivo é continuar a aumentar este número. Estamos a apostar muito no mercado Escandinavo e de Leste,

além de fazermos investimentos de incoming na Noruega, Finlândia e Suécia e estas serão operações novas para Portugal. Depois criámos um escritório satélite em Moscovo, onde está uma sales manager. Este escritório funciona também para todos os países da Europa de Leste porque são mercados emergentes e queremos dar solidez ao nosso grupo.

EXPANSÃO LUSÓFONA Existe um plano de expansão da empresa. Como e quando se vai processar? Dentro da MTS (empresa europeia que integramos e faz o handling de milhões de passageiros em 13 países) temos um plano de expansão para países de língua lusófona. É nesse sentido que vamos entrar no Brasil. Este país sempre foi um file adiado nas nossas prioridades,


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mas a partir de agora começou a ser uma prioridade e a sitação vai verificar-se ainda este ano. A ideia é fazer tour operação e incoming. Queremos fazê-lo o mais rápido possível e, neste momento, estamos apenas a estudar a forma como o negócio será feito. Isto é, estamos a avaliar a possibilidade de entrar através de um operador local ou rede de incoming, ou a entrada directa naquele mercado. Em todos os nossos destinos fazemos cross selling, ou seja, inbound ou outbound. E vão trabalhar que mercados? Como receptivo vamos trabalhar todos os source markets da Europa. No outgoing vamos trabalhar aquilo que todos trabalham. Lisboa é a porta de entrada para a Europa, e utilizando o “monopólio” da TAP, desenvolveremos os circuitos pela Europa ou os circuitos normais pelas cidades europeias mais importantes. Quando é que a entrada se torna efectiva?

Na verdade o deadline já terminou no início desta semana, portanto, a qualquer momento pode acontecer. No Brasil há uma questão muito clara. Neste momento, a Full Services representa o segundo maior grupo de turismo na Alemanhao. A TUI é a número um e está a começar a fazer investimentos estratégicos no Brasil; a

Entrar no Brasil agora é uma acção inevitável já que é um mercado que, em quatro anos, vai receber dois grandes eventos Ibersotar, através da Thomas Cook (Iberoservices) está a entrar no Brasil e, obviamente, nós não podíamos ficar de fora. Quais são as expectativas? Nos próximos quatro anos, o Brasil vai receber dois grandes eventos que são fundamentais para alavancar quer o mercado emissor, quer o receptor. Acredito que quem quiser estar no Brasil, tem de entrar antes da reali-

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zação destes eventos. Na verdade, entrar no Brasil é um ciclo natural, tal como será, num curto espaço de tempo, chegar a África. Queremos estar em destinos de língua lusófona. Em África já estão em Cabo Verde. Sim, no Sal e na Boavista a operar sobretudo desde o mercado alemão. Em Novembro, vamos começar com charters desde o Luxemburgo, através do nosso parceiro Luxair. Cabo Verde é um destino com resultados extremamente positivos e vamos continuar a desenvolver, não só como receptor, porque a partir de agora iniciaremos a tour operação. Isso vai acontecer a partir de quatro de Agosto com distribuição assente sobretudo em plataforma online. Quais são os outros países de África que pretende abrir? Angola é um projecto para 2011. Ainda este ano, hipoteticamente, poderemos desenvolver o mercado de Moçambique através de um parceiro local . ■

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Club1840 aproxima-se das agências e retoma as brochuras A Disney ganha protagonismo pois é dos produtos com maior índice de crescimento entre os operadores que o comercializam em Portugal

Liliana Cunha lcunha@publituris.workmedia.pt

O Club1840 verificou um aumento de cerca de 30% em passageiros entre 2008 e 2009 para a Disneyland Resort Paris, tendo passado dos sete mil para os 10 mil no ano passado. Des-

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tes, entre 10% a 15% foi vendido fora da rede Abreu. Este pode ter sido o mote para o operador voltar aos lançamentos de brochuras, tendo ainda sido estipulado o objectivo de 12 mil passageiros para este ano. Em conferência de imprensa com o media trade, José Ferraz explicou que pela importância do produto, o Club tem perspectivas de aumentar os seus resultados também junto do retalho. Aqui o director refere-se às agências externas à rede Abreu. “Apesar de nos últimos três ou quatro anos não termos lançado brochura, verificamos que existe um conjunto de agências, fora da Abreu, que se manteve fiel ao nosso produto”. Com isto, o responsável admite que ainda existe potencial de crescimento, enquanto os agentes beneficiam do nosso know how e experiência. “Temos feito um trabalho exaus-

tivo junto da rede própria e agora queremos transmitir a ideia que estamos aqui a apoiar o restante retalho”, assume, acrescentando que “Carla Pereira é a responsável pela Disney no Club1840 e trabalha o produto há mais de uma década. Isto faz toda a diferença porque não são todos os operadores que contam com uma

No Club1840, entre 10 a 15% das vendas da Disneyland são geradas pelo retalho exterior à rede Abreu

equipa com tanta experiência e conhecimento, a par do bom atendimento que prestamos”, avança. Ferraz justifica esta situação pelo acompanhamento e apoio que

este departamento oferece aos agentes de viagem. “O núcleo da equipa a trabalhar a Disney é de quatro elementos mas, em Março, por exemplo, tivémos 12 pessoas focadas apenas neste produto”. E porquê? Primeiro, esta situação prende-se com a filosofia da própria empresa que passa por dar o máximo de acompanhamento aos agentes, de forma a que estes beneficiem da capacidade de resposta que necessitam. Por outro lado, porque é um produto que suscita muitas dúvidas aos novos vendedores devido às várias especificidades do mesmo, como seja, as vantagens que um free pass oferece, ou até mesmo como calcular o valor final de um pacote, já que em alguns casos as crianças podem viajar gratuitamente. A nova brochura, de 52 páginas, tem validade até 8 de Novembro e apresenta como novidades a

oferta de bolo de aniversário caso o cliente celebre a ocasião no parque, e a oferta de um vale de desconto de 10% no outlet shopping La Vallée Village. Recorde-se que a par do Mundovip, o Club1840 é o operador oficial da Disney em Portugal.

MAIS FOLHETOS ATÉ FINAL DO ANO O lançamento deste novo folheto pode ser o primeiro de vários até ao final do ano. “Não se trata de um ressurgimento do operador porque sempre estivémos no mercado, embora, admito, com menor projecção”. Para Ferraz esta medida só é tomada “porque pensamos que temos produto com condições de fazer a diferença no trade e será nesse sentido que, possivelmente, tomaremos novas iniciativas”. Assim, é de esperar três ou quatro novas brochuras até ao final do ano. Mas este é um caminho “que será traçado tranquilamente, agarrando apenas em produtos específicos, que estão associados ao operador, de forma a trazer mais-valias aos agentes de viagem”, termina José Ferraz. ■


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Destinos

Intenção de férias

Paquetes em Cascais

Barómetro IPDT

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O período do PIT foi prorrogado até 2012. Desta vez, além das duas linhas de crédito criadas em 2007, o Programa de Intervenção do Turismo inclui uma terceira linha para apoiar a criação e requalificação de centros de congressos, com a dotação de 10 milhões de euros, tal qual o SET tinha anunciado há uns meses

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PIT incentiva Turismo de Negócios

Além da Linha de Apoio ao Território, Destinos e Produtos Turísticos, e Linha de Apoio aos Eventos, agora foi criada a Linha para os centros de congressos

Fátima Valente fvalente@publituris.workmedia.pt

A verba do PIT [100 mil euros] não esgotou até 2009, pelo que, tal qual se esperava após iniciar novo mandato, o secretário de Estado de Turismo fez publicar em Diário da República (de 17 de Junho) a prorrogação do apoio financeiro por mais dois anos. De acordo com o previsto, o reforço das linhas 1 e 2 ocorrerá depois de esgotada a dotação orçamental. Entretanto foi criada uma terceira linha de incentivo para centros de congressos no valor de 10 milhões de euros, cumprindo assim o anúncio do SET. As candidaturas já podem ser apresentadas no portal do Turismo de Portugal. “As grandes alterações que estão promulgadas neste documento são, por um lado, o alargamento do prazo para as linhas já existentes – o PIT I, que é uma linha de apoio infraestrutural, ou seja de infra-estruturas e de projectos que contribuam para o desenvolvimento dos produtos estratégicos ou dos pólos de desenvolvimento turístico; e o PIT II, que abrange os eventos com projecção internacional, portanto, que

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sirvam como meio de promoção da imagem de Portugal e contribuam para uma maior recepção de turistas – e por outro, a criação de uma linha para apoiar a criação e requalificação de centros de congressos de dimensão internacional em todas as regiões do país”, esclareceu Maria José Catarino, vogal do Conselho de Administração do Turismo de Portugal. Para Maria José Catarino, a manutenção das duas linhas existentes “era de toda a pertinência para a requalificação da oferta turística, a qual não se

pode reduzir apenas às unidades hoteleiras e a outros equipamentos turísticos, mas igualmente importante para qualificar a envolvente, nomeadamente os

As candidaturas já estão abertas. No caso dos centros de congressos, estes têm de prever uma capacidade mínima de mil pessoas centros históricos, que devem estar arranjados, os monumentos, os museus, as frentes-mar e os parques naturais, enquanto

motor de desenvolvimento da modalidade de turismo de natureza”. “É a este nível que o PIT intervém. São investimentos de natureza pública, promovidos por entidades públicas, tais como as autarquias, ou por parcerias público-privadas, desde que as públicas tenham a liderança da gestão, entidades sem fins lucrativos ou com utilidade pública”, resume, acrescentando que quando os projectos são desenvolvidos por entidades privadas estes têm de candidatar-se aos Sistemas de Incentivos: do QREN, dos protocolos bancários, e

das linhas PME Invest, justamente por se tratarem de empresas. No caso da Linha de Apoio III, em que “o objectivo é potenciar o Turismo de Negócios e a realização de congressos de dimensão internacional em todas as regiões do país”, o programa estabelece que “para serem apoiados, os centros de congressos têm de prever uma capacidade mínima de mil pessoas, variando depois em função da realidade de cada região”, tendo sido ainda “definidos montantes mínimos de investimento e valores máximos de apoio a cada um dos projectos”. ■

Balanço

PIT 2007-2009

O PIT foi criado em 2007 e está orientado para apoiar as opções constantes do PENT – Plano Estratégico Nacional do Turismo, dando prioridade ao desenvolvimento e consolidação dos produtos turísticos estratégicos e dos pólos nele identificados, bem como à organização e divulgação de eventos de grande dimensão. “Fazemos obviamente um balanço positivo, e que não tem a ver só com os valores financeiros, porque isso é o mais fácil, mas é positivo porque temos vindo a intervir em projectos que vão enriquecer a oferta turística, não só através da requalificação do estabelecimento hoteleiro, que é muito importante requalificar e diversificar, mas também da envolvente das cidades e frente-mar, e prestar um melhor serviço aos turistas”, resume Maria José Catarino, do Turismo de Portugal. Mas apesar de não ter sido possível fazer uma análise do número de candidaturas realizadas até 2009 e do financiamento concedido por região, Maria José Catarino considera que Lisboa não é privilegiada, como muitas vezes surge na comunicação social. “A questão que surgiu nos jornais teve a ver com as contrapartidas do jogo e não com um programa específico, como seja o PIT, porque Lisboa beneficia das contrapartidas do Casino de Lisboa. Não tenho gráficos feitos, mas posso dizer que há uma repartição equilibrada”. O facto do PENT ainda não ter sido revisto também não é visto como um problema para Maria José Catarino: “Obviamente que se for preciso fazer ajustamentos ao programa após a revisão do PENT, fá-lo-emos. Mas dado que o prazo do programa estava prestes a terminar, era importante que fosse prorrogado. Aliás, agora o PIT vem dar resposta a um dos produtos estratégicos – o Turismo de Negócios. Não entendemos que a revisão venha a pôr em causa o programa de incentivos, porque o Turismo de Negócios não vai deixar de ser um produto estratégico, quanto muito vão aparecer novos produtos estratégicos”, adiantou.


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Portugueses escolhem destinos nacionais para férias 80,7% opta por destinos nacionais, enquanto 15,5% vai para a Europa

Sílvia Lazary de Matos smatos@publituris.workmedia.pt

O IPDT – Instituto de Turismo realizou um estudo de intenção de férias dos portugueses para o

Verão de 2010. Entre Junho e Setembro, 68 por cento de um total de 655 inquiridos afirma que não irá gozar férias e 4,7 po rcento ainda não sabe. No entanto, dos 35,6 por cento que irão usufruir desse período de descanso, 14,6 por cento escolhe a sua área residencial, por oposição aos esmagadores 80,7 por cento que irão para fora desse perímetro mas preferencialmente para destinos nacionais (49,7 por cento) - nomeadamente Algarve (17 por cento), Centro

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(5,9 por cento), Porto e Norte (8,5 por cento), Lisboa e Vale do Tejo (4,3 por cento) e ilhas, Madeira (3,2 por cento) e Açores (2,7 por cento). A Europa reúne apenas 15,5 por cento das intenções, com Espanha (6,4 por cento), França (2,7 por cento), Itália (2,1 por cento) e Reino Unido (2,1 por cento) e Alemanha (1,1 por cento) a destacarem-se A América do Norte contabiliza 1,6 por cento das preferências e o Médio Oriente e África, 1,1 por cento e 0,5 por cento das respostas dos inquiridos, respectivamente. Verifica-se ainda que 31,6 por cento dos inquiridos que pretendem sair da zona residencial irá apenas decidir o destino no momento. ■

Profissionais do turismo confiam menos no sector De acordo com o 32.ª edição do barómetro da Academia de Turismo para profissionais, integrado no IPDT – Instituto do Turismo, em Março de 2010 (63,3 pontos) o nível de confiança dos profis-

sionais no desempenho de sector turístico em Portugal era superior a Maio de 2010 (55,7 pontos). Relativamente ao mercado e às expectativas em relação ao Verão de 2010, comparativamente ao

mesmo período de 2009, no mercado externo os inquiridos esperam que as receitas turísticas sejam piores (60, 9 por cento) e o de turistas inferior a 2009 (43,5 por cento). No mercado interno,

perante os mesmos indicadores, 56,5 por cento considera que as receitas serão piores porém, 44, 3 por cento considera que o número de turistas será igual ao do ano anterior. Por fim, foi avaliado o

impacto das contestações sociais previstas na imagem de Portugal no exterior, sendo que 61,4 por cento não considera que afecte, contra os 38,6 por cento que consideram que tem impacto. ■ SLM

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King’s Coast aposta em paquetes de luxo Promovero destino e gerir serviços de apoio ao segmento de luxo que chega à marina de Cascais é a grande aposta

Sílvia Lazary de Matos A ideia surgiu em 2008. Receberam um paquete em Lisboa e a lacuna em associar serviços complementares de qualidade ao incoming de paquetes de luxo serviu de rampa de lançamento à King's Coast. Apesar da experiência bem sucedida na capital, para Paulo Dias, Eurico Paes e Manuel Pinheiro, sócios da empresa (o fundo de capital de risco Turismo Capital detém 35 porcento), Cascais e a marina recém-criada formam o cenário perfeito para o target em que pretendem operar: “o nosso core business são paquetes de luxo, é atrás desses que vamos”, explica Paulo Dias, que partilha a gestão e a promoção do projecto com Manuel Pinheiro. E foram. Feiras internacionais profissionais em Miami, Génova, Nice, Cannes e Mónaco foram a prioridade enquanto a licença da Capitania de Cascais não chegava, “uma oportunidade para sentir o pulso e perceber se estão receptivos a este projecto”.Como consequência do investimento em “contactos com brokers, armadores e operadores”, entre Setembro e Outubro chegam quatro embarcações à marina. Uma promissora performance para um ano zero, se considerarmos que a maioria dos paquetes muda de rota de três em três anos. Para o ano, são já 12 os contactos “apalavrados” de paquetes de luxo com a King's Coast.“Estávamos preparados para começar a receber barcos apenas daqui a três anos”, assume Eurico Paes, responsável pela parte financeira. No entanto

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jJoão Reis

smatos@publituris.workmedia.pt

Paulo Dias, um dos mentores do King’s Coast, pretende devolver sofisticação ao destino Cascais

o revés ambiental com o derramamento de crude jogou a favor dos empresários. “O timing foi o certo, com o derrame é necessário encontrar alternativas”, principalmente no mercado norteamericano que, a par do continente europeu, são os grandes players no negócio dos paquetes e mega-iates de luxo.

SOFISTICAR A OFERTA Recentemente distinguido com o prémio DNA – Ideais de Negócio de Cascais, o projecto venceu entre 76 candidaturas apresentadas, 31 das quais na área de comércio e serviços, mais um incentivo a juntar-se aos do Turismo do Estoril e da Câmara Municipal de Cascais. “Cascais sempre foi golfe, bons hotéis, praias e mar, mas nunca ninguém tentou trabalhar este segmento. Quando um barco vinha, chegava e partia. Fomos à procura de desenvolver esse mercado que continua a crescer e tentar atrair o cliente premium para a região”. Passeios de helicópteros, charrete (recuperando a tradição secular), campos de golfe (Quinta da Marinha, Penha Longa e Oitavos, entre outros), speedboats, wine tasting (num

cubo de vidro colocado na marina) e Casino Royal (um périplo pelas casas reais da região, culmina com um cocktail a lembrar Ian Fleming e o imaginário Bond, no Hotel Palácio) são a oferta distintiva para um seg-

A King’s Coast tem contrato de exclusividade para operar na marina durante 20 anos.

mento altamente exigente. “O negócio dos barcos não permite erros, temos de nos blindar com as melhores empresas que prestam serviços”, explica Paulo Dias, resumindo o conjunto de parcerias que vêm desenvolvendo com shorex e empresas DMC que garantam o mesmo standard de qualidade pretendido na King's Coast.

LISBOA NÃO É CONCORRENTE Concorrer com Lisboa não é um objectivo, antes procura ser “um complemento” à oferta da capital, mais vocacionada para um segmento massivo e com pro-

postas de serviço mais mainstream, uma aposta seguramente sustentada quer “pela dimensão, quer pela estrutura” das instalações do porto e da própria cidade alfacinha, afirma Paulo Dias, enquanto Eurico Paes acrescenta outra particularidade. “Na marina de Cascais, os paquetes atracam ao lado, o que é muito diferente de atracar encostado, como acontece em Lisboa”, porém, no estudo económico alargado que fizeram antes de avançar com o projecto encontraram casos de sucesso através deste modelo, nomeadamente nas Caraíbas. Outro vértice de negócio da King's Coast é garantido pela exclusividade para operar na marina de Cascais, por um período de 20 anos. “É um contrato fechado em que todos os serviços são feitos por nós, do embarque ao desembarque, passando pela venda de serviços”, explica o responsável Paulo Dias, “no fundo, [são] embaixadores do destino Cascais”. Na verdade, a parceria estratégica com o Turismo do Estoril e Câmara Municipal de Cascais, começara antes, ainda 2008, quando o processo embateu na parede burocrática da obtenção

de licenças e as cartas de conforto passadas por ambas as entidades vieram agilizar a autorização. Hoje, a imagem institucional dos organismos vem inscrita nos materiais promocionais da empresa. Cerca de 10.000 folhetos distribuídos nos hotéis da região e nas duas brochuras – uma para paquetes e outra para mega-iates – dois mercados que não “não estão a chegar a Portugal”, quanto a esta última categoria de embarcação, “são centenas de mega-iates que passam à frente da nossa costa e não entram. O 'mercado Abramovik' está aí é para agarrar”, antevê Paulo Dias com experiência de 15 anos na indústria do turismo. A imagem de luxo e sofisticação a que Cascais sempre esteve associada necessita de se actualizar, através de uma economia de escala centrada na condição natural náutica do próprio destino e difundida por um binómio empresarial. “[Na King's Coast] temos um dois em um: promoção e gestão dos serviços. O objectivo é promover e simultaneamente poder gerir os serviços de apoio aos barcos que chegam”, sumariza Paulo Dias. ■


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As 1001 noites do Continente Ainda o Presidente da República não tinha feito o apelo aos portugueses para que passassem férias cá dentro, e já o Continente as incentivava com a campanha “25.000 noites de férias no francamente positivo

DR

Algarve”. O balanço é A campanha promocional surgiu no âmbito dos 25 anos do hipermercado e foi vendida em exclusivo na rede GeoStar, participada do grupo Sonae

Fátima Valente fvalente@publituris.workmedia.pt

A campanha foi lançada a 14 de Maio e envolveu cinco unidades de três e quatro estrelas – Tivoli MarinaPortimão, Pestana Delfim, Hotel Santa Catarina, Clube Amarilis e Clube Brisamar –, com uma oferta de sete noites por 199 euros para três pessoas ou 249 euros por quatro pessoas, para reservas entre o início de Junho e 11 de Setembro, excluindo Agosto e sempre sujeito à disponibilidade dos hotéis parceiros. “É uma campanha de marca, pensada a propósito dos 25 anos do Continente, e vendida em exclusivo pela rede de agências GeoStar [empresa participada da Sonae] aos clientes que apresentem cartão e talão do Modelo ou Continente superior a 25 euros”, salientou Gonçalo Fernandes Salgado, da GeoStar, ao Publituris. Sem querer avançar balanços, o responsável sublinhou que a rede de agências está “a receber muitas reservas” e que da oferta inicial apenas resta alojamento no Pestana Delfim. Por sua vez, fonte do Continente avançou ao Publituris que a adesão à campanha foi “muito elevada”, tendo-se vendido

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“65% da oferta” na semana do lançamento. “A campanha 25.000 noites está a ser um verdadeiro sucesso. Em três semanas vendemos praticamente todos os pacotes para os meses de Junho e Julho. Só nos primeiros três dias foram vendidos 500 pacotes e esgotadas as reservas para o Tivoli Marina”, acrescentou a mesma fonte. O Continente sublinha ainda que esta é uma forma de estar com os portugueses numa altura difícil para as famílias: “Num ano em que a crise está na ordem do dia e em que muitos portugueses não conseguem ir de férias, o Continente criou uma campanha promocional de férias low cost para os portugueses a preços muito acessíveis e abaixo dos valores do mercado. Esta é a nossa forma de festejar com os portugueses os nossos 25 anos, respondendo às necessidades dos clientes”. A escolha do Algarve é facilmente explicada: “Pensámos no Algarve porque este é o destino de férias por excelência de muitos portugueses e em Portimão porque é das localizações mais populares da região e por onde passa mais de um milhão de portugueses”. Por outro lado, “procurámos encontrar um destino de férias português e ajudar também a promover a eco-

nomia nacional”, sustenta a fonte do Continente. Apesar de integrada no âmbito dos 25 anos do Continente, tal como outras iniciativas, como por exemplo os “descontos em cartão” e o “Continente Mobile”, a ideia do alojamento no Algarve não é a primeira em termos de turismo e não será certamente a última. Por exemplo, no ano passado, o hipermercado da Sonae colocou em prática uma campanha para a Disneyland Paris, da qual faz “um balanço muito positivo” por parte das famílias que assim “tiveram a oportunidade de visitar” a grande atracção turística. “Através desta campanha, o Continente voltou a demonstrar as fortes propostas de valor que apresenta aos seus clientes, acompanhando todos os momentos das vidas dos portugueses”, conclui o Continente.

DIVULGAÇÃO E RESERVAS INDIRECTAS Do lado dos hotéis aderentes, a promoção Continente também foi bastante bem aceite. “O que nos atraiu na ideia foi o facto de podermos colaborar com uma campanha tão abrangente no mercado nacional, que escolheu a nossa cidade como destino. Dentro das nossas possibilidades e com as condições

que nos foram apresentadas, teríamos de responder afirmativamente”, começou por explicar Ricardo Sobral, director geral do Hotel Santa Catarina Algarve. O responsável salienta também que o impacto directo vai além do aumento da ocupação nas várias épocas da campanha, já que a unidade “tem recebido vários contactos de clientes que tiveram conhecimento do hotel pelo Continente, mas que não conseguiram reservar através da mesma, acabando por pedir cotação directa, e alguns deles por reservar”. Nesse sentido, e apesar do mercado nacional ser uma grande aposta do Santa Catarina, esta iniciativa veio permitir uma “maior divulgação”, “complementando o trabalho comercial que é feito habitualmente por nós e pelos nossos parceiros”. Quanto à possibilidade de fidelização, Ricardo Sobral sublinha que “a partir do momento que o cliente chega ao hotel e até à sua saída da unidade, é da nossa inteira responsabilidade garantir um serviço de qualidade que dignifique não só a nossa imagem, como também a da cidade e da própria campanha”. “Com este objectivo conseguido, a tendência para o regresso do cliente será maior”, justifica. Já Patrícia Reimão, directora de

comunicação e imagem do Grupo Pestana salienta a “forma diferente de entrar em contacto com o consumidor final português que provavelmente ainda não tinha experimentado o nosso produto e os nossos serviços” proporcionada pela campanha. Além disso, o facto do Continente ser “uma grande empresa portuguesa, com um leque de clientes muito grande e muito variado”, ajuda. E porquê a opção pelo Pestana Delfim para a associar à iniciativa? “Sendo uma campanha de grande volume só faria sentido, em termos do nosso portfolio no Algarve, entrarmos com o hotel que tivesse o maior numero de quartos. O Pestana Delfim tem mais de 300 quartos e é o hotel ideal para funcionar neste tipo de acções”, justifica. Campanhas como esta são “sem dúvida” formas de chegar a novos públicos: “A força da marca Continente e a força da sua comunicação ajudam a promover o Algarve, o destino Portimão, e obviamente o Pestana Delfim”. Para já, a unidade Pestana está “a ter uma óptima receptividade e muitas reservas”, o que faz Patrícia Reimão acreditar que “uma vez experimentado o nosso produto e os nossos serviços estes clientes se tornem clientes regulares do Pestana Delfim”. ■


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Hotelaria & Restauração

lastminute.com apresenta soluções de venda online em roadshow

Carina Monteiro cmonteiro@publituris.workmedia.pt

O Dynamic Package e o Top Secret foram as duas formas de venda em destaque no roadshow do operador turístico online. Hugo Lourenço, destination manager, enumerou as vantagens do Dynamic Package (avião e hotel) em contraponto à venda do quarto apenas. Explicou o responsável que existe uma maior antecedência de reserva com o Dynamic Packa-

DR

A lastminute.com reuniu hoteleiros, em Lisboa, para apresentar as oportunidades de venda através deste operador online que, na Europa, tem mais de 256 milhões de visitantes

Hugo Lourenço é o único português na Lastminute.com

Lastminute.com em números

Reino Unido lidera vendas A lastminute tem páginas em onze países europeus. Pertence ao grupo Sabre Holdings, que detêm também a travelocity, para o mercado americano e a zuji para a Ásia. Por mês a lastminute.com recebe oito milhões de visitas e distribui 7 milhões de newsletters. O Reino Unido tem maior percentagem de vendas, seguido de Espanha com 24,5% e França com 21%. Lisboa é uma das 20 cidades mais vendidas na lasminute.com. Por categoria de hotel, os quatro estrelas são os mais vendidos.

ge, a estada média é superior ao “room only “, a tarifa praticada é confidencial, - aparece apenas o total junto com o avião e, ainda, há uma maior garantia das reservas pela associação ao bilhete de avião. Já o conceito Top Secret, criado pela Lastminute.com, consiste na venda do hotel sem nome, ou seja, o cliente apenas conhece o nome do hotel quando finalizar a compra. Em Lisboa, a Lastminute.com trabalha com cerca de 150 hotéis, desses, 22 estão à venda através do Top Secret. “Muitos hotéis ficaram com quartos vazios, em vez de venderem a 100 euros, vendem a 80 euros, mas vendem”, referiu o responsável e exemplificou com o hotel que recebeu o roadshow da lastminute.com, o Inspira Santa Marta. “Neste caso, é descrito como moderno hotel localizado perto do Marquês de Pombal”. São normalmente os hotéis de 4 e 5 estrelas, próximos de locais de inte-

resse que estão à venda no Top Secret. Em troca os hotéis têm de oferecer um desconto mínimo de 15 % sobre a tarifa praticada no hotel. As vantagens, refere, estão, por exemplo, na multiplicação da presença do hotel e no aumento da ocupação. Os 22 hotéis em Lisboa que vendem através do Top Secret constítuem 7% da fatia de vendas dos hotéis portugueses e, por isso, Hugo Lourenço acredita que há margem para crescer. Em Londres, por exemplo, as vendas em Top Secret representam 51%. Hugo Lourenço, é o único português a trabalhar na lastminute.com e, apesar de acreditar que “mais cedo ou mais tarde” haverá uma Lastminute.pt, não avança datas. Portugal, para já, não está nas prioridades do operador turístico, que prefere os mercados emergentes do leste da Europa, como a Polónia ou Roménia para a criação de páginas. “Estes países têm milhões de habitantes e começam a ter poder de compra. Os portugueses têm a vantagem [ou a desvantagem] de falar línguas”, sustenta. Além do Dynamic Package e do Top Secret, a last-minute.com dispõe de vendas de “room only” e promoções. ■

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Transportes CIC associa-se aos Dom Pedro Hotels e elege Angélico Vieira como nova 'cara' A Classic International Cruises aposta na diversidade e qualidade dos seus cruzeiros para conquistar mais clientes

REDUZIR A OFERTA E RENOVAR A IMAGEM

Patrícia Afonso A Classic International Cruises (CIC) apresentou esta semana os seus cruzeiros de Verão e as principais novidades para esta temporada: a parceria com os Dom Pedro Hotels no cruzeiro com partida e chegada a Portimão e a aposta no cantor e actor Angélico Vieira como imagem da empresa. São cinco os cruzeiros que a CIC vai promover este Verão para o mercado português: Dolce Vita (20-31 de Agosto), Rumo ao Sul (31 Agosto-05 Setembro), Fado (05-09 de Setembro) e Tânger & Casablanca (09-12 de Setembro), com partidas e chegadas a Lisboa; e o Brilho do Sul (22-25 de Agosto), com saída e chegada a Portimão, no Algarve, através do qual, este ano, os cruzeiristas poderão aproveitar uma estada de cinco noites nos hotéis Dom Pedro situados em Vilamoura. O sexto cruzeiro inicialmente previsto, o Nordeste de Espanha & Sudoeste de França, foi fretado por uma empresa, pelo que este ano não estará disponível, revelou Nuno Fonseca, coordenador de Marketing e Vendas da CIC. A apresentação, que decorreu no SkyBar do Hotel Tivoli Liberdade, contou com a presença do fundador da empresa, o armador grego Georgius Potamianos, que explicou o conceito da CIC: fazer cruzeiros sempre diferentes, onde a qualidade e a familiaridade são palavras de ordem. “A CIC está a tentar fazer o que os outros não podem fazer, cada um dos cruzeiros que operamos é diferente dos outros. Não temos cruzeiros repetitivos porque cansam.

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João Reis

pafonso@publituris.workmedia.pt

Nuno Fonseca, coordenador de Marketing e Vendas, e Georgius Potamianos, fundador da CIC

Os destinos são vários e diferentes, coisa que os outros navios enormes não podem fazer”, disse o armador, que reconhece a apreciação do trabalho desenvolvido através da taxa de cruzeiristas repetentes, 60 por cento, segundo o que os jornais escrevem e dos comentários dos próprios clientes. Além da diversidade, os cruzeiros da CIC oferecem um sentimento de intimidade que é difícil encontrar em navios de grandes dimensões. “O que é giro nestes pequenos paquetes é a familiaridade que existe entre pessoas e tripulação”, disse Georgius Potamianos.

Por sua vez, Nuno Fonseca afirmou: “Quero diversidade nos navios e quero que as pessoas comprem por qualidade e não por preço”. “Nós temos de manter a qualidade na Classic, acho que é isto que nos diferencia”, considerou o responsável, explicando que “os nossos cruzeiros não são mega-resorts, as pessoas vão porque gostam do serviço, da comida, dos vinhos, gostam dessas coisas todas e não se pode brincar com isso”. “É muito importante manter essa qualidade e manter a tripulação a ganhar bons salários”, advertiu. Algo que

o fundador da CIC também referiu e que a empresa faz questão de manter como política da casa: bons salários e boas condições de trabalho. Nuno Fonseca revelou ainda um dos seus principais objectivos: “ter diversidade de idades”, pois os cruzeiros são para todas as faixas etárias, “desde que sejam bem divulgados e chegue às pessoas certas”. Exemplo disso são os cruzeiros temáticos Fitness e Danças do Mar, cuja média de idades é baixa. No entanto, o responsável já vê um crescimento de jovens nos outros cruzeiros, como, por exemplo, o Dolce Vita.

Parceria CIC/Dom Pedro Hotels

Algarve e mini-cruzeiro em Tânger e Casablanca Três dias a bordo de um cruzeiro por Marrocos e cinco dias num dos hotéis Dom Pedro em Vilamoura, tudo por 540 euros. É este o fruto da parceira entre a CIassic International Cruises e cadeia hoteleira. “Foi uma oportunidade que surgiu e vai um pouco ao encontro de uma lógica de diversificar o produto que tem de ser feito no Algarve”, esclareceu Pedro Ribeiro, director de Marketing e Vendas dos hotéis. “Temos de comercializar e colocar no mercado diferentes formas de ir ao encontro do consumidor e a CIC teve a ideia de conjugar hotel com um cruzeiro, o que nós achámos óptimo”, considerou o responsável, acrescentando: “achamos que vai ser um sucesso e iremos com certeza repetir e colocar um esforço ainda maior na sua promoção e divulgação”. Por seu lado, Nuno Fonseca explicou a escolha feita: “São hotéis que eu gosto, são clássicos, gosto do estilo dentro do estilo da empresa”, disse, classificando o negócio como uma “junção ideal”. O responsável da Classic ressalvou ainda “a facilidade de trabalho” que tem com Pedro Ribeiro, “o que também conta” e permitiu alcançar “um bom acordo”.

A estratégia da Classic para este ano foi delineada com bases nestes pressupostos: diversidade e qualidade. Para tal, segundo Nuno Fonseca, “ajustámos um bocadinho a nossa mentalidade, o nosso desejo, comunicámos melhor, reduzimos a oferta (de sete partidas para cinco) e melhorámos bastante”. “Neste momento temos já cerca de dois mil passageiros reservados e temos cerca de três mil lugares disponíveis no mercado. Portanto, temos dois terços praticamente vendidos”, precisou, avançando que a empresa estima um crescimento de 20 por cento nas receitas deste ano. Outra das medidas tomadas pela CIC foi a renovação da sua imagem, “mais nova, mais fresca, mais apelativa”, adjectivou o coordenador, que apostou em Angélico Vieira para ser a imagem da empresa. “O Angélico é uma pessoa que eu considero um exemplo para a juventude”, salientou Nuno Fonseca, adiantando: “É uma pessoa que está há dez anos na ribalta e que eu considero um bom representante de Portugal e para a nossa publicidade”, devido ao seu percurso profissional e à maturidade que demonstra aos 28 anos. Apesar de estar ligado a um estilo mais hip-hop, o cantor “é uma pessoa mais clássica”, sustentou o responsável.

'FUNCHAL' FORA DE ÁGUA PARA REMODELAÇÃO A próxima temporada está já a ser trabalhada pela CIC, mas as novidades não deverão ser muitas, disse Nuno Fonseca, pois o navio 'Funchal' vai parar para ser totalmente remodelado, “o que nos vai limitar a nossa acção”. O paquete mais emblemático da Classic pára em Dezembro e vai estar em remodelação durante onze meses, pelo que a empresa, para a próxima temporada, só terá disponíveis quatro paquetes. ■


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Transportes

UE e EUA assinam acordo de cooperação na aviação civil União Europeia e EUA acordam cooperação na investigação e desenvolvimento na aviação civil Patrícia Afonso A Comissão Europeia e a Direcção Federal de Aviação Civil dos EUA (FAA) assinaram um Memorando de Cooperação com vista à colaboração na investigação e desenvolvimento no domínio da aviação civil, nomeadamente dos seus sistemas de gestão de tráfego aéreo (ATM), o SESAR, no caso da Europa, e o NextGen, norte-americano. Segundo Bruxelas, nos termos do acordo, as duas partes podem colaborar na resolução de vários assuntos do sector, tais como: segurança, meio ambiente, performance, combustíveis alternativos, concepção de aviões, Unmanned Aircraft Systens (UAS), comunicações via satélite e aplicações de ATM. O memorando inclui, desde já, um Anexo Técnico dedicado à cooperação entre os dois programas de gestão de tráfego aéreo, o SESAR e o NextGen, o que, segundo a CE, “constituiu um grande feito para assegurar a interoperabilidade dos dois sistemas de ATM”. Esta cooperação facilitará a participação das indústrias nos programas, alinhará novos conceitos técnicos e operacionais do SESAR e do NextGen e promoverá sinergias entre os dois, de forma a proporcionar a interoperabilidade e evitar a duplicação de equipamentos e incompatibilidades que possam surgir entre os sistemas. As partes vão ainda coordenar os seus esforços técnicos para a padronização dos sistemas de ATM através da Organização da Aviação Civil Internacional. De acordo com Bruxelas, a interoperabilidade entre o SESAR e o NextGen é “essencial para os utilizadores do espaço aéreo, em particular as companhias aéreas,

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pafonso@publituris.workmedia.pt

pois permitirá voar em ambos os espaços aéreos com os mesmos equipamentos para navegar, comunicar e comunicar a sua posição, evitando custos adicionais e pesos”. Ao Publituris, Gavin Eccles, consultor de aviação da Neoturis, diz tratar-se de “um acordo que olha para os sistemas de controlo de tráfego aéreo - em relação aos

Bruxelas considera “essencial” a interoperabilidade entre os sistemas de gestão de tráfego aéreo padrões de voo, descolagem velocidades, alturas, etc – e em que se trata de adoptar uma política comum sobre a forma como o tráfego aéreo pode ser mais eficiente e, indirectamente, como usar essas eficiências para uma maior sustentabilidade”. O consultor considera o memorando “positivo”, pois é juntar o que de melhor a UE e os EUA podem oferecer nesta área. “Isto deverá ajudar as companhias aéreas a tornarem-se mais eficientes, o que pode tornar a indústria mais viável, à medida que ultrapassa a crise”. “Além disso, com sistemas de gestão semelhantes, os

custos associados a equipamentos suplementares de navegação são eliminados, o que permite uma eventual redução dos custos operacionais das companhias aéreas”, acrescenta Gavin Eccles, explicando que “não se trata de fazer cortes em rotas para economizar combustível, etc., mas garantir que os aviões usam as rotas óptimas que promovem a eficiência o que, por sua vez, faz com que a companhia seja mais sustentável”. O grande desafio, segundo o consultor, “será o de execução e de garantir que as várias entidades que gerem o espaço aéreo estão de acordo e de que a sua aplicação é do interesse dos seus membros (neste caso as companhias aéreas)”.

ACORDO PARA CRIAÇÃO DE ZONA TRANSATLÂNTICA COMUM A UE e os EUA firmaram na quinta-feira um acordo para a criação de uma zona transatlântica comum de aviação, noticiou a agência Lusa. O acordo abrangerá 60% do tráfico aéreo de passageiros e inclui medidas para traçar novas rotas de voo, reduzir as tarifas e reduzir as emissões contaminantes. ■ www.publituris.pt

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E o vencedor é...

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Casa nobre da excelência do turismo nacional, o Algarve e o Hotel Tivoli Victoria (Vilamoura) engalanaram-se para receber a cerimónia Portugal Travel Awards, a sétima edição dos prémios entregues pelo Publituris referentes ao desempenho de 2009. Longe de fazer jus às temperaturas amenas sulistas, 18 de Junho entardeceu fresco e ofereceu aos cerca de 600 convidados uma noite temperada de muitas emoções. No átrio do hotel, para o cocktail de boas vindas, os primeiros reencontros. As primeiras expectativas. As primeiras ansiedades espelhadas nos finalistas e, sobretudo, a unanimidade na aposta feita no Algarve. “É uma festa sempre muito bonita e muito bem organizada, as pessoas estão bem dispostas, contentes, nota-se o bom ambiente. É interessante e um risco ser no Algarve, mas Portugal ainda está muito centralizado em Lisboa e é essencial sair para outros destinos”, confirmou Miguel Júdice, presidente da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal.

Já no palco, a cerimónia conduzida pelo dinâmico actor José Pedro Vasconcelos, seguiu com Nuno Aires, presidente do Turismo do Algarve que assumiu como “um desafio aceite desde a primeira hora”, a co-organização da gala Publituris. Do mesmo modo, Ruben Obadia, director do Publituris, manifestou a iniciativa como “tributo à maior região turística nacional”.

EMOÇÃO E PRESTÍGIO Pela sétima vez consecutiva, a TAP foi considerada a “Melhor Companhia de Aviação”. Paula Canada, directora de vendas para Portugal recebeu a distinção reafirmando que “é sempre muito importante receber o prémio num mercado tão competitivo”, e directamente da concorrência, Tânia Mêda representou a easyJet galardoada pela segunda vez como “Melhor Companhia Low-Cost”. “Realmente é uma surpresa. A easyJet está em todos os aeroportos nacionais e isto vem reconhecer esse esforço por

parte da companhia”, confirma a directora de marketing e vendas da Portway. E a encerrar o capítulo transportes, o também director de vendas e marketing, Fernando Fagulha, levou novamente para a Europcar o prémio de “Melhor Rent-a-Car”. “Já vem sendo um hábito mas é sempre uma emoção. É o reconhecimento da preferência de quem vota e dos que trabalham no turismo e uma forma de motivação para continuarmos o trabalho de excelência”, disse. E o trabalho, ou melhor, os trabalhadores apareceram. O momento humorístico dos Homens da Luta não deixou ninguém indiferente nem poupou ninguém. Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, sentado na primeira fila, sorria cúmplice às interpelações da dupla. De volta às categorias, Ângelo Grilo, do corpo accionista da Nortravel, emocionou-se em declarações ao Publituris, depois de arrebatar o “Melhor Operador Turístico”. “São palavras muito difíceis

de descrever, foram 11 anos a trabalhar muito e a lutar todos os dias, mereciam estar aqui todos os meus colegas”. No seguimento do bloco dedicado aos operadores, vez a José Luís Silva, director de rede da GeoStar, para receber o prémio “muito importante” para a empresa - “Melhor Rede de Agências de Viagens”. A gala “já tem alguma importância no turismo português, dou os parabéns ao Publituris e desejo que continuem por muito mais anos a fazê-la”, frisou. Citur (“Melhor Operador de Incoming”) e Netviagens (“Melhor Site de Viagens”, categoria incluída este ano) fecharam os operadores. “Ganhámos pela sexta vez consecutiva, mas é um prémio muito especial, numa altura de crise e no ano em que comemoramos 25 anos. Agradecemos ao Publituris e enaltecemos a coragem que foi trazer o evento para o Algarve”, declarou a directora de marketing da Citur, Rute Obadia. E depois do segundo momento de entretenimento de Gel e Falâncio, a

Hotelaria tomou lugar. Ritz Four Seasons novamente disitnguido “Melhor Hotel de Cinco Estrelas”, com Guilherme Costa, director geral da unidade, a confidenciar: “Prestigia-nos muito. Trabalhamos todos os dias para dignificar a hotelaria portuguesa e todos os prémios de reconhecimento são bem-vindos e mostram que estamos no caminho certo”. Mais emotivo, Celso Assunção, director geral do Internacional Design Hotel (considerado “Melhor Hotel de Quatro Estrelas”), afirmou ser “uma emoção gigantesca. O Publituris conseguiu mexer com os sentimentos de todos nós, os funcionários sonharam a semana toda com isso e, realmente, ainda não pousei bem os pés no chão. É é uma experiência que eu vou guardar por muitos anos”. E o único representante do Porto, na categoria de “Melhor Hotel de Três Estrelas”, o Grand Hotel do Porto levou-o para a Invicta com “grande orgulho”, explica Marta Henriques, directora geral da unidade avançando, “ é a primeira vez que estamos nomeados e é uma felicidade para todos que trabalham num hotel que


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recebe clientes há 130 anos.” João Máximo, director de vendas e marketing do Vila Vita Parc e Alexandre Solleiro, CEO da cadeia Tivoli, receberam “Melhor Resort Hotel” e “Melhor Cadeia Hoteleira”, respectivamente. Num momento especial e com grande ovação da casa, Alexandre Solleiro pensa já no ano que vem: “É a segunda vez seguida que recebemos este prémio, e não há duas sem três. Vamos trabalhar para que para o ano vençamos de novo”. A fechar a hotelaria, o “Melhor Campo de Golfe” foi recebido por Miguel Champalidaud, gestor no Oitavos Dunes.

DESCENTRALIZAR A GALA, PROMOVER O TURISMO Sempre pautada pelo bom humor de José Pedro Vasconcelos, o presidente da ERT Alentejo, António Ceia da Silva, protagonizou um dos momentos altos da noite: “Não vamos abdicar de voltar a ser campeões”, assumiu bem disposto, referindo-se à congénere algarvia que havia vencido as últimas três edições. “É o reconhecimento de um trabalho de todos os dias e de grande cooperação entre diversos

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agentes e de grande dedicação e entusiasmo e HTP - humildade, trabalho e paixão, o lema do turismo do Alentejo”. E se a vizinha Espanha foi o “Melhor Destino Internacional”, recebido por Ana Pedroso, a menção honrosa do júri foi direita à Madeira. Num reconhecimento aos esforços empreendidos pelas entidades regionais perante a calamitosa intempérie de 20 de Fevereiro último e como impulso ao trabalho da Secretaria Regional de Turismo e Transportes no terreno. Enquanto a música de Rodrigo Leão e Cinema Ensemble enchia o palco e aquecia o ambiente, a festa seguia em redor da piscina. “Quero dar os parabéns ao Publituris, é uma iniciativa muito positiva e ainda mais nestes momentos mais difíceis em que é necessário puxarmos pelas boas energias. Mostrar que há coisas muito boas e de qualidade no nosso turismo. Esta gala é também a demonstração disso mesmo e do esforço que a equipa do Publituris faz diariamente; um esforço de crença, de vontade, de qualificação do país”, revelou Joaquim Rosa do Céu, presidente da ERT Lisboa e

Vale do Tejo, presente pela segunda vez nos prémios. Com a entrega de prémios praticamente concluída, Bernardo Trindade confirmou ao Publituris a escolha acertada. Da festa e das atribuições. “[A gala] está óptima. O facto de terem descentralizado e trazido para o Algarve é um óptimo sinal, as pessoas estão muito satisfeitas e os prémios estão bem atribuídos. É uma boa nomeação e uma boa avaliação do público. O turismo sai reforçado”. Finalmente, num ano excepcionalmente sem “Personalidade Turística do Ano” que se destacasse, a emocionante entrega do “Prémio Carreira Belmiro Santos”, atribuído ao fundador do grupo Altis, Fernando Martins e recebido pela sua filha Maria Júlia Martins Valente Rodrigues, a encerrar as entregas. Poderíamos dizer “para o ano há mais”, mas depois destas 15 categorias, em Novembro a gala continua a premiar outros agentes do sector, numa perspectiva mais técnica, mas igualmente fundamental no acrescento de valor ao turismo nacional. ■


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1 - Alexandre Lemos, Helena Mak, João Duarte, Teresa Correia, Armando Correia e Elisabete Máximo 2 - Assis Coelho, do gabinete de comunicação da ERT Algarve, com Patrícia Coelho 3 - António Silva e Sousa, director geral da Publihappening, e Paula Noronha 4 - Inês Longueiro, Ana Cristina Guilherme e Marta Mota Pinto (Tivoli Hotels)

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5 - O Turismo do Algarve foi um dos patrocinadores dos Publituris Portugal Travel Awards, a par da Câmara Municipal de Loulé 6 - A equipa do Aquahotel: Luís Santos, Salomé Costa, Daniel Costa e Humberto Teixeira 7 - A equipa Publituris: Humberto Ferreira, Carina Monteiro, Paula Jesus, Fátima Valente, Paula Noronha, Patrícia Afonso, Carla Carreira, Helena Umbelino e Sílvia Lazary de Matos

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1 - Pedro Pupo (Amadeus Portugal), Claudina Saldanha (Geniusy Meios) e Paulo Mendes (Airmet) 2 - Fátima Catarino e Nuno Aires, presidente da ERT Algarve 3 - Pedro e Marlene Guerreiro, vereadora de Turismo da Câmara de São Brás de Alportel 4 - Álvaro Vilhena e Augusto Morais, da Viajar Tours, com Carla Carreira, do Publituris 5 - Francisco Vieira, director da Escola Profissional de Ourém 6 - Fernando Filipe, Karin Garton e Manuel Tamagnini 7 - Pormenor da piscina do Tivoli Victoria, durante a actuação de Rodrigo Leão & Cinema Ensemble

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1 - António Ceia da Silva, presidente da ERT Alentejo, com família e Domingos Cordeiro 2 - Duarte Padinha e Susana Miguel, do Turismo do Algarve 3 - José Gamboa (SATA), Pedro Costa Ferreira (Mundovip), António Menezes (SATA) e Catanho Fernandes (Diário de Notícias da Madeira) 4 - Daniela Lebre Dias, Inês Dias e José Luís Amaro, da Rituais 5 - Bill Hawkins (Monte do Casal) num moneto de convívio 6 - Francisco Teixeira, da Melair, com Paula Noronha, directora comercial do Publituris 7 - João Máximo (Vila Vita Parc) e Fernando Horta (Sana Luanda)

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1 - Paulo Gil e Bernardo Espírito Santo, do BES, com Paula Jesus e Paula Noronha, do Publituris 2 - José Pedro Calheiros, da SAL, com Carla Carreira e Paula Noronha, do Publituris 3 - Pedro Marto, dos Fátima Hotels, com a esposa 4 - Jorge Costa, presidente do Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismox, com Mónica Montenegro

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5 - Alexandre Solleiro, CEO dos Hotéis Tivoli, com Rui de Sousa, director geral dos Tivoli Lisboa e Jardim, e Filipe Santiago, do marketing e vendas dos Hotéis Tivoli 6 - Vítor Neto, empresário e ex-secretário de Estado do Turismo, com Fátima Valente 7 - Vanessa Brito e Amélia Craveiro, do The Residences at Tivoli Victoria 8 - Miguel Quintas, director geral da Amadeus em Portugal, com Paula Jesus e Helena Umbelino, do Publituris

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1 - Paulo Ramalho e Celso Assunção, do Internacional Design Hotel 2 - Mário Candeias, director do Tivoli Victoria e Paula Noronha,visivelmente satisfeitos com o sucesso de mais uma Gala Publituris 3 - Comandante Rui Trigoso com Talda Mitchell, do grupo André Jordan 4 - Vasco Paulo, director geral do Eden Resort, e Sandra Gomes 5 - Miguel Júdice, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal e um dos elementos do júri dos Publituris Portugal Travel Awards 6 - Armando Rocha, sócio da Neoturis, com Sílvia Lazary de Matos e Patrícia Afonso, jornalistas do Publituris 7 - Fernando Fagulha, director de marketing e vendas da Europcar, com Isabel Barata, da SATA

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1 - Daniel Queirós, da Associação de Turismo do Algarve, com Hélder Martins, da Quinta da Ombria, com Fátima Valente e Liliana Cunha 2 - Raquel Gomes, da agência Lowe, e Rute Obadia, directora de marketing da CITUR 3 - Gehhard Schachermayer e Melanie Sousa, do Vila Joya, com Elsa Kanpman e Daise Graça, do Longevity Welness Resort 4 - Conceição Barros e Ana Caetano, marketing coordinator e public relations manager do Marriot Lisbon Hotel 5 - Carlos Torres, advogado especialista em Turismo, com Adília Lisboa, presidente da Comissão Executiva da Confederação do Turismo Português 6 - Carina Monteiro, editora da Publituris Hotelaria e Portugal Travel News, com Lourenço Ribeiro, director geral dos Hotéis Real no Algarve 7 - Nuno Aires, presidente da ERT Algarve, região anfitriã dos Portugal Travel Awards, com Gonçalo Rebelo de Almeida, director de vendas dos Hotéis Vila Galé, e Jel, dos Homens da Luta

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1 - Sylvia Frango, responsável pela Atout France em Portugal, com Fátima Valente e Liliana Cunha 2 - Pedro Corrêa Mendes e Pedro Fino, administradores da Workmedia, editora do Publituris 3 - Rita Afonso e Hugo Lebre, a cara da Informarca em Portugal durante muitos anos 4 - Marta Henriques (Grande Hotel do Porto) e Mário Carvalho (Tiara Park Atlantic) 5 - Roderick Micallef, Fiona Micallef e Teresa de Câtillon, do Corinthia Lisbon Hotel, com António de Castro Oliveira

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6 - Frederico Costa, representante do Turismo de Portugal, com Fátima Valente, chefe de redacção do Publituris 7 - Eliseu Correia, director geral da JC Tours, com Patrícia Afonso, jornalista do Publituris 8 - Nada como uma massagem Banyan Tree para entrar no ritmo zen da gala. Que o digam o nosso administrador Pedro Fino e Frederico Costa

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1 - Equipa do Tivoli Residences e Tivoli Victoria: Amélia Craveiro, Marta Mota Pinto, Ângela Martins, Graça Silva e Inês Longueiro 2 - Ruben Obadia, director do Publituris, e Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo 3 - Hugo Cardoso e Ricardo Nery, da MSC Cruzeiros 4 - Daniel Florêncio e Ana Pereira, das Termas de Monchique 5 - Rui Lourenço, do Portugal Travel News, acompanhado por Cláudia Paulo 6 - Ruben Obadia à conversa com Frederico Costa, responsável do Turismo de Portugal 7 - Nuno Anjos (Soltrópico), João Trigo (Lufthansa), Miguel Ferreira (Exótico Online), Nazir Kurji (Vip Hotels) e Luís Tonicha (Abreu Online)

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1 - Vítor Neto e Bernardo Trindade: o passado e o presente da pasta do Turismo no Governo 2 - Adília Lisboa, presidente da Comissão Executiva da CTP, e Nuno Aires, presidente da ERT Algarve 3 - A equipa Sana Hotels: Cristina Nunes, Nuno Braga Lopes, Carla Mestrinho, Mónica Soares, Helena Costa, Ana Borges, Sandra Paraíba, Carla Amorim, Raquel Marcelino, e Rui Espada e Pedro Inácio (atrás) 4 - Marina Garnel, Maria João Pires e Mónica Costa 5 - Miguel Quintas, director da Amadeus em Portugal, e Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, põem a conversa em dia 6 - Vítor Neto, ex-secretário de Estado do Turismo, e Fernando Anastácio, do Turismo do Algarve 7 - A equipa Publituris, estrategicamente posicionada, na primeira fila, para as várias idas ao palco

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1 - José Pedro Vasconcelos foi o apresentador de serviço... e que bem que se saiu! 2 - Paula Canada, directora comercial da TAP, visivelmente satisfeita com mais um galardão 3 - Ruben Obadia, director do Publituris, aquando do seu discurso 4 - A magia proporcionada pela Paulo Magalhães Produções (PMP) foi uma constante 5 - Nuno Aires e José Pedro Vasconcelos proporcionaram algumas gargalhadas 6 - Os desejados galardões da noite tiveram o design da empresa Mola

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1 - Tânia Mêda, da Portway, recebe o Prémio Melhor Companhia Low Cost, em representação da easyJet 2 - A Europcar foi eleita Melhor Rent-a-Car. Fernando Fagulha, director de vendas e marketing, exibe o prémio 3 - A luta continua por dias melhores no turismo, dizem os Homens da Luta 4 - Ângelo Grilo, do corpo accionista da Nortravel, com o prémio Melhor Operador Turístico 5 - Madalena Monteiro, sales manager da Travelport Portugal, entrega o Prémio Melhor Rede de Agências a José Luís Silva, director de rede da GeoStar 6 - Liliana Cunha, jornalista do Publituris, foi chamada ao palco por José Pedro Vasconcelos, para explicar a relação profissional com alguns players. Sempre com muito fair play 7 - José Luís Silva, director de rede da GeoStar, com o Prémio Melhor Rede de Agências

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1 - Raúl Gonçalves, da Netviagens, exibe o Prémio Melhor Site de Viagens 2 - E eis senão quando... os Homens da Luta surgem na varanda do Tivoli Victoria para interrromper a festa

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1 - Pedro Fino, administrador da Workmedia e gerente do Publituris, falou aos convidados 2 - Rute Obadia, da CITUR, recebe Melhor Operador de Incoming 3 - Guilherme Costa, director do Ritz Lisboa, arrecada o prémio de Melhor Cinco Estrelas 4 - Celso Assunção, director do Intrenacional Design Hotel, com o troféu de Melhor Hotel Quatro Estrelas 5 - Um prémio que ficou para o Algarve, Melhor Resort Hotel. João Máximo, do Vila Vita Parc 6 - Miguel Champalimaud estreou-se nas lides do trade e logo com o troféu de Melhor Campo de Golfe: Oitavos Dunes 7 - Tânia Mêda visivelmente satisfeita, a pensar em mais rotas da easyJet

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1 - Miguel Champalimaud com o troféu de Melhor Campo de Golfe 2 - Marta Henriques, directora geral do Grande Hotel do Porto, com o prémio Melhor Hotel Três Estrelas 3 - Alexandre Solleiro recebe Melhor Cadeia Hoteleira para os Tivoli Hotels & Resorts 4 - O momento de fair-play da noite. Ceia da Silva recebe o prémio de Melhor Região de Turismo das mãos de Nuno Aires 5 - Foram vários os momentos ao longo da noite que surpreenderam os convidados. Este tem a assinatura da PMP 6 - Guilherme Costa, do Ritz, com Cândido Rodam, apoiante de sempre dos Portugal Travel Awards

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1 - Ceia da Silva, presidente da ERT Alentejo, lançou o repto ao Publituris de levar a gala para a região no próximo ano 2 - Ana Pedroso exibe o Prémio Melhor Destino Internacional atribuído ao Turismo Espanhol 3 - Grande plano do concerto da noite. Rodrigo Leão & Cinema Ensemble deram um brilho especial à gala 4 - O “Obama do Turismo Português”, nas palavras de José Pedro Vasconcelos, levou o galardão de Melhor Região de Turismo Nacional para o Alentejo 5 - A invasão dos Homens da Luta foi prontamente resolvida pelos seguranças de serviço

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1 - A descontração de José Pedro Vasconcelos ajuda Paula Noronha a anunciar mais um vencedor da noite 2 - Maria Júlia Martins Valente Rodrigues com o "Prémio Carreira Belmiro Santos" atribuído ao seu pai, Fernando Martins, hoteleiro fundador do Grupo Altis 3 - Vítor Neto, presidente da comissão organizadora da BTL, entrega o Prémio de Melhor Destino Internacional 4 - Nuno Aires escuta atentamente Vítor Neto, enquanto Adília Lisboa observa os últimos preparativos da gala 5 - A Gala Publituris Portugal Travel Awards contou com a presença de cerca de 600 convidados 6 - Ruben Obadia e Humberto Ferreira momentos antes da entrega do Prémio Carreira “Belmiro Santos”

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1 - Maria Júlia Martins Valente Rodrigues recebe o "Prémio Carreira Belmiro Santos" do antigo redactor principal e actual colaborador do Publituris, Humberto Ferreira 2 - Ruben Obadia numa altura em que agradece a todos os Parceiros e Patrocinadores 3 - Paula Noronha entrega o Prémio Melhor Hotel de Três Estrelas a Marta Henriques, directora geral do premiado Grande Hotel do Porto 4 - Ana Pedroso, do Turismo Espanhol, agradece o Prémio Melhor Destino Internacional 5 - E de repente os Homens da Luta invadem o palco. O inconfundível Jel, aqui num discurso animado sobre o estado do Turismo em Portugal 6 - Ângelo Grilo, da Nortravel, sobe ao palco, para receber o prémio de Melhor Operador Turístico

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1 - À chegada ao hotel, os convidados eram surpreendidos por uma coreografia suspensa e um cocktail de boas-vindas. A noite de gala estava prestes a começar 2 - A versatilidade foi a tónica dominante. Eis mais um momento em que o violoncelo e violinos deram um colorido extra à interpretação de Rodrigo Leão & Cinema Ensemble 3 - Tudo a postos no Tivoli Victoria para a grande festa do turismo. À medida que o Sol se punha, os convidados iam ocupando os seus lugares junto à zona da piscina, onde foi servido o buffet 4 - Tal como se esperava, Rodrigo Leão contagiou os presentes com um concerto único, numa mescla perfeita de música clássica e contemporânea com influências populares e étnicas 5 - Trapézio e jogos de luzes. Assim se pode descrever mais um momento alto do espectáculo 6 - Bernardo Trindade, Pedro Fino e Bernardo Espírito Santo reagem efusivamente ao primeiro filme sobre o Publituris e às piadas sobre o “pasquim” que “ninguém lê” 7 - A imagem dos Publituris Portugal Travel Awards esteve em grande destaque, dentro e fora do hotel, conduzindo os convidados por Vilamoura até ao Tivoli Victoria

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1 - Rodrigo Leão & Cinema Ensemble foram os cabeça de cartaz da Gala Publituris Portugal Travel Awards 2 - Além de cenário, a piscina acabou a ser um dos palcos do evento, aqui em mais uma performance da Paulo Magalhães Produções (PMP) 3 - O prémio supresa da noite foi para o Publituris. Bernardo Espírito Santo, director geral do Banco Espírito Santo, entrega uma salva de prata aos administradores Pedro Fino e Pedro Corrêa Mendes. 4 - Raúl Gonçalves, da Netviagens, visivelmente satisfeito com o Prémio Melhor Site de Viagens 5 - Mais um momento de animação na piscina com Paulino Coelho, da Rádio Renascença, no som

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1 - A gastronomia foi um dos pontos altos da noite, com destaque para “as ilhas” asiática e mediterrânica, onde não faltou o delicioso camarão panado 2 - A Câmara Municipal de Loulé, co-organizadora da Gala Publituris Portugal Travel Awards, não poupou esforços para que tudo corresse sobre rodas 3 - Pormenor do bar da piscina do Tivoli Victoria, iluminado pelo BES, patrocinador de longa do evento 4 - A animação da empresa Rituais, outro dos repetentes parceiros da Gala Publituris 5 - Vista geral do espaço exterior do magnífico Hotel Tivoli Victoria 6 - A recriação de um mundo encantado pela Paulo Magalhães Produções

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Opinião - Observatório

QREN E SESSÕES INFORMATIVAS

TOLERÂNCIA ZERO ÀS CONDIÇÕES DE ELEGIBILIDADE a última edição do Publituris tínhamos terminado o artigo referindo a pertinência da realização de Sessões Informativas, para uma mais eficiente informação às Empresas, nomeadamente sobre o QREN (e outros Sistemas de Apoio Financeiro) e sobre RECONVERSÃO DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS. Ainda sobre o QREN, faltava completar informação sobre a última Candidatura ao SI INOVAÇÃO, que decorreu entre 22 de Novembro de 2009 e 01 de Fevereiro de 2010. Retomando essas duas questões, bem como o normal (?) ou anormal (?) número de Candidaturas “não aprovadas” pelo QREN, nomeadamente no que se refere às do Sector do Turismo, há que declarar “TOLERÂNCIA ZERO” ao não cumprimento de “TODAS” as “CONDIÇÕES DE ELEGIBILIDADE”, sob pena da situação se manter.

N

I. QREN E PROJECTOS NÃO APROVADOS Como é óbvio, não nos estamos a referir a Candidaturas a que não podem ser concedidos Incentivos por falta de Dotação Orçamental, mas sim a Candidaturas entregues e analisadas, que, não cumprindo a totalidade das condições de elegibilidade, conduziram a que a decisão do QREN fosse: “NÃO ELEGÍVEL”. A estas, pode e devem juntar-se aquelas a que foram pedidos “Esclare-

cimentos Complementares” e levaram à “DESISTÊNCIA” por parte dos Promotores, que, reconhecem não estarem as mesmas nas devidas condições. E atenção, estamo-nos a referir a condições de elegibilidade quer do PROMOTOR, quer do PROJECTO: Situação económico-financeira equilibrada; Situação regularizada com Finanças e Segurança Social; Autonomia financeira: Localização do Projecto; CAE; Respeito pela data de inicio do Projecto; Projecto de Arquitectura Aprovado; etc……. . E aqui, voltamos a relembrar que há que declarar “Tolerância zero” ao não cumprimento da totalidade das condições de elegibilidade.

I.1 QREN E SESSÕES INFORMATIVAS Mais do que “debitar” o que consta do Decreto-Lei ou das Portarias ou dos AVISOS, afigura-se mais importante encurtar as intervenções dos Oradores e privilegiar o tempo dedicado a “PERGUNTAS E RESPOSTAS”, ou seja, dar voz aos Empresários e/ou actuais ou potenciais investidores. Não poucas vezes, Sessões Informativas terminam sem ter cumprido a sua principal função: Esclarecer e tirar dúvidas a quem está na Assistência.

I.2 SI INOVAÇÃO A Candidatura que terminou em 01 de Fevereiro de

2010 e cujos resultados deveriam ter sido comunicadas aos Promotores até 11 de Maio de 2010, recebeu 152 Projectos de Investimento (ver Quadro publicado na edição de 28 de Fevereiro de 2010, que se reproduz), número apreciável, que aliado às Dotações Orçamentais de certo modo reduzidas, conduziu a situação complicada, até por haver alguns “Bons Projectos”, com elevados valores de “Despesas Elegíveis”. QREN / CANDIDATURAS APROVADAS APRESENTADAS (até 31-12-2009) (fase 01-02-2010) Norte 52 56 Centro 48 62 Alentejo 31 19 Algarve 11 9 Lisboa 3 6 SOMA 145 152

REGIÃO

FONTE: António Paquete – Economistas Associados, Lda., (com base em elementos do QREN e do TP)

Da “Lista de Projectos Aprovados” publicada pelo QREN, referida a 31 de Maio de 2010, constam apenas as seguintes Aprovações: - Norte 10

- Centro - Alentejo - Algarve - Lisboa SOMA (Parcial)

? ? 1 ? 11

Presume-se que da Lista referida a 30 de Junho já conste a totalidade das Candidaturas Aprovadas.

II RECONVERSÃO DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS Recorda-se apenas que a data limite para a Reconversão é a de 31 de Dezembro de 2010. Noticias divulgadas pela Comunicação Social, dão a entender que o Processo está algo atrasado. Impõe-se a continuação de Sessões Informativas sobre este tema? Afigura-se que tal venha a ser pertinente, especialmente no último trimestre de 2010.

III SESSÕES INFORMATIVAS Ainda antes do principal período de férias (mês de Agosto), estão previstas algumas Sessões Informativas, faltando apenas acertar datas. Recomenda-se a consulta dos sites do TP, Entidades Regionais de Turismo e Associações Empresariais, além, como é óbvio, do Publituris. ■ por António Emílio Soares Victor Paquete Economista (membro nº1399 da Ordem dos Economistas) e Consultor de Empresas Colaborador do Publituris desde 1984 antonio.paquete@netcabo.pt

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votação

ONLINE

Face à actual conjuntura, Portugal precisa de um plano de intervenção urgente para o Turismo?

últimahora O Turismo de Portugal tem um novo portal

76%

Sim

de golfe. Bernardo Trindade presidiu à apre-

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Votação realizada online. Números à data de fecho da edição, 4ª feira, dia 23 de Junho

sentação do projecto, lançado em parceria

10%

Não

com o CNIG- Conselho Nacional para a Indús8%

Talvez Não é possível fazer mais na actual situação

tria do Golfe, no Westin Campo Real Hotel, em Torres Vedras. A apresentação coincidiu

6%

com o início do Ladies Open European Tour. 0%

25%

50%

75%

100%

Na ocasião, foram também divulgados os resultados da indústria do Golfe relativos a

anos

Publituris✓ 38 há

O Publituris de 15 de Julho de 1972 faz capa com “a taxa de ocupação hoteleira e o turismo nacional”. Num artigo assinado por Belmiro Santos, lia-se o seguinte: “A linguagem dos números - frios mas concludentes - demonstra, de quando em vez, que no meio de tantas realidades se criaram mitos que urge banir”. O texto apontava ainda um aumento de 8% nas entradas de estrangeiros, de Janeiro a Maio, e recordava o crescimento de 15,7% do ano de 1971 em relação a 1970. Neste número constava ainda o programa provisório do Congresso da FUAAV; a acusação da Sotelmo ao Grémio dos Hotéis do Sul; e a visita dos aristocratas da Europa à Quinta do Lago. A situação das agências de viagem era abordada logo num artigo de capa: “Sabemos todos a situação em que se encontram as nossas agências, apresentando “déficits” sucessivos, trabalhando com percentagens insustentáveis, como os 70% da aviação e os 10% da hotelaria”. Aliás, “uma agência com uma despesa mensal de 50 contos - e será uma agência modesta - terá de vender pelo menos 800 contos mensais de aviação para poder sobreviver. E este é um resultado difícil de conseguir”, denunciava o Publituris. Motivo de destaque era também a constituição da Associação de Jornalistas e Escritores Portugueses de Turismo (AJEPT), sob o patrocínio do Publituris, de que se esperava “um decisivo contributo para uma maior divulgação e especialização dos temas técnicos inerentes à indústria”. O passo seguinte seria a filiação na Federation Internationale des Jornalistes et Ecrivans de Tourisme, com sede em Bruxelas.

2009 pela Deloitte. A sessão contou ainda com a presença do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, do presidente do Turismo do Oeste, António Carneiro e do presidente do CNIG, Diogo Gaspar Ferreira. TUI diminui vendas para Portugal. As vendas para destinos de longa distância na TUI estão a verificar um aumento de 31% desde a Alemanha. No global para este Verão, o gigante alemão regista um ligeiro crescimento das vendas e a Turquia é o destino evidenciado já que para lá o aumento é de 10%, conferindo-lhe o terceiro lugar no ranking dos países mais vendidos pelo operador. Por outro lado, Itália e Portugal verificam descidas significativas que não foram precisas em termos de números. No que toca a preços, a TUI aplicou um aumento de 3% nos voos de longa distância, enquanto baixou em 1% as propostas de média distância. A Vila Galé nomeou novos directores para o Brasil e em Portugal. Assim, o Vila Galé Cumbuco, a inaugurar em Outubro, terá André Penna como director geral. Carlos Maia será director operacional do mesmo empreendimento, enquanto o Vila Galé Marés terá Maria João Baptista (antiga directora do Vila Galé Atlântico) como directora geral. No Algarve, Porfírio Perdigão, que dirigia o Vila Galé Marina, passará a liderar a unidade de Lagos, e Valter Costa transita deste para a direcção do Vila Galé Praia e Vila Galé Atlântico. Margarida Antunes passará a dirigir o Vila Galé Marina, tendo até ao momento desempenhado funções no Vila Galé Praia.

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